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6 de novembro de 2026
  • Filme

    Drama brasileiro é selecionado para o Festival SXSW

    2 de fevereiro de 2022 /

    O Festival SXSW (South by Southwest), um dos mais importantes eventos cinematográficos dos EUA, selecionou o filme “Raquel 1:1”, segundo longa da diretora Mariana Bastos (“Alguma Coisa Assim”). Único filme brasileiro na programação do evento texano, “Raquel 1:1” entrou na seção Global. Segundo a sinopse, a Raquel do título é uma jovem que, ao chegar a uma pequena cidade do interior, “atravessa um misterioso acontecimento que lhe faz embarcar numa desafiadora missão ligada à Bíblia e a traumas de seu passado”. O papel principal é vivido por Valentina Herszage (“Mate-me Por Favor”). A produção é da Claraluz Filmes com distribuição da O2 Play. O festival americano acontece entre 11 e 20 de março na cidade de Austin, no Texas. O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Filme

    Carlos Saldanha vai transformar Iemanjá em super-heroína do cinema

    2 de fevereiro de 2022 /

    Depois de transformar crenças indígenas em personagens da série sobrenatural “Cidade Invisível”, o diretor Carlos Saldanha fará um filme de super-heróis com Iemanjá. Primeiro filme live-action de Saldanha, que disputou o Oscar de Melhor Animação por “Touro Ferdinando”, “Iemanjá – Deusa do Oceano” é uma produção da Warner Bros. e Ventre Studio, e “tem como proposta trazer elementos do Candomblé para o universo dos super-heróis”, segundo comunicado oficial. “Com Ogum, o Deus da Guerra, como mentor, Iemanjá tenta entender seus poderes ao enfrentar Iansã, orixá cultuada como Deusa das Tempestades”, informa a sinopse divulgada pela Warner. O anúncio do projeto foi feito pelas redes sociais do estúdio exatamente no dia de Iemanjá, celebrado nesta quarta (2/2) no Brasil. A atriz Camila Pitanga é uma das produtoras e não será surpresa se assumir o papel principal. “A Iemanjá é um símbolo para todo o Brasil, independentemente da religião ou crença de cada um. Nós acreditamos no poder dessa figura, parte da nossa herança ancestral, que tem tudo para cativar o público ao redor do globo da mesma forma que os deuses gregos, romanos, persas ou escandinavos, que já fazem parte do nosso imaginário”, disse Saldanha, em comunicado. “Para mim, é uma alegria infinita falar de um projeto que envolve pessoas que eu adoro e estou adorando trocar. Evocar uma das figuras mais queridas da nossa ancestralidade, uma divindade que, tenho certeza, vai abençoar esse projeto e vai fazer com que ele alcance uma voz que possa chegar em todos os cantos do mundo e falar com os jovens do mundo. Uma alegria, uma responsabilidade e uma vibração muito bonita”, acrescentou Camila Pitanga. A equipe do filme conta ainda com o quadrinista Ivan Reis, que desenha várias revistas da DC Comics e ficou responsável por desenvolver a identidade visual dos personagens de “Iemanjá – Deusa do Oceano”, dentro da proposta de adaptar as entidades do candomblé para a linguagem dos super-heróis. Ainda não há cronograma conhecido para a produção nem previsão de lançamento. Hoje é dia dela, da Iemanjá! E é com prazer que anunciamos o seu filme: "Iemanjá – Deusa do Oceano". Uma coprodução com o Ventre Studios, o longa tem como proposta trazer elementos do Candomblé para o Universo de super-heróis! #IemanjaDeusaDoOceano, breve nos cinemas pic.twitter.com/b9lIhn4hlG — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) February 2, 2022

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  • Etc,  Filme

    Monica Vitti (1931–2022)

    2 de fevereiro de 2022 /

    Monica Vitti, uma das das mais famosas atrizes do cinema italiano, faleceu nesta quarta (2/2) aos 90 anos, informou o ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini. “Adeus Monica Vitti, adeus à rainha do cinema italiano. Hoje é um dia verdadeiramente triste, morre uma grande artista e uma grande italiana”, escreveu ministro em um comunicado. A voz rouca e sedutora, o olhar melancólico e os cabelos meticulosamente despenteados da atriz marcaram uma coleção de clássicos absolutos do cinema, a partir de sua parceria com o diretor Michelangelo Antonioni. Maria Luisa Ceciarelli (seu nome real) foi “descoberta” pelo maestro em papéis coadjuvantes de comédia dos anos 1950. Os dois se aproximaram, se apaixonaram e ele a lançou ao estrelato em “A Aventura” (1960). Sua beleza não convencional, marcada por expressões tristes, distantes e frias, tornaram Vitti a protagonista perfeita para a trilogia da “incomunicabilidade” de Antonioni, iniciada pelo filme de 1960 e continuada nos cultuadíssimos “A Noite” (1961) e “O Eclipse” (1962), obras sobre o nada, o vazio, a alienação e o tédio, que implodiram a narrativa convencional em favor da exploração da imagem, dos closes de Vitti, conduzindo à evolução da própria linguagem cinematográfica. Depois do quarto filme com Antonioni, “O Deserto Vermelho” (1964), estreia do diretor a cores, Vitti foi estrelar a adaptação dos quadrinhos de “Modesty Blaise” (1966), com direção de Joseph Losey no Reino Unido. Espécie de James Bond feminina, a personagem mudou o perfil da atriz. Graças ao visual fetichista do uniforme de couro da heroína, ela foi alçada à condição de símbolo sexual. Na volta à Itália, Vitti terminou seu romance com Antonioni e passou a explorar sua imagem sexy em várias comédias picantes, virando estrela de produções dos maiores diretores do gênero, como Mario Monicelli (“A Garota com a Pistola”, 1968), Alberto Sordi (“Amor, Ajuda-me”, 1969) e Ettore Scola (“Ciúme à Italiana”, 1970). Entre “A Mulher que Inventou o Rebolado” (1970) e “À Meia-Noite, a Ronda do Prazer” (1975), ambos de Marcello Fondato, ainda foi escalada pelo mestre surrealista Luis Buñuel em “O Fantasma da Liberdade” (1974), estendendo seu alcance aos filmes de língua francesa. Retornou logo em seguida à França para trabalhar ainda com André Cayatte em “A Razão de Estado” (1978). Passada mais de uma década da separação, Vitti reencontrou as câmeras de Antonioni em “O Mistério de Oberwald” (1980). A esta altura, porém, ela estava envolvida com outro cineasta, Roberto Russo. Os dois se conheceram em 1975, quando ele integrava a equipe de “Pato com Laranja”, comédia clássica de Luciano Salce, e se aproximaram durante as filmagens de “Um Caso Quase Perfeito” (1979), filme americano dirigido por Michael Ritchie. Quando Russo estreou como diretor, em “Flirt” (1983), escalou Vitti no papel principal. A interpretação acabou consagrada no Festival de Berlim, estendendo o imaginário criado em torno da atriz como provocadora sensual, que ela estimulou até praticamente o fim da carreira, quando começou a dirigir a si mesma. Com a experiência de ter trabalhado com alguns dos maiores cineastas italianos, a estrela resolveu ir para trás das câmeras em 1990 com apoio de Russo. Ele escreveu e produziu “Escândalo Secreto”, o primeiro longa dirigido por Vitti e também a despedida da atriz do cinema. Ela decidiu sair de cena antes que pudesse envelhecer nas telas, decidindo que o cinema só teria imagens de sua beleza e juventude. E também antes que não pudesse mais atuar, um segredo que só seria conhecido bem mais tarde. Após viver com Roberto Russo por 27 anos, ela se casou com ele em 1995. A esta altura, Vitti já demonstrava sintomas do mal de Alzheimer, situação que só veio a público em 2011. Embora sua decisão de sair de cena fosse interpretada equivocadamente como sinal de vaidade, o reconhecimento conquistado ao longo de sua filmografia comprovam que Monica Vitti foi muito mais que sua beleza lendária, que inverteu signos ao transformar a frieza em algo extremamente quente. Monica Vitti venceu cinco troféus David di Donatello (o Oscar italiano) de Melhor Atriz, mais quatro prêmios especiais da Academia Italiana de Cinema. Também foi premiada em vários festivais internacionais, vencendo o Leão de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim (por “Flirt”) e o Leão de Ouro honorário do Festival de Veneza, numa homenagem por sua carreira em 1995. Sem qualquer controvérsia, seus filmes estão entre os maiores patrimônios da cultura italiana do século 20.

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  • Filme

    Batman: Herói e vilões ganham novos pôsteres

    1 de fevereiro de 2022 /

    A Warner Bros. divulgou uma nova coleção de pôsteres de “Batman”, que destaca individualmente o herói e os vilões da história, acompanhados da frase “desmascare a verdade”. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), “Batman” (The Batman, em inglês) marca a estreia de Robert Pattinson no papel do super-herói dos quadrinhos e se passa antes da fama do herói se solidificar no submundo do crime. Por conta disso, a trama também apresenta a origem de vários personagens icônicos. O elenco destaca Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como o Charada e Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, todos representados nos cartazes. Além deles, ainda fazem parte da produção os atores John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como o Comissário Gordon, Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público e e Barry Keoghan (“Eternos”) como um certo maluco gargalhante internado no Asilo Arkham. A estreia vai acontecer em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Fotos mostram Viola Davis como guerreira africana

    1 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Viola Davis divulgou as primeiras fotos do filme de ação “The Woman King”, em que vive Nanisca, uma guerreira africana do século 19. Nanisca era general de uma unidade militar feminina, cujas guerreiras chegaram a ser chamadas de Amazonas pelos colonizadores. Durante dois séculos, elas defenderam o Reino de Daomé, uma das nações africanas mais poderosas da era moderna, contra os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, escravizar seu povo e destruir tudo o que representavam. As Agojie de Daomé são a inspiração das guerreiras Dora Milaje, vistas nos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Outra curiosidade de Daomé é o que o país foi o primeiro a reconhecer a independência do Brasil, em 1822, enviando representantes diplomáticos à corte imperial de Dom Pedro I. Infelizmente, o reino africano acabou conquistado pelos franceses no começo dos anos 1900, passando meio século como colônia, antes de retomar sua independência e virar a atual República de Benim. O filme tem direção de Gina Prince-Bythewood (“The Old Guard”) e vai se concentrar na relação de Nanisca e uma guerreira ambiciosa, Nawi (Thuso Mbedu, de “The Underground Railroad”), que lutam lado a lado durante combates contra invasores. O elenco ainda destaca Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo Para Morrer”), John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), a cantora Angélique Kidjo (“Arranjo de Natal”) e Hero Fiennes Tiffin (“After”). Filmada na África do Sul, a produção do estúdio eOne vai estrear nos cinemas no segundo semestre, durante o outono norte-americano (nossa primavera). I’m deeply honored and excited to bring this incredible story of these badass female warriors to life. Get ready for THE WOMAN KING, exclusively in movie theaters this Fall!! 🎬👸🏿👑 @WomanKingMovie #BlackHistoryMonth 🤎🤎🤎 pic.twitter.com/Y92vyydi7C — Viola Davis (@violadavis) February 1, 2022

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    Geoffrey Rush viverá Groucho Marx no cinema

    1 de fevereiro de 2022 /

    O ator australiano Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) foi contratado para viver Groucho Marx em “Raised Eyebrows”, filme sobre os últimos anos do lendário humorista. Baseado no livro de memórias de Steve Stoliar, “Raised Eyebrows: My Years Inside Groucho’s House” vai se passar entre 1973 e 1977, quando o jovem Steve Stoliar conseguiu o emprego de seus sonhos. Neste período, ele foi assistente do comediante envelhecido e frágil, tornou-se seu amigo e testemunhou o relacionamento volátil do comediante com sua empresária Erin Fleming, que assumiu o comando da vida pessoal e profissional do irmão Marx mais famoso. Marx e Fleming tiveram um relacionamento controverso na época. Ela era a dedicada namorada que virou empresária. E suas lutas cotidianas com Groucho estão na base da história, resultando em uma comédia de horrores sobre obsessão, amor, celebridade, doença mental, família e Hollywood. O elenco também contará com Sienna Miller (“Atirador Americano”) como Fleming e Charlie Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) como Stoliar. Já a direção ficou a cargo de Oren Moverman (“O Jantar”), que ainda assina o roteiro em parceria com Stoliar. “É um prazer, uma honra, uma grande responsabilidade e provavelmente outra coisa também trabalhar com esse elenco incrível em uma história que pretende reintroduzir o gênio de Groucho Marx de uma maneira nova, provocativa e divertida tantos anos depois de sua morte”, disse Moverman em comunicado sobre o projeto. “Steve Stoliar deu ao mundo uma visão incrível de uma era passada. Se filmarmos corretamente, vamos estragar tudo de forma genial.” O projeto estava em desenvolvendo desde 2015, quando Moverman trabalhava no roteiro, que na época o diretor de terror Rob Zombie (do primeiro remake de “Halloween”) deveria filmar. A escalação de Rush no papel principal reflete a superação das acusações que o ator sofreu na Austrália em 2017, durante o auge do movimento #MeToo. Ele teve a carreira abalada após uma reportagem do tabloide Daily Telegraph de Sydney citar fontes anônimas para acusá-lo de assédio sexual. O ator chegou a se demitir do cargo de presidente da Academia Australiana de Cinema. Mas foi à luta, processou o jornal e venceu. O Daily Telegraph, que pertence ao grupo News Corp (donos da “nova” Fox), foi condenado a pagar o equivalente a US$ 1,9 milhão, a pena mais alta da História do país em processos do gênero, além de 850 mil dólares australianos concedidos na abertura da queixa. O jornal acusou o ator de conduta imprópria não especificada em relação a uma colega de elenco, também não especificada, da peça “Rei Lear”, encenada pela Sydney Theatre Company em 2015. Segundo o advogado de Rush, a reportagem insinuava que o ator era um “grande pervertido” ou culpado de uma grande depravação, sem afirmar nada específico. Ao apresentar sua decisão, o juiz Michael Wigney classificou as reportagens como “temerariamente irresponsáveis” e “jornalismo sensacionalista do pior tipo”.

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  • Filme

    Batman: Charada do filme é inspirado no Assassino do Zodíaco

    1 de fevereiro de 2022 /

    O cineasta Matt Reeves revelou que o Charada interpretado por Paul Dano no filme “Batman” foi inspirado por um serial killer real: o assassino do Zodíaco, que enviava enigmas para a polícia pela imprensa. O Assassino do Zodíaco alegava ter matado 37 vítimas em cartas que enviou à imprensa até 1974. As cartas incluíam quatro criptogramas, dos quais um levou 51 anos para ser decifrado e dois ainda permanecem insolúveis. “No início, essa ideia de fazer uma história de serial killer surgiu na minha cabeça, e eu comecei a pensar em super-heróis; a ideia de usar fantasias”, disse Reeves em entrevista ao TotalFilms sobre sua inspiração para o filme. “Eu li ‘Mindhunter’ e isso me fez pensar no Assassino do Zodíaco, em como ele realmente usava uma fantasia primitiva… uma fantasia de supervilão. E eu disse: ‘Isso é realmente assustador, a ideia de vilões realmente escondendo suas identidades e aterrorizando as pessoas, como isso era assustador’. E então eu comecei a pensar: ‘Bem, isso poderia ser a história de origem do Charada, e poderia ser uma história de origem para alguns desses outros personagens'”. Vale lembrar que a história do Assassino do Zodíaco já virou filme: “Zodíaco” (2007), de David Fincher, que anos depois criou a série “Mindhunter” na Netflix, baseada no livro lido por Reeves. Além do Charada vivido por Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), o novo Batman vivido por Robert Pattinson (“Tenet”) vai encontrar a Mulher-Gato de Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”) e o Pinguim de Colin Farrell (“Dumbo”). A estreia vai acontecer em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Carleton Carpenter (1926-2022)

    31 de janeiro de 2022 /

    O ator Carleton Carpenter, que estrelou musicais da MGM ao lado de estrelas como Debbie Reynolds e Judy Garland, morreu nesta segunda-feira (31/1) em Warwick, Nova York, aos 95 anos. Carpenter era um artista multitalentoso cuja carreira durou oito décadas. Ele começou sua carreira como palhaço e mágico em espetáculos circenses, antes de se mudar para Nova York em 1944, quando, em 24 horas, conseguir seu primeiro papel numa peça da Broadway. Repercutindo seu sucesso no palco, onde emendou vários musicais, passou a cantar em programas de rádio e TV, até estrear no cinema em 1949, no polêmico “Fronteiras Perdidas”, em que interpretou um médico negro que se passava por branco. Só depois disso ele assinou com a MGM e vieram as comédias e musicais. Foram quatro só em 1950: “O Papai da Noiva” com Elizabeth Taylor, “Três Palavrinhas” com Debbie Reynolds, “Casa, Comida e Carinho” com Judy Garland e “Quando Canta o Coração”, novamente com Reynolds. Neste último filme, Reynolds e Carpenter fizeram história ao compartilhar um dueto de uma velha música de vaudeville, “Aba Daba Honeymoon”. A música foi o primeiro single extraído de uma trilha sonora e disparou para o topo das paradas de sucesso, vendendo mais de 1 milhão de cópias. Graças ao estouro da música e do filme, os dois atores organizaram um espetáculo teatral de vaudeville e percorreram os EUA fazendo apresentações ao longo de um ano. As apresentações foram interrompidas para Carpenter aparecer no western “O Vale da Vingança” (1951) e no drama “O Direito de Viver” (1951). Depois disso, ele ainda protagonizou a comédia western “Céu de Prata” (1952) e coadjuvou o drama de guerra “Dá-me Tua Mão” (1953) e o filme de ação “Periscópio a Vista” (1959). Mas sua popularidade não continuou nos anos 1960. De repente, ele se viu relegado à televisão, participando de inúmeras séries da era de ouro da TV americana, de “Papai Sabe Tudo” a “Perry Manson”, até os trabalhos começaram a minguar na década seguinte. Ele acabou voltando ao cinema nos anos 1980, despedindo-se das telas com o cultuado terror “Quem Matou Rosemary?” (The Prowler, 1981) e a sátira “The American Snitch” (1983). Além de atuar e cantar, Carpenter também foi compositor, com créditos como “Christmas Eve”, gravada por Billy Eckstine, e “Cabin in the Woods” e “Ev’ry Other Day”, que ele gravou para a MGM Records. O artista também escreveu vários livros de mistério, uma biografia e o musical “Northern Boulevard”, que foi encenado em Nova York. Lembre abaixo a performance de “Aba Daba Honeymoon” de “Quando Canta o Coração”.

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  • Filme

    Benedict Cumberbatch e Laura Dern farão sci-fi do diretor de “Assassin’s Creed”

    31 de janeiro de 2022 /

    Os atores Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) e Laura Dern (“Jurassic Park”) foram anunciados no elenco de “Morning”, superprodução sci-fi que terá direção do australiano Justin Kurzel (de “Assassin’s Creed”). Além dos dois atores, que viverão um casal, a produção contará com o menino Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”) como seu filho. O filme vai se passar num futuro em que a invenção de um comprimido dispensa as pessoas de dormir. Com isso e a ajuda de um Sol artificial, que faz com que luz “natural” nunca se esgote, o trabalho e a vivência do dia-a-dia se tornam intermináveis. Contudo, a geração mais nova, que cresceu privada do sono, considera iniciar uma rebelião para recuperar os seus sonhos (literal e figurativamente). Dern terá o papel de uma mãe defensora deste estado permanentemente acordado que, após a morte do marido (Cumberbatch), vê seu filho (Jupe) ser levado para o submundo dos “sonhadores”, que estão contra o funcionamento permanente do mundo. O longa ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme,  Música

    Último show dos Beatles será exibido nos cinemas no Brasil

    31 de janeiro de 2022 /

    O último show da melhor banda de todos os tempos, realizado no topo do prédio da Apple Records em Londres, em 30 de janeiro de 1969, será exibido nos cinemas do Brasil. O filme projetará 60 minutos de cenas que foram restauradas sob supervisão do diretor Peter Jackson para a série documental “The Beatles: Get Back”, do Disney+. A apresentação dos Beatles chegará às salas IMAX dos cinemas brasileiros com o título de “The Beatles Get Back: O Último Show”, e estará em cartaz de 10 a 13 de fevereiro. Os ingressos estão à venda. O show histórico completou 53 anos no último domingo (30/1), ocasião em que este trecho do documentário de Peter Jackson foi exibido em sessões IMAX nos Estados Unidos com muito sucesso. “Estou muito animado por o concerto no telhado de ‘The Beatles: Get Back’ ser visto em IMAX, naquela tela gigantesca”, afirmou o Peter Jackson em comunicado sobre o lançamento. “É a última apresentação dos Beatles e é a forma perfeita de ser vista e ouvida”. Lançada em novembro pelo Disney+, “The Beatles: Get Back” mostra, além do show, cenas inéditas dos bastidores da gravação de “Let It Be”, o último show dos Beatles.

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  • Filme

    Novo “Massacre da Serra Elétrica” ganha trailer sangrento

    31 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface”, novo capítulo da longeva franquia de terror. A prévia mostra o tom sangrento da continuação e revela a premissa, com a chegada de novas vítimas e o retorno da “final girl” do filme original – uma ideia que lembra “Halloween”. O novo “Massacre da Serra Elétrica” é uma continuação direta do longa original de 1974, dirigido por Tobe Hooper. Isto significa que o filme pretende ignorar todas as sequências posteriores – exatamente como a Universal fez com “Halloween”. O problema é que não é a primeira vez que isso acontece com esta franquia. Quem assina roteiro e produção são o cineasta uruguaio Fede Alvarez e seu parceiro Rodo Sayagues, ambos responsáveis por “O Homem nas Trevas” (2021), e o elenco inclui Elsie Fisher (“Oitava Série”), Sarah Yarkin (“Motherland: Fort Salem”), Jacob Latimore (“Maze Runner”), Moe Dunford (“Vikings”), Nell Hudson (“Vitória: A Vida de uma Rainha”), Alice Krige (“Maria e João: O Conto das Bruxas”) e Marilyn Burns, revivendo o papel de Sally Hardesty, a sobrevivente do filme original. Já o trabalho de direção sofreu uma mudança em meio às filmagens. Insatisfeito com o resultado, o estúdio Legendary demitiu os diretores Andy e Ryan Tohill (de “The Dig”), que estavam à frente do filme, devido a “diferenças criativas”. Com a demissão, o diretor de fotografia David Blue Garcia (“Blood Fest”) foi promovido à direção. Garcia já tinha experiência na função, tendo rodado o thriller “Tejano” com um orçamento de US$ 58 mil, além de vários comerciais. De quebra, é natural do Texas. Nono filme da franquia – e o primeiro desde “Leatherface”, de 2017, um prólogo que buscou mostrar a origem do assassino com máscara de pele humana – “O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface” tem estreia marcada para 18 de fevereiro.

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    “Homem-Aranha” vira segunda maior bilheteria do Brasil em todos os tempos

    31 de janeiro de 2022 /

    Firme em 1º lugar como o filme mais visto do país, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” realizou uma façanha no fim de semana, ao ultrapassar a marca de R$ 300 milhões de arrecadação no circuito cinematográfico nacional e virar a segunda maior bilheteria de todos os tempos no Brasil. Desde a estreia, em 16 de dezembro, o longa acumula R$ 301,8 milhões em ingressos vendidos e público de 16,4 milhões de espectadores, segundo dados da consultoria Comscore. A bilheteria da coprodução da Sony e Disney/Marvel só fica atrás de “Vingadores: Ultimato”, que em 40 semanas de 2019 arrecadou R$ 388,8 milhões e levou 19,6 milhões de pessoas aos cinemas. Antes de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, a segunda maior bilheteria de cinema no Brasil era do remake live-action de “O Rei Leão”, que fez R$ 266,7 milhões em ingressos vendidos e teve 16,3 milhões de espectadores durante as 57 semanas em que ficou em cartaz em 2019. O topo do ranking nacional do fim de semana se completa com “Pânico” e “Sing 2”, que atualmente estão nas mesmas posições no mercado norte-americano. Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias de cinema do Brasil, segundo a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 27-30/11. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 2. #PanicoOFilme #ScreamMovie 3. #Sing24. #EduardoEMonica 5. #Spencer 6. #OBecoDoPesadelo 7. #TurmaDaMonica #Lições 8. #JuntosEEnrolados9. #MatrixResurrections 10. #Agentes355 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 31, 2022

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    “Homem-Aranha” segue como filme mais visto nos EUA

    30 de janeiro de 2022 /

    “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue liderando as bilheterias dos EUA e Canadá após sete fins de semana. O fenômeno arrecadou mais US$ 11 milhões desde sexta-feira. Com isso, chegou neste domingo (30/1) a US$ 735 milhões, a quarta melhor arrecadação doméstica de todos os tempos. Internacionalmente, a coprodução da Sony e da Disney/Marvel ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão no fim de semana. Trata-se de um feito e tanto, porque foi apenas a décima vez que um título americano alcançou este rendimento com bilheterias do exterior. Com tanto sucesso, o filme do Homem-Aranha atingiu um faturamento mundial de US$ 1,74 bilhão, o sexto maior da História de Hollywood. O resultado também é a maior bilheteria já registrada para um filme “solo” de super-herói, perdendo no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) apenas para os dois longas mais recentes dos Vingadores. Considerando que acima de sua arrecadação há cinco produções da Disney (incluindo a antiga 20th Century Fox) com mais de US$ 2 bilhões, o desempenho do filme não deve ultrapassar esta posição do ranking. De todo modo, é impressionante que “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” tenha chegado tão alto sem uma exibição na China, país com o maior número de cinemas do planeta. Mas também é curioso o papel da pandemia em seu sucesso. O aumento da contaminação de covid-19 fez com que os estúdios adiassem seus lançamentos de cinema, o que deixou “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” sem novos concorrentes neste e outros fins de semana recentes. Sem novas estreias, a lista dos títulos mais vistos nos EUA e Canadá se manteve inalterada em relação à semana passada, com “Pânico” em 2º lugar em seu terceiro fim de semana. O terror da Paramount vendeu US$ 7,3 milhões em ingressos para atingir um total de US$ 62,1 milhões na América do Norte. Com isso, a produção orçada em US$ 24 milhões basicamente se pagou, transformando toda a bilheteria internacional – US$ 44 milhões – em lucro. “Sing 2”, da Universal, completa o pódio em seu sexto fim de semana. Com US$ 4,8 milhões em ingressos vendidos, chegou a uma receita doméstica de US$ 134,5 milhões, tornando-o maior bilheteria norte-americana de uma animação em todo a pandemia – já que a Disney continua enviando seus desenhos inéditos diretamente para a Disney+. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 243 milhões.

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