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    Coronavírus deve custar ao menos US$ 20 bilhões para Hollywood

    14 de março de 2020 /

    A pandemia de coronavírus pode dar um prejuízo sem precedentes para Hollywood. Em estimativa calculada pelo site da revista The Hollywood Reporter, o cancelamento de diversas estreias e o fechamento das salas de cinema ao redor do mundo pode custar cerca de US$ 20 bilhões (ou seja, quase R$ 100 bilhões) para a indústria cinematográfica americana. Segundo os cálculos da publicação, as bilheterias do mundo inteiro já deixaram de arrecadar US$ 7 bilhões com o fechamento dos cinemas. Se esta situação permanecer igual ou piorar pelos meses de abril e maio, o lucro perdido chegaria a mais US$ 10 bilhões. Como os cancelamentos também implicam em despesas extras de marketing, o custo de P&A (propaganda e divulgação) ainda é multiplicado por dois. Isto acontece porque os anúncios são comprados com antecedência, o que significa que o dinheiro investido no marketing de títulos como “Mulan”, “Os Novos Mutantes”, “Velozes e Furiosos 9” e outros tantos que tiveram suas produções adiadas foi perdido. Do mesmo modo, quando esses filmes receberem sinal verde para voltar aos cinemas, os gastos precisarão ser dobrados para convencer o público a prestigiá-los. Só o adiamento de “007: Sem Tempo para Morrer”, que foi de abril para novembro, custará US$ 50 milhões em despesas extras de P&A para a MGM e a Universal. E vale lembrar que filmes como o novo “007”, “Mulan” e “Velozes e Furiosos 9” veicularam anúncios no Super Bowl, o espaço mais caro da TV americana, que teriam custado cerca de US$ 15 milhões.

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    Rio de Janeiro fecha todos os cinemas devido ao coronavírus

    14 de março de 2020 /

    Os cinemas do Rio de Janeiro vão fechar a partir deste sábado (14/3), cumprindo uma determinação da prefeitura e do governo estadual. O governador Wilson Witzel e o Prefeito Marcelo Crivella anunciaram o fechamento de várias casas de espetáculos, como cinemas, teatros, estádios e locais para shows, além do cancelamento de eventos e manifestações de grande porte, como parte das medidas para conter o avanço do covid-19. O fechamento deve durar ao menos quinze dias. A decisão é mais radical que a tomada em São Paulo, onde há mais casos de contágio confirmado. O governador João Dória só fez restrições a eventos com mais de 500 pessoas. A prefeitura paulistana também determinou, nesta sexta-feira (13), o cancelamento de todos os eventos de massa na cidade, válido para eventos governamentais, esportivos, artísticos, culturais políticos, científicos, comerciais em religiosos. A suspensão das atividades nos cinemas do Rio de Janeiro levou ao adiamento de várias estreias no país, entre elas “Três Verões”, com Regina Casé, que seria lançado na próxima quinta-feira (19/3).

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    Cinemas do Espaço Itaú passam a operar com capacidade reduzida

    13 de março de 2020 /

    As salas de cinema do Espaço Itaú anunciaram medidas preventivas diante da pandemia do coronavírus. Assim como aconteceu nos EUA, o presidente Jair Bolsonaro também não obrigou o fechamento dos cinemas – nem informou qualquer iniciativa em seu pronunciamento na noite de quinta (12/3) – para conter o surto de covid-19 no Brasil. Mas, como as principais redes norte-americanas, as salas do circuito Itaú terão suas capacidades diminuídas para criar uma “distância social” entre os espectadores. A medida entrou em vigor neste fim de semana e visa reduzir o público das salas, que deverão operar com, no máximo, 60% de suas capacidades. “Essas ações têm o objetivo de manter a saúde dos nossos colaboradores e clientes. Agiremos de acordo com a responsabilidade social que nos cabe para evitar a evolução dos casos na cidade [São Paulo] e no país, contribuindo com toda a sociedade. Com essas novas medidas, buscamos reduzir a aglomeração de pessoas e deixar os ambientes ainda mais seguros”, afirma o Espaço Itaú em comunicado. “Estamos operando com a capacidade de 60% das salas. Nossos colaboradores estão instruindo as pessoas, que não foram ao cinema juntas, que mantenham certa distância de outros frequentadores dentro da sala. Também reforçamos a presença de álcool em gel em nossas instalações”, continua o texto, que conclui dizendo: “Como o cenário no Brasil e no mundo está mudando a cada dia, essas medidas poderão ser revistas a qualquer momento de acordo com as recomendações das autoridades”.

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    Redes de cinema dos EUA reduzem lotação de salas para isolar público

    13 de março de 2020 /

    As maiores redes cinemas da América do Norte anunciaram, por conta própria, que reduzirão a capacidade de suas salas à metade diante da pandemia do novo coronavírus. Apesar de declarar estado de emergência nesta sexta (13/3), o presidente Donald Trump não ordenou o fechamento dos cinemas, como aconteceu na China, Itália e em diversos outros países afetados pelo surto. Assim, as redes tomaram a iniciativa de impor uma barreira à proliferação do covid-19, sugerindo que os espectadores mantenham uma “distância social” entre si, nas cadeiras dos cinemas. As empresas que anunciaram a redução da capacidade das salas foram AMC, Regal e Cineplex. A decisão foi comunicada de forma individual e independente umas das outras. A AMC, entretanto, colocou um limite para a redução: 250 pessoas em qualquer cinema, independentemente de sua capacidade, “para proporcionar espaço adicional entre os espectadores”. Além disso, informou que desinfetará as áreas “de alto contato”, como bilheterias, a cada hora. Os governos de alguns países adotaram medidas similares, mas muito mais restritivas. Na Romênia e na Irlanda, a venda de ingressos foi limitada a 100 espectadores por sessão. A Noruega também planejava adotar a restrição de ingressos por sessão, mas, ao considerar que a progressão da pandemia está se ampliando diariamente, acabou optando por uma decisão mais radical, obrigando o fechamento de todas as salas. China, Itália, Irã e República Tcheca foram os primeiros países a decretar o fechamento completo dos cinemas. A medida foi seguida, nos últimos dias, por Polônia, Líbano, Kuwait, Dinamarca, Noruega, Arábia Saudita e Grécia. Na Coreia do Sul, Japão, Índia e Hong Kong, boa parte do circuito está fechado, mas ainda há regiões com programação normal. Na Ucrânia e na Hungria, apenas as salas das capitais Kiev e Budapeste foram fechadas.

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    Disney paralisa produções de séries, incluindo Fargo e Genius: Aretha

    13 de março de 2020 /

    A Disney Television Studios anunciou a interrupção da produção de suas séries, inclusive de todos os pilotos já encomendados para a próxima temporada. O estúdio, que inclui atrações das produtoras 20th Century Fox, ABC Studios e Fox 21, já tinha interrompido na quinta-feira (12/3) as gravações de “Grey’s Anatomy”, seguindo orientação da prefeitura de Los Angeles a respeito de aglomerações de mais de 50 pessoas. Mas, nesta sexta (13/3), o presidente Donald Trump declarou situação de emergência nos EUA, levando a uma paralisação total de Hollywood. As séries afetadas incluem a 3ª temporada da antologia “Genius”, que aborda a carreira da cantora Aretha Franklyn, atualmente em produção para o canal pago NatGeo, as séries da Fox “Empire” e “The Resident”, além de “Queen of the South”, estrelada por Alice Braga no canal pago USA e até a vindoura programação completa do canal FX, com as novas temporadas de “Atlanta”, “Fargo”, “Pose” e “Snowfall”. Também foram afetados os projetos em coprodução com outros estúdios, como o piloto de “The Brides” e a 1ª temporada de “Y” (ambos com a WBTV) e “Rebel” (com a Sony TV). Já as séries exibidas na rede ABC devem concluir os episódios em que estão trabalhando e encerrar as temporadas no ponto em que estiverem. A princípio, a interrupção para as demais atrações deverá durar pelo menos três semanas.

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  • Etc,  Série

    Netflix paralisa todas suas produções norte-americanas, inclusive Stranger Things

    13 de março de 2020 /

    A Netflix suspendeu a produção de todas as suas séries e filmes na América do Norte, diante da crescente crise de saúde decorrente da pandemia de coronavírus. A princípio, a interrupção durará duas semanas, e afetará apenas programas gravados nos EUA e Canadá. A longa lista de produções afetadas inclui a principal série da Netflix, “Stranger Things”, que começou a gravar sua 4ª temporada há poucos dias. As produções da plataforma de streaming gravadas fora da América do Norte, como “The Witcher”, que atualmente produz sua 2ª temporada, estão sendo avaliadas caso a caso.

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    Warner suspende a produção de todas suas séries, de Lucifer a The Flash

    13 de março de 2020 /

    A WBTV (Warner Bros. Television) anunciou a paralisação de várias séries, programas televisivos e pilotos atualmente em produção, devido à pandemia de coronavírus. O anúncio foi feito dois dias após a produção de “Riverdale” ser interrompida, devido ao contato de um integrante da equipe com uma pessoa que testou positivo para covid-19. “Com o avanço rápido da situação relacionada ao covid-19, e com muita cautela, a Warner Bros. Television Group está interrompendo a produção em algumas de nossas mais de 70 séries e pilotos, que estão sendo atualmente gravados ou prestes a começar sua produção”, disse a empresa em um comunicado. “A saúde e a segurança de nossos funcionários, elencos e equipes continuam sendo nossa principal prioridade. Durante esse período, continuaremos a seguir as orientações do CDC (Centro de Controle de Doenças), bem como autoridades locais e profissionais de saúde pública em cada cidade onde nossas produções estão localizadas.” Em seu comunicado, a empresa não nomeou títulos, mas é possível listar algumas séries que ainda gravavam episódios nesta semana. Entre elas, estão as séries de super-heróis “The Flash”, “Supergirl” e “Batwoman”, além do series finale de “Supernatural” na rede CW, as atrações “Young Sheldon”, “All Rise” e “God Friended Me”, da rede CBS, “Claws” e “Snowpiercer”, da TNT, “Queen Sugar”, da OWN, “Pennyworth”, da Epix, “Lucifer”, da Netflix, além das vindouras temporadas de “Euphoria”, “Succession”, “Barry” e “The Righteous Gemstones”, na HBO. A lista também inclui reality shows, como “The Bachelorette”, da ABC, e principalmente projetos que estavam começando seu desenvolvimento. Isto inclui diversas produções da plataforma HBO Max, como o reboot de “Gossip Girl”, que deveriam ser lançadas em maio, junto do serviço. O estúdio não anunciou nenhuma previsão para a retomada dos trabalhos. A exceção ficou por conta do piloto de “The Brides”, série de vampiras coproduzida com o Disney TV Studios. Os produtores da Disney comunicaram que estas gravações foram adiadas por três semanas. A paralisação deve gerar temporadas mais curtas para as séries exibidas na TV aberta. O consenso já compartilhado por outros estúdios tem sido encerrar as produções mais avançadas em seu último capítulo gravado, deixando os episódios que faltaram para exibição no começo da próxima temporada. Isto também pode resultar numa antecipação da estreia da programação do verão norte-americano, que possui temporadas já finalizadas. A série “The 100”, por exemplo, deveria encerrar a gravação do último capítulo de sua 7ª e derradeira temporada nesta semana, mas não está claro se a equipe de pós-produção continuará a trabalhar.

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    Gerard Butler arrasta multidão à pira olímpica em Esparta e revezamento da tocha é suspenso

    13 de março de 2020 /

    Ameaçada de cancelamento em meio à pandemia de coronavírus, a vindoura Olimpíada de Tóquio reuniu uma multidão num evento midiático de sua fase de preparação, com a participação de Gerard Butler. O ator escocês foi responsável por carregar a tocha olímpica por um trecho da cidade de Esparta, na Grécia, e aproveitou para lembrar o Rei Leônidas, seu personagem no filme “300”, ao repetir o icônico grito de “This is Sparta!”, ao acender a pira aos pés da estátua do verdadeiro Leônidas. “Esta é uma terra de lendas”, ele disse, em discurso realizado no local. “Obrigado, e que Deus abençoe esta grande cidade para sempre”. O revezamento de tocha olímpica tinha começado na quinta (13/3), na antiga cidade de Olímpia, na Grécia, que batiza os jogos, e foi suspenso na manhã desta sexta (14/3), logo após o evento com Butler ser concluído, devido a preocupações com a pandemia do coronavírus. O cancelamento do revezamento aconteceu justamente por causa da multidão que se reuniu para ver Butler carregar a tocha em Esparta. A decisão de suspender o revezamento foi tomada em coordenação com o Ministério da Saúde da Grécia e o Comitê Olímpico Internacional (COI). Até a última quinta-feira, a Grécia registrou 117 casos confirmados de coronavírus e uma morte. “Tomamos a decisão difícil, mas essencial, de cancelar o restante do programa do revezamento da tocha no território grego”, afirmou o comitê.

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    Warner cancela passeios turísticos em seu estúdio

    12 de março de 2020 /

    A Warner é o último grande estúdio de Hollywood a cancelar atividades turísticas em suas imediações. “Embora não tenha havido nenhum caso relatado de covid-19 (coronavírus) na Warner Bros. Studio Tour Hollywood, com muita cautela e no interesse da saúde e bem-estar de nossos convidados, funcionários e parceiros da comunidade, tomamos a decisão de encerrar temporariamente o Studio Tour em Burbank a partir da manhã de 13 de março”, diz um comunicado do estúdio. A Sony e a Paramount já tinham anunciado mais cedo a suspensão dos passeios turísticos por seus estúdios tradicionais em Hollywood até segundo aviso. Estas decisões acompanham o fechamento de outras duas atrações ligadas aos grandes estúdios da Califórnia, os parques temáticos Disneylândia e Universal Studios Hollywood. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, proibiu eventos com mais de 250 pessoas no estado, o que tem levado ao cancelamento de várias atrações turísticas do estado.

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    Carnival Row: Orlando Bloom revela que produção foi paralisada e equipe vai entrar em quarentena

    12 de março de 2020 /

    O ator Orlando Bloom revelou que a produção da 2ª temporada de “Carnival Row”, da Amazon, foi paralisada em Praga, capital da República Tcheca, e todo o elenco voltará aos EUA em quarentena, devido à pandemia de coronavírus. “É um adeus para nós, pois estamos indo para casa em quarentena”, disse Bloom, cercado por seus colegas de elenco em um vídeo gravado no set de Praga e postado como Stories no Instagram. “Estamos voltando para casa nos Estados Unidos, porque queremos entrar antes da quarentena”, explicou o ator de 43 anos, que espera seu primeiro filho com Katy Perry. A decisão foi antecipada pelo anúncio do presidente Trump de proibir viagens entre os EUA e a Europa a partir de sexta-feira (13/3), devido ao surto de covid-19. “Grande amor a todos, fique seguro lá fora. Auto-quarentena. Parece realmente uma loucura toda essa coisa, mas faça a coisa certa por você e sua família e fique em segurança”, ele aconselhou. “Em algumas semanas, venceremos esse garoto mau”, completou. Bloom estrela “Carnival Row” ao lado de Cara Delevingne. A série se passa em um mundo de fantasia vitoriano, onde existem criaturas mitológicas. Conquistado pelos seres humanos, os seres mágicos vivem como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Bloom interpreta um detetive humano, enquanto Delevingne é uma fada que reside entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”).

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    Cinemas são fechados na Polônia, Líbano, Kuwait, Dinamarca, Noruega, Arábia Saudita e Grécia

    12 de março de 2020 /

    Os cinemas da Polônia, Líbano, Kuwait, Dinamarca, Noruega, Arábia Saudita e Grécia fecharão por pelo menos duas semanas em resposta à pandemia de coronavírus. As medidas seguem as ordens das autoridades locais e marcam a mais recente onda de países que optaram por fechar seus cinemas para conter o contágio, uma tendência inaugurada por China, Itália, Irã e República Tcheca. Outros países optaram por fechamentos limitados. Na Coreia do Sul, Japão, Índia e Hong Kong, boa parte do circuito está fechado, mas ainda há regiões com programação normal. Na Ucrânia e na Hungria, apenas as salas das capitais Kiev e Budapeste foram fechadas. Na Romênia e na Irlanda, a venda de ingressos foi limitada a 100 espectadores por sessão. A Noruega também planejava adotar a restrição de ingressos por sessão, mas, ao considerar que a progressão da pandemia está se ampliando diariamente, acabou optando por uma decisão mais radical. Segundo o site Deadline, os próximos países a anunciar fechamentos dos cinemas deverão ser Suécia, Finlândia e Bélgica. Os principais mercados cinematográficos que ainda funcionam (quase) normalmente são Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, México, Austrália e Brasil.

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    Sony e Paramount suspendem passeios turísticos nos estúdios

    12 de março de 2020 /

    A Sony e a Paramount decidiram suspender os passeios turísticos por seus estúdios tradicionais em Hollywood até segundo aviso. A decisão acompanha o fechamento de outras duas atrações ligadas aos grandes estúdios de cinema, os parques temáticos Disneylândia e Universal Studios Hollywood. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, proibiu eventos com mais de 250 pessoas no estado, o que tem levado ao cancelamento de várias atrações turísticas do estado.

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    Parque da Universal fecha devido ao coronavírus

    12 de março de 2020 /

    Acompanhando a decisão da Disneylândia, o parque Universal Studios Hollywood também anunciou seu fechamento. A princípio, a Universal pretende manter o parque fechado por apenas duas semanas na Califórnia. O anúncio diz que as atrações devem voltar a funcionar em 26 de março. “A saúde e a segurança dos membros da nossa equipe e dos convidados são sempre a nossa principal prioridade”, disse um porta-voz do Universal Studios Hollywood nesta quinta (12/3). “Com muita cautela e em resposta às orientações fornecidas pelo Departamento de Saúde Pública da Califórnia, o Universal Studios Hollywood fechará temporariamente a partir de sábado, 14 de março”, continuou, acrescentando que “o parque temático antecipa sua reabertura em 28 de março, enquanto continuamos a monitorar a situação.” Não foi divulgado se o parque Universal Orlando, da Flórida, também será afetado pela medida. Na tarde de quinta (12/3), a Disney anunciou que a Disney World de Orlando também seria fechada. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, proibiu eventos com mais de 250 pessoas no estado, o que levou ao inevitável fechamento dos parques.

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