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Filme

Festival de Gramado destaca filmes de Chorão e Ângela Diniz

Seis longas brasileiros disputam o Kikito em edição que homenageia Andrea Beltrão, Marcos Caruso, Maria Fernanda Cândido e Selton Mello

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Festival de Brasília é confirmado após anúncio de cancelamento

Governadora Celina Leão libera repasse de R$ 3 milhões depois de forte reação ao corte de verba do evento

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12 de agosto de 2026
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Paramount ameaça deixar Hollywood se não houver fusão com Warner

Plano prevê transferência de milhares de empregos da Califórnia e é chamado de “chantagem”

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11 de agosto de 2026
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    Jason Momoa anuncia final das filmagens de “Aquaman 2”

    10 de dezembro de 2021 /

    O ator Jason Momoa publicou um vídeo nas redes sociais para informar que as filmagens no segundo longa de Aquaman foram concluídas. Veja abaixo. Intitulado “Aquaman and the Lost Kingdom” (Aquaman e o Reino Perdido, em tradução literal), o filme ainda traz de volta Amber Heard como Mera, Patrick Wilson como Mestre do Oceano, Yahya Abdul-Mateen II como Arraia Negra e Temuera Morrison como Tom Curry, o pai de Aquaman. Também retornam o diretor James Wan e o roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick, que, além de trabalharem no primeiro “Aquaman”, foram parceiros em “Invocação do Mal 2” (2016). Para completar, o elenco foi reforçado por Indya Moore (“Pose”) como Karshon, que nos quadrinhos é um tubarão mutante com poderes telepáticos, o galês Vincent Regan (“Poldark”) como Atlan, o antigo rei que afundou Atlântida, e a portuguesa Jani Zhao (“Peregrinação”) como Stingray, personagem inédita criada para o filme. Filmada em Londres, a produção tem estreia marcada apenas para dezembro de 2022. Portanto, ainda deve passar por uma rodada de refilmagens para incluir cenas extras ou melhores ângulos – praxe da indústria em produções de grande orçamento. Its official! #Aquaman pic.twitter.com/3PSGePVj6y — The Aquaverse 🔱 (@AquamanUniverse) December 9, 2021

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    Vídeo dos 20 anos de “Harry Potter” revela primeiras cenas de “Animais Fantásticos 3”

    10 de dezembro de 2021 /

    A Warner aproveitou o embalo das comemorações dos 20 anos de “Harry Potter” no cinema para divulgar “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, que faz parte de um prólogo da franquia criada por J.K. Rowlings. O primeiro teaser do filme foi incluído num vídeo comemorativo da franquia, que ainda alerta sobre o lançamento do trailer completo na segunda (13/9). “Os Segredos de Dumbledore” é o terceiro filme de “Animais Fantásticos”, que se passa várias décadas antes do nascimento de Harry Potter. Como diz o título, o novo longa vai destacar Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts na saga “Harry Potter”, que nos filmes de “Animais Fantásticos” é interpretado por Jude Law. Personagens que estiveram nos dois filmes anteriores voltarão para o terceiro longa, como Eddie Redmayne (Newt Scamander), Ezra Miller (Credence/Aurelius Dumbledore), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Callum Turner (Theseus Scamander) e Jessica Williams (Eulalie “Lally” Hicks). Mas Johnny Depp foi substituído por Mads Mikkelsen (“Doutor Estranho”) no papel de Gellert Grindelwald. Novamente dirigido por David Yates, que assinou todos os “Animais Fantásticos”, além dos quatro últimos “Harry Potter”, o filme tem estreia marcada em 14 de abril no Brasil, um dia antes dos EUA.

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  • Filme

    Filmes: 10 estreias de streaming para o cinema em casa

    10 de dezembro de 2021 /

    Sem produções de grande orçamento, ritmo intenso e efeitos visuais mirabolantes, a semana é dominada por lançamentos de filmes dramáticos e especiais animados nas plataformas de streaming. As principais opções são filmes de festivais europeus. Títulos imperdíveis para os cinéfilos mais exigentes. Já quem busca uma alternativa mais comercial – e não quer pagar para ver “007: Sem Tempo para Morrer” em VOD – tem que se contentar com um drama imperdoável estrelado por Sandra Bullock, cujo atrativo se resume à participação da estrela num papel diferente daqueles que costuma desempenhar. Só que todos os demais títulos da seleção abaixo são melhores que esse lançamento da Netflix. Veja abaixo 10 sugestões do que streaming oferece de melhor para assinantes neste fim de semana.     Imperdoável | Netflix   Sandra Bullock (“Gravidade”) é o destaque deste drama, ao trocar seus papéis de mocinha pelo de uma ex-presidiária. Após cumprir pena de 20 anos por homicídio, ela tem dificuldades em se reintegrar a uma sociedade que se recusa a perdoar seu passado. Julgada por quase todos à sua volta, a protagonista se senta sozinha e desamparada, e sua única esperança de redenção é reencontrar a irmã mais nova, de quem foi forçada a se separar ao ser trancafiada na prisão. Só que a menina foi criada sem saber do destino da irmã, e o casal que tem sua guarda, vivido por Vincent D’Onofrio (“Demolidor”) e Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”), não está disposto a deixar a criminosa entrar em suas vidas. Se a história parece conhecida é porque ela é a mesma da minissérie britânica “Unforgiven”, criada por Sally Wainwright (“Happy Valley”) em 2009. E, de fato, parece um telefilme convencional, por mais que o elenco valorize a produção.     Ida | MUBI   A obra-prima de Pawel Pawlikowski (“Guerra Fria”) venceu nada menos que 68 troféus internacionais, incluindo o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Filmado em preto e branco, recria a estética do cinema soviético dos anos 1960 para acompanhar a história da personagem-título, uma noviça polonesa que, antes de realizar seus votos e se tornar uma freira, descobre que é, na verdade, judia. Decida a conhecer sua história, a adolescente parte numa jornada em busca da família perdida, descobrindo o legado perturbador do Holocausto e a realidade do comunismo do pós-guerra.     Verão | Reserva Imovision   Drama sobre a geração da perestroika, “Verão” se passa em 1981 na antiga Leningrado (hoje São Petersburgo) e reflete a influência tardia do rock britânico dos anos 1970 no nascimento dos primeiros roqueiros soviéticos. Os personagens são reais. Viktor Tsoi ganhou fama internacional e tornou-se o primeiro grande ídolo russo do rock. Além da música, ele também ficou conhecido pelas polêmicas relacionadas a sua vida pessoal, como o triângulo amoroso que viveu junto com o seu mentor musical, Mike, e a esposa dele, Natasha. Dirigido por Kirill Serebrennikov (“O Estudante”), o filme conquistou 13 prêmios internacionais, entre eles Melhor Trilha Sonora no Festival de Cannes.     A Batalha de Solferino | Filmica   O primeiro e melhor longa de ficção de Justine Triet (“Sibyl”) retoma uma experiência que a diretora tinha abordado em documentário. A trama se passa em 6 de maio de 2012, dia do segundo turno das eleições presidenciais francesas, e combina cenas documentais, improviso e crítica social numa trama de comédia. A protagonista é uma jornalista atrasada para cobrir os eventos na Rue de Solferino, sede do Partido Socialista, que recebe a visita inesperada do ex-marido, um dia atrasado para visitar suas duas filhas. A tensão doméstica se soma ao clima agitado das ruas, rendendo um dos Melhores Filmes de 2013, segundo a revista Cahiers du Cinéma, e até esta sexta (10/12) inédito no Brasil.     Pororoca | Filmicca   Vencedor de 12 prêmios internacionais, o drama do romeno Constantin Popescu (“Contos da Era Dourada”) acompanha a dor e o luto de uma família após o desaparecimento da filha pequena num parque. O desempenho desesperado de Bogdan Dumitrache, intérprete do pai, foi agraciado com o troféu de Melhor Ator no Festival de San Sebastián, na Espanha.     Encounter | Amazon Prime Video   Neste suspense psicológico exclusivo do streaming, Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) interpreta um fuzileiro naval condecorado que tenta proteger seus filhos de uma ameaça misteriosa, fugindo com eles na calada da noite. O problema é que o terror que o assombra é resultado de um colapso mental. Em vez de proteger os filhos numa fuga estrada afora, sua atitude é interpretada de forma oposta, com o envolvimento da polícia para detê-lo por colocar as vidas das crianças em risco.     Listening to Kenny G | HBO Max   Apesar de batizada com o nome de uma música dos Beatles, a premiada documentarista Penny Lane (“Salve Satanás”) ainda não tinha abordado o universo musical. Sua estreia no nicho rende um filme instigante, que revê a carreira do instrumentista mais popular da era pop. Indicado especialmente para quem não suporta Kenny G, a obra questiona o que torna o trabalho do artista tão polarizador.     Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica | HBO Max   A animação da Warner presta uma bela homenagem à série clássica do Batman dos anos 1960 com o humor da época e, principalmente, as vozes dos atores Adam West e Burt Ward, que viveram Batman e Robin na TV, entre 1966 e 1968. Além deles, a atriz Julie Newmar também participará do reencontro para dublar a Mulher-Gato. O lançamento aconteceu em 2016 para celebrar os 50 anos da série clássica, que revolucionou a TV com um visual de pop art, apesar da má fama que adquiriu entre os fãs dos quadrinhos por avacalhar os super-heróis. O revival animado fez tanto sucesso que ganhou uma sequência no ano seguinte, “Batman vs. Duas-Caras”, marcando a despedida de Adam West, falecido em 2018, antes que o projeto do terceiro filme fosse realizado.     The Loud House – Um Natal Muito Loud | Paramount+   O especial de Natal da série animada “The Loud House” tem um detalhe realmente “especial”: não é uma animação. O filme mostra pela primeira vez Lincoln e suas dez irmãs de carne e osso. A produção live-action bateu o recorde de audiência do canal pago Nickelodeon em 2021. O que não é pouco, considerando que a série normal “The Loud House” já é o programa infantil mais visto da TV americana.     Feliz Ano Novo, Lucy! | Apple TV+   O especial de Ano Novo inédito dos Peanuts, personagens clássicos dos quadrinhos de Charles M. Schulz, junta-se a outros filmes temáticos e famosos da franquia, como “É a Grande Abóbora, Charlie Brown” (de Halloween), “Charlie Brown e o Dia de Ação de Graças” e “O Natal do Charlie Brown”. A trama encontra a turma do Charlie Brown na véspera do Ano Novo, esforçando-se para compensar um Natal decepcionante da pequena Lucy. E ela irá apreender o segredo de encontrar forças com o maior de todos os perdedores, o eterno derrotado Charlie Brown, que nunca desiste e está sempre pronto para perder de novo.

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” chega nas locadoras digitais

    10 de dezembro de 2021 /

    A maior bilheteria e o vencedor do primeiro festival de 2021 são os principais novidades das locadoras digitais. Mas também há boas descobertas aguardando quem buscar opções inéditas nos cinemas brasileiros, desde um filme brutal de máfia canadense até terrores sangrentos feitos para rir, todos com ampla aprovação da crítica internacional. Confira abaixo 10 dicas para a sessão pipoca deste fim de semana.     007 – Sem Tempo para Morrer | Apple TV, Google Play, Microsoft Store, YouTube   O último filme de Daniel Craig do papel de James Bond se tornou a maior bilheteria de Hollywood em 2021 e em toda a pandemia. O desempenho confirma o 25º lançamento da franquia oficial do agente secreto como um projeto especial: uma despedida em grande estilo, com o retorno de vários personagens dos filmes anteriores para concluir a trajetória iniciada em 2006 com “Cassino Royale”. O fecho da saga também consagra Craig como o mais sentimental dos intérpretes do personagem, o espião que amava, sem abrir mão das cenas de ação mirabolantes, o vilão de gibi e as Bond girls boas de briga que caracterizam a franquia. Com a diferença que agora uma das supostas Bond girls também é uma 007. Sinal dos tempos e uma boa forma de sinalizar a transição para uma nova era.     No Ritmo do Coração | Apple TV, Google Play, Looke, YouTube   O drama vencedor do Festival de Sundance deste ano gira em torno de um dilema de partir o coração. Na história, uma adolescente (Emilia Jones, de “Locke & Key”) de família surda se vê dividida entre perseguir sua paixão pela música ou servir de conexão entre seus pais e o mundo auditivo, como a única capaz de impedir a falência da família. Além de vencer dois troféus de Melhor Filme (do Júri e do Público), a obra de Siân Heder (“Tallulah”) também conquistou prêmios de Melhor Elenco e Melhor Direção no principal festival de cinema independente dos EUA. E Emilia Jones ainda venceu o troféu de Revelação do ano no Gotham Awards, premiação de cinema independente de Nova York. Esta atriz tem um futuro brilhante pela frente.     Mafia S.A. | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Imagine os filmes de máfia de Martin Scorsese passados no Canadá. Assim como “O Irlandês”, esta também é uma história real, que aconteceu em Montreal na década de 1990, época em que a família siciliana Paterno controlava o submundo do crime. Tutto va bene, até que um capanga do capo di tutti capi começa a subir na hierarquia. Os “capinhos” se sentem incomodados e iniciam uma guerra violenta. Melhor filme do quebequense Daniel Grou (“7 Dias”), tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.     Sabor do Desejo | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Produção dinamarquesa passada no mundo da haute cuisine, traz Nikolaj Coster-Waldau (“Game of Thrones) como um chef obcecado, que coloca em risco seu amor, família e carreira por um sonho intangível: conseguir uma estrela Michelin, o auge da consagração culinária.     Horror Sangrento | NOW   Divertido terrir de zumbi, que inclui crítica social para refrescar um gênero de poucas novidades. Quando a epidemia zumbi dizima a maior parte da população da Terra, os habitantes de uma comunidade isolada em uma reserva indígena descobrem-se os únicos humanos imunes à praga. Logo, as pessoas das cidades vizinhas começam a fugir para a reserva em busca de refúgio, criando conflito.     Turno de 12 horas | Vivo Play   A comédia sangrenta acontece durante um turno de 12 horas em um hospital de Arkansas, EUA, onde uma enfermeira viciada em drogas e sua prima exemplar enfrentam criminosos do mercado negro durante um assalto mortal. Estrela de terrores feministas, a atriz Brea Grant (de “Lucky – Uma Mulher de Sorte”) foi para trás das câmeras e venceu o troféu de Melhor Roteiro no Festival Fantasia, em Montreal, Canadá, além de receber incentivos da crítica (90% de aprovação no Rotten Tomatoes) em seus primeiros passos como cineasta.     Zero e Uns | Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Vivo Play, YouTube   Abel Ferrara não é um diretor para todos os gostos. “Zero e Uns” é típico de sua filmografia, violento e abstrato, que alguns adoram e outros não conseguem terminar. A trama acompanha um soldado em Roma, vivido por Ethan Hawke, que supostamente tenta impedir um ataque terrorista iminente. Ele tem um irmão gêmeo, também vivido por Hawke, que é torturado por terroristas nos EUA. E tudo isso acontece após Ethan Hawke, o ator, apresentar a história central como um projeto em desenvolvimento e em busca de financiamento.     Lamaçal | NOW, Vivo Play   Um bom drama argentino sobre traumas e monstros da vida real. A trama se passa durante férias em família que deveriam ser divertidas, mas tomam outro rumo quando um reencontro inesperado traz à tona os traumas de infância de um adulto. Nesse processo, ele inicia um perturbador retorno às paisagens de sua infância, levando consigo a esposa e o filho pequeno.     Amigo Arrigo | NOW, Vivo Play   Pearl Jam Twenty | Apple, Google, YouTube   Dois documentários musicais completam a seleção. Dirigido por Junior Carone e Alain Fresnot (ambos de “Desmundo”), o filme dedicado a Arrigo Barnabé resgata a criatividade da vanguarda paulista dos anos 1980. Já o longa americano lembra a geração grunge dos 1990, celebrando os primeiros 20 anos da banda liderada por Eddie Vedder – que agora já tem três décadas de estrada. Feito em 2011, “Pearl Jam Twenty” tem direção de ninguém menos que Cameron Crowe, cineasta de “Quase Famosos” e “Jerry Maguire”.

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    Confira 5 realities e séries documentais desta semana

    10 de dezembro de 2021 /

    Além das séries de ficção, a programação de streaming da semana é marcada por lançamentos sem roteiro tradicional. São séries de tom documental e reality shows de grande apelo popular. Selecionamos as cinco melhores estreias do gênero como sugestões para complementar as maratonas do fim de semana. Confira abaixo.     É o Amor! Família Camargo | Netflix   Espécie de “The Osbournes” sertanejo, a produção explora o relacionamento entre Zezé di Camargo e sua filha famosa, Wanessa, enquanto gravam um disco inédito em parceria. Realizada numa fazenda goiana, a produção ainda conta com participação de vários amigos famosos da dupla, incluindo a atual noiva de Zezé, Graciele Lacerda, e a ex-mulher, Zilú Godoy, mãe dos três filhos do cantor – o que garante momentos de drama. Entretanto, há uma grande ausência nesta reunião de família: Luciano, irmão e parceiro de Zezé, que não quis aparecer na série nem mesmo em imagens antigas, de arquivo. A questão seria financeira. Zezé e Wanessa assinaram um contrato milionário e Luciano teria achado injusto aparecer de graça, sem receber absolutamente nada.     Bem-vindos à Terra | Disney+   A série da National Geographic traz Will Smith numa jornada de exploração e turismo extremo pelos cantos mais distantes – e profundos – do planeta. Os seis capítulos acompanham o astro de Hollywood enquanto mergulha em crateras vulcânicas, faz rapel em meio a geleiras, navega em rios que cortam florestas e, o mais notável, explora um abismo a 3 mil pés de profundidade em um minúsculo submersível. As imagens deslumbrantes tem direção de ninguém menos que Darren Aronofsky, o cineasta de “Cisne Negro”, “Noé” e “Mãe!”.     A Máfia dos Tigres: A História de Doc Antle | Netflix   O terceiro projeto da (agora) franquia apresenta novas denúncias de abuso e intimidação de um dos donos de zoológico apresentados no primeiro “A Máfia dos Tigres”: Bhagavan “Doc” Antle. Ele possuía um zoológico particular na Carolina do Sul chamado Myrtle Beach Safari, e foi indiciado em 2020 por tráfico de vida selvagem e acusações de crueldade contra animais. Seu modo de vida com muitas esposas, que lembra uma seita, também chamou atenção no programa original.     A Ótica do Cinema | Netflix   Produzida pelo cineasta David Fincher (“Mank”) para “celebrar o cinema”, a série é uma coleção de “teses com auxílio visual”, que discutem a influência de filmes marcantes da história do cinema, de “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, a “Lady Vingança” (2005), de Park Chan-Wook. Ao longo de seis episódios, críticos e estudiosos apresentam ensaios acadêmicos e depoimentos impressionistas sobre como o cinema ocupa um lugar especial na cultura – e na vidas de todas as pessoas. Alguns capítulos são presunçosos, mas outros trazem propostas instigantes, especialmente o dedicado à reavaliação do clássico “48 Horas” (1982), de Walter Hill, que lançou a carreira de Eddie Murphy no cinema.     Gil na Califórnia | Globoplay   Depois da recordista de rejeição Karol Conká e da vencedora Juliette Freire, é a vez de mais um participante do “BBB 21” ter uma produção toda sua na Globoplay. A nova série documental conta a história de vida do economista Gilberto Nogueira, o Gil do Vigor, que teve uma infância pobre e enfrentou um dilema religioso terrível ao se descobrir homossexual na Igreja. Superando tudo com a força de vontade vista no reality show da Globo, ele agora conseguiu realizar seu maior sonho, ao ser aceito em várias faculdades nos EUA para realizar seu PhD. A série mostra este novo capítulo de sua história, acompanhando sua mudança para a Califórnia, como estudante da Universidade de Davis, e apresenta sua rotina vigorosa nos EUA.

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    Trailer de “Sonic 2” mostra estreia de Tails e Knuckles

    10 de dezembro de 2021 /

    A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Sonic 2 – O Filme”, que destaca os novos personagens Tails e Knuckles. A prévia mostra a volta de Jim Carrey como o vilão bigodudo Dr. Ivo Robotnik, que alista o fortão Knuckles para lutar contra Sonic e seu novo aliado Tails. Introduzido no videogame “Sonic the Hedgehog 2”, de 1992, Tails é a melhor amiga de Sonic, uma jovem raposa de pelo laranja-amarelado, que tem duas caudas peludas e volumosas, numa alusão à kitsune (raposa mágica do folclore japonês), que lhe permitem voar. Embora seja conhecido como Tails, seu nome de batismo é Miles Prower, uma brincadeira feita com as palavras Miles Per Hour (Milhas por Hora). Knuckles, por sua vez, apareceu pela primeira vez como antagonista de Sonic no terceiro videogame da franquia, em 1994, antes de se tornar amigo do ouriço superveloz e ser catapultado ao estrelato com o lançamento de “Sonic & Knuckles” pela SEGA em 1995. Nos jogos, ele é o último membro sobrevivente do povo Echidna e seu dever é proteger a Esmeralda Mestre. Perito em artes marciais e com um soco poderoso, Knuckles é considerado um dos personagens mais fortes da saga gamer. A continuação voltará a trazer Ben Schwartz como a voz de Sonic, além dos intérpretes dos personagens humanos do primeiro filme, lançado no ano passado, incluindo James Marsden, Tika Sumpter, Natasha Rothwell, Adam Pally, Shemar Moore e o citado Jim Carrey. Já Knuckles é dublado por Idris Elba (“O Esquadrão Suicida”) e Tails por Colleen O’Shaughnessey (dubladora da versão em inglês de “Naruto”). A direção está novamente a cargo de Jeff Fowler e a estreia está marcada para abril de 2022. Veja abaixo duas versões do trailer, com legendas e dublagem em português.

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    Festivais do Rio e Brasília acontecem simultaneamente

    9 de dezembro de 2021 /

    O Festival do Rio, que começa nesta quinta (9/12) e vai até 19 de dezembro, acontece pela primeira vez simultaneamente ao Festival de Brasília, que começou na terça (7/12) e vai até o dia 14. A coincidência é resultado da “diminuição” do calendário devido à pandemia de covid-19, e da precarização dos eventos. Enquanto o Festival de Brasília virou programação do Canal Brasil, ocupando a faixa das 23h30 da emissora, o Festival do Rio tenta se manter como evento físico, apesar da crise financeira aberta desde que o desgoverno atual retirou patrocínios importantes da organização. A abertura do festival carioca acontece com “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz à Penélope Cruz no Festival de Veneza. Nos próximos dias, são esperados os filmes novos de Woody Allen (“Festival do Amor”), Paul Verhoeven (“Benedetta”), Apichatpong Weerasethakul (“Memoria”), Celine Sciamma (“Pequena Mamãe”) e Guillermo del Toro (“O Beco do Pesadelo”), que encerra o evento no dia 19. A programação completa soma 90 longas e 20 curtas, incluindo uma retrospectiva de cinco filmes do chinês Wong Kar-Wai e uma seção de clássicos franceses dedicada à revista Cahiers du Cinéma. Além disso, há muitos títulos nacionais. São 16 longas em competição na mostra Premiére Brasil, além de mais 7 da mostra paralela Novos Rumos e 17 exibições especiais. A lista da mostra competitiva inclui “Medida Provisória”, estreia de Lázaro Ramos na direção que vem enfrentando “dificuldades” junto à Ancine para conseguir lançamento comercial, o premiado “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, eleito Melhor Filme Latino-Americano no último festival de San Sebastián, e a volta de Laís Bodanzky com “A Viagem de Pedro”. Fora de competição, ainda serão exibidos os aguardados “Eduardo e Monica”, de René Sampaio, baseado na música do Legião Urbana, “Turma da Mônica: Lições”, de Daniel Rezende, “Alemão 2”, de José Eduardo Belmonte, e o documentário “Marinheiro das Montanhas”, de Karim Aïnouz, entre outros. Trata-se de uma relação bastante expressiva, que deixa nas sombras o Festival de Brasília e sua lista enxuta de documentaristas e/ou cineastas iniciantes. Veja abaixo a programação de filmes brasileiros de ambos os eventos. Festival do Rio Première Brasil – competição Longa ficção A viagem de Pedro, de Laís Bodanzky Casa Vazia, de Giovani Borba Cora, de Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani Medusa, de Anita Rocha da Silveira Medida Provisória, de Lázaro Ramos Meu Tio José, de Ducca Rios Mundo Novo, de Alvaro Campos O pai da Rita, de Joel Zito Araújo O livro dos prazeres, de Marcela Lordy Sol, de Lô Politi Première Brasil – competição Longa documentário BR Trans, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez Cafí, de Lírio Ferreira e Natara Ney Manguebit, de Jura Capela O melhor lugar do mundo é agora, de Caco Ciocler Rolê – Histórias de Rolezinhos, de Vladimir Seixas Uma baía, de Murilo Salles Première Brasil – NOVOS RUMOS competição Longas Barragem, de Eduardo Ades Diário de Viagem, de Paula Kim Os Grandes Vulcões, de Fernando Kinas e Thiago B. Mendonça Os Dragões, de Gustavo Spolidoro Os Primeiros Soldados, de Rodrigo de Oliveira O Dia da Posse, de Allan Ribeiro Rio Doce, de Fellipe Fernandes Première Brasil – competição curtas Colmeia, de Maurício Chades (GO) Da janela vejo o mundo, de Ana Catarina Lugarini (PR) Depois quando, de Johnny Massaro (RJ) Fim do dia, de Rafael Raposo (RJ) Jamary, de Begê Muniz (AM) Masar – caminhos à mesa, de Amina Nogueira e Ana Sanz (RJ) Modelo vídeo, de Leonardo Lacca (PE) O Nascimento de Helena, de Rodrigo Almeida (RN) Quando o tempo de lembrar bastou, de Felipe Quadra (RJ) Solitude, de Tami Martins e Aron Miranda (AP) Tecido, sigilo de Lucílio Jota (RJ) Tereza Joséfa de Jesus, de Samuel Costa (RJ) VIVXS!, de Claudia Schapira, Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann (SP) Première Brasil NOVOS RUMOS – competição curtas Centelha, de Renato Vallone (RJ) Chão de fábrica, de Nina Kopko (SP) Ibeji Ibeji, de Victor Rodrigues (RJ) Lina, de Melise Fremiot (RJ) O fundo dos nossos corações, de Letícia Leão (RJ) Okofá, de Daniela Caprine, Mariana Bispo, Pedro Henrique Martins, Rafael Rodrigues e Thamires Case (SP) Meu coração já não aguenta mais, de Fabrício Brambatti (SP) Uma paciência selvagem me trouxe até aqui, de Érika Sarmet (RJ) Première Brasil HORS CONCOURS longas Alemão 2, de José Eduardo Belmonte A suspeita, de Pedro Peregrino Capitu e o capítulo, de Júlio Bressane Eduardo e Mônica, René Sampaio Ela e eu, de Gustavo Rosa de Moura Marinheiro das Montanhas, de Karim Aïnouz Meu álbum de amores, de Rafael Gomes O Circo voltou, de Paulo Caldas Papai é Pop, de Caíto Ortiz Turma da Mônica 2: lições, de Daniel Rezende Première Brasil HORS CONCOURS curtas Ato, de Bárbara Paz Romance, de Karine Telles Première Brasil ESPECIAL Dona Flor e seus dois maridos, de Bruno Barreto Chico Mario – A Melodia da Liberdade, de Silvio Tendler Já que ninguém me tira para dançar, de Ana Maria Magalhães Nelson filma o Rio, de Luiz Carlos Lacerda Tempo Ruy, de Adilson Mendes Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas Ziraldo – Era Uma Vez um Menino…, de Fabrizia Pinto Première Brasil – O ESTADO DAS COISAS American Thief, Miguel Silveira Antígona 442 A.C, de Maurício Farias Nuhu Mu Yõg Hãm, Essa Terra é Nossa, de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu e Roberto Romero Saudade do futuro, de Anna Azevedo Segredos do Putumayo, de Aurélio Michiles The Last Election and Other Love Stories, de Miguel Silveira Você não sabia de mim, de Alan Minas Festival de Brasília Mostra Competitiva de longas Acaso, de Luis Jungmann Girafa Alice dos Anjos, de Daniel Leite Almeida De onde viemos, para onde vamos, de Rochane Torres Ela e eu, de Gustavo Rosa de Moura Lavra, de Lucas Bambozzi Saudade do Futuro, de Anna Azevedo Mostra Competitiva de curtas Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima Cantareira, de Rodrigo Ribeyro Chão de Fábrica, de Nika Kopko Como respirar fora d’água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros Da boca da noite à barra do dia, de Tiago Delácio Deus me Livre, de Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena Era uma vez… uma princesa, de Lisiane Cohen Filhos da Periferia, de Arthur Gonzaga N.F. Trade, de Thiago Foresti Ocupagem, de Joel Pizzini Sayonara, de Chris Tex Terra Nova, de Diego Bauer Mostra Brasília de longas Acaso, de Luis Jungmann Girafa (selecionado também para a mostra nacional) Advento de Maria, de Vinícius Machado Mestre de Cena, de João Inácio Noctiluzes, de Jimi Figueiredo e Sérgio Sartório Mostra Brasília de curtas A Casa do Caminho, de Renan Montenegro Benevolentes, de Thiago Nunes Cavalo Marinho, de Gustavo Serrate Ele tem saudade, de João Campos Filhos da Periferia, de Arthur Gonzaga (selecionado também para a Mostra Nacional) Tempo de Derruba, de Gabriela Daldegan Tinhosa, de Rafael Cardim Bernardes Vírus, de Larissa Mauro e Joy Ballard

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    Olivia Rodrigo confirma presença na 3ª temporada de “High School Musical”

    9 de dezembro de 2021 /

    O sucesso de Olivia Rodrigo no mundo pop, com o lançamento de vários hits e do álbum “Sour”, não vai impedir sua participação na 3ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”. Um perfil publicado nesta quinta (9/12) pela revista Time, que a elegeu Estrela do Entretimento do ano, revelou que ela continuará interpretando Nini na série. Apesar disso, Olivia admitiu que seu foco atual é outro. “Escrever canções é o que levo mais a sério na vida”, ela explicou. As gravações dos novos episódios deverão começar em janeiro, em Los Angeles, e encontrarão a turma do East High de férias em um acampamento de verão, como já informou o criador da série, Tim Federle. Embora Rodrigo não tenha dado detalhes sobre sua participação, ela deve aparecer em menos episódios. A 3ª temporada deve estrear no final de 2022 na Disney+.

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    Justiça francesa arquiva acusação de estupro contra o cineasta Luc Besson

    9 de dezembro de 2021 /

    A Justiça francesa arquivou o processo de abuso sexual contra o cineasta Luc Besson, acusado de estupro pela atriz Sand Van Roy. Uma juíza de instrução de um tribunal de Paris seguiu a opinião do Ministério Público, que desde 2019 pede o fim da investigação por falta de provas. “Após um processo que durou três anos e meio (…), a juíza de instrução acaba de arquivar o caso, o que isenta Luc Besson das acusações”, disse o advogado do diretor, Thierry Marembert, em comunicado. Questionando a decisão da Justiça francesa, a atriz belga-holandesa que acusou o diretor também se manifestou à imprensa, dizendo que sua vida está “destruída”. “Lamento ter denunciado. Este país não protege as vítimas de pessoas famosas”, ela afirmou em um documentário no canal France 2 divulgado em novembro. Nesta quinta-feira (9/12), ela denunciou no Twitter que juíza nem a ouviu antes de arquivar o caso. Sand Van Roy trabalhou com Besson em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017), onde fez uma pequena figuração. Ela também participou de “Anna”, novamente dirigida por Besson, mas seu papel foi cortado após a denúncia. O diretor sempre se disse inocente. A investigação revelou detalhes incongruentes, como o fato de Van Roy ter mantido um relacionamento de dois anos com Besson e mesmo assim acusar o diretor de tê-la drogado para estuprá-la. Exames de sangue realizados a pedido da polícia não encontraram evidências toxicológicas no organismo da atriz que corroborassem sua alegação. A atriz apresentou uma primeira denúncia por estupro em maio de 2018 contra o produtor e diretor francês, um dia depois de ter se encontrado com ele em um hotel de luxo da capital francesa. Dois meses depois, acrescentou na denúncia outros estupros e agressões sexuais cometidas pelo diretor de “O Quinto Elemento” durante dois anos. O Ministério Público arquivou essas denúncias em 25 de fevereiro de 2019, considerando que não pôde “verificar a infração denunciada”. Inconformada, a atriz apresentou nova denúncia em âmbito civil, que gerou a abertura do atual processo, agora também arquivado. O portal Mediapart foi atrás de outras denúncias e colheu depoimento de oito mulheres não identificadas, que também apresentaram acusações de assédio, basicamente por gestos considerados inadequados. Todas as acusações estariam prescritas.

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  • Etc,  Filme

    Lina Wertmüller (1928-2021)

    9 de dezembro de 2021 /

    A cineasta italiana Lina Wertmüller, primeira mulher indicada ao Oscar de Melhor Direção, morreu na manhã desta quinta-feira (9/12) em Roma, aos 93 anos. “A Itália lamenta a partida de Lina Wertmüller, uma diretora que com sua classe e estilo incomparáveis deixou uma marca permanente em nossa cinematografia e em todo o mundo”, manifestou-se o ministro italiano da Cultura, Dario Franceschini. Agitadora desde a juventude, ela conseguiu a façanha de ser expulsa de 15 escolas católicas diferentes, antes de encontrar um meio de expressão nas artes, decidindo ainda jovem trabalhar no cinema e no teatro. Ela deu seus primeiros passos para virar cineasta com 25 anos de idade, ao conseguir o cargo de assistente de direção no musical “…e Napoli Canta!” (1953). Destacando-se na função, ela chegou a trabalhar como assistente do mestre Federico Fellini no clássico “8 1/2” (1963). No mesmo ano, escreveu e dirigiu seu primeiro longa, o drama “The Basilisks”, concebido na tradição do neorrealismo italiano. Fez depois mais duas comédias, incluindo “Não Brinque com o Mosquito” com a cantora Rita Pavone, que inaugurou sua longa e bem-sucedida parceria com o ator Giancarlo Giannini, e até um western spaghetti (“A Pistoleira de Virginia”) antes de se tornar reconhecida por suas obras iconoclastas na década de 1970. O filme da virada foi “Mimi, o Metalúrgico” (1972), que rendeu o David di Donatello (o Oscar italiano) a Giancarlo Giannini pelo papel-título, um operário comunista em fuga da máfia e em meio a um caso extraconjugal. A partir daí, Wertmüller se especializou em obras satíricas, que combinavam política, humor e sexo. Seu filme seguinte, “Amor e Anarquia” (1973), acompanhava uma conspiração de bordel contra o fascismo e rendeu outro prêmio para Giannini, desta vez no Festival de Cannes. Em 1974, ela lançou um de seus trabalhos mais populares: “Por um Destino Insólito”, em que uma socialite naufraga numa ilha com um marinheiro comunista (obviamente Giannini) e, em pouco tempo, a luta de classe se transforma em guerra de sexos. A comédia fez tanto sucesso que inspirou um remake dirigido por Guy Richie e estrelado por sua então esposa Madonna em 2002. Sua obra-prima, porém, foi “Pasqualino Sete Belezas”. O filme de 1975 acompanhava um homem comum (sim, Giannini) que opta sempre pelo caminho mais fácil, tomando decisões que o levam a situações cada vez piores em plena 2ª Guerra Mundial, até se ver submetido às vontades de uma mulher obesa no comando de um campo de concentração nazista. O filme sobre desgraças em série lhe rendeu consagração mundial e foi indicado a nada menos que quatro Oscars: Melhor Filme Estrangeiro, Ator (Giancarlo Giannini), Roteiro Original e Direção para Wertmüller. Foi a primeira vez que uma mulher disputou o Oscar de Direção, feito que só voltou a acontecer duas décadas mais tarde, quando a neozelandesa Jane Campion foi indicada por “O Piano” em 1993. Após a indicação, Wertmüller assinou um contrato com a Warner Bros para fazer quatro filmes em inglês, resultando em sua estreia na língua de Hollywood, “Dois Perdidos numa Noite de Chuva” – que apesar da mudança de idioma, continuou a trazer Giannini como ator principal, agora ao lado de Candice Bergen. Só que o filme foi um fracasso tão grande que fez a Warner romper o contrato. Ela se vingou de Hollywood juntando dois dos atores mais famosos da Itália em seu lançamento seguinte, “Amor e Ciúme” (1978), estrelado por Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Giannini continuou a bordo como coadjuvante, mas o “rebaixamento” resultou no fim da longa parceria. Um detalhe curioso é que o título original de “Amor e Ciúme” entrou no Guinness como o mais longo da História do Cinema – em italiano, o filme foi chamado de “Un fatto di sangue nel comune di Siculiana fra due uomini per causa di una vedova. Si sospettano moventi politici. Amore-Morte-Shimmy. Lugano belle. Tarantelle. Tarallucci e vino”. Os lançamentos continuaram com “Camorra” (1985), premiado no Festival de Berlim, e “Em Noite de Lua Cheia” (1989), exibido no Festival de Veneza, que ainda mobilizaram a crítica nos anos 1980, mas “Sábado, Domingo e Segunda” (1990), com Sophia Loren, “Ninfeta Italiana” (1996), com Stefania Sandrelli, e “Ferdinando e Carolina” (1999) já não causaram o mesmo impacto. Seu último longa de ficção foi “A Casa dos Gerânios” em 2004, embora tenha continuado a realizar telefilmes e documentários, antes de se voltar exclusivamente ao teatro na última década, onde desenvolveu trabalhos até sua morte. Em 2019, ela recebeu um Oscar honorário por suas realizações, bem como uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

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    Musical “Amor, Sublime Amor” é a principal estreia nos cinemas

    8 de dezembro de 2021 /

    O principal destaque dos cinemas nesta quinta (9/12) é “Amor, Sublime Amor”, nova filmagem de um dos mais famosos musicais da Broadway com direção de Steven Spielberg. Mas são ao todo uma dúzia de estreias, incluindo lançamentos tardios e premiados de 2020, diretores brasileiros com impacto internacional, uma atração da Netflix com elenco estelar e até o relançamento do primeiro “Matrix”. Ao lado do musical, o desenho “Família Monstro 2” e o thriller de ação “Missão Resgate” são os títulos com distribuição mais ampla. Os demais chegam em poucas cidades, no circuito limitado que iniciativas do governo federal, como o veto de Bolsonaro ao Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica (Recine), tem se esforçado para diminuir ainda mais. Confira abaixo todos as estreias e seus respectivos trailers.    

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    Chloë Moretz diz que aceita estrelar “Kick-Ass 3”

    8 de dezembro de 2021 /

    A atriz Chloë Grace Moretz diz que aceita reprisar seu clássico papel de Mindy McCready, a Hit-Girl, em um terceiro filme de “Kick-Ass”. Ela manifestou sua disposição durante entrevista com Jimmy Fallon no programa “The Tonight Show”, exibido na noite de terça (7/12) nos EUA. Ao ser perguntada sobre o que havia de verdade sobre os rumores de “Kick-Ass 3”, ela fugiu de uma resposta direta com a afirmação de que não rechaçaria a ideia, mas fez uma ressalva: a situação teria que ser “perfeita”. Evasiva, ela sugeriu que tinha curiosidade em ver a personagem, que a popularizou aos 13 anos, como uma mulher adulta. “Acho que seria muito divertido ver onde Hit-Girl chegou e como ela é como adulta”, disse Moretz. “Mas teria que ser perfeito.” A atriz elaborou que “perfeito” significava que os atores Aaron Taylor-Johnson e Christopher Mintz-Plasse também teriam que retornar, junto com “toda a equipe, em todas as frentes”. O primeiro “Kick-Ass” foi lançado em 2010, antecipando o gênero de comédia sombria e ultraviolenta com super-heróis que atualmente consagra “The Boys” na Amazon Prime Video. A adaptação dos quadrinhos de Mark Millar e John Romita Jr. foi escrita por Jane Goldman e dirigida por Matthew Vaughn, e apesar de render um filme polêmico por sua violência brutal e linguagem obscena, inclusive da jovem Moretz, tornou-se um sucesso de crítica e bilheteria. Graças a este sucesso, “Kick-Ass 2” foi lançado em 2013. Mas a sequência, escrita e dirigida por Jeff Wadlow, teve um desempenho inferior nas bilheterias e foi considerado medíocre. Moretz estreia a seguir “Mother/Android”, sci-fi apocalíptica de guerra contra androides, que estreia na próxima semana (17/12) na plataforma americana Hulu. Veja a entrevista completa da atriz abaixo.

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    American Film Institute revela listas de melhores filmes e séries do ano

    8 de dezembro de 2021 /

    O American Film Institute, uma das associações mais respeitadas de Hollywood, divulgou nesta quarta-feira (8/12) sua tradicional lista de melhores filmes e séries do ano. São os dois Top 10 mais esperados pelos apreciadores do entretenimento audiovisual. Como sempre, as listas refletem o zeitgeist (seu tempo), com muito destaque para o streaming. A relação de cinema, por sinal, dá uma boa prévia dos favoritos da temporada de premiações, mesmo sendo bastante abrangente, com os contrastes de “Licorice Pizza” e “Duna”. “Round 6”, por sinal, não entrou na lista oficial por não ser uma produção dos EUA, mas levou uma menção especial, junto com o filme irlandês “Belfast” e o documentário “Summer of Soul (…ou, Quando A Revolução Não Pode Ser Televisionada)”. No terceiro caso, porque o AFI não elege os melhores documentários. Veja abaixo o Top 10 de filmes e séries do AFI. MELHORES FILMES DO ANO Amor, Sublime Amor Ataque dos Cães O Beco do Pesadelo Duna King Richard: Criando Campeãs Licorice Pizza Não Olhe Para Cima No Ritmo do Coração The Tragedy of Macbeth Tick, Tick… Boom! MELHORES SÉRIES DO ANO Hacks (HBO Max) Maid (Netflix) Mare of Easttown (HBO) Reservation Dogs (FX) Schmigadoon! (Apple TV+) Succession (HBO) Ted Lasso (Apple TV+) The Underground Railroad (Prime Video) Wandavision (Disney+) The White Lotus (HBO) MENÇÕES ESPECIAIS Round 6 Belfast Summer of Soul (…ou, Quando A Revolução Não Pode Ser Televisionada)

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