Batwoman: Ruby Rose diz que alergia a tirou da série
A atriz Ruby Rose finalmente deu uma explicação para seu abandono do papel de Kate Kane e saída do elenco de “Batwoman” ao final da 1ª temporada. Em entrevista ao “Kyle and Jackie O Show”, ela afirmou que era alérgica ao látex da máscara da heroína. “Eu descobri que era alérgica ao látex. Eu estava ficando cada vez pior, porque à medida que você tem mais contato com ele, acho que você obtém mais reações. Tirei a máscara no final e meu rosto ficou só com urticária. Minha garganta estava toda machucada. Era como se saísse de um filme de terror”, afirmou a atriz. Foi a própria Rose que anunciou sua saída em maio de 2020, afirmando que a iniciativa era dela, mas sem entrar em detalhes. Na época, circularam várias versões sobre o motivo da decisão repentina, desde problemas de saúde até dificuldades de relacionamento nos bastidores. Logo que começou a gravar a série, ela decidiu dispensar dublês para as cenas de ação. Mas nos primeiros dias sofreu um acidente que a fez passar por uma cirurgia na coluna e correr risco de ficar paraplégica. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, também revelaram que ela “não estava feliz trabalhando na série”. A atriz não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para a produção de uma série. Com a saída da atriz, a produção decidiu introduzir outra personagem, Ryan Wilder, interpretada por Javicia Leslie, que assumiu o traje da Batwoman na 2ª temporada. Apesar disso, a história de Kate Kane continuou e, a partir da metade da temporada, a atriz Wallis Day foi apresentada como nova intérprete da Batwoman original – que na trama sofre um acidente desfigurador e precisa passar por cirurgia plástica radical. A escalação de Wallis Day tinha objetivo de explicar porque Kate Kane tinha sumido repentinamente, mas a atriz fez tanto sucesso no papel que, embora tenha se despedido na season finale, pode voltar na 3ª temporada.
Chucky: Teaser anuncia data de estreia da série do Brinquedo Assassino
O canal pago americano Syfy divulgou o pôster e um teaser de “Chucky”, série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”, que mostra rapidamente como o personagem-título encontra suas novas vítimas, além de revelar a data de estreia da atração. A versão seriada de “Chucky” foi criada por Don Mancini, criador do personagem. Ele escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar a franquia, tendo assinado seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Um detalhe que pode ser conferido na prévia é que a série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker) e exibido em 2019 nos cinemas – por sinal, a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” vai estrear na véspera do Halloween, em 12 de outubro nos EUA, mas ainda não tem previsão de exibição no Brasil.
“Os Simpsons” previu viagem espacial de Richard Branson
“Os Simpsons” acertou novamente. As misteriosas habilidades proféticas da série animada foram reafirmadas em 11 de julho, quando o fundador da Virgin Galactic, Richard Branson, fez sua viagem inaugural ao espaço. A jornada de Branson aconteceu só com sete anos de atraso, em relação à previsão da animação da Fox, que mostrou Brando indo ao espaço num episódio de março de 2014. Intitulado “The War of Art”, o capítulo trazia o falsificador de arte Klaus Ziegler (dublado pelo falecido Max von Sydow) se vangloriando de seu trabalho para Lisa Simpson (Yeardley Smith). Branson era visto como exemplo em seguida, admirando uma pintura do falsificador, enquanto flutuava no interior de uma nave espacial. A expedição especial do bilionário é apenas um dos muitos acontecimentos do mundo real antecipados em episódios de “Os Simpsons” durante seus mais de 30 anos no ar. Entre outros acertos, a série foi a primeira a prever que Donald Trump viraria presidente e que o Brasil perderia para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014.
Disney lança sua primeira música romântica LGBTQIAP+
O episódio de “High School Musical: A Série: O Musical” disponibilizado nesta sexta (16/7) na Disney+ entrou para a História por apresentar a primeira música romântica LGBTQIAP+ já produzida pela Disney. Intitulada “In a Heartbeat”, a música é cantada por Frankie Rodrigues, intérprete de Carlos na atração, para seu namorado vivido por Joe Serafini, que escuta a declaração de amor em êxtase. Em entrevista para a revista americana Entertainment Weekly, os atores comentaram o que a canção representa para eles e para os fãs. “É incrível e obviamente é tão necessário. O fato de sermos aquela representação que não conseguimos ver crescendo, em uma plataforma como a Disney com uma franquia popular, significa muito. Definitivamente vemos a resposta, especialmente nas redes sociais, de crianças que chegaram e disseram: ‘Seus personagens me deram confiança para ser eu mesmo’ ou ‘Seus personagens me deram confiança para assumir’. Essas são decisões importantes que mudam a vida das pessoas e, por isso, é muito especial fazer parte da jornada de alguém dessa forma”, afirmou Frankie. Serafini completou: “É muito importante ter pessoas para quem olhar, especialmente se você estiver em uma situação ou ambiente que talvez seja menos receptivo, para ver que, se estou sentindo esses sentimentos, outras pessoas também estão e há esperança. Há alguém para quem olhar. Vai ficar tudo bem e, com sorte, vai melhorar.” Confira abaixo um trecho da canção, divulgado pela Disney.
Cachorros de Tilda Swinton vencem a Palma Canina do Festival de Cannes
A atriz Tilda Swinton vai levar um prêmio inusitado do Festival de Cannes 2021 para casa. Ela recebeu a Palma Canina em nome de Dora, Rosie e Snowbear, seus três cães da raça springer spaniel. A Palm Dog é uma premiação independente que destaca todos os anos a melhor atuação canina do festival francês. Os cães de Swinton “atuaram” junto com sua dona no filme “The Souvenir Part II”, de Joanna Hogg, apresentado na seção paralela Quinzena de Realizadores. O filme é continuação de “The Souvenir”, premiado em 2019 nos festivais de Sundance e Londres. “Vão ficar muito orgulhosos!”, disse a atriz britânica como “representante” dos cachorros, que ficaram em sua casa na Escócia. “The Souvenir Part II” não é a primeira incursão dos cachorros da atriz nas artes dramáticas. Eles já protagonizaram até sua própria produção. Em 2018, Swinton dirigiu um vídeo de 6 minutos estrelado pelos astros caninos ao som de uma composição erudita de Handel. Além deles, o júri da Palm Dog também destacou o trabalho da cadela Sophie em “Red Rocket, de Sean Baker, e do cachorro pastor Panda em “Lamb”, de Valdimar Jóhannsson. Os dois diretores estiveram presentes para receber os prêmios. Entre os vencedores mais famosos da Palma Canina, vale lembrar de Uggie, o cachorro da raça Jack Russell que roubou o coração do público no filme vencedor do Oscar “O Artista” (2011), e o pitbull de Quentin Tarantino, que aparece em “Era uma vez em… Hollywood” (2019).
Eleitores do Globo de Ouro são proibidos de aceitar presentes
O comitê responsável por mudanças na Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) proibiu seus membros de aceitar presentes e viagens de estúdios de Hollywood. A iniciativa é parte das mudanças que visam recuperar o prestígio do Globo de Ouro, evento realizado pela HFPA, que após sofrer denúncias de racismo e falta de ética profissional, teve sua edição de 2022 cancelada pela rede NBC. Após uma seleção controvertida de indicados ao Globo de Ouro deste ano, que ignorou os principais títulos de temática racial, o jornal Los Angeles Times descobriu e denunciou que o grupo, formado por cerca de 80 jornalistas estrangeiros que trabalham em Los Angeles, não incluía nenhum negro. Também sugeriu que uma viagem a Paris com tudo pago teria influenciado a inclusão de “Emily in Paris” na disputa de Melhor Série de Comédia. Além disso, os integrantes do grupo são acusados de ter comportamento sexista e usar o prestígio do Globo de Ouro para obter vantagens e acesso privilegiado aos astros da indústria cinematográfica americana. Sob ameaças de boicotes de produtores e artistas, a HFPA decidiu fazer um esforço para aumentar sua diversidade e transparência. Após propostas para aumentar a integração racial entre seus membros, agora o comitê prepara regras para aprimorar a ética da entidade. “A HFPA continua dedicada à mudança transformadora que descreveu em seu plano de reforma e cronograma de maio”, afirmou o comitê em um comunicado. “Ontem, a organização estabeleceu novas pautas-chave para avançar com a reforma.” De acordo com as “novas políticas envolvendo presentes, viagens e conflito de interesses”, os membros da HFPA “não podem aceitar materiais promocionais ou outros presentes de estúdios, publicitários, atores, diretores ou outras pessoas ligadas a filmes e programas de TV”. Entre as reformas aprovadas, a organização criou uma linha direta para receber denúncias (que serão investigadas por um grupo independente), aprovou um novo código de conduta e contratou assessores de diversidade, igualdade e inclusão. “Continuaremos atualizando a indústria sobre o nosso avanço, à medida que votarmos novos estatutos, que irão criar uma organização inclusiva, diversa e responsável, da qual nossos membros, partes interessadas e parceiros se orgulhem”, acrescentou a HFPA.
Jason Sudeikis aproveita “Ted Lasso” para apoiar jogadores vítimas de racismo
Série mais premiada da Apple TV+, “Ted Lasso” acompanha um técnico de futebol americano nos bastidores fictícios de um time de futebol inglês. Mas se o personagem-título é completamente alienado em relação àquilo que ele chama de “soccer”, seu intérprete, Jason Sudeikis, demonstrou estar muito atento aos meandros do esporte, ao desfilar no tapete vermelho da première da 2ª temporada da série com um traje bastante representativo. No evento realizado no Pacific Design Center em Los Angeles, na noite de quinta (15/7), Sudeikis ostentou uma camisa preta com os nomes de três jogadores negros da seleção de futebol da Inglaterra que se tornaram alvo de uma campanha racista nas redes sociais, após a final da Eurocopa vencida pela Itália. Nesta sexta (16/7), ele reforçou a mensagem em seu Instagram. Veja abaixo. Quando Bukayo Saka, Marcus Rashford e Jadon Sancho perderam seus pênaltis no domingo passado (11/7), durante a decisão, foram imediatamente inundados com insultos racistas nas redes sociais. A camiseta de Sudeikis rendeu grande repercussão. E maior visibilidade ainda para “Ted Lasso”, que na terça-feira (13/7) foi indicada para 20 prêmios Emmy, batendo o recorde de nomeações para um série estreante em todos os tempos. A 2ª temporada estreia na sexta que vem (23/7). O caso de Saka, Rashford e Sancho se tornou um escândalo nacional no Reino Unido, após o Facebook permitir a multiplicação de ofensas, com emojis de macacos e bananas, no Instagram. A repórter Cristina Criddle, que escreve sobre tecnologia para a BBC, usou o Twitter para expor a resposta que recebeu ao denunciar ataques racistas na página do jogador Bukayo Saka no Instagram. “Devido ao grande volume de denúncias que estamos recebendo, nosso time de revisão de denúncias não pode revisar a sua denúncia ainda. Contudo, nossa tecnologia detectou que este comentário provavelmente não fere as regras da comunidade”, dizia o comunicado. Na quarta, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, foi a público assumir o erro da plataforma. Um dos visados, o jovem Marcus Rashford, de apenas 21 anos, é considerado um ídolo nacional por liderar uma campanha para prover alimentos para as crianças durante o lockdown do coronavírus no Reino Unido. A polícia inglesa já começou a agir e prendeu quatro pessoas por racismo na quinta-feira. Enquanto isso, o parlamento britânico debate como impedir que ataques semelhantes continuem acontecendo nas redes sociais. Uma das propostas, sugerida pelo jogador do time inglês Arsenal e da seleção brasileira Willian Borges da Silva, é a obrigatoriedade da identificação documental dos usuários das plataformas. A ideia já apareceu em debates no Brasil e foi rechaçada por bolsonaristas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jason Sudeikis (@jason_sudeikis)
Normani sensualiza em clipe quente com Cardi B
A cantora Normani liberou “Wild Side”, seu terceiro clipe desde o fim não oficial do grupo Fifth Harmony. E o lançamento definitivamente é mais quente que as insinuações românticas daquela banda. O vídeo deixa claro suas intenções já na primeira cena, com close na intimidade da artista. Mais adiante, Normani faz demonstrações de encaixe lésbico nela mesma (via dublê e efeitos visuais). E chega à apoteose num dueto completamente nu com Cardi B. “Wild Side” é o sucessor de “Motivation” e “Waves”, que apresentou o trabalho solo de Normani aos fãs em 2019. Mas desde então ela apareceu no furor sexual do single “WAP”, primeira parceria com Cardi B, cujo clipe foi visto mais de 400 milhões de vezes no YouTube. “Eu já estava ensaiando por três meses para o clipe quando Cardi ouviu ‘Wild Side’ pela primeira vez. Ela realmente me ajudou nessa, deu vida à música, simplesmente fazendo o que faz de melhor. Eu amo esta mulher, e sempre serei grata”, elogiou Normani em comunicado.
Doritos apresenta microdocumentário da drag queen indígena Uýra Sodoma
A marca alimentícia Doritos lançou nesta sexta (16/7), em celebração ao Dia Internacional da Drag Queen, um microdocumentário sobre o trabalho da bióloga, educadora e artista visual indígena Uýra Sodoma. Em vídeo nas redes sociais dos salgadinhos, ela explica como sua expressão artística reflete o mundo ao seu redor, transformando-se em arte viva que questiona o que é “natural”. Também conhecida como Uýra, a Árvore que Anda, a artista chamou atenção por viajar por comunidades fluviais da Amazônia levando conscientização por meio da personagem, que foi vencedora da edição manauara do concurso de drag queens Rival Rebolado, em 2017. Juntando lutas ambientais e LGBTQIAP+, ela está atualmente se apresentando na Europa, em residência artística na Áustria no projeto “Resurgences of Amazonia!” e performances no Museo d’Arte Contemporanea, na Itália. Seus corpos são artes, um show de cores e vivacidade que encanta. E, celebrando o Dia Internacional da Drag Queen, convidamos a bióloga, educadora e artista visual indígena UÝRA Sodoma para nos contar sobre a ligação entre a sua expressão e visão de mundo. 🌈✨ pic.twitter.com/aqslgV6tB7 — Doritos® (@doritosbrasil) July 16, 2021
Nando Reis vira personagem do “Mundo Bita”
O cantor Nando Reis, ex-Titãs, vai aparecer animado e cantando na próxima temporada da série “Mundo Bita”. “Fui convidado por essa turminha a mergulhar no mundo deles e fazer um som! Fiquem ligados na próxima temporada”, anunciou o artista em seu Instagram. A participação especial vai acontecer num episódio previsto para ir ao ar em 6 de agosto no Youtube. Nando vai cantar uma música chamada “O Morcego (Me Perdoe a Hora)”, parceira criativa com Chaps Melo, criador dos personagens e responsável pelas músicas de “Mundo Bita”. Em comunicado, Nando contou que conheceu o fenômeno infantil através da netinha Gal, de 3 anos. “Eu estou exultante com esse lançamento! Agora faço parte de um desenho animado presente no imaginário das crianças. A Gal vai pirar quando vir o vô no desenho”. Desenvolvida pela produtora pernambucana Mr. Plot, “Mundo Bita” é uma animação essencialmente musical e educativa, que ensina crianças por meio de canções sobre preservação da natureza, criação dos filhos e até questões atualíssimas, como igualdade de direitos para meninos e meninas e inclusão de deficientes físicos. Com tramas ambientadas num mundo circense, a série surgiu em aplicativos e DVDs, antes de fazer sucesso no YouTube, na Netflix e no Discovery Kids. A músicas também são lançadas em discos. E um desses discos, “Bita e a Natureza”, foi indicado ao Grammy Latino como Melhor Álbum Infantil no ano passado. Além disso, as gravações fazem muito sucesso no Spotify. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nando Reis (@nandoreis)
“Y: O Último Homem” ganha primeiro teaser
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “Y: The Last Man”. Sem imagens da atração, a prévia explica, via animação, a premissa da série, baseada num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics), lançados no Brasil como “Y: O Último Homem”. A história vencedora de cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções num mundo onde só restaram fêmeas de todas as espécies. O processo da adaptação foi longo. Tudo começou há seis anos, quando o próprio autor da publicação, Brian K. Vaughan, escreveu um roteiro em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”) para o canal pago FX. O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a decisão de produzir a série só foi tomada um ano depois. Nesse meio tempo, Michael Green se demitiu após uma crise criativa com a emissora sobre os rumos da história. Em seu lugar, Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) foi encarregada de refazer o piloto. Mas a notícia não agradou parte do elenco. Entre eles, Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), intérprete de Yorik, que preferiu ir filmar “Eternos” na Marvel. Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), assumiu o posto do “Último Homem” na reformulação. Mas a série também perdeu Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) e outras estrelas importantes. Com Diane Lane (“Batman vs Superman”), remanescente do elenco inicial, no papel da cientista capaz de descobrir o que originou a extinção dos homens na Terra, o novo elenco também traz Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”) como Hero Brown, a irmã de Yorick, e a agente 355, respectivamente. “Y: O Último Homem” é a segunda criação de Brian K. Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas na plataforma Hulu. “Y” será lançada no mesmo endereço, na aba “FX on Hulu”, dedicada a produções da FX lançadas diretamente em streaming. A estreia está marcada para 13 de setembro. A série deve chegar no Brasil pela plataforma Star+ (Star Plus, a “Hulu brasileira), que será inaugurada em 31 de agosto.
Larissa Manoela e Thati Lopes se juntam em comédia da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Diários de Intercâmbio”, sua segunda comédia com Larissa Manoela (após o debut com “Modo Avião” no ano passado). Roteiro e direção são de um especialista em comédias teen brasileiras: Bruno Garotti, que assinou “Cinderela Pop” e “Tudo por um Pop Star” (estrelados por outra ex-“Carrossel”, Maisa). Mas desta vez a temática é um pouco mais adulta. E conta com um diferencial: Thati Lopes (“Socorro, Virei uma Garota!”) e seu maravilhoso humor ácido, que até no cabelo azul contrasta com a colega de roupa cor-de-rosa. Larissa e Thati vivem melhores amigas que embarcam numa viagem de intercâmbio para os EUA, onde enfrentam vários problemas de adaptação, além da falta de habilidade para trabalhar como babás, mas também as possibilidades de uma típica comédia romântica (heterossexual) hollywoodiana. O elenco inclui Bruno Montaleone (“O Outro Lado do Paraíso”), David Sherrod (“The Deuce”) e Emanuelle Araújo (“Samantha!”). E a estreia está marcada para 18 de agosto.
Diretora de “Loki” não vai retornar na 2ª temporada
A diretora Kate Herron, força criativa dos bastidores de “Loki”, anunciou que não vai participar da 2ª temporada da série. “Não voltarei. Eu sempre planejei fazer só este primeiro ano – e, para ser sincera, uma 2ª temporada não era algo considerado até agora. A renovação acaba de ser anunciada, e estou muito feliz com isso. Quero assistir como fã na próxima temporada, mas, quanto ao meu trabalho: estou orgulhosa do que fizemos, e dei tudo o que podia dar para esta série. Estou trabalhando em outras coisas agora, que anunciarei em breve”, comentou ela, durante entrevista ao site americano Deadline. ” Eu amo a Marvel, e amaria trabalhar com eles novamente no futuro, mas por enquanto a minha passagem pela franquia termina com ‘Loki'”, acrescentou. Herron foi quem pressionou o estúdio a incluir representatividade LGBTQIAP+ na trama, o que levou à revelação de que Loki tem gênero fluído e é bissexual. Antes do projeto da Marvel, Herron já havia dirigido episódios da série “Sex Education”, que também lida com este tema. A renovação de “Loki” foi confirmada na cena pós-créditos do último episódio da temporada inaugural, disponibilizado na quarta-feira (14/7). Intérprete de “Loki”, Tom Hiddleston revelou ao site oficial da Marvel que já está tendo discussões com o showrunner Michael Waldron sobre os próximos capítulos. “Nós já estamos em discussões. Discussões profundas. Mal posso esperar para começar”, contou o ator. “Estou muito grato por termos feito a 1ª temporada, eu ainda não sou bem capaz de processar que temos de tentar de novo. Estou tão animado com as possibilidades. Será cheia de ainda mais surpresas”, completou. Mas o público não vai ficar muito tempo sem ver Loki, que foi confirmado no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” com estreia marcada para março. O filme deve continuar a trama da série, após as ações de Loki “criarem” o multiverso.












