Natalie Portman treinou 10 meses para virar a Poderosa Thor
Natalie Portman precisou passar por uma rotina de 10 meses de treinos para empunhar o martelo Mjolnir em “Thor: Amor e Trovão”. A treinadora Naomi Pendergast, contratada pela Marvel para ajudar a atriz a ganhar massa muscular, contou os detalhes de como a intérprete de Jane Foster virou poderosa numa entrevista à revista Variety. “Nós começamos cinco meses antes das filmagens, e continuamos treinando durante o processo de produção para manter os músculos dela. O tempo total de treinamento foi em torno de 10 meses”, ela contou. Pendergast explicou que a preparação começou com exercícios de fortalecimento da massa corporal e das articulações, para depois partir para construir os músculos abdominais e os braços fortes que darão inveja nas telas. As sessões de malhação duravam de 1h30 a 2h por dia. “Trabalhamos no corpo dela três vezes por semana, com exercícios de braço, costas, peitoral, além de sessões de boxe e corrida. Os outros dois dias da semana eram dedicados à prevenção de fraturas, o que incluía exercícios de Pilates, alongamento, massagem e equilíbrio”, completou. A treinadora disse ainda que Portman já tinha uma dieta bem balanceada e saudável, e que por isso não foi necessário mudar sua rotina. O único detalhe foi que, como a estrela é vegana, foi necessário acrescentar suplementos de proteína para complementar a dieta. No novo filme, Thor vai reencontrar Jane, sua antiga namorada, de forma inesperada: loira, poderosa, com seu martelo mágico e em seu lugar como a nova Thor. Infelizmente, ele também encontrará um novo adversário perigoso e extremamente letal: Gorr, o Caniceiro dos Deuses, interpretado por Christian Bale (que já foi Batman). Com direção de Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), “Thor: Amor e Trovão” tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Criador de “The Boys” revela único pedido da Amazon para produção do “Herogasm”
O criador e showrunner de “The Boys”, Eric Kripke, revelou o único pedido que a Amazon fez durante a produção do já famoso episódio do “Herogasm” (“Supersuruba” no Brasil). E não foi um pedido para maneirar. Ao contrário. “A única mensagem que recebemos da Amazon, e que foi uma boa sugestão, foi: ‘Em todos os momentos, nós temos de entender que isto é uma orgia de super-heróis, e não só uma orgia'”, contou o produtor à revista americana Variety. “Nós então adicionamos várias novas piadas e efeitos visuais”, explicou, citando como exemplo um vibrador que flutua pela cena. “Nós adicionamos depois, digitalmente. Há muitos momentos como esse que meio que só acontecem ao fundo da cena”. O episódio, claro, é bem menos explícito que os quadrinhos. Mas Kripke garantiu que nunca pretendeu fazer uma adaptação literal das páginas escritas por Garth Ennis e desenhadas por Darick Robertson. “Por mais louca que a série seja, os quadrinhos são exponencialmente mais loucos”, disse ele. “E havia algumas coisas lá que eu simplesmente não gostaria de tocar – literal ou figurativamente. Então era mais sobre nós tentarmos decidir o que parecia adequado para nós – o que seria ultrajante, mas não gratuito”, completou. O episódio “Herogasm/Supersuruba” foi disponibilizado na sexta (24/6) na plataforma Prime Video, da Amazon, e a orgia é apenas um detalhe em sua trama, que ainda tem muito sangue, mortes impactantes, o aparente fim dos Sete e o aguardado confronto entre Capitão Pátria (Homelander) e Soldier Boy.
Cissa Guimarães será juíza na série “A Divisão”
Cissa Guimarães vai retomar a carreira de atriz nas telas, após uma década dedicada ao teatro e à função de apresentadora. Ela viverá uma das personagens centrais da 4ª temporada da série “A Divisão”, do Globoplay, que começou a ser gravada recentemente. Seu último trabalho como atriz na TV tinha sido na novela “Salve Jorge”, em 2012. “Estou feito criança, um pinto no lixo”, disse ela à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. “Fiquei nervosa quando fui convidada, senti um frio na barriga. E isso foi ótimo, me fez me sentir humana. Como atriz, fiquei nos últimos dez anos fazendo teatro e com muita saudade do audiovisual, que é algo completamente diferente. Mas a vida foi me levando por outros caminhos. É muito bom estar de volta agora. Além disso, estou muito orgulhosa de poder trabalhar com o José Junior (criador da série), que é alguém de quem acompanho o trabalho há anos”, acrescentou. A elogiada série policial retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990, foi criada por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) e, a partir da nova temporada, Heitor Dhalia (“Serra Pelada”). Os episódios são estrelados por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”) e trazem vários artistas convidados – até Dudu Nobre vai aparecer na 4ª temporada – para viver situações de sequestro. Em sua participação, Cissa vai interpretar uma juíza muito rigorosa que tem o filho sequestrado. Ao mesmo tempo em que precisa lidar com o desespero da situação, a personagem se vê num embate com a equipe da Divisão Antissequestro (DAS) por conta dos métodos utilizados para tentar solucionar o crime. “A personagem tem um conflito muito interessante entre o que está dentro da lei e o que é preciso fazer para salvar o seu filho. Para mim, que sou uma pessoa mais do humor, é um desafio enorme. É algo que me tira completamente do lugar”, completou. Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos, que começaram a ser gravados em maio.
Série dos Sex Pistols ganha trailer nacional e data de estreia no Brasil
A plataforma Star+ divulgou o pôster oficial, o trailer legendado e a data da estreia nacional de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). A série conta a história da banda responsável pela revolução do punk rock, além de fazer uma recriação detalhista da época. Baseada em “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista Steve Jones, mostra como Jones, o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – criaram caos e distorção, instigados pelo empresário agitador Malcolm McLaren, mudando o rock para sempre. A trama também destaca a trupe punk original, que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood. O roteiro é assinado por Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce (responsável por outra obra deste período: o filme “A Festa Nunca Termina”). O elenco traz Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious, Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como McLaren, Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” estreou em 31 de maio nos EUA e dividiu a crítica, atingindo apenas 56% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento no Brasil vai acontecer em 31 de agosto.
“The Boys” zoou Gal Gadot em cena com a música “Imagine”
O episódio “Herogasm”, da série “The Boys”, não teve só sexo e sangue. Sobrou também zoação em cima de Gal Gadot, intérprete de Mulher-Maravilha. O capítulo disponibilizado nesta sexta (24/6) na Amazon Prime Video começa com a paródia de um vídeo compartilhado por Gadot no começo da pandemia, em que ela puxava um coro de “Imagine”, de John Lennon, numa montagem com participação de várias estrelas. Na série, a situação é recriada com o personagem Profundo (Deep) e, novamente, conta com participação de várias celebridades, cada um cantando um trecho da canção. A lista inclui alguns heróis da produção e participação de atores como Patton Oswalt (“Gaslit”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Mila Kunis (“Perfeita é a Mãe”), Ashton Kutcher (“O Rancho”), Elizabeth Banks (“As Panteras”), Kumail Nanjiani (“Obi-Wan Kenoby”), Aisha Tyler (“Criminal Minds”) e Rose Byrne (“Physical”), desafinando como eles mesmos. Publicado no instagram da intérprete da Mulher-Maravilha em março de 2020, o vídeo original trazia artistas ainda mais famosos, como Natalie Portman, Jimmy Fallon, Norah Jones, Jamie Dornan, Sia, Will Ferrell, Kristen Wiig, Pedro Pascal, Amy Adams, Zoe Kravitz e Mark Ruffalo, que entoaram os versos da música de John Lennon para supostamente passar uma mensagem de esperança diante da crise sanitária. Só que, em vez disso, o karaokê de famosos virou alvo de memes e zombarias na internet, consagrando-se como símbolo da desconexão das celebridades com a realidade. Neste ano, Gal Gadot chegou a se desculpar pela iniciativa, assumindo que foi de “mau gosto” e “não era a coisa certa” para se fazer naquele momento. “A pandemia já estava na Europa e em Israel antes de chegar aqui [aos EUA] da mesma forma. Eu estava vendo para onde tudo estava indo. Mas [o vídeo] foi prematuro. Não era o momento certo e não era a coisa certa. Era de mau gosto. Tinha intenções puras, mas às vezes você não acerta no alvo”, ela explicou à revista InStyle em janeiro passado.
“Woke” é cancelada após duas temporadas
A plataforma Hulu cancelou “Woke”, série de comédia que teve duas temporadas estreladas por Lamorne Morris, o Winston de “New Girl”. A atração era baseada na vida e na arte do cartunista Keith Knight (criador da história em quadrinhos “The K Chronicles”) e abordava um tema absolutamente atual: o racismo estrutural. Criada pelo próprio artista em parceria com Marshall Todd (roteirista de “Uma Turma do Barulho”), a série trazia Morris como Keef, um ilustrador e cartunista que vive em San Francisco. Bem-sucedido, o protagonista tem uma visão cor-de-rosa do mundo, até sentir na própria pele o racismo da polícia. A partir desse momento, ele começa a alucinar e ser criticado por seus próprios personagens – que ganham vida onde quer que vá – , tudo para forçá-lo a reconsiderar sua visão de mundo e sua própria arte. O elenco também incluía o comediante T. Murph, a ex-integrante do “Saturday Night Live” Sasheer Zamata e o ator Blake Anderson (da série “Workaholics”). Inédita no Brasil, a série venceu alguns prêmios de organizações ligadas à cultura afro-americana e teve seu último episódio exibido em abril deste ano. Confira o trailer do lançamento original abaixo.
Juíza exige pagamento milionário de Amber Heard para aceitar novo julgamento
O processo de difamação de Johnny Depp contra Amber Heard voltou ao tribunal da cidade de Halifax, na Virgínia, nesta sexta (24/6), numa audiência marcada pela juíza Penney Azarate na expectativa de uma conciliação. Entretanto os advogados do ator não formalizaram a intenção de perdoar o valor da indenização e a advogada da atriz tratou de afirmar que entrará com pedido de apelação da sentença. Diante da manifestação de Elaine Bredhoft, advogada de Heard, a juíza apontou uma condição para o caso voltar aos tribunais: o pagamento do total da indenização definida e mais juros como fiança. Isto significa que se a atriz buscar reverter o veredito de difamação terá que desembolsar US$ 8,35 milhões com juros de 6% ao ano, para que qualquer apelação avance formalmente. Reiterando o que vem dizendo publicamente nas últimas semanas, Bredehoft deixou claro que Heard apelará do veredicto, mas também disse que Heard não tem dinheiro para pagar a Depp ou cumprir a exigência de fiança. Seu caminho será contestar a decisão e apresentar um recurso no prazo máximo legal de 21 dias. Um porta-voz de Heard sinalizou que a atriz de “Aquaman” planeja entrar com o recurso. “Você não pede perdão se é inocente. E você não se recusa a apelar se sabe que está certo”, diz o comunicado oficial. Embora ambos tenham participado de todo o julgamento de seis semanas, nem Depp nem Heard voltaram ao tribunal da Virgínia para a audiência desta sexta.
David Cronenberg será homenageado pelo Festival de San Sebastián
O Festival de San Sebastián anunciou que vai homenagear o cineasta canadense David Cronenberg em sua 70ª edição, que acontecerá de 16 a 24 de setembro na Espanha. Ele vai se juntar a atriz francesa Juliette Binoche, anunciada em maio passado, na consagração do prestigioso Prêmio Donostia. A homenagem a Cronenberg também incluirá uma exibição de seu filme mais recente, “Crimes of the Future”, que marcou a volta do diretor aos horrores biológicos do começo de sua carreira – como “Calafrios” (1975), “Filhos do Medo” (1979) e “A Mosca” (1986). Cineastas anteriores que receberam o Prêmio Donostia incluem Francis Ford Coppola, Woody Allen, Oliver Stone, Agnès Varda, Hirokazu Koreeda e Costa-Gavras. Já Juliette Binoche receberá uma homenagem dupla, pois também estampa o cartaz oficial da festival. Vencedora de um Oscar pelo seu trabalho em “O Paciente Inglês” (1996), a estrela francesa visitará a cidade de San Sebastián pela quarta vez para receber o reconhecimento por sua extensa filmografia de quase 75 personagens. A premiação também será acompanhada pela exibição de seu filme mais recente, “Fire”, que rendeu à diretora Claire Denis o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano.
The Boys: “Herogasm” é proibido em quatro países
O muito comentado episódio “Herogasm”, da série “The Boys”, foi censurado em quatro países. A revelação foi feita pelo criador da série, Eric Kripke, em entrevista ao site espanhol SensaCine. “O episódio 6 é ilegal em quatro países”, ele contou. “Tivemos que cortar partes muito grandes para permitir a transmissão”. Kripke não mencionou quais países proibiram o conteúdo, mas concordou que seu tema – uma “Supersuruba” na tradução nacional – foi além do que se espera de uma série, mesmo no streaming. “É provavelmente um dos episódios mais explícitos que eu acho que alguém já viu. Eu acho que você realmente tem que recorrer à pornografia para ver coisas que sejam mais explícitas [do que o episódio]”, ele ponderou em outra entrevista, ao site TVLine. “Existem regras divertidas sobre quantas vezes você pode simular f*der e se você pode ou não mostrar um pênis ereto e por quanto tempo você pode mostrar uma parte íntima. Existem todas essas regras, mas, apesar de tudo, ficamos dentro dos limites do que era permitido”, afirmou o criador. O episódio “Herogasm/Supersuruba” foi disponibilizado nesta sexta (24/6) na plataforma Prime Video, da Amazon, e a orgia é apenas um detalhe em sua trama, que ainda tem muito sangue, mortes impactantes, o aparente fim dos Sete e o aguardado confronto entre Capitão Pátria (Homelander) e Soldier Boy.
“The Boys” cumpre promessa de orgia e entrega muito mais em seu melhor capítulo
O episódio “Herogasm”, de “The Boys”, chegou nesta sexta (24/6) na Amazon Prime Video arregaçando tudo. Adaptação de uma das edições mais polêmicas dos quadrinhos em que a série se baseia, o capítulo mostrou uma orgia de super-heróis e teve seu título traduzido no Brasil como “Supersuruba”. Distanciando-se da história original de Garth Ennis, mas mantendo a perversão, a série apresentou o “Herogasm” como uma tradição secreta dos super-heróis, que anualmente se juntam numa orgia onde vale tudo. Em destaque, rolou muita nudez, inclusive frontal, e várias opções de pênis, desde um superlonguíssimo até um consolo criado com superpoderes de gelo, sem esquecer a zoofilia do Profundo (Deep) e jorros gigantes de fluídos. Mas a supersuruba dura pouco e nem é o ponto alto do episódio, que muitos já consideram o melhor da série. Afinal, em meio aos peladões acontece o aguardado confronto entre o Capitão Pátria (Homelander) e Soldier Boy, que abala a confiança do líder dos Sete. Por sinal, que Sete? Depois dos eventos desta semana, a “Liga da Justiça” da série ficou resumida a dois remanescentes. E a habilidade de um deles se limita à capacidade de falar e transar com criaturas marinhas. O sangue também correu solto. Há algumas mortes chocantes, outras engraçadas e até, aparentemente, uma inesperada. E há o melhor final de episódio de toda a série: uma simples live, que reduz o tamanho da tela ao formato de um celular, em que Luz-Estrela (Starlight) se dirige a seus seguidores. Por sinal, que Luz-Estrela? A série deve ter batido seu recorde de audiência, mas, depois de tudo o que aconteceu e o gancho final, quem viu deve estar ainda mais desesperado para assistir ao próximo episódio – dia 1 de julho, na plataforma de streaming da Amazon. Haverá muitas consequências.
Elizângela teria sido dispensada de “Travessia” por recusar vacinação
A veterana atriz Elizângela, que estava cotada para “Travessia”, a nova novela das nove da Rede Globo, foi cortada do elenco por não querer se vacinar contra Covid-19. Os protocolos de segurança sanitária da emissora são rígidos quanto a imunização. Segundo o colunista Gabriel Perline, a atriz teria sido convidada para atuar na novela que substituirá “Pantanal” pessoalmente pela autora Glória Perez. A escritora e a atriz já trabalharam juntas em outras novelas, inclusive no último folhetim de Perez, “A Força do Querer”. Além de Elizângela, a portuguesa Maria Vieira usou as redes sociais na semana passada para denunciar seu corte de “Travessia” por ser contra a vacinação. Ela afirmou ter sido indicada para a novela pelo diretor Mauro Mendonça Filho, com quem trabalhou em “Negócio da China” (2008), e que chegou a ser instruída a pedir um visto de trabalho para o Brasil. Para Maria Vieira, forçar a vacinação faz parte de “decisões e ações ditatoriais” influenciadas pelo “globalismo” (teoria de conspiração da extrema direita, que sugere a implantação de chips nas vacinas). Politizando o tema, acrescentou que seu corte foi uma censura por ela ser de direita e apoiar Bolsonaro. A exigência da vacinação passou a ser norma nas empresas de produção de conteúdo artístico em todo o mundo, desde o final de 2020, por motivos econômicos. Trata-se de uma opção radicalmente capitalista: não apenas reduz os encargos de tratamento por contaminação individual como diminui as paralisações de produções devido à detecção de covid-19 nos sets, economizando gastos das empresas. Nos EUA, muitos atores foram dispensados de trabalhos em andamento por se recusarem a seguir os protocolos sanitários. As vacinas não contém chips. Após o início da vacinação, o Brasil caiu de 3 mil mortos diários para menos de 100. Uma pesquisa conduzida em Londrina, no Paraná, constatou que 75% das mortes por Covid-19 registradas nos primeiros dez meses de 2021 ocorreram em indivíduos que não foram imunizados contra a doença. A maior parte das pessoas que ainda morrem por Covid-19 estão com a vacinação atrasada.
Nova música de Taylor Swift ganha vídeo com cenas de “Um Lugar Bem Longe Daqui”
Como prometido, Taylor Swift lançou sua nova música “Carolina” no primeiro minuto desta sexta (24/6). Mais que isso, a gravação também ganhou um lyric video com cenas de “Um Lugar Bem Longe Daqui”. Criada especificamente para a trilha do filme, a música é a primeira composição original da cantora desde seu álbum de 2020, “Evermore”. Em março, quando anunciou que faria uma canção exclusiva para o longa, Taylor escreveu um texto sobre sua relação com a obra original: “‘Um Lugar Bem Longe Daqui’ é um livro em que me perdi completamente quando o li anos atrás. Assim que soube que havia um filme em andamento estrelado pela incrível Daisy Edgar-Jones e produzido pela brilhante Reese Witherspoon, eu sabia que queria fazer parte dele do lado musical. Eu queria criar algo assustador e etéreo para combinar com essa história hipnotizante”. Baseado no livro de mesmo nome de Delia Owens, o filme gira em torno de Kya, uma jovem que cresceu sozinha no brejo de uma cidadezinha e passou a ser tratada como se fosse um bicho. Só que é uma menina doce, que acaba atraindo o interesse de dois rapazes. Quando um deles aparece morto, ela passa a ser caçada pela polícia e precisa provar sua inocência diante de uma população que a odeia. O filme é estrelado por Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), foi escrito por Lucy Alibar (indicada ao Oscar por “Indomável Sonhadora”), dirigido por Olivia Newman (“Minha Primeira Luta”) e conta com produção da atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). A estreia de “Um Lugar Bem Longe Daqui” está marcada para 1 de setembro no Brasil, um mês e meio após o lançamento nos EUA.
Ator trans de “Malhação” comemora mudança no RG
O ator e cantor Benjamin Damini, ex-“Malhação”, comemorou a emissão de sua nova carteira de identidade, que representou mais um passo de sua transição de gênero, iniciada em 2020. O RG anterior ainda trazia o nome de batismo e outra foto. Agora, seu documento registra corretamente sua identidade social. O ator de 23 anos publicou uma foto da carteira nova em suas redes sociais, comentando ao lado: “RG retificado com direito a eu bonito numa 3×4 pela primeira vez”. A publicação fez muitos de seus seguidores compartilharem suas histórias e elogiarem a atitude do ator. “Muito obrigado por mostrar que é possível mudar de vida”, disse um. “Estou indo no cartório agora e nunca me senti tão viva”, acrescentou outro. “Que felicidade ver mais do nosso povo se libertando e sendo feliz”, comemorou mais um. Em “Malhação: Toda Forma de Amar”, exibida em 2019, Benjamin interpretou Martinha quando ainda não tinha passado pela transição de gênero. A novela teve seu final antecipado em razão da pandemia de coronavírus, em março de 2020. Atualmente, ele participa da produção da série “O Beijo Adolescente”, que será lançada na HBO Max.












