Netflix libera “Os 7 de Chicago” de graça no YouTube
A Netflix vai disponibilizar gratuitamente “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, por dois dias, durante este fim de semana em seu canal oficial americano no YouTube. O filme estará disponível de sexta-feira (19/2) até domingo (21/2) para celebrar o aniversário do veredito do julgamento histórico retratado na produção. Em comunicado, o diretor e roteirista Aaron Sorkin diz que a ação foi feita para “relembrar os verdadeiros patriotas que inspiraram aquela geração a tomar as ruas”. “Quando começamos a filmar no último inverno, nós sabíamos que a história que contávamos não apenas era um capítulo importante da história americana, mas muito relevante aos eventos de hoje”, continua diretor. “Nós certamente não precisávamos tornar mais relevante os eventos, mas eles se tornaram”. A data também ganhou um vídeo comemorativo da Netflix, que faz parte de uma campanha mais ampla para chamar atenção para o filme, na expectativa de conquistar vagas entre os indicados ao Oscar 2021. “Os 7 de Chicago” é um dos filmes da plataforma que chega com grande força na temporada de premiações cinematográficas dos EUA. A trama de “Os 7 de Chicago” é baseada no julgamento de ativistas acusados de conspiração após a realização de protestos que, ao serem reprimidos violentamente pela polícia, viraram um tumulto de grandes proporções em Chicago em 1968. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin e Tom Hayden – foram acusados de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale apontar que os paralelos que podem ser feitos com protestos atuais dizem respeito apenas ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e não ao movimento fascista que atacou a democracia americana por meio do cerco e invasão do Congresso. O novo vídeo disponibilizado pela Netflix conta com a participação dos atores. E também lembra que o filme conta com um elenco grandioso: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”).
Premiação do cinema indie britânico consagra Rocks, Anthony Hopkins, terror e Rhiz Ahmed
A premiação do Cinema Independente Britânico, conhecida como BIFA (abreviatura de British Independent Film Awards), consagrou o filme adolescente “Rocks” nesta quinta (18/2), em cerimônia virtual apresentada por Tom Felton (da franquia “Harry Potter”) e com participação de vários astros famosos – entre eles, Zendaya, Daniel Kaluuya, Emma Corrin e Riz Ahmed. Dirigido por Sarah Gavron, “Rocks” acompanha um grupo de garotas de rua em Londres e venceu cinco prêmios, incluindo o de Melhor Filme Independente Britânico do ano. A premiação também destacou o veterano astro Anthony Hopkins, que venceu como Melhor Ator por seu papel no drama “Meu Pai”, na primeira indicação ao BIFA de sua carreira. “Meu Pai” ainda conquistou mais dois prêmios, incluindo Melhor Roteiro. O novo cinema de terror teve boa representatividade no evento, com três vitórias para “O Que Ficou Para Trás”, incluindo Melhor Direção para Remi Weekes e Melhor Atriz para Wumni Mosaku, e “Saint Maud”, com dois troféus, incluindo Melhor Diretor Estreante para a cineasta Rose Glass. Entre as participações individuais, o destaque ficou com o ator Riz Ahmed, reconhecido em nova função. Ele venceu como Melhor Roteirista Estreante por “Mogul Mowgli” e ainda escreveu o filme premiado como Melhor Curta Britânico, “The Long Goodbye”. Veja a lista completa dos vencedores abaixo do trailer (repleto de elogios) de “Rocks”. Melhor Filme Independente Britânico “Rocks” Melhor Direção Remi Weekes, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Roteiro Florian Zeller e Christopher Hampton, “Meu Pai” Melhor Atriz Wunmi Mosaku, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Ator Anthony Hopkins, “Meu Pai” Melhor Atriz Coadjuvante Kosar Ali, “Rocks” Melhor Ator Coadjuvante D’angelou Osei Kissiedu, “Rocks” Melhor Diretor Estreante Rose Glass, “Saint Maud” Melhor Producer Estreante Irune Gurtubai, “Limbo” [também produzido por Angus Lamont] Melhor Roteirista Estreante Riz Ahmed, “Mogul Mowgli” [também escrito por Bassam Tariq] Novato Mais Promissor Kosar Ali, “Rocks” Melhor Documentário “The Reason I Jump” The Raindance Discovery Award (Melhor Filme de Baixo Orçamento) “Perfect 10” Melhor Curta-Metragem Britânico “The Long Goodbye” Melhor Filme Independente Internacional “Nomadland” (EUA) Melhor Elenco Lucy Pardee, “Rocks” Melhor Fotografia Ben Fordesman, “Saint Maud” Melhor Figurino Charlotte Walter, “Miss Revolução” Melhor Edição Yorgos Lamprinos, “Meu Pai” Melhores Efeitos Visuais Pedro Sabrosa e Stefano Pepin, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Maquiagem e Penteados Jill Sweeney, “Miss Revolução” Melhor Música Paul Corley, “Mogul Mowgli” Melhor Desenho de Produção Jacqueline Abrahams, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Som Nick Ryan, Ben Bairde Sara de Oliveira Lima, “The Reason I Jump”
Joaquin Phoenix vai estrelar filme do diretor de Hereditário e Midsommar
O cineasta Ari Aster, que causou comoção com os terrores “Hereditário” (2018) e “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite” (2019), definiu seu próximo projeto. Mais uma vez produzido pelo estúdio indie A24, o longa será chamado “Disappointment Blvd.” e será estrelado por ninguém menos que Joaquin Phoenix, vencedor do Oscar como “Coringa”. Segundo a sinopse adiantada, “Disappointment Blvd.” é um “retrato íntimo de um dos empresários mais bem-sucedidos de todos os tempos” e sua história se passará ao longo de várias décadas. Todos os outros detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo. Aster vai escrever, dirigir e coproduzir o filme com Lars Knudsen. Não há previsão para o começo das filmagens, mas Phoenix, que encerrou recentemente outro filme da A24, o drama “C’mon C’mon”, de Mike Mills, também está comprometido com o diretor Ridley Scott para estrelar “Kitbag”, produção para a Apple TV+ em que viverá Napoleão Bonaparte.
Jennifer Garner vai estrelar mais uma comédia de troca de corpos
A atriz Jennifer Garner vai voltar a estrelar uma comédia de troca de corpos, 17 anos depois de seu maior sucesso comercial, “De Repente 30”. Pra quem não lembra, em “De Repente 30” uma garotinha desejava virar adulta e acordava no corpo de Jennifer Garner. Desta vez, a protagonista não vai trocar de corpo sozinha. A trama de “Family Leave” é sobre uma família inteira que descobre ter trocado de corpo com desconhecidos do outro lado do mundo. O filme seguirá os Brenners que, de acordo com a sinopse, “acordam com uma mudança completa de corpos e rapidamente percebem que o mesmo aconteceu com uma família do outro lado do mundo”. Daí em diante, “eles devem se unir a esse grupo de estranhos e determinar como desfazer a troca, ao mesmo tempo em que navegam hilariantemente pela vida diária em corpos diferentes”. “Family Leave” é inspirado no livro infantil “Bedtime for Mommy”, de Amy Krouse Rosenthal. Não por acaso, a escritora também escreveu a história adaptada no novo filme de Garner, “Dia do Sim”, que estreia em 12 de março na Netflix. Em outro não acaso, “Family Leave” tem produção de Garner e Nicole King, que trabalharam juntas em “Dia do Sim”. Para completar, o lançamento vai acontecer igualmente na Netflix – em data ainda não estabelecida. Antes disso, Garner aparecerá em outro filme da Netflix, “The Adam Project”, ao lado de Ryan Reynolds.
Filme de Tom & Jerry ganha trailer ao som de Michel Teló
A Warner Bros. divulgou um novo trailer de “Tom & Jerry: O Filme”, com uma edição especial para o mercado brasileiro. No vídeo, o gato e o rato fazem o que sempre fazem acompanhados da música “Ai, Se Eu Te Pego”, de Michel Teló. A montagem funciona perfeitamente, destacando as cenas em que o felino está prestes a pegar o roedor, que acompanham a frase “Ai, se eu te pego”, e quando o gato fica em apuros, ao som da frase “Assim você me mata”. Lançado nos cinemas nesta quinta (18/2), o filme tem formato híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs lembram, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. O resultado é bem diferente do live-action do “Scooby Doo”, para citar outro desenho clássico que ganhou adaptação da Warner. Enquanto o cachorro da Hanna-Barbera se materializou no cinema com visual realista criado por computação gráfica, desta vez os personagens da MGM quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos cartoons originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos. Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A direção é de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”.
Mortal Kombat ganha trailer sangrento “para maiores”
A Warner revelou o trailer da nova versão de “Mortal Kombat”. A prévia, repleta de lutas e sangue, foi exibida com rótulo vermelho (red band) nos EUA, indicando ser para maiores. A violência, entretanto, faz parte do game original em que a produção se baseia, sucesso entre adolescentes dos anos 1990. Já o outro aspecto marcante do trailer, os palavrões, foi simplesmente ignorado nas legendas em português. Em relação à trama, o vídeo aponta que, desta vez, a história terá como protagonista o lutador de MMA Cole Young (vivido por Lewis Tan, de “Into the Badlands”). Ele surge sem fazer ideia do significado da marca do dragão, que carrega na pele como tatuagem, nem por que Sub-Zero está atrás dele para exterminá-lo. Ao descobrir que o sinal de nascença sinaliza que ele está destinado a competir em um torneio lendário, ele busca a orientação de Lorde Raiden para treinar ao lado de guerreiros como Sonya Blade, Liu Kang, Kung Lao e Kano para o Mortal Kombat. O elenco também destaca Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”), Chin Han (“Marco Polo”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Joe Taslim (“The Raid – Operação Invasão”). A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Vale lembrar que a franquia já rendeu dois filmes nos anos 1990. O primeiro foi dirigido por Paul W.S. Anderson (franquia “Resident Evil”) em 1995 e é considerada a primeira adaptação bem-sucedida de um videogame. A sequência, “Mortal Kombat: Aniquilação” (1997), ficou a cargo de John R. Leonetti, que por coincidência trabalhou com James Wan como diretor de fotografia de “Invocação do Mal” (2013). Mas o filme foi um fracasso. Depois disso, veio uma série de TV, “Mortal Kombat: Conquest”, com apenas uma temporada em 1998, e a série de streaming de Kevin Tancharoen, “Mortal Kombat: Legacy”, que durou duas temporadas em 2011 e 2012. Antes marcado para janeiro, o filme chegou a sair do calendário, ressurgindo somente após mudança de estratégia da Warner para enfrentar a pandemia. O novo “Mortal Kombat” vai chegar simultaneamente aos cinemas e na HBO Max em 16 de abril nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para um dia antes, em 15 de abril, apenas nos cinemas.
Filme de Tom & Jerry anima fim de semana nos cinemas
Os cinemas voltam a receber um lançamento com forte apelo comercial nesta quinta (18/2), o primeiro filme live-action de “Tom & Jerry”. Extraoficialmente, “Tom & Jerry – O Filme” foi lançado em sessões de pré-estreia na semana passada, atingindo destaque como o título que mais vendeu ingressos entre os dias 11 e 16 de fevereiro, durante o fim de semana prolongado. A produção tem formato híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs lembram, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. O resultado é bem diferente do live-action do “Scooby Doo”, para citar outro desenho clássico que ganhou adaptação da Warner. Enquanto o cachorro da Hanna-Barbera se materializou no cinema com visual realista criado por computação gráfica, desta vez os personagens da MGM quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos cartoons originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos. Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A direção é de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”. A programação se completa com mais dois lançamentos, que antes da pandemia teriam distribuição limitada. Ambos foram destruídos pela crítica internacional, com 20% de aprovação no Rotten Tomatoes – os dois. Vale apontar que o thriller alemão “Berlin Alexanderplatz” teve trajetória premiada, que inclui a conquista do Festival de Estocolmo, na Suécia, e o troféu de Melhor Trilha Sonora na premiação da Academia Europeia de Cinema. Mas não se compara à minissérie homônima de 1980, premiada nos festivais de Munique e Veneza, com direção do mestre Rainer Werner Fassbinder. Tom & Jerry – O Filme | EUA | 2021 Berlin Alexanderplatz | Alemanha | 2020 Nona – Se Me Molham Eu os Queimo | Chile | 2019
Regina King será primeira negra candidata à presidência dos EUA
A atriz Regina King, vencedora de um Oscar (por “Se a Rua Beale Falasse”) e quatro Emmys, vai estrelar e produzir “Shirley”, cinebiografia de Shirley Chisholm, a primeira congressista negra eleita dos EUA em 1968, que se notabilizou por também concorrer à presidência do país. Produzido pela Participant Media, o filme tem roteiro e direção de outro vencedor do Oscar, John Ridley (Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão”). Os dois trabalharam juntos na série “American Crime”, criada por Ridley, que rendeu dois Emmys para King. A trama vai acompanhar a Chisholm em 1972, quando viveu um momento histórico. Quatro anos após se tornar a primeira negra eleita como congressista (o equivalente a deputada federal no Brasil), ela se tornou a primeira mulher a disputar o cargo de presidente da república pelo Partido Democrata. E principalmente a primeira mulher negra a se candidatar ao cargo na Casa Branca. Em comunicado, a Participant informou que as filmagens estão previstas para começar ainda este ano e apresentarão “um retrato íntimo de bastidores de uma das líderes políticas mais inovadoras de nossos tempos”. “A determinação destemida de Shirley Chisholm foi uma inspiração para muitos de nós e, com este filme, esperamos inspirar muitas gerações futuras”, disse King. “Colaborar mais uma vez com meu amigo e mentor, John Ridley, e com a equipe do Participant, torna esta jornada ainda mais doce.” Ridley acrescentou: “A paixão de Regina por dar vida a um retrato completo e muito humano de Shirley ficou evidente desde o dia em que nos conhecemos. Sou muito grato a Regina por confiar em mim como parceiro para contar a história dessa pessoa verdadeiramente notável. ” O projeto histórico surge num grande ano para Regina King, que ganhou seu quarto Emmy por “Watchmen” e estreou na direção com “Uma Noite em Miami”, que pode transformá-la na primeira mulher negra a disputar o Oscar de Melhor Direção. Veja abaixo um curto documentário (em inglês, sem legendas) sobre a vida de Shirley Chisholm.
Daniel Kaluuya vai voltar a estrelar terror do diretor de Corra!
Jordan Peele começou a definir o elenco de seu terceiro terror. O diretor vai reprisar sua parceria com Daniel Kaluuya após sua estreia em “Corra!” (2017) e contará com Keke Palmer (“Scream Queens”) como protagonista feminina. Os detalhes do projeto estão sendo mantidos em sigilo, inclusive o título do filme, mas Peele será responsável por escrever e dirigir, encerrando o hiato de filmagens desde “Nós” (2019), seu longa anterior. Nos últimos dois anos, ele vinha se dedicando exclusivamente ao trabalho de produtor de séries e filmes. Embora pouco se saiba sobre a obra, a produção manterá o cineasta no gênero terror, será distribuída pela Universal Pictures e já tem previsão de estreia: em 22 de julho de 2022. “Corra!” representou o cartão de visitas de Kaluuya em Hollywood. O ator britânico foi indicada ao Oscar por seu desempenho naquele filme. Neste ano, ele retomou os elogios da crítica e o reconhecimento da indústria com indicações ao Globo de Ouro, Critics Choice e SAG Awards por seu papel como o ativista Fred Hampton no filme “Judas e o Messias Negro”.
Lenny Kravitz será ex de Jennifer Lopez em comédia de casamento
O cantor Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”) entrou no elenco de “Shotgun Wedding”, comédia de casamento muito louco estrelada por Jennifer Lopez (“As Golpistas”) e Josh Duhamel (“Transformers”). Na trama, ele interpretará um ex-namorado da personagem de Lopez. Além do roqueiro e pai da atriz Zoë Kravitz, os atores D’Arcy Carden (“The Good Place”), Cheech Marin (“Guerra com o Vovô”), Selene Tan (“Podres de Ricos”), Desmin Borges (“Utopia”) e Alex Mallari Jr. (“Dark Matter”) também foram escaladas na produção, que ainda traz as atrizes Sonia Braga (“Bacurau”) e Jennifer Coolidge (“American Pie”) como mães dos noivos. Mistura de comédia e ação, “Shotgun Wedding” se passa no dia do casamento dos personagens de Lopez e Duhamel. Originalmente, a atriz nova-iorquina deveria fazer par com Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”), mas após o surgimento de conversas privadas polêmicas do ator, expressando desejos canibais, o papel do noivo ganhou novo galã. A trama acompanha suas famílias adoráveis, mas cheias de opiniões, em viagem até o local paradisíaco da cerimônia, enquanto o casal começa a discutir e colocar o matrimônio em xeque. Mas no momento em que o casamento balança, todos acabam virando reféns. Com suas famílias em perigo, os protagonistas devem deixar suas diferenças de lado para tentar salvar seus entes queridos. O projeto tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. As filmagens estão programadas para começar no fim deste mês na República Dominicana.
Viola Davis fundou produtora para escapar dos papéis de empregada ou mãe enlutada
Viola Davis disse que criou sua própria produtora, a JuVee Productions, para mudar o jogo racial de Hollywood. Numa mesa redonda com a escritora e ativista Stacey Abrams, realizada pela revista americana Variety, a atriz contou que decidiu financiar os seus projetos e escapar dos papéis de empregada doméstica ou mãe enlutada, que geralmente lhe eram oferecidos. Ela queria poder viver uma mulher negra de meia idade completa, inclusive em sua vida sexual. “Ninguém estava desenvolvendo filmes com alguém como eu em mente. Eu sou uma mulher de 55 anos, de pele negra, em Hollywood. Eu ainda recebo ofertas para ser ‘a empregada’, ou ‘a mãe de família chorando em cima do cadáver do seu filho no meio da rua'”, contou. Davis explicou que uma de suas grandes frustrações é “nunca ser vista como um ser sexual”. “Os fundamentos básicos do que é ser mulher não parecem me incluir”, disse. Ela também apontou que uma das poucas exceções em sua carreira foi o papel da advogada Annalise Keating em “How to Get Away with Murder”. “Aquela foi minha primeira chance de criar uma mulher completa”, comentou. “Quando vemos mulheres negras nas telas, somos uma extensão da nossa história. Agora somos vistas como tão fortes que ficamos quase masculinizadas. Não sentimos nenhuma dor. Não somos desejadas, ou abraçadas. Na série, tive a chance de explorar o que é ser mulher, toda a bagunça disso, até mesmo os traumas sexuais”, explicou. Foi para não querer que Annalise Keating fosse uma raridade em sua carreira, ela fundou a JuVee Productions em 2011. Com a produtora, busca representar a experiência negra em toda a sua riqueza, buscando apresentar pessoas que merecem ser celebradas, “mesmo que não tenham entrado para o livro de história”. “Mesmo que elas não sejam pessoas fáceis de gostar, mesmo que elas não sejam ‘bonitas’ – e essa é uma grande preocupação minha -, mesmo que elas não sejam heterossexuais, mesmo que sintam raiva de Deus. E é uma honra trabalhar com artistas cujo objetivo é aprofundar as histórias que contamos sobre pessoas não-brancas”, concluiu. Entre os títulos produzidos pela empresa de Viola Davis estão o thriller “Lila & Eve: Unidas pela Vingança” (2015), que a atriz estrelou ao lado de Jennifer Lopez, o drama jurídico “Sob Custódia” (2016), a divertida comédia infantil “Tropa Zero” (2019), o documentário “Emanuel” (2019), sobre o fuzilamento dos frequentadores de uma igreja por um branco racista, e as séries “American Koko” (2017) e “The First Lady”, que vai estrear no final de 2021 com Viola no papel de Michelle Obama.
Globoplay anuncia documentários de Ludmilla e Lexa
A Globo aproveitou um dos intervalos comerciais do “BBB 21”, na noite de eliminação de Nego Di (16/2) para anunciar algumas novidades do seu serviço de streaming. No teaser exibido pela emissora, os destaques ficaram por conta de documentários musicais focados em dois dos maiores nomes do funk nacional: Ludmilla e Lexa. Os documentários “Ludmilla: Rainha da Favela” e “Lexa” acompanharão as trajetórias das duas cantoras. O vídeo que apresenta cenas das produções não revela previsões de estreia. Veja abaixo o teaser, que inclui séries (nacionais e importadas) e outros conteúdos da programação da Globoplay. Eu tô todo bobo com meu catálogo LINDÃO! 🤩 pic.twitter.com/buMFRyAqGY — globoplay (@globoplay) February 17, 2021
Emma Stone é Cruella no trailer do novo filme da Disney
A Disney divulgou o primeiro trailer de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, que queria transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. A prévia demonstra que a trama não é uma história alternativa sobre como a vilã foi mal-julgada, ao estilo de “Malévola”. Emma Stone diz com todas as letras que sua personagem é uma psicopata e aparece se deliciando como piromaníaca. Resta saber como o clima sombrio será apresentado para as crianças, pois o trailer não é engraçado. É assustador. Mas Tim Burton fez carreira com esse tipo de tom híbrido em seus filmes. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e mostrará Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, é produtora executiva do projeto. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vem a referência fashion. E ganhou roteiro final de Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo os trailers em versões legendada e dublada em português.












