Evan Rachel Wood vira Madonna em foto de filme
A plataforma de streaming Roku Channel divulgou uma foto de Evan Rachel Wood (“Westworld”) encarnando a cantora Madonna no filme sobre o comediante “Weird Al” Yankovic. A imagem mostra a rainha do pop durante a era de “Like a Virgin”. O rei das paródias musicais satirizou a música com a gravação de “Like a Surgeon”, um de seus primeiros hits, em 1985. Intitulado “Weird: The Al Yankovic Story”, o filme é estrelado por Daniel Radcliffe (o Harry Potter) no papel do comediante e ainda inclui Rainn Wilson (“The Office”) como o radialista Dr. Demento, além de Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) e Toby Huss (“Halt and Catch Fire”) como os pais de Weird Al. Conhecido por lançar clipes com paródias de músicas de sucesso, Yankovic é o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. O próprio Yankovic escreveu o roteiro de seu filme, em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta em 2010 para o canal “Funny of Die” contando uma versão fictícia da vida do comediante, que na ocasião foi interpretado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também vai dirigir e produzir o filme, que volta a ter produção do Funny or Die, e promete “não poupar nenhum detalhe” da biografia de “Weird Al”, incluindo seus “affairs tórridos com celebridades e estilo de vida famosamente depravado”. “Weird: The Al Yankovic Story” ainda não tem previsão de estreia.
Pamela Anderson reage a “Pam e Tommy” com documentário na Netflix
A atriz Pamela Anderson não viu e não gostou de “Pam e Tommy”, série da plataforma Hulu/Star+ que dramatiza seu casamento com o baterista Tommy Lee e a divulgação da famosa sex tape de sua lua de mel. Insatisfeita com a produção, ela decidiu contar sua própria versão da história num documentário da Netflix. O anúncio foi feito pela própria atriz nas redes sociais, que publicou a foto de uma nota escrita a mão num papel timbrado da Netflix. “Minha vida. Mil imperfeições, mil interpretações erradas, maldosas, selvagens e perdidas. Nenhuma expectativa a atender. Posso apenas te surpreender. Não [sou] uma vítima e sim uma sobrevivente – e estou viva para contar minha história real”, ela escreveu no Instagram. O documentário terá produção de Anderson e seu filho Brandon Thomas Lee, direção de Ryan White (“Nossa Querida Freda”) e ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pamela Anderson 🌸 (@pamelaanderson)
Alan Ladd Jr. (1937–2022)
O produtor vencedor do Oscar Alan Ladd Jr. morreu nesta quarta-feira (2/3) aos 84 anos. Filho do lendário Alan Ladd, ator de clássicos dos anos 1940 e 1950 como “Alma Torturada” e “Os Brutos Também Amam”, o produtor foi um dos executivos mais influentes de Hollywood, responsável por lançar “Star Wars” e vários blockbusters que ganham continuações até hoje. Ladd Jr. raramente falava de seu pai, que morreu de aparente suicídio aos 50 anos, e foi criado por sua mãe longe de Hollywood. Seu primeiro emprego foi na imobiliária de seu padrasto. Mas sempre foi cinéfilo e, numa viagem a Londres, encontrou abertura para investir em produções independentes, lançado filmes britânicos no começo dos anos 1970: “O Preço de Amar”, “O Vilão”, “Amantes Infieis” e “Os que Chegam com a Noite”, estrelado por Marlon Brando, que fez sucesso nos EUA e o levou a Los Angeles. Em 1973, ele ingressou na 20th Century Fox como vice-presidente de produção, chegando a chefe de produção em 1974 e a presidente do estúdio em 1976. Embora a ascensão tenha sido rápida, ela se deu por meio de escolhas decisivas para a empresa, como o investimento em projetos controversos como “A Profecia”, “O Jovem Frankenstein”, “A Última Loucura de Mel Brooks” e “Guerra nas Estrelas”. Só este último filme rendeu US$ 500 milhões em seu lançamento, uma quantia nunca antes vista, fazendo com que, em cinco anos, Ladd quadruplicasse a receita e os lucros líquidos da Fox – de 1974 até sua saída em 1979. O detalhe é que ele foi considerado louco por bancar a visão do cineasta George Lucas. Ladd precisou colocar subalternos em seus lugares e contrariar o mercado cinematográfico inteiro para aprovar a produção de “Guerra nas Estrelas”, que, com orçamento de US$ 10 milhões, tinha sido recusado por todos os outros estúdios por ser considerado caro demais para valer o risco. A História mostrou quem tinha razão. O lançamento do filme em 1977 criou a era dos blockbusters modernos e dividiu o cinema em antes e depois de “Star Wars”. O Instagram oficial da Lucasfilm reconheceu a importância do produtor para a franquia numa homenagem póstuma, destacando que o “amigo querido” “ficou do lado de George [Lucas] naqueles dias iniciais, e seu impacto em ‘Star Wars’ não pode ser subestimado”. Carinhosamente conhecido na indústria como Laddie, Alan Ladd Jr. era respeitado por muitos e desdenhado por outros ao utilizar seu gosto como fator para fechar contratos, investir em projetos visionários e manter um perfil discreto e cordial em meio às suas conquistas, o que o distinguia do estilo extravagante, falastrão e processado por assédio que se tornou padrão em Hollywood nos últimos anos. Ele chegou a surpreender a indústria ao abandonar seu emprego de US$ 2 milhões por ano como chefe da 20th Century Fox porque sua equipe não estava sendo compensada o suficiente pelo sucesso de blockbusters como “Star Wars” e “Alien”. Poucos lembram, mas “Alien” também foi uma batalha pessoal de Ladd, que entendeu a importância de transformar Ripley (personagem masculino no roteiro original) em mulher, atendendo uma mudança solicitada pelo diretor Ridley Scott. Interpretada por Sigourney Weaver, a personagem foi a primeira heroína de ação moderna, inovando os blockbusters americanos. Após sair da Fox, o estúdio afundou com vários fracassos consecutivos, só voltando a se recuperar no final dos anos 1980. Já Ladd fundou sua própria produtora, a Ladd Co., que se tornou pioneira das produtoras “boutique”, empresas de cinema que atuam de forma independente, mas em aliança contratual com grandes estúdios – em seu caso, em parceria com a Warner Bros. Entre os diversos lançamentos históricos da Ladd Co., encontram-se filmes como “Corpos Ardentes”, “Era uma vez na América”, “Os Eleitos”, “Blade Runner”, “Loucademia de Polícia” e “Carruagens de Fogo”, que surpreendeu expectativas ao vencer o Oscar de Melhor Filme em 1981. Mas muitos de seus filmes de prestígio acabaram dando prejuízo. Hoje cultuadíssimo, “Blade Runner” de Ridley Scott foi um fracasso caríssimo em 1982. Isso fez com que ele voltasse aos grandes estúdios em meados dos anos 1980, virando presidente da MGM, por onde lançou “Feitiço da Lua”, que rendeu o Oscar para Cher, “Um Peixe Chamado Wanda” e “Rain Man”, vencedor do Oscar em 1989. Mas Ladd não ficou muito tempo à frente da MGM, saindo antes de conquistar o Oscar por “Rain Man”, quando o estúdio foi vendido. Em nova incursão independente, o produtor mostrou que continuava atento às novas tendências, lançando o hit “Thelma e Louise”, nova parceria com Ridley Scott, que revigorou o cinema de ação feminista em 1991 e o ajudou a reformar a Ladd Co, por onde produziu “Coração Valente”, épico estrelado e dirigido por Mel Gibson, que venceu o Oscar em 1996. Ladd se aposentou com o lançamento de “Medo da Verdade” em 2007, suspense que inaugurou a carreira de Ben Affleck como diretor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Industrial Light & Magic (@ilmvfx)
Jason Momoa confirma que será o vilão de “Velozes e Furiosos 10”
O astro Jason Momoa (o “Aquaman”) confirmou que vai enfrentar Vin Diesel em “Velozes e Furiosos 10”. Em entrevista para o programa “Entertainment Tonight”, ele revelou que será o vilão do filme. “Será divertido, porque serei o malvadão, algo que não faço a algum tempo”, ele contou no tapete vermelho da première de “Batman”, que aconteceu na terça-feira (1/3) em Nova York. Momoa foi ao evento para “representar a família” e prestigiar a enteada Zoe Kravitz, apesar de ter recentemente se separado da mãe da atriz. Ele vai entrar na produção após Dwayne “The Rock” Johnson recusar-se a repetir seu papel como Hobbs na despedida da saga, após brigar com Vin Diesel nos bastidores de “Velozes e Furiosos 8”. Com direção de Justin Lin, responsável pelo filme anterior – e pela maioria dos títulos da franquia – , “Velozes e Furiosos 10” está sendo apresentado como a conclusão da saga estrelada por Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris, Sung Kang e Nathalie Emmanuel. Mas há versões deste desfecho que apresentam o final como um filme em duas partes – o que levaria a um “Velozes e Furiosos 11” ou algo equivalente (“Velozes e Furiosos 10 – Parte 2”). Lançado no ano passado, “Velozes e Furiosos 9” foi um dos maiores sucessos da era pandêmica, arrecadando mais de US$ 720 milhões nas bilheterias mundiais. As filmagens de “Velozes e Furiosos 10” vão começar em poucos meses para uma estreia marcada em 19 de maio de 2023.
Sonic vira “Batman” em novo comercial
Depois de um comercial parodiando “Matrix”, a Paramount divulgou um novo vídeo de “Sonic 2: O Filme” com referências a outro lançamento da Warner. Desta vez, a inspiração vem de “Batman”, com Sonic se apresentando como o herói Justiça Azul, que luta contra o crime. E nesta trama não falta, claro, um supervilão. A continuação do filme do ouriço azul vai mostrar a estreia do fortão Knuckles, que adentra nossa dimensão via artimanhas do vilão bigodudo Dr. Ivo Robotnik (Jim Carrey) para enfrentar Sonic. Introduzido em 1994 no terceiro videogame da franquia como rival do ouriço superveloz, o antagonista acabou virando aliado e foi catapultado ao estrelato com o lançamento de “Sonic & Knuckles” pela SEGA em 1995. Nos jogos, ele é o último membro sobrevivente do povo Echidna e seu dever é proteger a Esmeralda Mestre. Perito em artes marciais e com um soco poderoso, Knuckles é considerado um dos personagens mais fortes da saga gamer. Na dublagem original, Ben Schwartz (“Parks and Recreation”) faz a voz de Sonic, quanto Idris Elba (“O Esquadrão Suicida”) interpreta Knuckles. A direção está novamente a cargo de Jeff Fowler e a estreia está marcada para abril de 2022.
Brad Pitt enfrenta muitos assassinos no trailer de “Trem-Bala”
A Sony Pictures divulgou o trailer legendado do filme de ação “Trem-Bala”, estrelado por Brad Pitt. Na prévia, o vencedor do Oscar por “Era uma Vez em… Hollywood” luta com vários oponentes pela posse de uma maleta misteriosa. Na trama, ele vive um assassino de aluguel que embarca em um trem-bala no Japão com uma missão simples. Mas logo descobre que não é o único assassino com o mesmo objetivo, o que leva a um conflito generalizado durante a viagem. Com um elenco estrelado, o filme reúne Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Karen Fukuhara (“The Boys”) e o cantor Bad Bunny (“Narcos: Mexico”), além de Sandra Bullock (“Gravidade”), que substituiu Lady Gaga no projeto e não aparece no trailer. Dirigido por David Leitch (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), “Trem-Bala” tem estreia marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Universal suspende lançamentos de filmes na Rússia
A Universal Pictures seguiu seus colegas de Hollywood e anunciou nesta terça (1/3) que está suspendendo seus lançamentos cinematográficos na Rússia devido à invasão da Ucrânia pelas tropas de Vladimir Putin. “Em resposta à atual crise humanitária na Ucrânia, a Universal Pictures interrompeu os lançamentos cinematográficos que tínhamos planejado na Rússia”, disse o estúdio em comunicado. Os próximos lançamentos da Universal no exterior incluem a animação “Os Caras Malvados”, que estreia em 17 de março no Brasil, o thriller de ação “Ambulância – Um Dia de Crime”, no dia 24 e “Jurassic World – Domínio” em junho. A medida foi anunciada um dia depois que Disney, Warner Bros. e Sony tomaram a mesma iniciativa, e horas após a Paramount se juntar ao grupo de estúdios americanos que protestam contra a guerra na Ucrânia.
Sandra Oh é assombrada por sua mãe em trailer de terror
A Sony divulgou o pôster e o trailer de “Umma”, terror estrelado por Sandra Oh (“Killing Eve”). “Umma” quer diz mãe em coreano e a prévia mostra a personagem de Oh assombrada por sua mãe falecida e aterradora. Na trama, a atriz vive uma apicultora que vive isolada em sua fazenda com a filha (Fivel Stewart, de “Atypical”), mas o clima pacífico é encerrada pela chegada de um homem com as cinzas de sua mãe. A partir daí, a filha começa a fazer perguntas nunca antes feitas sobre a avó e o terror se instala, com o espírito da morta passando a atormentá-las. Primeiro longa de ficção dirigido por Iris K. Shim (do premiado documentário “The House of Suh”), o filme também inclui em seu elenco Dermot Mulroney (“Hanna”) e Odeya Rush (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”). A produção é do diretor Sam Raimi (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) e a estreia está marcada para 18 de março nos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Ryan Reynolds viaja no tempo em novo trailer de “O Projeto Adam”
A Netflix divulgou novos pôster e trailer legendado de “O Projeto Adam” (“The Adam Project”), sci-fi estrelada por Ryan Reynolds (o “Deadpool”). A prévia mostra imagens inéditas e revela o objetivo do protagonista ao viajar no tempo. “O Projeto Adam” acompanha Adam, o personagem de Reynolds, viajando ao passado numa nave espacial para encontrar a si mesmo quando tinha 13 anos, numa aventura com DNA dos anos 1980. Mas o verdadeiro motivo da jornada temporal é impedir seu falecido pai de inventar as viagens no tempo. O elenco também inclui o estreante Walker Scobell como o Adam mirim, Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”) e Jennifer Garner (“O Dia do Sim”) – que foram um casal de sucesso em “De Repente 30” (2004) – como os pais do protagonista e Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) como sua esposa. Além disso, a produção volta a juntar Reynolds e o diretor Shawn Levy após o sucesso de “Free Guy: Assumindo o Controle”, que se tornou um dos grandes êxitos da Disney durante a pandemia. A estreia está marcada para 11 de março.
Netflix fará mais filmes com Lindsay Lohan
A Netflix anunciou ter fechado contrato para dois novos filmes com a atriz Lindsay Lohan. A plataforma revelou ter ficado “muito feliz” com o resultado da comédia romântica de Natal “Falling for Christmas”, prevista para o fim do ano, que inaugurou sua parceria com a atriz. “Estamos muito felizes com nossa colaboração com Lindsay até o momento e entusiasmados por continuar nossa parceria com ela”, disse a diretora de filmes independentes da Netflix, Christina Rogers, em comunicado. “Estamos ansiosos para trazer mais de seus filmes para nossos membros ao redor do mundo”, completou. “Falling for Christmas” marca a volta de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”. Desde então, ela vinha sendo vista apenas em filmes B e em noticiários sensacionalistas sobre seus vícios, problemas legais e relacionamentos escandalosos. O filme traz Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um acidente de esqui e fica com amnésia total. Durante sua recuperação, na época do Natal, ela se vê sob os cuidados do belo proprietário de uma pousada (Overstreet) e sua filha precoce. A premissa lembra muito uma comédia popular dos anos 1980. Em “Um Salto para a Felicidade” (1987), a herdeira mimada vivida por Goldie Hawn sofria um acidente e perdia a memória, acabando sob os cuidados de um carpinteiro bonitão (Kurt Russell), que decide se vingar da dondoca convencendo-a de que eles eram casados e ela era mãe de seus filhos. O filme atual tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark.
Atriz de “Amor, Sublime Amor” será supervilã do Homem-Aranha
A atriz Ariana DeBose, que venceu no domingo (27/3) o SAG Awards de Melhor Atriz Coadjuvante por “Amor, Sublime Amor”, entrou no elenco de “Kraven, o Caçador”, próximo filme da Marvel produzido pela Sony. Fontes de diversos sites sugerem que ela vai interpretar Calypso, uma supervilã haitiana que pratica vodu e foi introduzida nos quadrinhos em 1980 como aliada/amante de Kraven e inimiga do Homem-Aranha. O filme também vai introduzir outro vilão clássico dos quadrinhos: o Camaleão, primeiríssimo antagonista do Homem-Aranha (desde 1963), que é meio-irmão de Kraven. O elenco destaca Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) no papel-título, Fred Hechinger (“The White Lotus”) como o Camaleão e Russell Crowe (“Gladiador”) num papel que ainda não foi revelado. Kraven será o terceiro antagonista do Homem-Aranha a ter seu próprio longa. Ele segue “Venom”, que lançou seu segundo filme em outubro passado, e “Morbius”, que estreia em 31 de março. Intitulado em inglês “Kraven the Hunter”, o filme foi escrito por Richard Wenk (“O Protetor”), teve seu roteiro revisado por Art Marcum e Matt Holloway (dupla de “Homem de Ferro”), e será dirigida por JC Chandor (“Operação Fronteira”). Além desta produção, Taylor-Johnson assinou um contrato múltiplo para retratar o personagem em várias obras, prevendo um encontro com o Homem-Aranha em seu futuro.
Veronica Carlson (1944–2022)
A atriz inglesa Veronica Carlson, que estrelou clássicos de terror da Hammer, morreu no domingo (27/2) de causas naturais na Carolina do Sul, EUA. Ela estreou no cinema em 1967 como figurante na sátira de 007 “Cassino Royale” e na comédia musical “As Psicodélicas”, antes de ganhar seu primeiro papel de destaque num terror da Hammer, como vítima preferencial do vampiro interpretado por Christopher Lee em “Drácula, o Perfil do Diabo” (1968). Carlson nunca escondeu que foi sua beleza que lhe rendeu seu primeiro grande papel. “Um tabloide publicou uma foto em que eu saia da praia em um biquíni branco e [o executivo da Hammer] Jimmy Carreras viu aquela fotografia e disse que me queria em seu próximo filme. Então, fiz um teste e acabei nos braços de Drácula”, contou numa entrevista de 2014. A atriz também coestrelou dois filmes de Frankenstein da Hammer, contracenando com Peter Cushing em “Frankenstein Tem que Ser Destruído” (1969) e com Alan Bates em “O Horror de Frankenstein” (1970). A cena com Cushing era pesadíssima: um estupro. Mas, na mesma entrevista de 2014, ela contou que o ator a ajudou a passar sem traumas pela experiência daquela “cena que foi jogada no filme”. “Trabalhamos juntos e resolvemos os problemas da melhor forma possível”. Os dois atores voltaram a se encontrar em “O Carniçal” (1975) e ela ainda estrelou uma paródia de Drácula em 1974, chamada “Vampira”, antes de se afastar temporariamente do cinema para se dedicar à carreira de artista plástica, na qual foi muito bem-sucedida. Nos últimos anos, aceitou voltar a atuar para participar de filmes-tributos, como “House of the Gorgon”, lançado em 2019 com vários atores antigos da Hammer.
Paramount suspende lançamento de “Sonic 2” na Rússia
A Paramount anunciou nesta terça (1/3) a suspensão de seus lançamentos cinematográficos na Rússia em meio à invasão da Ucrânia. Seus próximos títulos que deveriam estrear no país eram a adaptação de videogame “Sonic 2: O Filme”, em 31 de março, e a comédia “Cidade Perdida”, em 7 de abril. “Enquanto testemunhamos a tragédia em andamento na Ucrânia, decidimos pausar o lançamento de nossos próximos filmes de cinema na Rússia, incluindo ‘Sonic 2: O Filme’ e ‘Cidade Perdida’. Apoiamos todos os afetados pela crise humanitária na Ucrânia, Rússia e nossos mercados internacionais e continuaremos monitorando a situação à medida que ela se desenrola”, disse o estúdio em comunicado. A medida foi anunciada um dia depois que Disney, Warner Bros. e Sony tomaram a mesma iniciativa.












