Renato Góes e Lucy Alves vão estrelar série musical da Netflix
O ator Renato Góes, que viveu Marcelo D2 no filme “Legalize Já: Amizade Nunca Morre” (2017), vai voltar ao mundo pop da ficção. Ele e Lucy Alves, revelada no programa “The Voice Brasil”, viverão os protagonistas de “Sofrência”, série da Netflix sobre uma banda em turnê pelo Brasil. Segundo Patricia Kogut, no jornal O Globo, eles formarão um casal apaixonado, que lidera a banda da trama. O projeto é da produtora Coração da Selva, teve consultoria de João Falcão (roteirista de “O Auto da Compadecida”) e contará com três diretoras: Gisele Barroco (“Som & Fúria”), Joana Mariani (“Todas as Canções de Amor”) e Ana Luiza Azevedo (“Antes Que o Mundo Acabe”). A Netflix ainda não anunciou a produção.
Globoplay vai produzir filmes de ficção exclusivos
Para concorrer com a Netflix, a Globoplay vai passar a produzir, além de séries, filmes de ficção originais. A novidade foi revelada pela coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, que adiantou um dos projetos na fila Trata-se de “Core”, de José Junior, do AfroReggae, criador da série policial “A Divisão”. O filme vai tratar da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil do Rio.
Tony Hendra (1941 – 2021)
Tony Hendra, o comediante britânico que interpretou o empresário da banda Spinal Tap no filme “Isto É Spinal Tap”, morreu na quinta-feira (4/3) em Yonkers, Nova York, aos 79 anos. A esposa de Hendra, Carla, confirmou sua morte ao The New York Times, citando a causa como esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig. O ator foi diagnosticado em 2019. Embora tenha nascido na Inglaterra, Hendra trabalhou principalmente nos Estados Unidos. Ele começou a escrever e se apresentar enquanto era estudante na Universidade de Cambridge, em 1962 ao lado de John Cleese e Graham Chapman, futuros fundados do Monty Python. Ele se mudou para os Estados Unidos em 1964 com o parceiro de comédia Nick Ullett. Os dois abriram shows de stand-up de Lenny Bruce em Nova York e apareceram no programa “The Ed Sullivan Show”, o mais popular da época – que naquele mesmo ano lançou os Beatles nos EUA. Em 1970, Hendra começou a escrever para a revista de humor National Lampoon e um ano depois tornou-se o primeiro editor contratado pelos fundadores da publicação. Em 1972, ele co-criou o primeiro disco da National Lampoon, “Radio Dinner”, no qual executou uma paródia de John Lennon intitulada “Magical Misery Tour”. No ano seguinte, produziu, dirigiu e co-escreveu com Sean Kelly a comédia televisiva “National Lampoon Television Show: Lemmings Dead in Concert”, uma produção do Lampoon sobre um festival de rock de mentirinha que reuniu os comediantes John Belushi, Chevy Chase, Rhonda Coullet, Christopher Guest e Alice Playten. Hendra permaneceu como editor do Lampoon até 1978. Em 1984, ele ajudou a lançar, como roteirista e co-produtor, os primeiros programas da série satírica de televisão britânica “Spitting Image”, além de ter atuado no clássico mockumentary “Isto É Spinal Tap”, de Rob Reiner, como o desajeitado e mal-humorado Ian Faith, empresário da banda de hard rock mais azarada do mundo. Como roteirista, Hendra também escreveu “Mama Drácula” (1980), “O Trambique do Século” (1996), estrelado por Samuel L. Jackson, Jeff Goldblum e Damon Wayans, e as animações adultas “Le big-Bang” (1987) e “Branca de Neve Depois do Casamento” (2007). Como ator, ainda apareceu nas comédias “Salve-me Quem Puder” (1986) com Whoopi Goldberg, “Um Talento Muito Especial” (1993), com Michael J. Fox, e “Uma Loira de Verdade” (1997), com Matthew Modine, além das séries “Miami Vice”, “Law & Order: Criminal Intent” e “Your Pretty Face Is Going to Hell”.
Space Jam 2 vai corrigir sexualização de Lola Bunny
O diretor Malcom D. Lee revelou que uma de suas missões em “Space Jam: O Novo Legado” foi corrigir o visual de Lola Bunny. A personagem, uma coelha que vira objeto de desejo do Pernalonga, chocou o diretor por sua sexualização no longa de 1996. “Estamos em 2021. É importante refletir a autenticidade de personagens femininas fortes e capazes. No nosso filme, ela é a melhor jogadora do time – sem contar o LeBron [James], é claro”, disse o diretor, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Imagens adiantadas pela produção também revelam uma “nova Lola” completamente diferente do desenho dos anos 1990. Em vez da sex symbol de roupas curtas e curvas protuberantes, ela surge como uma garota esportista, em roupas largas que não a objetificam. Veja abaixo. Na entrevista, Lee também disse que Lola aparecerá inicialmente com as amazonas da Mulher-Maravilha, um dos vários mundos que integrarão a nova história. Ela inicialmente relutará em voltar para seu antigo time de basquete, apesar de ser a melhor jogadora. O novo “Space Jam” mostrará o Tune Squad, time dos Looney Tunes, enfrentando uma nova ameaça nas quadras de basquete. E para vencer o novo desafio, convocam ninguém menos que LeBron James, um dos maiores astros do esporte. Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (2017), em julho de 2019 – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia segue marcada, sem ter sido alterada pela pandemia, para julho de 2021. Lola Bunny redesign from 1996 > 2021 pic.twitter.com/Uc4uBX7FCT — SB® (@drakecereal) March 4, 2021
Steven Spielberg e criadores de Stranger Things se juntam em nova série de terror
O cineasta Steven Spielberg se juntou aos irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, para transformar o livro “O Talismã”, de Stephen King e Peter Straub, numa nova série de terror. Spielberg adquiriu os direitos da obra ainda nos anos 1980 e desde então imagina como adaptar sua história. Isto só foi acontecer com a chegada do streaming e a forma como Matt e Ross Duffer liquidificaram diversos elementos dos livros de Stephen King em sua série de sucesso. A produção será exibida na Netflix, com assinatura do estúdio Amblin, de Spielberg, da Monkey Massacre, dos irmãos Duffer, e da Paramount Television. Já o roteiro ficou a cargo de Curtis Gwinn, produtor-roteirista com bastante afinidade pelo gênero, tendo trabalhado em “The Walking Dead”, “The Leftovers” e, claro, “Stranger Things”. “O Talismã” conta a história de um menino de 12 anos chamado Jack Sawyer, que parte em uma jornada épica para salvar a vida de sua mãe doente. Ele está em busca de uma relíquia poderosa que pode não apenas curar sua mãe, mas, como ele aprende, salvar o mundo. Em sua jornada, ele cruza duas realidades: os EUA real e um perigoso país gêmeo paralelo. O livro se tornou um best-seller instantâneo em 1984 e ganhou uma sequência em 2001, que reencontra o protagonista já adulto.
Criador de John Wick vai adaptar o mangá Hellsing
O cultuado mangá “Hellsing” vai virar um filme live-action produzido pela Amazon. A plataforma contratou Derek Kolstad, criador e roteirista da trilogia “John Wick” e da vindoura série “Falcão e o Soldado Invernal”, para adaptar a trama concebida em 1997 por Kouta Hirano com impacto na indústria cultural japonesa. “Desde que meu irmão me apresentou ao mangá e anime de ‘Hellsing’ alguns anos atrás, estou obcecado em adaptá-lo. E quando [o produtor] Mike Callaghan e sua equipe conseguiram garantir os direitos para então nos colocar em contato com a Amazon, quero dizer… Caramba, cara…. isso é um sonho”, disse Kolstad, em comunicado. “Hellsing” combina a história de Drácula com elementos de sci-fi, passando-se num Reino Unido futurista e distópico. No mangá, Hellsing é uma ordem de cavaleiros britânicos administrada pelos herdeiros de Abraham Van Helsing, que caça vampiros há um século e tem como seu principal ativo uma dessas criaturas, o superpoderoso Alucard, o vampiro original, que jurou lealdade após ser derrotado há 100 anos e, desde então, dedica-se a exterminar outros como ele, enquanto a humanidade nem imagina que esta guerra esteja acontecendo. Integra Hellsing comanda a organização em luta contra uma sociedade secreta formada por neonazistas, que pretendem voltar ao poder com a ajuda de monstros sanguessugos criadas em laboratório, e entre seus principais soldados está uma nova recruta, uma ex-policial chamada Seras Victoria, que é inesperadamente transformada em vampira por Alucard. Os quadrinhos de Kouta Hirano já foram adaptados em duas séries animes. Veja abaixo a abertura da primeira adaptação.
Próximo filme de Star Trek será escrito por roteirista de Star Trek: Discovery
A Paramount está fazendo nova tentativa de retomar a franquia “Star Trek” nos cinemas. O estúdio anunciou que a roteirista Kalinda Vazquez, que já assinou um episódio da série “Star Trek: Discovery”, vai escrever um novo filme, que será produzido por J.J. Abrams, diretor do reboot cinematográfico de 2009. O novo filme será baseado em uma história original criada por Vazquez. O que significa que se trata da quarta história diferente desenvolvida para a franquia desde “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). Dirigido por Justin Lin, aquele filme fez US$ 343 milhões nas bilheterias mundiais, o que foi considerado pouco para os custos de suas filmagens (estimados em US$ 185 milhões) e esfriou o ímpeto do estúdio em continuar explorando a franquia nos cinemas. Apesar disso, havia planos para continuar com o mesmo elenco, acrescentando a volta de Chris Hemsworth ao universo trekker, naquele que seria o o primeiro “Star Trek” dirigido por uma mulher, SJ Clarkson (“Jessica Jones”), antes de uma tragédia mudar tudo. A morte de Anton Yelchin, intérprete de Chekov, acabou pesando muito e serviu de fecho para essa geração cinematográfica. Os dois projetos desenvolvidos posteriormente, um que seria dirigido por Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) e outro por Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”), já não tinham obrigação de aproveitar o elenco formado por Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana, Simon Pegg e John Cho. Como nenhum desses projetos foi adiante, agora é a vez de Kalinda Vazquez descobrir como fazer “Star Trek” chegar onde nenhuma dessas tentativas anteriores jamais esteve: de volta aos cinemas.
Justin Bieber foge da polícia e leva tiro em clipe dramático
Justin Bieber reviveu seus dias de “CSI” em cenas de seu novo clipe, “Hold On”. Para quem não lembra, o cantor estrelou dois episódios da 11ª temporada da série policial como um criminoso que morria num tiroteio ao tentar fugir de um bloqueio policial. Em “Hold On”, ele assalta um banco e leva um tiro da polícia durante sua fuga alucinada de motocicleta até um hospital, onde desaba na cama de sua namorada (Christine Ko, das séries “Upload” e “Dave”), recém-saída de uma cirurgia, cujo dinheiro do assalto deveria pagar. Além de repleto de ação, trata-se de um clipe bem dramático. A direção é de Colin Tilley, que é parceiro antigo de Bieber, desde o clipe de “U Smile”, de 2010, e recentemente assinou “Holy” (outro projeto cinematográfico), “Anyone” e até “Monster”, parceria com Shawn Mendes.
United States of Al: Trailer apresenta nova comédia do criador de The Big Bang Theory
A rede americana CBS divulgou o primeiro trailer de “United States of Al”, nova série de comédia do popular produtor Chuck Lorre (de “The Big Bang Theory”, “Two and a Half Men” e outros sucessos). A prévia revela uma inusitada situação de conflito cultural ao mostrar o reencontro de Riley, um ex-marine que lutou no Afeganistão, com Awalmir, o intérprete que salvou sua vida e que, por isso, é convidado a vir morar com ele nos EUA. Awalmir, que todos chamam de Al, torna-se o centro das piadas por sua adoração dos EUA e educação tradicional islâmica, que impressiona positivamente toda a família americana. Ele não bebe álcool e indica que o amigo deveria respeitar o pai, ganhando pontos com o patriarca. Também dá ciúmes na irmã de Riley ao jurar proteger com a vida a filha do militar, de quem se tornou padrinho. O elenco destaca Adhir Kalyan (“As Regras do Amor”) como Al, Parker Young (“Enlisted”) como Riley, além de Dean Norris (“Breaking Bad”), Kelli Goss (“O Rancho”), Elizabeth Alderfer (“A.P. Bio”) e a menina Farrah Mackenzie (“Utopia”). Criada por David Goetsch e Maria Ferrari, ex-produtores-roteiristas de “The Big Bang Theory”, “United States of Al” será a quinta comédia produzida por Chuck Lorre na programação atual da rede CBS, juntando-se a “Mom” (que acaba neste ano), “Young Sheldon”, “Bob Hearts Abishola” e “B Positive”. A estreia está marcada para 1º de abril nos EUA.
Pose vai acabar na 3ª temporada
O canal pago americano FX anunciou que sua série inovadora “Pose” chegará ao fim em sua 3ª temporada. Como se já não fosse ruim o suficiente, a temporada final será a mais curta de todas, contando apenas com sete episódios. A série retorna em 2 de maio nos EUA, com a exibição de dois episódios, e o FX transmite o último capítulo no dia 6 de junho. Na fase final, a trama vai saltar de 1991 para 1994, quando a cena original dos salões de baile é uma memória distante para Blanca (MJ Rodriguez), que luta para equilibrar suas atividades como mãe, parceira de um novo amor e seu novo papel como auxiliar de enfermagem. Enquanto isso, à medida que a AIDS se torna a principal causa de morte de americanos com idades entre 25 e 44 anos, Pray Tell (Billy Porter) enfrenta problemas de saúde inesperados. Paralelamente, o surgimento de uma nova e poderosa casa força os membros da Casa Evangelista a lutar por seu legado. Embora o anúncio do final possa decepcionar os fãs, “Pose” deixou sua marca na História da TV ao apresentar um número recorde de personagens trans interpretados por atores trans, e também por transformar Billy Porter no primeiro homem assumidamente gay a ganhar o Emmy de Melhor Ator. Sem esquecer do feito de Janet Mock, a primeira mulher trans negra contratada como roteirista de uma série de TV, bem como a primeira trans a dirigir um episódio de TV. “Pose” também contratou o maior elenco de atores LGBTQIA+ de todos os tempos para uma série televisiva. “Pudemos contar a história exata que queríamos, como queríamos contá-la, e estou incrivelmente honrado e grato”, disse o co-criador Ryan Murphy em um comunicado divulgado nesta sexta-feira (5/3). A série premiada foi um dos últimos programas criados por Murphy no FX, antes de surpreender a indústria com sua mudança para a Netflix. Mas o co-criador Steven Canals permaneceu no canal, agora sob administração da Disney, e já está preparando outra série com tema LGBTQIA+ para exibição no FX. Canals também se manifestou sobre o final da série. “‘Escreva o programa de TV que você quer assistir! Isso é o que me disseram em 2014 enquanto concluí meu mestrado em roteiro”, disse o produtor no comunicado. “Na época, não víamos muitos personagens negros e latinos – que por acaso também eram LGBTQIA+ – preenchendo as telas. E então escrevi o primeiro rascunho de um piloto que o ‘eu mais jovem’ merecia. ‘Pose’ foi concebida como uma carta de amor para a comunidade underground dos salões de baile de Nova York, para minha amada Nova York, para minha família queer e trans, para mim mesmo. Eu, junto com meus incríveis colaboradores, nunca tive a intenção de mudar o cenário televisivo. Eu simplesmente queria contar uma história honesta sobre família, resiliência e amor. Tenho a sorte de ter feito isso por três temporadas. Estou muito grato aos nossos intrépidos escritores e elenco que fizeram ‘Pose’ ganhar vida, e me sinto comovido por nosso público leal, grato à comunidade dos bailes que confiou em nós para contar sua história, e pela crítica que nos abraçou calorosamente, além de eternamente grato a Ryan Murphy, FX e 20th Television por mudarem minha vida.” Ao lado dos criadores, o presidente da FX, John Landgraf, fez questão de registrar seus elogios ao trabalho desenvolvido. “As palavras não podem realmente expressar minha gratidão e apreço por aqueles que deram à FX e ao mundo o presente que é ‘Pose'”, disse o executivo. “Ryan Murphy, Steven Canals, nosso elenco incomparável e seus colaboradores criaram uma obra-prima e, ao fazer isso, deixaram um legado indelével que abrirá portas, novas portas, para a comunidade trans. ‘Pose’ é a prova de que nosso compromisso em dar mais oportunidades a escritores, diretores, produtores, atores e artesãos sub-representados não foi feito para sinalizar nossa virtude, mas sim porque nosso mundo está literalmente cheio de gênios inexplorados procurando nada mais do que uma chance para provar seu extraordinário talento, beleza e valor no mercado de histórias. ‘Pose’ sempre foi um drama familiar – um drama sobre aceitação e inclusão, dor e alegria, luta e perseverança e, acima de tudo, amor. A 3ª e última temporada é um final adequado e bonito para esta história.” Os elogios ainda ganharam eco de Dana Walden, presidente do conselho de entretenimento da Walt Disney TV. “‘Pose’ representa uma grande fonte de orgulho para todos nós da Disney Television Studios”, disse Walden. “Esta série demonstra o poder de nossa indústria para iluminar os sub-representados e apontar para nossa humanidade comum – e fazê-lo com brilho, bom gosto e pura fabulosidade! Um agradecimento especial a Ryan por nos apresentar a vozes como Steven Canals e Janet Mock, e abrir o caminho para que eles fizessem seu melhor trabalho. E embora estejamos tristes por nos despedirmos do programa no final desta temporada, o público está prestes a ter uma bela e emocionante viagem final.” Ryan Murphy finalizou: “‘Pose’ tem sido um dos maiores destaques criativos de toda a minha carreira. Desde o início, quando Steven Canals e eu sentamos para ouvir sua visão e ideias para o programa, tem sido um projeto apaixonante. Desde o início da minha carreira no final dos anos 1990, quando era quase impossível colocar um personagem LGBTQIA+ na televisão, até ‘Pose’ – que ficará na história por ter o maior elenco LGBTQIA+ de todos os tempos – foi uma evolução verdadeiramente completa para mim”, disse Murphy. “A história de ‘Pose’ pode terminar em 1996, mas seu impacto durará para sempre.”
Festival de Berlim premia filme em que atores usam máscaras de proteção
O Festival de Berlim 2021 revelou nesta sexta (5/3) os vencedores de seus prêmios. De forma significativa, em um ano sem público, com exibição online restrita para um punhado de membros da indústria cinematográfica e imprensa, o Urso de Ouro foi para um filme estrelado por um elenco que aparece com máscaras de proteção em todas as cenas. O vencedor foi o filme romeno “Bad Luck Banging or Loony Porn” (em tradução livre: “Sexo Azarado ou Pornô de Malucos”), do diretor Radu Jude, gravado inteiramente durante o lockdown do coronavírus, e com elenco assumindo a situação diante das câmeras, com o uso das máscaras. Na trama, uma professora (Katia Pascariu) precisa lidar com o vazamento de sua sex tape na internet, em plena pandemia. Ao anunciar o prêmio, o júri definiu a obra da seguinte forma: “É um filme elaborado, mas também selvagem. Inteligente, mas infantil. Geométrico, mas vibrante. Impreciso, mas da melhor forma possível. Ataca o espectador, evoca a discordância, mas não deixa que ninguém o ignore.” Com a vitória, Radu Jude coloca um segundo Urso de Ouro em sua estante. Ele já tinha vencido o Festival de Berlim em 2015 com a aventura “Aferim!”. O júri ainda deu Ursos de Prata para o japonês “Wheel of Fortune and Fantasy”, de Ryusuke Hamaguchi e para o alemão “Mr. Bachmann and His Class”, de Maria Speth. O Brasil era representado por “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi (“Ex-Pajé”), que foi selecionado para participar da mostra paralela Panorama, mas saiu sem prêmios, embora com muitos elogios da crítica. A 71ª edição do festival também marcou a primeira vez que a Berlinale concedeu um prêmio de interpretação “sem gênero”, em vez dos prêmios de melhor ator e atriz. Trata-se de uma inovação inédita entre as principais competições internacionais, mas que já vinha sendo adotada há alguns anos em eventos mais populares, como o MTV Movie & TV Awards. A organização agora espera realizar uma segunda parte do evento, prevista para acontecer de 9 a 20 de junho, quando serão exibidos os filmes premiados para o público e entregues os troféus aos vencedores dos Ursos de Prata e de Ouro. Confira abaixo a lista com todos os filmes premiados. Urso de Ouro – Melhor Filme “Bad Luck Banging or Loony Porn”, de Radu Jude (Romênia) Urso de Prata – Grande Prêmio do Júri “Wheel of Fortune and Fantasy”, de Ryusuke Hamaguchi (Japão) Urso de Prata – Prêmio do Júri “Mr Bachmann and His Class”, de Maria Speth (Alemanha) Melhor Direção Dénes Nagy, por “Natural Light” (Hungria) Melhor Intérprete Maren Eggert, por “I’m Your Man” (Alemanha) Melhor Intérprete Coadjuvante Lilla Kizlinger, por “Forrest: I See You Everywhere” (Hungria) Melhor Roteiro Hong Sangsoo, por “Introduction” (Coreia do Sul) Melhor Contribuição Artística Yibran Asuad, pela edição de “A Cop Movie” (México) Melhor Filme da Seção Panorama “We” (França) Prêmio de Júri da Seção Panorama “Taste” (Vietnã) Menção Especial da Seção Panorama “Rock Bottom River” (EUA) Melhor Direção da Seção Panorama Ramon & Silvan Zürcher, por “The Girl and the Spider” (Suíça) Denis Côté, por “Social Hygiene” (Canadá)
Lupin: Parte 2 da série da Netflix ganha trailer tenso
A Netflix divulgou o trailer da 2ª parte de “Lupin”. A prévia tensa foca na luta do protagonista para recuperar o filho raptado. A série, que se tornou o maior sucesso de língua francesa da plataforma, teve 10 episódios originalmente gravados. Entretanto, a Netflix dividiu a exibição desses capítulos em duas partes, disponibilizando apenas cinco deles em 8 de janeiro. Por isso, a empresa assumiu que “a segunda parte já estava confirmada antes mesmo da primeira lançar” (sic). A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances do escritor Maurice LeBlanc, conhecido há 100 anos como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o ladrão vivido pelo astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. A estreia dos novos episódios vai acontecer neste ano, mas a Netflix ainda não confirmou a data.
Series online: Conheça 10 atrações inéditas no Brasil da Paramount+
O serviço de streaming Paramount+ já estreou no Brasil. Apesar do nome ser o mesmo, ele é diferente da versão “light” que existia por aqui – e que costumava ser chamada de Paramount Mais. Agora, até a pronúncia mudou. A nova Paramount+ é Paramount Plus. A versão “plus” da plataforma tem assinatura mensal de R$ 19,90 e chega no Brasil com várias séries e minisséries inéditas. A maioria vem do canal pago americano Showtime, uma espécie de HBO do conglomerado ViacomCBS, que no passado rendeu hits como “Dexter” e “Homeland”. Mas também há produções da antiga CBS All Access, plataforma de streaming americana que foi rebatizada e originou a atual versão da Paramount+. Para completar, a lista de produções inéditas traz a primeira atração criada especificamente para a Paramount+: “Kamp Koral”, desenho derivado do popular “Bob Esponja”, da Nickelodeon. Conheça abaixo 10 séries inéditas, nunca antes exibidas por aqui, que finalmente desembarcam no país pela nova plataforma. Your Honor | EUA | Minissérie (Paramount+) The Good Lord Bird | EUA | Minissérie (Paramount+) City on a Hill | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) The Comey Rule | EUA | Minissérie (Paramount+) Escape At Dannemora | EUA | Minissérie (Paramount+) Two Weeks to Live | Reino Unido | Minissérie (Paramount+) Black Monday | EUA | 2 Temporadas (Paramount+) No Activity | EUA | 3 Temporadas (Paramount+) Strange Angel | EUA | 2 Temporadas (Paramount+) Kamp Koral | EUA | 1ª Temporada (Paramount+)












