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TV

Isabelle Drummond volta a viver Emília após 19 anos no Criança Esperança

Atriz retomará personagem do “Sítio do Picapau Amarelo” em especial exibido no Dia das Crianças, com Lázaro Ramos e Evelyn Castro

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Caso Serginho racha casa e provoca crises de Ana e Mayk em A Fazenda 18

Ana confronta ator e desaba com medo de ser desacreditada, enquanto cobrança de Mônica sobre racismo termina com Mayk aos prantos

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29 de setembro de 2026
TV

Luciano Huck é acusado de fazer propaganda eleitoral no Domingão

Apresentador chamou ferramenta de “apartidária”, mas usuários relatam receber principalmente candidatos de direita mesmo ao responder como eleitores de esquerda

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29 de setembro de 2026
Reality

Serginho reage a acusações e enfrenta cerco em A Fazenda 18

Ator nega racismo e assédio, enfrenta ameaças de Renê e Thaíde e vira alvo de plano para “infernizar” sua vida

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29 de setembro de 2026
Reality

Ilhados com a Sogra reúne Viih Tube, Arthur Aguiar e MC Carol na Netflix

4ª temporada já foi gravada com seis celebridades, incluindo ainda Pepita, Luana Zucoloto e Gabô Pantaleão

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29 de setembro de 2026
  • Filme

    Minari vira blockbuster e bate Raya e o Último Dragão na Coreia do Sul

    8 de março de 2021 /

    O filme indie americano “Minari – Em Busca da Felicidade” foi lançado na Coreia do Sul no último fim de semana e surpreendeu ao se tornar blockbuster no país, com desempenho 80% superior ao de outro lançamento americano do período, a animação “Raya e o Último Dragão”, da Disney. “Minari” estreou em 1º lugar nas bilheterias sul-coreanas, com arrecadação de US$ 1,68 milhão entre sexta e domingo (7/3), de acordo com dados do serviço KOBIS do Korean Film Council. O valor equivela a uma participação de quase 38% no total de ingressos vendidos no país nos últimos três dias. Capitalizando o interesse da imprensa local, especialmente pela atuação da veterana atriz sul-coreana Youn Yuh-jung (“Sense8”), a vovó da trama, a distribuidora local Pancinema colocou o filme dirigido por Lee Isaac Chung em 1.162 telas. E a expectativa é que o sucesso seja ampliado pela temporada de premiações nos Estados Unidos nas próximas duas semanas. Vencedor do Festival de Sundance em janeiro de 2020, “Minari” venceu o Globo de Ouro e o Critics Choice como Melhor Filme em Língua Estrangeira, tendo sido enquadrado nesta categoria por se dividir entre diálogos em inglês e coreanos. O filme acompanha uma família sul-coreana que luta para se estabelecer no interior rural dos EUA. O elenco também destaca Steven Yeun (o Glenn de “The Walking Dead”), Yeri Han (“Secret Zoo”) e o menino Alan Kim, que venceu o Critics Choice de Melhor Ator Jovem. A Coreia é o terceiro território internacional a lançar “Minari”. Na Austrália e na Nova Zelândia, o longa teve um lançamento limitado, acumulando quase US$ 1 milhão nos dois países, mas deverá chegar em mais telas após as esperadas indicações ao Oscar em 14 de março.

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  • Etc

    Filha de Paul Walker estreia como modelo internacional na Paris Fashion Week

    8 de março de 2021 /

    Meadow Walker, a filha do ator Paul Walker, astro de “Velozes e Furiosos” que morreu em 2013, fez a sua estreia como modelo internacional no domingo (7/3), abrindo um desfile da Givenchy na Paris Fashion Week. Atualmente com 22 anos, a jovem fez sucesso ao desfilar estilosa de cabelos curtos num look todo preto. A participação aconteceu sem público, devido à pandemia, divulgada por vídeo. Meadow publicou um trecho em seu Instagram, agradecendo a Matthew M. Williams, novo diretor criativo da grife Givenchy, pela oportunidade. “Obrigada, Matt, pelo completo apoio e a determinação de me levar até Paris de Nova York. Parabéns por seu primeiro desfile na Givenchy!”. A jovem fez companhia a modelos consagradas no desfile, como Bella Hadid e Jourdan Dunn. Celebridades de outras áreas, como socialite Kim Kardashian, a atriz Anne Hathaway e a tenista Venus Williams, também apareceram na apresentação. Vale lembrar que a mãe de Meadow tem experiência na área. Ela é filha da modelo Rebecca Sotero, que a criou no Havaí. Paul Walker, que tinha 40 anos quando morreu em acidente de carro, também era bastante presente em sua vida. E até hoje ela costuma postar bastante nas redes sociais sobre o pai. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Meadow Walker (@meadowwalker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Meadow Walker (@meadowwalker)

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  • TV

    Dani Calabresa processa Marcius Melhem por divulgar mensagens privadas

    8 de março de 2021 /

    Conforme já tinha anunciado, a defesa da comediante Dani Calabresa entrou com ação na Justiça contra o ex-diretor do núcleo de humor da Globo Marcius Melhem por “divulgação de segredo” e “perturbação da tranquilidade”, devido à exposição na mídia de mensagens trocadas pelos dois no WhatsApp. A ação, que foi protocolada em São Paulo, corre em segredo de justiça. Os dois comediantes vêm travando diversas batalhas judiciais desde que a advogada Mayra Cotta, que representa atrizes da Globo, denunciou Melhem por assédio moral e sexual, numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo em outubro passado. Dois meses depois, a revista Piauí publicou uma reportagem que descreveu fatos graves cometidos por Melhem, apresentando Calebresa como vítima de forte assédio. Após a publicação, a defesa de Melhem enviou uma notificação extrajudicial para Calabresa, assinada pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Ana Carolina Pivoesana, como medida preparatória para fundamentar um futuro processo. O documento legal reproduziu mensagens de voz enviadas pela atriz, que, segundo Melhem, comprovariam a intimidade que ele tinha com a atriz. A Folha de S. Paulo publicou o conteúdo do documento, acompanhado por uma entrevista com Melhem. Só então foi dada entrada no Ministério Público Federal (MPF) de um pedido de investigação contra o ex-diretor da Globo, e foi tomada a decisão de deflagrar um processo criminal pelo fato dele ter divulgado áudios de Calabresa, com um pedido de indenização por danos morais à atriz. Melhem também entrou com uma ação de indenização por danos morais e materiais contra Calabresa por sugerir que ele a tinha assediado.

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  • Etc

    Príncipe Harry e Meghan Markle falam de racismo na família real e pensamentos suicidas em entrevista polêmica

    8 de março de 2021 /

    A entrevista bomba do Príncipe Harry e Meghan Markle, duque e duquesa de Sussex, com a apresentadora-empresária Oprah Winfrey foi ao ar na noite do domingo (7/3) nos EUA, pela rede CBS. E, como o comercial já prenunciava, foi cheia de grandes revelações. Markle chegou a admitir que considerou o suicídio, como resultado da intrusão dos tabloides britânicos e da falta de apoio da Família Real, e que a “firma” (como ela chama a Família Real) tinha “preocupações e conversas” sobre a cor da pele de seu filho Archie “quando ele nascesse”. Winfrey abriu a entrevista revelando ao público que não havia acordo prévio para deixar nenhum assunto de fora e que os duques não estavam sendo pagos pela entrevista. Depois disso, Meghan Markle conversou sozinha por uma hora com a apresentadora. Entre outras coisas, ela revelou pela primeira vez que eles se casaram de verdade três dias antes da cerimônia midiática que parou Londres, que terão uma menina neste verão e que vão manter a família apenas com os dois filhos. Ao comentar seu “casamento de princesa”, Markle disse que se casou “ingenuamente” e que não sabia muito sobre a família real. “Não pesquisei meu marido online”, disse ela, acrescentando que também não “entendia perfeitamente qual era o trabalho”. Não houve uma grande “formalidade” quando ela conheceu a Rainha, mas seu futuro marido lhe perguntou se sabia fazer reverência e foi nesse momento que “a ficha caiu”. “Fiz uma reverência muito profunda”, disse ela. A atriz da série “Suits” acrescentou que, por ter crescido em Los Angeles, estava acostumada a ver celebridades o tempo todo. Mas “não era a mesma coisa”, comparou, em relação à família real. “Tudo mudou” após o casamento, quando a imprensa britânica começou a alimentar uma narrativa prejudicial à imagem da americana, dizendo que ela fez a cunhada, Kate Middleton, chorar – o que Markle garante que nunca aconteceu. A questão de atrito foram os vestidos das damas de honra, e Markle disse que foi ela quem realmente chorou. Por que a “instituição” real não esclareceu aquela narrativa? “É uma boa pergunta”, disse ela, acrescentando que Middleton é uma “boa pessoa”. Mas os tabloides decidiram alimentar comparações e atritos entre as duas, apontando que a preferência de Markle por abacates no café da manhã era prejudicial ao meio ambiente, enquanto a torrada de Middleton seria perfeita. Num momento mais sério, ela revelou que foi “silenciada” pela família real. “Todos em meu mundo receberam instruções muito claras de não fazer comentários”, disse ela. “Mesmo quando as coisas começaram a aparecer na mídia… Eu dizia ‘Não se preocupe, estou sendo protegida’. Eu acreditava nisso e foi muito difícil conciliar, porque foi só quando nos casamos e as coisas começaram a piorar que percebi que não estava sendo protegida. Eles estavam dispostos a mentir para proteger outros membros da família, mas não estavam preparados para dizer a verdade para me proteger”, apontou, numa referência velada ao escândalo sexual envolvendo o príncipe Andrew, terceiro filho da rainha Elizabeth II. Nesta altura, Markle fez questão de distinguir a família real da “firma” – uma referência comum no Reino Unido. “É um negócio familiar. Tem a família e depois as pessoas que dirigem a instituição. A Rainha sempre foi maravilhosa comigo”, destacou. Ela falou sobre as dificuldades em torno do título e da proteção de seu filho, Archie. Markle afirmou que foi muito difícil descobrir que ele não teria segurança alguma e disse que nunca obtive uma resposta sobre por que a família real mudou as regras do título de Archie, um movimento polêmico com o primeiro membro da família real de cor. “Havia muito medo em torno disso”. Inclusive, segundo ela, “preocupações e conversas sobre como seria a pele de Archie quando ele nascesse”. “Eu sei o quanto a representação é importante”, ela continuou. Mais tarde, Harry confirmou a história, mas disse que não comentaria. “Essa conversa, eu nunca vou compartilhar. Foi estranho e fiquei um pouco chocado. ” Winfrey também definiu algumas das revelações como “chocantes” e Markle brincou que ela não planejava dizer nada chocante. Mas disse. Em outro momento polêmico da entrevista, a atriz revelou que, quando percebeu que “não queria mais estar viva”, durante a intrusão desagradável da imprensa, buscou apoio de alguém do alto escalão na “instituição”, mas foi rejeitada. “Não dava para simplesmente ligar para um Uber no Palácio” e fazer o check-in em um hospital, revelando que ela nem mesmo tinha acesso ao seu próprio passaporte. Markle admitiu que seus pensamentos de suicídio eram “muito reais” e a deixaram assustada, por perceber “que não podia ficar sozinha”. “É preciso muita coragem para admitir que você precisa de ajuda…”, explicou. Foi neste ponto que ela disparou a frase destacada no comercial da entrevista. “Não vou viver minha vida com medo. Não sei como eles poderiam esperar que, depois de todo esse tempo, ainda ficaríamos em silêncio, enquanto a firma desempenha um papel ativo na perpetuação de falsidades sobre nós.” Markle ainda compartilhou que teve um aborto espontâneo durante a pior fase da relação com a imprensa e a firma, e que também “perdeu” o pai, que foi excomungado da família após uma série de entrevistas. O Príncipe Harry só se juntou à conversa depois de uma hora, quando abordou o “Megxit”, a decisão de sair da família real. Eles disseram que isso aconteceu porque pediram ajuda, mas não a conseguiram. Ao contrário, só tiveram mais problemas. E planejavam apenas se afastar de cargos de liderança e funções oficiais, como muitos parentes já faziam na família. “Não estávamos reinventando a roda”, disse Harry. Ele acrescentou que queria tomar fôlego diante a “barragem constante” e acabaram indo embora de vez por falta de apoio e compreensão. Questionado se surpreendeu a Rainha com sua decisão, Harry disse: “Eu nunca surpreendi minha avó”. E acrescentou que se tivesse que “arriscar um palpite” sobre de onde esses rumores vinham, diria que “poderiam vir de dentro da instituição”. Foram, ao todo, três conversas com a rainha Elizabeth II antes da declaração e duas com seu pai, o príncipe Charles, por isso “não foi uma surpresa para ninguém”. Entretanto, ele admitiu que, depois disso, Charles parou de atender suas ligações. Harry revela que houve muitas oportunidades para sua família mostrar apoio a Meghan, mas nunca fizeram. “Estou perfeitamente ciente de como eles tem medo de que os tabloides se voltem contra a família real”, apontou, chamando essa relação de “contrato invisível”. “É o caso de se você, como um membro da família, estiver disposto a beber vinho, jantar e dar acesso total aos repórteres, você obterá uma cobertura melhor”, disse ele. “Existe um nível de controle pelo medo há gerações.” Ele acrescentou que a instituição sobrevive de seu relacionamento com a imprensa, e Markle destacou como exemplo as festas de fim de ano para a mídia que acontecem no Palácio Real. Porém, no seu caso, ela acusou a cobertura da imprensa de ter implicações raciais, e isso mudou os níveis de ameaça, incluindo o aumento das ameaças de morte. A dupla falou brevemente sobre seus negócios com a Netflix e o Spotify por meio de sua empresa Archewell. Harry disse que “os Netflixes e Spotifys nunca fizeram parte do plano”, mas eles foram forçados a encontrar maneiras de ganhar dinheiro depois que foram cortados financeiramente da família no primeiro trimestre de 2020, embora tenha admitido que tinha dinheiro que sua mãe (a falecida Princesa Diana) lhe deixou. “Certamente não estamos reclamando, nossa vida está ótima agora, temos uma linda casa, tenho uma linda família. Os cães estão muito felizes. Mas logo no começo, durante o avanço da covid-19, um amigo questionou ‘e quanto aos streamings?’ e não tínhamos pensado nisso. Havia todos os tipos de opções diferentes e, da minha perspectiva, eu só precisava de dinheiro suficiente para pagar pela segurança e manter minha família segura.” “A vida é contar histórias”, acrescentou Markle. “Para nós, sermos capazes de contar histórias através de lentes verídicas e esperançosamente edificantes será ótimo, sabendo que poucas pessoas podem ser capazes de dar voz a muitas pessoas que estão sub-representadas e não são realmente ouvidas. ” Harry acrescentou que seu relacionamento com sua avó continuava bom. Eles fazem Zoom com a Rainha Elizabeth e Archie, porém admite que “há muito o que trabalhar” em seu relacionamento com seu pai. Também disse que ama seu irmão, o príncipe William, mas eles estão “em caminhos diferentes” e o relacionamento precisa de espaço. “O tempo cura todas as coisas.” Finalmente, declarou que “não se arrepende” de ter se afastado da família real. “Estou muito orgulhoso de minha esposa”, afirmou. “Sem dúvida, ela me salvou”. Já Markle disse que tinha um arrependimento. “Meu arrependimento foi acreditar neles quando disseram que eu estaria protegida. Agora, porque estamos realmente do outro lado [do oceano], não apenas sobrevivemos, mas estamos prosperando. Milagres. Imagino que todas as coisas que esperava tenham acontecido e, de certa forma, isso é apenas o começo. Pareceu uma vida inteira. Sim [tem um final feliz]. Maior do que qualquer conto de fadas que você já leu.” Não foi a primeira vez que ela fez citação a contos de fadas. Durante a conversa, Markle se viu com uma repetição de “A Pequena Sereia”, percebendo que ela era Ariel, que se apaixonava por um príncipe e perdia a voz, antes de finalmente encontrá-la no final. Winfrey encerrou a entrevista de duas horas revelando que havia “muito mais” para compartilhar e que aparecerá na CBS News na segunda-feira de manhã (8/3) para discutir isso e a reação à conversa com o casal.

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  • Filme

    Critics Choice 2021 consolida trajetória premiada de Nomadland

    8 de março de 2021 /

    “Nomadland” somou mais uma vitória em seu currículo rumo ao Oscar 2021. Vencedor dos festivais de Veneza, de Toronto, do Globo de Ouro e, na noite de domingo (7/3), do Critics Choice Awards 2021, a obra de Chloé Zhao é o filme a ser batido na temporada de premiações. Suas conquistas como Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Fotografia no evento da crítica americana, porém, foram saudadas com discursos agridoces, dedicados ao mixador de som Michael Wolf Snyder, que se suicidou na semana passada, aos 35 anos. Além de confirmar o favoritismo de “Nomadland”, o Critics Choice valorizou “Bela Vingança”, uma boa surpresa entre os prêmios principais, com os troféus de Melhor Atriz para Carey Mulligan e Melhor Roteiro Original para a cineasta Emerald Fennell. Também reforçou a condição de imbatíveis do falecido Chadwick Boseman, Melhor Ator por “A Voz Suprema do Blues”, e Daniel Kaluuya, Melhor Ator Coadjvuante por “Judas e o Messias Negro”. Já a escolha de Melhor Atriz Coadjuvante ficou com Maria Bakalova, de “Borat: Fita de Cinema Seguinte”. Nas categorias televisivas, “O Gambito da Rainha” liderou entre as minisséries, “The Crown” sobrou entre as séries de drama, mas a categoria de comédia subverteu as expectativas criadas por “Schitt’s Creek”, que, apesar de levar dois troféus de atuação, ficou atrás dos três de “Ted Lasso”, inclusive o de Melhor Série de Comédia. Entre os produtores, a Netflix liderou em número de prêmios, com 14 vitórias no total, seguida à muita distância por Amazon Studios e Searchlight Pictures, ambos com quatro troféus. Graças a “Ted Lasso”, a Apple TV+ ficou à frente até da HBO, com três troféus contra dois do canal pago (por “Lovecraft Country” e “The Undoing”). Ao final, o Critics Choice 2021 teve convergências e divergências com o controvertido Globo de Ouro, mas para deixar bem claras as diferenças entre os dois eventos, a certa altura o apresentador Taye Diggs tratou de lembrar que o Critics Choice é o prêmio de maior representatividade da crítica, contando com cerca de 400 eleitores de todas as etnias. A frase foi um tapa de luva de pelica no prêmio rival, escolhido por cerca de 80 eleitores, nenhum deles negro. Veja abaixo a lista completa dos vencedores. CINEMA Melhor Filme “Nomadland” Melhor Ator Chadwick Boseman – “A Voz Suprema do Blues” Melhor Atriz Carey Mulligan – “Bela Vingança” Melhor Ator Coadjuvante Daniel Kaluuya – “Judas e o Messias Negro” Melhor Atriz Coadjuvante Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Melhor Jovem Ator/Atriz Alan Kim – “Minari – Em Busca da Felicidade” Melhor Elenco “Os 7 de Chicago” Melhor Diretor Chloé Zhao – “Nomadland” Melhor Roteiro Original Emerald Fennell – “Bela Vingança” Melhor Roteiro Adaptado Chloé Zhao – “Nomadland” Melhor Fotografia Joshua James Richards – “Nomadland” Melhor Design de Produção Donald Graham Burt, Jan Pascale – “Mank” Melhor Edição Alan Baumgarten – “Os 7 de Chicago” Mikkel E. G. Nielsen – “O Som do Silêncio” Melhor Figurino Ann Roth – “A Voz Suprema do Blues” Melhor Cabelo e Maquiagem “A Voz Suprema do Blues” Melhores Efeitos Visuais “Tenet” Melhor Trilha Sonora Trent Reznor & Atticus Ross – “Soul” Melhor Canção Original Speak Now – “Uma Noite em Miami” Melhor Filme de Comédia “Palm Springs” (Hulu e NEON) Melhor Filme em Língua Estrangeira “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Televisão Melhor Série – Drama “The Crown” Melhor Série – Comédia “Ted Lasso” Melhor Ator em Série – Drama Josh O’Connor (“The Crown”) Melhor Atriz em Série – Drama Emma Corrin (“The Crown”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Gillian Anderson (“The Crown”) Melhor Ator em Série – Comédia Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Melhor Atriz em Série – Comédia Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia Daniel Levy (“Schitt’s Creek”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Melhor Minissérie “O Gambito da Rainha” Melhor Telefilme “Hamilton” Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme John Boyega (“Small Axe”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Donald Sutherland (“The Undoing”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba (“Mrs. America”) Melhor Talk Show “Late Night with Seth Meyers” Melhor Especial de Comédia “Jerry Seinfeld: 23 Hours to Kill” “Michelle Buteau: Welcome to Buteaupia” Melhor Série de Curta Duração “Better Call Saul: Ethics Training with Kim Wexler”

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  • Etc,  TV

    Kleber Lopes (1982 – 2021)

    7 de março de 2021 /

    O humorista Kleber Lopes, conhecido por interpretar o personagem Ricky Marcos no programa “A Praça É Nossa”, morreu neste domingo (7/3), aos 39 anos, em decorrência de complicações da covid-19. Segundo amigos e familiares, após ser diagnosticado com o coronavírus, o ator passou alguns dias isolado, mas o quadro piorou e ele foi internado no sábado, no Hospital Municipal de Urgência, em Guarulhos. Já estava com 80% dos pulmões comprometidos e não resistiu. Como as gravações de “A Praça É Nossa” estão paradas por causa da pandemia, ele vinha se dedicando a um programa no rádio e na internet chamado “Humor Sem Tamanho”, com Priscila Menucci, e também fazia planos de levar o personagem Ricky Marcos para o teatro, desenvolvendo ideias para um roteiro. Ele começou a carreira televisiva integrando o corpo de balé do SBT no início dos anos 2000, atuando em diversas atrações da casa durante musicais e eventos especiais. Em seguida, ingressou em “A Praça é Nossa”, no momento em que o programa deixou de ter uma abertura gráfica para iniciar com um número de dança. Ao longo dos anos, Kleber passa a fazer figuração e elenco de apoio nas esquetes, destacando-se pela irreverência e o talento. Um de seus personagens coadjuvantes mais conhecidos foi Gigi, o assistente da personagem Nova Rica vivida por Andreia de Nóbrega na atração comandada por Carlos Alberto de Nóbrega. Mas foi com Ricky Marcos que ele conseguiu se destacar, dando vida a um divertido cantor inspirado no astro Ricky Martin. Nas redes sociais, a rede SBT, que exibe “A Praça É Nossa”, e diversos colegas de trabalho lamentaram a partida precoce do humorista.

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  • Etc

    Variety diz que Anya Taylor-Joy não é branca e cria polêmica racial

    7 de março de 2021 /

    Um artigo da revista Variety desta semana, sobre a premiação de Anya Taylor-Joy no Globo de Ouro, despertou polêmica e chamou atenção para as classificações raciais dos EUA. O texto apresentava a atriz, que muitos acreditam ser loira, como “não branca”. A redatora Danielle Turchiano descreveu Anya Taylor-Joy como “a primeira mulher de cor” a vencer o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme desde Queen Latifah, por “Juntos Pela Vida”, em 2008. Queen Latifah, claro, é uma atriz negra. Já a atriz da minissérie “O Gâmbito da Rainha” e de filmes como “A Bruxa”, “Fragmentado” e “Os Novos Mutantes” não pode ter um tom de pele mais claro. Entretanto, para o padrão racial americano, ela não é branca. Por ter parentes latinos, a estrela de 24 anos é classificada como POC, abreviatura de “pessoas de cor”. Nos EUA, não basta a cor de pele, é preciso ser anglo-saxão ou europeu para ser considerado branco. Por conta disso, até astros europeus como Antonio Banderas e Penélope Cruz costumam ser declarados “não brancos” pela imprensa americana, devido à confusão causada por essa classificação, mais étnica que racial. Ou, como alguns preferem, mais preconceituosa que clara (sinônimo de branca). O conceito de “pessoa de cor” é exclusivo dos Estados Unidos e não tem as mesmas conotações que a expressão possui em outras partes do mundo. Ele tem origem racista mesmo. Passou a ser usado na época da Guerra Civil americana, no século 18, para designar todos os que não fossem brancos americanos “legítimos”. Ser de cor era uma ofensa. Mas a denominação acabou assumida no final do século 20 por afro-americanos e membros de outras minorias como forma de afirmação e união. Um dos momentos mais marcantes da apropriação se deu no famoso discurso de Martin Luther King Jr. “Eu Tenho um Sonho” (I Have a Dream) em Washington em 1963, quando ele se referiu aos “cidadãos de cor”. O POC deu origem, inclusive, a outra denominação mais ampla: BIPOC (negros, nativos e pessoas de cor, em inglês). A estrela de “O Gâmbito da Rainha” foi considerada “de cor” por ser filha de pai argentino. Só que é um argentino de raí­zes escocesas. A mãe, por sua vez, é africana, nascida na Zâmbia, mas de família colonizadores europeus: ingleses e espanhóis. Anya Taylor-Joy, portanto, é de uma família de descendentes europeus. Mas, por causa da certidão de nascimento do pai, foi considerada “não branca” pela Variety. A atriz, na verdade, tem orgulho de seu sangue latino. Apesar de ter nascido em Miami, nos Estados Unidos, desde muito jovem mudou-se com os pais para a Argentina, onde viveu até os seis anos. Ela fala espanhol fluentemente – com sotaque argentino. “Venho de muitos lugares, mas minha qualidade e minha atitude perante a vida vêm da Argentina. Eu realmente aprecio essa parte da minha história. Sinto-me muito orgulhosa de vir da Argentina”, disse Taylor-Joy em uma entrevista em outubro passado. Esse orgulho confunde os americanos, porque a ideia generalizada nos EUA é que todos os latinos são pardos. A controvérsia acabou levando a Variety a corrigir seu texto, definindo a estrela como “a primeira latina” a vencer aquele prêmio, ao mesmo tempo em que suprimiu a comparação com Queen Latifah. Para completar, ainda acrescentou uma errata desinformativa no rodapé, que afirma: “Uma versão anterior identificou Anya Taylor-Joy como uma pessoa de cor. Ela disse que se identifica como uma latina branca”. De onde se conclui que latinos brancos são uma anomalia, uma falha na Matrix, possivelmente.

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  • Etc,  Série

    Frank Lupo (1954 – 2021)

    7 de março de 2021 /

    O produtor-roteirista Frank Lupo, que criou várias séries populares de ação dos anos 1980, como “Esquadrão Classe A”, “O Homem da Máfia” e “Tiro Certo”, morreu em 18 de fevereiro, em sua casa na Flórida, aos 66 anos. O falecimento foi revelado neste domingo (7/3) por sua irmã. Nascido em Nova York, Lupo veio para Los Angeles em meados da década de 1970 e aos 20 anos foi contratado pela Universal Television, onde conheceu seu grande parceiro, Stephen J. Cannell (1941–2010). Depois de escrever episódios de séries de Glen A. Larson, como “Battlestar Galactica”, “As Aventuras de B.J.”, “Magnum” e “Xerife Lobo”, ele se juntou a Cannell (criador de “Arquivo Confidencial”) em 1981, na equipe de roteiristas de uma nova série do produtor, “Super-Herói Americano” (The Greatest American Hero). Os dois se deram bem criativamente e em 1983 criaram a primeira atração conjunta, “Esquadrão Classe A” (The A Team). A série sobre um grupo de militares renegados, estrelada por George Peppard, virou um fenômeno popular, durou cinco temporadas e transformou o ex-leão de chácara Mr. T numa celebridade. Um ano mais tarde, Lupo lançou mais duas séries de ação com Cannell: “Tempo Quente” (Riptide), sobre uma agência de detetives formada por três ex-veteranos do Vietnã (Perry King, Joe Penny e Thom Bray), e “Tiro Certo” (Hunter), sobre um policial valentão (Fred Dyer) que, ao lado de sua parceira rebelde (Stepfanie Kramer), não se importava em passar por cima da lei para fazer “justiça”. A primeira durou três temporadas, até 1986, e segunda sete, até 1991. A última parceria entre Lupo e Cannell foi “O Homem da Máfia” (Wiseguy), em que Ken Wahl vivia Vinny Terranova, um agente disfarçado da polícia que se infiltrava em organizações mafiosas. A produção não durou tanto, mas se tornou a mais cultuada da dupla, com quatro temporadas, entre 1987 e 1990, além de render um telefilme em 1996. Nem todas as séries de Lupo deixaram marcas. A comédia “Deloucacia de Polícia” (The Last Precinct), com Adam West (o Batman), durou só oito episódios em 1986 e foi o maior fracasso de sua parceria com Cannell. Apesar da boa premissa, o terror “O Lobisomem Ataca de Novo” durou só uma temporada e a falta de um desfecho fez com que fosse esquecida. Sua última série original, “Raven”, também só teve uma temporada em 1992, mas pelo menos ganhou um final, na forma de um telefilme em 1997. Nos últimos anos, Lupo ainda reviveu “Tiro Certo” em dois telefilmes de 2002 e 2003, escritos em parceria com Cannell. E a boa audiência convenceu a rede NBC a produzir um revival em 2003, com o mesmo elenco da série original. Entretanto, muitos fãs só descobriram a produção quando ela foi cancelada, sem exibir todos os episódios gravados. O protagonista Fred Dryer mais tarde citou “dificuldades criativas” e restrições orçamentárias como as razões para o fim inesperado da segunda encarnação da série. Lupo também atuou como produtor-roteirista da 1ª temporada de “Chuck Norris: O Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger) e escreveu episódios de “Contrato de Risco” (Stingray), criada por Cannell. Seu último roteiro foi ao ar na série “Painkiller Jane”, adaptação de quadrinhos exibida no canal pago SyFy em 2007.

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    Critics Choice: Crítica americana tem chance de corrigir Globo de Ouro

    7 de março de 2021 /

    A implosão de credibilidade do Globo de Ouro abre espaço para a reconsideração de outra premiação da crítica de cinema e TV nos EUA, o Critics Choice, que acontece uma semana após o fiasco do evento da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA). Com transmissão neste domingo (7/3), às 21h, pelo canal pago TNT, o evento é a versão “americana” do Globo de Ouro, isto é, uma premiação de críticos, só que americanos em vez dos estrangeiros da HFPA. A lista de indicados é bem diferente. Mais sintonizada com os filmes e séries que realmente se destacaram no ano, e sem a inclusões de “bombas” – que reverberam antigas acusações de subornos. A expectativa é de uma “correção” de rumos, em relação aos resultados decepcionantes do Globo de Ouro. Pela terceira vez consecutiva, a cerimônia será apresentada pelo ator Taye Diggs (“All American”). Diferente do ano passado, porém, o Critics Choice 2021 seguirá o novo formato da temporada, com participações virtuais, por videoconferência, dos indicados. Ao longo de três horas de duração, o vento revelará vencedores em 20 categorias de filmes e 19 de séries. A Netflix emplacou quatro filmes entre os dez que vão concorrer ao prêmio principal: “Mank”, “A Voz Suprema do Blues”, “Os 7 de Chicago” e “Destacamento Blood”. Ou cinco, quando se considera “Relatos do Mundo”, que teve lançamento internacional (mas não nos EUA) pela plataforma. Além destes, a empresa também concorre a prêmios com “Malcom & Marie”, “Pieces of a Woman”, “O Céu da Meia-Noite” e “Rosa e Momo”, totalizando 46 nomeações. Ou 52, ao somar as sete de “Relatos do Mundo”. Líder em indicações, “Mank”, dirigido por David Fincher, foi o título mais celebrado, aparecendo 12 vezes na lista do CCA 2021. O segundo filme mais nomeado foi a produção independente “Minari – Em Busca da Felicidade”, citada 10 vezes, seguida por “A Voz Suprema do Blues”, com oito indicações, e “Relatos do Mundo”. A disputa entre as séries também é dominada pela Netflix, com “Ozark” e “The Crown” liderando a lista com seis nomeações. Logo em seguida, aparecem “Lovecraft Country” (HBO), “Mrs. America” (FX), “Schitt’s Creek” (Pop) e “What We Do In The Shadows” (FX), com cinco cada. A premiação também destacará a atriz Zendaya com um troféu especial, SeeHer, dedicada à artista feminina que mais se destacou ao longo do último ano. Veja abaixo a lista completa dos indicados. CINEMA Melhor Filme “Destacamento Blood” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) “Nomadland” (Searchlight Pictures) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Bela Vingança” (Focus Features) “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Ator Ben Affleck – “O Caminho de Volta” (Warner Bros.) Riz Ahmed – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chadwick Boseman – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Tom Hanks – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Anthony Hopkins – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Delroy Lindo – “Destacamento Blood” (Netflix) Gary Oldman – “Mank” (Netflix) Steven Yeun – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Atriz Viola Davis – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Andra Day – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Paramount/Hulu) Sidney Flanigan – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Vanessa Kirby – “Pieces of a Woman” (Netflix) Frances McDormand – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Carey Mulligan – “Bela Vingança” (Focus Features) Zendaya – “Malcolm & Marie” (Netflix) Melhor Ator Coadjuvante Chadwick Boseman – “Destacamento Blood” (Netflix) Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Daniel Kaluuya – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Bill Murray – “On the Rocks” (A24/Apple TV+) Leslie Odom, Jr. – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Paul Raci – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Melhor Atriz Coadjuvante Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) Ellen Burstyn – “Pieces of a Woman” (Netflix) Glenn Close – “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) Olivia Colman – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Amanda Seyfried – “Mank” (Netflix) Yuh-Jung Youn – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Jovem Ator/Atriz Ryder Allen – “Palmer” (Apple TV+) Ibrahima Gueye – “Rosa e Momo” (Netflix) Alan Kim – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Talia Ryder – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Caoilinn Springall – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Helena Zengel – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Melhor Elenco “Destacamento Blood” (Netflix) “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Diretor Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) David Fincher – “Mank” (Netflix) Spike Lee – “Destacamento Blood” (Netflix) Regina King – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Roteiro Original Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) Jack Fincher – “Mank” (Netflix) Eliza Hittman – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Darius Marder & Abraham Marder – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Roteiro Adaptado Paul Greengrass & Luke Davies – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Christopher Hampton and Florian Zeller – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Kemp Powers – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Jon Raymond & Kelly Reichardt – “First Cow” (A24) Ruben Santiago-Hudson – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Fotografia Christopher Blauvelt – “First Cow” (A24) Erik Messerschmidt – “Mank” (Netflix) Lachlan Milne – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Joshua James Richards – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Newton Thomas Sigel – “Destacamento Blood” (Netflix) Hoyte Van Hoytema – “Tenet” (Warner Bros.) Dariusz Wolski – “Relatos do Mundo“ (Universal Pictures) Melhor Design de Produção Cristina Casali, Charlotte Dirickx – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) David Crank, Elizabeth Keenan – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Nathan Crowley, Kathy Lucas – “Tenet” (Warner Bros.) Donald Graham Burt, Jan Pascale – “Mank” (Netflix) Kave Quinn, Stella Fox – “Emma” (Focus Features) Mark Ricker, Karen O’Hara & Diana Stoughton – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Melhor Edição Alan Baumgarten – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Kirk Baxter – “Mank” (Netflix) Jennifer Lame – “Tenet” (Warner Bros.) Yorgos Lamprinos – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Mikkel E. G. Nielsen – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Figurino Alexandra Byrne – “Emma” (Focus Features) Bina Daigeler – “Mulan” (Disney) Suzie Harman & Robert Worley – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) Ann Roth – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Nancy Steiner – “Bela Vingança” (Focus Features) Trish Summerville – “Mank” (Netflix) Melhor Cabelo e Maquiagem “Emma” (Focus Features) “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Bela Vingança” (Focus Features) “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhores Efeitos Visuais “Greyhound – Na Mira do Inimigo” (Apple TV+) “O Home Invisível” (Universal Pictures) “Mank” (Netflix) “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) “Mulan” (Disney) “Tenet” (Warner Bros.) “Mulher-Maravilha 1984” (Warner Bros.) Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Ludwig Göransson – “Tenet” (Warner Bros.) James Newton Howard – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Emile Mosseri – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Trent Reznor & Atticus Ross – “Mank” (Netflix) Trent Reznor & Atticus Ross – “Soul” (Disney) Melhor Canção Original Everybody Cries – “Posto de Combate” (Screen Media Films) Fight for You – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Husavik (My Home Town) – “Festival Eurovision da Canção” (Netflix) Io sì (Seen) – “Rosa e Momo” (Netflix) Speak Now – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Tigress & Tweed – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhor Filme de Comédia “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) “The Forty-Year-Old Version” (Netflix) “O Rei de Staten Island” (Universal Pictures) “On the Rocks” (A24/Apple TV+) “Palm Springs” (Hulu and NEON) “A Festa de Formatura” (Netflix) Melhor Filme em Língua Estrangeira “Druk – Mais uma Rodada” (Samuel Goldwyn Films) “Collective” (Magnolia Pictures) “La Llorona” (Shudder) “Rosa e Momo” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Nós Duas” (Magnolia Pictures) Televisão Melhor Série – Drama “Better Call Saul” “The Crown” “The Good Fight” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Ozark” “Perry Mason” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Better Things” “The Flight Attendant” “Mom” “PEN15” “Ramy” “Schitt’s Creek” “Ted Lasso” “What We Do in the Shadows” Melhor Ator em Série – Drama Jason Bateman (“Ozark”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) Matthew Rhys (“Perry Mason) Melhor Atriz em Série – Drama Christine Baranski (“The Good Fight”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Claire Danes (“Homeland”) Laura Linney (“Ozark”) Jurnee Smollett (“Lovecraft Country”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Jonathan Banks (“Better Call Saul”) Justin Hartley (“This Is Us”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown) Tom Pelphrey (“Ozark”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Gillian Anderson (“The Crown”) Cynthia Erivo (“The Outsider”) Julia Garner (“Ozark”) Janet McTeer (“Ozark”) Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”) Rhea Seehorn (“Better Call Saul”) Melhor Ator em Série – Comédia Hank Azaria (“Brockmire”) Matt Berry (“What We Do in the Shadows”) Nicholas Hoult (“The Great”) Eugene Levy (“Schitt’s Creek”) Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Ramy Youssef (“Ramy”) Melhor Atriz em Série – Comédia Pamela Adlon (“Better Things”) Christina Applegate (“Dead to Me”) Kaley Cuoco (“The Flight Attendant”) Natasia Demetriou (“What We Do in the Shadows”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Issa Rae (“Insecure”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia William Fichtner (“Mom”) Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) Daniel Levy (“Schitt’s Creek”) Alex Newell (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) Mark Proksch (“What We Do in the Shadows”) Andrew Rannells (“Black Monday”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Lecy Goranson (“The Conners”) Rita Moreno (“One Day at a Time”) Annie Murphy (“Schitt’s Creek”) Ashley Park (“Emily in Paris”) Jaime Pressly (“Mom”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mrs. America” “Normal People” “The Plot Against America” “O Gambito da Rainha” “Small Axe” “The Undoing” “Nada Ortodoxa” Melhor Telefilme “Má Educação” “Between the World and Me” “As Rainhas do Gospel” “Hamilton” “O Amor de Sylvie” “What the Constitution Means to Me” Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme John Boyega (“Small Axe”) Hugh Grant (“The Undoing”) Paul Mescal (“Normal People”) Chris Rock (“Fargo”) Mark Ruffalo (“I Know This Much is True”) Morgan Spector (“The Plot Against America”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett (“Mrs. America”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) Shira Haas (“Nada Ortodoxa”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Tessa Thompson (“O Amor de Sylvie”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diggs (“The Good Lord Bird”) Joshua Caleb Johnson (“The Good Lord Bird/’) Dylan McDermott (“Hollywood”) Donald Sutherland (“The Undoing”) Glynn Turman (“Fargo”) John Turturro (“The Plot Against America”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba (“Mrs. America”) Betsy Brandt (“Soulmates”) Marielle Heller (“O Gambito da Rainha”) Margo Martindale (“Mrs. America”) Winona Ryder (“The Plot Against America”) Tracey Ullman (“Mrs. America”) Melhor Talk Show “Desus & Mero” “Full Frontal with Samantha Bee” “The Kelly Clarkson Show” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” “Red Table Talk” Melhor Especial de Comédia “Fortune Feimster: Sweet & Salty” “Hannah Gadsby: Douglas” “Jerry Seinfeld: 23 Hours to Kill” “Marc Maron: End Times Fun” “Michelle Buteau: Welcome to Buteaupia” “Patton Oswalt: I Love Everything” Melhor Série de Curta Duração “The Andy Cohen Diaries” “Better Call Saul: Ethics Training with Kim Wexler” “Mapleworth Murders” “Nikki Fre$h” “Reno 911!” “Tooning Out the News”

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  • Filme

    Raya e o Último Dragão supera pandemia e boicote com 1º lugar nos EUA

    7 de março de 2021 /

    “Raya e o Último Dragão” precisou vencer mais que a pandemia para abrir em 1º lugar nas bilheterias dos cinemas dos EUA e Canadá neste fim de semana. A nova animação da Disney enfrentou boicote de algumas redes de exibição, que se recusaram a colocar o filme em cartaz devido ao que chamaram de intransigência do estúdio ao negociar valores de distribuição. Os cinemas que aceitaram acomodar os planos da Warner de realizar lançamentos simultâneos em streaming, graças a maior compensação financeira, não teriam encontrado a mesma disposição para negociações de parte da Disney, segundo relatos da imprensa americana. Por isso, mesmo exibindo “Mulher-Maravilha 1984”, “Tom & Jerry” e os filmes lançados na HBO Max, a Cinemark e outras redes preferiram ignorar “Raya e o Último Dragão” para passar um recado para a Disney. Por conta dessa má vontade do circuito exibidor, “Raya e o Último Dragão” não chegou a tantas telas quanto poderia, mesmo com a reabertura dos cinemas de Nova York neste fim de semana. Exibido em 2.045 salas, a fantasia animada estreou com US$ 8,6 milhões de bilheteria. Os valores são distantes do desempenho de “Tom & Jerry” na semana passada, que faturou a segunda maior abertura da pandemia, com US$ 14,1 milhões. E vale observar que, enquanto o híbrido animado da Warner foi destruído pela crítica, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes, a princesa guerreira da Disney foi incensada com 95%. A queda de braços, porém, não se limita ao espaço dos cinemas. “Raya e o Último Dragão” foi lançado simultaneamente na plataforma Disney+ (Disney Plus), onde está sendo oferecido com sobrepreço (além do preço da assinatura), numa iniciativa batizada de Premier Access. O valor é US$ 30 para assinantes do Disney+ nos EUA (R$ 69,90 no Brasil, mais a assinatura mensal do serviço!), o que equivale a seis vezes o que o estúdio ganharia em cada ingresso vendido nos cinemas. A Disney já tinha testado esta formato com “Mulan”, mas não o repetiu com “Soul”, lançado sem sobrepreço no Disney+. Diferente de ambos, “Raya e o Último Dragão” é o primeiro lançamento mundial disponibilizado pelo estúdio ao mesmo tempo nos cinemas e em casa – “Mulan” saiu antes da Disney+ se expandir no mercado internacional. Mas de forma elucidativa, os países sem acesso ao Disney+ são os que estão rendendo maior bilheteria para o filme no mercado internacional. Globalmente, “Raya” faturou US$ 26 milhões, com a China e a Rússia fornecendo as maiores bilheterias, respectivamente com US$ 8,4 milhões e US$ 2,8 milhões. O CEO da Disney, Bob Chapek, demonstrou-se muito convencido da força desta opção na semana passada, quando sugeriu que estuda diminuir o período de exclusividade dos cinemas para seus filmes – a chamada janela de distribuição. “O consumidor provavelmente está mais impaciente do que nunca”, disse ele sobre as mudanças no mercado precipitadas pela covid-19, “principalmente porque agora eles tiveram o luxo de passar um ano inteiro recebendo títulos em casa praticamente quando quiseram. Portanto, não tenho certeza se há um retorno”. Ele acrescentou que os espectadores não “terão muita tolerância para esperar por meses que um título saia dos cinemas”, enquanto “apenas fica lá [nos cinemas], juntando poeira”, antes de migrar para o streaming ou outras janelas. Por isso, a Disney não quis negociar valores maiores para as distribuidoras. Enquanto isso, a Warner, que também está fazendo lançamentos simultâneos em streaming, mas dando compensações aos exibidores, comemorou o segundo fim de semana de “Tom & Jerry”, que arrecadou quase tanto quanto “Raya” no mercado interno, US$ 6,6 milhões, elevando sua receita para US$ 23 milhões em dez dias na América do Norte, apesar de também estar disponível na HBO Max. No mundo inteiro, “Tom & Jerry” já faturou US$ 57,3 milhões, um bom desempenho para um mercado que sofre com os lockdowns da pandemia. Alheio a essa disputa, a Lionsgate deve estar lamentando não ter seu próprio streaming, ao ver “Mundo em Caos” ser destruído pela crítica (23% de aprovação) e pouco apreciado pelo público. A sci-fi estrelada por Tom Holland e Daisy Ridley arrecadou anêmicos US$ 3,8 milhões para ocupar o 3º lugar. O filme, que custou cerca de US$ 100 milhões, vai se tornar um grande prejuízo para o estúdio.

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    Netflix faz maior negócio do Festival de Berlim com terror estrelado por Christian Bale

    7 de março de 2021 /

    A Netflix fechou o maior negócio da European Film Market (EFM), a feira de negócios paralela ao Festival de Berlim, ao adquirir por estimados US$ 55 milhões os direitos mundiais do projeto de terror gótico “The Pale Blue Eye”. O projeto volta a reunir o diretor Scott Cooper com o ator Christian Bale, após o thriller “Tudo por Justiça”, de 2013, e o western “Hostis”, de 2017. Além de dirigir, Cooper escreveu o roteiro, que adapta o romance de Louis Bayard lançado no Brasil com o título de “O Pálido Olho Azul”, e também produzirá o longa com Bale e a Cross Creek (produtora de “Os 7 de Chicago”). A trama se concentra em uma tentativa de resolver uma série de assassinatos ocorridos na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda de um jovem cadete, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. A premissa e os nomes envolvidos no projeto atraíram muitas propostas, mas a Netflix superou a oferta dos concorrentes. As filmagens vão começar no outono norte-americano (primavera no Brasil), após Bale encerrar sua participação em “Thor: Love And Thunder” e num filme ainda sem título de David O Russell (“Trapaça”), ambos atualmente em produção. Além de “The Pale Blue Eye”, a Netflix também comprou no EFM os projetos de “Operation Mincemeat”, filme sobre a 2ª Guerra Mundial estrelado por Colin Firth, e “The Ice Road”, thriller de ação que vai reunir Liam Neeson e Laurence Fishburne, pagando, respectivamente, US$ 15 e 18 milhões pelas duas aquisições. “The Pale Blue Eye” custou, portanto, bem mais que os dois juntos.

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    BBB 21: Vera Fischer torce por Pocah desde que a funkeira era criança

    7 de março de 2021 /

    O “BBB 21” tem mobilizado a torcida de muitos famosos, cada um defendendo ou descartando favoritos conforme as edições avançam. Mas Vera Fischer já tinha sua favorita desde antes do começo desta edição. A estrela do cinema e da TV declarou sua predileção logo que a lista dos participantes foi divulgada, deixando muitos fãs sem entender a relação. Mas elas são amigas de longa data. Desde o tempo em que Viviane de Queiroz Pereira não era chamada de Pocah. “Vou contar a história: nos anos 1990 quando meu filho Gabriel nasceu, eu procurava uma babá que fosse carinhosa, responsável e honesta. Achei: chama-se Inês, mãe de Viviane e Vinicius. Eles conviveram com a minha família, na minha casa, até Gabriel ter 20 anos (chama-se amizade). A gente era uma tchurma muito bacana e amorosa. Íamos pra todo canto juntos”, explicou Vera em seu Instagram. A cantora passou da infância à adolescência frequentando a casa de Vera Fischer porque sua mãe trabalhava como babá de Gabriel, filho caçula da atriz. Em entrevista recente, Pocah confirmou que sua mãe era tratada como se fosse da família e ela também se sentia assim, tendo ido até a Disney à passeio com a atriz. A funkeira afirmou que todo fim de semana passeava no sítio de Vera, que proporcionava “viagens, presentes e experiências” que a sua mãe não poderia dar aos filhos. Graças a esse carinho, a estrela acabou tornando-se uma referência para a Pocah, que a classificou como a sua “primeira inspiração feminina”. “Era a mulher mais glamourosa que eu conhecia. Eu calçava os sapatos dela e achava que um dia seria miss também”, disse a cantora, lembrando do título de Miss Brasil conquistado pela atriz em 1969. “Ela dizia que eu deveria ser modelo, mas não tínhamos dinheiro para investir na minha carreira.” Em publicação nas redes sociais em janeiro deste ano, Vera Fischer fez uma grande declaração de carinho para Pocah, que respondeu relembrando ter recebido o apoio da atriz quando decidiu virar cantora. “Nunca esquecerei do dia em que te contei que decidi virar cantora. Você me chamou para sentar à mesa com você e tomamos café juntas. Você disse que não curtia funk, mas me apoiou e me deu forças para realizar meus sonhos. Então, obrigada minha eterna musa inspiradora”, escreveu. Para Vera, o apoio sempre foi incondicional. “Desde pequena, ela dizia que queria ser cantora, e eu dizia: ‘vai’. Ela conseguiu”, comemora a atriz. “Ela sempre foi linda. Achava mesmo que ela deveria ser modelo. Ainda novinha, ela já tinha um cabelão e um jeitinho de ser especial”. O convívio com a família de Vera Fischer também foi a porta de entrada da música na vida de Pocah. Quando o filho de Vera, Gabriel, cresceu, formou um banda com o irmão de Pocah, Vinny Darian. Era nu metal, inspirado em Slipknot, Korn e Limp Bizkit. Naquela época, ela começou a sonhar em virar roqueira. “Usava unha preta. Já tive até o cabelo rosa. Demorei um tempo para chegar ao universo do funk”, contou. Mesmo sem ser fã de funk, Vera Fischer curtiu o trabalho da cantora: “Para o público consumidor a música, dá o recado. É ousada e inclusiva, o que é muito louvável e importante”, escreveu a atriz em uma publicação. A torcida de Vera Fischer por Pocah, portanto, não é de hoje. “Eu torço para a Pocah desde sempre. A vida acaba nos afastando fisicamente das pessoas, mas eu tenho um carinho enorme por ela”, disse a atriz em entrevista à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. Veja abaixo fotos que a atriz revelou da infância de Pocah em seu Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vera Fischer 🎥🎭 (@verafischeroficial)

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    Goya 2021 premia Las Niñas em edição feminista do “Oscar espanhol”

    7 de março de 2021 /

    A 35ª edição do prêmio Goya, o Oscar do cinema espanhol, premiou neste sábado (6/3) “Las Niñas” como o Melhor Filme do ano. Primeira obra da cineasta Pilar Palomero, o longa acompanha a passagem para a adolescência de um grupo de alunas de um colégio de freiras e venceu, ao todo, quatro Goyas, superando o favoritismo de “Adú”, filme sobre a imigração que rendeu o Goya de Melhor Direção para Salvador Calvo. “Las Niñas” fez história por ter sido o primeiro filme dirigido por uma mulher a vencer o prêmio espanhol. Ambientada no começo dos anos 1990, a trama apresenta as primeiras experiências deste grupo, ao qual se junta a recém-chegada Brisa, uma jovem descolada que ouve rock e se veste de forma diferente. Elas compartilham o primeiro cigarro, o uso de batom, as primeiras festas e os primeiros flertes, conversando sobre seus medos e anseios. O Goya de Melhor Atriz foi para Patricia López Arnaiz, protagonista de “Ane”, que vive uma jovem mãe divorciada, disposta a tudo para recuperar a filha, e o de Melhor Ator para Mario Casas, que faz sua transição de galã a ator dramático com o thriller “No Matarás”. Questões de gênero aparecem fortemente na premiação, com “Las Niñas” e “La Boda de Rosa”, de Iciar Bollaín, bem como no filme que mais ganhou prêmios, “Silenciadas”, de Pablo Agüero, uma versão feminista dos julgamentos de bruxas da Inquisição de 1609. As mulheres também quase empataram com os homens em número de prêmios, vencendo 12 categorias contra 13 masculinas, incluindo três prêmios compartilhados. Para completar, Daniela Cajías se tornou a primeira diretora de fotografia feminina a conquistar sua categoria no Goya, por “Las Niñas”. Entre os demais contemplados da noite, “El Olvido que Seremos”, sobre a violência política na Colômbia dos anos 1970 e 1980, tornou-se a primeira produção colombiana a ganhar o Goya de Melhor Filme Iberoamericano. Realizada por videoconferência por causa da pandemia de coronavírus, a cerimônia foi apresentada pelo ator Antonio Banderas (“Dor e Glória”) e contou com participação de trabalhadores da área da saúde, em homenagem a seus esforços para enfrentar a covid-19. À exceção de “Adu”, lançado (sem divulgação) pela Netflix, os demais filmes premiados são inéditos no Brasil. Veja abaixo uma prévia de todos os longas vencedores do Goya 2021.     Las Ninas | Melhor Filme, Diretor Estreante, Roteiro Original e Fotografia     Adu | Melhor Direção, Ator Revelação, Cenografia, Som     No Mataras | Melhor Ator     Ane | Melhor Atriz, Atriz Revelação, Roteiro Adaptado     Sentimental | Melhor Ator Coadjuvante     La Boda de Rosa | Melhor Atriz Coadjuvante, Canção Original     Silenciadas | Melhor Direção Artística, Figurino, Trilha Sonora, Efeitos Visuais     El Año del Descubrimiento | Melhor Documentário, Edição     La Gallina Turuleca | Melhor Animação     El Olvido que Seremos | Melhor Filme Iberoamericano (Colombia)     Meu Pai | Melhor Filme Europeu (Reino Unido)

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