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    Lutador de UFC Conor McGregor entra no remake de “Matador de Aluguel”

    3 de agosto de 2022 /

    O lutador de UFC Conor McGregor vai fazer a sua estreia como ator. Segundo o site Deadline, ele vai participar do remake de “Matador de Aluguel” (Road House), que será estrelado por Jake Gyllenhaal (“Ambulância – Um Dia de Crime”). Não foram divulgados detalhes a respeito do papel interpretado por McGregor, mas é possível que ele tenha algum relacionamento profissional com o personagem de Gyllenhaal. Afinal, nessa versão o protagonista será um lutador veterano de UFC. Clássico podreira da década de 1980 estrelado por Patrick Swayze (“Donnie Darko”), “Matador de Aluguel” acompanha um sujeito misterioso que trabalha como segurança de um bar de beira de estrada e passa a proteger a cidade de um empresário corrupto. O elenco da nova versão ainda contará com Billy Magnussen (“007: Sem Tempo Para Morrer”), Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), Gbemisola Ikumelo (“A League of Their Own”) e Travis Van Winkle (“The Last Ship”). A direção está à cargo de Doug Liman (“Feito na América”). “Estou emocionado por dar meu próprio toque no amado legado da ‘Matador de Aluguel’. E mal posso esperar para mostrar ao público o que Jake e eu vamos fazer com esse papel icônico”, afirmou o diretor. O novo “Matador de Aluguel” é uma produção do serviço de streaming Prime Video, que também ficará responsável pela sua distribuição. Ainda não há previsão de estreia. Veja abaixo o trailer original de “Matador de Aluguel”.

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    Diretores de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” assinam com a Universal

    3 de agosto de 2022 /

    O cineastas Daniel Kwan e Daniel Scheinert, também conhecidos como Daniels, estão explorando um multiverso de possibilidades abertas pelo sucesso do seu novo filme, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Depois de uma carreira em clipes e no cinema indie, a dupla assinou um acordo de produção de cinco anos com o estúdio Universal para desenvolver novos projetos. O acordo é similar ao assinado pelo cineasta Jordan Peele que resultou, recentemente, no sucesso “Não! Não Olhe!”, em cartaz nos cinemas americanos. “Estamos lisonjeados, gratos e um pouco impressionados”, disseram os Daniels. “Para todos os fãs, obrigado por tornarem as nossas carreiras possíveis, vamos tentar não decepcioná-los.” Mas os Daniels não vão abandonar completamente o estúdio indie A24, com quem fizeram seus primeiros filmes. Eles também estão envolvidos na produção da série de comédia “Mason”, desenvolvida pelo estúdio para o canal pago americano Showtime. “Mason” narra a história de um sujeito quieto de nome Nathan, que muitas vezes é chamado de Mason, enquanto busca conexões em um mundo barulhento. A atração foi criada pelo ator Nathan Min (“Joe Pera Talks with You”), que também vai produzir e estrelar o piloto. Além de produzir, em parceria com Min e o ator Steven Yeun (“Minari: Em Busca da Felicidade”), os Daniels também vão dirigir o episódio piloto. Donos de uma carreira extensa como diretores de videoclipes, Daniel Kwan e Daniel Scheinert estrearam no cinema em 2016 com o filme “Um Cadáver Para Sobreviver”, estrelado por Paul Dano e Daniel Radcliffe. Recém-lançado em VOD no Brasil, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” se tornou o maior sucesso do A24 em todos os tempos. Recentemente, a sci-fi de ação ultrapassou a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

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    J.K. Simmons dá voz a monstro em trailer de comédia de terror

    3 de agosto de 2022 /

    A plataforma de streaming Shudder divulgou o primeiro trailer do terror “Glorious”, que conta com uma participação no mínimo curiosa do ator J.K. Simmons (vencedor do Oscar por seu papel em “Whiplash: Em Busca da Perfeição”). A prévia mostra um sujeito (Ryan Kwantenm, de “True Blood”) que está perdido na vida depois do término do seu relacionamento. Certo dia, ele vai parar no banheiro de um posto de gasolina e uma voz (de Simmons) começa a conversar com ele. O misterioso sujeito parece estar na cabine ao lado. E o meio de comunicação entre eles é um “glory hole”, ou seja, um pequeno buraco na parede, feito para que pessoas estranhas possam fazer sexo umas com as outras. Quando o protagonista tenta escapar daquele lugar, ele percebe a dimensão do perigo que enfrenta. O filme parece adquirir grandes proporções, quando aquela misteriosa voz ganha contornos de uma ameaça Lovecraftiana. “Glorious” tem direção de Rebekah McKendry (“All the Creatures Were Stirring”). O filme estreia dia 18 de agosto, na plataforma de streaming Shudder. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Ellen Pompeo troca “Grey’s Anatomy” por minissérie

    3 de agosto de 2022 /

    A atriz Ellen Pompeo vai se afastar de “Grey’s Anatomy” para estrelar uma minissérie. Aproveitando o gancho do final da 18ª temporada da série médica, em que Meredith (a personagem de Pompeo) assume a função de chefe interina de cirurgia do Grey Sloan Memorial, ela estará “ocupada” e aparecerá em menos episódios. Ao todo, Pompeo atuará em apenas oito capítulo da 19ª temporada, que está começando a produção. Mas continuará a narrar e a atuar como produtora executiva de toda a temporada. A redução ocorre para ela atuar em seu primeiro papel diferente em quase duas décadas. Pompeo vai estrelar a minissérie “Orphan”, da plataforma Hulu, baseada numa história real que parece a trama do filme de terror “A Órfã” (2009). Criada por Katie Robbins (roteirista de “The Affair”), a série vai contar o que levou Kristine Barnett (papel de Pompeo) e seu marido Michael a abandonar a filha adotiva, Natalia, em 2013, quando a menina tinha apenas 9 anos de idade. A jovem Natalia era natural de Ucrânia e sofria de nanismo. O caso gerou uma comoção global quando se descobriu que os pais adotivos tinham colocado a garota num apartamento e se mudado para o Canadá. Porém, numa virada que parece ter saído diretamente do filme “A Orfã” (2009), Kristine e Michael alegaram que a menina era, na verdade, uma mulher adulta que sofria problemas psicológicos e estava se passando por uma criança. Os pais adotivos ainda afirmaram que Natalia passou a ameaçar as suas vidas e as vidas dos seus filhos biológicos. Após uma investigação, as acusações de abandono contra Kristine Barnett e Michael Barnett foram retiradas. Mas Natalia negou as acusações de que ela estavam enganado os seus pais. O projeto dessa série já está sendo desenvolvido há algum tempo. Em certo momento, o comediante Mike Epps (“The Upshaws”) chegou a se envolver com a produção. Além de estrelar, Pompeo também vai atuar como produtora executiva de “Orphan”.

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    Atriz de “The Handmaid’s Tale” entra no reboot de “O Exorcista”

    3 de agosto de 2022 /

    A atriz Ann Dowd, conhecida pelos seus papeis nas séries “The Leftovers” e “The Handmaid’s Tale”, entrou no elenco da nova versão de “O Exorcista”, que será dirigida pelo cineasta David Gordon Green (“Halloween”). O filme marcará um reencontro de Dowd e Green, depois de terem trabalhado juntos na comédia “Especialista em Crise”. O papel de Dowd nesse novo “Exorcista” não foi divulgado. Assim como em “Halloween”, o próximo “O Exorcista” será uma continuação direta do primeiro filme, sem considerar as histórias subsequentes exibidas no cinema, e contará até com uma das integrantes do elenco original. O grande destaque é o retorno da atriz Ellen Burstyn, que irá reprisar o papel de Chris MacNeil, a mãe da jovem Regan, que foi possuída por um demônio nos anos 1970. Por seu desempenho, Burstyn foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, uma das dez nomeações de “O Exorcista” em 1974. Mas ela não participou das sequências de cinema. No novo longa, a personagem da atriz ajudará o pai de outra criança possuída. O papel principal será desempenhado por Leslie Odom Jr (“Uma Noite em Miami”). Curiosamente, a atriz Linda Blair, que interpretou a jovem possuída no primeiro filme, não foi convidada a participar desse novo filme. Produzido pela Universal Pictures, em parceria com a Blumhouse e Morgan Creek, o filme tem sua estreia marcada para o dia 13 de outubro de 2023. Após a janela cinematográfica, a produção será disponibilizada com exclusividade pela Peackock, plataforma de streaming da NBCUniversal, que também participa do financiamento da produção. Ann Dowd será vista em breve no telefilme “The President Is Missing”, e nos filmes “The Independent” e “The Undertaker’s Children”, todos sem data de estreia.

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  • Filme

    Jake Gyllenhaal vai estrelar remake de “Matador de Aluguel”

    2 de agosto de 2022 /

    O ator Jake Gyllenhaal (“Ambulância – Um Dia de Crime”) vai estrelar o remake de “Matador de Aluguel” (Road House), clássico podreira da década de 1980 estrelado por Patrick Swayze (“Donnie Darko”). A trama do filme original acompanha um sujeito misterioso (interpretado por Swayze) que trabalha como segurança de um bar de beira de estrada e passa a proteger a cidade de um empresário corrupto. Na nova versão, o sujeito (interpretado por Gyllenhaal) será um lutador de UFC veterano. O elenco ainda contará com Billy Magnussen (“007: Sem Tempo Para Morrer”), Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), Gbemisola Ikumelo (“A League of Their Own”) e Travis Van Winkle (“The Last Ship”). A direção está à cargo de Doug Liman (“Feito na América”). “Estou emocionado por dar meu próprio toque no amado legado da ‘Matador de Aluguel’. E mal posso esperar para mostrar ao público o que Jake e eu vamos fazer com esse papel icônico”, afirmou o diretor. O novo “Matador de Aluguel” é uma produção do serviço de streaming Prime Video, que também ficará responsável pela sua distribuição. Ainda não há previsão de estreia. Jake Gyllenhaal tem diversos projetos encaminhados, entre eles os filmes “The Interpreter”, dirigido por Guy Ritchie (“Infiltrado”), “The Division”, de Rawson Marshall Thurber (“Alerta Vermelho”), e “Prophet”, comandado por Sam Hargrave (“Resgate”). Nenhum deles tem previsão de estreia. Veja abaixo o trailer original de “Matador de Aluguel”.

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    Elisabeth Moss vai estrelar nova série do criador de “Peaky Blinders”

    2 de agosto de 2022 /

    A atriz Elisabeth Moss, estrela de “The Handmaid’s Tale”, vai estrelar a série limitada “The Veil”, nova criação do prolífico roteirista Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”, “See” e “Taboo”). “The Veil” será focada na relação problemática entre duas mulheres. Uma delas tem um segredo e a outra precisa revelá-lo, com o intuito de salvar milhares de vidas. A atração terá locações em Istambul, Paris e Londres. “Estou absolutamente emocionado por contar esta história, que é verdadeiramente internacional e muito contemporânea”, afirmou Knight. “The Veil” está sendo desenvolvida pelo serviço de streaming Hulu (que também produziu “The Handmaid’s Tale”), em parceria com o canal pago americano FX. Ainda não há previsão de estreia. Moss será vista em breve na 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Seus projetos futuros incluem o filme “Next Goal Wins”, dirigido por Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”), o telefilme “She Will Rise”, sobre a vida da congressista americana Katie Hill, e “Francis and the Godfather”, sobre os bastidores do clássico “O Poderoso Chefão”.

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  • Filme

    Selena Gomez vai produzir reboot do clássico “Uma Secretária de Futuro”

    2 de agosto de 2022 /

    A atriz/produtora/cantora Selena Gomez (“Only Murders in the Building”) está em negociações para produzir um reboot de “Uma Secretária de Futuro” (Working Girl), clássico da década de 1980 estrelado por Harrison Ford, Sigourney Weaver e Melanie Griffith. Dirigido por Mike Nichols, “Uma Secretária de Futuro” (1988) contava a história de uma secretária (Griffith) que assume o lugar da sua chefe, quando esta quebra a perna, fingindo ser uma poderosa executiva do mercado de ações. A comédia recebeu seis indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme. Não está claro se Gomez também estrelará a nova versão. Detalhes sobre a trama do reboot ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o roteiro está a cargo de Ilana Peña, criadora da série “Diário de uma Futura Presidente”. Essa não será a primeira reimaginação da história original. Em 1990, uma série homônima, estrelada pela então iniciante Sandra Bullock (“Cidade Perdida”), foi desenvolvida para o canal americano NBC. Mas a atração durou apenas 12 episódios. Selena Gomez pode ser vista atualmente na 2ª temporada da série “Only Murders in the Building”, em exibição no serviço de streaming Hulu (que também deve distribuir a nova versão de “Uma Secretária de Futuro”). Seus próximos projetos incluem os filmes “In the Shadow of the Mountain” e “Spiral”, ambos sem previsão de estreia. Veja abaixo um trailer nacional da versão original de “Uma Secretária de Futuro”.

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    Incêndio atinge lendária Cinecittá, a Hollywood italiana

    2 de agosto de 2022 /

    Um incêndio destruiu uma parte do histórico estúdio Cinecittà, em Roma. O fogo começou na tarde de segunda-feira (1/8) e precisou de três equipes de bombeiros para ser apagado. A fumaça podia ser vista a quilômetros de distância. Segundo informações apuradas pelo site Deadline, o fogo começou em um set que reproduzia a Florença Renascentista. O set em questão já estava em processo de desmontagem. Ninguém saiu ferido. Mas as imagens que chegaram nas redes sociais são de destruição total. Veja os vídeos abaixo. Embora as causas do incêndio ainda não tenham sido apuradas, a ameaça de incêndios é crescente na Europa, devido às ondas de calor extremas que o continente enfrenta. “Havia muito vento e fazia muito calor, tipo 40 graus. O fogo foi apagado muito rapidamente. Mas também se desenvolveu em dois minutos. Não sabemos como”, explicou Natalia Barbosa, coordenadora de produção do filme “Devon House”, que atualmente está sendo filmado em Cinecittà. Os estúdios Cinecittà foram palco de alguns dos maiores sucessos do cinema italiano e mundial. Filmes clássicos, como “Ben-Hur” (1959), “A Doce Vida” (1960), “8 ½” (1963), “Cleópatra” (1963), “Era uma Vez na América” (1984) e, mais recentemente, “Casa Gucci”, foram apenas algumas das muitas produções rodadas por lá. Infelizmente, essa não é a primeira vez que um incêndio destrói parte do estúdio. Já houveram pelo menos dois outros incidentes, um em 2007 (que destruiu parte dos sets da série “Roma”) e outro em 2012. Desta vez, o fogo causou o atraso de várias produções, entre elas “The Old Guard 2”, estrelada por Charlize Theron, que está sendo filmada na Cinecittà e precisou ser paralisada. Não há informações sobre a data de retorno das filmagens. #BREAKING #ITALY #ITALIA 🔴 ITALY : #VIDEO HUGE FIRE AT FAMOUS CINECITTA STUDIOS IN ROME! Some pavilions have burnt to the ground.No casualties.#BreakingNews #Cinecitta #Rome #Roma #Fire #Incendio #Incendie pic.twitter.com/lJZyuTRaZq — loveworld (@LoveWorld_Peopl) August 1, 2022 Rome’s famed #Cinecittà film studios went up in flames today. There was nobody injured in the fire which destroyed the sets of ‘Firenze rinascimentale’ and ‘Assisi’ before the blaze was put out by firefighters.pic.twitter.com/pcu2lFwbNZ — Wanted in Rome (@wantedinrome) August 1, 2022 Incendio agli studi di Cinecittà: distrutta scenografia #incendio #Cinecittà #localteam pic.twitter.com/C9Lwd88Ud0 — Local Team (@localteamtv) August 1, 2022 Cecchi Paone davanti la casa del #GrandeFratello#Roma #Cinecitta #incendioroma #incendio #GFvip pic.twitter.com/EKX51mIRzK — La Scimmia (@annidicera) August 1, 2022

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    Jesse Eisenberg estreia como diretor no Festival de Sarajevo

    2 de agosto de 2022 /

    O ator Jesse Eisenberg (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) será homenageado no Festival de Cinema de Sarajevo, que acontece entre os dias 12 e 19 de agosto. Na ocasião, Eisenberg vai receber Prêmio Honorário Coração de Sarajevo e exibir o filme “When You Finish Saving The World”, que marca a sua estreia como diretor. “When You Finish Saving The World” acompanha uma mulher dedicada a ajudar pessoas que passam por dificuldades. Mas, enquanto encontra tempo para se dedicar aos outros, ela própria não consegue se conectar com o seu filho, um jovem que deseja se tornar uma celebridade da internet. Estrelado por Julianne Moore (“Depois do Casamento”) e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), o filme teve a sua estreia no Festival de Sundance e, posteriormente, foi exibido na mostra Semana da Crítica, em Cannes. Atualmente, “When You Finish Saving The World” está com 66% de aprovação no Rotten Tomatoes. Eisenberg não será o único homenageado no evento. O festival também vai entregar o mesmo prêmio para o ator Mads Mikkelsen (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), seguido pela exibição do filme “A Caça”, que lhe rendeu o troféu de Melhor Ator no Festival de Cannes de 2012. Mikkelsen deveria ter recebido o prêmio em 2020, mas a homenagem atrasou por conta da pandemia.

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    Festival de San Sebastián divulga seleção com novo filme de Florence Pugh

    2 de agosto de 2022 /

    O Festival de San Sebastián divulgou a lista completa com os filmes selecionados para a sua 70ª edição, que vai acontecer entre os dias 16 e 24 de setembro. Entre os destaques estão “The Wonder”, dirigido pelo chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”) e estrelado por Florence Pugh (“Viúva Negra”), e “Top/Walk Up”, do cineasta coreano Hong Sang-soo (“A Mulher que Fugiu”). Produção da Netflix, “The Wonder” é uma adaptação do romance “O Milagre”, escrito por Emma Donoghue. A trama se passa na Irlanda, no ano de 1859, e acompanha uma enfermeira chamada para cuidar que uma criança que supostamente sobrevive há meses sem comer. Já “Top/Walk Up” conta a história de um cineasta de meia-idade que se reúne com a filha que ele não vê há anos. Os dois visitam um prédio com o intuito de alimentar o desejo da filha por design de interiores. Outros títulos de destaque são “Winter Boy”, dirigido pelo cineasta francês Christophe Honoré (“Conquistar, Amar e Viver Intensamente”), “Sparta”, novo trabalho do diretor austríaco Ulrich Seidl (“Paraíso: Esperança”), e “A Hundred Flowers”, que marca a estreia na direção do produtor japonês Genki Kawamura (responsável pelas animações “Seu Nome” e “O Tempo com Você”). A lista completa dos filmes selecionados pode ser conferida abaixo. O festival ainda vai prestar homenagens ao cineasta canadense David Cronenberg (“Crimes do Futuro”) e à atriz Juliette Binoche (série “A Escada”), na consagração do prestigioso Prêmio Donostia. Além da homenagem, Juliette Binoche também estampa o cartaz oficial da festival. FILMES EM COMPETIÇÃO “The Substitute”, de Diego Lerman “Great Yarmouth – Provisional Figures”, de Marco Martins “A Hundred Flowers”, de Genki Kawanura “Il Boemo”, de Pert Vaclav “Winter Boy”, de Christophe Honore “The Kings Of The World”, de Laura Mora “Pornomelancholia”, de Manuel Abramovich “Forever”, de Frelle Petersen “Runner”, de Marian Mathias “Sparta”, de Ulrich Seidl “The Wonder”, de Sebastian Lelio “Top/Walk Up”, de Hong Sango-Soo FORA DE COMPETIÇÃO “Tax Me If You Can”, de Yannick Kergoat

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    Joey King vai fazer sci-fi distópica na Netflix: “Realização de um sonho”

    2 de agosto de 2022 /

    A atriz Joey King (“A Barraca do Beijo”) afirmou que o lançamento do seu próximo filme com a Netflix vai marcar a realização de um sonho pessoal. Intitulado “Uglies”, o filme adapta o primeiro de uma série de livros de ficção científica escritos por Scott Westerfeld e publicados no Brasil com o título de “Feios”. Em entrevista ao site Deadline, King disse que é fã da série de livros desde a infância. “Ser capaz de fazer isso e ser a protagonista desses filmes e também me divertir tanto fazendo isso – que sonho realizado!”, contou ela. A admiração da atriz pelos livros é tamanha que foi ela quem levou o projeto para a Netflix, que produziu e vai distribuir o filme – possivelmente com o intuito de transformá-lo numa franquia, uma vez que Scott Westerfeld escreveu quatro volumes dessa história. A trama de “Feios” se passa num futuro distópico, em que todos passam por cirurgias aos 16 anos para eliminar quaisquer “imperfeições” percebidas em suas aparências, conformando-se assim a um único padrão de beleza. Mas nem todos os jovens se submetem a esse sistema. Eles são chamados de “feios” por se contentarem em parecer normais. Além de estrelar, Joey King também é produtora executiva do projeto. O elenco ainda conta com Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”) e Chase Stokes (série “Outer Banks”). Já a direção ficou a cargo de McG (“A Babá”). “Uglies” ainda não tem previsão de estreia. Joey King será vista em breve no filme de ação “Trem-Bala”, em que divide a cena com Brad Pitt (“Era Uma Vez Em… Hollywood”) e Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”). Com direção de David Leitch (“Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”), “Trem-Bala” estreia nessa quinta-feira, dia 4, nos cinemas brasileiros.

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    Os 7 de Chicago demonstra que a intolerância do passado ainda é muito atual

    15 de novembro de 2020 /

    Aaron Sorkin adora tribunais. Dentre as obras roteirizadas por ele, são comuns tramas passadas de tribunais (como em “Questão de Honra” e “A Grande Jogada”) ou em meio a discussões jurídicas (“A Rede Social” e a série “The Newsroom”). O motivo é simples: a ambientação serve ao objetivo de Sorkin de destilar seus diálogos ácidos, rítmicos, inteligentes e musicalmente compostos. E nesse sentido, “Os 7 de Chicago”, seu trabalho mais recente, mantém a tradição de narrativas desenvolvidas diante de um juiz, mas com uma diferença essencial. O filme narra a história real do julgamento de sete pessoas acusadas de conspiração pelo governo americano. Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Jerry Rubin (Jeremy Strong), David Dellinger (John Carroll Lynch), Tom Hayden (Eddie Redmayne), Rennie Davis (Alex Sharp), John Froines (Danny Flaherty) e Lee Weiner (Noah Robbins) estavam entre as milhares de pessoas envolvidas em protestos contraculturais e contra a Guerra do Vietnã ocorridos em Chicago, durante a Convenção Nacional Democrata em 1968. Os protestos culminaram em um conflito violento com a polícia e, como resultado, os sete foram presos, juntamente com Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), ativista político e co-fundador dos Panteras Negras, e usados como bodes expiatórios com o intuito de frear qualquer manifestação do tipo em território americano. Os interesses escusos do governo são expostos ao jovem promotor Richard Schultz (Joseph Gordon-Levitt) que aceita, a contragosto, a tarefa de tentar condená-los. Estabelecendo uma aproximação com a contemporaneidade, Sorkin mostra a década de 1960 – e mais especificamente, o ano de 1968 – como um período de constantes conflitos e pouco entendimento. Era uma época divisiva, na qual gerações distintas eram incapazes de estabelecer qualquer tipo de diálogo. Os principais articuladores do protesto, vindos do movimento estudantil e da cultura hippie, eram vistos como um oposto perigoso à cultura conservadora, aqui representada pela figura do juiz do caso (interpretado por Frank Langella), que distorce a lei para atender aos seus próprios preconceitos. Porém, a divisão também acontecia dentro das lideranças. E o diretor/roteirista é hábil ao estabelecer essas diferenças logo de início. Ao apresentar os personagens, Sorkin nos mostra as visões de mundo e o que cada um deles espera daquele protesto. São visões complementares, porém distintas. E nisso se destacam as atuações de Sacha Baron Cohen e Eddie Redmayne. Os dois atores encaram seus personagens como figuras inteligentes, mas opostas. Enquanto Hoffman usa a percepção negativa que as pessoas têm sobre ele a seu favor, Hayden é muito mais pragmático e politizado. Um deseja uma revolução sóciocultural, e o outro uma revolução política. Mais do que o julgamento si, o principal conflito de “Os 7 de Chicago” se dá no confronto entre esses dois. E para priorizar esse conflito, Sorkin manipula a temporalidade do filme, abusando de flashbacks e de uma narrativa fora de ordem. Amplamente utilizados ao longo da sua carreira, esses recursos são um pouco confusos em alguns momentos, mas funcionam ao apresentarem as informações ao público na mesma ordem que elas são introduzidas no tribunal. Além disso, diretor adota um estilo frenético, criando tensão ao misturar imagens reais dos protestos com aquelas captadas em tom igualmente realista. Mas a grande diferença deste filme em relação às demais obras do autor é o tom dos diálogos. Aqui, é visível como o roteirista diminuiu um pouco o seu ritmo, apostando muito mais na compreensão da sua mensagem do que na sonoridade das suas palavras. Os diálogos são mais lentos, pausados e, nem por isso, menos significativos. Embora seja menos objetivo do que Spike Lee (“Destacamento Blood” e “Infiltrado na Klan”) em sua abordagem, Sorkin tem o mesmo alvo: olhar para a década de 1960 como tentativa de compreender o presente. Em particular, os abusos racistas sofridos pelo único réu negro do caso, Bobby Seale, aproximam claramente os protestos de antes e os mais recentes – contra abusos similares que levaram aos assassinatos de George Floyd, Breonna Taylor e outros, fomentando o movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Ao incluir neste quadro o abismo de visões de mundo que cercaram a recente eleição presidencial americana, fica bem demonstrado que o passado apresentado na tela ainda é muito atual.

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