Oliver luta na prisão em novo trailer tenso da 7ª temporada de Arrow
A rede CW divulgou um novo trailer da 7ª temporada de “Arrow”, que mostra Oliver Queen (Stephen Amell) numa penitenciária de segurança máxima. Tensa, a prévia acompanha a rotina violenta do protagonista em conflito com outros prisioneiros que ele próprio enviou para a cadeia, e também apresenta novos personagens, inclusive um misterioso arqueiro que Laurel (Katie Cassidy) garante não ser Oliver. A série vai retornar com o episódio intitulado “Inmate 4587”, escrito por Beth Schwartz. O título se refere à identificação de Oliver no sistema prisional, como o prisioneiro 4587. Cinco meses terão se passado desde sua prisão por crimes cometidos como vigilante de Star City. Mas isso não significa que ele deixará de lutar contra vilões. Agora, porém, os conflitos acontecem na prisão. Entre os antigos adversários que retornam, após serem presos pelo Arqueiro Verde, estão Ben Turner/Tigre de Bronze (Michael Jai White), Derek Sampson (Cody Runnels) e Danny “Brick” Brickwell (Vinnie Jones). Enquanto isso, um novo arqueiro, que usa flechas para matar, chega em Star City, desafiando a lei contra atos de vigilantismo. Por conta disso, Laurel da Terra 2 assumirá de vez o papel da personagem original, como promotora de justiça. Mas o restante do time Arrow enfrentará dificuldades para se ajustar à vida civil. Para piorar a situação, Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) ainda planeja se vingar dos amigos e família de Oliver, e contará com um trio de assassinos mortais para atingir seu objetivo. Conhecidos como Caçadores (Longbow Hunters, no original), eles serão vividos na série por Holly Elissa (da série “Whistler”), Michael Jonsson (“Van Helsing”) e Miranda Edwards (“The Magicians”). Para não ficar só nas desgraças, há uma boa notícia: o ator Colton Haynes voltará a viver Arsenal como integrante fixo da atração. A estreia da 7ª temporada está marcada para segunda-feira (15/10) nos Estados Unidos.
Gina Gershon será a mãe de Jughead na série Riverdale
A atriz Gina Gershon (“Killer Joe”) viverá a mãe de Jughead Jones (Cole Sprouse) na 3ª temporada de “Riverdale”. Ele interpretará Gladys Jones e entrará na série com a estreante Trinity Likins, confirmada como a irmã caçula do personagem, Jellybean “JB” Jones. Enquanto Gladys é descrita como uma mulher de negócios autoritária, a sinopse apresenta JB como uma menina inteligente e à frente de seu tempo. Assim como a sua mãe, ela é uma pequena expert em golpes. A família de Jughead já foi bastante mencionada na série e é um assunto que sempre vem à tona nas conversas entre o personagem e seu pai, FP Jones (Skeet Ulrich). Mas fora a informação de que a mãe se mudou para Toledo com a irmã de dez anos de Jughead, pouco se sabe a respeito das duas. A próxima temporada da série da rede CW terá outros personagens novos, como Laurie Lake, vivida por Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), e promete ser mais sombria que as anteriores, com inclusões de seitas sinistras e uma criatura chamada Rei Gárgula (Gargoyle King), cuja foto divulgada pelo produtor-roteirista Roberto Aguirre-Sacasa sugere um demônio de filme de terror. Veja aqui. Os novos episódios estreiam na quarta (10/10) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Veja 20 fotos e os primeiros minutos do próximo episódio de The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou os dois primeiros minutos do segundo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia traz Rick (Andrew Lincoln) narrando os progressos feitos após o fim da guerra contra os Salvadores, em tom de utopia realizada. O vídeo não mostra, mas o trailer já adiantou que do outro lado da conversa está Negan (Jeffrey Dean Morgan). Intitulado “The Bridge”, o capítulo vai mostrar que a imaginada utopia de Rick ainda é um sonho distante, quando a reunião das diferentes comunidades para a construção de uma ponte termina em briga e, segundo a sinopse oficial, num acidente grave. Com Maggie (Lauren Cohan) irredutível, recusando-se a ajudar, e Negan ironizando os esforços de Rick, “The Bridge” deve sinalizar o colapso da pacificação levada adiante ao final da temporada anterior. O novo episódio será exibido no domingo (14/10). A série é exibida no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.
Série clássica Kung Fu vai ganhar nova versão com protagonista feminina
A Fox deu sinal verde para a produção do piloto de uma nova série dramática com um velho título conhecido, “Kung Fu”. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Albert Kim (“Nikita” e “Sleepy Hollow”), “Kung Fu” vai se passar nos dias de hoje e acompanhar uma descendente de Kwai Chang Caine, o personagem de David Carradine na série clássica de mesmo nome, um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1970. A atração original foi um fenômeno de popularidade, gerando até gíria – “gafanhoto”, como o mestre chamava o discípulo Kwai Chang Caine. Durou ao todo três temporadas, entre 1972 e 1975, mas Carradine realizou um revival nos anos 1990, passado nos dias atuais e intitulado “Kung Fu: The Legend Continues”, que durou mais quatro temporadas. Descrita como uma série procedimental de ação, “Kung Fu” desta vez será protagonizado por uma mulher jovem de descendência chinesa, que herda o estúdio de kung fu de seu pai, apenas para descobrir que ele é na verdade um centro secreto dedicado a ajudar os membros da comunidade de Chinatown. Com o auxílio de um ex-fuzileiro naval, ela decide continuar a missão da escola, e no processo descobre coisas que não sabia sobre sua herança cultural e herança familiar, incluindo uma conexão com um ancestral lendário. O projeto começou a ser desenvolvido há um ano, mas se alterou bastante desde os primeiros esboços, quando seria escrito por Wendy Mericle (“Arrow”) e acompanharia uma monja budista nos Estados Unidos dos anos 1950. A atual encomenda do piloto reflete duas tendências que ganharam força nos últimos meses na indústria do audiovisual americano: resgates de séries clássicas e produções com atores asiáticos. Este último desenvolvimento é bem recente e se deve ao sucesso do filme “Podres de Ricos, que já fez mais de US$ 220 milhões em todo o mundo com um orçamento de US$ 30 milhões – sem estrear no Brasil. A produção do novo “Kung Fu” está a cargo do prolífico Greg Berlanti, produtor que detém o recorde de maior quantidade de séries no ar simultaneamente – 12 em 2018 e mais um monte anunciadas para 2019. O episódio piloto precisa ser aprovado para que a série seja produzida.
Raio Negro enfrenta supervilões em novos trailers da 2ª temporada
A rede CW divulgou 15 fotos e dois novos trailers da estreia da 2ª temporada de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro da DC Comics. As prévias destacam o protagonista e suas filhas enfrentando os supervilões Painkiller (Jordan Calloway, de “Riverdale”), Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III) e a capanga top model Syonide (Charlbi Dean Kriek, de “Corrida Mortal 3”). Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas também começaram a manifestar superpoderes. A 2ª temporada terá que lidar com a eletricidade da filha caçula e marrenta do personagem, que além de ficar poderosa descobrirá que seu ex-namorado Khalil se transformou no vilão Painkiller. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos pelos codinomes de Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo) e Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson. Embora não participe dos crossovers das outras séries de super-heróis da rede CW, a atração compartilha com “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a vindoura “Batwoman” o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia da 2ª temporada acontece nesta terça (9/10) nos Estados Unidos. A série é disponibilizada pela Netflix no Brasil.
David Bautista se dispõe a acompanhar James Gunn em Esquadrão Suicida 2
David Bautista, um dos atores de “Guardiões da Galáxia” mais inconformados com a demissão de James Gunn do terceiro filme da franquia, já se prontificou a acompanhar o cineasta em sua troca de universos, saindo da Marvel para a DC Comics. Gunn está trabalhando em “Esquadrão Suicida 2”. O diretor foi demitido de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, depois que tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, foram trazidos à tona pela extrema direita americana. Horn classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e uma petição assinada por mais de 400 mil fãs na internet. Recentemente, o CEO da Disney Robert Iger afirmou ter apoiado a decisão de demitir o cineasta. Os novos responsáveis pela Warner Media esfregaram as mãos e mandaram suas secretárias incluir os executivos da Disney em seus cartões de agradecimentos de fim de ano. Nesta terça (9/10), o conglomerado dono da DC Comics anunciou ter encomendado um roteiro de James Gunn para “Esquadrão Suicida 2”. Caso o roteiro agrade, o cineasta também deve assumir a direção do longa. E quem escreveu o divertido “Esquadrão da Galáxia Vol. 2” dificilmente terá dificuldades para agradar quem aprovou a história de David Ayer para “Esquadrão Suicida”, um dos piores filmes da DC Comics. Bautista linkou a notícia em seu Twitter, escrevendo apenas um comentário curto: “Onde eu assino?”, referindo-se ao contrato para participar do longa. Em várias ocasiões, o intérprete de Drax criticou a Disney por demitir Gunn e disse que nem sequer filmaria “Guardiões da Galáxia Vol. 3” se o estúdio não usasse o roteiro do diretor, finalizado antes da polêmica. Por conta dessa repercussão negativa, a Disney cancelou o trabalho de pré-produção e tirou o longa de seu cronograma de lançamentos. “Esquadrão Suicida 2”, que acaba de virar o projeto mais excitante em desenvolvimento no universo cinematográfico da DC Comics, também não tem cronograma de produção nem previsão de estreia, por enquanto. Where do I sign up! James Gunn Boards ‘Suicide Squad 2’ To Write And Possibly Direct – Deadline https://t.co/OwdDbAm1Ks — Dave Bautista (@DaveBautista) October 9, 2018
Dwayne Johnson vai estrelar novo filme fantasioso do diretor de Jumanji para a Netflix
O ator Dwayne “The Rock” Johnson incluiu mais um filme em sua agenda lotada. A Neflix anunciou que ele interpretará o herói do folclore americano John Henry, em uma aventura produzida com exclusividade para a plataforma. O filme vai juntar Johnson com o diretor de seu último grande sucesso de cinema, Jake Kazan, de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. E marcará a estreia do astro mais bem-pago do mundo numa produção feita para streaming. John Henry é uma figura lendária nos Estados Unidos, a ponto de ter sua existência questionada. Mas ele realmente existiu, embora seus feitos possam ter sido aumentados por cantores de blues e outros folcloristas populares. Operário negro que trabalhava na indústria ferroviária americana do século 19, John Henry ficou famoso por sua habilidade para cavar túneis à marretadas, nas montanhas pelas quais os trilhos deveriam passar. Um dia foi desafiado a medir forças com uma máquina perfuradora, criada para este fim, numa disputa que visava demonstrar que os operários deveriam dar lugar ao avanço tecnológico. Ele venceu a competição, mas sofreu ataque cardíaco ao terminar o túnel, morrendo com o martelo nas mãos. A produção da Netflix tem o título de “John Henry and the Statesmen”, e mostrará o personagem se juntando a outras figuras lendárias de todo o mundo, com roteiro de Tom Wheeler (de “Lego Ninjago: O Filme”). Além de viver John Henry, Johnson também terá créditos como produtor ao lado de Wheeler, que concebeu o projeto. Ainda não há previsão para a estreia, mas o anúncio foi acompanhado por um teaser, disponibilizado nas redes sociais. Veja abaixo. When the man comes around.. Honored to play a childhood hero of mine, JOHN HENRY & his disruptive band of fellow folklore legends from around the world. @netflix are the perfect partners and platform to build. Directed by Jake Kasdan (JUMANJI). JOHN HENRY & THE STATESMEN ?? pic.twitter.com/vJ0nkCYXDH — Dwayne Johnson (@TheRock) October 9, 2018
Jim Parsons desenvolve nova série de comédia baseada em sua vida real
O ator Jim Parsons gostou de virar produtor de séries. E depois do sucesso de “Young Sheldon”, baseada na infância de seu personagem em “The Big Bang Theory”, ele prepara sua segunda incursão nesse mercado competitivo, desta vez baseando-se em experiências de sua vida real. Segundo o site da revista Variety, ele está desenvolvendo “Bless Her Heart” para a rede ABC. O projeto de sitcom gira em torno de duas matriarcas do Texas, que mudam completamente de vida quando seus respectivos filhos decidem morar juntos. A história é inspirada em situação vivida por Parsons e seu marido Todd Spiewak. O roteiro do piloto está a cargo de Chuck Tatham, que tem no currículo episódios de “Modern Family”, “How I Met Your Mother” e “Arrested Development”. Ao que tudo indica, quando “The Big Bang Theory” terminar na sua 12ª temporada, Parsons pretende se dedicar mais ao trabalho atrás das câmeras, privilegiando atuações em projetos indies, como o suspense “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, filme sobre o serial killer Ted Bundy, que ele acabou de filmar.
Roteirista de A Freira estreia em quadrinhos com história de terror de Batman
O roteirista Gary Dauberman, responsável pelas histórias de “Annabelle”, “It: A Coisa” e “A Freira” nos cinemas, vai estrear nos quadrinhos. Ele assina uma história de terror do Batman, na edição especial de “Cursed Comics Cavalcade”, publicação de Halloween da DC Comics que traz histórias de terror protagonizadas por seus heróis mais populares. Na trama escrita por Dauberman e ilustrada por Riccardo Federici, Batman enfrenta um serial killer mascarado que resolve recriar cenas clássicas de filmes de terror. O mais recente alvo do bandido é um acampamento de férias, como em “Sexta-Feira 13”, mas Batman pretende estar lá para impedi-lo. A história de Dauberman é uma das dez contidas na publicação, que também inclui aventuras sobrenaturais de Superman, Mulher-Maravilha, Zatanna, Monstro do Pântano e o Demônio, criado por Jack Kirby. A revista será lançada nesta quarta (10/10) em versão digital. Veja as primeiras páginas abaixo. Como curiosidade, o design da capa da publicação presta homenagem aos quadrinhos de terror da antiga editora EC Comics, que sofreu perseguição e censura da extrema direita americana até falir em 1956, mas não sem antes legar para a cultura pop o título “Contos da Cripta” (Tales from the Crypt). Outro detalhe interessante é que o título “Comic Cavaldade” é resgate do nome de uma revista em quadrinhos dos anos 1940, que tinha formado de antologia e reunia histórias curtas de heróis que tinham revistas próprias, como, na época, Mulher-Maravilha, Flash e Lanterna Verde (as versões da Era de Ouro). Para completar as informações, a ligação do roteirista com a DC vai continuar depois dos quadrinhos. Dauberman está participando do desenvolvimento de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano, que vai chegar em breve à plataforma de streaming DC Universe.
CW renova The Outpost, Burden of Truth e anuncia nova série para o verão norte-americano de 2019
A rede The CW renovou toda a sua programação de verão deste ano, o que inclui as séries “Burden of Truth” e “The Outpost”, e ainda anunciou uma nova atração para o mesmo período em 2019, “Bulletproof”. A renovação de “The Outpost” foi a maior surpresa, tendo em vista a baixa audiência da série (média de 628 mil telespectadores). Muitos sites especializados dos Estados Unidos já a consideravam cancelada. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganhou créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco experientes, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), o citado Jake Stormoen, Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma fantasia passada num reino imaginário medieval, que acompanha a vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e interpretações canastronas podem sugerir. Ao contrário da companheira de veraneio, “Burden of Truth” já tinha a renovação garantida. A série é uma produção original canadense do canal CBC, que anunciou a produção da 2ª temporada antes mesmo da estreia americana. Ao adquirir os direitos de exibição, o CW trouxe de volta ao canal a atriz Kristin Kreuk, que se destacou nos elencos de “Smallville” e “Beauty and the Beast”. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue” e “King”), a série traz Kreuk no papel da advogada corporativa Joanna Hanley, que retorna à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que processam a empresa que ela representa após ficarem doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e seu advogado de cidade pequena – seu ex-colega de escola Billy Crawford (Peter Mooney, de “Rookie Blue”). Mas depois da vitória, descobre que as meninas estão mais doentes do que se pensava, e embora seu cliente não seja culpado, há algo sério por trás dessa história. Ela precisa então decidir se ajuda as meninas e o advogado do interior em uma nova luta ou se volta para a cidade grande e sua carreira de sucesso. A renovação coletiva reflete a estratégia da rede CW de dar chances para suas séries explorarem seus potenciais com reprises em plataformas de streaming. A CW é a rede que menos cancela séries nos Estados Unidos. E com um dia a mais de programação, já que passará a exibir séries aos domingos a partir deste mês, anunciou a encomenda de mais uma produção para o próximo verão. “Bulletproof” é uma produção inglesa, originalmente produzida para o canal pago britânico Sky One, com seis episódios em sua 1ª temporada. Ela traz Noel Clarke (“Doctor Who”) e Ashley Walters (“Speed Racer”) como policiais de origens muito diferentes – o personagem de Clarke é filho orgulhoso de um policial condecorado, enquanto o de Walters cresceu em um lar adotivo e na rua. Ambos trabalham como parceiros no East End de Londres e tem um forte vínculo. Clarke e Walters co-criaram a série com o roteirista Nick Love (“Esquadrão Sem Limites”). Exibida entre maio e junho no Reino Unido, a série foi renovada para uma 2ª temporada de mais seis episódios. Os 12 capítulos devem ser exibidos juntos nos Estados Unidos.
James Gunn fecha com a DC e vai fazer Esquadrão Suicida 2
Sem querer, a Disney ajudou a Warner a impulsionar o universo cinematográfico da DC Comics. Demitido pelo presidente dos estúdios Disney da direção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, após campanha da extrema direita americana, que denunciou tuítes de humor impróprio escritos há uma década, James Gunn trocou a Marvel pela DC e assinou contrato para comandar a continuação de “Esquadrão Suicida”. Ele vai escrever o roteiro do novo filme dos supervilões dos quadrinhos, com a opção de assumir sua direção, caso a Warner se encante com a história e tudo se encaminhe de forma esperada. Apenas um roteiro decepcionante o impediria de comandar o filme. Mas quem escreveu o divertido “Esquadrão da Galáxia Vol. 2” dificilmente faria pior que David Ayer, responsável pelo decepcionante “Esquadrão Suicida”, um dos piores filmes da DC Comics. A Warner tem procurado encontrar a pessoa certa para desenvolver a continuação desde a estreia do longa original, que, apesar de destruído pela crítica (28% no Rotten Tomatoes), teve boa bilheteria (quase US$ 750 milhões) em 2016. Antes de fechar com Gunn, o estúdio recusou abordagens do diretor original, David Ayer, assim como de Gavin O’Connor (“O Contador”), e também chegou a conversar com Mel Gibson (“Até o Último Homem”) e Daniel Espinosa (“Vida”). Mas o projeto não avançou. Fontes da Warner informaram ao site The Wrap que Gunn não está desenvolvendo uma “sequência”, mas uma história com abordagem completamente diferente sobre os vilões da DC, que são forçados a trabalhar para o governo em troca da diminuição de suas penas criminais. A revista The Hollywood Reporter corroborou as informações.
The Walking Dead perde metade da audiência na estreia da 9ª temporada
A estreia da 9ª temporada de “The Walking Dead”, exibida no domingo (7/10), manteve a tendência de queda na audiência da atração nos Estados Unidos. Intitulado “New Beginning”, o episódio foi visto por 6,1 milhões de espectadores ao vivo no canal pago AMC. O número representa perda de quase metade da audiência que assistiu ao começo da 8ª temporada (11,4 milhões) e só supera a estreia da atração em 2010 (5,3 milhões), quando a série dava seus primeiros passos. Para completar a má notícia, o público da temporada inaugural era mais qualificado, rendendo 2,7 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), contra os 2,5 pontos marcados no último fim de semana. A comparação com o desempenho anterior é especialmente preocupante porque o primeiro episódio costuma ser um dos mais vistos de cada temporada. E a abertura deste ano teve menos público que o episódio menos assistido do arco anterior – 6,2 milhões, sintonia do antepenúltimo capítulo da 8ª temporada, exibido em janeiro. Apesar disso, “The Walking Dead” continua como carro-chefe do canal AMC e uma das maiores audiências da TV paga americana. A diferença é que já foi uma das maiores audiências da TV de modo geral, superando a maioria dos programas das grandes redes nacionais exibidos na TV aberta. A série retornou com um salto temporal para mostrar como ficou a convivência entre as diferentes comunidades após a derrota de Negan (Jeffrey Dean Morgan). O arco atual vai marcar a despedida de dois protagonistas da série: Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, que vive Maggie, confirmaram que deixam “The Walking Dead” nos próximos capítulos.
Nova super-heroína da TV, Batwoman ganha primeira foto oficial
A rede The CW divulgou a primeira imagem oficial da atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) como Batwoman. A heroína será introduzida no próximo crossover das séries de super-heróis da DC Comics exibidas pela emissora, previsto para dezembro nos Estados Unidos, envolvendo episódios de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Segundo a descrição oficial, Rose interpretará Kate Kane, uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Rose terá a distinção de interpretar a primeira super-heroína homossexual com série própria, já que os planos do canal são lançar uma atração com a personagem após o crossover, intitulado “Elseworlds”. Além da Batwoman, o evento especial também contará com as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço (que ele já desempenhou em “Supergirl”) e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.












