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Filme

“Chico Bento 2” é anunciado com retorno de Isaac Amendoim

Sequência voltará a contar com direção de Fernando Fraiha e mostrará nova aventura na Vila Abobrinha

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19 de junho de 2026
Filme

Glenn Danzig vai dirigir adaptação de seus quadrinhos de terror

Vocalista do Misfits adaptará "Hellmask", fantasia sombria publicada pela Verotik

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19 de junho de 2026
Filme

“O Grinch” terá sequência com retorno de Jim Carrey

Ron Howard deve voltar à direção do novo filme, ainda sem título e previsão de estreia

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19 de junho de 2026
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    Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin no trailer da cinebiografia

    20 de maio de 2021 /

    A MGM divulgou novos pôsteres, imagens inéditas e o trailer completo de “Respect – A História de Aretha Franklin”. A prévia abrange vários anos da vida da lendária cantora, da infância na Igreja até sua consagração como Rainha do Soul, cantando clássicos imortais como “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além do conturbado relacionamento com seu marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Jennifer Hudson, a intérprete de Aretha no cinema, com um Oscar. Além de Hudson, o elenco também destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). Depois de muitos adiamentos, a estreia está marcada para 9 de setembro no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA (em 13 de agosto).

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  • Filme

    “Mortal Kombat” chega aos cinemas. Conheça as estreias da semana

    20 de maio de 2021 /

    “Mortal Kombat” é o principal lançamento desta quinta (20/5) nos cinemas. A nova adaptação do videogame é bem mais violenta que as versões anteriores e deve agradar aos fãs do jogo por apresentar a origem dos personagens e da rivalidade entre Scorpion e Sub-Zero. Mas quem nunca jogou o game clássico pode não achar tão empolgante. Afinal, tem um diretor pouco experiente (o estreante Simon McQuoid) e destaca vários atores secundários de séries de TV. De todo modo, é melhor que as opções de comédia, “Em Guerra com o Vovô”, que registra o pior desempenho da carreira de Robert De Niro, e “Amor, Casamentos e Outros Desastres”, que pode ser resumido por uma das palavras de seu título, considerando os míseros 4% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em circuito extremamente limitado, há mais três produções argentinas e brasileiras, com destaque para uma sci-fi nacional de viagem no tempo, “Loop”, estreia do diretor Bruno Bini, estrelada por Bruno Gagliasso. Veja abaixo os trailers de todas as estreias da semana.     Mortal Kombat | EUA | 2021     Em Guerra com o Vovô | EUA | 2021     Amor, Casamentos e Outros Desastres | EUA | 2020     O Último Jogo | Argentina, Brasil, Colômbia | 2020     A Barqueira | Argentina | 2019     Loop | Brasil | 2019

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  • Filme

    Diretores de “Bad Boys Para Sempre” farão filme da Batgirl

    20 de maio de 2021 /

    A Warner contratou os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo sucesso de “Bad Boys Para Sempre” (2020), para comandarem o filme da Batgirl. A escolha quebra uma regra não escrita dos estúdios, que vinham escalando mulheres para dirigir filmes de heroínas dos quadrinhos. A própria Warner fez isso com “Mulher Maravilha” (dirigido por Patty Jenkins) e “Aves de Rapina” (de Cathy Yan). Por outro lado, a dupla de “Bad Boys” sucede outra opção masculina para a adaptação. Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon em 2017, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e se queimar em Hollywood). Com sua saída, o roteiro ficou a cargo de Christina Hodson, que escreveu “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do “Flash”. Em março desse ano, a Warner confirmou que, em meio a essas mudanças, continuava a avançar com o filme. A revelação aconteceu durante a apresentação de uma lista de produções em desenvolvimento com conteúdo baseado em propriedades da DC Comics. “Batgirl”, porém, não deve chegar aos cinemas e sim ser lançada diretamente na HBO Max. “Com ‘Batgirl’, esperamos levar o público a um passeio divertido e mostrar um lado diferente de Gotham”, disse a produtora Kristin Burr (que também está à frente de “Cruella”). “O roteiro de Christina é repleto de espírito. Adil e Bilall têm uma energia entusiasmada e alegre, que é contagiante, tornando-os os cineastas perfeitos para este Batprojeto. E estou empolgada por fazer parte do universo DC, o que é muito legal”, completou. El Arbi e Fallah nasceram no Marrocos e estudaram cinema na Bélgica, mas se destacaram na TV americana. Eles comandaram a série “Snowfall”, que lhes rendeu o convite para dirigir o terceiro filme de “Bad Boys”, maior bilheteria de 2020. Depois disso, ainda adquiriram experiência com adaptações de quadrinhos e super-heroínas, ao assumirem a direção de episódios da vindoura série “Ms. Marvel”, da editora rival da DC Comics, que deve estrear na Disney+ no fim do ano. Curiosamente, o novo filme da Warner tende a conflitar com a primeira aparição da personagem na HBO Max, já que Barbara Gordon será deficiente na 3ª temporada de “Titãs”, que estreia ainda este ano em streaming. Embora a sinopse não tenha sido revelada, “Batgirl” deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action, logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete da personagem, a atriz Yvonne Craig acabou também servindo como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002. Duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nos quadrinhos. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original.

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    Paul Mooney (1941–2021)

    19 de maio de 2021 /

    O comediante Paul Mooney morreu nesta quarta (19/5), vítima de um ataque cardíaco, enquanto estava em estava em sua casa, na cidade de Oakland, na Califórnia. Ele tinha 79 anos e era conhecido por uma duradoura parceria com o amigo Richard Pryor (1940–2005). Mooney começou sua vida artística no circo, onde desenvolveu sua paixão por escrever e contar piadas. Ao longo de sua careira, apareceu em várias produções do cinema e da TV, mas começou em 1972 como roteirista de “Sanford and Son”, sitcom pioneira sobre uma família negra. Desde o começo, seu estilo cômico foi marcado por questionamentos sociais, procurando usar o riso como forma de denunciar o racismo e provocar reflexões sobre a política racial nos Estados Unidos. Sua longa parceira profissional com Richard Pryor teve início quando o famoso humorista foi convidado a aparecer na 1ª temporada do programa “Saturday Night Live”, em 1975, e requisitou Mooney para escrever seus esquetes. Ele gostou tanto das piadas que o contratou como roteirista de um especial de TV e de seu próprio programa, “The Richard Pryor Show”, em 1977. Nessa época, as piadas de Mooney lançaram a carreira do ator Robin Williams, que estreava na TV como um dos comediantes da produção da rede NBC. A transição de Mooney para frente das câmeras também começou durante o programa de Pryor e se estendeu para o cinema no mesmo ano, na comédia “O Que Vai Ser Agora?” (1977), também estrelada por Pryor. Os dois voltaram a atuar juntos no clássico “Rompendo Correntes” (1981) e Mooney ainda escreveu o especial “Richard Pryor… Here and Now” (1983) e o drama “Nos Palcos da Vida” (1986), únicos filmes dirigidos pelo comediante, além de servir como “consultor” em “Chuva de Milhões” (1985), um dos maiores sucessos comerciais do amigo. Paralelamente, lançou-se em carreira “solo”, aparecendo em “A História de Buddy Holly” (1977), “Confusões em Hollywood” (1987), “Um Maluco no Exército” (1994) e “A Hora do Show” (2000), que foi dirigido por Spike Lee, entre outros projetos. Ele também se especializou em roteirizar especiais musicais para a televisão e escreveu vários esquetes do famoso programa humorístico dos anos 1990 “In Living Colour”, que lançou Jennifer Lopez, Jamie Foxx e Jim Carrey (além de estabelecer a dinastia de humor da família Wayans). Nos últimos anos, Mooney vinha se dedicando à sua própria carreira como comediante, escrevendo e estrelando shows e especiais de stand up (lançados entre 2002 e 2014).

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  • Filme

    Casal de “High School Musical” vai voltar a viver romance nas telas

    19 de maio de 2021 /

    Um dos casais dos telefilmes “High School Musical” vai voltar a se envolver romanticamente numa nova produção televisiva. Corbin Bleu e Monique Coleman, que interpretaram Chad e Taylor na trilogia da Disney, serão as estrelas do vindouro filme “A Christmas Dance Reunion”, no canal pago americano Lifetime. No longa, a bem-sucedida advogada Lucy Mortimer (Monique) retorna com sua mãe Virginia ao local em que passou a infância para ajudar a celebrar o último Natal do Winterleigh Resort, antes que o hotel feche suas portas. Lá, Lucy se reencontra com seu antigo parceiro de dança, Barrett Brewster (Corbin), e deve decidir se está disposta a se arriscar no amor e ser sua parceira no que pode ser o último Baile de Natal do resort. O canal Lifetime divulgou um pôster da atração, que tem direção de Brian Herzlinger, especialista em filmes de Natal (“A Christmas Switch”, “A Christmas Movie Christmas”, “A Welcome Home Christmas”, etc) e estreia no fim do ano nos EUA – justamente durante a programação natalina – , mas ainda não tem previsão de exibição no Brasil. Confira abaixo a primeira imagem oficial do longa.

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    Vida de Cher vai virar filme do roteirista de “Forest Gump”

    19 de maio de 2021 /

    A cantora Cher anunciou que vai ganhar um filme sobre a sua vida. Ela revelou nas redes sociais que o longa está sendo desenvolvido pelo estúdio Universal, com roteiro do vencedor do Oscar Eric Roth (por “Forest Gump”) e produção dos responsáveis pela franquia “Mamma Mia!”. “Tenho algo a contar para vocês”, escreveu a estrela de 74 anos ao se dirigir aos fãs no começo do desta quarta (19/5). Depois de manter os seguidores em suspense por três horas, ela publicou que era para esperarem uma novidade, que descreveu como “maravilhosa”. Enfim, estendendo o hiato por mais uma hora, tempo de “ir ao chuveiro”, ela soltou: “Ok, a Universal fará uma biografia com a produção dos meus amigos Judy Craymer e Gary Goetzman. Eles produziram os dois filmes de ‘Mamma Mia!’. Meu querido amigo e vencedor do Oscar, Eric Roth, será o roteirista! ‘Forrest Gump’, ‘Nasce uma Estrela’ e ‘Sob Suspeita’ são alguns de seus filmes”, contou a cantora. Cher integrou o elenco de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”, em 2018. E está escalada para estrelar “Artist in Residence”, vindouro longa de Raymond De Felitta (diretor de “Confusões em Família” e da minissérie “Madoff”). Mais detalhes de sua biografia devem ser divulgados em breve. I have something to tell youFIRST💋 — Cher (@cher) May 19, 2021 Maybe you won’t Think it’sAs wonderful as I Think it is,but I Promise you….At some point you will.I would Have held Onto infoFor a while… but what do I Know….0 — Cher (@cher) May 19, 2021 Have to take shower — Cher (@cher) May 19, 2021 Ok Universal is Doing Biopic With My Friends JUDY CRAYMER,GARY GOETZMAN PRODUCING.THEYY PRODUCED BOTH MAMMA MIA’S,&MY DEAR DEAR Friend 4 YRS, & OSCAR WINNER..ERIC ROTH IS GOING 2 WRITE IT👻🎂‼️FORREST GUMPA STAR IS BORNSUSPECTTO NAME A FEW OF IS FILMS — Cher (@cher) May 19, 2021

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  • Filme

    Atrizes de “Stranger Things” vão estrelar trilogia de terror na Netflix. Veja o trailer

    19 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer da trilogia de terror “Rua do Medo” (Fear Street). O vídeo mostra cenas de três filmes diferentes inspirados na famosa coleção literária de mesmo nome, escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infantil”. Stine vem escrevendo a dezena de obras de “Rua do Medo” e seus spin-offs desde 1989 – o livro mais recente é de 2015. Trata-se da segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. A adaptação live-action estava em desenvolvimento desde 2015, originalmente com a intenção de ser apenas um filme. Agora, multiplicado pela plataforma que popularizou as maratonas de conteúdo, será três longas passados em épocas diferentes – nos anos de 1666, 1978 e 1994 – , mas sempre no mesmo local: a pequena cidade de Shadyside, em Ohio, nos EUA. O elenco da trilogia vai reunir rostos conhecidos das séries e filmes da Netflix, como Maya Hawke e Sadie Sink de “Stranger Things”, Kiana Madeira, de “Gatunas”, Gillian Jacobs de “Love”, Olivia Welch de “Inacreditável”, Michael Provost de “Insaciável”, Benjamin Flores Jr. de “Fim do Mundo” e Ashley Zukerman de “Designed Survivor”. Com direção de Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes serão lançados semanalmente entre os dias 2 e 16 de julho, começando por “Rua do Medo: 1994” até chegar em “Rua do Medo: 1666”. O detalhe é que história de 1666 é a origem e as demais lidarão com as consequências, mostrando adolescentes apanhados em eventos aterrorizantes, que remontam à séculos atrás. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes terão classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feito para crianças. Mas como a Netflix Brasil divulgou o trailer apenas em versão dublada com vozes de desenho animado infantil, a intenção pode ficar menos clara para o público nacional. Compare abaixo os trailers com a dublagem em português e a versão original da Netflix americana, que soam completamente diferentes.

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    Kerry Washington e Charlize Theron viram professoras da “Escola do Bem e do Mal”

    19 de maio de 2021 /

    As primeiras imagens de “A Escola do Bem e do Mal” se materializaram nas redes sociais, cortesia do diretor Paul Feig (“Missão Madrinha de Casamento”) e das atrizes Kerry Washington (da série “Scandal”) e Charlize Theron (do filme “O Escândalo”). Os três aparecem nas fotos reveladas em suas contas no Twitter e Instagram. Baseado no best-seller infantil de Soman Chainani, o filme tem uma premissa que lembra “Harry Potter” e “Descendentes”. A trama acompanha duas melhores amigas, Sophie e Agatha, que entram numa escola onde meninos e meninas comuns são treinados para serem heróis e vilões de contos de fadas. Com suas ambições de princesa, Sophie acredita que será escolhida para a Escola do Bem para se juntar às fileiras de ex-alunas como Cinderela e Branca de Neve. Enquanto isso, a aparência sombria de Agatha parece se encaixar naturalmente entre os vilões da Escola do Mal. Mas a sorte das meninas se inverte, com Sophie caindo na Escola do Mal e Agatha na Escola do Bem, o que coloca sua amizade à prova. Washington e Theron são as professoras das duas meninas, respectivamente na Escola do Bem e na Escola do Mal. Já as protagonistas mirins serão interpretadas por Sophia Anne Caruso (“Valete de Copas”), no papel de Sophie, e Sofia Wylie (“High School Musical: A Série: O Musical”) como Agatha. O roteiro está a cargo de David Magee, que escreveu “As Aventura de Pi” (2016) e a vindoura versão live-action de “A Pequena Sereia”, na Disney, e o lançamento vai acontecer na Netflix em breve – numa data ainda não revelada. First look at Lady Lesso and Professor Dovey of the School for Good and Evil, apparently hanging with the swing choir teacher of good and evil. Every day with these two powerhouses is a joy. #schoolforgoodandevil #timeofmylife pic.twitter.com/9Goz5zupJc — Paul Feig (@paulfeig) May 18, 2021 More GOODness to come👸🏾😇👑…#SchoolForGoodandEvil pic.twitter.com/BBJsiqNFpa — kerry washington (@kerrywashington) May 18, 2021 Ain’t no rest for the Evil 😈Can’t wait for you all to meet Lady Lesso #SchoolForGoodAndEvil @NetflixFilm pic.twitter.com/G74m39YltG — Charlize Theron (@CharlizeAfrica) May 18, 2021

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    À Segunda Vista: Primeiro filme da comediante Iliza Shlesinger ganha trailer

    19 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “À Segunda Vista” (Good on Paper), que marca a estreia da comediante Iliza Shlesinger como autora e estrela de uma produção de longa-metragem. Na trama escrita por ela mesma, Iliza vive uma comediante profissional que conhece um financista careta, bem educado e simpático durante um voo, e logo se vê num relacionamento sério com ele. Até que, aos poucos, começa a suspeitar que o Sr. Perfeito não é quem diz ser e, com a ajuda de suas amigas, passa a acreditar cada vez mais que virou vítima de um golpe. “À Segunda Vista” também é o primeiro filme dirigido pela atriz Kimmy Gatewood (de “GLOW” e “Atypical”) e o elenco destaca Ryan Hansen (de “Veronica Mars”) como o romântico suspeito, além de Margaret Cho (“Drop Dead Diva”), Rebecca Rittenhouse (“Era Uma Vez Em… Hollywood”), Matt McGorry (“How to Get Away with Murder”), Britney Young (“GLOW”), Rebekka Johnson (“GLOW”), Beth Dover (“Orange Is the New Black”) e Kimia Behpoornia (“Atypical”). A estreia está marcada para 23 de junho em streaming.

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    Spirit, o Indomável: Vídeo da animação destaca música de Taylor Swift

    19 de maio de 2021 /

    A Universal divulgou uma nova prévia de “Spirit, o Indomável”, que destaca a música-tema (“Wildest Dreams”) de Taylor Swift, projetando a letra em meio às cenas da animação. O filme produzido pela DreamWorks Animation é uma adaptação da série “Spirit Riding Free” da Netflix, que por sua vez era inspirada no longa animado “Spirit: O Corcel Indomável” (2002). Só que a obra original, indicada ao Oscar, não tinha garotinhas galopando, mas índios. Com direção de Elaine Bogan (“Como Treinar o Seu Dragão – A Série”) e do brasileiro Ennio Torresan (chefe de arte de “Abominável”), o longa acompanha a menina Lucky Prescott, que tem a vida alterada para sempre ao se mudar da cidade grande para um pequeno vilarejo fronteiriço, onde se torna amiga de um cavalo selvagem chamado Spirit. Em inglês, a menina é dublada por Isabela Merced, que foi a Dora da adaptação live-action de “Dora, a Aventureira” (“Dora e a Cidade Perdida”). O elenco estelar também inclui Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Eiza González (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Walton Goggins (“Tomb Raider: A Origem”), Mckenna Grace (“Annabelle 3 – De Volta Para Casa”), Marsai Martin (“Black-ish”), Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”). A estreia nos cinemas brasileiros está agendada para 10 de junho, uma semana após o lançamento nos EUA.

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    Dear Evan Hansen: Adaptação do sucesso da Broadway ganha trailer dramático

    19 de maio de 2021 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer de “Dear Evan Hansen”, filme baseado no musical da Broadway, que traz Ben Platt (“The Politician”) repetindo o papel que lhe rendeu o Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Ator. Apesar de ser um musical, a trama é melodramática e um convite às lágrimas. Evan Hansen é um adolescente com transtorno de ansiedade social que precisa lidar com uma confusão trágica, causada pela morte de um conhecido da escola, que uma série de coincidências faz todos acreditarem que era seu maior amigo. A família do rapaz passa a contar com Evan para superar a morte do jovem e uma apresentação para homenagear o rapaz logo se torna viral, aumentando ainda mais a pressão para que ele conte a verdade. A adaptação contém as músicas da peça, inclusive o hit “You Will Be Found”, que ressoa no trailer. As músicas são composições de Benj Pasek e Justin Paul, vencedores do Oscar por “La La Land”. O filme é dirigido por Stephen Chbosky (de “As Vantagens de Ser Invisível” e “Extraordinário”) e o elenco ainda inclui Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Amy Adams (“A Mulher na Janela”), Kaitlyn Dever (“Fora de Série”), Danny Pino (“Mayans M.C.”), Colton Ryan (“Little Voice”) e Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”). A estreia está marcada para 23 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Leslie Odom Jr. está na continuação de “Entre Facas e Segredos”

    18 de maio de 2021 /

    A produção da sequência de “Entre Facas e Segredos” voltou a revelar o elenco da produção à conta-gotas. Nesta terça (18/5), foi a vez do ator Leslie Odom Jr., que disputou o Oscar 2021 por “Uma Noite em Miami”, em que viveu o cantor Sam Cooke. Ele se junta à Kathryn Hahn, (“WandaVision”), anunciada na quinta (13/5), Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”), na quarta, Edward Norton (“O Incrível Hulk”) na terça e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) na segunda-feira da semana passada. Nenhum dos atores teve seus papéis revelados. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação trará outro mistério, repleto de astros famosos, a ser investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Daniel Craig, até aqui o único ator com retorno confirmado do primeiro filme. A produção da sequência era considerada garantida desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). Até agora, a Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos novos longas, que também serão dirigidos por Johnson.

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    Charles Grodin (1935–2021)

    18 de maio de 2021 /

    O ator Charles Grodin, que marcou época em várias comédias clássicas como “Corações em Alta” (1972), “Fuga à Meia-Noite” (1988) e os filmes do cachorro Beethoven, morreu nesta terça-feira (18/5) de câncer na medula óssea em sua casa em Wilton, Connecticut. Ele tinha 86 anos. Grodin nasceu e cresceu em Pittsburgh, e depois de estudar teatro na faculdade local, aprimorou-se no Actor’s Studio em Nova York. A estreia na Broadway aconteceu em 1962, na peça “Tchin-Tchin”, ao lado de Anthony Quinn, e o primeiro filme veio dois anos, “Sex and the College Girl” (1964), já como coadjuvante. Apesar disso, passou a maior parte dos anos 1960 na televisão. Ele emplacou papéis nas novelas “Love of Life” e “The Young Marrieds”, participou das pegadinhas da “Candid Camera” – programa que inspirou quadro similar de Sílvio Santos – e apareceu em séries variadas, como a comédia “Mamãe Calhambeque”, o policial “FBI” e os westerns “Cavalo de Ferro”, “Big Valley” e “O Homem de Virgínia”. Mas os trabalhos televisivos acabaram dificultando sua volta ao cinema. Depois de ser testado e perder o papel principal de “A Primeira Noite de um Homem” (1967) para Dustin Hoffman, ele conseguiu uma pequena participação em outro clássico, aparecendo como médico de Mia Farrow em “O Bebê de Rosemary” (1968), de Roman Polanski. Embora Mike Nichols tenha preferido Hoffman em 1967, ele não esqueceu o teste de Grodin e o escalou em “Ardil 22” (1970), filme que ajudou a demonstrar o talento do ator para comédias. O estouro no gênero veio no filme seguinte, “Corações em Alta” (1972), dirigido por Elaine May, em que Grodin viveu um recém-casado que se apaixona por outra mulher (Cybill Shepherd) durante sua lua de mel em Miami. O ator foi indicado ao Globo de Ouro pelo papel. “Achei o personagem um cara desprezível, mas o interpretei com toda a sinceridade”, ele confessou em uma entrevista de 2009 ao The AV Club. “Meu trabalho não é julgar. Se não fosse por Elaine May, provavelmente nunca teria tido minha carreira bem-sucedida no cinema.” A popularidade do filme mudou seu status e o conduziu a vários blockbusters, como os remakes de “King Kong” (1976) e “O Céu Pode Esperar” (1978) – exageradamente indicado a nove Oscars. A profusão de comédias nos anos seguintes transforaram Grodin num campeão de locações da era do VHS. Ele filmou com a maioria dos humoristas de sucesso dos anos 1980 – Steve Martin, Gene Wilder, Chevy Chase, Goldie Hawn, Lily Tomlin, Dan Aykroyd, Warren Beatty e até os Muppets. Muitas dessas comédias marcaram época, como “A Dama de Vermelho” (1984), uma das maiores bilheterias da década, mas nenhuma foi tão impactante quanto “Fuga à Meia-Noite”. No filme dirigido por Martin Brest, Grodon viveu um contador da máfia procurado por criminosos e pelo FBI, que acaba sendo capturado por um caçador de recompensas (interpretado por Robert De Niro) e conduzido relutantemente de um lado a outro dos EUA para sua proteção e para o lucro do outro. O clima de camaradagem conflituosa dos dois protagonistas acabou inspirando todas as comédias de ação que se seguiram. “Fuga à Meia-Noite” também foi o auge do estilo de humor de Grodin, acostumado a interpretar personagens tensos e ranzinzas que, apesar de tudo, conseguiam ser simpáticos. Ele soube explorar bem essas qualidades também na popular comédia “Beethoven” (1992) e na sua sequência de 1993, como um pai de família avesso a animais de estimação, que acaba tendo que conviver com um São Bernardo gigante. Antes disso, ele já tinha conquistado o público infantil como rival de Caco, o Sapo (que na época ainda não era Kermit no Brasil) pelo amor de Miss Piggy em “A Grande Farra dos Muppets” (1981). Depois de coestrelar “Dave, Presidente por um Dia”, com Kevin Cline, e “Morrendo e Aprendendo”, com Robert Downey Jr., ambos em 1993, Grodin voltou a trocar o cinema pela TV. Foi apresentar um talk show, “The Charles Grodin Show” e atuar como comentarista satírico do programa jornalístico “60 Minutes”, retornando às comédias só em 2006, em “O Ex-Namorado da Minha Mulher”. Seus últimos filmes como ator foram “Enquanto Somos Jovens” (2014), de Noah Baumbach, “O Último Ato” (2014), de Barry Levinson, “O Comediante” (2016), de Taylor Hackford, e “The Private Life of a Modern Woman” (2017), de James Toback. Multitalentoso, Grodin também foi colunista de jornal, escreveu vários livros, dirigiu peças, chegando a comandar na Broadway a montagem de “Os Assaltantes”, que depois ele foi estrelar no cinema (em 1977), e venceu um Emmy como roteirista, por um especial televisivo do cantor Paul Simon (também de 1977). Ele ainda escreveu dois roteiros de cinema, “A Casa dos Brilhantes” (1974) e “Promessa é Dívida” (1985).

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