King Richard: Vídeo mostra visita de Venus e Serena Williams às filmagens
A HBO Max divulgou um divertido vídeo legendado de bastidores de “King Richard: Criando Campeões”, que mostra a visita de Venus e Serena Williams ao set da produção. O filme conta a história real da infância das irmãs, que se tornaram as primeiras tenistas negras campeãs mundiais. O drama edificante traz Will Smith (“Esquadrão Suicida”) como o pai das meninas, lutando contra todas as expectativas raciais para transformar as filhas nas maiores tenistas dos EUA, e o elenco também inclui Aunjanue Ellis (“Lovecraft Country”) como sua esposa Brandi, Saniyya Sidney (“Um Limite entre Nós”) como Venus e Demi Singleton (“Godfather of Harlem”) como Serena Williams. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”), o filme ainda traz em seu elenco os atores Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Tony Goldwyn (“Scandal”), Dylan McDermott (“American Horror Story”) e Judith Chapman (“The Young and the Restless”). O filme foi lançado na sexta (7/1) em streaming no Brasil.
Chay Suede cai em armadilha mortal no trailer de “A Jaula”
A Buena Vista Brasil divulgou no YouTube o trailer de “A Jaula”, uma produção da plataforma Star+ estrelada por Chay Suede (“Amor de Mãe”) e Alexandre Nero (“Império”), que vai chegar primeiro aos cinemas. A produção de suspense intenso é um remake do thriller argentino “4×4” (2019). Na trama, Suede vive um ladrão que arromba um carro de luxo sem saber que está entrando numa armadilha. O empresário vivido por Nero instalou no veículo um sistema especial, que prende em seu interior quem entrar sem autorização e impede que alguém possa ver ou ouvir seus pedidos de ajuda. O elenco também destaca participação de Mariana Lima (“Onde Está Meu Coração”). A adaptação do longa original de Mariano Cohn (“Querida, Vou Comprar Cigarros e Já Volto”) foi escrita por João Candido Zacharias (“Danado de Bom”) e marca a estreia na ficção do diretor João Wainer, responsável pelos documentários “Pixo” (2009) e “Junho — o Mês que Abalou o Brasil” (2014). A estreia cinematográfica vai acontecer em 17 de fevereiro.
Último trailer de “Pânico” destaca elogios rasgados da crítica
A Paramount divulgou o último trailer do novo “Pânico”, quinto filme da franquia de terror dos anos 1990, que menciona as regras para sobreviver às produções do gênero e estampa vários elogios rasgados da crítica, incluindo “genial”. O detalhe é que nenhuma crítica foi publicada até agora, véspera da estreia. As reações aconteceram apenas no Twitter, onde, de fato, foram bastante animadas. O entusiasmo aponta que o reboot não só faz justiça à franquia como também é um dos melhores dos cinco filmes produzidos. O primeiro “Pânico” sem a assinatura do diretor Wes Craven, falecido em 2015, tem direção da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que dirigiram o bom terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not). A trama volta a reunir os três sobreviventes interpretados por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette quando um novo assassino mascarado começa a matar adolescentes em sua cidadezinha. No clima autorreferencial que marca a franquia, o trio logo percebe que as vítimas atuais tem relação com os personagens do primeiro filme. E qualquer um deles pode ser o assassino ou o próximo a morrer. Os novatos do elenco incluem Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Melissa Barrera (“Vida”), Jack Quaid (“The Boys”), Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“Yellowjackets”). A estreia acontece na quinta (13/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“Operação Invasão” vai ganhar remake do diretor de “Dupla Explosiva”
O já antigo projeto de refilmagem de “The Raid” (2011), excepcional filme de ação indonésio lançado no Brasil como “Operação Invasão”, sofreu uma reviravolta. Segundo o site Deadline, o diretor do filme original, Gareth Evans, vai juntar forças com Michael Bay (“Transformers”) e Patrick Hughes (“Dupla Explosiva”) para desenvolver a nova versão do filme original para a Netflix. Desta vez, Evans servirá apenas como produtor executivo, em parceria com Michael Bay, enquanto a direção caberá a Hughes. Além de dirigir, Hughes também vai assinar o roteiro junto com James Beaufort, ex-ator da franquia “Power Rangers”, que fez uma figuração no filme mais recente do cineasta, “Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”. O filme original foi escrito e dirigido por Evans, e acompanhava uma equipe de elite da S.W.A.T. da Indonésia durante uma missão num condomínio dominado pelo crime. Presos no interior do edifício, eles enfrentam um exército de assassinos para sobreviver. A história teve uma sequência em “Operação Invasão 2” (The Raid 2), lançado em 2014. E desde esta época se fala em seu remake americano. Em 2017, o diretor e roteirista Joe Carnahan chegou a afirmar que faria a nova versão, com Frank Grillo no papel principal. Mas este projeto nunca avançou. Os envolvidos no filme original acabaram ganhando grande projeção, em especial os atores Iko Uwais e Joe Taslim, bastante cotados atualmente em Hollywood. Uwais estrelou “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”, a série “Assassinos Wu” e ainda está no elenco do vindouro “Os Mercenários 4”, enquanto Taslim integra a série “Warrior” e estrelou “Mortal Kombat”. Gareth Evans, por sua vez, dirigiu o filme de terror “Apóstolo” para a Netflix, criou a elogiada série “Gangs of London” e tem mais dois longas em desenvolvimento: o thriller de ação “Havoc”, com Tom Hardy (o “Venom”), e “Blister”, que está sendo mantido em sigilo completo. Veja abaixo o trailer original de “The Raid/Operação Invasão”.
Elenco de “Três É Demais” homenageia Bob Saget
O falecimento de Bob Saget, encontrado morto durante a noite de domingo (10/1) em um quarto de hotel em Orlando, pegou amigos e colegas de surpresa. Protagonista da série clássica “Três É Demais” (Full House), ele foi lembrado com carinho pelo meio artístico nesta segunda-feira (10/1), especialmente pelos colegas de sua série mais famosa. “Eu escrevi o papel de Danny Tanner para meu amigo Bob Saget”, mencionou Jeff Franklin, criador de “Três É Demais” e “Fuller House”, em sua conta no Instagram. “O personagem era gentil, genuíno, neurótico, um pouco nerd, um homem que abraçava, tinha um coração de ouro e era carinhosamente engraçado. Mas esse era Bob. O charme e a capacidade de amor de Bob foi a razão pela qual as pessoas abraçaram Danny Tanner. Foi uma grande honra ser irmão de Bob por 42 anos. Ícone da comédia e ser humano excepcional. Seu espírito e seu trabalho viverão para sempre”. John Stamos, que interpretou um dos melhores amigos de Saget em “Três É Demais”, não encontrou tantas palavras, dizendo-se destruído com a morte daquele que também era um de seus melhores amigos fora das telas. “Estou arrasado. Eu estou destruído. Estou em choque total. Nunca terei outro amigo como ele. Eu te amo muito Bobby”, escreveu nas redes sociais. Dave Coulier, o outro melhor amigo do personagem de Saget em “Três É Demais”, falou ainda menos, postando uma foto de mãos dadas com o ator. “Nunca vou deixar você ir”, ele escreveu ao lado da imagem. As gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, que ficaram mundialmente conhecidas em “Três É Demais”, dividindo o papel de uma das filhas de Saget entre 1987 e 1995, emitiram um comunicado para a imprensa, onde exaltaram seu antigo “pai” televisivo: “Bob era o homem mais amável, cheio de compaixão e generoso. Estamos profundamente tristes que ele não esteja mais conosco, mas sabemos que ele continuará ao nosso lado nos guiando graciosamente, como sempre fez. Nossos pensamentos estão com suas filhas, esposa e família, e estamos mandando nossas condolências.” A atriz Candace Cameron Bure, que viveu a filha mais velha de Saget em “Três É Demais” e repetiu o papel na sequência “Fuller House”, da Netflix, demonstrou seu choque em dois tuítes. No primeiro disse não saber o que dizer: “Não tenho palavras. Bob foi um dos melhores seres humanos que conheci em toda a minha vida. Eu o amava tanto”. Em seguida, voltou a expressar a dor da perda: “Eu não quero dizer adeus”. A filha do meio de “Três É Demais” e “Fuller House”, Jodie Sweetin manifestou-se no mesmo tom chocado: “Não há palavras suficientes para expressar o que estou sentindo hoje. Nem são grandes o suficiente para definir uma fatia de quem ele era. Uma coisa que eu sei é que nunca perdemos a chance de dizer um ao outro: “Eu te amo”. Toda vez que conversávamos… ele geralmente tinha que ter a última palavra, “Eu te amo mais…'” Andrea Barber, que também fazia parte do elenco mirim original de “Três É Demais” e virou coprotagonista de “Fuller House”, também se emocionou com um post no Instagram: “Esta perda doeu. Ele tinha o maior coração de qualquer pessoa em Hollywood. Ele deu os maiores abraços. Estou arrasada por nunca mais ser capaz de abraçá-lo novamente. Bob terminava cada texto, cada interação com “Eu te amo”. Não importava quanto tempo estivéssemos separados. Ele amava tão profundamente e ferozmente. E ele nunca hesitou em dizer o quanto você significava para ele. Esta é a maior lição que aprendi com Bob Saget – não hesite em dizer às pessoas que você as ama. Sinto-me em paz sabendo que Bob sabia exatamente o quanto eu o adoro”. Scott Weinger, intérprete de Steve Hale nas duas séries, o descreveu como mais que um amigo, um verdadeiro irmão. No fim do dia, o elenco inteiro de “Três É Demais” se juntou para compartilhar um post coletivo de despedida: “Trinta e cinco anos atrás, nos reunimos como uma família de TV, mas nos tornamos uma família de verdade. E agora sofremos como uma família. Bob nos fez rir até chorar. Agora nossas lágrimas fluem de tristeza, mas também de gratidão por todas as belas lembranças de nosso doce, gentil, hilário e querido Bob. Ele era um irmão para nós, os caras, um pai para nós, as meninas e um amigo para todos. Bob, nós te amamos muito. Pedimos em homenagem ao Bob, abrace as pessoas que você ama. Ninguém deu abraços melhores do que Bob”. Assinam John Stamos, Dave Coulier, Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Ashley e Mary-Kate Olsen, Andrea Barber, além de Lori Loughlin, que está sem redes sociais desde o escândalo da universidade das filhas, e o criador da série Jeff Franklin. Além dessas mensagens, vários outros artistas se manifestaram. Nem todos conheciam Saget pessoalmente. Outros trabalharam com ele em outras séries, como Kat Dennings, que recentemente esteve em “WandaVision” e foi uma das filhas televisivas do ator na sitcom “Raising Dad”. “Eu simplesmente não consigo acreditar. Que cara maravilhoso. Ele sempre se esforçava para me deixar confortável e falava sem parar sobre seus filhos. Que perda”, escreveu a atriz. I am broken. I am gutted. I am in complete and utter shock. I will never ever have another friend like him. I love you so much Bobby. — John Stamos (@JohnStamos) January 10, 2022 I don’t know what to say 💔. I have no words. Bob was one of the best humans beings I’ve ever known in my life. I loved him so much. — Candace Cameron Bure (@candacecbure) January 10, 2022 I love you sooooo much. I don’t want to say goodbye 💔. 35 years wasn’t long enough. https://t.co/QIN2pE41FL — Candace Cameron Bure (@candacecbure) January 10, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Franklin (@fullerhouseguy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jodie Sweetin (@jodiesweetin) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrea Barber (@andreabarber) Bob Saget was more than a friend. He was a big brother to me. Nobody ever made me laugh harder, the kind of laughter where your ribs are sore the next day. He was also a wonderful human being who never missed a chance to say "I love you" to the people he cared about. 💔 — Scott Weinger (@ScottWeinger) January 10, 2022 Bob was a passionate supporter of the Scleroderma Research Foundation, and fought hard to find a cure for the disease that took his sister. In his memory, please consider making a donation today. @srfcure https://t.co/N8ySggGHUU — Scott Weinger (@ScottWeinger) January 10, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Candace Cameron Bure (@candacecbure) I just can’t believe it. What a wonderful guy. He always went out of his way to make me comfortable and talked nonstop about his kids. Such a loss 💔 pic.twitter.com/Yr6C3R4lEW — Kat Dennings (@OfficialKat) January 10, 2022
Elenco de “Jackass para Sempre” se arrebenta em novo trailer
A Paramount divulgou novos pôsteres e mais trailer de “Jackass para Sempre” (Jackass Forever), que mostra a trupe liderada por Johnny Knoxville se machucando de várias maneiras diferentes. O filme reúne o elenco original de “Jackass” para mais uma rodada de piadas cruéis com eles mesmos, geralmente perigosas e quase sempre absurdas, agora com o auxílio de novos integrantes no elenco. A direção é de Jeff Tremaine, um dos criadores de “Jackass” na MTV no ano 2000 e responsável pelos filmes da franquia desde “Jackass: Cara-de-Pau – O Filme” em 2002. Também como sempre, roteiro e produção levam a assinatura do cineasta Spike Jonze (“Ela”), que é cocriador da série com Tremaine e Knoxville. Originalmente previsto para outubro passado, o filme agora vai estrear em 4 de fevereiro nos EUA, duas décadas após o primeiro longa da trupe, mas perdeu a previsão de lançamento no Brasil.
“Ataque dos Cães” e “Amor, Sublime Amor” vencem o Globo de Ouro
Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) anunciou neste domingo os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro. Sem transmissão do evento, os premiados foram revelados nas redes sociais, com destaque para dois filmes. “Ataque dos Cães” conquistou três Globos de Ouro: Melhor Filme de Drama, Ator Coadjuvante (Kodi Smit-McPhee) e Direção (ambos de Jane Campion). O western estrelado por Benedict Cumberbatch conta a história de um cowboy que reluta em aceitar a própria homossexualidade e atormenta a esposa do irmão e o filho gay dela. A versão de Steven Spielberg para o clássico da Broadway dos anos 1950 “Amor, Sublime Amor” também levou três prêmios, dominando a categoria Comédia ou Musical: Melhor Filme, Atriz (a estreante Rachel Zegler) e Atriz Coadjuvante (Ariana DeBose). Já os Melhores Atores de Drama foram Will Smith, por “King Richard – Criando Campeãs”, e Nicole Kidman, por “Apresentando os Ricardos”. As categorias televisivas foram dominadas por duas séries da HBO. Em Drama, o destaque foi “Succession”. A produção ficou com os troféus de Melhor Série de Drama, Ator (Jeremy Strong) e Atriz Coadjuvante (Sarah Snook). Entre as comédias, “Hacks”, da HBO Max, venceu como Melhor Comédia e Atriz (Jean Smart). Mas o prêmio televisivo mais importante foi conquistado por MJ Rodriguez. Vencedora como Melhor Atriz por “Pose” (do canal FX), ela se tornou a primeira trans a vencer um Globo de Ouro. Outro destaque, Oh Young Soo, de 77 anos, também fez História ao virar o primeiro ator sul-coreano a vencer o prêmio da HFPA – na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. Nenhum dos premiados estava presente na cerimônia para receber seus troféus. Desprestigiado por Hollywood, o Globo de Ouro aconteceu na noite de domingo (9/1) em Los Angeles sem tapete vermelho, artistas ou presença da imprensa. Segundo apurou a revista Variety, a HFPA até chegou a contatar alguns famosos para participarem da apresentação de prêmios, mas praticamente todos recusaram. Emissoras ao redor do mundo, incluindo a norte-americana NBC e a brasileira TNT, já tinham cancelado a transmissão do prêmio pela TV. Apenas Jamie Lee Curtis teve a coragem de apoiar publicamente o evento. Ela fez uma participação gravada e publicada nas redes sociais do Globo de Ouro durante a premiação, citando o empenho humanitário da HFPA. “Por muito tempo, eu não percebi que a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood era, na verdade, uma organização de caridade e usavam os fundos gerados pela transmissão do Globo de Ouro para financiar incríveis programas na nossa comunidade. Eles financiam criadores, educadores e instituições de aprendizado e preservação”, disse ela. “E eles fazem de um jeito muito sutil, sem estardalhaço. Eu quero honrá-los e ficar junto deles.” A premiação sem entrega de prêmios foi um esforço para melhorar a imagem do Globo de Ouro, já que, diante das dificuldade, a HFPA aproveitou para convidar apoiadores de suas atividades beneficentes, com o objetivo de destacar o aspecto filantropo da organização. A decisão de tirar a premiação da TV integrou o boicote de vários setores de Hollywood contra a HFPA, após o jornal Los Angeles Times publicar uma reportagem reveladora. Além de denunciar que a organização não tinha integrantes negros, a publicação também trouxe à tona acusações de histórico sexista e falta de ética dos responsáveis pelo Globo de Ouro, levando ao questionamento da honestidade da premiação. Por conta disso, a HFPA se comprometeu a mudar, abrindo vagas para novos membros e mudando várias de suas regras, incluindo a adoção de um manual de ética. Poucos levaram fé nas promessas e o boicote ao evento foi mantido. Após os esforços iniciais para se renovar, a organização aprovou seis integrantes negros em 1 de outubro – um resultado pífio, que tornou os eleitores do Globo de Ouro apenas 5,7% mais diversos que no ano passado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. CINEMA Melhor filme (drama) “Ataque dos Cães”, de Jane Campion Melhor filme (comédia ou musical) “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg Melhor animação “Encanto” Melhor roteiro Kenneth Branagh, por “Belfast” Melhor direção Jane Campion, por “Ataque dos Cães” Melhor trilha sonora Hans Zimmer, por “Duna” Melhor canção original Billie Eilish por “No Time to Die”, de “Sem Tempo para Morrer” Melhor ator (drama) Will Smith, por “King Richard: Criando Campeãs” Melhor atriz (drama) Nicole Kidman, por “Apresentando os Ricardos” Melhor ator (musical ou comédia) Andrew Garfield, por “Tick, Tick Boom!” Melhor atriz (musical ou comédia) Rachel Zegler, por “Amor, Sublime Amor” %u200B Melhor ator coadjuvante Kodi Smit-McPhee, por “Ataque dos Cães” Melhor atriz coadjuvante Ariana DeBose, por “Amor, Sublime Amor” Melhor filme em língua estrangeira “Drive My Car”, de Ryusuke Hamaguchi (Japão) TELEVISÃO Melhor série de drama “Succession” Melhor série de comédia “Hacks” Melhor minissérie ou filme para TV “The Underground Railroad” Melhor ator (drama) Jeremy Strong, por “Succession” Melhor atriz (drama) MJ Rodriguez, por “Pose” Melhor ator (comédia) Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Melhor atriz (comédia) Jean Smart, por “Hacks” Melhor ator (minissérie ou filme para a TV) Michael Keaton, por “Dopesick” Melhor atriz (minissérie ou filme para a TV) Kate Winslet, por “Mare of Easttown” Melhor ator coadjuvante Oh Yeong-su, por “Round 6” Melhor atriz coadjuvante Sarah Snook, por “Succession”
Música famosa de Chico Buarque vai virar filme
A canção “Geni e o Zepelim”, que integra o musical “Ópera do Malandro”, de 1978, vai virar filme. A música de Chico Buarque, que marcou época com o refrão “joga pedra na Geni”, teve os direitos comprados pela Migdal Filmes, mesma produtora de “Minha Mãe é uma Peça”. A direção do longa será de Anna Muylaert (“Que Horas Ela Volta?”), que não lançava um filme de ficção desde “Mãe É Só Uma”, de 2016. Depois disso, ela realizou o documentário “Alvorado” (2021) sobre os bastidores do Impeachment de Dilma Rousseff. O roteiro ainda não começou a ser escrito e a atriz que interpretará Geni tampouco foi escolhida. Em processo muito inicial, o filme só começará a ser produzido em 2023. Lembre a canção abaixo.
“Homem-Aranha” atinge US$ 1,5 bilhão nas bilheterias
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue imbatível no topo das bilheterias. Já é a 6ª maior bilheteria de todos os tempos no mercado norte-americano e a 8ª do mundo, superando a marca de US $ 1,5 bilhão de arrecadação mundial neste domingo (9/1). Só nos EUA e Canadá, a coprodução da Sony e da Disney/Marvel somou mais US$ 33 milhões em seu quarto fim de semana em cartaz. Com isso, atingiu US$ 688,8 milhões, deixando para trás o faturamento de “Titanic” (US$ 659,4 milhões). E até o próximo fim de semana ultrapassará “Vingadores: Guerra do Infinito” (US$ 678,8 milhões) e possivelmente “Pantera Negra” (US$ 700 milhões). A animação “Sing 2” foi o segundo filme mais visto na América do Norte, faturando US$ 12 milhões em seu terceiro fim de semana. Ao todo, a produção da Universal/Illumination chegou a US$ 109 milhões, tornando-se o primeiro filme animado a ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões desde o começo da pandemia. Em todo o mundo, o total é US$ 190 milhões, o que reflete o aumento no número de crianças vacinadas contra a covid-19. A principal estreia da semana, “As Agentes 355”, faturou apenas US$ 4,8 milhões, abrindo em 3º lugar. Com este desempenho, o filme de ação estrelado por Jessica Chastain, Penélope Cruz, Fan Bingbing, Diane Kruger e Lupita Nyong’o ganhou a distinção de ser oficialmente o primeiro fracasso de 2022. A produção da Universal não foi rejeitado apenas pelo público. A crítica achou horrível, com apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se de uma reprise da rejeição vista no filme anterior do diretor Simon Kinberg – “X-Men: Fênix Negra”, com apenas 22% de críticas favoráveis e prejuízo nas bilheterias. A estreia no Brasil está marcada para 20 de janeiro. Enquanto isso, mais abaixo no ranking, “King’s Man: A Origem” e “Matrix Resurrection” confirmaram o final de suas franquias com desempenhos sofríveis, respectivamente no 4º e no 6º lugares. O primeiro terminou o fim de semana com US$ 25,1 milhões no mercado doméstico e US$ 74,3 milhões no exterior. O segundo chegou a US$ 34,3 milhões na América do Norte e a US$ 124,5 milhões no mundo todo.
Marilyn Bergman (1929–2022)
A compositora Marilyn Bergman, vencedoras de três estatuetas do Oscar, morreu neste sábado (8/1) aos 93 anos, vítima de uma parada respiratória não relacionada à covid-19. Ao lado do marido Alan Bergman, com quem colaborou por décadas, ela conquistou o Oscar pela composição das canções “The Windmills of Your Mind”, do filme “Crown, o Magnífico” (1968), e “The Way We Were”, sucesso musical de “Nosso Amor de Ontem” (1973). O terceiro Oscar foi pela trilha sonora de “Yentl” (1983). Ao todo, o casal recebeu 16 indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do EUA, entre 1968 e 1990 – a última foi por “Moonlight”, do remake de “Sabrina”. Já o primeiro trabalho de Marilyn, por coincidência, foi a letra da música-tema do filme “No Calor da Noite” (1967), estrelado por Sidney Poitier, que morreu na sexta-feira (7/1). Marilyn e Alan Bergman também trabalharam, ao longo da carreira, com artistas como Neil Diamond (“You Don’t Bring Me Flowers”), Quincy Jones (“The World Goes On), o brasileiro Sergio Mendes (“Look Around”) e Barbra Streisand, para quem compuseram a oscarizada “The Way We Were” e as músicas de “Yentl” (três delas indicadas individualmente ao Oscar), além de terem roteirizado um especial televisivo de 1995, “Barbra: The Concert”. Em suas redes sociais, Streisand descreveu os Bergman como parte de sua família. “Nós nos conhecemos há mais de 60 anos nos bastidores de uma pequena boate, e nunca paramos de nos amar e de trabalhar juntos. Suas canções são atemporais, e nosso amor também”, ela escreveu. Lembre abaixo as músicas do casal que venceram o Oscar de Melhor Canção Original.
Sidney Poitier ganhará documentário na Apple TV+
A empresária Opha Winfrey está produzindo um novo documentário sobre Sidney Poitier, primeiro ator negro a vencer o Oscar, que faleceu na sexta-feira (7/1) aos 94 anos. Desenvolvido para a Apple TV+, o documentário terá direção do cineasta Reginald Hudlin (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o documentário já estava sendo realizado em segredo há mais de um ano, com participação do ator e de sua família. Celebrado como um dos maiores atores de todos os tempos e o mais importante ator negro da história de Hollywood, Poitier estrelou inúmeros clássicos, quase sempre denunciando o racismo, o que o tornou símbolo da luta pela igualdade racial nos EUA. Ele venceu o Oscar por seu trabalho menos “polêmico”, “Uma Voz nas Sombras” (1963), mas é mais lembrado por um trio de produções icônicas de 1967: “Adivinhe Quem vem para Jantar”, “Ao Mestre, com Carinho” e “No Calor da Noite”. Hudlin também está desenvolvendo outros dois filmes sobre a Hollywood negra para a AppleTV+: “Number One on the Call Sheet”, um sobre os protagonistas negros do cinema americano, que ele próprio dirigirá, e outro ainda sem título sobre as protagonistas negras, a ser dirigido por Shola Lynch (“Libertem Angela Davis”).
Ben Affleck confirma despedida de Batman em “The Flash”
O ator Ben Affleck revelou que viver Batman no filme “Liga da Justiça” foi o “pior momento” de sua carreira. E que sua participação no filme “The Flash” marca sua despedida do papel. Falando ao jornal Herald Sun, ele atribuiu a avaliação negativa de “Liga da Justiça” a uma série de fatores, que vão desde a questões pessoais, como o fim de seu casamento com a atriz Jennifer Garner, a problemas internos na produção, que culminou na substituição do diretor Zack Snyder por Joss Whedon. “Para mim, ‘Liga da Justiça’ foi o fundo do poço. Foi uma experiência ruim por uma série de fatores: Minha vida pessoal, meu divórcio, estar longe o tempo todo, as agendas em conflito e então a tragédia pessoal de Zack e as refilmagens”, iniciou. “Foi só a pior experiência. Foi horrível. Foi tudo que eu não gostava. Esse foi o momento em que eu disse ‘basta’. Nem foi sobre a ‘Liga da Justiça’ ser ruim, porque poderia ter sido qualquer coisa”, afirmou. Zack Snyder precisou se ausentar das gravações de “Liga da Justiça” após sua filha cometer suicídio em 2017. O longa passou por refilmagens sob o comando de Joss Whedon, que foi acusado de criar um ambiente tóxico e praticar abuso moral por atores como Ray Fischer (o Ciborgue) e Gal Gadot (a Mulher-Maravilha). Para piorar, a produção recebeu críticas muito críticas negativas tanto da imprensa quanto por fãs dos quadrinhos da DC, que exigiram que a Warner lançasse a versão original imaginada por Zack Snyder. No ano passado, a Warner Bros. atendeu a estes pedidos e produziu uma nova versão do longa, com maior tempo de duração e totalmente dirigida por Snyder. Antes de “Liga da Justiça”, Affleck já tinha interpretado Batman nos filmes “Batman vs. Superman”(2016) e “Esquadrão Suicida” (2016). Ele foi convencido a voltar ao papel recentemente, aparecendo pela última vez como o herói em “The Flash”, filme estrelado por Ezra Miller. Affleck considerou sua participação em “The Flash” a melhor experiência que teve como Batman no cinema. “Minhas cenas favoritas e a minha melhor interpretação de Batman estão em ‘The Flash’. Espero que eles as mantenham completas porque são verdadeiramente interessantes. Diferentes, mas não de uma maneira incongruente com o personagem. Foi muito divertido e muito, muito satisfatório e encorajador, e eu pensei: ‘Uau, acho que finalmente entendi'”. A vida pessoal em boa fase também pode explicar a diferença de sensação em relação ao trabalho. Ben Affleck superou o alcoolismo e reatou um antigo namoro com a cantora Jennifer Lopez. Os dois assumiram o relacionamento em 2021, 17 anos após o rompimento. E o ator diz estar feliz por ter retomado a relação com a estrela pop. Ele confirmou que está se despedindo de Batman ao dizer que filmar “The Flash” “colocou um ponto final muito bom na minha experiência com o personagem”. “The Flash” também contará com a volta de Michael Keaton ao papel de Batman, 30 anos após viver o herói pela última vez em “Batman: O Retorno” (1992). O ator veterano também está confirmado em “Batgirl”, alimentando boatos de que seria oficializado como o novo Batman do DCU (Universo Cinematográfico da DC), mas numa posição transitória, apenas para lançar sua sucessora feminina, vivida por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”). O filme “Batman”, estrelado por Robert Pattinson (“Tenet”), não faria parte do mesmo universo cinematográfico.
Benedict Cumberbatch vai protagonizar primeiro filme de Wes Anderson na Netflix
O diretor Wes Anderson, de “A Crônica Francesa” e “O Grande Hotel Budapeste”, vai estrear na Netflix. Ele fechou contrato para dirigir uma adaptação do conto “A Incrível História de Henry Sugar” (The Wonderful Story of Henry Sugar), do escritor Roald Dahl, para a plataforma de streaming. A adaptação do livro de 1977 será estrelada por um grande elenco, como é típico dos filmes de Anderson. Os primeiros nomes revelados são Benedict Cumberbatch (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), Dev Patel (“A Lenda do Cavaleiro Verde”) e Ben Kingsley (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) Cumberbatch interpretará Henry Sugar, o protagonista do título, que levanta a questão: “Se você pudesse ver com os olhos fechados… você usaria seu poder para o bem ou para ganho pessoal?”. “A Incrível História de Henry Sugar” será a segunda adaptação de uma obra de Dahl dirigida por Anderson, que em 2009 assinou a animação “O Fantástico Sr. Raposo”. No ano passado, a Netflix comprou a Roald Dahl Story Company, empresa que detinha os direitos sobre as obras do autor britânico, com planos de lançar um universo amplo de adaptações. A produção deve começar em breve e ainda não há previsão de estreia.












