Terror do diretor de Rebecca ganha trailer alucinógeno
A Neon divulgou uma coleção de pôsteres tenebrosos e o trailer alucinógeno de “In The Earth”, terror dirigido por Ben Wheatley (do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”). A trama acompanha um cientista que adentra, com o auxílio de uma guia, as profundezas de uma floresta em busca de um colega que desapareceu na região, ao pesquisar a cura de um vírus que devassa o planeta. Logo, o que parecia uma jornada de rotina se revela um pesadelo, com eles se vendo presos em um mistério assustador. O elenco destaca Joel Fry (“Yesterday”), Ellora Torchia (“Midsommar”), Hayley Squires (“Eu, Daniel Blake”) e Reece Shearsmith (“Belas Maldições”). Exibido em janeiro passado na programação do Festival de Sundance, o filme atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 30 de abril nos EUA.
O Esquadrão Suicida ganha novo pôster
O diretor James Gunn divulgou em suas redes sociais um novo pôster de “Esquadrão Suicida” e aproveitou para anunciar que o primeiro trailer oficial será revelado nesta sexta (26/3) – aqui. O cartaz chama atenção por não destacar todos os integrantes do grupo de supervilões, apenas sete personagens, com maior ênfase para Arlequina (Margot Robbie), Rick Flag (Joel Kinnaman), Sanguinário (Idris Elba) e Pacificador (John Cena), que aparecem acompanhados por Caça-Ratos (Daniela Melchior), Bolinha (David Dastmalchian) e o Tubarão-Rei (criado por efeitos visuais). As filmagens foram encerradas em 29 de fevereiro e, desde então, o diretor vem trabalhando na pós-produção. O longa vai aproveitar poucos integrantes do primeiro “Esquadrão Suicida”: além de Margot Robbie e Joel Kinnaman, o filme contará com a volta de Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). O resto do elenco é repleto de novidades, incluindo a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), Storm Reid (“Euphoria”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), o argentino Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e até o cineasta neo-zelandês Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada para agosto de 2021. I'll just drop this here. Did I mention that a trailer is coming tomorrow? #TheSuicideSquad pic.twitter.com/VmB9n0rFSZ — James Gunn (@JamesGunn) March 25, 2021
Game “Ghost of Tsushima” vai virar filme do diretor de John Wick
A Sony está desenvolvendo a adaptação cinematográfica do game “Ghost of Tsushima”, um dos maiores sucessos do PlayStation no ano passado, que vendeu mais de 6,5 milhões de cópias desde sua estreia em julho. O diretor Chad Stahelski, criador da franquia “John Wick”, está à frente do projeto, que gira em torno de um samurai do Japão feudal. No game repleto de ação e lutas de espadas, o protagonista é Jin Sakai, o último samurai de seu clã, que precisa abandonar as tradições para salvar o seu lar, a ilha de Tsushima, de invasores mongóis. Stahelski deve começar a trabalhar no projeto assim que finalizar as filmagens do quarto longa de “John Wick”, atualmente em produção para uma estreia prevista para 2022. Além de “Ghost of Tsushima”, a Sony Pictures e a recém-fundada PlayStation Productions estão atualmente trabalhando em outras duas adaptações de games populares: a aventura “Uncharted”, estrelada por Tom Holland, com lançamento previsto para 11 de fevereiro de 2022, e a série pós-apocalíptica “The Last of Us” com Pedro Pascal, ainda sem estreia marcada na HBO.
Kristen Stewart impressiona em nova foto como a Princesa Diana
O estúdio indie Neon divulgou a segunda foto de Kristen Stewart (“As Panteras”) como a Princesa Diana na cinebiografia “Spencer”. O título faz referência ao nome de solteira da mãe dos príncipes Harry e William. Além da nova foto, o estúdio anunciou que o ator Jack Farthing (“Poldark”) viverá o Príncipe Charles na produção, que também contará com Timothy Spall (da franquia “Harry Potter”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Sean Harris (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) em seu elenco. A nova imagem volta a reforçar a capacidade de transformação de Stewart, que no passado já tinha impressionado como intérprete da atriz Jean Seberg e da roqueira Joan Jett, respectivamente em “Seberg Contra Todos” (2019) e “The Runaways: Garotas do Rock” (2010). “Spencer” também é a segunda cinebiografia feminina do diretor chileno Pablo Larrain, que, há cinco anos, retratou a ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy em “Jackie” (2016). O roteiro foi escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e mostrará a princesa no momento em que decide, durante as férias de Natal com a família real, encerrar seu casamento e sair da monarquia. A vida da Princesa Diana foi abordada recentemente na premiada 4ª temporada de “The Crown”, que consagrou a atriz Emma Corrin no papel, e também no filme “Diana” (2013), do alemão Oliver Hirschbiegel, estrelado por Naomi Watts, que, ao contrário, não agradou nem público nem crítica, atingindo apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes.
Bertrand Tavernier (1941 – 2021)
O icônico cineasta Bertrand Tavernier, de filmes clássicos como “Um Sonho de Domingo” (1984) e “Por Volta da Meia-Noite” (1986), morreu nesta quinta (25/3) aos 79 anos, anunciou o Instituto Lumière, que ele presidia. A causa da morte não foi informada. Filho do escritor e combatente da resistência René Tavernier, Bertrand foi um dos principais e mais premiados diretores do cinema francês após a nouvelle vague. Seu interesse pela sétima arte começou em seus dias de estudante universitário na Sorbonne, quando entrevistou o diretor Jean-Pierre Melville. Ele acabou conseguindo trabalho como relações públicas da empresa que produziu o filme de Melville de 1962, “Técnica de um Delator”, e posteriormente se associou a um amigo para se tornar assessor de imprensa independente, trabalhando nos filmes que lhe interessavam, entre eles “O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard. O trabalho evoluiu para a função de assistente de direção, que ele começou a exercer na Itália, fazendo sua estreia no trash “Maciste, O Gladiador de Esparta” (1964). No mesmo ano, debutou como diretor nas antologias românticas “Os Beijos” (1964) e “A Chance e o Amor” (1964). Entretanto, seu primeiro longa individual só saiu uma década depois, o complexo filme de mistério “O Relojoeiro” (1974), que venceu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Berlim. Com os dois filmes seguintes, “Que a Festa Comece” (1975) e “O Juiz e o Assassino” (1976), chamou atenção da Academia Francesa de Cinema, vencendo consecutivamente dois prêmios César (o Oscar francês) como roteirista. Ao experimentar a ficção científica com “A Morte ao Vivo” (1980), antecipou em décadas a febre por reality shows que transformou o “Big Brother” num fenômeno. Cultuadíssimo, o filme também registrou um dos últimos papéis da estrela Romy Schneider, que morreu dois anos depois. O reconhecimento internacional veio com “A Lei de Quem Tem o Poder” (1981), indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. No filme, Philippe Noiret vivia um chefe de polícia de uma pequena cidade que decide a despachar os cidadãos indignos do lugar com sua arma. Seus filmes mais famosos vieram logo em seguida. Com “Um Sonho de Domingo” (1984), ambientado em uma casa de campo em 1912, venceu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes. E embora não tenha sido agraciado por seu trabalho em “Por Volta da Meia-Noite” (1986), sua ode definitiva ao jazz é considerada um dos melhores filmes já feitos sobre o gênero musical. A obra rendeu um Oscar ao jazzista Herbie Hancock pela Trilha Sonora, além de indicação de Melhor Ator ao mítico saxofonista Dexter Gordon. A filmografia de Tavernier seguiu produzindo filmes espetaculares, como “A Vida e Nada Mais” (1989), vencedor do BAFTA (o Oscar inglês), e “O Regresso” (1990), mas foi só com “L.627 – Corrupção Policial” (1992), um thriller com registro quase documental sobre as atividades do dia-a-dia de um pequeno e mal equipado braço do Esquadrão Antidrogas de Paris, que ele venceu o troféu principal da França, o César de Melhor Filme, além do César de Melhor Direção. O reconhecimento nacional o levou à sua primeira grande aventura de época, “A Filha de D’Artagnan” (1994), estrelada pela jovem Sophie Marceau no auge de sua popularidade. Mas após este breve desvio comercial, o cineasta voltou com tudo em “A Isca” (1995), sobre crimes de menores, que venceu o Festival de Berlim, e “Capitão Conan” (1996), drama de guerra que lhe rendeu outro César de Melhor Direção. Em “Quando Tudo Começa” (1999), Tavernier seguiu um ano na vida do diretor de uma escola em uma região economicamente falida da França e venceu o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim e o Prêmio do Público no Festival de San Sebastian. Ele seguiu frequentando festivais no século 21, mas sem causar o mesmo frisson. Seus últimos longas de ficção foram “Passaporte para a Vida” (2002), “Holy Lola” (2004), escrito por sua filha, “Às Margens de um Crime” (2009), “A Princesa de Montpensier” (2010) e “O Palácio Francês” (2013). Pelo derradeiro, ainda voltou a vencer o César de Melhor Roteiro. Depois disso, assinou o documentário “Viagem Através do Cinema Francês”, lançado em 2016 e transformado em minissérie no ano seguinte, dedicando-se a contar a história do cinema de seu país. Cinéfilo assumido, Tavernier adorava falar da história ao cinema. Ele escreveu um guia sobre a história de Hollywood, cuja primeira edição foi chamada de “20 Anos de Cinema Americano”, mas acabou expandida em reedições para “30 Anos…” e até “50 Anos de Cinema Americano”. Ele também publico um livro de entrevistas, chamado “American Friends”, com conversas que teve com John Ford, Robert Altman, Roger Corman e “muitos outros que não haviam sido entrevistados antes”, e se dedicou à preservação de filmes clássicos, movido tanto pelo desejo de defender o cinema independente francês como pela paixão pelo cinema americano do século 20. Em 2015, foi homenageado com um Leão de Ouro especial do Festival de Veneza, pelo conjunto da obra. Tavernier foi casado com a roteirista Claudine (Colo) O’Hagen de 1965 a 1980 e deixa dois filhos cineastas, Nils Tavernier, diretor e ator, e Tiffany Tavernier, romancista, roteirista e assistente de direção.
William Shatner diz que nunca viu nenhum episódio de Star Trek
O ator William Shatner revelou que nunca viu nenhum episódio de “Star Trek”. Mundialmente conhecido como o Capitão Kirk da primeira versão da série, lançada no Brasil como “Jornada nas Estrelas” na década de 1960, o ator de 90 anos afirma que acha doloroso se ver na tela e, por isso, já esqueceu muita coisa de seus trabalhos na franquia. “Eu nunca assisti ‘Star Trek’. Há muitos episódios que não conheço, há alguns filmes que não conheço”, afirmou, em entrevista à revista People. Shatner admitiu que assistiu apenas um dos muitos filmes da franquia, “Jornada nas Estrelas V: A Fronteira Final”, porque o dirigiu. “Eu dirigi um dos filmes, o número 5. Tive que assistir a esse”, contou. “Mas é tudo doloroso porque não gosto da minha aparência e do que faço”, confessou o ator, que também atuou em filmes como “Miss Simpatia”. Aos 90 anos, Shatner está se preparando para o lançamento de seu último filme, “Senior Moment”, uma comédia romântica da Terceira Idade, em que vive um piloto de testes aposentado da NASA.
A Menina que Matou os Pais: Carla Diaz vira Suzanne Von Richthofen em novo trailer
A Galeria Distribuidora divulgou um novo trailer da sessão dupla de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”. Com imagens inéditas, os vídeos destacam o desempenho de Carla Diaz, recém-saída do “BBB 21”, em sua estreia no cinema. Nos filmes, ela vive ninguém menos que Suzanne Von Richthofen, uma das criminosas mais célebres do Brasil. Previstos para abril de 2020, os longas foram adiados devido à pandemia e vão completar um ano guardados. O lado positivo desse adiamento é que Carla Diaz se tornou ainda mais popular nesse meio tempo, após passar pelo reality show da Globo sem se tornar uma “vilã” – como os demais que saíram antes dela da produção. Em seu plano original, a distribuidora pretendia lançar os dois filmes no mesmo dia, com sessões consecutivas nas mesmas salas. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois (mais o irmão de Daniel) foram condenados pelo crime. Além da ex-Chiquitita e ex-Rebelde como Suzane, o elenco destaca Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy (“Bom Dia, Verônica”). Ainda não há previsão para a estreia.
“Nomadland” vence prêmio do Sindicato dos Produtores
O Sindicato dos Produtores dos EUA (Producers Guild of America – PGA) premiou “Nomadland”, de Chloé Zhao, como Melhor Filme do Ano. Este reconhecimento tem muito peso em época de premiações, pois o PGA Awards costuma ser um dos principais indicadores do Oscar. Superando concorrentes como “Bela Vingança”, de Emerald Fennell, “Minari”, de Lee Isaac Chung, e “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, “Nomadland” tem se distanciado cada vez mais como o filme com a maior quantidade de prêmios na temporada. E mais uma vez “Mank”, de David Fincher, passou em branco. Outros prêmios do Sindicato foram para “Soul” (Melhor Animação), “My Octopus Teacher” (Documentário), “Hamilton” (Telefilme), “O Gambito da Rainha” (Minissérie), “The Crown” (Série de Drama) e “Schitt’s Creek” (Série de Comédia). Ao todo, Netflix e Disney foram os principais vencedores, empatados com três troféus cada. A Netflix comemorou vitóris de “O Gambito da Rainha”, “The Crown” e “My Octopus Teacher”, enquanto a Disney celebrou “Soul”, “Hamilton” e “Nomadland” – que é uma produção da Searchlight Pictures, adquirido pelo conglomerado com a compra da 21st Century Fox. Prêmio Darryl F. Zanuck de Melhor Filme “Nomadland” (Searchlight Pictures) Produtores: Mollye Asher, Dan Janvey, Frances McDormand, Peter Spears, Chloé Zhao Melhor Animação “Soul” (Pixar) Produtora: Dana Murray Melhor Documentário “My Octopus Teacher” (Netflix) Produtore: Craig Foster Prêmio Norman Felton de Melhor Série – Drama “The Crown” (Netflix) Produtores da 4ª temporada: Peter Morgan, Suzanne Mackie, Stephen Daldry, Andy Harries, Benjamin Caron, Matthew Byam Shaw, Robert Fox, Michael Casey, Andy Stebbing, Martin Harrison, Oona O’Beirn Prêmio Danny Thomas de Melhor Série – Comédia “Schitt’s Creek” (Pop TV/Amazon) Produtores da 6ª temporada: Eugene Levy, Daniel Levy, Andrew Barnsley, Fred Levy, David West Read, Ben Feigin, Michael Short, Kurt Smeaton, Kosta Orfanidis Prêmio David L. Wolper de Melhor Minissérie “O Gambito da Rainha” (Netflix) Produtores: William Horberg, Allan Scott, Scott Frank, Marcus Loges, Mick Aniceto Melhor Telefilme “Hamilton” (Disney+) Produtores: Thomas Kail, Lin-Manuel Miranda, Jeffrey Seller Melhor Programa de Não Ficção “Arremesso Final” (The Last Dance, ESPN) Produtores da 1ª Temporada: John Dahl, Libby Geist, Mason Gordon, Peter Guber e Rob King Melhor Programa de Variedades e Entretenimento ao Vivo “Last Week Tonight with John Oliver” (HBO) Produtores da 7ª Temporada: Jon Thoday, John Oliver e Liz Stanton Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race” Produtores da 12ª temporada: Delaney Yeager
Príncipe Harry e Meghan Markle vão ganhar terceiro filme do Lifetime
O canal pago Lifetime vai fazer seu terceiro telefilme sobre o Príncipe Harry e Meghan Markle. Na esteira da entrevista polêmica do casal com Oprah Winfrey, que denunciou racismo na família real, o Lifetime deu luz verde para “Harry & Meghan: Escaping the Palace”, que promete “revelar o que levou o casal a romper com a família real”. O novo filme completa uma trilogia com “Harry & Meghan” (2018), sobre o romance dos recém-casados, e “Harry & Meghan: Becoming Royal” (2019), sobre o primeiro ano do casal. A continuação contará com os mesmos diretor e roteirista dos filmes anteriores, respectivamente Menhaj Huda e Scarlett Lacey. Mas não está claro se haverá repetição de intérpretes, uma vez que atores diferentes estrelaram as duas produções. As gravações estão marcadas para esta primavera norte-americana (nosso outono), com a exibição prevista para o outono (nossa primavera).
Senhor Destino: Pierce Brosnan vai viver herói da DC Comics
Conhecido como o James Bond dos anos 1990, Pierce Brosnan vai viver o primeiro super-herói de sua carreira. O ator irlandês de 67 anos foi escalado como intérprete do Senhor Destino (Doctor Fate) no filme do Adão Negro (Black Adam), estrelado por Dwayne Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”). Membro fundador da Sociedade da Justiça, o arqueólogo Kent Nelson ganhou superpoderes místicos ao descobrir numa escavação o elmo (capacete) de Nabu, entidade sobrenatural que defende a Ordem do mundo contra enviados do Caos. Criado por Gardner Fox (o Stan Lee da DC) e o artista Howard Sherman em 1940, o Senhor Destino era o último personagem importante que faltava ser escalado no filme dirigido por Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Em sua introdução no cinema, a Sociedade da Justiça será representada por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do herói Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como a heroína Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e o recém confirmado Brosnan como Senhor Destino. O elenco de “Adão Negro” também destaca Dwayne Johnson como o personagem-título e Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”) como Adrianna Tomaz (a Poderosa Isis). O roteiro inicial é de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”), mas, em processo constante de revisão, passou por último pelas mãos de Rory Haines e Sohrab Noshirvani, roteiristas do recente e premiado drama “The Mauritian”. As filmagens vão começar em abril e, apesar de a Warner não ter alterado a data de lançamento original, marcado para 22 de dezembro (deste ano, imaginem…), a verdade é que “Adão Negro” não tem realmente previsão de estreia.
Meghan Markle leva uma das principais agências de paparazzi dos EUA à falência
A Splash News & Picture Agency, uma das mais conhecidas agências de paparazzi dos EUA, entrou com pedido de falência nos EUA. E um dos motivos alegados foi um processo da atriz e duquesa Meghan Markle. No documento que apresenta o pedido judicial, a presidente da Splash, Emma Curzon, listou três causas para o motivo da falência. Uma delas foi a pandemia global, que diminuiu a quantidade de celebridades participando de festas e dando mole para flagrantes ultrajantes, afetando assim a capacidade da agência de ganhar dinheiro. Para complicar, a situação se tornou verdadeiramente insustentável por conta de dois processos. Um deles é de uma ex-funcionária que alega assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. O outro é de Meghan Markle, que se tornou a principal fonte de despesas da Splash. Meghan entrou com uma ação milionária por violação de privacidade contra a Splash, que precisou fazer um empréstimo de quase US$ 1 milhão para se defender. Entretanto, com falta de recursos, a empresa não conseguiu honrar os pagamentos, o que a levou a pedir falência como forma de se proteger e evitar que os credores assumissem seus bens. A briga de Meghan com a Splash é por causa de fotos tiradas durante uma “excursão particular de família” em um parque no Canadá. “O caso envolve questões relacionadas à liberdade de expressão sob a lei do Reino Unido e, infelizmente, provou ser insuportavelmente caro para a Splash continuar sua defesa”, disse Curzon. “Além disso, caso os demandantes prevalecessem nesse caso, provavelmente resultaria em uma grande indenização de honorários advocatícios contra a Splash. Não obstante o mérito do caso, a empresa tentou resolver a questão, mas não conseguiu chegar a um acordo financeiro de liquidação dentro de seus recursos.” Os representantes de Meghan não aceitaram a oferta para encerrar a ação e ela continuou correndo na Justiça, drenando ainda mais os recursos da agência. Importante observar que, enquanto a Splash lutava para provar seu direito à liberdade de expressão contra Markle, também entrou com processos contra várias celebridades por usaram fotos de si mesmas tiradas por paparazzi da agência. A Splash foi pioneira em ações contra pessoas por postarem fotos de si mesmas sobre as quais não teriam direitos. Entre os alvos das ações estão Jennifer Lopez, Jessica Simpson, Liam Hemsworth e Nicki Minaj. O mesmo argumento é usado pelos advogados de Meghan Markle contra a agência, alegando que ela não tinha recebido autorização não tinha direito a tirar as fotos para começar.
Miley Cyrus escreve carta para Hannah Montana no aniversário de 15 anos da série
Miley Cyrus celebrou o 15º aniversário da estreia de “Hannah Montana” no Disney Channel, completado nesta quarta (24/3), como uma carta endereçada à personagem que a transformou em estrela pop mundial. A carta foi postada nas redes sociais de Miley e basicamente celebra as lembranças e o sucesso do programa com muitos agradecimentos. Escrita a mão, a carta relembra desde o teste que fez para o papel, cantando “I Love Rock ‘n’ Roll”, de Joan Jett, até a tristeza de ter perdido o avô durante as filmagens da 1ª temporada, antes da estreia, relembrando o quanto ele foi orgulhoso ao ver o comercial do programa ser transmitido durante “High School Musical”. As lembranças celebram como “Hannah Montana” ajudou Miley a encontrar a si mesma. “Embora você seja considerado um ‘alter ego’, na realidade houve um tempo na minha vida em que você segurou mais da minha identidade em sua luvinha do que eu em minhas próprias mãos”, escreveu a cantora. A cantora agradeceu especialmente à Emily Osment, Mitchel Musso e Jason Earles, dizendo que os colegas de elenco viraram uma verdadeira família, que ela via com mais frequência do que sua própria família. Por fim, relembrou do finale da série, exibido em janeiro de 2011, e diz que, assim como os fãs, leva a personagem no coração até hoje. “O episódio final foi apropriadamente intitulado ‘Wherever I Go’ (onde quer que eu vá) após uma música final da sensação pop adolescente… que diz ‘Tudo está prestes a mudar. Um capítulo terminando, mas as histórias apenas começando. Uma página está virando para todos…”. E fecha com um refrão crescente ‘Podemos estar separadas, mas espero que você sempre saiba que estará comigo onde quer que eu vá’, lembrou Miley antes de encerrar. “Hannah, espero que você me ouça e acredite que essas palavras são verdadeiras. Você tem todo o meu amor e máxima gratidão. Dar-lhe vida por seis anos foi uma honra. Agradeço não apenas a você, Hannah, mas também a todos que acreditaram em mim desde o início. Todos vocês têm a minha lealdade e o meu mais profundo agradecimento até o fim”. Veja abaixo a carta completa (em inglês). E para quem sentir saudades, todos os episódios da série e os especiais de “Hannah Montana” foram disponibilizados na Disney Plus nesta quarta. Dear @HannahMontana, I still love you 15 years later. #HMForever pic.twitter.com/TBqZd5aOKh — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) March 24, 2021
A Feiticeira: Criadores de “12 Monkeys” desenvolvem novo filme da série clássica
A Sony Pictures prepara um novo filme baseado na série clássica “A Feiticeira”, estrelada por Elizabeth Montgomery nos anos 1960. A adaptação está a cargo de Terry Matalas e Travis Fickett, criadores da série “12 Monkeys”, que, curiosamente, era baseada num filme – “Os 12 Macacos” (1995). Desta vez, eles farão o caminho inverso ao escrever o roteiro. Vale lembrar que a Sony já tentou lançar uma versão cinematográfica de “A Feiticeira” em 2005, com Nicole Kidman no papel-título, Will Ferrell como um ator que interpreta seu infeliz marido Darrin e direção da veterana Nora Ephron (1941–2012). A nova versão pretende ser bem diferente. Enquanto o filme de 2005 tentou atualizar a premissa com uma abordagem “metalinguista”, o projeto atual quer preservar tudo que transformou a série num sucesso. O ponto de partida é o que acontece após uma bruxa se casar com um publicitário e precisar esconder seus poderes e seus parentes malucos, que aparecem com frequência, dos vizinhos enxeridos e do chefe do marido. A série original durou oito temporadas, de 1964 a 1972, e inspirou várias outras atrações sobrenaturais na televisão americana, de “Jeanne é um Gênio” à recente “WandaVision”. Além deste projeto, os roteiristas Matalas e Fickett também estão atualmente desenvolvendo o remake de “A Montanha Enfeitiçada” (1975) para a plataforma Disney+. Relembre abaixo o trailer do DVD da série clássica e do filme de 2005.












