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  • Série

    Colin Farrell vai estrelar série do Pinguim na HBO Max

    6 de dezembro de 2021 /

    O ator Colin Farrell, que vive o Pinguim no novo filme de Batman, fechou contrato para estrelar e produzir uma série baseada no personagem para a HBO Max. Segundo a revista americana Variety, que deu a notícia, a trama será um prólogo focado na ascensão do vilão no submundo do crime de Gotham City, antes do período retratado no filme estrelado por Robert Pattinson. O projeto já é comentado desde setembro passado, mas na época Farrell ainda não tinha sido convencido a entrar a bordo. A roteirista Lauren LeFranc (de “Agents of SHIELD”) está a frente da série como roteirista e showrunner, trabalhando na produção também com o diretor Matt Reeves, responsável pelo novo “Batman”. A série do Pinguim se juntaria a outro conteúdo derivado de “Batman”, uma série centrada no GCPD, o Departamento de Polícia de Gotham City, que está há bastante tempo em desenvolvimento. Ambas as atrações revisitariam período e personagens abordados recentemente na boa série “Gotham”, exibida entre 2014 e 2019 na rede americana Fox – e no canal pago Warner no Brasil. O estúdio Warner Bros. não comentou a informação, mas já implementou essa sinergia antes com a produção de “Pacificador”, série derivada do filme “O Esquadrão Suicida”, prevista para janeiro. “Batman” chega aos cinemas em março de 2022, mas suas séries derivadas ainda não têm previsão de estreia.

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  • Etc

    Marilyn Manson é acusado de ameaçar filho de Evan Rachel Wood

    6 de dezembro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson é acusado pela atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) de ameaçar seu filho de 8 anos de idade — fruto do relacionamento dela com o ator Jamie Bell. A informação foi publicada pelo jornal britânico Daily Mail. De acordo com o tabloide, as ameaças ocorreram neste ano, logo após a atriz denunciar o cantor por abuso e agressão sexual. Por essa razão, Wood instalou janelas à prova de balas, uma porta de aço e uma cerca de segurança ao redor de sua casa em Los Angeles, nos Estados Unidos. “Tenho muito medo do alegado criminoso”, afirmou Evan em documentos legais obtidos pelo Daily Mail. “Eu sofri graves lesões físicas e emocionais traumáticas em suas mãos e temo que ele busque retaliação contra mim por testemunhar, prejudicando a mim, nosso filho e membros de minha família”, completou a atriz sobre Manson. As ameaças seriam relacionadas ao julgamento de processos contra o cantor, que contarão com testemunho de atriz. “Em minha experiência, o alegado criminoso sempre foi muito retaliatório e deixou claro que iria arruinar minha vida”, ela explicou. Evan Rachel Wood foi a primeira mulher a acusar Marilyn Manson de abuso sexual. Em fevereiro deste ano, ela usou seu perfil nas redes sociais para denuncar o cantor, com quem namorou de 2006 a 2010. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”, escreveu. Isto abriu caminho para várias outras denúncias. Logo depois, a atriz Esmé Bianco (“Game of Thrones”) revelou que foi drogada, esfaqueada, perseguida com um machado e estuprada por Manson. Esmé Bianco, a modelo Ashley Morgan Smithline e a ex-assistente do cantor, Ashley Walters, deram entrada em processos contra o cantor.

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  • Filme

    Sindicato dos Roteiristas elege “Corra!” como Melhor Roteiro do século

    6 de dezembro de 2021 /

    Os integrantes do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) elegeram “Corra!”, de Jordan Peele, como o Melhor Roteiro do século 21. Peele venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original pela produção. Revelada nesta segunda (6/12) pelo sindicato americano, a lista também destacou “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004), escrito por Charlie Kaufman e o cineasta Michel Gondry em 2º lugar, seguido no Top 5 por “A Rede Social” (2010), assinado por Aaron Sorken, o drama sul-coreano “Parasita” (2019), de Bong Joon Ho, e o neo-western “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007), dos irmãos Coen. A seleção dá continuidade a outra lista lançada há 15 anos, que coroou o drama “Casablanca” (1942) como o melhor roteiro de todos os tempos, seguido por “O Poderoso Chefão” (1972). Confira abaixo a lista completa dos melhores roteiros do século 1. Corra! (2017), por Jordan Peele 2. Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004), por Charlie Kaufman, Michel Gondry e Pierre Bismuth 3. A Rede Social (2010), por Aaron Sorkin 4. Parasita (2019), por Bong Joon Ho e Han Jin Won 5. Onde os Fracos Não Têm Vez (2007), por Joel Coen e Ethan Coen 6. Moonlight: Sob a Luz do Luar, por Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney 7. Sangue Negro (2007), por Paul Thomas Anderson 8. Bastardos Inglórios (2009), por Quentin Tarantino 9. Quase Famosos (2000), por Cameron Crowe 10. Memento (2000), por Christopher Nolan 11. Adaptação. (2002), por Charlie Kaufman e Donald Kaufman 12. Missão Madrinha de Casamento (2011), por Annie Mumulo & Kristen Wiig 13. O Segredo de Brokeback Mountain (2005), por Larry McMurtry e Diana Ossana 14. Os Excêntricos Tenenbaums (2001), por Wes Anderson e Owen Wilson 15. Sideways – Entre Umas e Outras (2004), por Alexander Payne e Jim Taylor 16. Lady Bird (2017), por Greta Gerwig 17. Ela (2013), por Spike Jonze 18. Filhos da Esperança (2006), por Alfonso Cuarón, Timothy J. Sexton, David Arata, Mark Fergus e Hawk Ostby 19. Encontros e Desencontros (2003), por Sofia Coppola 20. Conduta de Risco (2007), por Tony Gilroy 21. Pequena Miss Sunshine (2006), por Michael Arndt 22. Era uma Vez em… Hollywood (2019), por Quentin Tarantino 23. Bela Vingança (2020), por Emerald Fennell 24. Juno (2007), por Diablo Cody 25. O Grande Hotel Budapeste (2014), por Wes Anderson e Hugo Guinness 26. Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), por Christopher Nolan e David S. Goyer 27. A Chegada (2016), por Eric Heisserer 28. Jojo Rabbit (2019), por Taika Waititi 29. Divertidamente (2015), por Meg LeFauve, Pete Docter e Ronnie Del Carmen 30. Os Infiltrados (2006), por William Monahan 31. Spotlight: Segredos Revelados (2015), por Josh Singer e Tom McCarthy 32. Whiplash: Em Busca da Perfeição (2014), por Damien Chazelle 33. Up – Altas Aventuras (2009), por Pete Docter, Bob Peterson e Tom McCarthy 34. Meninas Malvadas (2004), por Tina Fey 35. WALL-E (2008), por Andrew Stanton, Jim Reardon e Pete Docter 36. O Labirinto do Fauno (2006), por Guillermo del Toro 37. Inception (2010), por Christopher Nolan 38. Quem Quer Ser Um Milionário? (2008), por Simon Beaufoy 39. Antes do Pôr do Sol (2004), por Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke 40. In Bruges (2008), por Martin McDonagh 41. Cidade dos Sonhos (2001), por David Lynch 42. Um Homem Sério (2009), por Joel Coen e Ethan Coen 43. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001), por Guillame Laurant e Jean-Pierre Jeunet 44. Toy Story 3 (2010), por Michael Arndt, John Lasseter, Andrew Stanton e Lee Unkrich 45. A Favorita (2018), por Deborah Davis e Tony McNamara 46. Zodíaco (2007), por James Vanderbilt 47. O Gladiador (2000), por David Franzoni, John Logan e William Nicholson 48. Os Incríveis (2004), por Brad Bird 49. Entre Facas e Segredos (2019), por Rian Johnson 50. Ex Machina (2015), por Alex Garland 51. Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2014), por Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris Jr. e Armando Bó 52. A Vida dos Outros (2006), por Florian Henckel von Donnerschmarck 53. O Abutre (2014), por Dan Gilroy 54. 12 Anos de Escravidão (2013), por John Ridley 55. A Grande Aposta (2015), por Charles Randolph e Adam McKay 56. Moneyball (2011), por Steven Zaillian e Aaron Sorkin 57. Pantera Negra (2018), por Ryan Coogler e Joe Robert Cole 58. Conte Comigo (2000), por Kenneth Lonergan 59. Boyhood (2014), por Richard Linklater 60. Procurando Nemo (2003), por Andrew Stanton, Bob Peterson e David Reynolds 61. Guerra ao Terror (2009), por Mark Boal 62. Roma (2018), por Alfonso Cuarón 63. O Lobo de Wall Street (2013), por Terence Winter 64. A Qualquer Custo (2016), por Taylor Sheridan 65. Manchester À Beira-Mar (2016), por Kenneth Lonergan 66. A Separação (2011), por Asghar Farhadi 67. A Viagem de Chihiro (2001), por Hayao Miyazaki 68. Mad Max: Estrada da Fúria (2015), por George Miller, Brendan McCarthy e Nico Lathouris 69. Fora de Série (2019), por Emily Halpern, Sarah Haskins, Susanna Fogel e Katie Silberman 70. Cidade de Deus (2002), por Bráulio Montovani 71. Homem-Aranha no Aranhaverso (2018), por Phil Lord e Rodney Rothman 72. Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum (2013), por Joel Coen e Ethan Coen 73. O Discurso do Rei (2010), por David Seidler 74. Django Livre (2012), por Quentin Tarantino 75. Onze Homens e um Segredo (2001), por Ted Griffin 76. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001), por Fran Walsh, Philippa Boyens e Peter Jackson 77. Todo Mundo Quase Morto (2004), por Simon Pegg e Edgar Wright 78. Erin Brockovich (2000), por Susannah Grant 79. Me Chame Pelo Seu Nome (2017), por James Ivory 80. Três Anúncios Para Um Crime (2017), por Martin McDonagh 81. O Lagosta (2015), por Yorgos Lanthimos e Efthymis Filippou 82. O Grande Truque (2006), por Jonathan Nolan e Christopher Nolan 83. Meia Noite em Paris (2011), por Woody Allen 84. O Mestre (2012), por Paul Thomas Anderson 85. Argo (2012), por Chris Terrio 86. E Sua Mãe Também (2001), por Carlos Cuarón e Alfonso Cuarón 87. Trama Fantasma (2017), por Paul Thomas Anderson 88. Superbad (2007), por Seth Rogen e Evan Goldberg 89. Adoráveis Mulheres (2019), por Greta Gerwig 90. Infiltrado na Klan (2018), por Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee 91. A Despedida (2019), por Lulu Wang 92. La La Land (2016), por Damien Chazelle 93. Borat (2006), por Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Peter Baynham, Dan Mazer e Todd Phillips 94. O Virgem de 40 Anos (2005), por Judd Apatow & Steve Carell 95. Ratatouille (2007), por Brad Bird, Jan Pinkava, Jim Capobianco, Brad Bird, Emily Cook, Kathy Greenberg e Bob Peterson 96. A Garota Ideal (2007), por Nancy Oliver 97. Nomadland (2020), por Chloe Zhao 98. O Inverno da Alma (2010), por Debra Granik e Anne Rosellini 99. E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (2000), por Ethan Coen e Joel Coen 100. Legalmente Loira (2001), por Karen McCullah Lutz & Kirsten Smith 101. O Lado Bom da Vida (2012), por David O. Russell

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  • Etc

    Octavia Spencer diz que sua casa tem um fantasma famoso

    6 de dezembro de 2021 /

    A atriz Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) revelou no programa “Ellen DeGeneres Show” que mora com um fantasma famoso. Segundo a atriz, sua casa é “assombrada” por uma antiga estrela de Hollywood. “Cresci assistindo westerns e comprei esta casa, que pertencia a um cara que fazia westerns, então devo ser fã dele”, explicou Spencer, sem revelar o nome do antigo morador, que supostamente continua ocupando a residência. Talvez o fantasma saiba que ela é fã, porque Spencer contou que seu espírito é muito mais amigável do que assustador. “Meu fantasma poderia me assombrar, mas ele não me assombra. Temos limites”, afirmou, acrescentando que passou a confiar nele como uma espécie de “segurança espiritual” de sua residência. “Eu o amo porque ele meio que separa as pessoas más que não deveriam estar lá. Ele os expulsa. Se eles ficarem na minha casa, não vão querer voltar. E é assim que sei que eles não pertencem àquele lugar. E é assim que me sinto a respeito.” A casa em que Octavia Spencer mora é uma mansão construída em 1927 em Toluca Lake, região que já foi ocupada por muitos astros durante a era de ouro de Hollywood. Moravam lá, por exemplo, Bob Hope, Bette Davis, W. C. Fields, Dorothy Lamour, Bing Crosby, Frank Sinatra e William Holden, que, por sinal, fez um punhado de westerns clássicos enquanto residia no local. Ela comprou a mansão em 2013 por U$ 841 mil — o equivalente a R$ 4,7 milhões, de acordo com a cotação atual do dólar. Veja abaixo a entrevista em que a atriz fala de seu fantasma camarada.

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  • Filme

    Estreia de Lázaro Ramos na direção tem dificuldades para estrear no Brasil

    6 de dezembro de 2021 /

    Depois de “Marighella” enfrentar “problemas burocráticos” e demorar dois anos para ser lançado no Brasil, o filme “Medida Provisória”, primeiro longa de ficção dirigido por Lázaro Ramos, atravessa o mesmo périplo de “dificuldades” junto à Ancine para chegar aos cinemas brasileiros. Já exibido e premiado em festivais internacionais desde o ano passado, o filme que tem 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes ganhará sua primeira exibição no país na próxima semana, em 15 de dezembro, durante o Festival do Rio. No entanto, segue sem previsão de lançamento comercial em seu próprio país. A assessoria responsável por sua divulgação informou que, ao longo de mais de um ano, os produtores trocaram dezenas de e-mails com a Ancine, que não teria dado retorno. “Questões burocráticas seguem sem retorno conclusivo da agência desde novembro de 2020”, explicou a assessoria Trigo Agência de Ideias, em nota. A coincidência que acompanha “Marighella” e “Medida Provisória” é que ambos são estrelados por atores negros, são politizados e contradizem a visão ufanista de extrema direita que mal e porcamente o atual governo tenta implantar no país. Vale lembrar que o polêmico presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, pediu boicote ao “Medida Provisória”, que ele não viu, em postagens nas redes sociais de março do ano passado. Nos posts, ele justificou a iniciativa com uma fake news, método tradicional dos funcionários do desgoverno atual. Camargo disse que o filme que ele não viu “acusa o governo Bolsonaro de crime de racismo”. Mentira deslavada, claro. “Medida Provisória” é uma adaptação da tragicomédia “Namíbia, Não!”, peça de Aldri Anunciação que Lázaro Ramos já tinha dirigido no teatro em 2011 – quando a presidente era Dilma Rousseff! Além disso, o filme foi inteiramente rodado antes da eleição de Bolsonaro. O ator principal, o inglês descendentes de brasileiros Alfred Enoch, viajou ao Brasil para se aclimatar ao país para as filmagens no início de 2019, meses antes das eleições à presidência da República. Na época, nem os piores pesadelos apontavam uma possível vitória do pior candidato. A trama de “Medida Provisória” se passa num Brasil do futuro em que uma iniciativa de reparação pelo passado escravocrata provoca uma reação no governo federal, que promulga uma nova lei para deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. A reação de Sérgio Camargo só comprova como o cenário distópico da produção reflete o país criado após a eleição de Bolsonaro. Se o filme foi feito como ficção futurista, o tempo acabou por transformá-lo numa importante advertência sobre o tempo presente. Sinal disto é que, em julho do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) abriu inquérito e pediu esclarecimentos a Sérgio Camargo sobre o fato de que ele “teria negado a existência do racismo, a importância da luta do povo negro pela sua liberdade e a importância do Movimento Negro em nosso país”.

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  • Filme

    “Succession” lidera indicações televisivas no Critics Choice 2022

    6 de dezembro de 2021 /

    A associação dos críticos norte-americanos de TV divulgou nesta segunda (6/12) os indicados ao prêmio Critics Choice Awards Television 2022, com destaque para a série “Succession”, da HBO, que liderou a lista com oito nomeações. A HBO também emplacou a segunda atração com o maior número de indicações: “Mare of Easttown”, empatada com “Evil”, da Paramount+, com cinco. Graças ao desempenho das duas séries, o canal pago se manteve à frente da Netflix, disputando 20 prêmios ao todo, contra 18 de seu principal rival. Mas a Netflix conseguiu um feito histórico. O sucesso de suas séries internacionais, em particular o fenômeno “Round 6”, inspirou a criação de uma nova categoria na premiação: Melhor Série Estrangeira. Não por acaso, cinco dos seis indicados da categoria são produções da plataforma. O Critics Choice Awards também vai premiar os melhores do cinema, mas o indicados das produções cinematográficas só serão anunciados na próxima segunda (13/12). A entrega dos prêmios de cinema e televisão acontecerá conjuntamente em 9 de janeiro, no Fairmont Century Plaza na cidade de Los Angeles. Melhor Série – Drama Succession (HBO) Evil (Globoplay no Brasil, Paramount+ nos EUA) The Good Fight (Amazon Prime Video no Brasil, Paramount+ nos EUA) Round 6 (Netflix) Pose (Star+) This Is Us (Star+) Yellowjackets (Paramount+) For All Mankind (Apple TV+) Melhor Ator em Série – Drama Sterling K. Brown – This Is Us Mike Colter – Evil Brian Cox – Succession Lee Jung-jae – Round 6 Billy Porter – Pose Jeremy Strong – Succession Melhor Atriz em Série – Drama Uzo Aduba – In Treatment Chiara Aurelia – Cruel Summer Christine Baranski – The Good Fight Katja Herbers – Evil Melanie Lynskey – Yellowjackets MJ Rodriguez – Pose Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Nicholas Braun – Succession Billy Crudup – The Morning Show Kieran Culkin – Succession Justin Hartley – This Is Us Matthew Macfadyen – Succession Mandy Patinkin – The Good Fight Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Andrea Martin – Evil Audra McDonald – The Good Fight Christine Lahti – Evil J. Smith-Cameron – Succession Sarah Snook – Succession Susan Kelechi Watson – This Is Us Melhor Série – Comédia Hacks (HBO Max) The Great (Starzplay) Insecure (HBO) Only Murders in the Building (Star+) The Other Two (HBO Max) Reservation Dogs (Star+) Ted Lasso (Apple TV+) What We Do in the Shadows (Star+) Melhor Ator em Série – Comédia Iain Armitage – Young Sheldon Nicholas Hoult – The Great Steve Martin – Only Murders in the Building Kayvan Novak – What We Do in the Shadows Martin Short – Only Murders in the Building Jason Sudeikis – Ted Lasso Melhor atriz em Série – Comédia Elle Fanning – The Great Renée Elise Goldsberry – Girls5eva Selena Gomez – Only Murders in the Building Sandra Oh – The Chair Issa Rae – Insecure Jean Smart – Hacks Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia Ncuti Gatwa – Sex Education Brett Goldstein – Ted Lasso Harvey Guillén – What We Do in the Shadows Brandon Scott Jones – Ghosts Ray Romano – Made for Love Bowen Yang – Saturday Night Live Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Hannah Einbinder – Hacks Kristin Chenoweth – Schmigadoon! Molly Shannon – The Other Two Cecily Strong – Saturday Night Live Josie Totah – Saved By the Bell Hannah Waddingham – Ted Lasso Melhor Minissérie Dopesick (Star+) Dr. Death (Starzplay) It’s a Sin (HBO Max) Maid (Netflix) Mare of Easttown (HBO) Missa da Meia-Noite (Netflix) The Underground Railroad (Amazon Prime Video) WandaVision (Disney+) Melhor Telefilme Come From Away (Apple TV+) List of a Lifetime (Lifetime, inédito no Brasil) The Map of Tiny Perfect Things (Amazon Prime Video) Robin Roberts Presents: Mahalia (Lifetime, inédito no Brasil) Oslo (HBO) Zoey’s Extraordinary Christmas (Ruku, inédito no Brasil) Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Olly Alexander – It’s a Sin Paul Bettany – WandaVision William Jackson Harper – Love Life Joshua Jackson – Dr. Death Michael Keaton – Dopesick Hamish Linklater – Missa da Meia-Noite Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Danielle Brooks – Robin Roberts Presents: Mahalia Cynthia Erivo – Genius: Aretha Thuso Mbedu – The Underground Railroad Elizabeth Olsen – WandaVision Margaret Qualley – Maid Kate Winslet – Mare of Easttown Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett – The White Lotus Zach Gilford – Missa da Meia-Noite William Jackson Harper – The Underground Railroad Evan Peters – Mare of Easttown Christian Slater – Dr. Death Courtney B. Vance – Genius: Aretha Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Jennifer Coolidge – The White Lotus Kaitlyn Dever – Dopesick Kathryn Hahn – WandaVision Melissa McCarthy – Nove Desconhecidos Julianne Nicholson – Mare of Easttown Jean Smart – Mare of Easttown Melhor Série em Língua Estrangeira Acapulco (Apple TV+) Call My Agent! (Netflix) Lupin (Netflix) La Casa de Papel (Netflix) Narcos: Mexico (Netflix) Round 6 (Netflix) Melhor Série Animada Big Mouth (Netflix) Bluey (Disney+) Bob’s Burgers (Star+) The Great North (Star+) Q-Force (Netflix) What If…? (Disney+)

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  • Filme

    Arábia Saudita fez primeiro festival de cinema, mas mostra limites com censura

    6 de dezembro de 2021 /

    A Arábia Saudita deu sinais contraditórios nesta segunda-feira (6/12) ao inaugurar seu primeiro grande festival de cinema e ao proibir a exibição de “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, no país. O governo árabe voltou a permitir a abertura dos cinemas em 2018, após uma censura de 35 anos baseada numa visão islâmica fundamentalista, que desaprovava entretenimento público, além da mistura entre homens e mulheres no mesmo espaço público. O anúncio do fim do veto integra um ambicioso plano de reformas do príncipe herdeiro Mohamed bin Salman, que busca promover espetáculos e eventos de entretenimento para se apresentar como liberal diante do Ocidente, apesar da oposição dos círculos conservadores. De forma arrojada, o histórico festival de cinema realizado em Jidá escolheu homenagear uma cineasta saudita, Haifaa al-Mansour, primeira diretora mulher do país, cujo filme, “O Sonho de Wadjda” (2012), ganhou prêmios internacionais. O feito é significativo, porque o conservadorismo da Arábia Saudita sempre segregou as mulheres, cujos direitos só começaram a ser reconhecidos no atual movimento modernizador do governo – a partir de 2018, elas receberam autorizações para participar de eventos esportivos e shows, e para dirigir carros! Por outro lado, a decisão sobre o musical de Spielberg demonstra o limite da abertura. O longa não recebeu autorização para estrear nos cinemas do país por incluir um personagem transexual interpretado por Iris Menas, que se reconhece como não-binário. Não é a primeira vez que isso acontece. “Eternos”, da Marvel, foi barrado na região por uma cena em que dois homens aparecem se beijando, e a animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Inesperada” foi proibido por uma única cena que se referia a um casal lésbico. Além da Arábia Saudita, os filmes citados foram proibidos em outros países árabes do Oriente Médio, como Kuwait, Omã, Emirados Árabes, Bahrein e Catar.

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  • Etc

    Ridley Scott manda jornalista se “f*der” em entrevista

    6 de dezembro de 2021 /

    Um vídeo que se tornou viral no fim de semana, ao aparecer no Twitter, revelou que o diretor de cinema Ridley Scott não tem mais idade para dar entrevistas. O veterano cineasta de 84 anos mandou um jornalista russo se “f*der” durante uma entrevista por teleconferência, ao ouvir um elogio a “O Último Duelo”, que ele considerou ofensa a seus trabalhos anteriores. O jornalista Anton Vladimirovich Dolin disse, em tom elogioso, considerar que “O Último Duelo” possuía maior precisão histórica que filmes anteriores do diretor, como “Cruzada” (2005) e “Robin Hood” (2010) – que receberam críticas negativas em todo o mundo. Mas antes que pudesse completar o comentário, começou a ouvir o cineasta disparar “Vá se f*der” várias vezes. Nas últimas semanas, Scott tem sido notícia por declarações polêmicas, em que já vinha baixando o nível. Entre outras coisas, ele declarou que o fracasso de bilheterias de “O Último Duelo” era “culpa” da geração millennial “e seus celulares f*didos”, e que a família Gucci, que reclamou das invenções históricas e do elenco de “Casa Gucci” “deveria se considerar f*didamente sortuda” por contar com Al Pacino como intérprete de seu ancestral. Os herdeiros da Gucci querem ir à Justiça contra o cineasta. Thank you, Sir Ridley, for the ultimate answer to any and all people measuring "realism" and "historical accuracy" in period films. That's one for the books. pic.twitter.com/35JLcGsa0g — Ilya Glazkov (@IlGlaz) December 3, 2021

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  • Série

    “The Boys” vai ganhar spin-off animado

    6 de dezembro de 2021 /

    A Amazon Prime Video vai produzir uma série animada passada no universo de “The Boys”. Intitulada “Diabolical”, a novidade foi anunciada no domingo (5/12) durante a edição virtual da CCXP. O curto vídeo em que o ator Karl Urban apresenta o projeto, acompanhado por uma animação de Terror, seu cachorro na série, foi disponibilizado no canal americano da plataforma e pode ser visto abaixo. A animação terá oito episódios escritos por várias estrelas, como Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Garth Ennis (o criador dos quadrinhos de “The Boys”), Ilana Glazer (criadora de “Broad City”), Simon Racioppi (“Invincible”), Justin Roiland (criador de “Rick & Morty”), Ben Bayouth (“Blark and Son”) e Aisha Tyler (“Criminal Minds”). Segundo os produtores Seth Rogen e Evan Goldberg, eles sempre quiseram desenvolver uma antologia animada desde que viram “The Animatrix”, ambientada no universo de “Matrix”. “Hoje esse sonho se tornou realidade”, declararam em comunicado. “Diabolical” já é o segundo spin-off de “The Boys”. Além do projeto animado, a Amazon também vai lançar uma série live-action, ainda sem título, passada em uma faculdade de super-heróis. As duas atrações vão estrear em 2022, em datas ainda não definidas.

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    Tom Holland revela que vai viver Fred Astaire no cinema

    6 de dezembro de 2021 /

    O jovem ator inglês Tom Holland (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) revelou que interpretará o lendário astro de Hollywood Fred Astaire (1899–1987), que brilhou em musicais clássicos do cinema. “Vou interpretar Fred Astaire. O roteiro chegou uma semana atrás, mas ainda não o li. Eles não liberaram pra mim”, disse Holland à agência Associated Press, durante uma jornada de entrevistas (junket) em Londres para “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. Considerado um dos maiores dançarinos de todos os tempos, Astaire teve uma trajetória de sete décadas no cinema e no teatro. Algumas de suas interpretações mais marcantes foram ao lado de Ginger Rogers, com quem formou uma famosa dupla no começo da carreira – em filmes como “O Picolino” (1935), “Ritmo Louco” (1936) e “Vamos Dançar?” (1937). Mas ele também brilhou com Jane Powell em “Núpcias Reais” (1951), Cyd Charisse em “A Roda da Fortuna” (1953) e “Meias de Seda” (1957), e Audrey Hepburn em “Cinderela em Paris” (1957). Seu último musical foi “O Caminho do Arco-Íris” (1968), de Francis Ford Coppola, no qual trabalhou com a cantora Petula Clark. Quando a idade não lhe permitiu mais dançar, ele seguiu em papéis dramáticos em séries como “Dr. Kildare” (1965), “O Rei dos Ladrões” (1969-1970) e “Battlestar Galactica” (1979) e filmes como “Inferno na Torre” (1974) e “Histórias de Fantasmas” (1981). Holland acrescentou que a cinebiografia do ator tem produção de Amy Pascal, responsável também pela franquia do “Homem-Aranha”. “Ela conversou comigo pelo FaceTime mais cedo. Eu estava no banho e tivemos uma conversa adorável”, ele afirmou. Tom Holland será visto a seguir em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que estreia em 16 de dezembro no Brasil, e dois meses depois em “Uncharted – Fora do Mapa”, com lançamento marcado para 17 de fevereiro nos cinemas brasileiros. Veja abaixo uma seleção das 10 melhores danças de Fred Astaire no cinema.

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    “Fear the Walking Dead” é renovada e terá volta de Kim Dickens

    6 de dezembro de 2021 /

    O canal pago americano AMC renovou “Fear the Walking Dead” para sua 8ª temporada. E os produtores aproveitaram para anunciar o retorno de Kim Dickens à atração. Dickens vai retomar o papel de Madison Clark, vista pela última na 4ª temporada (exibida em 2018), ao se sacrificar em meio a uma horda zumbi para salvar vários refugiados num antigo estádio de esportes, entre eles sua filha Alicia (Alycia Debnam-Carey). Tida como morta desde então, ela vai voltar já na segunda metade da 7ª temporada. A atração entrou em hiato após a exibição do episódio de domingo (5/12) e só voltará a ser exibida nos Estados Unidos no dia 17 de abril. A pausa aconteceu após um momento dramático da atração, relacionado a Alicia, que pode estar ligado ao motivo do reaparecimento de Madison. “Se houvesse um Monte Deadmore, o rosto de Kim Dickens estaria nele. Madison Clark é uma personagem fundamental para a série – heróica, complexa, uma pessoa comum que se torna uma guerreira e então uma força de benevolência”, disse o produtor Scott M. Gimple. “O talento bruto, a força e o brilho de Kim irão eletrificar ‘TWDU’ mais uma vez e não poderíamos ter mais sorte de tê-la de volta”, completou o chefe do universo de “The Walking Dead”. A renovação de “Fear the Walking Dead” acontece após o final de “The Walking Dead: The World Beyond”, concebida como uma série limitada de duas temporadas, que apesar de completar sua história deixou várias pontas soltas. Além disso, a atração vai se posicionar como o principal título desse universo após o fim de “The Walking Dead”, que vai encerrar sua 11ª e última temporada em 2022. Após a conclusão da atração original, duas novas séries farão companhia a “Fear the Walking Dead”: uma produção estrelada por Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) e a antologia “Tales of the Walking Dead”, que contará uma história completa por episódio, sempre com personagens diferentes. “Fear the Walking Dead” é disponibilizada no país pelo canal pago AMC Brasil e pela Amazon Prime Video.

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    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” tem sequência oficializada

    6 de dezembro de 2021 /

    A Disney confirmou nesta segunda (6/12) que “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” terá uma sequência, após o sucesso do primeiro filme estrelado por Simu Liu. O anúncio na verdade foi duplo. Além de confirmar que a continuação voltará a ser dirigida por Destin Daniel Cretton, o estúdio fechou um contrato de desenvolvimento com o diretor, para a criação de novas atrações para a plataforma Disney+. Em comunicado, Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, teceu vários elogios ao talento do diretor, a quem definiu como um “colaborador incrível”, responsável por trazer uma nova “perspectiva e habilidade única para ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis'”. “Tivemos um tempo fantástico trabalhando juntos no filme e ele tem muitas ideias intrigantes de histórias para dar vida à Disney+, por isso estamos entusiasmados em expandir nosso relacionamento com ele e mal podemos esperar para começar”, completou Feige. O fato do chefão da Marvel mencionar o acordo com a Disney+ sugere que Creton irá trabalhar em séries derivadas dos quadrinhos, possivelmente desenvolvendo atrações relacionadas a “Shang-Chi” Mas além de desenvolver projetos para a Disney+, Cretton também trabalhará em produções da Hulu/Star+, que pertence ao mesmo conglomerado. “Destin é um contador de histórias poderoso com um gosto impecável no material. À medida que continuamos a expandir nossa lista de colaboradores, sua voz única nos ajudará em uma lista empolgante de conteúdo para nosso público global”, disse Tara Duncan, responsável pelo selo Onyx Collective, dedicado a projetos de criadores “de cor” na Hulu.

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    Novo trailer de “Matrix Resurrections” capricha no kung fu visual

    6 de dezembro de 2021 /

    A Warner Bros. divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Matrix Resurrections”, que parte do tema do déjà vu, descrito no longa de 1999 como “uma falha da Matrix”, para explicar o despertar de Neo (Keanu Reeves), após anos mergulhado na Matrix. Bastante dramática, a prévia também destaca a volta de Trinity (Carrie-Anne Moss) e Niobe (Jada Pinkett Smith), que aparece bastante envelhecida, revelando que um longo período de tempo se passou desde que Neo e Trinity pereceram em “Matrix Revolutions” (2003). Com seu despertar, Neo volta a atrair a atenção dos agentes da Matrix, incluindo o novo personagem de Jonathan Groff (“Mindhunter”), mas, como ele brinca, entre cenas de muitos efeitos visuais, ainda conhece kung fu. Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme também traz de volta os personagens Merovingian (Lanbert Wilson), agente Johnson (Daniel Bernhardt) e Morpheus (rejuvenescido em interpretação de Yahya Abdul-Mateen II), além de incluir novos papéis vividos por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Priyanka Chopra (“Quantico”), Christina Ricci (“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Eréndira Ibarra, Brian J. Smith, Max Riemelt e Toby Onwumere. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA.

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