Teaser da HBO revela Peter Dinklage como o anão da série Ilha da Fantasia
A HBO divulgou o primeiro teaser de “My Dinner with Hervé”, telefilme em que Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) vive o famoso ator anão Hervé Villechaize, intérprete de Tattoo na “Ilha da Fantasia” (1977-1983). A trama parte de uma entrevista entre Hervé e um jornalista vivido por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), em que o ator repassa sua vida. O ator teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da série clássica e se matou dez anos depois, em 1993. O roteiro e a direção são de Sacha Gervasi (“Hitchcock”), que é o alter-ego do jornalista vivido por Dornan. Ele entrevistou Villechaize em 1993, poucos dias antes do ator se matar aos 50 anos de idade. Na conversa, conheceu vários detalhes da vida tumultuada do pequeno astro da TV, que compõem o roteiro. A exibição está marcada para 20 de outubro na HBO norte-americana, mas a transmissão no Brasil ainda não tem data definida.
Netflix está desenvolvendo continuação de Death Note
A Netflix está desenvolvendo uma continuação de “Death Note”, adaptação americana do mangá de mesmo nome, lançada na plataforma em 2017. A informação surgiu em meio a uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre novos projetos do serviço de streaming. O roteirista Greg Russo, que assina o remake ainda inédito de “Mortal Kombat”, está desenvolvendo a história da sequência. Não há outras informações sobre o projeto, como o envolvimento do diretor do primeiro filme, Adam Wingard (“Bruxa de Blair”), ou a volta do elenco. O primeiro “Death Note” foi destruído pela crítica, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, e virou foco de discussões sobre apropriação cultural e falta de representatividade, graças ao elenco ocidental escalado para dar vida a personagens com nomes japoneses e ao folclore do país asiático. Mas teria sido um sucesso “considerável” para a Netflix, numa declaração creditada ao executivo Ted Sarandos pela The Hollywood Reporter. Os quadrinhos criados por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata contam a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá fez tanto sucesso que já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão. A adaptação americana trouxe Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L, que o investiga, e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk (neste caso, o nome japonês foi mantido), que tenta convencê-lo a matar cada vez mais. O “Death Note 2” da Netflix ainda não tem data de estreia.
Criadora de Jessica Jones troca Netflix/Marvel por contrato para criar séries para a Warner/DC Comics
A roteirista e produtora Melissa Rosenberg, que escreveu os filmes da franquia “Crepúsculo” e criou a série “Jessica Jones”, assinou um contrato milionário com a WBTV (Warner Bros. Television) para desenvolver novas séries exclusivas. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Netflix tentou cobrir a oferta e fazer com que ela ficasse no serviço de streaming, mas Rosenberg se disse “pronta para tentar algo novo”. O contrato com a Warner representa uma volta ao estúdio onde ela trabalhou em sua primeira série de super-heróis, “Birds of Prey” (mal-traduzida no Brasil como “Mulher-Gato”). Rosenberg também escreveu e produziu “The O.C.” para a WBTV. Estaria ela, também, trocando a Marvel (Jessica Jones) pela DC Comics? Este é o primeiro revés criativo da Netflix, que nos últimos meses vinha tirando produtores de outros estúdios com contratos de exclusividade. E acontece quando a Warner intensifica sua presença no streaming, com o projeto de uma plataforma exclusiva para adaptações de seus quadrinhos, a DC Universe, além de ser a primeira negociação com um produtor de conteúdo da Warner Media, que é a nova denominação da empresa-mãe, após a aquisição da Time Warner pela companhia de comunicação AT&T. Rosenberg desenvolverá novos projetos para a Warner assim que finalizar a 3ª temporada de “Jessica Jones”, atualmente em produção pela Netflix. A data de estreia da série da super-heroína vivida por Krysten Ritter ainda não foi definida pelo serviço de streaming. Caso “Jessica Jones” seja renovada para uma 4ª temporada, a produção seguirá com um novo showrunner, mantendo os créditos de Rosenberg como criadora e produtora executiva, mas sem seu envolvimento nas decisões criativas da série. “‘Jessica Jones’ continua sendo o pico da minha carreira até aqui”, disse Rosenberg em comunicado sobre a negociação. “Sinto-me extraordinariamente grata aos espectadores que acompanharam a jornada de Jessica, lindamente realizada por Krysten Ritter e o nosso talentoso elenco […]. Estou animada para trabalhar, após essa próxima temporada, em novos projetos com a Warner Television”.
Superman e Lois Lane participarão do crossover de The Flash, Arrow e Supergirl
O crossover deste ano de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” será um evento com super-heróis de peso. Além de introduzir a nova heroína Batwoman, que será interpretada por Ruby Rose (“Megatubarão”) numa série própria posterior, a trama terá participação de mais dois personagens célebres dos quadrinhos da DC Comics: Superman e Lois Lane. Superman será novamente interpretado por Tyler Hoechlin (da série “Teen Wolf”), que já apareceu como o herói e seu alter-ego Clark Kent durante alguns episódios de “Supergirl”. Já Lois Lane fará sua estreia no Arrowverse – como as séries interligadas a “Arrow” (a primeira) são chamadas. Por coincidência, duas ex-intérpretes de Lois Lane já aparecem em “Supergirl”. Teri Hatcher (de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”) viveu Rhea, mãe de Mon-El (Chris Wood), na 2ª temporada, e Erica Durance (de “Smallville”) interpretou Alura Zor-El, mãe de Supergirl (Melissa Benoist), na 3ª temporada. Mas a presença de Lois é referenciada desde a estreia da atração. Vale lembrar que a irmã de Lois, Lucy Lane, foi uma personagem fixa da 1ª temporada de “Supergirl”, vivida por Jenna Dewan (“Witches of East End”), enquanto o pai das duas, o General Sam Lane, teve participação recorrente, interpretado por Glenn Morshower (série “24 Horas”). A Berlanti Productions, produtora de Greg Berlanti, ainda não escalou uma atriz para interpretar Lois. “Não poderíamos estar mais animados em introduzir Lois no nosso universo. Essa repórter corajosa e determinada fará um par formidável com o nosso Superman, e uma adição maravilhosa ao nosso grupo de personagens”, comentaram os produtores Jessica Queller e Robert Rovner, de “Supergirl”, em comunicado oficial. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.
Astro de Babylon 5 substitui ator de Star Trek na nova temporada de Supergirl
O ator Brent Spiner, que ficou conhecido como o personagem Data na série “Star Trek: A Nova Geração”, não vai mais interpretar o vice-presidente dos Estados Unidos na 4ª temporada de “Supergirl”. Ele foi anunciado no começo de agosto, mas um conflito de agenda o obrigou a se afastar da produção. Para seu lugar, a produção escalou outro astro de série Sci-Fi, Bruce Boxleitner, protagonista de “Babylon 5”. E a escolha embute uma feliz coincidência. Assim como deve acontecer em “Supergirl”, o personagem de Boxleitner, Capitão John Sheridan, lidava com várias raças alienígenas diferentes na série clássica e, ao final da história, acabou se tornando presidente da Aliança Interestelar. Para quem não lembra, no mundo fictício de “Supergirl”, os Estados Unidos são governados pela presidente Olivia Marsdin (interpretada por Lynda Carter, a “Mulher-Maravilha” da série dos anos 1970), mas ela anda sumida da trama e, na 4ª temporada, seu více se verá obrigado a assumir papel de liderança em momentos de crise. Boxleitner também tem outro personagem cultuado em seu currículo, ninguém menos que Tron, da franquia clássica homônima. Ele se juntará à várias novidades do quarto ano da produção, como Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”) e Robert Baker (antagonista da última temporada de “The Originals”), que viverão capangas famosos do supervilão Lex Luthor, respectivamente Mercy Graves e Otis, além da primeira super-heroína transexual da TV, Nia Nal, a Sonhadora, vivida por Nicole Maines (vista em “Royal Pains”), e o anti-herói Manchester Black, que chegou a integrar o “Esquadrão Suicida”, interpretado por David Ajala (série “Falling Water”). Para completar, o ator Jesse Rath, que fez aparições recorrentes como Brainiac 5 nos últimos episódios da 3ª temporada, foi promovido a integrante fixo do elenco, no lugar de Jeremy Jordan, que fará apenas participações recorrentes em seu papel de Winn Schott. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Ainda inédito no Brasil, Podres de Ricos terá continuação
A Warner deu sinal verde para a continuação do filme “Podres de Ricos”, ainda inédito no Brasil, após a produção ultrapassar a bilheteria de US$ 50 milhões na América do Norte. “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nos Estados Unidos e Canadá no fim de semana passada, arrancando elogios da crítica e de executivos da própria Warner, que viram em seu sucesso a possibilidade de explorar uma franquia de baixo orçamento – a produção do filme custou US$ 30 milhões. Na verdade, o longa é uma grande bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, só que mais engraçada, baseada num best-seller popularzão. A trama só acabou chamando atenção por abraçar uma minoria. Não os 10% mais ricos, mas os imigrantes asiáticos. O elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). A bandeira da diversidade ajudou a obra dirigida por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) a fazer sucesso numa época em que comédias românticas estão fracassando uma atrás da outra. A última a fazer mais de US$ 20m em sua estreia tinha sido “Descompensada” em julho de 2015. O lançamento também contou com boa vontade da crítica norte-americana, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes – ainda que dificilmente sua história teria tantos aplausos se fosse estrelada por brancos, veja-se “Cinquenta Tons de Cinza”, por exemplo. A continuação será novamente dirigida por Chu. E os roteiristas Peter Chiarelli e Adele Lim já estão trabalhando na nova trama, que deverá adaptar o segundo livro da trilogia do escritor Kevin Kwan, chamado “China Rich Girlfriend” (literalmente, namorada rica da China). O livro aborda a vida amorosa de Astrid (Gemma Chan, da série “Humans”), prima de Nick (Henry Golding, também nas telas em “Um Pequeno Favor”), protagonista do primeiro filme. Recém-separada de seu marido, Astrid encontrará um novo amor na forma do bonitão Charlie, interpretado por Harry Shum Jr. (“Glee”). Caso a Warner opte por completar a franquia, o terceiro livro se chama “Rich People Problems” (problemas de gente rica) e tem mais uma trama de novela para quem gosta disso. O primeiro capítulo, “Podres de Ricos”, só vai estrear no Brasil em outubro.
Lista dos candidatos brasileiros à vaga ao Oscar destaca filmes de cineastas femininas
A Secretaria do Audiovisual, do Ministério da Cultura, divulgou a lista dos filmes que disputarão por representar o Brasil entre os candidatos às vagas do Oscar 2019 de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Ao todo, habilitaram-se 23 longas, mesmo número do ano passado, dos quais 4 são documentários. E o que chama atenção é a forte representatividade feminina entre os diretores. 40% dos filmes são dirigidos por mulheres. Quatro títulos se destacam entre os mais premiados da lista. Dois deles tratam de temas modernos, ligados ao bullying nas redes sociais: “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor, e “Ferrugem”, de Aly Muritiba. O terceiro é o terror “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra. E há ainda o caso de “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, que encantou a crítica americana ao passar pelo Festival de Sundance. Curiosamente, o longa mineiro “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, vencedor do Festival de Brasília, não entrou na seleção. A comissão que avaliará e escolherá o representante brasileiro é formado pelo presidente da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Peregrino, a produtora Lucy Barreto, os diretores Flávio Tambellini, Jeferson De, João Jardim, Hsu Chien e a atriz Bárbara Paz. No ano passado, o escolhido foi “Bingo – O Rei das Manhãs”, que não conseguiu vaga no Oscar, completando duas décadas em que o país ficou de fora da disputa de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O último filme nacional que obteve indicação ao prêmio foi “Que É Isso Companheiro?”, de Bruno Barreto, que concorreu ao Oscar em 1998. O filme escolhido será conhecido no dia 11 de setembro. Veja a lista completa dos concorrentes: “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues “Benzinho”, de Gustavo Pizzi “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor “Ferrugem”, de Aly Muritiba “Antes que Eu Me Esqueça”, de Tiago Arakilian “O Caso do Homem Errado”, de Camila de Moraes “O Desmonte do Monte”, de Sinai Sganzerla “Como é Cruel Viver Assim”, de Julia Rezende “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler “Encantados”, de Tizuka Yamasaki “Talvez uma História de Amor”, de Rodrigo Bernardo “Entre Irmãs”, de Breno Silveira “Canastra Suja”, de Caio Soh “Ex-Pajé”, de Luiz Bolognesi “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho e Mariana Bastos “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral Almeida “Além do Homem”, de Willy Biondani “Canastra Suja”, de Caio Soh “Não Devore Meu Coração!”, de Filipe Bragança “Unicórnio”, de Eduardo Nunes “Yonlu”, de Hique Montanari “Paraíso Perdido”, de Monique Gardenberg
A melhor estreia da semana é um drama brasileiro com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes
As melhores estreias desta quinta (23/8) são produções brasileiras, mas a maioria dos cinemas só oferecerá opção de filmes americanos, que tem a maior distribuição. Quem tiver oportunidade, porém, deve dar atenção a “Benzinho”. O filme de Gustavo Pizzi, co-escrito e estrelado por Karine Teles, repete a qualidade da parceria anterior do casal, o drama “Riscado” (2010). Levou oito anos para voltarem ao cinema. Mas a espera compensou, pois se trata de um dos melhores filmes de 2018. O fato de dramatizar o cotidiano familiar, com situações aparentemente banais, pode soar pouco atraente para o grande público. No entanto, nas mãos de Pizzi e Karine, “Benzinho” alcança profundidade poética e transforma a crise de uma mãe sufocada pela família em algo tocante. Exibido no Festival de Sundance 2018, nos Estados Unidos, o longa arrebatou a imprensa internacional, que empilhou elogios e lhe rendeu 93% de aprovação na média da avaliação do site Rotten Tomatoes. Vale tentar também encontrar os documentários, dois brasileiros e um estrangeiro filmado no Brasil, escondidos em circuito semi-invisível. Especialista em documentários sobre música brasileira, o francês Georges Gachot passa a carreira de João Gilberto à limpo em “Onde Está Você, João Gilberto?”, enquanto embarca numa missão impossível, achar o músico que não sai de casa há anos. Igualmente lúdico, “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava”, de Fernanda Pessoa, propõe contar a história da ditadura por meio de cenas dos filmes da época, especialmente pornochanchadas. O resultado, um show de montagem, é hilário e bastante instrutivo. Por fim, “Missão 115”, de Silvio Da-Rin, traz às claras os planos das forças de repressão para impedir a redemocratização do Brasil, por meio do infame atentado ao Rio Centro em 1981, cuja bomba acabou explodindo antes, matando as pretensões sanguinárias da direita militar. Todos esses quatro são recomendadíssimos. E todos os demais não. Entretanto, os filmes ruins têm mais destaque no circuito. Justamente o pior lançamento chegará em mais cinemas, quase 500. Mesmo sendo um horror, literalmente. “Slender Man” evita a atual fase criativa do terror americano ao optar por sustos batidos. O chamariz é o monstro virtual do título, criado na internet, que virou lenda urbana ao inspirar surtos de violência entre adolescentes. A história real que envolveu a criatura dá um pau na ficção barata levada às telas, que, com 9% de aprovação, é um dos filmes mais mal-avaliados do ano no site Rotten Tomatoes. As comédias americanas que preenchem o circuito dos shoppings seguem a toada. “Meu Ex É um Espião” é uma correria de mulheres bobinhas que, sem querer, acabam se envolvendo num caso de espionagem internacional, porque uma delas (Mila Kunis) namorou um espião. E “Te Peguei!” é uma correria de homens bobões que, já quarentões, ainda brincam de pega-pega. As duas histórias medíocres são variações de muitas outras – e, por coincidência, existe até um filme que junta ambas: “Gotcha!: Uma Arma do Barulho” (1985). Os dois dramas europeus também não compensam o espaço recebido em circuito limitado. “Escobar – A Traição” é praticamente um déjà vu ao contar a versão espanhola da trama melhor abordada na série “Narcos” – com Javier Bardem no papel de Pablo Escobar e Penélope Cruz como sua amante, ambos indicados ao Goya (o Oscar espanhol). Por fim, em “Gauguin – Viagem ao Taiti”, quem desperdiça talento é Vincent Cassel, competindo pela atenção do diretor Edouard Deluc, no papel-título, com a paisagem tropical – também no título. Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados, com risco de acreditar no marketing e tropeçar no escuro dos cinemas. Slender Man – Pesadelo Sem Rosto | EUA | Terror As amigas Wren, Hallie, Chloe e Katie levam uma vida entediante no colégio. Quando ouvem falar num monstro chamado Slender Man, decidem invocá-lo através de um vídeo na Internet. A brincadeira se transforma num perigo real quando todas começam a ter pesadelos e visões do homem se rosto, com vários braços, capaz de fazer as suas vítimas alucinarem. Um dia, Katie desaparece. Como a polícia não dispõe de nenhuma prova para a investigação, cabe às três amigas fazerem a sua própria busca, enfrentando a criatura. Meu Ex É Espião | EUA | Comédia Duas melhores amigas embarcam numa atrapalhada aventura de espionagem pela Europa depois que o ex-namorado de uma delas revela-se um agente secreto caçado internacionalmente por assassinos. Te Peguei! | EUA | Comédia Um pequeno grupo de ex-colegas de classe organizam um elaborado jogo anual insano de pega-pega. Neste ano, no casamento do jogador mais invencível da trupe, eles farão de tudo para derrubá-lo. Benzinho | Brasil | Drama O filho mais velho de uma família de classe média é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe (Karine Teles) em uma espiral de sentimentos pois, além de ajudar a problemática irmã (Adriana Esteves), lidar com as instabilidades do marido (Otávio Müller) e se desdobrar para dar atenção ao seus outros filhos, ela terá de enfrentar sua partida antes de estar preparada. Escobar – A Traição | Espanha | Drama 1981, Colômbia. Líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar (Javier Bardem) é um dos maiores traficantes de cocaína para os Estados Unidos, o que faz com que governo de Ronald Reagan insista na criação de um tratado entre os dois países que permita que ele seja julgado em solo americano. Decidido a combater tal ideia, Escobar se candidata e é eleito deputado federal. Paralelamente, ele se envolve com Virginia Vallejo (Penélope Cruz), uma popular apresentadora de TV que não se importa em como o amante consegue sua fortuna, apenas em como o dinheiro é empregado. Gauguin – Viagem ao Taiti | França | Drama No ano de 1891, o célebre pintor francês Gauguin se exila no Taiti. Lá, ele espera reencontrar sua pintura livre, selvagem, longe dos códigos morais, políticos e estéticos da Europa civilizada. Mas, no local, acaba se afundando na selva, enfrentando a solidão, pobreza e a doença. Mas também conhece Tehura, que se tornará sua esposa e tema das suas telas mais importantes. Onde Está Você, João Gilberto? | Alemanha, França, Suiça | Documentário Inspirado no livro “HO-BA-LA-LÁ – À Procura de João Gilberto”, do escritor alemão Marc Fischer, Georges Gachot resolve realizar o sonho do autor, e o seu também, e desembarca no Rio de Janeiro em busca de João Gilberto. Seguindo os passos de Fischer, ele não mede esforços e entra em contato com diversos amigos e parceiros do músico em sua jornada. Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava | Brasil | Documentário O longa realiza uma releitura histórica da ditadura militar no Brasil, a partir apenas de imagens oriundas de 27 filmes produzidos no período e que foram considerados “pornochanchadas”, o gênero mais visto e mais produzido durante a década de 1970. Missão 115 | Brasil | Documentário Missão 115 foi o nome atribuído pelo DOI-CODI, órgão de repressão do exército durante a ditadura militar, a uma suposta operação de “vigilância” no Rio de Janeiro, durante um show no Riocentro. Na verdade, tratava-se de um atentado à bomba, organizado pelas forças no poder, que visava incriminar organizações de esquerda e sabotar a redemocratização do país. Mas a bomba explodiu antes da hora.
Teasers de American Horror Story trazem Sarah Paulson e o apocalipse
O canal pago FX divulgou oito teasers sinistros da 8ª temporada de “American Horror Story”, intitulada “Apocalypse”. E os temas dos vídeos mostram como um bebê vai crescer para se tornar o anticristo e destruir o mundo. O último vídeo revela uma nova personagem interpretada por Sarah Paulson. A atriz deverá interpretar nada menos que três papéis diferentes na atual temporada, e um deles é a sinistra Venable, apresentada na prévia. No vídeo, ela aparece no comando de uma loteria que sorteia pessoas para sobreviver ao fim dos dias. “Esta é a sua chance de sobreviver”, diz Paulson para a câmera. Além de Venable, Paulson vai retomar as personagens Billie Dean Howard (da 1ª temporada da série, “Murder House”) e Cordelia Goode (da 3ª, “Coven”). A nova temporada funcionará um crossover das duas histórias, continuando a trama do arco inaugural da atração, que terminou com Constance Langdon (Jessica Lange) assumindo a criação de seu neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton), que será o anticristo da trama. Junto com Paulson também retomarão seus papéis de bruxas da 3ª temporada as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Sarah Paulson, Lily Rabe, Emma Roberts e até a cantora Stevie Nicks. Atores de outras temporadas, como Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman também aparecerão no novo arco, que ainda irá promover a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na série. A estreia de “American Horror Story: Apocalypse” está marcada para 12 de setembro. A série também é exibida pelo FX no Brasil.
Graças à bebida, George Clooney foi o ator que mais ganhou dinheiro em 2018
George Clooney foi o ator que mais faturou nos últimos 12 meses. Ele teria recebido US$ 239 milhões, segundo relatório publicado nesta quarta-feira (22/8) pela revista Forbes. O curioso é que esse dinheiro não veio de nenhum projeto cinematográfico, considerando que seus últimos filmes, tanto como ator quanto diretor, foram fracassos de bilheteria. Ele ficou milionário vendendo sua marca de tequila, Casamigos, para a Diageo. Só este negócio rendeu ao ator americano um total de US$ 233 milhões, enquanto seus rendimentos com cinema e outros negócios representaram “apenas” US$ 6 milhões no montante. Não é à toa que chegou a dizer que não precisava mais atuar, porque estava rico. Por conta disso, o ator que mais ganhou dinheiro com cinema foi Dwayne Johnson, conhecido como “The Rock”. Ele faturou US$ 124 milhões, graças a produções como “Velozes e Furiosos 8”, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” e “Rampage: Destruição Total”. Mas parte desse montante também se deve à sua influência nas redes sociais, que lhe permite negociar muitos contratos de publicidade. Johnson já tinha sido o mais bem-pago em 2016, mas tinha perdido essa primazia no ano passado, quando ficou em 2º lugar – atrás de Mark Wahlberg, ausente no Top 10 de 2018. Os valores atuais de Johnson representam o dobro que ele conquistou no ano passado. Na verdade, igualam-se à soma dos rendimentos dos dois anos anteriores do astro de ação. O que é espantoso. Em 3º e 4º lugares aparecem dois atores de “Vingadores: Guerra Infinita”, Robert Downey Jr. (intérprete de Homem de Ferro) e Chris Hemsworth (Thor), que receberam US$ 81 milhões e US$ 64,5 milhões, respectivamente. E o Top 5 se encerra com o maior astro do cinema chinês, Jackie Chan, que ganhou US$ 45,5 milhões por estrelar nada menos que seis filmes recentes (entre eles “O Estrangeiro”, rodado no ocidente), além de seu trabalho como produtor e empresário de cinema. A lista dos dez mais bem-pagos ainda inclui dois atores que negociaram fortunas para trabalhar para a Netflix, Will Smith (US$ 42 milhões, em 6º) e Adam Sandler (US$ 39,5 milhões, em 8º), dois astros de Bollywood, Akshay Kumar (US$ 40,5 milhões, 7º) e Salman Khan (US$ 38,5 milhões, 9º), e mais um Vingador, Chris Evans (o Capitão América, que fez US$ 34 milhões, em 10º). Ao divulgar a lista, a Forbes aproveitou para chamar a atenção sobre a diferença salarial entre os atores e as atrizes mais bem-pagos do mundo: embora os 10 homens tenham acumulado US$ 748,5 milhões, as 10 mulheres mais bem-sucedidas do setor somaram, ao todo, só um quarto desse valor, US$ 186 milhões. “Parte da divergência se deve à falta de oportunidades em franquias de longa duração e filmes de ação que geram grandes rendas a priori e a posteriori”, afirma a revista, que ressalta como a lacuna salarial de gênero se dá até entre milionários. Para confirmar a análise, a atriz mais paga do ano, Scarlett Johansson, também estrelou “Vingadores: Guerra Infinita”. A intérprete da Viúva Negra fez mais que seu colega Chris Evans, atingindo US$ 40,5 milhões. Mas as demais estrelas, que não estrelaram franquias de ação, ficaram muito abaixo desse rendimento.
Michael Peña viverá o pai de Dora, a Aventureira no cinema
O ator Michael Peña, intérprete do impagável luis nos filmes do “Homem-Formiga”, entrou na versão de cinema de “Dora, a Aventureira”, série animada do canal pago Nickelodeon. Ele interpretará o pai da personagem-título, vivida por Isabela Moner (de “Transformers: O Último Cavaleiro”) na produção. No filme, Peña será casado com Eva Longoria (de “Desperate Housewives”), intérprete da mãe de Dora. A adaptação foi escrita por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que voltam a se juntar após a parceria de “Os Muppets” (2011). Para completar, a produção é de Michael Bay, diretor da franquia “Transformers”, e o elenco também inclui Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), Adriana Barraza (“Babel”) e Temuera Morrison (“Lanterna Verde” e “Aquaman”), entre outros. As filmagens já começaram na Austrália e mostrarão Dora iniciando uma aventura diferente: o ensino médio. A previsão de estreia é para agosto de 2019.
Novo crossover das séries de heróis da DC Comics ganha data oficial
A rede CW marcou as datas do crossover anual de suas séries da DC Comics. Desta vez, o evento vai envolver apenas três séries – em vez das quatro do ano passado – e acontecerá na segunda semana de dezembro. Mas em vez disso simplificar a logística, o projeto causará tumulto na ordem de exibição das atrações em suas novas temporadas. A trama vai começar com um episódio de “The Flash” e terminar em “Supergirl”, e por conta disso gerará uma troca no calendário entre as duas séries. A primeira parte será exibida em 9 de dezembro, um domingo, com o episódio de “The Flash”. Seguirá pela segunda em “Arrow”. E se encerrará na terça, dia 11 de dezembro, em “Supergirl”. Ao final do crossover, “Supergirl” voltará aos domingos e “The Flash” às terças. Ainda sem título, a história marcará a primeira aparição de Batwoman no Arrowverso – como são chamadas as séries da DC derivadas de “Arrow” – , com interpretação de Ruby Rose (“Megatubarão”) – , que deverá ganhar sua própria atração em 2019. A aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E o personagem ganhou uma série animada.
Brendan Fraser vai viver o Homem-Robô na série da Patrulha do Destino
O ator Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) vai estrelar a próxima série de super-heróis da DC Comics. Ele viverá o Homem-Robô em “Doom Patrol”, baseada nos quadrinhos da Patrulha do Destino. O personagem era um piloto de corrida chamado Cliff Steele, que teve seu cérebro transplantado para um corpo de metal após sofrer um grave acidente nas pistas. Fraser irá dublar o Homem-Robô, que aparecerá numa armadura metálica, além de viver Steele em flashbacks. Um dublê interpretará o personagem sob a amardura. Na série “Titans”, dos Novos Titãs, que introduzirá o personagem, o intérprete anunciado foi Jake Michaels (visto num episódio de “Designated Survivor”). A Patrulha do Destino é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. E, desde sua concepção, o grupo se tornou conhecido por causar mais medo e repulsa – formado por pessoas que foram mutiladas, desfiguradas ou tem poderes assustadores – que as reações positivas associadas aos super-heróis. A sinopse oficial da série reflete essa premissa. Diz o texto: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais integrantes que aparecerão primeiro em “Titans” são Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica, mas outros foram incorporados após a série ser oficializada. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a Mulher-Elástica e Dwain Murphy (visto em dois episódios de “Star Trek: Discovery”) será o Homem-Negativo, mas ainda não foi definido se Bruno Bichir (série “Narcos”) manterá o papel de Chefe, que terá em “Titans”. Além destes, a produção também anunciou Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e a produção faz parte do universo DC administrado por Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de sete adaptações de quadrinhos da DC Comics, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e baterá o recorde de 14 séries em produção simultânea. “Doom Patrol” ainda não tem previsão de estreia. Ela fará parte do conteúdo exclusivo da plataforma de streaming DC Universe, que deve ser lançada ainda este ano pela Warner, tendo como primeira estreia justamente a série dos Titãs.












