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Filme

Brad Pitt enfrenta gângsteres em novo trailer da continuação de Era Uma Vez em… Hollywood

Nova prévia revela detalhes da trama policial escrita por Quentin Tarantino e dirigida por David Fincher, que estreia em novembro nos cinemas

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6 de novembro de 2026
Filme

Sebastián Lelio, diretor de Uma Mulher Fantástica, morre aos 52 anos

Cineasta chileno vencedor do Oscar foi encontrado sem vida em sua casa em Santiago

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6 de novembro de 2026
Filme

Keanu Reeves voltará como John Wick em prelúdio animado

Ator dublará o assassino profissional em filme sobre a missão que permitiu sua aposentadoria antes dos acontecimentos da franquia

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6 de novembro de 2026
  • Etc,  Filme

    Margarita Lozano (1931-2022)

    7 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Margarita Lozano, que atuou em vários clássicos do cinema europeu, morreu na madrugada desta segunda-feira (7/2) em Lorca, na Espanha, aos 91 anos. Nascida no então protetorado espanhol de Marrocos, Lozano mudou-se para Madri com 19 anos, visando se tornar atriz, e um ano depois iniciou a carreira cinematográfica, no começo da década de 1950. Focada em melodramas e aventuras descartáveis, sua filmografia começou a mudar de rumo a partir do clássico “Veridiana” (1961), de Luis Buñuel, em que desempenhou um papel coadjuvante, como criada, após uma década de atuação. Ela também coadjuvou em “Noite de Verão” (1963), de Jorge Grau, e “Paixão Proibida” (1963), de Francisco Rovira Beleta, que disputou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A projeção desses filmes lhe abriu as portas do mercado italiano, que na época representava a indústria cinematográfica mais bem-sucedida da Europa. Sergio Leone a escalou em seu primeiro western spaghetti, o icônico “Por Um Punhado de Dólares” (1964), estrelado por Clint Eastwood. E ela acabou virando estrela frequente de filmes italianos, desde produções comerciais como o thriller “Resgate de uma Vida” (1968) com Franco Nero e a inglesa Charlotte Rampling, até dramas premiadíssimos, como “Diário de uma Garota Esquizofrênica” (1968), de Nelo Risi. Entre os filmes dessa fase, destaca-se o controvertido “Pocilga” (1969), de Pier Paulo Pasolini. Lozano sumiu das telas nos anos seguintes, voltando apenas na década de 1980 em nova leva de clássicos. Seu retorno se deu em nada menos que “A Noite de São Lourenço” (1982), dos irmãos Taviani, premiado no Festival de Cannes e vencedor de seis troféus David di Donatello (o Oscar Italiano), incluindo Melhor Filme. A parceria com Paolo e Vittorio Taviani ainda se estendeu para “Kaos” (1984), “Bom Dia Babilônia” (1987) e “Noites Com Sol” (1990). Também atuou no cultuado “A Missa Acabou” (1985), de Nanni Moretti, premiado no Festival de Berlim, e filmou em francês duas das melhores obras de Claude Berri, “Jean de Florette” (1986) e “A Vingança de Manon” (1986). No mesmo ano intenso, ainda integrou o sucesso “Aldo Moro – Herói e Vítima da Democracia”, de Giuseppe Ferrara, e o drama espanhol “A Metade do Céu”, de Manuel Gutiérrez Aragón, vencedor do Festival de San Sebastián, que lhe rendeu prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante. Apesar de diminuir o ritmo a partir da década de 1990, fez mais seis longas, despedindo-se das telas em 2006 com “Meu Caso com o Imperador”, de Paolo Virzi. Em junho passado, ela foi homenageada pelo governo espanhol, recebendo do Conselho de Ministros a Medalha de Ouro das Belas Artes, como reconhecimento pelas realizações profissionais.

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  • Filme

    Framboesa de Ouro 2022 destaca decadência de Bruce Willis

    7 de fevereiro de 2022 /

    Um dos troféus mais aguardados da temporada de premiação, o Framboesa de Ouro, revelou seus indicados a piores filmes e artistas do ano, indicando a decadência de um antigo astro de ação e a saturação dos musicais. Para começar, a Netflix não deve ter ficado nada satisfeita de ver seu logotipo no título com o maior número de indicações. “Diana: O Musical”, gravação de um musical da Broadway exibida pela plataforma de streaming, foi a produção mais votada, aparecendo em nove categorias. O segundo mais citado foi o thriller “Karen”, inédito no Brasil, com cinco indicações, seguido pelo musical “Querido Evan Hansen”, com quatro nomeações, incluindo a de Pior Ator para Ben Platt. Entre os intérpretes, Jared Leto e o jogador de basquete LeBron James tiveram duas indicações, respectivamente por “Casa Gucci” e “Space Jam: Um Novo Legado”, enquanto Amy Adams se destacou em dois filmes diferentes, concorrendo a Pior Atriz por “A Mulher na Janela” e Pior Atriz Coadjuvante por “Querido Evan Hansen”. Nenhum deles, porém, superou Bruce Willis. Os organizadores dos Razzies, como o prêmio também é conhecido, consideraram que o ex-“Duro de Matar” virou duro de assistir e fez tantos filmes ruins no ano passado que mereceu uma categoria própria. Na disputa do troféu especial de Pior Filme de Bruce Willis há nada menos que oito filmes. O detalhe é que a categoria pode se tornar permanente, já que o ator filmou até agora 11 filmes diferentes com previsão de lançamento em 2022. Como já é tradição, a cerimônia do Framboesa de Ouro 2022 acontecerá em Los Angeles um dia antes do Oscar, em 26 de março. Confira abaixo a lista completa de indicados. Pior Filme “Diana: O Musical” “Infinite” “Karen” “Space Jam: Um Novo Legado” “A Mulher na Janela” Pior Ator Scott Eastwood, por “Dangerous” Roe Hartrampf, por “Diana: O Musical” LeBron James, por “Space Jam: Um Novo Legado” Ben Platt, por “Querido Evan Hansen” Mark Wahlberg, por “Infinite” Pior Atriz Amy Adams, por “A Mulher na Janela” Jeanna de Waal, por “Diana: O Musical” Megan Fox, por Meia-Noite no “Switchgrass” Taryn Manning, por “Karen” Ruby Rose, por “Conquista” Pior Atriz Coadjuvante Amy Adams, por “Querido Evan Hansen” Sophie Cookson, por “Infinite” Erin Davi, por “Diana: O Musical” Judy Kaye, por “Diana: O Musical” Taryn Manning, por “Every Last One of Them” Pior Ator Coadjuvante Ben Affleck, por “O Último Duelo” Nick Cannon, por “Os Renegados” Mel Gibson, por “Dangerous” Gareth Keegan, por “Diana: O Musical” Jared Leto, por “Casa Gucci” Pior Performance de Bruce Willis Bruce Willis, por “Emboscada” Bruce Willis, por “Apex” Bruce Willis, por “A Fortaleza” Bruce Willis, por “Deadlock” Bruce Willis, por “Meia-Noite no Switchgrass” Bruce Willis, por “Sobreviva ao Jogo” Bruce Willis, por “Out of Death” Bruce Willis, por “Invasão Cósmica” Pior Casal, Dupla ou Combinação Qualquer ator & qualquer número musical mal escrito ou coreografado em “Diana: O Musical” LeBrown James & qualquer personagem de desenho animado que ele tenta driblar em “Space Jam: Um Novo Legado” Jared Leto & sua maquiagem pesada de látex, suas roupas feias e seu sotaque ridículo em “Casa Gucci” Ben Platt & qualquer outro personagem que finge que cantar 24h por dia é normal em “Querido Evan Hansen” Tom & Jerry em “Tom & Jerry”) Pior Remake, Plágio ou Sequência “Karen” (remake não intencional de “Cruella”) “Space Jam: Um Novo Legado” “Tom & Jerry” “Twist” (remake hip-hop de “Oliver Twist”) “A Mulher na Janela” (plágio de “Janela Indiscreta”) Pior Direção Christopher Ashley, por “Diana: O Musical” Stephen Chbosky, por “Querido Evan Hansen” “Coke” Daniels, por “Karen” Renny Harlin, por “Os Renegados” Joe Wright, por “A Mulher na Janela” Pior Roteiro Joe DiPietro & David Bryan, por “Diana: O Musical” “Coke” Daniels, por “Karen” Kurt Wimmer & Robert Henny, por “Os Renegados” John Wrathall & Sally Collett, por “Twist” Tracy Letts, por “A Mulher na Janela”

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  • Filme

    “Jackass para Sempre” lidera bilheterias de cinema dos EUA

    6 de fevereiro de 2022 /

    As pegadinhas e trotes violentos de “Jackass para Sempre” deixaram a Paramount rindo sozinha neste fim de semana. O filme proibido para menores arrecadou US$ 23,5 milhões nos EUA e Canadá, num retorno triunfante da franquia da MTV à tela grande. O filme custou apenas US$ 10 milhões e já está praticamente pago, levando o estúdio a comemorar seu segundo hit consecutivo, com “Pânico” ainda em cartaz. Por outro lado, “Jackass para Sempre” não chegou nem na metade do desempenho do último título da franquia nos cinemas. Lançado há 12 anos, “Jackass 3D” teve uma bilheteria de estreia de US$ 50 milhões. Há quem deduza a diferença na conta da pandemia. Mas “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” é uma continuação que fez muito mais que seus antecessores em plena pandemia. Líder até a semana passada, o novo “Homem-Aranha” acabou em 3º, atrás ainda de “Moonfall – Ameaça Lunar”. Só que ninguém comemorou o filme de catástrofe do especialista Roland Emmerich (diretor de “Independence Day”, “O Dia Depois de Amanhã” e “2012”). Ridicularizado pela crítica, com apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Moonfall” foi um desastre de proporções gigantescas para a Lionsgate. Depois de custar pelo menos US$ 138 milhões para ser produzido (de acordo com Emmerich), faturou apenas US$ 10 milhões na América do Norte. O ano mal começou, mas o fiasco é tão épico que vai ser difícil outro filme tirar de “Moonfall” o título de maior fracasso de 2022. E quase que “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” ficou à sua frente. A coprodução da Sony e Disney/Marvel acabou em 3º lugar no fim de semana, com US$ 9,6 milhões. O montante fez o longa encostar em “Avatar” na arrecadação doméstica. Com US$ 748,9 milhões no mercado norte-americano, a produção do super-herói está a menos de US$ 1 milhão atrás dos US$ 749,8 milhões arrecadados por “Avatar”, terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos na América do Norte. A arrecadação mundial de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” já está em US$ 1,77 bilhão. “Pânico” e “Sing 2” completaram o Top 5, respectivamente com US$ 4,7 milhões e US$ 4,2 milhões. O terror totalizou US$ 68,9 milhões no mercado doméstico e atingiu US$ 120 milhões mundiais, enquanto a animação chegou a US$ 139,6 milhões nos EUA e Canadá e ficou perto de arredondar US$ 300 milhões mundiais. Dentre os filmes mais vistos nos EUA, apenas “Jackass para Sempre” ainda é inédito no Brasil. A produção, na verdade, nem tem previsão de estreia no país.

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    Casal de “The 100” volta a se juntar em suspense

    5 de fevereiro de 2022 /

    Os protagonistas da série “The 100”, Eliza Taylor e Bob Morley, que são um casal na vida real, voltaram a trabalhar juntos num suspense com elementos de ficção científica. Eles estão filmando “I’ll Be Watching”, longa atualmente em produção em Atlanta, Geórgia, EUA. A produção do estúdio independente Benacus traz Taylor como uma mulher que se vê presa em sua nova casa isolada em meio a uma luta pela sobrevivência. Morley interpreta seu marido especialista em tecnologia e o elenco ainda destaca o veterano David Keith (“Demolidor – O Homem sem Medo”). Taylor e Keith são produtores e a direção está a cargo de Erik Bernard (“The Place We Hide”).

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    David Lynch vai estrelar novo filme de Spielberg

    5 de fevereiro de 2022 /

    O diretor David Lynch, conhecido por filmes como “Veludo Azul” e “Cidade dos Sonhos”, vai atuar no próximo filme de Steven Spielberg (“Amor, Sublime Amor”). Lynch, que já apareceu como ator na série “Twin Peaks”, que ele criou, terá um papel misterioso em “The Fabelmans”, mantido em segredo pela produção. Será a primeira vez que os dois cineastas trabalharão juntos, apesar de ambos serem da mesma geração. “The Fabelmans” será o primeiro filme biográfico da longeva carreira de Spielberg. A trama é assumidamente inspirada na juventude do diretor, passada nos anos 1950 e focada no relacionamento do adolescente protagonista com seus pais. O papel de jovem Spielberg, ou melhor, jovem Fabelman ficou com Gabriel LaBelle (“O Predador”) e o elenco contará também com Michelle Williams (“Venom”) e Paul Dano (“Batman”) como seus pais, Seth Rogen (“Vizinhos”) como seu tio favorito e mais Chloe East (“Generation”), Julia Butters (“Bela, Recatada e do Lar”/American Housewife) e o veterano Judd Hirsch (“Numb3rs”). Além de dirigir, Spielberg também escreveu o roteiro ao lado de Tony Kusher, com quem trabalhou em “Munique”, “Lincoln” e no recente “Amor, Sublime Amor”. Mas o diretor não desenvolvia uma história desde “A.I. Inteligência Artificial” (2001). O longa tem previsão de estreia em 23 de novembro.

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  • Filme

    10 filmes novos para ver nas plataformas digitais

    4 de fevereiro de 2022 /

    Numa semana atípica, sem blockbusters, atores conhecidos do cinema hollywoodiano são os principais atrativos da programação de cinema digital. Liam Neeson e Samuel L. Jackson estão em dois filmes de ação genérica, enquanto os ingleses Benedict Cumberbatch e Claire Foy formam um casal num drama de época elogiado, mas que acabou passando ao largo do reconhecimento da temporada de premiações. Os melhores títulos, porém, não trazem atores conhecidos do grande público. E destacam produções faladas em espanhol. Entre eles, está o candidato mexicano ao Oscar 2022, filmaço que conquistou mais de uma dezena de premiações internacionais. Confira abaixo mais detalhes e trailers de 10 sugestões para programar o cinema no sofá.   A VIDA ELETRIZANTE DE LOUIS WAIN | NOW, VOD* Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) estrela a cinebiografia de Lois Wain, artista conhecido por suas pinturas de gatos. O filme o encontra na virada dos anos 1900, obcecado por desvendar os mistérios “elétricos” do mundo e inventando a arte psicodélica nesse processo. Escrito e dirigido por Will Sharpe (criador da série “Flowers”), o longa também destaca em seu bom elenco Claire Foy (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”), Stacy Martin (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Andrea Riseborough (“A Morte de Stalin”).   REZE PELAS MULHERES ROUBADAS/NOCHE DE FUEGO | NETFLIX Representante do México na disputa por uma vaga no Oscar 2022, na categoria de Melhor Filme Internacional, a primeira obra de ficção da documentarista Tatiana Huezo (“Tempestade”) acompanha o cotidiano de meninas no interior mexicano, onde os perigos vêm em várias formas. O domínio do tráfico na região faz com que elas precisem manter os cabelos curtos para parecer meninos, visando escapar do abuso dos gângsteres. Indicado ao Spirit Awards (o Oscar do cinema independente) e ao DGA Award (troféu do Sindicato dos Diretores dos EUA), a obra também acumula premiações em vários festivais internacionais, de Cannes a San Sebastián.   AZOR | NOW, VOD* Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o suspense dramático acompanha um banqueiro recém-chegado da Europa para ocupar o lugar do sócio na Argentina, após este desaparecer misteriosamente sem deixar vestígios. O detalhe é que a trama se passa na época da ditadura militar, quando desaparecimentos misteriosos não eram incomuns no país, ainda que nunca fossem comentados. A recriação do clima sombrio do período, em que qualquer questionamento poderia gerar perigo de vida, rendeu o prêmio de talento emergente para o diretor suíço Andreas Fontana no Festival de Zurique.   O CONFRONTO | FILMICCA Terceiro filme dos irmãos Daniel e Diego Vega, o drama gira em torno de um jovem de 18 anos que deixa o Peru para reencontrar o pai, um imigrante que fugiu de seu país anos atrás e que agora vive com uma nova família canadense. Com orgulho masculino, o pai se esforça para mostrar ao filho sua versão do sonho norte-americano, marcado por seus próprios preconceitos. Mas o reencontro acaba deixando entrever ressentimentos do qual eles não conseguem escapar. Premiado nos festivais de Guadalajara e San Sebastián, o longa foi rodado no Canadá, mas é assombrado pela História do Peru, especialmente a “década perdida”, como ficaram conhecidos os anos 1980 no país – época de hiperinflação, desemprego em massa, fome, terrorismo e catástrofes naturais – e que é justamente o período da trama.   A VIRGEM DE AGOSTO | FILMICCA Premiado no Festival de Karlovy Vary, indicado ao César (o Oscar francês) e incluído na lista dos 10 Melhores Filmes de 2019 da revista Cahiers du Cinema (a bíblia dos cinéfilos), o longa do jovem diretor espanhol Jonás Trueba é um romance de verão na cidade. Mais que uma história de amor, é sobre o amor próprio de sua protagonista, que decide ficar em Madri quando a maioria dos moradores vão para a praia. Durante noitadas, passeios e encontros, ela busca algo que a motive e justifique sua decisão. Além de estrelar a obra, a atriz Itsaso Arana também assinou o roteiro em parceria com o diretor, filho do famoso cineasta Fernando Trueba (vencedor do Goya por “O Sonho Do Macaco Louco” e “Sedução”) e seu namorado na vida real. O casal se conectou quando Trueba dirigiu Arana em “La Reconquista” (2016) e estão juntos desde então.   O LADO ENGRAÇADO DA VIDA | NOW, VIVO PLAY, VOD* Conhecida pela série “Lucifer”, Rachel Harris vive uma mulher frustrada, presa em uma pequena cidade coberta de neve, que sempre sonhou com uma vida diferente como comediante. O destino a coloca diante de um comediante frustrado, que sonha em fazer qualquer outra coisa. Segundo longo da diretora Amber McGinnis, venceu quatro prêmios no circuito dos festivais de cinema independente dos EUA.   ENTRE ÁGUAS | NOW, VIVO PLAY, VOD* O drama maltês consagrou Jesmark Scicluna no Festival de Sundance no ano passado. Premiado como Melhor Ator, ele é na verdade um pescador. Foi escolhido pelo diretor Alex Camilleri para dar maior realismo à trama, sobre os dilemas de um pescador com filha pequena doente, que se vê dividido entre seguir a tradição pesqueira da família, um trabalho duro com poucos rendimentos, ou fazer acordo com traficantes para transportar mercadorias em seu barco inocente. Com o sucesso do filme, que atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, Scicluna virou ator de verdade, passando a ser escalado em novos projetos.   A BATALHA DE SHINDISI | NOW, VIVO PLAY, VOD*   Baseado em eventos reais, o drama de guerra revela fatos que ocorreram durante a intervenção militar russa na Geórgia em 2008. Shindisi é o nome do lugar onde as forças de ocupação cercaram militares georgianos depois de lhes prometer um corredor de paz para transportar refugiados. Diante do massacre, moradores comuns correram riscos para salvar os soldados feridos. O cineasta Dito Tsintsadze (“Medo de Matar”) venceu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Varsóvia pela produção, que foi candidata da Georgia ao Oscar de 2020. Embora não tenha conseguido indicação, arrancou elogios da crítica internacional por sua capacidade de evocar a experiência da guerra a partir de múltiplos pontos de vista.   A PROFISSIONAL | NOW, VIVO PLAY, VOD* O thriller de ação traz quase todos os clichês típicos do gênero, mas é (bem) feito por um especialista: Martin Campbell, diretor de “007: Cassino Royale” (2008). O roteiro de Richard Wenk (“O Protetor”) gira em torno de uma assassina profissional (Maggie Q, a “Nikita”), que aprendeu todos os truques desde criança com um lendário matador (Samuel L. Jackson). Quando seu mentor é brutalmente assassinado, ela jura vingança e acaba cruzando o caminho de outro profissional (Michael Keaton).   MISSÃO RESGATE | NOW, VIVO PLAY, VOD* Em mais um thriller estrelado por Liam Neeson, um comboio de caminhões percorre uma perigosa estrada de gelo sobre um lago congelado para salvar mineiros após o desabamento de uma mina. Só que, além dos desafios da natureza, há outras forças – humanas – trabalhando para impedi-los. Avaliado com apenas 44% de aprovação, o filme tem roteiro e direção de Jonathan Hensleigh, que escreveu o blockbuster dos anos 1990 “Armageddon”.

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  • Filme

    Netflix marca estreia do novo filme de Ryan Reynolds com o diretor de “Free Guy”

    3 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou fotos e anunciou a data de estreia de “O Projeto Adam” (“The Adam Project”), comédia sci-fi estrelada por Ryan Reynolds (o “Deadpool”) e grande elenco. A produção é a segunda parceria consecutiva entre o astro e o diretor Shawn Levy. Os dois fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que se tornou um dos grandes sucessos da Disney durante a pandemia. Ao estilo de “De Volta ao Futuro”, a trama acompanha o personagem de Reynolds viajando ao passado para encontrar a si mesmo quando tinha 13 anos. Nessa missão – para salvar o mundo! – ele também acaba cruzando o caminho de seus pais, vividos por Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”) e Jennifer Garner (“O Dia do Sim”) – que foram um casal no sucesso “De Repente 30”, de 2004. O elenco ainda conta com Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), no papel da esposa de Reynolds, e o jovem estreante Walker Scobell como o Reynolds mirim. A estreia foi marcada para 11 de março. The Adam Project é o meu novo filme de ficção científica estrelado por Ryan Reynolds. Na história, um homem viaja no tempo e se encontra com a versão mais jovem de si. Pra melhorar, ainda tem Mark Ruffalo, Zoe Saldana e Jennifer Garner no elenco. Estreia dia 11 de março. 🚀🕗 pic.twitter.com/npm0lXG2SP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 2, 2022

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  • Filme

    “Pânico” tem nova sequência confirmada

    3 de fevereiro de 2022 /

    A Paramount deu sinal verde para a produção do sexto filme da franquia de terror “Pânico”. Após o sucesso acima das expectativas do recente lançamento, a equipe do quinto filme vai voltar a comandar a nova sequência. Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt, dupla que também dirigiu o “Casamento Sangrento” (2019), continuarão na direção e os roteiristas Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e James Vanderbilt (“Mistério no Mediterrâneo”) seguem como responsáveis pela história da sequência. As filmagens devem acontecer ainda neste ano, entre julho e setembro.

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  • Filme

    Netflix mostra cenas dos 86 filmes que vai lançar em 2022

    3 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou nesta quinta (3/2) um vídeo com cenas de seus principais filmes previstos para 2022. O trailer coletivo apresentou as primeiras cenas das continuações de “Entre Facas e Segredos” e “Enola Holmes”, além de destacar a adaptação do best-seller juvenil “A Escola do Bem e do Mal”, com Charlize Theron e Kerry Washington, a comédia sci-fi “O Projeto Adam”, estrelado por Ryan Reynolds e Mark Rufffalo, a animação “Pinóquio”, de Guillermo del Toro e Mark Gustafson, e a superprodução “Agente Oculto” (The Gray Man), dos Irmãos Russo, que reúne Ryan Gosling e Chris Evans. Há ainda “A Bolha”, dirigido por Judd Apatow e estrelado por Karen Gillan, “The Good Nurse” com Eddie Redmayne e Jessica Chastain, “The Mother”, dirigido por Niki Caro e protagonizado por Jennifer Lopez, “The Pale Blue Eye” com Christian Bale e Gillian Anderson, “Day Shift” com Jamie Foxx, “Spiderhead” com Chris Hemsworth, “Slumberland” com Jason Momoa, “The Mothership” com Halle Berry e muito mais. São, ao todo, 86 títulos, 16 a mais que os 70 do ano passado, com o objetivo de lançar filmes novos todas as semanas. Mas a maioria deles segue sem data precisa de lançamento.

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  • Filme

    Dakota Johnson negocia virar heroína dos quadrinhos do Homem-Aranha

    3 de fevereiro de 2022 /

    A Sony planeja investir pesado no universo dos quadrinhos do Homem-Aranha após o sucesso de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”. E o site Deadline revelou que um dos próximo filmes da franquia pode ser estrelado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Segundo a publicação, ela estaria negociando o papel principal em um filme sobre Madame Teia (Madame Web). À primeira vista, a escalação não faz sentido. Mas uma olhada mais de perto na trajetória da personagem pode esclarecer a abordagem do filme. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de ​​poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, pode se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos. De fato, há uma reviravolta específica que serviria para explicar a escalação de Johnson. Ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Talvez por isso a Sony esteja negociando com Dakota Johnson e não com uma atriz mais velha para o papel, visando introduzir Julia Carpenter, uma heroína vidente, que apesar de se tornar cega possui mais habilidades que o Demolidor, treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis pela série “Perdidos no Espaço” e pelo vindouro filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. Já a direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”). O estúdio ainda não oficializou o projeto, que está em desenvolvimento desde 2019.

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  • Filme

    BAFTA Awards: “Duna” lidera indicações do “Oscar britânico”

    3 de fevereiro de 2022 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) divulgou nesta quinta-feira (3/2) a lista de filmes, artistas e técnicos indicados à 75ª edição de seu prêmio anual. De forma surpreendente, a relação é liderada pela sci-fi “Duna”, citada em 11 categorias, incluindo Melhor Filme. Em seguida, aparecem o western dramático “Ataque dos Cães”, de Jane Campion, com 7 indicações, e “Belfast”, de Kenneth Branagh, mencionado em 6 categorias. Três filmes atingiram 5 indicações: “Licorice Pizza”, “007 – Sem Tempo Para Morrer” e “Amor, Sublime Amor”. Mas os dois últimos não entraram na disputa para Melhor Filme do ano. Quem se juntou a “Duna”, “Ataque dos Cães”, “Belfast” e “Licorice Pizza” foi o superestrelado “Não Olhe Pra Cima”, que concorre a 4 troféus, incluindo Melhor Ator, com Leonardo DiCaprio. A lista de atores ainda destaca Benedict Cumberbatch (“Ataque dos Cães”), Mahershala Ali (“O Canto dos Cisnes”) e Will Smith (“King Richard: Criando Campeãs”), que pela primeira vez na carreira vai disputar o chamado “Oscar britânico”. Mas deixou de fora o elogiado desempenho de Andrew Garfield em “Tick Tick… Boom!”. Já na relação de atrizes, o que mais chama a atenção é a disputa entre duas cantoras: Lady Gaga (“Casa Gucci”) e Alana Haim (“Licorice Pizza”), do trio das irmãs Haim, que ocuparam espaço de duas favoritas da crítica, Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Kristen Stewart (“Spencer”). A premiação está marcada para o dia 13 de março, no tradicional palco do Royal Albert Hall, em Londres, com apresentação da comediante australiana Rebel Wilson. Confira abaixo a lista completa de indicados ao BAFTA Awards de 2022. Melhor Filme “Belfast” “Não Olhe Para Cima” “Duna” “Licorice Pizza” “Ataque dos Cães” Melhor Filme Britânico “After Love” “Ali & Ava” “Belfast” “Boiling Point” “Cyrano” “Everybody’s Talking About Jamie” “Casa Gucci” “Noite Passada em Soho” “007 – Sem Tempo Para Morrer” “Identidade” Melhor Filme de Língua Não Inglesa “Drive My Car” (Japão) “A Mão de Deus” (Itália) “Mães Paralelas” (Espanha) “Petite Maman” (França) “A Pior Pessoa do Mundo” (Noruega) Melhor Direção Aleem Khan, por “After Love” Ryûsuke Hamaguchi, por “Drive My Car” Audrey Diwan, por “Happening” Paul Thomas Anderson, por “Licorice Pizza” Jane Campion, por “Ataque dos Cães” Julia Ducournau, por “Titane” Melhor Roteiro Original Aaron Sorkin, por “Apresentando os Ricardos” Kenneth Branagh, por “Belfast” Adam McKay, por “Não Olhe Para Cima” Zach Baylin, por “King Richard: Criando Campeãs” Paul Thomas Anderson, por “Licorice Pizza” Melhor Roteiro Adaptado Siân Heder, por “No Ritmo do Coração” Ryûsuke Hamaguchi, por “Drive My Car” Denis Villeneuve, por “Duna” Maggie Gyllenhaal, por “A Filha Perdida” Jane Campion, por “Ataque dos Cães” Melhor Atriz Lady Gaga, por “Casa Gucci” Alana Haim, por “Licorice Pizza” Emilia Jones, por “No Ritmo do Coração” Renate Reinsve, por “The Worst Person in the World” Joanna Scanlan, por “After Love” Tessa Thompson, por “Identidade” Melhor Ator Adeel Akhtar, por “Ali & Ava” Mahershala Ali, por “O Canto do Cisne’ Benedict Cumberbatch, por “Ataque dos Cães” Leonardo DiCaprio, por “Não Olhe Para Cima” Stephen Gragam, por “Boiling Point” Will Smith, por “King Richard: Criando Campeãs” Melhor Atriz Coadjuvante Citriona Balfe, por “Belfast” Jessie Buckley, por “A Filha Perdida” Ariana DeBose, por “Amor, Sublime Amor” Ann Dowd, por “Mass” Aunjanue Ellis, por “King Richard: Criando Campeãs” Ruth Negga, por “Identidade” Melhor Ator Coadjuvante Mike Faist, por “Amor, Sublime Amor” Ciarán Hinds, por “Belfast” Troy Kotsur, por “No Ritmo do Coração” Woody Norman, por “Sempre em Frente” Jesse Plemons, por “Ataque dos Cães” Kodi Smit-McPhee, por “Ataque dos Cães” Melhor Elenco “Boiling Point” “Duna” “A Mão de Deus” “King Richard: Criando Campeãs” “Amor, Sublime Amor” Melhor Documentário “Becoming Cousteau” “Cow” “Flee” “The Rescue” “Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada)” Melhor Animação “Encanto” “Flee” ‘Luca” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” Melhor Trilha Sonora “Apresentando os Ricardos” (Daniel Pemberton) “Não Olhe Para Cima” (Nicholas Britell) “Duna” (Hans Zimmer) “A Crônica Francesa” (Alexandre Desplat) “Ataque dos Cães” (Jonny Greenwood) Melhor Fotografia Greig Fraser, por “Duna” Dan Laustsen, por “O Beco do Pesadelo” Linus Sandgren, por “007 – Sem Tempo Para Morrer” Ari Wegner, por “Ataque dos Cães” Bruno Delbonnel, por “A Tragédia de Macbeth” Melhor Edição “Belfast” (Úna Ní Dhonghaíle) “Duna” (Joe Walker) “Licorice Pizza” (Andy Jurgensen) “007 – Sem Tempo Para Morrer” (Tom Cross & Elliot Graham) “Summer of Soul (… ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada)” (Joshua L. Pearson) Melhor Design de Produção “Cyrano” (Sarah Greenwood & Katie Spencer) “Duna” (Patrice Vermette & Zsuzsanna Sipos) “A Crônica Francesa” (Adam Stockhausen & Rena DeAngelo) “O Beco do Pesadelo” (Tamara Deverell & Shane Vieau) “Amor, Sublime Amor” (Adam Stockhausen & Rena DeAngelo) Melhor Figurino Jenny Beavan, por “Cruella” Massimo Cantini Parrini, por “Cyrano” Robert Morgan & Jacqueline West, por “Duna” Milena Canonero, por “A Crônica Francesa” Luis Sequeira, por “O Beco do Pesadelo” Melhor Cabelo e Maquiagem “Cruella” “Cyrano” “Duna” “Os Olhos de Tammy Faye” “Casa Gucci” Melhor Som “Duna” “Noite Passada em Soho” “007 – Sem Tempo Para Morrer” “Um Lugar Silencioso: Parte II” “Amor, Sublime Amor” Melhores Efeitos Especiais “Duna” “Free Guy: Assumindo o Controle” “Ghostbusters: Mais Além” “Matrix Resurrections” “007 – Sem Tempo Para Morrer” Melhor Curta Britânico em Animação “Affairs of the Art” “Do Not Feed the Pigeons” “Night of the Living Dead” Melhor Curta Britânico “The Black Cop” “Femme” “The Palace” “Stuffed” “Three Meetings of the Extraordinary Committee” Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico Aleem Khan, por “After Love” James Cummings & Hester Ruoff, por “Boiling Point” Jeymes Samuel, por “Vingança & Castigo” Posy Dixon & Liv Procter, por “Keyboard Fantasies” Rebecca Hall, por “Identidade”

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    “Moonfall” estreia em mil salas de cinema

    3 de fevereiro de 2022 /

    Segundo maior lançamento do ano nos cinemas brasileiros, “Moonfall – Ameaça Lunar” estreia em cerca de mil salas nesta quinta (3/2). Só perde para a animação “Sing 2”, lançada em 1,1 mil. A iniciativa busca tirar a liderança das bilheterias de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que é o filme mais visto do Brasil desde meados de dezembro passado. Mas não vai ser fácil. Para atingir seu objetivo, a catástrofe americana terá que superar ainda a concorrência da comédia brasileira “Tô Ryca 2”, outra produção superexagerada – histeria no último – distribuída em 637 salas. Como nenhum dos dois filmes empolga a crítica, a grande ironia da programação é que o único filme que valeria a pena ver no cinema nesta semana, sem esperar pelo lançamento em streaming, é da Netflix. O premiado “Mães Paralelas”, de Pedro Almodóvar, chega em circuito mínimo, ou melhor, promocional, apenas para chamar atenção para sua estreia digital daqui a duas semanas. A lista de lançamentos ainda incluiu uma animação ucraniana de pouco apelo comercial e, entre segunda (7/2) e quinta (10/2), o último show dos Beatles em IMAX. Confira abaixo os trailers e mais detalhes de cada titulo.   MOONFALL – AMEAÇA LUNAR Em sua nova sci-fi apocalíptica, Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”) volta a mostrar o mundo sendo destruído por efeitos visuais grandiosos. Desta vez, é a lua que sai de órbita e inicia uma queda avassaladora sobre a Terra, abrindo buracos enormes no roteiro, assinado pelo diretor com a ajuda de dois especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Esmagado pela gravidade das críticas, trata-se de um verdadeiro desastre, que desperdiça um elenco formado por Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Aquaman”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”).   TÔ RYCA 2 A sequência deveria se chamar “Tô Pobre”, já que utiliza o mesmo artifício que justificou as continuações de “Até que a Sorte nos Separe”, fazendo a pobre que ficou milionária no primeiro filme perder tudo de uma hora para outra. Novamente miserável, ele enfrenta os perrengues típicos da classe trabalhadora, que são mostrados de forma mais estereotipada que os clichês de novo rico do filme “original”. Assim como no primeiro filme, o roteiro é de Fil Braz e a direção ficou a cargo de Pedro Antônio. Já o elenco acrescentou Rafael Portugal (“Porta dos Fundos: Te Prego Lá Fora”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”) e participação especial da dupla sertaneja Maiara e Maraisa.   AS AVENTURAS DE GULLIVER A animação ucraniana imagina a volta de Gulliver para Liliput, só que desta vez ele não é um gigante, mas um homem comum, que precisa lidar com a decepção dos moradores que contavam com sua ajuda descomunal para vencer seus inimigos. Além da “moral da história” evidente, o desenho também é bem simplezinho em seus aspectos técnicos, resultando numa animação sem muita expressividade.   MÃES PARALELAS Com distribuição limitadíssima, duas semanas antes de ser lançado em streaming na Netflix, o novo filme de Pedro Almodóvar gira em torno da maternidade da personagem de Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor na esteira do sucesso de “Dor e Glória”. A produção reforça a mudança temática na filmografia de Almodóvar, que há tempos trocou o desejo, principal manifestação de seus primeiros trabalhos, por histórias de mães e filhos. A trama acompanha duas mulheres grávidas que dividem o quarto em uma maternidade, sem saber que esse breve encontro as unirá de maneiras que nunca poderiam imaginar. Ao mesmo tempo, a personagem de Cruz ainda lida com o legado da guerra civil espanhola, que marcou sua família e a de muitos de seus compatriotas. Além de Cruz, que venceu o Festival de Veneza por seu desempenho no filme, “Mães Paralelas” tem como protagonistas Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”), a novata Milena Smit (“No Matarás”) e Israel Elejalde (“Veneno”), e volta a reunir outras duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol indicado ao Oscar.   THE BEATLES GET BACK: O ÚLTIMO SHOW O último show da melhor banda de todos os tempos, realizado no topo do prédio da Apple Records em Londres, em 30 de janeiro de 1969, será exibido no circuito IMAX apenas de segunda (7/2) a quinta (10/2). São 60 minutos de cenas que foram restauradas sob supervisão do diretor Peter Jackson para a série documental “The Beatles: Get Back”, da Disney+. O show histórico dos Beatles completou 53 anos no domingo passado (30/1), ocasião em que este trecho do documentário de Peter Jackson foi exibido em sessões IMAX nos Estados Unidos com muito sucesso.

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    Joseph Gordon-Levitt viverá famoso líder de seita suicida

    2 de fevereiro de 2022 /

    O ator Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) vai estrelar o drama de época “White Night”, sobre a história controversa de Jim Jones. Jones entrou para a História como fundador e líder do Templo dos Povos, seita que se tornou mundialmente conhecida pelos assassinatos de um congressista e repórteres americanos, seguidos por um ato de suicídio coletivo por ingestão de veneno de mais de 900 de seus integrantes na Guiana em 1978, tragédia batizada pela mídia como o Massacre de Jonestown. O elenco também destaca Chloë Grace Moretz como Deborah Layton, uma das sobreviventes do massacre. Ela era uma das principais integrantes do Templo dos Povos antes de descobrir a verdade sobre Jones e tentar denunciá-lo. O filme é baseado justamente no livro de memórias de Layton, “Seduction Poison”. A adaptação foi escrita por William Wheeler (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”) e será dirigida pela norueguesa Anne Sewitsky (“A Very British Scandal”). A produção é da FilmNation e ainda não há previsão de estreia. “Entrar na órbita magnética de Jim Jones através dos olhos de uma jovem idealista e apaixonada nos lembrou que qualquer um pode ser vítima do extremismo, dadas as circunstâncias certas”, disse Ashley Fox, presidente de produção da FilmNation, em comunicado. “White Night” não é o único projeto sobre o massacre de Jonestown em curso em Hollywood. Em novembro passado, Leonardo DiCaprio assinou contrato para interpretar Jim Jones em um filme escrito por Scott Rosenberg (das franquias “Venom” e “Jumanji”) e produzido pela MGM. Mas desde então o projeto não apresentou nenhum novo desenvolvimento.

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