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  • Filme

    Avatar lidera bilheterias mundiais com mais US$ 21 milhões da China

    14 de março de 2021 /

    Após recuperar o recorde de maior bilheteria mundial de todos os tempos no sábado (13/3), “Avatar” ampliou ainda mais sua liderança sobre “Vingadores: Ultimato” com o sucesso sem precedentes de seu relançamento na China. O filme de 2009 faturou cerca de US$ 21 milhões entre sexta e este domingo (14/3) no mercado chinês, atingindo um total mundial de US$ 2,81 bilhões. “Vingadores: Ultimato”, que tinha ultrapassado “Avatar” em julho de 2019, tem ao todo US$ 2,79 bilhões. A bilheteria da sci-fi de James Cameron representa o maior faturamento de um relançamento desde que os cinemas voltaram a abrir na China, em julho passado. O mais impressionante é que “Avatar” também se tornou o líder das bilheterias chinesas neste fim de semana, e a projeção para os próximos dias é que seu desempenho não diminua, devendo render até US$ 60 milhões a mais para os cofres da Disney. “Avatar” também foi o filme que mais vendeu ingressos no mundo nos últimos três dias, quase 12 anos após seu lançamento original. Detalhe: o relançamento visou majoritariamente salas Imax. O CEO da IMAX, Rich Gelfond, emitiu um comunicado comemorando o feito: “’Avatar’ mudou tudo para o Imax – catapultando nossa marca para a estratosfera e nos colocando no mapa da China – e somos gratos por ajudar James, Jon (Landau) e este filme decisivo a consolidar ainda mais seu lugar na história do cinema. Mais uma vez, os cinéfilos chineses estão demonstrando uma demanda reprimida por sucessos de bilheteria, algo que aguardam os cinemas em todo o mundo, à medida que começam a reabrir, e o Imax continua ajudando a liderar a recuperação do setor cinematográfico global.” O sucesso é ótimo para a franquia, que volta a ser lembrada e celebrada enquanto James Cameron prepara sua volta aos cinemas, desta vez com lançamentos inéditos. Já filmada, a continuação “Avatar 2” tem estreia marcada para dezembro de 2022, com novos filmes planejados para os anos seguintes.

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  • Música

    Grammy enfrenta polêmicas com muitos shows neste domingo

    14 de março de 2021 /

    A cerimônia de entrega do Grammy, o “Oscar da música”, acontece neste domingo (14/3) nos EUA, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Além dos indicados aos prêmios da Academia Fonográfica, o evento, que terá apresentação do comediante Trevor Noah (do “Daily Show”), contará com shows de artistas como Harry Styles, Billie Eilish, Dua Lipa, Cardi B, BTS e Taylor Swift. A seleção musical é menos eclética que nos anos anteriores, mas em compensação traz mais artistas populares. Trata-se mesmo de compensação, após as recusas de The Weeknd, Beyoncé, Zayn Malik e Justin Bieber a convites para se apresentarem na premiação. Bieber justificou sua ausência com uma desculpa fraquinha, reclamando que seu novo disco vai disputar categorias de música pop e não R&B, como ele acha que deveria. Beyoncé não disse nada, embora tenha deixado subentendido um protesto contra a falta de indicações a artistas negros em categorias que não sejam de artistas negros (rap e R&B). Zayn soltou um palavrão para definir o prêmio. Mas The Weeknd foi incisivo, ao avisar que nunca mais participará do Grammy devido à falta de transparência dos “comitês secretos” que definem os prêmios. A decisão do cantor canadense aconteceu após ele ser completamente esnobado pela Academia. Apesar do sucesso de seu mais recente álbum, “After Hours”, considerado um dos melhores discos do ano passado pela crítica especializada e celebrado nos últimos MTV Music Video Awards e American Music Awards, The Weeknd não foi indicado em nenhuma categoria no Grammy 2021. Vários músicos consideraram o protesto de The Weeknd justo, pois seu disco dominou 2020. Em uma declaração à imprensa, o próprio presidente interino da Academia Fonográfica, Harvey Mason Jr., também se disse surpreso: “Sua música este ano foi excelente, e suas contribuições para a comunidade musical e o mundo em geral são dignas da admiração de todos. Ficamos emocionados quando descobrimos que ele se apresentaria no Super Bowl e adoraríamos tê-lo também no palco do Grammy”. Com seu protesto, The Weeknd resgatou o escândalo por trás da surpreendente demissão de Deborah Dugan, que perdeu o cargo de presidente da Academia em 2020, após fazer várias denúncias internas sobre corrupção e abusos – incluindo sexuais – de membros da instituição. Em sua saída, ela tornou algumas das denúncias públicas, inclusive que os “comitês secretos” mencionados por The Weeknd são formados por pessoas que representam ou têm relacionamentos com os artistas indicados, e que a própria Academia força esses comitês a escolher artistas que gostaria que se apresentassem ao vivo no evento. “Os Grammys continuam corruptos. Vocês devem para mim e para meus fãs uma maior transparência da indústria…”, tuitou The Weeknd. Na época em que os indicados foram revelados sem The Weeknd, em novembro do ano passado, a rapper Nicki Minaj aproveitou para lembrar como as realizações de artistas negros eram ignoradas no evento. “Nunca se esqueçam que o Grammy não me deu o prêmio de Artista Revelação quando eu tinha 7 músicas simultaneamente nas paradas da Billboard e a melhor semana de lançamento que qualquer mulher rapper em uma década, o que inspirou uma geração. Eles deram para o homem branco, Bon Iver”, ela tuitou. Neste domingo, a revista Variety publicou um editorial exigindo mudanças na premiação, intitulado “Hora de consertar o Grammy”. Os problemas, por sinal, não vem de hoje. Houve um escândalo em cada uma das últimas cinco edições da premiação. Em 2018, o então presidente Neil Portnow teve a audácia de dizer que as artistas femininas precisavam “melhorar” para serem mais reconhecidas pela premiação. A culpa, portanto, não seria do machismo dos comitês formados apenas por homens… Tem mais. Neste ano, Fiona Apple, que disputa três prêmios, apontou a hipocrisia da Academia por indicar o produtor Dr. Luke, acusado pela cantora Kesha de abuso, na categoria de Gravação do Ano. Luke produziu o hit “Say So”, de Doja Cat, sob o pseudônimo Tyson Trax. Em conversa com o The Guardian, Fiona lembrou que Kesha foi convidada em 2018 para fazer uma performance da música “Praying”, que é justamente sobre abuso. “Eu fico pensando neles colocando Kesha no palco tipo ‘nós acreditamos em você’, e dois anos depois, a p**** do Tyson Trax. Não queria voltar a usar essa palavra, mas é…”. Além do machismo, a falta de reconhecimento de artistas negros, com a escandalosa omissão de Beyoncé, Jay-Z e Kendrick Lamar dos prêmios principais dos últimos anos, também diz muito sobre a formação dos comitês. Beyoncé, por sinal, já devia ter se tornado há muito tempo a artista mais premiada da Academia, mas costuma ser confinada nas “categorias negras”. Mesmo assim, pode conquistar este recorde neste domingo. Depois do #OscarSoWhite de alguns anos atrás e do #TIMESUPGlobes deste ano, a mídia e os artistas já viram que é possível enquadrar antigas premiações que deixam de refletir seus tempos. Muitos encaram a pressão atual com esperança de mudanças. Mas falta uma campanha insistente como a organizada pela ONG Time’s Up contra o Globo de Ouro, exigindo maior representatividade entre seus eleitores. Falta uma reportagem-denúncia como a do Los Angeles Times, que escancarou os bastidores da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, em inglês) responsável pelos Globos, revelando a falta de integrantes negros e até mesmo de “imprensa” na instituição. Sem isso, dificilmente integrantes da Academia Fonográfica repetirão o mea culpa da HFPA, que se curvou e prometeu mudanças durante sua premiação. Em vez disso, o Grammy pretende oferecer distrações. Muitos shows de artistas populares. Em cinco palcos, com transmissão ao vivo pela TV. E expectativa de grande audiência, para não correr riscos de sofrer pressão também dos patrocinadores. E para mudar o foco, o plano é destacar o impacto econômico causado pela pandemia, com participação simbólica de donos e funcionários de lojas de discos e casas de espetáculos na entrega dos prêmios no palco do evento. Falta saber, ao vivo, se Trevor Noah, geralmente muito politizado, apresentará a cerimônia sem comentar seus bastidores. Ou se os discursos dos vencedores serão todos em homenagem a Deus, empresários, gravadoras e à mãe.

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  • Filme

    Raya e o Último Dragão mantém 1º lugar nos EUA

    14 de março de 2021 /

    “Raya e o Último Dragão” se manteve em 1º lugar pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando US$ 5,5 milhões em 2,1 mil salas. São 100 salas a mais que na semana passada e uma queda de apenas 35% de faturamento em relação à estreia. O desempenho melhor que o esperado reflete a reabertura, em ritmo lento, dos cinemas nos EUA. Mas os valores podiam ser maiores. Além da pandemia, o filme da Disney tem enfrentado boicote de algumas redes de cinema norte-americanas, que se recusam a exibi-lo com preço de lançamento exclusivo, quando também está disponível em streaming. A Warner, que adotou a mesma tática com “Tom & Jerry – O Filme”, 2º lugar nas bilheterias com US$ 4 milhões, aumentou a fatia percentual dos exibidores, mas a Disney não aceitou negociar. Em dez dias, Raya e o Último Dragão” só rendeu US$ 15,8 milhões no mercado interno, menos da metade do que arrecadou no exterior. Somando tudo, a animação tem uma arrecadação global de US$ 52,6 milhões. Além desses valores, entram na conta o aluguel no Disney Plus, o serviço de streaming da empresa, que cobra uma taxa extra de US$ 30 para quem quiser ver o filme online nos EUA. Mas a Disney não revela o quanto isso tem rendido. Os dias de lançamentos simultâneos, porém, podem estar contados. O mercado deve começar a voltar ao normal na próxima semana, após a liberação dos cinemas de Los Angeles, que se juntam aos cinemas recém-abertos de Nova York. Os dois maiores circuitos cinematográficos dos EUA ficaram fechados por praticamente um ano inteiro. Cerca de 50% dos cinemas do país já estão abertos neste fim de semana, de acordo com a Comscore, um grande incremento em relação ao mês passado, quando havia apenas 35% das telas recebiam o público. “O negócio está se recuperando lentamente”, disse Paul Dergarabedian, analista de mídia sênior da Comscore, à revista Variety. “Com a reabertura de grandes cidades como Nova York e Los Angeles, felizmente estamos no limiar do ressurgimento da experiência da tela grande.” Os exibidores agora esperam que a reabertura dos cinemas em Nova York e Los Angeles incentive os estúdios a abandonar os adiamentos consecutivos e os lançamentos simultâneos em streaming. “Viúva Negra” da Disney e “Um Lugar Silencioso – Parte II” da Paramount estão mantendo suas estreias para maio.

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  • Série

    Outlander é renovada para 7ª temporada, em meio à produção do sexto ano

    14 de março de 2021 /

    O canal pago americano Starz anunciou a renovação de “Outlander” para a 7ª temporada. Consistindo novamente de 12 episódios, a temporada será baseada no sétimo dos oito volumes da saga literária da escritora Diana Gabaldon, “Um Eco do Passado” (An Echo in the Bone). A renovação foi anunciada em plena produção do sexto ano da série, que atualmente está sendo gravado na Escócia. A data de retorno ainda não foi determinada devido aos atrasos causados pela pandemia. “A Starz está comprometida em investir em uma narrativa ousada de alta qualidade que amplifique vozes diversas e destaque as mulheres na frente e atrás das câmeras por meio de nossa iniciativa #TakeTheLead”, disse a diretora de originais da Starz, Christina Davis. “A série de sucesso ‘Outlander’ incorpora tudo sobre nossa iniciativa, incluindo uma poderosa personagem principal feminina e uma equipe incrível de contadores de histórias. Estamos ansiosos para acompanhar as aventuras de Claire e Jamie na América durante a Revolução, bem como mais viagens no tempo durante a próxima temporada.” A confirmação da 7ª temporada aponta que série vai adaptar todos os oito livros da “Saga Outlander”, também conhecida pelo nome do primeiro volume, “A Viajante do Tempo”. A trama possui elementos de romance, sci-fi, história e aventura, e acompanha uma enfermeira britânica chamada Claire (Caitriona Balfe), que viaja no tempo ao entrar numa ruína celta, nos anos 1940, e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês, e se apaixona por um jovem rebelde (Sam Heughan) do século 18. A trama vai e volta no tempo, junto com a protagonista, e atualmente encontra o casal morando nos EUA durante a guerra da independência. Após o fim da série, os produtores consideram lançar um spin-off para continuar a franquia, uma vez que “Outlander” se tornou uma das séries mais bem-sucedidas do Starz.

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  • Filme

    Descendentes terá especial animado com casamento de Mal

    14 de março de 2021 /

    O Disney Channel anunciou a produção de um especial animado da franquia “Descendentes”. Chamado em inglês “Descendants: The Royal Wedding”, o desenho vai estrear neste verão norte-americano (nosso inverno). O especial retomará a história do reino de Auradon, onde vivem os personagens das fábulas encantadas da Disney, e apresentará o casamento real entre Mal, a filha da bruxa Malévola, e o Rei Ben, o filho da Bela e da Fera. Os personagens animados serão dublados por seus intérpretes nos telefilmes live-action da franquia, destacando Dove Cameron (Mal), Mitchell Hope (Ben), Sofia Carson (Evie), Booboo Stewart (Jay), Sarah Jeffery (Audrey), Melanie Paxson (Fada Madrinha), China Anne McClain (Uma), Jedidiah Goodacre (Chade), Anna Cathcart (Dizzy), Dan Payne (a Fera), Bobby Moynihan (Dude) e Cheyenne Jackson (Hades). Os produtores resolveram não substituir o falecido Cameron Boyce, que era um dos membros do elenco central, no papel de Carlos, filho de Cruella de Vil, e sua ausência será reconhecida no enredo. Além disso, o jovem ator, que morreu aos 20 anos após uma crise epilética, será homenageado na transmissão. No anúncio do projeto, Gary Marsh, presidente e diretor de criação da televisão com a marca Disney, disse que “Descendents” se tornou uma das maiores franquias de entretenimento do Disney Channel nos últimos seis anos. “Teve o benefício de estrelas imensamente talentosas, e agora damos as boas-vindas a este especial animado do ‘Casamento Real’ que fará a ponte com o público para o que esperamos que seja um novo capítulo de histórias e personagens atraentes de ‘Descendentes’ que ainda estão por vir”, disse Marsh em um comunicado, sugerindo o seguimento das histórias em animação. “Descendentes” já teve uma série animada, que durou duas temporadas (de 2015 a 2017), com as vozes do elenco original. Mas a franquia é mais conhecida por seus três filmes live-action, que servem de continuações aos mais famosos contos de fadas. A história original apresentou os filhos dos heróis e vilões da Disney, a partir do convite para os descendentes dos malvados estudarem com os filhos das princesas e romper a tradição de maldades dos pais.

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  • Série

    Claire Foy vai estrelar minissérie sobre escândalo da aristocracia britânica

    14 de março de 2021 /

    A atriz Claire Foy vai voltar à aristocracia britânica. A intérprete da Rainha Elizabeth II nas duas primeiras temporadas de “The Crown” vai estrelar a minissérie “A Very British Scandal”, uma espécie de sequência temática de “A Very English Scandal”, ao lado de Paul Bettany (o Visão de “WandaVision”). A série de três episódios gira em torno do divórcio do Duque (Bettany) e da Duquesa de Argyll (Foy), um dos casos legais mais notórios, extraordinários e brutais do século 20. O caso dos anos 1960 ficou famoso por incluir acusações de falsificação, roubo, violência, uso de drogas, gravações secretas, suborno e até uma foto Polaroid de sexo explícito. A série examinará como a Duquesa se recusou a sair de cena em silêncio quando foi traída por seus amigos e publicamente envergonhada por uma sociedade que se deleitou com sua queda em desgraça. “A Very British Scandal” é uma coprodução da BBC e da Amazon desenvolvida pela roteirista-produtora Sarah Phelps (“Dublin Murders”) e dirigida pela norueguesa Anne Sewitsky (“Black Mirror”). “Escrever a história da vida de Margaret e os eventos que antecederam e incluíram seu divórcio do duque tem sido um projeto apaixonado para mim desde 1993, quando ouvi seu nome pela primeira vez e comecei a aprender sobre ela”, disse Phelps. “Senti muito fortemente que ela tinha sido punida por ser mulher, por ser visível, por se recusar a recuar e ser uma boa menina e sumir em silêncio. Este drama é minha homenagem a ela. ” Sarah Phelps também assinou “A Very English Scandal” (junto com Russell T. Davies) em 2018, que envolveu outro caso midiático, o assassinato do amante gay (Ben Whishaw) do líder do Partido Liberal Britânico, Jeremy Thorpe (Hugh Grant). Ben Whishaw ganhou o Emmy, o Globo de Ouro e o BAFTA TV pela performance. As gravações acontecerão no Reino Unido ainda este ano.

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  • Etc

    Kids’ Choice 2021 premia velhos conhecidos

    14 de março de 2021 /

    A premiação infantil Kids’ Choice Awards, promovida pelo canal pago Nickelodeon, distribuiu seus troféus para velhos conhecidos do evento, lembrando um replay do ano passado ou retrasado. Até “Stranger Things”, que foi ao ar pela última vez em julho de 2019, levou troféu de Melhor Série em 2021, entre outras figurinhas repetidas. Os principais prêmios entregues na noite de sábado (13/3) foram para “Mulher-Maravilha 1984” (Filme Favorito), “Alexa & Katie” (Série Infantil Favorita), Robert Downey Jr. (Ator Favorito), Millie Bobbie Brown (Atriz Favorita), “Soul” (Animação Favorita), “America’s Got Talent” (Reality Show Favorito), “Bob Esponja Calça Quadrada” (Série Animada Favorita), Anna Kendrick (Dubladora Favorita), Justin Bieber (Cantor Favorito), Ariana Grande (Cantora Favorita) e BTS (Grupo Favorito). Os integrantes da boy band sul-coreana BTS foram, por sinal, os artistas mais premiados da noite, recebendo três troféus zepelim – além do prêmio de Grupo Musical, também venceram as categorias de Canção (“Dynamite”) e Artista Mundial. Outra curiosidade foi o fato de as crianças gostarem tanto de Justin Bieber e Ariana Grande que votaram neles também como Melhor Colaboração (na música “Stuck With U”). É uma relação com pouquíssima renovação em relação aos últimos anos. Apresentada pelo comediante Keenan Thompson, que começou a carreira na Nick (“Kenan e Kel: Dois Caras Muito Doidos”), antes de entrar no “Saturday Night Live”, a cerimônia foi realizada com distanciamento social, mas contou com vários convidados especiais, inclusive a Vice-Presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, que destacou o poder que as crianças têm para moldar positivamente o futuro do mundo. Repleto de surpresas, o evento também promoveu a reunião do elenco de “iCarly”. Miranda Cosgrove, Jerry Trainor e Nathan Kress apresentaram o prêmio de Filme Favorito, numa prévia do revival da série clássica da Nick, que vai voltar na plataforma Paramount+. As aparições notáveis ​​na cerimônia ainda incluíram BTS, Gal Gadot, Addison Rae, Sofía Vergara, David Dobrik, Tiffany Haddish, Anna Kendrick, Dove Cameron, Heidi Klum, Terry Crews, Dixie D’Amelio, Finn Wolfhard, Noah Schnapp , Gaten Matarazzo, Joshua Bassett, Anthony Anderson, Dani & Dannah Lane, Iain Armitage, JoJo Siwa, That Girl Lay Lay, Jules LeBlanc, Jayden Bartels, Gabrielle Nevaeh Green, Darci Lynne e Young Dylan. Na parte musical, o destaque ficou com Justin Bieber, que se juntou ao rapper Quavo para cantar seu sucesso “Intentions” e ainda apresentou com banda seus dois singles recentes, “Hold On” e “Anyone”. O show para as crianças aconteceu um dia antes do Grammy, premiação da indústria fonográfica, do qual Bieber se recusou a participar. Confira a apresentação de Bieber e a relação dos vencedores abaixo. TELEVISÃO Série Infantil Favorita: “Alexa & Katie” Série Favorita: “Stranger Things” Reality Show Favorito: “America’s Got Talent” Série Animada Favorita: “Bob Esponja Calça Quadrada” Atriz Favorita: Millie Bobby Brown Ator Favorito: Jace Norman CINEMA Filme Favorito: “Mulher Maravilha 1984” Atriz Favorita: Millie Bobby Brown Ator Favorito: Robert Downey Jr. Animação Favorita: “Soul” Dubladora Favorita: Anna Kendrick MÚSICA Cantora Favorita: Ariana Grande Cantor Favorito: Justin Bieber Grupo Favorito: BTS Colaboração Favorita: “Stuck With U” – Ariana Grande e Justin Bieber Canção Favorita: “Dynamite” – BTS Artista Mundial Favorito: BTS OUTROS Estrela Social Favorita: Charli D’amelio Astro Social Favorito: James Charles Estrela do Esporte Favorita: Simone Biles Astro de Esporte Favorito: Lebron James Videogame Favorito: “Among Us

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  • Filme

    Kaley Cuoco será Doris Day em minissérie biográfica

    13 de março de 2021 /

    A atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) já tem um novo projeto após o sucesso de sua nova série “The Flight Attendant”, renovada para a 2ª temporada, e da atração animada “Harley Quinn”, sobre a vilã Arlequina, da DC Comics. Ela vai continuar na HBO Max para estrelar uma minissérie biográfica sobre a atriz e cantora Doris Day, a eterna “namoradinha da América”. A produção será baseada no livro de memórias “Doris Day: Her Own Story”, escrito por AE Hotchner em 1976, com base numa série de entrevistas com a loira de voz diáfana, que estrelou várias comédias românticas de sucesso nos anos 1950 e 1960, muitas delas fazendo par com o gay enrustido Rock Hudson – como “Confidências à Meia-Noite”, que lhe rendeu indicação ao Oscar. A obra conta vários detalhes de bastidores de seus filmes e revela dificuldade de sua vida pessoal, sendo considerada uma autobiografia. Cuoco interpretará Day, que morreu aos 97 anos em 2019, após uma carreira repleta de clássicos, além de muitos altos e baixos. Embora seja mais lembrada por comédias e musicais, Doris Day também foi uma loira hitchockiana. E ironicamente lançou sua música de maior sucesso, “Que Sera, Sera”, em “O Homem que Sabia Demais”, de Alfred Hitchcock. Apesar do sucesso, a atriz teve azar no amor. Ela se casou quatro vezes, e seu terceiro marido perdeu todo seu dinheiro, deixando-a endividada quando morreu em 1968. Foi apenas graças a uma nova carreira na televisão, que ela detestava, que evitou a ruína financeira. A estrela também se dedicou à defesa dos direitos animais a partir dos anos 1970, uma causa que Cuoco também compartilha. Além de estrelar, Cuoco também vai produzir a série, via sua produtora Yes, Norman, em parceria com a Berlanti Productions e a Warner Bros. Television. Trata-se da mesma configuração criativa de “The Flight Attendant”.

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  • Série

    Atriz de Sabrina vai estrelar série derivada de The Boys

    13 de março de 2021 /

    Conhecida pelo papel de Roz em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, a atriz Jaz Sinclair foi escalada para protagonizar um projeto derivado de “The Boys”. Jaz Sinclair e Lizze Broadway (“Here and Now”) são os primeiros nomes anunciados no elenco da produção, que ainda não tem título definido. As duas devem viver super-heroínas adolescentes. A produção da Amazon é ambientada em uma faculdade americana exclusiva para jovens super-heróis. O projeto é descrito como uma comédia irreverente que irá explorar os “limites físicos, sexuais e morais dos personagens, enquanto eles competem pelos melhores contratos nas melhores cidades”. O projeto está sendo desenvolvido pelo roteirista Craig Rosenberg (“O Mistério das Duas Irmãs”), que faz parte da equipe de “The Boys”, e contará com produção do showrunner da série principal, Eric Kripke (que também criou “Supernatural”), além da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (criadores de “Preacher”). Embora ainda não tenha sido oficialmente encomendado, o spin-off deve ser confirmado pela Amazon em breve, tendo em vista a repercussão e boa audiência de “The Boys”. Por sinal, a Amazon Studios já começou a gravar a 3ª temporada de “The Boys”, que contará com participação de Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”).

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  • Série

    Lucy Hale vai estrelar minissérie britânica de suspense

    13 de março de 2021 /

    Lucy Hale definiu sua próxima atração televisiva após o cancelamento de “Katy Keene”, na rede The CW, no ano passado. Ela assinou contrato para protagonizar a minissérie britânica de suspense “Ragdoll”. A atração gira em torno da investigação do assassinato de seis pessoas, que foram esquartejadas e costuradas na forma de um corpo grotesco – apelidado de “Ragdoll” (boneca de pano ou de retalhos na tradução). Para complicar, o assassino provoca a polícia enviando uma lista de suas próximas vítimas. E o nome de um dos detetives encarregados do caso, Nathan Rose, é uma delas. Hale vai interpretar a nova recruta da unidade policial, a detetive Emily Baxter. Desenvolvida pelo roteirista-produtor Freddy Syborn (“Fluentes no Amor”), “Ragdoll” é baseada no romance homônimo de Daniel Cole. As gravações estão programadas para começar em abril em Londres para uma estreia ainda este ano. A série irá ao ar no canal pago Alibe no Reino Unido e no AMC nos EUA.

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  • Etc

    China inaugurou mais de 2 mil salas novas de cinema em 2021

    13 de março de 2021 /

    A China construiu mais de 2 mil novas salas de cinema nos primeiros dois meses de 2021, apesar das incertezas que o setor de exibição enfrenta devido à pandemia de covid-19. Os dados foram divulgados pelo departamento de Administração Nacional de Cinema do país. Com isso, a China passa a dispor de 77,769 mil salas de exibição. Não é à toa que o país tem batido recordes de bilheteria mesmo operando com restrições ao funcionamento dos cinemas do país, com a redução das capacidades das salas para manter o distanciamento social. O mercado chinês superou o norte-americano durante a pandemia, no ano passado, tornando-se o maior do mundo. E deve manter essa supremacia nos próximos anos, pois a crise financeira causada pelo fechamento das salas está levando a uma retração no número de cinemas nos EUA. Como comparação, a bilheteria total da China atingiu US$ 2,4 bilhões em fevereiro, muito além dos US$ 145 milhões somados na América do Norte no primeiro trimestre incompleto de 2021.

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  • Série

    Star Trek: Strange New Worlds completa elenco e começa gravações

    13 de março de 2021 /

    A plataforma Paramount+ completou o elenco de sua nova série “Star Trek”. Com as gravações oficialmente em andamento em Toronto, no Canadá, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores com as inclusões de Babs Olusanmokun (“Black Mirror”), Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”), Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps “) e Melissa Navia (“Billions”) à produção. Eles se juntam a Ethan Peck, Anson Mount e Rebecca Romijn, que reprisarão seus papéis da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, respectivamente como Sr. Spock, Capitão Pike e Número 1. “Star Trek: Strange New Worlds” é um spin-off da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e acompanha as aventuras da tripulação original da nave Enterprise, conforme apresentada no piloto da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) em 1964. Criado por Gene Roddenberry, o piloto inicial acabou rejeitado, mas o produtor refez o projeto com outra tripulação e elenco e conseguiu emplacar a série em 1966. Apenas o Sr. Spock foi aproveitado da primeira versão. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”), produtores executivos da série. Goldsman também vai dirigir o capítulo inaugural, que ainda não tem previsão de estreia. Welcome to the #StarTrekFamily! Babs Olusanmokun, @ChrissyChong, Celia Rose Gooding, Jess Bush, and @melissaCnavia will be joining @ansonmount, @ethangpeck, and @rebeccaromijn on the U.S.S. Enterprise in #StarTrekStrangeNewWorlds, coming to @ParamountPlus in the US. pic.twitter.com/Xkc8bXglYB — Star Trek on Paramount+ (@StarTrekOnPPlus) March 12, 2021

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  • Etc,  Série

    Cliff Simon (1962 – 2021)

    13 de março de 2021 /

    O ator Cliff Simon, que ficou conhecido ao interpretar o vilão Ba-al na série “Stargate SG-1”, morreu em um acidente de kiteboard na terça-feira (9/3) na praia de Topanga, em Los Angeles. Sua esposa Collette relatou sua morte em sua página do Facebook neste fim de semana. Nascido na África do Sul, Simon era um jovem atleta que competiu em provas olímpicas de natação, mas acabou seguindo outro caminho ao entrar na Força Aérea sul-africana. Perdendo a época de desenvolvimento esportivo, ele passou a dar aulas de windsurf e esqui aquático atpe se mudar para Paris, onde se tornou dançarino na célebre casa de espetáculos Moulin Rouge. Ele chegou a escrever um livro sobre esta experiência, chamado “Paris Nights: My Year at the Moulin Rouge”. Retornando de Paris, Simon foi escalado para a série sul-africana “Egoli – Place of Gold”. A boa repercussão o fez apostar nessa nova linha de trabalho e se mudar para Los Angeles, nos EUA. Depois de uma participação especial em “Nash Bridges”, ele ganhou o papel de Ba’al em “Stargate SG-1”, permanecendo na série por cinco temporadas. Ele ainda retomou o papel no telefilme “Stargate: Linha do Tempo”, de 2008, além de ter participado de inúmeros episódios de séries semanais, entre elas “Castle”, “NCIS”, “The Americans” e “24 Horas”, geralmente como vilão ou agente de um país inimigo. Seu último trabalho foi como produtor da série documental “Into the Unknown”, do canal pago History.

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