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29 de setembro de 2026
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Ilhados com a Sogra reúne Viih Tube, Arthur Aguiar e MC Carol na Netflix

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29 de setembro de 2026
  • Filme

    Críticos dizem que novos filmes de Tom Holland são “bombas”

    6 de março de 2021 /

    Tom Holland deve encontrar alívio por estar filmando o terceiro filme do Homem-Aranha, porque seus últimos filmes fora da Marvel estão sendo dilacerados pela crítica. Lançado na sexta-feira (5/3) nos cinemas americanos, a sci-fi “Mundo em Caos”, em que ele contracena com Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”), implodiu com míseros 24% de aprovação no Rotten Tomatoes e deve dar enorme prejuízo nas bilheterias. Filmado originalmente em 2017, o filme teve que passar por extensas refilmagens após reações abismais nas exibições de teste. Mas pela repercussão crítica, nem isso salvou sua história. A crítica do jornal The New York Times chamou o filme de “distopia padrão”, a revista Hollywood Reporter apelou para Shakespeare para descrevê-lo como “som e fúria não significando nada de interessante” e o The Boston Herald resumiu que “Rey Skywalker e o Homem-Aranha mereciam um filme melhor do que este.” Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta o primeiro volume da franquia literária homônima de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”) e deveria (mas não vai) originar uma trilogia cinematográfica. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, fazendo com que os pensamentos de todos os homens sejam externados sem controle, o caos se instala, as mulheres desaparecem misteriosamente e um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) se instala no poder. É neste lugar distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. Considerada uma ameaça para os homens, que não conseguem saber o que ela pensa, a jovem tem ajuda de um adolescente (Holland) que nunca viu uma mulher na vida para escapar da política de genocídio. Ao mesmo tempo, sua presença também é sinal de que outras mulheres podem existir além das fronteiras conhecidas. “Mundo em Caos” estreia no Brasil apenas em 8 de abril. Antes disso, já na sexta que vem (12/3) o público brasileiro poderá ver “Cherry”, lançamento da Apple TV+ que reúne Tom Holland com os irmãos Russo, que o escalaram como Homem-Aranha em “Capitão América: Guerra Civil” e o dirigiram em dois blockbusters dos Vingadores. Sem ser tão ruim quanto o outro, “Cherry” também decepcionou quem esperava algo mais desse reencontro, com uma pontuação decepcionante de 38% no Rotten Tomatoes. A CNN descreveu o longa como “um filme irregular”, a revista Radio Times chama o enredo de “previsível” e o ritmo estonteante do filme de “cansativo”, acrescentando que o estilo sobrecarregado adotado pelos Russo não faz nada para melhorar a história. “Dificilmente há um momento em ‘Cherry’ que seja crível, mas o verdadeiro crime do filme é que dificilmente há um momento nele que seja agradável também”, dissecou a revista Variety. “Uma tentativa de ser tudo ao mesmo tempo, o que faz com que não pareça nada”, reclamou o Daily Beast. Ou, na definição do site The Wrap: “Uma história dolorosamente familiar de trauma e vício que muitas vezes parece uma versão cover de filmes antigos e melhores sobre guerra e drogas”. O jornal canadense Globe and Mail foi particularmente cruel: “Tenho quase certeza que, em seus corações, os irmãos Russo sentiam que estavam criando uma resposta forte e artística para aqueles que acreditavam que eles só servem para coreografar destruição criada por computação gráfica. Mas ‘Cherry’? É uma bomba”. A história do longa é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu primeiro filme após “Vingadores: Ultimato” – a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. Vale observar que, apesar das notas muito baixas, o público parece ter gostado dos dois filmes. Veja abaixo a pontuação de crítica e público no Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Kelly Marie Tran recebe boas-vindas das princesas da Disney por Raya e o Último Dragão

    6 de março de 2021 /

    Kelly Marie Tran recebeu uma recepção virtual calorosa das princesas da Disney na première da nova animação do estúdio, “Raya e o Último Dragão”. Várias intérpretes das princesas animadas gravaram mensagens de boas-vindas para Kelly no panteão da Disney, que foram reveladas à atriz durante um evento de tapete vermelho virtual. Ming-Na Wen, dubladora de Mulan, fez questão de salientar ter ficado “animada por ter uma outra princesa guerreira na turma”. As estrelas que recepcionaram a atriz também incluíram Anika Noni Rose (a voz de Tiana), Paige O’Hara (Bela) e Jodi Benson (Ariel), além de Jonathan Groff (o Kristoff de “Frozen”) e Ginnifer Godwin (a Branca de Neve da série “Once Upon a Time”). “O ano em que você nasceu foi o ano em que comecei a gravar A Bela e a Fera “, lembrou O’Hara. “Então, eu quero que você se prepare para um passeio muito, muito longo, mas muito feliz, cheio de experiências maravilhosas e milhares de crianças se vestindo para se parecerem com você.” Veja abaixo como a intérprete de Raya (e também de Rose Tico no universo “Star Wars”) ficou emocionada com a recepção no vídeo abaixo. As homenagens começam na altura dos três minutos do tapete vermelho virtual.

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  • Etc,  Filme

    Michael Wolf Snyder (1987 – 2021)

    6 de março de 2021 /

    Michael Wolf Snyder, responsável pela captação e mixagem de som do premiado filme “Nomadland”, suicidou-se aos 35 anos. Seu pai, David Snyder, encontrou o corpo no apartamento em que ele morava sozinho em Nova York, na segunda-feira (1/3), depois que amigos e familiares ficaram sem ter notícias por vários dias. “Michael tirou sua própria vida em algum momento da semana passada e não foi descoberto até que eu fui ver como ele estava na segunda-feira, depois de ficar sem contato por vários dias”, escreveu David Snyder no Facebook. “Ele sofria de depressão grave há muitos anos. Para a maioria das pessoas, é uma doença que aumenta e diminui com o passar dos anos. Tenho certeza de que foi difícil para Michael ter passado a maior parte do ano passado sozinho em seu pequeno apartamento no Queens, sendo responsável por lidar com o coronavírus. Apesar disso, todos acreditávamos que ele estava bem e, durante a maior parte do ano passado, acho que estava. Ele parecia especialmente alegre e revigorado nos últimos meses, já que pôde voltar a trabalhar em vários projetos de filmes diferentes”. A diretora Chloé Zhao, que trabalhou com Snyder em “Nomadland” e em seu filme anterior, “Domando o Destino”, de 2017, também publicou uma mensagem. “Eu sempre olhava para Wolf após cada tomada. Eu não usava fones de ouvido no set, então confiei muito em Wolf para ser meus ouvidos. Ele acenava para mim com um sorriso feliz, ou lágrimas nos olhos, ou às vezes ele sinalizava discretamente ‘mais um’. Durante ‘Domando o Destino’, Wolf sugeriu uma ideia que mais tarde levamos para ‘Nomadland’ – gravar tons da sala por mais tempo do que o necessário como uma chance de experimentar o silêncio. Depois de nos movimentarmos em cada local, sentávamos juntos, em silêncio, sintonizados, ouvindo e honrando o mundo ao nosso redor. Eu sempre vou sentir falta dele. Ele sempre estaria comigo no set, após cada tomada, e no silêncio de cada tom da sala. Vejo você na estrada, meu amigo”, concluiu A estrela de “Nomadland”, Frances McDormand, manifestou-se em um comunicado: “Wolf gravou nossos batimentos cardíacos. Cada respiração nossa. Para mim, ele é ‘Nomadland’. ” Charlene Swankie, que interpretou a si mesma no filme, também lamentou. “É triste saber que o homem do som de Montana, M Wolf Snyder, faleceu”, ela escreveu em sua página do Facebook na manhã deste sábado (6/3). “Wolf tinha grande foco, um coração bondoso e um espírito indelével. Ele fez o som em ‘Nomadland’. Portanto, se você assistir a esse filme magnífico, pare um pouco, feche os olhos e ouça toda a beleza que ele capturou. ” Outro comunicado divulgado em nome de todo o elenco e equipe de “Nomadland” acrescentou: “Enquanto nossos corações se partem com a perda de Wolf, esperamos que seja um conforto saber que seu espírito viverá para sempre em cada risada que ele gravou, em cada brisa, e cada galope de cavalo. Ele fazia parte da nossa pequena família de filmes e sua alma bondosa tocou a todos nós. Wolf realmente trouxe vida ao nosso filme. Enviamos nossas condolências a sua família em nome de toda a equipe ‘Nomadland’. Veremos você na estrada, doce amigo.” Snyder começou sua carreira em 2011 como operador de microfone no thriller “Ocupante”. Ele também trabalhou no documentário “Pais” (2019), de Bryce Dallas Howard, na série “Belas Maldições” (Good Omens), da Amazon, e em vários curtas-metragens. O diretor Yuval David, com quem ele estava trabalhando, também acessou o Facebook para expressar suas condolências. “Michael Wolf Snyder foi o super premiado mixer de som que gravou o áudio do set para o último longa-metragem que dirigi. Sua trágica perda é dolorosamente ouvida. Não importa o barulho ou o silêncio, verifique as pessoas, para garantir que ninguém se sinta sozinho. A depressão leva as pessoas ao desespero sombrio. Seja a luz para ajudá-los – mesmo se você achar que eles já têm uma luz, dê-lhes uma luz extra de amor, bondade e esperança. ”

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  • Etc

    John Stamos revela foto de Elizabeth Olsen criança em homenagem a WandaVision

    6 de março de 2021 /

    O ator John Stamos publicou uma homenagem adorável a Elizabeth Olsen pelo episódio final de “WandaVison”, que foi ao ar na sexta-feira (5/3) pela Disney+. Ele tirou de seus arquivos uma imagem dos anos 1990, em que aparece ao lado de Olsen ainda criança, nos bastidores da série “Três É Demais” (Full House). Ela estreou como atriz fazendo figuração num episódio de 1995, ao visitar suas irmãs mais velhas, as gêmeas Mary Kate e Ashley Olsen, que se revezavam no papel da sobrinha de Stamos, Michelle, no programa. “Um dia ela é uma garotinha vagando pelo set e, antes que você perceba, está dominando uma cidade inteira, controlando mentalmente os cidadãos para que exibam suas sitcoms de TV favoritas! Elas crescem tão rápido…”, escreveu Stamos, ao lado da imagem no Instagram. Além de mencionar o final de “WandaVision”, a mensagem também anunciou que sua nova série, “Big Shot”, também vai estrelar no Disney+ e ainda deu previsão: em abril. A série segue um treinador de basquete temperamental que é demitido de seu emprego atual e acaba virando professor de educação física numa escola particular para meninas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Stamos (@johnstamos)

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  • Música

    Eminem reage à tentativa de cancelamento com novo rap: “Não vou parar”

    6 de março de 2021 /

    O nome de Eminem surgiu no topo da lista de tópicos das redes sociais nesta semana, após alguns adolescentes do TikTok tentarem cancelar o rapper de Detroit por causa de letras polêmicas de seu passado. Ele mandou uma resposta na forma de um novo rap, acompanhado por um lyric video animado, em que se dirige a seus opositores juvenis. “Não vou parar nem quando meu cabelo ficar grisalho (sou insensível) / Porque eles não vão parar até que me cancelem”, diz o refrão de “Tone Deaf”. O título significa surdo, mas também é uma gíria para “insensível”. A letra ainda brinca que a culpa das letras mais polêmicas não é dele, mas de seu alter ego, Slim Shady – e enfia, claro, vários palavrões na declaração. Os TikTokers partiram babando para cima do rapper por causa de diversas canções, mas principalmente por sua parceria com Rihanna, “Love the Way You Lie”, de 2010, argumentando que ela glorifica os relacionamentos tóxicos e a violência doméstica. Mas fãs que cresceram ouvindo a música de Eminem vieram em sua defesa. “A cultura do cancelamento agora visa Eminem… boa sorte com isso. Tenho certeza que as pessoas estão tentando cancelá-lo desde que ‘My Name Is’ saiu na MTV. Isso é hilário”, escreveu um fã, referindo-se a um hit de 1999. “A geração Z quer cancelar Eminem? Por letras controversas? Mas vocês não celebram Tekashi 69?”, provocou outro. Apesar da ameaça de cancelamento, um dos hits mais populares de Eminem, “Lose Yourself”, recentemente ultrapassou 1 bilhão de streams no Spotify. A faixa de 2002 foi o primeiro single da trilha sonora de seu filme semi-autobiográfico “8 Mile”, e também conquistou um Oscar de Melhor Canção Original.

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  • Filme

    Um Príncipe em Nova York 2 é considerado medíocre por público e crítica

    6 de março de 2021 /

    A Amazon não adiantou a exibição de “Um Príncipe em Nova York 2” para a imprensa, por isso as críticas do filme só começaram a surgir no fim de semana. E elas não foram muito positivas. O filme recebeu 52% de aprovação no Rotten Tomatoes e no Metacritic, o que equivale a dizer que se trata de uma obra medíocre. E o pior é que o público concordou, dando 51% na avaliação aberta do Rotten Tomatoes e nota 5,5 (de 10) no portal IMDb. Em seu consenso, o Rotten Tomatoes avaliou o filme da seguinte forma: “Décadas depois de seu antecessor fazer piada sobre a linha tênue entre amor e náusea, ‘Um Príncipe em Nova York 2’ lembra ao público que existe uma linha igualmente tênue entre sequência e recauchutagem”. O fato de não ser exatamente uma sequência, mas uma “recauchutagem” foi explorado em muitas críticas. “A maior parte do tempo, ‘Um Príncipe em Nova York 2’ usa piadas familiares, repetindo quase que palavra por palavra partes engraçadas do original, mas que não são se encaixam nesse contexto”. publicou a revista Variety. “A sequência é uma revisitação preguiçosa e fugazmente engraçada com alguns momentos bons, mas ainda muito parecido com a mesma velha história para parecer algo novo”, avaliou o jornal USA Today. “Não parece um filme, mas mais um daqueles especiais de reunião no qual o elenco de uma amada série de TV retorna para interpretar seus personagens novamente, recriando seus tombos e repetindo suas frases de efeito”, apontou o site The Wrap. “‘Um Príncipe em Nova York 2’ tem tantas ligações com seu antecessor que parece ser um easter egg de longa duração tentando ser um filme”, atacou a revista Hollywood Reporter. A continuação da comédia de 1988 estrelada por Eddie Murphy foi lançada na sexta-feira (5/3) na Amazon Prime Video.

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  • Série

    Falcão e o Soldado Invernal são “colegas de trabalho” em novo comercial

    6 de março de 2021 /

    Com o fim de “WandaVision”, a Disney+ (Disney Plus) passou a reforçar sua divulgação da série de “Falcão e o Soldado Invernal”. Um novo comercial da atração, que estreia em duas semanas na plataforma de streaming, apresenta os dois personagens do título como “colegas de trabalho”, em meio a muitas explosões e pancadarias. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também retoma personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear em 19 de março com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.

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  • TV

    Justiça multa Rafinha Bastos por vídeos contra Marcius Melhem: “Má-fé”

    6 de março de 2021 /

    O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) divulgou decisão favorável a Marcius Melhem na ação que o ex-diretor da Globo move contra Rafinha Bastos e ainda multou o humorista por agir “de má-fe”. De acordo com o entendimento da juíza Tonia Yuka Koroku, Bastos agiu “de má-fé” ao não retirar imediatamente vídeos sobre Melhem de seu canal no YouTube, após decisão da Justiça. A liminar determinando a retirada de vídeos publicados no canal do humorista foi expedida em 20 de janeiro, mas ele não cumpriu a ordem, alegando não ter sido “comunicado oficialmente”. “[É] gritante a má-fé do réu ao insistir em ‘comunicação oficial’ ou em desconhecimento da decisão, quando comentou sobre o fato na Jovem Pan dois dias após a publicação da decisão”, diz o texto da decisão. Na Jovem Pan, Rafinha Bastos lamentou a decisão da Justiça, publicada dois dias antes. “Tirei o vídeo do ar, obedeço a Justiça, não tem como desobedecer. Mas acho isso triste. É muito ruim que o direito à liberdade de expressão dependa da subjetividade de apenas uma pessoa, de um juiz”, disse. Entretanto, de acordo com a defesa de Melhem, vídeos “ofensivos” contra o ex-diretor do humor da Globo continuaram no ar. Diante disso, a magistrada aplicou a “pena de litigância de má-fé” de 1% sobre o valor da causa. Rafinha Bastos agora terá de pagar R$ 500 por cada dia em que descumpriu a liminar. O vídeo original da polêmica foi publicado logo após Melhem dar uma entrevista se defendendo da acusação de assédio sexual e moral por funcionárias da TV Globo. Em um dos trechos, o humorista colocava sua voz sobre a imagem do ex-diretor da Globo para debochar o momento em que Melhem dizia que “foi muito doloroso para mim”. “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação. “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. Marcius Melhem também processou Danilo Gentili, Felipe Castanheri e Marcos Veras por comentários que considerou ofensivos nas redes sociais. Gentili teve ganho de causa por ter feito piadas de duplo sentido. Em entrevista nesta semana ao colunista Fefito, Melhem se justificou dizendo: “Eu não processo quem me critica ou quem faz piada. Eu processei quem me ofendeu com grande repercussão. São quatro processos apenas. E muito mais gente falou de mim. Milhões de pessoas foram induzidas a me achar um abusador, um assediador, sem saber que nem processo na Justiça há contra mim. Sem saber que ninguém me acusou publicamente de algum ato criminoso. Sem saber que só houve ida à Justiça porque eu fui primeiro. /a crítica é livre. A ofensa, não. Só processei quem me caluniou. A defesa do humorista ainda entrou com processos contra a revista Piauí e a comediante Dani Calabresa por sugerirem o assédio. Melhem diz que a reportagem da revista é tendenciosa e cheia de erros e que Calabresa mente por vingança por ter um projeto cancelado. Nesta semana, Dani Calabresa falou sobre o tema pela primeira vez, durante participação no programa “Saia Justa”. “Eu acho que os dois momentos mais difíceis da minha vida foram depois do divórcio e nesse episódio horrível de assédio. O que me ajudou a colar os pedaços foi o trabalho, de verdade o trabalho me salvou”, ela desabafou.

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  • Série

    Superman & Lois vira estreia de série mais vista da rede The CW

    6 de março de 2021 /

    “Superman & Lois” bateu outro recorde na rede The CW. Depois de estrear com a maior audiência ao vivo de uma série da DC desde 2019, com 1,7 milhão de espectadores na televisão, a atração somou mais 1,5 milhões em streaming, reprises e gravações digitais, atingindo 3,2 milhões de pessoas em uma semana. O desempenho semanal transformou “Superman & Lois” na estreia de série mais vista na história da rede. A atração também registrou aumento de 105% sobre seu índice demográfico inicial, atingindo uma classificação de 0,76 após uma semana entre o público adulto. Graças a esses números, a rede CW anunciou que vai exibir todos os novos episódios de “Superman & Lois” com cenas extras no aplicativo da rede e no site CWTV.com após sua transmissão na televisão. Isto vai acontecer de graça, sem necessidade de assinatura especial. A duração das cenas adicionais, não exibidas na TV, vai variar de capítulo a capítulo. A série também já foi renovada para sua 2ª temporada. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção, com clima cinematográfico, encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário e uma tragédia na vida de Clark, eles decidem voltar à antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade do herói em segredo dos filhos. Um acidente leva Clark a finalmente revelar ser o Superman para os filhos incrédulos, ao mesmo tempo em que descobre que um deles herdou seus superpoderes. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.

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  • Filme

    Academia Australiana elege Bela Vingança como Melhor Filme do ano

    6 de março de 2021 /

    A Academia Australiana de Cinema e Televisão (AACTA, na sigla em inglês) anunciou os vencedores de seu 10º Prêmio AACTA Internacional, com “Bela Vingança”, estrelado por Carey Mulligan, levando o prêmio de Melhor Filme. O thriller de humor negro ainda rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Mulligan, enquanto o falecido Chadwick Boseman foi eleito Melhor Ator por “A Voz Suprema do Blues”. “Os 7 Chicago” também levou dois prêmios: Melhor Roteiro, vencido por Aaron Sorkin, e Melhor Ator Coadjuvante para Sacha Baron Cohen. Olivia Colman ficou com o AACTA de Melhor Atriz Coadjuvante por “Meu Pai” Já o prêmio de Melhor Direção ficou com Chloé Zhao, primeira mulher a receber este troféu da AACTA, por “Nomadland”. Entre os resultados da TV, “O Gâmbito da Rainha” foi o mais premiado, conquistando o troféu de Melhor Série Dramática e Melhor Atriz para Anya Taylor-Joy. Veja abaixo a lista completa dos premiados. Prêmio AACTA International de Melhor Filme “Bela Vingança” Prêmio AACTA Internacional de Melhor Direção Chloé Zhao – “Nomadland” Prêmio Internacional ACTA de Melhor Roteiro Aaron Sorkin – “Os 7 Chicago” Prêmio AACTA International de Melhor Ator Chadwick Boseman – “A Voz Suprema do Blues” Prêmio AACTA International de Melhor Atriz Carey Mulligan – “Doce Vingança” Prêmio AACTA International de Melhor Ator Coadjuvante Sacha Baron Cohen – “Os 7 Chicago” Prêmio AACTA International de Melhor Atriz Coadjuvante Olivia Colman – “Meu Pai” Prêmio Internacional AACTA de Melhor Série Dramática “O Gâmbito da Rainha” Prêmio AACTA International de Melhor Série de Comédia “Schitt’s Creek” Prêmio AACTA International de Melhor Ator em Série Aaron Pedersen – “Mystery Road” Prêmio AACTA International de Melhor Atriz em Série Anya Taylor-Joy – “O Gâmbito da Rainha”

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  • Etc

    Nicolas Cage se casa pela quinta vez com dançarina 30 anos mais nova

    6 de março de 2021 /

    Nicolas Cage se casou pela quinta vez! Sua nova esposa é a dançarina japonesa Riko Shibata, de 26 anos. Ou seja, 30 mais nova que o ator. O casamento foi realizado no dia 16 de fevereiro em Las Vegas, onde Cage mora, mas só agora foi confirmada, após a divulgação de fotos pelo Wynn Hotel, onde a cerimônia aconteceu. “É verdade e nós estamos muito felizes”, disse o ator numa curta declaração para a imprensa, após o vazamento das imagens. O casal estava noivo desde agosto do ano passado. Este romance se deu de forma inusitada. Nicolas fez o pedido por FaceTime, porque Riko estava no Japão e o anel de noivado foi enviado pelo correio. Outro detalhe curioso: ambos se casaram de preto, e o vestido da noiva foi um kimono nupcial feito à mão em Kyoto. A cerimônia íntima foi acompanhada por poucos familiares e amigos, incluindo um a ex-esposa de Cage, Alice Kim, e o filho deles, Kal-El, que tem 15 anos. A última esposa do ator foi Erika Koike, em um casamento que durou apenas quatro dias. Nicolas Cage pediu a anulação da união por fraude — ela teria escondido informações sobre seu histórico criminal e seu relacionamento com outra pessoa. O ator também foi casado com a atriz Patricia Arquette, Lisa Marie Presley (filha de Elvis Presley) e Alice Kim, além de ter um filho com Christina Fulton – Weston, cantor das bandas de black metal Eyes of Noctum e Arsh Anubis. Veja mais imagens do casamento abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Show News Today (@shownewstoday)

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  • Série

    Jennifer Tilly voltará a viver Tiffany na série de Chucky

    6 de março de 2021 /

    A atriz Jennifer Tilly foi confirmada no elenco na primeira série de Chucky, monstrinho da franquia de terror “Brinquedo Assassino”. Ela vai retomar seu papel como Tiffany, também conhecida pelo título de seu primeiro filme na franquia, “A Noiva de Chucky” (1998). Tilly comentou a escalação em seu Instagram. “Eu fiz o primeiro filme de Chucky em 1998. É incrível que quatro filmes e mais de 20 anos depois eu ainda estou interpretando ‘Tiffany’. Muito grata aos fãs. Os fãs de Chucky são os melhores do mundo!”. Produzida em parceria pelos canais SyFy e USA Network, a série também contará com os atores Devon Sawa (“Premonição”), Zackary Arthur (“Transparent”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”) e Björgvin Arnason (“PEN15”). Em desenvolvimento há quatro anos, “Chucky” (título da série) foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar o boneco serial killer, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. A série é uma continuação dos filmes e vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo de contraponto ao remake exibido em 2019 nos cinemas, que foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. “Chucky” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Tilly (@jennifertilly)

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  • Filme

    Chloé Zhao, primeira diretora chinesa a vencer o Globo de Ouro, é censurada na China

    6 de março de 2021 /

    A diretora Chloé Zhao foi de aclamada a censurada na China num espaço de poucos dias, após se tornar a primeira chinesa a vencer o Globo de Ouro de Melhor Direção. Celebrada nas redes sociais chinesas na segunda-feira (1/3) pela façanha, como uma inspiração por se tornar a primeira mulher asiática a ganhar o prêmio, ela recebeu até homenagem da mídia estatal oficial, como um motivo de orgulho para a China, e teve o lançamento de seu filme, “Nomadland”, aprovado para exibição nos cinemas locais em 23 de abril. Entretanto, a consagração levou muitos a questionarem se ela era realmente chinesa e por qual motivo ela morava nos EUA. Blogueiros logo encontraram uma entrevista da cineasta, que nasceu em Pequim, à Filmmaker Magazine em 2013, onde ela descreveu sua criação na China como “um lugar onde há mentiras por toda parte”. A revista já tinha deletado essa entrevista de seu site em meados de fevereiro, dias antes do anúncio da data de lançamento de “Nomadland” na China, sem maiores explicações. Mas os equivalentes a bolsominions chineses encontraram os rastros da declaração e não perdoaram a diretora, protestando contra ela. Na sexta-feira (5/3) já não era mais possível encontrar menções à Chloé Zhao e “Nomadland” na internet chinesa. A reação nacionalista levou a um apagamento da diretora e de seu filme nas redes sociais. Uma pesquisa no Weibo (o Twitter chinês) pela hashtag “#Nomadland” traz como resultado a indicação de que o tópico viola as “leis, regulamentos e políticas” da China. Além disso, os pôsteres promocionais do filme desapareceram do Douban (um Facebook cultural), assim como a data de lançamento. Uma conta do Wechat (espécie de Whatsapp/Messenger) muito vista postou uma captura de tela com duas mensagens de censores sobre conteúdo do filme, em que se lê que “após exame pela plataforma”, os posts tinham transgredido as “regras de desenvolvimento e gerenciamento para serviços de informação pública nas plataformas de mensagens” e, portanto, foram excluídas. Os artigos censurados tinham os seguintes títulos: “Esta pessoa da indústria cinematográfica provavelmente conhece Chloe Zhao melhor do que qualquer outra pessoa no mundo” e “’Nomadland’ será lançado em 23 de abril na China; Chloe Zhao se torna a primeira asiática a ganhar o Globo de Ouro de Melhor Direção.” Para completar, os principais sites de venda de ingressos online da China, Maoyan e Tao Piaopiao, removeram a data de lançamento do filme de suas listas. Além de dirigir “Nomadland”, Zhao é a diretora do próximo filme de super-heróis da Marvel, “Eternos”, que conta com o mercado da China para cobrir seu elevado orçamento de produção. Com um elenco de alto nível, incluindo Angelina Jolie e Salma Hayek, o lançamento está marcado para novembro. Um comentário ainda não censurado no site de resenhas Douban resume a situação: “No futuro, Hollywood não irá mais deixar que chineses façam seus filmes, nem mesmo tocará tópicos chineses, porque ninguém é capaz de adivinhar onde estão os campos minados”. Outro lamentou a postura dos nacionalistas radicais. “Eles questionam seu local de nascimento, sua família, sua nacionalidade e as coisas que ela disse. A única coisa que eles não discutem é seu filme”. E um usuário mais corajoso postou uma imagem em preto e branco de Zhao com uma barra de censura nos olhos, junto com o comentário: “Na China, eles não a consideram chinesa, e nos EUA eles não a consideram americana. Ela está realmente na ‘Nomadland’.”

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