Rebel Wilson vai estrelar filme americano de K-Pop
Depois de fazer sucesso nas paradas musicais de todo o mundo, o K-Pop também chegou a Hollywood. A atriz Rebel Wilson (“De Volta ao Baile”) e o ator Charles Melton (“Riverdale”) vão estrelar uma comédia sobre uma banda de K-Pop perdida no interior do Texas. Intitulado “K-Pop: Lost In America”, o filme vai acompanhar uma banda sul-coreana que tem seu primeiro grande show programado para os EUA, no Madison Square Garden, em Nova York, mas vai parar em Waco, Texas, por engano. Sem telefone, sem dinheiro ou transporte, o grupo precisará superar diferenças internas para conseguir percorrer o caminho até Nova York. No meio dessa jornada, eles também aprendem a amar o Texas e vice-versa. O projeto foi estabelecido de forma independente pela produtora CJ Entertainment, mas bastou vir à tona que diversos interessados já se manifestaram para realizar sua distribuição – de estúdios de cinema a plataformas de streaming. O roteiro é de Jeff Kaplan e Ian Springer (que escreveram a comédia indie “The Last of the Great Romantics”), e a direção está a cargo do sul-coreano JK Youn, que fará sua estreia em inglês. O último filme do diretor foi “Ode ao Meu Pai”, lançado há oito anos, quando venceu 23 prêmios da indústria e crítica cinematográfica da Coreia do Sul. Ainda não há previsão de estreia.
“Tom Swift” é cancelada após cinco episódios
A rede americana The CW cancelou “Tom Swift” após a exibição de cinco episódios. O spin-off de “Nancy Drew” foi lançado há apenas um mês, mas não conseguiu decolar, classificando-se entre as séries menos assistidas da CW, com 535 mil espectadores ao vivo. A atração é desdobramento de um episódio (piloto embutido) da 2ª temporada de “Nancy Drew”, que introduziu Tian Richards (de “A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) como o personagem-título um gênio inventor, filho de bilionário, negro e gay. Na trama da série, o desaparecimento de seu pai lança o jovem Tom num mundo de conspirações sci-fi e fenômenos inexplicáveis. E para encontrar a verdade, ele precisa abandonar o conforto de seu estilo de vida para pegar a estrada e se esconder de um grupo misterioso, que está determinado a detê-lo. O personagem original surgiu em 1910 numa coleção literária concebida pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew – como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Mas não era negro, muito menos gay nos livros infantis que ajudou a vender. Um detalhe curioso é que o cancelamento precoce mantém uma maldição de “Tom Swift”, devido a décadas de dificuldades para emplacar adaptações live-action do personagem. A lista de tentativas frustradas inclui desde um piloto perdido de 1958, com o loiro Gary Vinson (“McHale’s Navy”) no papel principal, um projeto de filme cancelado, que seria dirigido por Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em 1968, e até uma produção de Glen A. Larson (criador de “Magnum”, “Supermáquina” e “Battlestar Galactica”) que o juntaria com Nancy Drew e os Hardy Boys em 1977. Ao final, este último projeto acabou virando “The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries” sem Tom Swift. Até a série da CW, o personagem só se materializou uma única vez na TV, num telefilme de 1983, “The Tom Swift and Linda Craig Mystery Hour”, em que foi interpretado por Willie Aames (“Charles in Charge”). Também era para ser o piloto de uma série, mas foi um fracasso enorme de audiência. A versão da CW apresentava um elenco predominantemente negro. Além de Tian Richards, havia grande destaque para Ashleigh Murray, a intérprete de Josie em “Riverdale” e “Katy Keene”. De acordo com apurações do site Deadline, os chefões da CW gostam da parte criativa da série, mas não conseguiram mantê-la com a audiência baixa. Como os contratos do elenco se encerraram nesta semana, a rede decidiu avisar que não pretendia renovar a atração. A série ainda tem cinco episódios não exibidos na temporada e permanece inédita no Brasil. Veja abaixo o trailer original da atração.
“Duncanville” é cancelada na 3ª temporada
A rede americana Fox anunciou o cancelamento de “Duncanville” em sua 3ª temporada. O último capítulo foi ao ar no domingo passado (26/6), mas ainda existem seis episódios inéditos, que serão disponibilizados exclusivamente na plataforma Hulu ainda neste ano. A produção animada tem uma audiência baixa, sintonizada por cerca de 641 mil telespectadores ao vivo e uma média de 0,2 pontos na demo da Nielsen. Criada pela comediante Amy Poehler (estrela de “Parks and Recriation”) e pelo casal Mike e Julie Scully, produtores de “Os Simpsons”, o desenho adulto acompanhava a peculiar vida de Duncan, um jovem medíocre de 15 anos que vive submerso em seu mundo de fantasias e sonhos com fama, dinheiro e liberdade – ainda que não saiba como chegar lá. Sempre a um passo de tomar uma decisão errada, ele conta com a ajuda da família (pai, mãe e duas irmãs) e de seu crush intermitente. “Duncanville” estreou em fevereiro de 2020 nos EUA com as vozes da própria Amy Poehler, que dubla o personagem-título, Ty Burrell (“Modern Family”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Zach Cherry (“Crashing”), Yassir Lester (“Black Monday”), Betsy Sodaro (“O Halloween do Hubie”), Rashida Jones (“On the Rocks”), Joy Osmanski (“Stargirl”), Kathy Najimy (“Mudança de Hábito”) e o rapper Wiz Khalifa (“Dickinson”). A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+, que ainda não programou a estreia da 3ª temporada. Veja abaixo o trailer da atração dublado em português.
Elenco de “Stranger Things” resume 4ª temporada à espera do final
Em clima de esquenta para os últimos episódios da 4ª temporada, o elenco de “Stranger Things” gravou um vídeo para recapitular os principais eventos do atual arco da atração. A ideia é deixar os “nerds de todo o mundo” em dia com o que aconteceu no quarto ano da produção e preparar a estreia dos dois capítulos finais, que chegam nesta sexta (1/7) na Netflix. Entre os tópicos destacados, está o ano em que a trama se passa, a divisão dos personagens em diferentes localidades e detalhes sobre a origem e a ameaça de Vecna, o bicho-papão da vez. Os primeiros sete episódios quebraram o recorde de audiência de série em inglês da Netflix, ao serem vistos por mais de 930 milhões de horas desde seu lançamento em 27 de maio. Embora restem só mais dois capítulos para completar a história, eles terão tamanho de filmes. O 8º capítulo se estende por cerca de 1 hora e 25 minutos, enquanto o 9º e derradeiro tem quase 2 horas e meia de duração. Ou seja, ainda restam quatro horas de tensão.
Saiba que horas a parte 2 de “Stranger Things 4” chega na Netflix
Não aguenta mais esperar? O Volume 2 da 4ª temporada de “Stranger Things” já poderá ser visto a partir das 4 horas da madrugada desta sexta (1/7), horário em que os dois capítulos remanescentes do arco atual da série chegarão à Netflix. Para evitar qualquer possibilidade de spoiler, já tem gente organizando “acampamento” virtual na plataforma, à espera da estreia. Um dos motivos é a expectativa de que algum dos personagens favoritos possa morrer. Os irmãos Duffer, criadores da atração, chegaram a mencionar uma “contagem de corpos” após o confronto final com Vecna. Embora restem só mais dois capítulos para completar a história, eles terão tamanho de filmes. O 8º capítulo se estende por cerca de 1 hora e 25 minutos, enquanto o 9º e derradeiro tem quase 2 horas e meia de duração. Portanto, ainda restam quase quatro horas inéditas da temporada.
Série de Godzilla começa a definir elenco
Ainda sem nome, a série live action sobre Godzilla e os monstros do Monstroverso já começou a definir os integrantes de seu elenco. A produção é da Apple TV+ e da Toho, que detém os direitos autorais de vários kaiju (monstros gigantes japoneses) e dos estúdios Legendary, responsáveis pelos filmes recentes de Godzilla e King Kong. A produção vai contar com Anna Sawai (“Pachinko”), o cantor japonês Ren Watabe (“461 Lunch Boxes”), Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Joe Tippett (“Mare of Easttown”) e Elisa Lasowski (“Versailles”). Também foram revelados detalhes de seus personagens. Sawai será Cate, uma ex-professora e sobrevivente do G-Day (dia do ataque do Godzilla), que viaja para o Japão para cuidar de assuntos de família, mas leva consigo um segredo que a atormenta. Watanabe viverá Kentaro, um jovem, criativo e inteligente, que busca respostas sobre seu pai e si mesmo. Clemons será May, uma misteriosa americana que deixou seu país e vive de solucionar mistérios. Tippett interpretará Tim, um agente burocrata que sonha em viver uma aventura. E Lasowski será uma Duvall, uma agente especializada em missões secretas. Criada por Chris Black (“Outcast”) e Matt Fraction (“Gavião Arqueiro”), a nova série ainda não tem previsão de estreia.
Lena Headey é processada por papel cortado em “Thor: Amor e Trovão”
A atriz Lena Headey, estrela de “Game of Thrones”, está sendo processada em US$ 1,5 milhão por sua ex-agência de talentos, a britânica Troika. O mais curioso é que o processo é por comissões não pagas, relacionadas a uma participação em “Thor: Amor e Trovão”, que acabou cortada do filme. A atriz saiu da agência em 2020. Mas a empresa alega que Headey deve pelo menos US$ 500 mil, valor equivalente a 7% da taxa de ganhos no filme da Marvel, mesmo que ela não apareça na versão final estrelada por Chris Hemsworth e Natalie Portman. O processo corre na justiça britânica. Em sua defesa, a atriz alega que não deve nada à agência pelos projetos citados no processo, porque eles não foram negociados pelos representantes da Troika. O convite teria sido feito pessoalmente pelo diretor do longa, Taika Waititi. A participação da intérprete de Cersei em “Game of Thrones” não teria sido a única cortada do filme. Em entrevista ao canal do Youtube Prensaescenario, o ator Christian Bale revelou que as cenas que filmou com Peter Dinklage (Eitri) e Jeff Goldblum (Grão-Mestre) não entraram na versão final da produção. “Muita coisa acaba sendo excluída do filme, mesmo que sejam cenas bonitas e brilhantes”, contou ele. Dirigido por Taika Waititi, “Thor: Amor e Trovão” estreia em 7 de julho no Brasil.
Como os simpáticos Minions viraram bolsominions no Brasil
A chegada de “Minions 2 – A Origem de Gru” aos cinemas nesta quinta (30/6) traz de volta as pequenas e atrapalhadas criaturas amarelas, que se popularizaram após surgirem como coadjuvantes em “Meu Malvado Favorito” (2010). O sucesso tornou os Minions parte da cultura pop do século 21, motivando a criação de brinquedos, jogos, roupas, acessórios e uma série de filmes próprios, além de um “movimento político”. No Brasil, as simpáticas criaturinhas originaram o termo “bolsominion” para denominar os seguidores não tão agradáveis de Jair Bolsonaro. Nos filmes, os Minions são devotados seguidores de seu mestre, um vilão com planos para conquistar o mundo. Eles já seguiram Drácula, Napoleão e, na história que se desdobra desde “Meu Malvado Favorito”, o vilão Gru. A analogia com os seguidores de Bolsonaro também acontece por conta da cor dos pequenos, amarela como a camisa da CBF, usada em larga escala em manifestações a favor de Bolsonaro. Além disso, a devoção dos Minions é tão grande que não há qualquer contestação, mesmo diante de situações absurdas e altamente questionáveis. O termo “bolsominion” não tem autoria definida, mas depois que surgiu virou meme imediato e foi rapidamente incorporado ao vocabulário cotidiano do país, sendo adotado por pessoas de todos os espectros políticos – inclusive pelo próprios bolsominions, orgulhosos pela denominação. Se os opositores se valem da devoção incondicional dos Minions para expor uma postura acrítica e conivente, os partidários de Bolsonaro fazem questão de exaltar justamente a devoção à causa de seu líder. Uma olhada rápida na timeline do Twitter desta quinta (30/6) aponta o uso do termo por várias pessoas, entre elas o cantor Otto, o influenciador Felipe Neto, o jornalista Guga Noblat, entre muitos outros, para criticar o governo. Por outro lado, muitas outras pessoas se assumem “bolsominions com muito orgulho”, como a vereadora Jessicão, de Londrina/PR, que no domingo (26/6) postou um tuite saudando todos os bolsominions e obteve mais de 2 mil curtidas, 60 respostas e 200 retuítes à interação. Seja como for, em “Minions 2 – A Origem de Gru”, está em cartaz com mais motivos para os Minions seguirem como sucesso de todos os públicos, independente de predileção política.
Criador de “La Brea” revela novidades da 2ª temporada
O criador de “La Brea”, David Appelbaum revelou a principal novidade da 2ª temporada da série, que quebrou o recorde de audiência da “Tela Quente” no Brasil e virou a atração internacional mais vista da Globoplay. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele contou que parte dos próximos episódios vai se passar no ano de 1988. “A próxima temporada continuará focada na trama vivida em 10 mil anos A.C.”, contou Appelbaum. “Contudo, nós não iremos mais estar na Los Angeles atual. Ao invés disso, vamos contar a história da Los Angeles de 1988.” O showrunner espera que essa mudança ajude a revitalizar a atração. “Acredito que isso irá acrescentar uma nova camada de diversão e apresentar uma nova rede de intrigas aos episódios. Será algo que irá surpreender o público.” A referência a 1988 diz respeito ao final da temporada inaugural, quando um portal para este período se abre no passado e os personagens Josh (Jack Martin), Riley (Veronica St. Clair) e Lilly (Chloe De Los Santos) desaparecem em seu interior. Além disso, os novos episódios vão mostrar Izzy (Zyra Gorecki) chegando ao mundo pré-histórico, mas num lugar distante, onde hoje existe Seattle. Sua chegada também abre novas aventuras na trama. “Na essência, a série é sobre uma família dividida tentando se reconciliar. Queremos trazer esse mesmo espírito para a 2ª temporada, mas em um contexto totalmente novo”, ele explicou, aludindo ao modo como a trama será contada, com personagens espalhados pelo tempo e o espaço. “A história é um passeio emocionante de ação e aventura, mas também é crucial que façamos uma trama profundamente emocional”, continuou. “Encontrar esse equilíbrio foi um dos principais objetivos quando traçamos a 2ª temporada.” “La Brea” é a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”). Lançada em setembro do ano passado nos Estados Unidos, também se tornou uma das maiores estreias da temporada da TV aberta americana, além de bater o recorde de audiência da plataforma Peacock. Mas apesar da repercussão positiva, que lhe rendeu uma rápida renovação para 2ª temporada, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da catástrofe vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas – ou pelo menos é o que imaginam, antes de perceberem pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. Ao mesmo tempo, na superfície, um pai e uma filha lutam para reencontrar o resto de sua família, tragada para o interior do buraco, e descobrem que não foi a primeira vez que esse fenômeno aconteceu. Em sua busca, acabam encontrando uma forma de viajar até o local onde seus entes queridos foram parar. A produção reúne em seu elenco Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis. A 2ª temporada tem estreia marcada para 27 de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Amazon oficializa filme de Paulo Gustavo
A Amazon Prime Video confirmou nesta quinta-feira (30/1) que vai lançar “Filho da Mãe”, um documentário sobre o ator e humorista Paulo Gustavo. O anúncio veio acompanhado de uma foto do filme, em que Paulo Gustavo aparece com sua mãe, Déa Lúcia. De acordo com comunicado oficial da plataforma, “Filho da Mãe” contará com imagens inéditas de Paulo Gustavo, registros de bastidores e depoimentos de amigos e familiares. Anteriormente, tinham vazado participações de Déa Lúcia, do viúvo Thales Bretas e das atrizes Mônica Martelli e Ingrid Guimarães. A produção começou a ser filmada antes da morte do artista, por isso a Amazon está chamando o documentário de “último trabalho de Paulo Gustavo”. O lançamento pretende arrancar risadas do público, mas também emocionar. Paulo Gustavo morreu no dia 4 de maio de 2021, após cerca de dois meses internado devido a complicações causadas pela covid-19. Um dos comediantes de maior sucesso do Brasil, ele concebeu a série “220 Volts” e o filme de maior bilheteria do país, “Minha Mãe É uma Peça 3”. Sua personagem nesse franquia, a Dona Hermínia, era inspirada em sua mãe. Pronto pra rir e se emocionar ? 🥺 Filho Da Mãe, o último trabalho de Paulo Gustavo, vai chegar no meu streaming com cenas inéditas de bastidores e depoimentos de amigos e familiares. pic.twitter.com/v6NhGnf0on — Prime Video Brasil (@PrimeVideoBR) June 30, 2022
Anitta lança clipe do game “Free Fire”
Não é de hoje que Anitta vem flertando com o universo dos games – veja-se sua participação em “Modo Turbo”. Mas agora ela virou personagem de “Free Fire” e ainda gravou um clipe no clima do jogo. O vídeo de “Tropa” foi liberado no canal do game no YouTube e conta com participação de Luck Muzik, influenciadores, gamers e muitos efeitos visuais. Na produção, Anitta é escolhida e customizada por três jogadoras para liderar sua equipe/tropa em luta contra adversários do jogo. A produção teve participação direta de Anitta, que acompanhou todo o processo criativo ao lado do diretor Christian Breslauer (de “Boys Don’t Cry”), especialmente os detalhes das suas skins poderosas. Afinal, o vídeo é a introdução de dois visuais da cantora no jogo. “Eu escolhi cada detalhe da minha bonequinha. Eu e a minha estilista, a gente desenhou cada parte da roupa, cada pedacinho, cabelo, olho, tatuagem, tudo. Fizemos os desenhos, mandamos para eles e, depois, fomos para a parte da aprovação, fazendo as alterações necessárias. Foi um trabalhão”, afirmou a artista. Em menos de 24 horas, o clipe atingiu quase 2,4 milhões de visualizações. E, a partir de sábado, os jogadores também poderão ouvir a música dentro do lobby do “Free Fire”. Nesta data, a personagem de Anitta, “A Patroa”, também estará disponível para toda a comunidade “Free Fire”.
Elizabeth Olsen defende Wanda: “Nunca será uma vilã”
A atriz Elizabeth Olsen resolveu defender sua personagem dos filmes da Marvel. Durante sua participação no programa matinal americano “Good Morning America”, disse que não vê Wanda Maximoff como a vilã”. “Ela nunca será uma vilã para mim. Ela certamente aprende uma lição” durante “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, comentou a atriz, antes de revelar sua própria definição para a personagem. “Eu penso em Wanda como alguém que está processando grandes emoções”. No filme, ela é a principal antagonista do Doutor Estranho, embarcando numa jornada pelo multiverso motivada pelos eventos vistos em “Wandavision”. Lançado nas salas de cinema no mês passado, a continuação de “Doutor Estranho” arrecadou mais de US$ 943 milhões de bilheteria em todo o mundo, mas também já pode ser visto, desde a semana passada, em streaming exclusivo da plataforma Disney+.
Ezra Miller é alvo de novas acusações de comportamento abusivo
O ator Ezra Miller, que interpreta o Flash nos filmes da DC Comics, virou alvo de novas acusações. Ele foi denunciado por assediar uma mulher em fevereiro na Alemanha. Além disso, a vítima de seu ataque na Islândia decidiu quebrar o silêncio. Foi na Islândia que a onda de violência do ator começou. Miller começou a frequentar os bares da capital Reykjavík após a interrupção das filmagens de “The Flash”, devido à pandemia de covid-19, em março de 2020. Segundo o bartender do Prikið Kaffihús, um pub localizado no coração de Reykjavík, ele já tinha se envolvido em confusões antes do vídeo da agressão a uma mulher ter se tornado viral em abril daquele ano. Logo após o incidente, a revista Variety falou com a vítima da tentativa de enforcamento, mas só agora ela permitiu que seus comentários fossem impressos, pedindo apenas para permanecer anônima por conta de sua privacidade. No vídeo, Miller é visto confrontando a mulher, que está sorrindo. Em seguida, ele agarra seu pescoço, enquanto ela solta um suspiro audível. A pessoa que gravou o vídeo parou para intervir ao ver que o enforcamento era real. De acordo com três fontes, a mulher estava conversando com Miller no bar e perguntou sobre os chinelos que ele usava. Ele garantiu que podia usá-los até numa briga e perguntou se ela queria testar. Foi o início de tudo. “Eu achei que era uma brincadeira, mas não era”, disse ela para a Variety. Mesmo depois de separar o ator, ele continuou com raiva, cuspindo nas pessoas e xingando a todos. Reação parecida foi testemunhada por outra mulher, Nadia, que pediu para não ter seu sobrenome divulgado em nome de sua privacidade. Nadia alega que, após uma amizade calorosa de dois anos com Miller, convidou o ator a ir a seu apartamento em Berlim em fevereiro passado. Eles não se viam desde que tiveram um encontro sexual consensual em 2020. Mas depois de uma interação amigável, o humor de Miller mudou drasticamente quando ela lhe disse que não podia fumar dentro de sua casa. “Isso desencadeou uma mudança de comportamento”, disse Nadia. Usando a terceira pessoa do plural, já que Miller passou a se identificar como não binário, ela descreveu: “Pedi para eles saírem umas 20 vezes, talvez mais. Eles começaram a me insultar. Eu seria um ‘pedaço de merda transfóbico’. Eu seria uma ‘nazista’. Tornou-se tão, tão estressante para mim… Eles andavam pela minha casa, olhando tudo, tocando tudo, espalhando folhas de tabaco no chão. Parecia nojento e muito intrusivo.” Depois de cerca de meia hora de súplica, Nadia decidiu chamar a polícia e só depois disso Miller resolveu sair. Apenas para voltar meia-hora depois e tentar arrombar a porta, gritando que ela tinha lhe roubado o passaporte. Miller tinha esquecido uma jaqueta com seus documentos, que Nadia jogou pela janela para se livrar dele. O incidente a deixou profundamente perturbada. Embora ela acredite que não correu risco de abuso sexual, temeu que o ator “pudesse de alguma forma me atacar fisicamente”. “Eu me senti totalmente insegura”, disse ela. Cinco pessoas – duas amigas, uma defensora dos direitos das mulheres, uma assistente social e a advogada de Nadia – disseram à Variety que conversaram com ela logo após esse encontro com Miller e corroboraram seu relato. Em abril, Nadia apresentou uma queixa criminal contra Miller no Ministério Público em Berlim. Mas o processo foi interrompido porque o ator não se encontrava na Alemanha. Pouco mais de um mês após sua experiência, Nadia viu as notícias de que o ator havia sido preso a meio mundo de distância no Havaí, por conduta desordeira e assédio, após outro incidente turbulento em um bar. Em maio, o TMZ divulgou um vídeo de câmera corporal da prisão de Miller, no qual o ator registra grande parte do encontro para, segundo eles, lançar uma “arte criptográfica NFT”. No vídeo, ele também diz que um cliente do bar “se declarou nazista” e acusou um policial de tocar em seu pênis durante a revista. Nadia disse que então percebeu que se tratava de “um padrão”. “Eles abusam do jet-set”. Esse suposto padrão foi se tornando cada vez mais alarmante nas semanas e meses seguintes. Miller foi submetido a uma segunda prisão no Havaí em abril, desta vez por jogar uma cadeira em uma mulher numa festa e deixá-la com um corte na testa. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira, conforme relatado pelo jornal Los Angeles Times, foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts. O site The Daily Beast relatou que Miller supostamente entrou em um confronto agressivo com a família da criança, sobre a referência casual da mãe a “sua tribo”. A certa altura, Miller supostamente revelou uma arma e disse a um membro da família: “Falar assim pode colocá-lo em uma situação realmente séria”. Ele teria, em seguido, constrangido a criança por abraçá-la e fazer comentários sobre gênero, ao descobrir que ela também se definia como não binária. Para completar, neste mês de junho a revista Rolling Stone reportou que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. A Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. Uma alternativa seria assumir prejuízos para lançar o longa direto em streaming. A verdade é que, neste momento, o estúdio não sabe o que fazer, após tentar minimizar o envolvimento de Miller em “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, que estreou nos cinemas em abril e teve péssima bilheteria.












