Jerry Lewis é acusado de assédio por atrizes de seus filmes
O comediante americano Jerry Lewis está sendo acusado de assédio e abuso sexual por atrizes com quem trabalhou em seus filmes, quatro anos após sua morte. As acusações foram reunidas num curta documental produzido pela revista Vanity Fair e dirigido por Amy Ziering e Kirby Dick, a dupla de “Allen contra Farrow”, da HBO. Uma das atrizes que acusa Lewis é Karen Sharpe, hoje com 87 anos, que atuou ao lado do comediante em “O Bagunceiro Arrumadinho”, de 1964. Ela diz que, durante as filmagens, o ator a chamou em seu escritório e começou a se aproximar dela. “Ele me agarrou. Começou a me acariciar. Desabotoou a calça. Francamente, fiquei estupefata.” A atriz afirma ter dito: “Eu não sei se isso é um requerimento para suas atrizes principais, mas não é algo que eu vou fazer”. Isto teria deixado o comediante “furioso”. “Eu senti que isso nunca acontecia com ele”, contou Sharpe, lembrando que a equipe de filmagem foi proibida de falar com ela depois do incidente. A atriz seguiu carreira por mais três anos, até se casar com o diretor Stanley Krammer e se aposentar, voltando a atuar apenas recentemente, após a morte do marido. Hope Holiday, hoje com 91 anos de idade, diz ter temido que suas cenas fossem inteiramente cortadas do filme de 1961 “O Terror das Mulheres”, depois que Lewis a assediou durante as filmagens. “No primeiro dia de trabalho, ele disse: ‘Você pode ir ao vestiário depois? Quero discutir o que vamos filmar amanhã’. Eu me sento e ele me tranca no vestiário. Então ele começa a dizer: ‘Sabe, você poderia ser muito atraente se não usasse calça toda hora. Nunca vi você em uma saia, você tem belas pernas e peitos’. Então ele começou a falar comigo sobre sexo”, descreveu. A partir daí, ele teria começado a se tocar na frente dela. “Eu estava com muito medo, apenas sentei ali e queria tanto sair”, acrescentou. Mais adiante, ela revelou ter sido estuprada por outro ator, sem revelar seu nome. As atrizes dizem não terem denunciado Lewis na época porque ele tinha influência demais na Paramount Pictures. Outras mulheres foram procuradas pelos documentaristas, incluindo Anna Maria Alberghetti, que viveu a princesa de “Cinderelo sem Sapato” (1960), e até as famosas Jill St. John e Connie Stevens. Jill St. John respondeu ao pedido de entrevista dizendo que não queria falar mal dos mortos, limitando-se a comentar que teve “uma experiência infeliz e desapontadora” ao trabalhar com Lewis em “Errado pra Cachorro” (1963). Já Connie Stevens foi uma voz contrastante. Principal protagonista feminina de dois filmes do comediante, “Bancando a Ama-Seca” (1958) e “Um Biruta em Órbita” (1966), ela respondeu: “Eu ouvia falar que ele era difícil com as mulheres. Mas nunca foi comigo”. E completou: “Por consequência, eu fui a única atriz em seu funeral”. Jerry Lewis faleceu em agosto de 2017, aos 91 anos. Veja o curta com as denúncias abaixo.
Anitta bate boca com ex-ministro bolsonarista
A cantora Anitta entrou numa discussão o ex-ministro Ricardo Salles, do governo Bolsonaro, após ele criticar sem motivo artistas convidados por Caetano Veloso para participarem de encontro com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Há quase um ano, a cantora chegou a vir a público pedir a saída do então Ministro do Meio Ambiente do governo – o que acabou acontecendo. Ela reagiu a uma frase infeliz de Salles. “Melhor fariam ao meio ambiente, ao Brasil e aos brasileiros se levassem propostas de prosperidade econômica aos mais pobres, mas o que eles gostam mesmo é de Lei Rouanet”, escreveu o ex-ministro em seu perfil no Twitter, batendo na tecla bolsonarista que os maiores artistas brasileiros vivem de “mamata”, enquanto deveriam fazer o trabalho que o governo não faz. Apesar da obsessão bolsonarista com a Lei Rouanet, o encontro de artistas com Rodrigo Pacheco tem como pauta o risco que projetos de lei em tramitação no Senado podem trazer ao meio ambiente. Ao ver o ataque-padrão de Salles, Anitta retrucou. “E a gente por um acaso é político para ficar fazendo o trabalho de vocês?”, começou a cantora. “Mas ainda assim a gente dedica nosso tempo a consertar as bostas que vocês fazem e trazer informação pro povo pra ver se não dá a cagada de novo de te eleger deputado nas próximas eleições pra você se safar”, completou. O ex-ministro do Meio Ambiente se filiou ao PL, seguindo os passos do presidente Jair Bolsonaro, para tentar disputar uma vaga a deputado federal. Segundo a direção nacional do PL, a expectativa é de que Salles, condenado por improbidade administrativa (sentença depois revertida) e investigado por esquema de exportação de madeira ilegal do Brasil, seja um dos deputados mais votados neste pleito. Aproveitando o tema, a cantora também divulgou a mobilização de Caetano: “Dia 9 de Março em Brasília ato #CaetanoPelaTerra, às 15h, em frente ao Congresso defendendo o meio ambiente”. “Sabemos que não é a sua [prioridade]. Talvez neste dia você esteja na frente de um juiz, se defendendo das acusações de crimes praticados contra o meio ambiente pra não ser preso”, completou Anitta sobre o ex-Ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro. Sem ter como argumentar, Salles reagiu com uma piada de 5ª série às críticas: “Só converso daqui pra frente com a Anitta Burritta se ela conseguir fazer sozinha um vídeo soletrando “Pa-ra-le-le-pi-pe-do” sem usar o teleprompter.” Detalhe: a “piada” redeu um surto de emojis bolsonaristas, mas também uma avalanche de críticas com palavras de verdade. O próprio Caetano Veloso criticou o político, usando um meme popular das redes sociais, em que se lê “Como você é burro, cara”. O meme que hoje é viral veio de uma participação de Caetano no programa Vox Populi, quando ele desqualificou o jornalista Geraldo Mayrink em 1978. Melhor fariam ao meio ambiente, ao Brasil e aos brasileiros se levassem propostas de prosperidade econômica aos mais pobres, mas o que eles gostam mesmo é de Lei Rouanet… https://t.co/1dtgg0imtP — Ricardo Salles (@rsallesmma) February 23, 2022 Dia 9 de Março em Brasília ato #Caetanopelaterra as 15h em frente ao Congresso defendedo o meio ambiente. Sabemos que não é a sua. Talvez neste dia você esteja na frente de um juiz, se defendendo das acusações de crimes praticados contra o meio ambiente pra não ser preso. — Anitta (@Anitta) February 23, 2022 Só converso daqui pra frente com a @Anitta Burritta se ela conseguir fazer sozinha um vídeo soletrando “Pa-ra-le-le-pi-pe-do” sem usar o teleprompter … #teletubbies — Ricardo Salles (@rsallesmma) February 23, 2022 pic.twitter.com/YX5Vm8PXWd — Caetano Veloso (@caetanoveloso) February 23, 2022
Florence + The Machine lança clipe gótico empoderado
Florence + The Machine divulgou o clipe de “King” com carregado clima gótico. Dirigido pela cineasta Autumn de Wilde (do filme “Emma”), o vídeo traz Florence Welch num robe com capuz rosa escuro, flutuando de forma sobrenatural e hipnótica à frente de um coven de seguidoras e cavaleiros para serem sacrificados. A música de texturas esparsas e baixo pulsante é inspirada na encruzilhada da cantora, ao chegar aos 35 anos sem filhos. “Discutimos na cozinha sobre ter filhos/Sobre o fim do mundo e a escala da minha ambição/E quanto vale a arte”, começa a letra, antes de explodir no refrão empoderado: “Eu não sou mãe/Eu não sou noiva/Eu sou Rei”. Ela detalhou o contexto em comunicado, que atesta a intenção de manifesto do lançamento. “Como artista, nunca pensei muito no meu gênero. Eu era tão boa quanto os homens e chega junto com eles todas as vezes. Mas agora, pensando em ser uma mulher nos meus 30 anos e no futuro… De repente, sinto essa ruptura da minha identidade e dos meus desejos. Que ser uma artista, mas também querer uma família, pode não ser tão simples para mim quanto para meus colegas homens. Eu me modelei quase exclusivamente em artistas masculinos e, pela primeira vez, senti um muro cair entre mim e meus ídolos, pois tenho que tomar decisões que eles não tomaram”. “King” é a primeira música da banda de Florence desde o tema do filme “Cruella” (2021). Já o álbum mais recente, “High as Hope”, foi lançado em 2018 – por sinal, também teve um clipe, “Big God”, realizado pela mesma diretora. Veja abaixo um dos melhores clipes do ano até agora.
Tom Holland, Andrew Garfield e Tobey Maguire recriam famoso meme do Homem-Aranha
A Sony e a Marvel divulgaram uma foto em que os atores Tom Holland, Andrew Garfield e Tobey Maguire recriam o famoso meme em que três Homens-Aranhas apontam uns para os outros. Disponibilizada nas redes sociais para anunciar o início da pré-venda de “Homem-Aranha: Sem volta para Casa” em Blu-ray, DVD e formato digital, a imagem gerou repercussão instantânea. Vale lembrar que a cena do meme, extraída da série animada clássica do super-herói, também foi reproduzida no filme, durante um momento em que as três versões do Homem-Aranha reagem com surpresa e admiração ao encontro inesperado. Apesar de ainda ser um dos filmes mais vistos nos cinemas, “Homem-Aranha: Sem volta para Casa” será lançado em 22 de março nas plataformas digitais e ganhará Blu-ray e DVD em 12 de abril. As datas referem-se ao mercado americano, mas não devem ser muito diferentes dos planos internacionais da Sony. O lançamento digital no Brasil vai ser também em 22 de março. A propósito, quem acha que essa imagem é spoiler pode se preparar para reclamar diretamente com a Sony, que, de acordo com vazamentos nas redes sociais, pretende explorar a imagem dos três Aranhas em novas ações promocionais. of course, we got THE meme. #SpiderManNoWayHome swings home on Digital March 22 and on 4K UHD & Blu-ray on April 12! Pre-order now: https://t.co/Rythp0WfkU pic.twitter.com/pOmV6y3lJr — Spider-Man: No Way Home (@SpiderManMovie) February 23, 2022 Tom Holland, Andrew Garfield, and Tobey Maguire recreated the #SpiderMan meme 😂 pic.twitter.com/CJ0XTCFvXr — Culture Crave 🍿 (@CultureCrave) February 23, 2022 This is like a Dream. These pictures and this movie means everything for a Marvel fan 😭❤️#SpiderManNoWayHome pic.twitter.com/X4UDcrHICc — Marvel Stans Telugu 🌘 (@Marvel_Stans) February 23, 2022 TOM HOLLAND THE MEME #SpiderManNoWayHome pic.twitter.com/GSka2lICfS — Geek Zone 🍿 #SpidermanNoWayHome #TheBatman (@GeekZoneGZ) February 23, 2022 New #SpiderManNoWayHome marketing! pic.twitter.com/GrzF5Rf89H — MCU Spider-Man 🕸 (@SpiderMan_MCU_) February 23, 2022
Geraldo Sarno (1938-2022)
O cineasta baiano Geraldo Sarno morreu na noite de terça (22/2) aos 83 anos no Hospital Copa D’Or, que declarou não ter autorização para revelar a causa da morte. Filho de imigrantes italianos, ele nasceu no sertão baiano e fez da região tema de seus filmes. Foram mais de 15, do curta “Viramundo” (1965) ao longa “Sertânia” (2020), que abordaram o movimento migratório nordestino, as religiões e cultura populares. Amigo de Glauber Rocha desde a infância, Sarno foi engajado antes mesmo de ser cineasta, chegando a participar no Centro Popular de Cultura, iniciativa da UNE (União Nacional dos Estudantes) que reuniu um grupo de intelectuais de esquerda, com o objetivo de criar e divulgar uma “arte popular revolucionária”. O caldeirão cultural da época que antecedeu o golpe militar de 1964 levou Sarno a encontrar o grupo de documentaristas que comporiam a Caravana Farkas (batizada em referência ao produtor húngaro Thomas Farkas) que traria o “cinema direto” ao Brasil. Depois de estudar cinema em Cuba, ele filmou seu primeiro clássico produzido por Farkas. Com “Viramundo”, retratou a migração nordestina para São Paulo e revelou a nova classe operária brasileira, formada por camponeses de origem nordestina, vindos ao Sudeste em fuga da seca e da fome, além do surgimento de um sistema religioso neopentecostal, que viria a se tornar hegemônico no Brasil com um império de templos, TVs e até partido político. Ele fez vários outros curtas documentais importantes entre os anos 1960 e 1970, alguns produzidos por Farkas, abordando sempre temas nordestinos, desde a economia sertaneja até personalidades como Lampião e Padre Cícero. Mas, curiosamente, sua estreia em longa-metragem e na ficção foi num filme infantil: “O Pica-pau Amarelo” (1973), primeira adaptação cinematográfica da obra de Monteiro Lobato. Sarno fez só mais dois longas de ficção na carreira e um híbrido de documentário e dramatização. A ficção mais importante foi “Coronel Delmiro Gouveia” (1978), sobre o conflito entre duas forças predatórias: o coronelismo nordestino e o imperialismo multinacional. Seu último filme produzido por Farkas venceu o Festival de Havana, em Cuba. Apesar de buscar a ficção nos anos 1970, a ênfase de sua filmografia continuou sendo documental. Sarno buscou traçar, além do Nordeste em todas as suas variações, um mapa da identidade cultural do Brasil, entre o impacto modernista da “Semana de Arte Moderna” (1974) às sequelas do passado escravagista de “Casa-Grande e Senzala” (1978). Em 2008, ele venceu o Candango de Melhor Direção no Festival de Brasília com o docudrama “Tudo Isto me Parece um Sonho”, sobre a história do general pernambucano Ignácio Abreu e Lima, que participou de batalhas que resultaram na libertação da Colômbia, Venezuela e Peru da Coroa Espanhola ao lado de Simon Bolívar no século 19. Em seu último longa, voltou à ficção para abordar o universo dos cangaceiros. “Sertânia” foi exibido na Mostra de Tiradentes de 2020, pouco antes de começar a pandemia, e venceu 12 prêmios em festivais diferentes.
“Inventando Anna” é maior estreia de série em inglês da Netflix
A Netflix revelou que “Inventando Anna” quebrou seu recorde de audiência em estreia de séries. A minissérie criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) sobre a vigarista Anna Delvey (também conhecida como Anna Sorokin) teve a maior abertura de uma série em inglês desde que a Netflix mudou a maneira de apresentar seus dados, baseando-se em horas de consumo. Estrelada por Julia Garner, “Inventando Anna” foi assistida durante 196 milhões de horas entre 14 e 20 de fevereiro. Com isso, superou a estreia das temporadas mais recentes de “Você” (vista durante 179 milhões de horas), “The Witcher” (168 milhões), “Sex Education” (160 milhões) e “Cobra Kai” (120 milhões). No entanto, ficou atrás de “Round 6”, que registrou o maior número de horas assistidas (571 milhões na estreia no final de setembro) e “All of Us Are Dead” (236 milhões), duas produções sul-coreanas que alcançaram um sucesso impressionante. O Top 3 ainda inclui a quinta parte de “La Casa de Papel” (202 milhões). Assim, a melhor estreia em inglês é, na verdade, a quarta maior audiência de abertura entre as séries da Netflix. Vale observar que “All of Us Are Dead” continua mantendo o público cativo. Pela quarta semana consecutiva, é a série não falada em inglês mais vista da plataforma, rendendo 62,1 milhões de horas vistas por assinantes. Desde seu lançamento em 28 de janeiro, a nova série de zumbis sul-coreana rendeu 536,3 milhões de horas de streaming, consagrando-se com a 3ª maior audiência de uma produção não falada em inglês da plataforma.
“The Blacklist” é renovada para sua 10ª temporada
A rede NBC renovou a série “The Blacklist” para sua 10ª temporada. A decisão foi tomada enquanto a 9ª temporada ainda está no ar. A renovação foi anunciada pelo astro James Spader durante uma visita ao programa “The Tonight Show” na noite de terça (23/2). Spader vai continuar a frente do elenco nos próximos episódios, completando dois anos como único protagonista, após a saída de Megan Boone, que deixou a série no final da 8ª temporada. Os coadjuvantes Diego Klattenhoff, Amir Arison, Hisham Tawfiq, Laura Sohn e Harry Lennix também continuam na produção. A 10ª temporada também segue comandada por John Eisendrath, roteirista desde o início da atração e que foi co-showrunner com o criador Jon Bokenkamp até a 8ª temporada, assumindo sozinho a produção no início da 9ª temporada.
Trailer de “A Suspeita” traz Gloria Pires como policial
A Imagem Filmes divulgou o pôster e o trailer de “A Suspeita”, que traz a atriz Gloria Pires como uma policial. A personagem da atriz planeja sua aposentadoria, após começar a manifestar sintomas de Alzheimer. Mas durante a investigação que seria seu último caso, descobre um esquema do qual vira suspeita. Entre os desdobramentos das investigações e os lapsos de memória, ela percebe que terá que lutar por sua vida. Gloria Pires foi premiada como Melhor Atriz no último Festival de Gramado pelo desempenho. “A Suspeita” é a estreia no cinema do diretor Pedro Peregrino (da novela “Órfãos da Terra”) e tem estreia marcada em 14 de abril.
Amazon revela data da 2ª temporada de “The Wilds”
A Amazon Prime Video anunciou a data de estreia da 2ª temporada de “The Wilds” com um teaser publicado nas redes sociais. “The Wilds” segue um grupo de garotas adolescentes de diferentes origens que precisam lutar pela sobrevivência após um acidente de avião as deixar em uma ilha deserta. A reviravolta da história é que elas não foram parar lá por acidente. A produção, com elementos de “Lost” e “O Senhor das Moscas”, foi criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”) e destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”), Troy Winbush (“Os Goldbergs”) e Greg Bryk (“Bitten”). Por sinal, o teaser dos novos capítulos sugere que um grupo de garotos também sobreviveu. A estreia ficou marcada para 6 de maio. ❗️atenção ❗️o dia de ver minhas besties de novo tá cada vez mais perto. 🥺🤏 a segunda temporada de The Wilds: Vidas Selvagens chega 6/5. pic.twitter.com/W0Ggy5Eq3j — Amazon Prime Video Brasil (@PrimeVideoBR) February 22, 2022
Kristen Stewart, Jared Leto e elenco de estrelas interpretam o hit “Drivers License”
A revista americana W reuniu um time poderoso de estrelas de Hollywood para uma interpretação conjunta – e inusitada – da música “Drivers License”, hit da também atriz – e cantora – Olivia Rodrigo. Gravado em vídeo e divulgado no canal da publicação no YouTube, a participação dos famosos deu leituras variadas à canção. Alguns cantaram, mesmo que desafinadamente, enquanto outros recitaram a letra como se fosse uma poesia ou monólogo teatral. O resultado surpreendente chegou a fazer Jared Leto (“Casa Gucci”) desabafar que se sentia como William Shatner, o eterno Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”, conhecido por fazer shows e discos com recitações de letras de músicas. Além de Leto, o elenco de intérpretes inclui Kristen Stewart (“Spencer”), Jodie Comer (“Free Guy”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Jennifer Hudson (“Respect: A História de Aretha Franklin”), Kirsten Dunst (“Ataque dos Cães”), Kodi Smit-McPhee (também de “Ataque dos Cães”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Emilia Jones (“No Ritmo do Coração”), Zazie Beetz (“Coringa”), Ruth Negga (“Identidade”) e outros. Dá para ver que alguns não conheciam a música e ficaram impressionados com a poesia da letra. “Drivers License” foi o primeiro single do álbum “Sour”, que marcou a estreia da atriz de séries da Disney no mercado fonográfico. Lançado no ano passado, o disco rendeu vários outros hits e fez Olivia Rodrigo ser eleita Mulher do Ano pela revista Billboard e Artista do Ano pela Time. A Disney+ vai lançar um documentário sobre os bastidores do álbum, batizado de “Driving Home 2 U (A Sour Film)”, no dia 25 de março. Veja abaixo a gravação dos famosos e a interpretação ao vivo feita por Olivia Rodrigo no especial “Sour Prom”.
Primeira foto do novo filme de Christopher Nolan traz Cillian Murphy como Oppenheimer
A Universal Pictures divulgou a primeira foto de “Oppenheimer”, filme sobre o pai da bomba atômica. A imagem em preto e branco destaca o ator Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) com chapéu de época no papel-título. O novo filme do diretor Christopher Nolan (“Tenet”) também traz em seu elenco estelar Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Florence Pugh (“Viúva Negra”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”), Matthew Modine (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”) e anunciou nesta terça (22/2) mais quatro atores: Kenneth Branagh (“Tenet”), Michael Angarano (“This Is Us”), Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e David Krumholtz (“The Deuce”). Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa, Katherine “Kitty” Oppenheimer. Os dois trabalharam juntos recentemente em “Um Lugar Silencioso – Parte II”. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima (6 de agosto de 1945) e Nagasaki (9 de agosto de 1945).
Noomi Rapace enfrenta guerra pós-apocalíptica em trailer de filme de ação
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Caranguejo Negro” (Black Crab), o novo thriller de ação pós-apocalíptica estrelado por Noomi Rapace (“Prometheus”). A produção sueca segue uma ex-patinadora olímpica que se torna uma militar num futuro dilacerado pela guerra. Durante um inverno longo e rigoroso, ela se junta a cinco soldados numa missão secreta, precisando patinar sobre o mar congelado, arriscando suas vidas, para transportar um pacote misterioso que pode acabar com a guerra. Só que para a patinadora a missão é sobre algo completamente diferente: salvar sua filha. “Black Crab” é o primeiro longa escrito e dirigido pelo sueco Adam Berg. Ele se destacou como diretor de clipes de bandas como A-ha e Cardigans, além de ter produzido a série sci-fi “Contos do Loop” (Tales From The Loop), da Amazon. A estreia está marcada para 18 de março em streaming.
Oscar 2022 deixará 8 categorias fora da premiação ao vivo
A cerimônia do Oscar 2022 será mais curta que nos anos anteriores. Para assegurar uma transmissão com menos de três horas de duração, uma parte das 23 categorias que disputam o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA não será premiada ao vivo. Em uma iniciativa que já está causando tensão entre os membros da Academia – mas que provavelmente será bem recebido pelo público em geral – , a entrega de oito prêmios vai acontecer antes do início da transmissão oficial do Oscar, apenas para os convidados que chegarem com antecedência no Dolby Theatre. As categorias que não serão premiadas ao vivo são: Melhor Edição, Design de Produção, Trilha Sonora, Som, Maquiagem e Cabelo, Curta, Curta Documental e Curta de Animação. Os discursos de agradecimento dos vencedores destas categorias serão gravados, editados e apresentados de forma concisa durante a transmissão. O Tony Awards, premiação do teatro americano, já utiliza um modelo semelhante. A medida ocorre um ano depois que a exibição do Oscar atingiu a menor audiência de sua História, causando considerável tensão entre a Academia e a rede ABC, que detém os direitos exclusivos da cerimônia nos EUA até 2028. Em carta enviado a seus membros, a Academia destacou que apesar de ser um premiação da indústria cinematográfica, o Oscar também é um programa de TV “e devemos priorizar o público da televisão para aumentar o envolvimento do espectador e manter o programa vital, ágil e relevante”. “Para ser claro, todos os indicados em TODAS as categorias de prêmios serão identificados no ar e os discursos de aceitação de TODOS os vencedores serão apresentados na transmissão ao vivo. Todos os cineastas e artistas premiados em todas as categorias ainda terão o ‘momento Oscar’ comemorativo que merecem no palco do Dolby, diante de um público extasiado”, segue o texto. Para que isso aconteça, a Academia explica: “A cerimônia presencial começará uma hora antes no Dolby Theatre para apresentar oito categorias de prêmios antes do início da transmissão ao vivo. Essas apresentações serão editadas por nossas equipes de criação e produção e serão integradas perfeitamente ao programa ao vivo na televisão”. “Para o público de casa, o fluxo do show não mudará, mas ficará mais conciso e ágil com essa nova cadência, de modo que a transmissão ao vivo possa terminar – sim, com a categoria de Melhor Filme – na marca de três horas”, continua a mensagem. A Academia ainda pondera que vai avaliar o resultado dessa inovação para decidir se irá continuar procedendo deste modo nos próximos anos: “No futuro, avaliaremos essa mudança e continuaremos procurando maneiras adicionais de tornar nosso evento mais divertido e emocionante para todos os envolvidos, dentro do Dolby Theatre e em casa”. O texto se encerra com o enaltecimento de todas as categorias e um pedido de compreensão aos membros votantes e eletivos da instituição. “Cada ramo da Academia e cada categoria de premiação é indispensável para o sucesso de um filme e vital para esta indústria. Nosso desafio e nosso objetivo é criar um show do Oscar empolgante e simplificado, sem sacrificar os fundamentos de longa data de nossa organização. Agradecemos sua compreensão e seremos gratos por seu apoio inabalável”.












