Novo “Jogos Mortais” estreia em 1º lugar nos EUA
A estreia de “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá, arrecadando US$ 8,7 milhões em 2,8 mil cinemas. O valor é similar ao atingido na semana passada pelo lançamento de “Infiltrado”, novo thriller de ação estrelado por Jason Statham, e aponta que o mercado estabilizou em nível baixo. Apesar da vacinação avançada e da liberação do uso de máscaras nos EUA, ainda há cerca de 45% de cinemas fechados na América do Norte, especialmente no Canadá. A situação aflige estúdios que olham para o calendário e veem que em duas semanas tem feriadão com os lançamentos de “Cruella” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Enquanto “Infiltrado” segurou o segundo lugar, com US$ 3,7 milhões em 3 mil telas, os sinais de alerta piscaram forte para o lançamento de “Aqueles que Me Desejam a Morte”, thriller de ação estrelado por Angelina Jolie, que faturou apenas US$ 2,8 milhões em mais salas (3,1 mil) que qualquer outro filme na semana. “Aqueles Que Me Desejam a Morte” estreou simultaneamente na HBO Max, como todos os outros títulos da Warner Bros neste ano, mas ao contrário dos anteriores, como “Godzilla vs Kong” e “Mortal Kombat”, o estúdio não investiu tanto em publicidade. Se dependesse da crítica, o filme dirigido por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) mereceria mais público. Considerado convencional, mas tenso na medida certa para o gênero, o thriller atingiu 64% de aprovação no Rotten Tomatoes. Bem mais que os 39% do novo “Jogos Mortais”, que foi considerado uma oportunidade perdida de reviver a franquia. A maior novidade da semana, entretanto, foi um lançamento que nem apareceu no Top 5, mas representa um acordo inédito entre a Netflix e as salas de cinema para começar a exibir produções feitas para a plataforma nos cinemas dos EUA, uma semana antes da estreia em streaming. Sem a pandemia, esse negócio seria inimaginável, devido o clima de rivalidade do circuito exibidor com as plataformas digitais. A novidade permitiu a estreia de “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, o filme de zumbis de Zack Snyder, em pouco mais de 400 telas. Ainda é pouco, mas muito mais que a dezena de salas que a Netflix costumava mobilizar em suas antigas tentativas de qualificação para o Oscar. Apesar disso, a falta de publicidade não deve ter rendido um estouro de vendas. Só que ninguém sabe ao certo quanto foi a bilheteria, porque a Netflix não liberou a contabilidade, mantendo a obscuridade que cerca seus números também no levantamento da venda de ingressos.
“B Positive” e “The United States of Al” são renovadas
A rede CBS renovou as duas comédias estreantes do produtor Chuck Lorre, “B Positive” e “The United States of Al”, para suas 2ª temporadas. Elas registraram, respectivamente, a média de 4,2 milhões e 5,2 milhões de espectadores em seus episódios inaugurais. “B Positive” foi a primeira estreia da CBS na atual temporada, ainda em novembro do ano passado. Criada pelo co-produtor de “Mom”, Marco Pennette, que se inspirou em experiências pessoais, a série gira em torno de um pai e terapeuta recém-divorciado (Thomas Middleditch, de “Silicon Valley”), que ao precisar de um doador de rim encontra uma candidata improvável (Annaleigh Ashford, de “Masters of Sex”), uma mulher rude de seu passado. Juntos, eles formam um vínculo inesperado e começam uma jornada que muda as suas vidas. “United States of Al” chegou a criar polêmica pela forma como registra seu protagonista, um jovem muçulmano. A premissa da série é o conflito cultural criado pelo reencontro entre Riley, um ex-marine que lutou no Afeganistão, com Awalmir, o intérprete que salvou sua vida e que, por isso, é convidado a vir morar com ele nos EUA. Awalmir, que todos chamam de Al, torna-se o centro das piadas do programa por sua adoração dos EUA e educação tradicional islâmica. Criada por David Goetsch e Maria Ferrari, ex-produtores-roteiristas de “The Big Bang Theory”, a atração destaca Adhir Kalyan (“As Regras do Amor”) como Al, Parker Young (“Enlisted”) como Riley, e também conta com Dean Norris (“Breaking Bad”), Kelli Goss (“O Rancho”), Elizabeth Alderfer (“A.P. Bio”) e a menina Farrah Mackenzie (“Utopia”). As duas séries retornarão com novos episódios no outono norte-americano (nossa primavera), junto com “Young Sheldon” e “Bob Hearts Abishola”, formando o quarteto atual de produções de Lorre, que já foi o rei das comédias da CBS com os sucessos de “Two and a Half Men”, “The Big Bang Theory”, “Mike and Molly” e “Mom”. Esta última finalizou sua trajetória televisiva na quinta-feira (13/5) passada. “B Positive” e “The United States of Al” ainda são inéditas no Brasil. Conheça os trailers das séries abaixo.
“All Rise” e “The Unicorn” são canceladas após duas temporadas
A rede americana CBS cancelou as séries “All Rise” e “The Unicorn”, que não prosseguirão após suas 2ª temporadas. “The Unicorn” exibiu seu último capítulo em março, enquanto “All Rise” tem mais dois episódios inéditos para transmitir antes de sair do ar. Drama judiciário, “All Rise” trazia Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”) como Lola Carmichael, uma juíza novata que muda sua percepção de justiça ao assumir o cargo. Ex-promotora distrital, ela descobre o jogo de interesses políticos que acompanham os julgamentos, tentando se manter isenta diante dos esforços de promotores, defensores públicos, policiais e até outros juízes para influenciar suas decisões. A série foi criada por Greg Spottiswood (das também efêmeras “King” e “Remedy”) e passou por problemas de bastidores, com a demissão do criador e showrunner em março, após denúncias e investigação da produtora Warner Bros. Television sobre seu comportamento na sala de roteiristas. Apesar disso, a produção manteve um público de 4 milhões de espectadores ao vivo em sua temporada final. Criação de Bill Martin e Mike Schiff (roteiristas da série clássica “3rd Rock”), “The Unicorn” era um verdadeiro unicórnio, a única comédia moderna (sem claque) no canal CBS, conhecido por ser o mais antiquado da TV americana. A trama girava em torno de Wade (Walton Goggins, o vilão de “Homem-Formiga e a Vespa”), pai viúvo de duas filhas adolescentes, que decide voltar a namorar com a ajuda de dois casais de amigos. Ele era considerado um unicórnio porque era o tipo de homem que não existe mais: um pai perfeito, que gosta de cozinhar, cuidar da casa, com bom emprego e que teve apenas uma mulher em toda a vida. Sua grande surpresa é saber que essas qualidades, aliadas à timidez e inexperiência com namoro, faziam dele um homem disputado pelas mulheres. A série tinha um dos melhores elencos de comédia da TV americana, incluindo Rob Corddry (“A Ressaca”), Michaela Watkins (“Casual”), Omar Benson Miller (“Ballers”), Maya Lynne Robinson (“The Conners”) e as adolescentes Ruby Jay (“Fancy Nancy”) e Makenzie Moss (“Steve Jobs”). Mas seus 3,6 milhões de espectadores ao vivo não foram considerados suficientes para o canal líder da TV americana.
Eva Wilma (1933-2021)
A atriz Eva Wilma morreu neste sábado (15/5), aos 87 anos, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, em decorrência de um câncer no ovário. Ela estava internada desde o dia 15 de abril, inicialmente para tratar problemas cardíacos e renais, tendo descoberto o câncer apenas há 10 dias. Uma das atrizes mais queridas da TV brasileira, ela completou 70 anos de carreira em setembro passado. A longa jornada artística começou no início dos anos 1950, após chamar a atenção como bailarina clássica e atuar no Teatro de Arena. Sua primeira aparição nas telas foi em 1953, aos 20 anos, como estrela da série “Alô, Doçura”, inspirada no popular seriado americano “I Love Lucy”, que era encenada ao vivo na TV Tupi. A atração, que ficou uma década no ar, era coestrelada por John Herbert, com quem a atriz se casou em 1955. Eva também começou a aparecer no cinema em 1953, a princípio como figurante em comédias da Vera Cruz e da Multifilmes, mas já em dezembro daquele ano foi escalada em seu primeiro papel romântico, em “O Craque”, de José Carlos Burle. Mesmo assim, só virou uma estrela de cinema de primeira grandeza a partir de 1960. Começando por “Cidade Ameaçada” (1960), de Roberto Farias, ela se notabilizou em clássicos de temática urbana, como “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, “A Ilha” (1963), de Walter Hugo Khouri, e “São Paulo SA” (1965), de Luiz Sérgio Person. A Record a escalou em sua primeira novela em 1964, “Prisioneiro de um Sonho”, em que ela interpretou três papéis diferentes. Não foi a única vez que demonstrou seu talento com múltiplos personagens. Nove anos depois, ela estrelou a primeira versão de “Mulheres de Areia” (1973), em que viveu as famosas gêmeas Ruth e Raquel, na Tupi. De fato, bastou a primeira novela para Eva se tornar rainha do gênero, estrelando uma, às vezes até duas novelas por ano, quase interruptamente até os anos 2000. Um de seus desempenhos mais longos, “As Confissões de Penélope”, em que viveu a personagem-título ao lado do marido, durou quase um ano inteiro na Tupi, entre 1969 e 1970. Principal artista da Tupi, ela protagonizou os maiores lançamentos do canal durante a década de 1970 – incluindo ainda “A Revolta dos Anjos” (1972), “Barba Azul” (1974), “A Viagem” (1975), “Roda de Fogo” (1978) e “O Direito de Nascer” (1979). Engajada politicamente, também desafiou a ditadura militar, ao participar da histórica Marcha dos Cem Mil em 1968, e jamais deixou o teatro, fazendo várias peças entre as novelas. O fim da Tupi aconteceu junto com o fim de seu casamento e um breve retorno ao cinema com “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro” (1980). Mas as mudanças no cotidiano não diminuíram seu ritmo. Eva se casou com outro ator, Carlos Zara (1930-2002), e trocou de canal. Sem perder um ano sequer fora das telas, estreou na Globo em 1980, com “Plumas & Paetês”, e não saiu mais. Emplacou um sucesso atrás do outro, marcando época com personagens como a Marquesa D’Anjou, de “Que Rei Sou Eu?” (1989), e a inesquecível vilã Altiva, com seu sotaque nordestino misturado com inglês na fictícia Greenville de “A Indomada” (1997). O maior hiato noveleiro de sua carreira foram os três anos que separaram “Fina Estampa”, em 2012, de “Verdades Secretas”, em 2015, mesmo período que a Globo demorou para chamá-la de volta para uma pequena participação em “O Tempo Não Para”, onde viveu Petra Vaisánen, seu último papel no canal em 2018. Apesar de afastada da telinha, ela não parou. Em setembro, aderiu às lives, apresentando-se dentro de casa com o espetáculo virtual “Eva, a live”, transmitido no YouTube e no Instagram. Mesmo após ser internada, em abril, ainda gravou uma narração para um filme inédito, “As Aparecidas”, de Ivan Feijó, que ainda não tem previsão de lançamento. “Nossa querida Vivinha recebe o derradeiro aplauso, tenho certeza, de todos os profissionais que tiveram o privilégio e a honra de trabalhar com ela”, escreveu Miguel Falabella, num belo tributo nas redes sociais, evocando seu primeiro trabalho profissional com o diva. “A primeira cena que dirigi, na TV Globo, foi com ela e Carlos Zara”, continuou. “Eu estava muito nervoso, era uma externa noturna complicada, com grua, carrinho e uma grande equipe à espera das decisões e dos planos do diretor. Quanta gentileza e generosidade recebi dessa querida colega! Gravamos, no final, uma linda cena e ela me disse que eu jamais me esqueceria de que ela tinha sido a primeira atriz que eu dirigira na televisão. Como poderia eu esquecer? Se as noites na Ilha do Governador eram preenchidas por seu talento nas inesquecíveis tramas da Tupi, onde ela reinou por anos, antes de mudar-se para a Globo. Como esquecer de tão brilhante carreira nos palcos e na tela? Estou com o coração partido e os olhos molhados. Mas estou de pé. E daqui, Eva querida, calejo as minhas mãos num eterno e interminável aplauso. Brava!”.
Criador de “Vikings” prepara série sobre Billy the Kid
O produtor-roteirista Michael Hirst, criador de “Vikings” e “Tudor”, prepara uma nova série de época. Ele fechou com o canal pago Epix, propriedade da MGM, uma produção centrada na vida de Billy the Kid, o famoso pistoleiro adolescente do Velho Oeste. A série é descrita como uma aventura romântica épica baseada na vida de Billy the Kid, também conhecido como William H. Bonney – de suas humildes raízes irlandesas e seus primeiros dias como cowboy na fronteira americana, até seu papel fundamental na Guerra do Condado de Lincoln e a morte num duelo com o xerife Pat Garrett. O papel principal será interpretado pelo jovem ator britânico Tom Blyth, que está no vindouro drama histórico “Benediction”, escrito e dirigido por Terence Davies (“O Fim de um Longo Dia”). “Billy the Kid é um dos bandidos mais famosos, fascinantes, desconhecidos, complexos, contraditórios e belos de toda a história do oeste americano”, disse Hirst, em comunicado sobre o projeto. O cineasta Otto Bathurst (“Robin Hood: A Origem”) deve dirigir os dois primeiros episódios da série, que terá oito episódios em sua 1ª temporada.
Gillian Anderson será mãe de Elle Fanning na série “The Great”
A atriz Gillian Anderson vai dar sequência à sua fase de interpretar mulheres poderosas. Depois de viver a Primeira Ministra Margaret Thatcher em “The Crown”, ela será Joanna, a mãe da imperatriz russa Catarina (ou Catherine, em inguês) na 2ª temporada da série “The Great”. Na série, Joanna é descrita como uma socialite glamorosa conhecida como “mestre do casamento” por sua habilidade de arranjar matrimônios poderosos para suas filhas. Depois de ouvir rumores sobre o golpe da filha, ela viaja para a Rússia para ver por si mesma. Embora seja uma mãe amorosa e Catarina e a ame, Joanna também pode ter motivos mais sinistros por trás da viagem. Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) tem o papel da imperatriz Catarina II, que ficou conhecida pela História como “A Grande” pelas realizações de seu reinado, que durou de 1762 a 1796. A trama se passa antes de sua ascensão, mostrando-a como “uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. O elenco também destaca Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) como o czar Pedro III, imperador da Rússia. A série da Hulu se diferencia de outras produções similares pelo tom de humor irônico que é marca de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre uma monarca do século 18.
Miley Cyrus fecha contrato para especiais e criação de conteúdo com a NBCUniversal
Miley Cyrus fechou um contrato amplo de desenvolvimento e talento com a NBCUniversal para projetos potenciais em conteúdo com e sem script para todo o portfólio de TV e streaming de entretenimento da empresa – que inclui a rede NBC, os canais pagos Bravo, E!, Oxygen, SyFy, Universal Kids, USA Network e a plataforma Peacock. O acordo inclui o compromisso de realização de três especiais de Miley. O primeiro será “Stand By You”, um concerto especial do Orgulho LGBTQIA+ exclusivo para a Peacock. O especial de uma hora, filmado em Nashville, traz a cantora apresentando seus sucessos e versões de rock clássicos. “Há anos tenho um relacionamento incrível e duradouro com a NBC!”, disse a artista em um comunicado. “Muitos momentos memoráveis em minha carreira foram compartilhados e apoiados pela NBCU! Isso parece uma progressão natural e estou ansiosa para criar conteúdo que amamos e espero que todos amem também!” “Miley é a verdadeira definição de uma superestrela com vários hifenatos e seu especial do Orgulho, ‘Stand By You’, no Peacock, é a maneira perfeita de dar início a essa parceria incrível”, disse Susan Rovner, Presidente de Conteúdo de Entretenimento da NBCUniversal Television e Streaming. “As possibilidades criativas para Miley em nosso portfólio são literalmente infinitas e mal podemos esperar para colaborar em projetos incríveis em vários gêneros com ela.”
Samantha Schmütz detona famosos que fizeram festa no Copacabana Palace
A comediante Samantha Schmütz está indignada com a festa que aconteceu no Copacabana Palace na noite desta sexta-feira (14/5) e que reuniu pelo menos 500 convidados, dentre eles diversos famosos que prestaram homenagens a Paulo Gustavo após sua morte. “No reino da hipocrisia! Não adianta postar homenagem pro Paulo Gustavo e participar de festa com 500 pessoas”, ela disparou. Entre os artistas que participaram do evento estão Alexandre Pires, Gusttavo Lima, Mumuzinho, Dudu Nobre e Ludmilla, flagrados em registros divulgados pelo público nas redes sociais. A atriz, que foi parceira de Paulo Gustavo no “Vai que Cola”, printou as homenagens que cada um dos famosos da festa fizeram ao astro de “Minha Mãe é uma Peça”, morto por complicações da covid-19, inclusive da promoter Carol Sampaio, que foi responsável por ter assinado a lista dos convidados. Após o post viralizar nas redes sociais, ela apagou o Story. Mas a fúria se espalhou e contagiou vários internautas, que apoiaram a cobrança, num misto de denúncia e decepção com os ídolos. Veja abaixo. Na prática, a infração, considerada “gravíssima” pela Prefeitura do Rio, teve poucas consequências. O hotel Copacabana Palace foi multado em apenas R$ 15.466,81 pela Secretaria de Ordem Pública (Seop), bem menos que a fortuna dispendida para o evento (supostamente aniversário de um poderoso bicheiro carioca), e interditado para realização de festas por um período curto: 10 dias, a contar deste sábado (15/5). A Samantha Schmutz segue representando a indignação do brasileiro diante dessa hipocrisia absurda dos famosos que fazem textão de manhã e à noite participam de festas clandestinas https://t.co/4H7Fw9KRF8 — Lucas (@lucasmouraa) May 15, 2021 Samantha Schmutz não tá errada nao, gente. Primeiro, porque cada um lida com o luto de uma forma diferente. Segundo que, não adianta postar homenagem pra amigo que faleceu por causa de COVID e ir lá fazer showzinho e aglomerar como se não houvesse doença alguma, né? — Instagram: @caroliniee (@__carolinie) May 15, 2021 a samantha schmutz ta metralhando tudo e todos nos stories e eu to adorando. cada dia amando mais esta mulher kkkkkk pic.twitter.com/fWqJwoZTpG — isa; (@anistxwn) May 15, 2021 ah vai pra PORRA espero que a samantha schmutz coma o cu desse povo que paga de solidario na internet e vai cantar em festa assim que odio https://t.co/bEbs36RP9X — manu 🌱 (@swiftievegana) May 15, 2021
Úrsula Coberó revela fotos dos bastidores da última temporada de “La Casa de Papel”
Depois que a Netflix anunciou o fim das gravações da 5ª e última parte de “La Casa de Papel”, a atriz Úrsula Coberó, que dá vida à Tóquio, publicou várias fotos de bastidores da produção em seu Instagram, em clima de despedida. “Fim de uma etapa. Que viagem. Vou sentir muitas saudades dos meus parceiros. Obrigada a todos por tudo, espero que a 5ª temporada esteja do nível que vocês merecem. O que vocês nos deram é grandioso. Jarana forever”, ela escreveu, citando o grito de guerra de Tóquio, ao lado de uma galeria de imagens. Os 10 episódios derradeiros foram gravados na Espanha, em Portugal e na Dinamarca e, segundo a Netflix, estreiam “em breve”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Úrsula Corberó 🐣 (@ursulolita)
ABC renova cinco séries, incluindo “The Goldbergs” e “A Million Little Things”
A rede ABC anunciou as renovações de cinco séries de sua programação, quatro delas veteranas e bem conhecidas. A mais antiga, “The Goldbergs” foi renovada para sua 9ª temporada. Exibida no Brasil pelo Comedy Central, a comédia é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, mas se ABC a renovar mais uma vez vai durar mais que a própria década. Apesar de seguir, a série sofreu uma grande perda em março passado, com a morte de George Segal, intérprete do vovô. O último episódio que ele gravou foi ao ar em 7 de abril. “The Conners” vai para sua 4ª temporada, após surgir como alternativa ao cancelamento de “Roseanne”, após uma explosão pública de racismo da comediante Roseanne Barr. Inédita por aqui, a série é basicamente “Roseanne” sem a personagem-título. A continuidade era esperada após os quatro principais membros do elenco, Sara Gilbert (que também é produtora executiva), John Goodman, Laurie Metcalf e Lecy Goranson, fecharem novos contratos para retornar na próxima temporada. Comandada pelo showrunner Bruce Helford, a atração é a comédia número 1 da ABC nesta temporada, com 4,7 milhões de espectadores ao vivo. “The Rookie” também segue para a 4ª temporada. Criada por Alexi Hawley, a série estrelada por Nathan Fillion (“Castle”) como o novato mais velho do Departamento de Polícia de Los Angeles é vista por 6,14 milhões ao vivo e chega a quase 10 milhões de espectadores com o streaming. No Brasil, ela é exibida pelo canal Universal. Igualmente renovada para a 4ª temporada, “A Million Little Things” vai continuar o drama dos amigos de um suicida, que se conectam para se fortalecer e continuar suas vidas. Com um elenco grandioso e eclético, a série de D.J. Nash é estrelada por James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”), Romany Malco (“Weeds”), Grace Park (“Hawaii Five-0”), Allison Miller (“Terra Nova”), Christina Marie Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”), Lizzy Greene (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”), Floriana Lima (“Supergirl”) e Ron Livingston (“Search Party”) como o amigo suicida. A série tem só 2,8 milhões de espectadores ao vivo, mas com streaming chega a 8,8 milhões. Por aqui, ela só está disponível em streaming, na Globoplay. Por fim, a mais nova, “Home Economics”, lançada há apenas um mês, foi renovada para sua 2ª temporada. A produção marca a volta de Topher Grace aos sitcoms, após se tornar conhecido como o protagonista de “That ’70s Show” (1998–2006). Inspirado nas experiências da vida real do escritor e produtor executivo Michael Colton, a trama acompanha os relacionamentos incômodos, mas comoventes, de três irmãos em situações muito diferentes: um podre de rico, um classe média e uma terceira que se vira como pode. Jimmy Tatro (“American Vandal”) e Caitlin McGee (“Bluff City Law”) completam o trio de irmãos com Topher Grace, que na trama ainda é casado com a personagem de Karla Souza (“How to Get Away with Murder”).
“Rebel” e “Call Your Mother” são canceladas na 1ª temporada
A rede ABC cancelou as séries “Call Your Mother” e “Rebel” em suas temporadas inaugurais. A notícia chega uma semana antes da comédia “Call Your Mother” encerrar a exibição de seus 13 episódios produzidos, mas encontra o drama “Rebel” com apenas cinco episódios transmitidos. Ambas eram estreladas por atrizes com mais de 55 anos de idade. O fracasso de “Rebel” impressiona ainda mais pela equipe envolvida em sua produção. Desenvolvida pela poderosa produtora-roteirista Krista Vernoff (showrunner de “Grey’s Anatomy”) e estrelada por Katey Sagal (de “Sons of Anarchy”) e Andy Garcia (“O Poderoso Chefão 3”), a série era baseada na vida da ativista jurídica Erin Brockovich, que já tinha virado um filme de sucesso protagonizado por Julia Roberts há 20 anos. A série incluía a própria Brokovich entre seus produtores, mas cometeu o equívoco básico de batizar a personagem principal com outro nome. A trama seguia Annie “Rebel” Bello (Sagal), uma defensora jurídica sem diploma de Direito que se dedica a ajudar oprimidos em processos contra o sistema. Só que mesmo como Rebel, a personagem era basicamente Erin: engraçada, bagunceira, brilhante, destemida e profundamente preocupada com as causas pelas quais lutava e as pessoas que ama. “Rebel” foi a primeira criação de Vernoff na ABC, após comandar por anos as séries de maior audiência do canal, “Grey’s Anatomy” e “Station 19” – criações de Shonda Rhimes e Stacy McKee. “Call Your Mother”, por sua vez, era uma sitcom sobre uma família disfuncional encabeçada por Kyra Sedgwick – numa mudança radical de gênero, após estrelar por sete anos a série policial “The Closer” (2005-2012) no canal pago TNT. Criada por Kari Lizer (“The New Adventures of Old Christine”), a trama girava em torno de Jean Raines (Sedgwick), uma mãe que subitamente percebe que acabou sozinha enquanto seus filhos vivem a melhor fase de suas vidas a milhares de quilômetros de distância. Inconformada, ela decide viajar para Los Angeles e se reinserir em suas vidas, enquanto os filhos adultos relutantemente percebem que podem precisar mais dela do que pensavam. Além de Sedgwick, o elenco também incluía Rachel Sennott (“Shiva Baby”) e Joey Bragg (“Liv e Maddie”) como os filhos, além do australiano Patrick Brammall (“Glitch”), a dançarina Emma Caymares (“Fosse/Verdon”) e Austin Crute (“Daybreak”). As duas séries eram inéditas no Brasil, mas “Rebel” deveria chegar neste ano pela plataforma Star+. Veja os trailers abaixo.
“For Life” é cancelada após duas temporadas
A rede ABC cancelou “For Life” ao final de sua 2ª temporada, que foi ao ar em fevereiro passado. A decisão foi uma reviravolta completa em relação ao primeiro ano de produção, que encontrou grande repercussão na TV americana. Criada por Hank Steinberg (criador de “The Last Ship”) e produzida pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”), a série teve sua trama valorizada pelo contexto racial, após a morte de George Floyd, que desencadeou protestos em massa e abriu discussões profundas sobre racismo estrutural e justiça social. O drama jurídico é inspirado em outra história real: de Issac Wright Jr., que foi injustamente condenado como chefão das drogas, mas teve sua condenação revertida enquanto estava na prisão e se tornou um advogado licenciado. A versão televisiva dessa história trazia Nicholas Pinnock (“Counterpart”) como Aaron Wallace, um inocente condenado injustamente, que estuda para se tornar advogado na prisão e passa a defender casos de outros presos, enquanto se esforça para anular sua própria sentença por um crime que não cometeu, voltar à família que ama – sua esposa e filha – e recuperar a vida que lhe foi roubada. Graças à repercussão inicial, a Sony Pictures, que coproduz a série com a ABC Signature, avisou que tentará continuar a série em streaming. Seu alvo inicial é a plataforma Hulu, onde “For Life” tem se saído bem – em contraste com o fraco desempenho da TV aberta, onde registra a pior audiência da ABC em 2021. “Para aqueles que estão desapontados, há esperança”, tuitou o astro da série, Nicholas Pinnock. Além de Pinnock, o bom elenco da atração incluía Indira Varma (“Game of Thrones”), Joy Bryant (“Parenthood”), Dorian Missick (“Luke Cage”), Tyla Harris (“Six”) e Mary Stuart Masterson (ainda hoje lembrada pelos clássicos “Tomates Verdes Fritos” e “Alguém Muito Especial”). No Brasil, “For Life” é disponibilizada pela Paramount+.
“American Housewife” é cancelada após escândalo de bastidores
A longa lista de cortes da ABC trouxe uma amarga surpresa para os fãs e equipe de “American Housewife” – também conhecida com o nome “Bela, Recatada e do Lar” no Brasil. A série não vai voltar após o final da 5ª temporada em março passado. Trata-se do cancelamento de maior público da ABC, com praticamente 3 milhões de espectadores ao vivo, e acontece logo após a série atingir a marca de 100 episódios produzidos – um número mágico para contratos de reprises. O final da série pode ter acontecido por motivos alheios à sua audiência. Criada por Sarah Dunn (roteirista de “Spin City” e “Bunheads”), a atração trazia Katy Mixon (“Mike & Molly”) como a protagonista Katie, uma mulher confiante, mãe de três filhos, que cria sua família cheia de defeitos na rica cidade de Westport, Connecticut, um lugar repleto de mães perfeitas e filhos lindos. Ela releva seus mais profundos pensamentos sem qualquer filtro (em voiceover) enquanto leva sua vida como a segunda dona de casa mais gorda da região. No elenco, também estavam Diedrich Bader (série “The Drew Carey Show”), Daniel DiMaggio (o jovem Kal-El, de “Supergirl”), Meg Donnelly (“Z-O-M-B-I-E-S”), Julia Butters (série “Transparent”), Ali Wong (“Selvagens”) e a atriz da Broadway Carly Hughes, única integrante negra, que deixou a série no ano passado criando um escândalo ao denunciar “ambiente tóxico” em seus bastidores. Em comunicado, o estúdio ABC Signature, que produz a série, disse ter investigado as alegações de Hughes e feito “mudanças positivas” após as denúncias. Como resultado, a criadora Sarah Dunn foi afastada as gravações, o produtor Mark J. Greenberg suspenso e os showrunners Kenny Schwartz e Rick Wiener precisaram fazer treinamento de sensibilidade. Sem mencionar a polêmica, os atores remanescentes foram às redes sociais nas últimas horas postar emojis de choro e agradecer aos colegas e ao público pela audiência. Sorry to say that #AmericanHousewife will not be returning for another seasonIt was an absolute honor to work w the entire cast (new&original) the crew and the writers and i want to thank our fans for all your support over the yearsI’ll miss playing GregHe was a sweet man❤️✌🏼 — Diedrich Bader (@bader_diedrich) May 14, 2021 can’t even think of words right now at all. guess for now, i want to thank all of u 4 watching, even w our endless time slot switches 😭 everyday on set of #AmericanHousewife was pure magic. i can’t fathom i won’t be going home to Stage 23 anymore. we love you so much. thank you. — meg donnelly (@ImMegDonnelly) May 14, 2021












