“O Senhor dos Anéis” vai ganhar longa animado
A Warner anunciou um retorno à Terra Média. O estúdio prepara um longa animado sobre o universo de “O Senhor dos Anéis”, criado por J.R.R. Tolkien. Intitulado “The Lord of the Rings: The War of the Rohirrim” em inglês, o lançamento da New Line e da Warner Bros. Animation contará com direção e produção de Kenji Kamiyama e Joseph Chou, dupla por trás dos recentes animes “Ghost in the Shell SAC_2045” e “Ultraman” na Netflix. O roteiro está a cargo de Jeffrey Addiss e Will Matthews, que trabalharam juntos em outra produção da Netflix, “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. Vale lembrar que a trama clássica de “O Senhor dos Anéis” já foi transformada num longo animado. O desenho homônimo foi lançado em 1978 com direção do lendário Ralph Bakshi (“O Gato Fritz”), mas não fez um décimo do sucesso das produções live-action da Warner comandadas por Peter Jackson nos anos 2000. Jackson não está envolvido no novo projeto, mas Philippa Boyens, que co-escreveu as trilogias dos “Anéis” e do “Hobbit” serve como consultora da animação. A trama tem ligação com a trilogia cinematográfica – e os livros de Tolkien – , ao se concentrar em uma história não contada por trás do Abismo de Helm, a fortaleza no centro da batalha épica de “As Duas Torres”. A história será ambientada centenas de anos antes da guerra e, de acordo com o anúncio, será centrada em Helm Mão-de-Martelo, o rei de Rohan. “Todos nós da New Line sentimos uma profunda afinidade com o mundo extraordinário que JRR Tolkien criou, então a oportunidade de mergulhar de volta na Terra Média com a equipe da Warner Bros. Animation é um sonho que se tornou realidade”, disserem em comunicado conjunto a COO da Warner Bros. Carolyn Blackwood e o presidente e CCO da New Line, Richard Brener. “Os fãs conhecem o Abismo Deep como o palco de uma das maiores batalhas já filmadas e, com muitos dos mesmos criadores visionários envolvidos e o brilhante Kenji Kamiyama no comando, não poderíamos estar mais animados para apresentar uma nova visão de sua história que convidará o público global a experimentar a rica e complexa saga da Terra Média de uma maneira nova e emocionante. ” A trilogia inicial dos Anéis arrecadou US$ 2,9 bilhões e venceu 17 Oscars. Seu sucesso continuou em muitas edições de DVD/Blu-ray, como referência da cultura pop e como atração para o turismo na Nova Zelândia, onde os filmes foram feitos. Por conta dessa popularidade, a Amazon adquiriu os direitos para transformar esse universo numa série, que será a mais cara de todos os tempos, custando quase meio bilhão de dólares por temporada. Ainda não há previsão para o lançamento da animação ou para a série de “O Senhor dos Anéis”.
Fusão entre Warner e Discovery ganha nome oficial
A empresa resultante da fusão da WarnerMedia com a Discovery definiu seu nome. O anúncio foi feito nesta terça (1/6) pelo novo chefe do conglomerado, o atual CEO da Discovery, David Zaslav, numa reunião com funcionários no estúdio da Warner Bros. em Burbank. O meganegócio, que sacudiu o mercado ao ser anunciado em 17 de maio, gerou uma nova pessoa jurídica que já nasce como um dos maiores conglomerados de mídia do mundo, chamado… Warner Bros. Discovery. Avaliada em US$ 200 bilhões, a nova companhia também ganhou um logotipo. A imagem não causou o mesmo entusiasmo do anúncio da fusão, mas pode ser vista acima. Além disso, foi revelado que o slogan da empresa incluirá a frase “a matéria de que os sonhos são feitos”, referência a uma frase icônica do filme “Relíquia Macabra” (The Maltese Falcon), um dos primeiros filmes do gênero noir, lançado pela Warner nos cinemas há 80 anos. “A Warner Bros. Discovery aspirará ser o lugar mais inovador, empolgante e divertido do mundo para contar histórias – é disso que a empresa representará”, disse Zaslav na apresentação. “Adoramos o nome da nova empresa porque representa a combinação do legado fabuloso de 100 anos de narrativa criativa e autêntica da Warner Bros., assumindo riscos ousados para dar vida às histórias mais incríveis, com a marca global da Discovery que sempre se destacou pela integridade, inovação e inspiração. Existem tantas culturas criativas, maravilhosas e jornalísticas que farão parte da família Warner Bros. Discovery. Acreditamos que será o melhor e mais emocionante lugar do mundo para contar histórias grandes, importantes e impactantes em qualquer gênero – e em qualquer plataforma: filme, televisão e streaming”, completou. Uma das principais questões que Wall Street tem se perguntado é como serão as ofertas de streaming da nova empresa. No anúncio da fusão, Zaslav defendeu “flexibilidade na forma como combinaremos nossos serviços de streaming”, acrescentando que pretende “olhar para a gama de opções para alavancar valor aqui nos EUA e em todo o mundo”. Isto pode variar de uma superplataforma ao estilo da Netflix, com todos os ativos em um único serviço, ou uma oferta de diferentes serviços, semelhante ao que a Disney está fazendo com Disney+, Hulu e ESPN+ nos EUA. Tanto a Warner, com a HBO Max, quanto a Discovery, com a Discovery Plus, têm atualmente plataformas de streaming próprias.
Criador de “Watchmen” prepara nova série
Depois do sucesso de “The Leftovers” e “Watchmen” na HBO, Damon Lindelof vai lançar sua próxima série num streaming rival. O produtor-roteirista está desenvolvendo com Tara Hernandez (“The Big Band Theory”) a série “Mrs. Davis”, sobre um duelo entre fé e tecnologia no mundo moderno, que chegará no serviço de streaming Peacock, ainda não disponível no Brasil. Apesar disso, a produção permanecerá a cargo da Warner Bros., dona da HBO, que detém contratos de exclusividade com ambos os criadores. Segundo comunicado, “Mrs. Davis” adotará um tom satírico e sombrio para retratar um universo em que praticamente todas as decisões do dia a dia serão feitas por meio de algoritmos. A ideia é abordar um mistério ou dilema por temporada, que será resolvido apenas no final da série. Hernandez, que atuava como roteirista em “Young Sheldon”, servirá como a showrunner e dividirá a produção com Lindelof. A dupla também trabalhará a quatro mãos nos roteiros da trama.
HBO Max revela data, preço e outros detalhes do lançamento no Brasil
Uma das novas plataformas de streaming lançadas para concorrer com a Netflix, a HBO Max finalmente definiu sua data de lançamento e preço no Brasil. Uma apresentação da Warner realizada nesta quarta-feira (26/5) anunciou que o serviço chegará oficialmente ao país – e à toda América Latina – no dia 29 de junho. Com isso, os planos de expansão da HBO Max se mantém inalterados, apesar das mudanças esperadas após a fusão da WarnerMedia com a Discovery na semana passada, que criará em breve um novo grupo de mídia responsável pelo futuro da plataforma. Em seu lançamento nacional, a HBO Max terá uma experiência de degustação, com os primeiros episódios de algumas séries disponibilizados de forma gratuita, além de um período de 7 dias de teste. As assinaturas serão oferecidas com dois preços. A opção Mobile, que permite acesso individual em celulares e tablets com exibição otimizada para pequenos dispositivos, terá custo mensal de R$ 19,97. Já a opção Multitelas, para exibição de 4k em Smart TVs e até três telas simultâneas, com possibilidade de criação de cinco perfis personalizados, sairá por R$ 28,00. Planos anuais abatem os custos, com assinaturas mobile por RS$ 14,21 e multitelas por RS$ 20,07. E há ainda um plano trimestral, com preços intermediários. O anúncio da plataforma revelou que a versão nacional não repetirá a estratégia americana de usar a distribuição simultânea de novos filmes nos cinemas e no streaming para atrair assinantes. Mas a janela entre o multiplex e o cinema em casa será diminuída. Todos os filmes da Warner serão disponibilizados na HBO Max 35 dias após a estreia nas salas de exibição. Isso inclui títulos como “Duna”, “O Esquadrão Suicida” e o novo “Space Jam”. Outro detalhe importante é que, a partir da chegada da HBO Max, a HBO Go será descontinuada. Assinantes do streaming da HBO serão automaticamente transferidos para a nova plataforma, bem como aqueles que assinam o canal pago por meio de provedores de TV por assinatura. Os usuários serão instruídos sobre a transição quando a data se aproximar. Além do conteúdo da HBO, a HBO Max também vai oferecer produções da Warner Bros. Pictures, Warner Bros. Television, Cartoon Network e outras empresas da WarnerMedia. Na prática, isso coloca na mesma plataforma filmes e séries de super-heróis da DC Comics, clássicos como “Cidadão Kane” e “Casablanca” e programas televisivos de sucesso, como “The Big Bang Theory”, “Friends” e “Rick and Morty”. O serviço também contará com esportes, como a transmissão, por exemplo, dos jogos da Champions League, a liga europeia de futebol, que serão apresentados ao vivo. Além disso, a HBO Max seguirá investindo em conteúdo próprio, como as séries “The Flight Attendant”, estrelada por Kailey Cuoco, “Raised by Wolves”, de Ridley Scott, e o especial de reencontro de “Friends”. E pretende estender essa produção à América Latina, prometendo realizar 100 produções originais na região até 2022. Dois projetos brasileiros foram anunciados: o reality show “Pop Divas”, apresentado por Pabllo Vittar e Luísa Sonza, e “Jornada Astral”, programa de astrologia apresentado por Giovanna Ewbank. A empresa também pretende ampliar o serviço, depois do lançamento na América Latina, para o resto do mundo ainda em 2021. Streaming no máximo a partir de 29 de junho.#HBOMax pic.twitter.com/STBbih8Wlq — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) May 26, 2021
Robert Pattinson assina contrato de produção com a Warner
A Warner decidiu apostar alto no ator Robert Pattinson, que viverá o novo Batman do cinema em 2022. Estúdio e astro fecharam um contrato geral para produção de novos conteúdos, incluindo atrações para a HBO Max. O contrato permite que o ator seja um dos primeiros a ter acesso aos novos projetos da empresa. Desta forma, ele também garante prioridade nas negociações para participar das produções, podendo escolher qual pretende estrelar, além de garantir um bônus de produtor junto com os papéis. Pattinson ainda poderá trazer projetos para o estúdio. “Ficamos incrivelmente impressionados com o olhar de Rob para identificar novos cineastas dinâmicos. Além disso, ele está continuamente alimentando histórias emocionantes em roteiros atraentes. Estamos muito animados que a Warner Bros e New Line serão sua casa e que possamos nos beneficiar de suas paixões criativas e comerciais”, disseram Courtenay Valenti, presidente de produção e desenvolvimento da Warner Bros Pictures, e Richard Brener, presidente e chefe de criação Diretor da New Line Cinema, em declaração conjunta. “Eu tenho amado trabalhar com o estúdio ao longo dos anos e tenho muito respeito por sua dedicação, sua vontade de arriscar e seu desejo de ir além do limite de forma criativa”, afirmou o ator no mesmo comunicado. “Estou entusiasmado por trabalhar com eles para descobrir as novas vozes mais emocionantes no cinema e na televisão e ajudar a trazer suas visões à vida”. Pattinson está assumindo o papel-título icônico de Batman no vindouro filme do diretor Matt Reeves, que deverá chegar aos cinemas em março de 2022. No ano passado, ele estrelou “Tenet”, de Christopher Nolan, e antes disso fez “O Diabo de Cada Dia”, de Antonio Campos, “O Farol”, de Robert Eggers, e “Bom Comportamento”, dos irmãos Bennie e Josh Safdie, demonstrando ter mesmo uma aptidão para encontrar bons projetos de cineastas em ascensão.
“Demon Slayer” surpreende e vence “Mortal Kombat” nos EUA
O anime “Demon Slayer: Mugen Train” confirmou que é mesmo um fenômeno ao ultrapassar “Mortal Kombat” nos Estados Unidos e Canadá neste final de semana. Filme de maior bilheteria do Japão em todos os tempos, o desenho animado faturou US$ 6,4 milhões entre sexta e domingo (2/5), enquanto “Mortal Kombat” fez US$ 6,2 milhões. Os dois estrearam no fim de semana passado em posições invertidas. Eles também tiveram uma queda de arrecadação similar, de cerca de 70% em relação às suas bilheterias iniciais. Numa época “normal”, esta queda poderia ser interpretada como uma catástrofe financeira, mas durante a pandemia não é tão terrível. Afinal, a reabertura do mercado norte-americano está acontecendo em ritmo lento. Apenas 57% dos cinemas estão em funcionamento. Exibido em 1,9 mil salas, “Demon Slayer” já soma impressionantes US$ 34,1 milhões na América do Norte até o momento. Com isso, ultrapassou “Dragon Ball: Super Broly” (US$ 30 milhões) para se tornar o terceiro maior sucesso de anime lançado nos cinemas dos EUA. No exterior, o filme coleciona recordes. Ele se tornou o campeão japonês ao faturar US$ 368 milhões e virou o anime de maior bilheteria da História ao ultrapassar US$ 423 milhões em todo o mundo. Já “Mortal Kombat” atingiu US$ 34 milhões na América do Norte em duas semanas, apesar de a Warner ter lançado a adaptação do videogame simultaneamente em streaming na HBO Max. No mundo inteiro, o filme soma US$ 66 milhões em vendas de ingressos, mas ainda não estreou em vários países, inclusive no Brasil, onde o lançamento está marcado para 20 de maio. O 3º lugar norte-americano ficou com “Godzilla vs. Kong”, outra produção da Warner Bros., que adicionou mais US$ 2,7 milhões a seu faturamento, chegando a US$ 90 milhões no mercado doméstico. Sucesso global, o filme já arrecadou US$ 415 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui a estreia do terror “Separation” (US$ 1,8 milhão), que foi destruído pela crítica (11% no Rotten Tomatoes), e o thriller “Anônimo” (US$ 1,2 milhões) em sua 6ª semana em cartaz. Estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), “Anônimo” já fez US$ 23 milhões no mercado interno e chega ao Brasil em 27 de maio.
WarnerMedia pretende produzir cinco filmes por ano no Brasil
A WarnerMedia anunciou nesta semana que vai produzir 15 filmes originais por ano na América Latina, nos próximos três anos, e um terço deles (cinco) serão feitos no Brasil. As produções terão o selo Particular Crowd, como parte de um “hub” de realização cinematográfica colaborativa para toda a WarnerMedia Latin America, tanto para títulos voltados ao cinema da Warner Bros quanto para a plataforma de streaming HBO Max. Lançado no ano passado, o Particular Crowd já realizou pequenos encontros virtuais entre executivos da companhia e diretores, produtores, autores e atores brasileiros. Os filmes irão abranger diferentes gêneros como comédia, romance, terror, suspense e filmes para a família. Para a executiva Monica Albuquerque, uma das diretoras do departamento de entretenimento da WarnerMedia América Latina, o Brasil é um dos mercados com maior capacidade de fornecer conteúdo para a iniciativa. “Este não é um mercado emergente, é um mercado muito bem estabelecido, pioneiro no cinema. A WarnerMedia Latin America no Brasil já trabalha com diversos talentos e cineastas locais e celebramos as diversas perspectivas que eles trazem para a mesa”, ela afirmou em comunicado.
Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA
“Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.
“Godzilla vs Kong” bate recorde de bilheteria mundial da pandemia
A bilheteria gigante de “Godzilla vs Kong” continua aumentando sua arrecadação e, neste fim de semana, bateu o recorde mundial de “Tenet” como filme de maior bilheteria do período da pandemia de covid-19. Com a soma global do fim de semana, a superprodução de monstros da Warner e da Legendary atingiu US$ 390 milhões, abrindo larga vantagem sobre os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan. A produção já era, desde 9 de abril, o filme de maior bilheteria da América do Norte durante a fase crítica do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Ao adicionar mais US$ 7,7 milhões entre sexta e este domingo (18/4), aumentou sua arrecadação norte-americana para US$ 80,5 milhões. Tudo indica que “Godzilla vs Kong” será o primeiro lançamento a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá desde o início da pandemia. A seu favor no circuito cinematográfico pesou a vantagem de ter sido o primeiro filme a estrear após a reabertura dos cinemas de Nova York e Los Angeles, ainda que em eles estejam operando em capacidade reduzida. Por outro lado, “Godzilla vs. Kong” também deixou de vender ingressos por ter sido lançado simultaneamente na HBO Max para assinantes, o que significa que as pessoas que pagam pelo serviço de streaming podem assisti-lo em casa sem nenhum custo extra. A WarnerMedia sugeriu que o filme é um sucesso em streaming, mas, ao contrário dos números das bilheterias, não ofereceu dados para mensurar seu desempenho. O que pode ser mensurado é que na China, onde só está em cartaz nos cinemas, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 177 milhões até o momento – a maior bilheteria de qualquer título do Monstroverso da Legendary e mais que o dobro do que o filme arrecadou nos EUA e Canadá. Após a América do Norte, o terceiro mercado em que o longa mais faturou foi a Austrália com US$ 19,1 milhões, com o México (US$ 17,3 milhões) e Taiwan (US$ 12,1 milhões) completando o Top 5. Igualmente digno de nota, “Anônimo”, um thriller de ação da Universal estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), ficou em 2ª lugar no ranking norte-americano com US$ 2,5 milhões, elevando sua arrecadação para US$ 19 milhões nos Estados Unidos e US$ 34 milhões globalmente em quatro semanas. Esta arrecadação razoável foi obtida apesar de um acordo entre a Universal e várias redes de cinema, incluindo AMC e Cinemark, que permitiu o lançamento do filme para locação online sob demanda neste fim de semana.
Godzilla vs. Kong supera US$ 350 milhões mundiais
“Godzilla vs. Kong” segue fazendo estrago nas bilheterias mundiais. A luta dos monstros gigantes ultrapassou neste fim de semana os US$ 350 milhões de bilheteria global. O desempenho de apenas duas semanas tornou o filme da Warner Bros. e da Legendary Pictures o primeiro blockbuster verdadeiro da era da pandemia. “Tenet” ainda está na frente na arrecadação global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes antes do próximo fim de semana. A produção já tinha virado, desde sexta-feira (9/4), o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. “Tenet”, que é outra produção da Warner, terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. Nos últimos três dias, “Godzilla vs. Kong” somou mais US$ 13,4 milhões no mercado doméstico, atingindo US$ 69,5 milhões nos EUA – no momento em que a maior parte dos cinemas do Canadá se encontra fechada. Mas é a China que responde pela maior parte do faturamento mundial, com US$ 165,4 milhões. Outros mercados importantes incluem Austrália (US$ 16 milhões), México (US$ 15,8 milhões), Taiwan (US$ 11,7 milhões) e Rússia (US$ 11,1 milhões). Ao todo, “Godzilla vs. Kong” já soma US$ 357,8 milhões no mundo todo e o montante ainda vai crescer muito. O sucesso impressiona porque os cinemas não estão enfrentando apenas as restrições da pandemia. A venda de ingressos também concorre com a forte campanha da HBO Max, que disponibilizou a produção para seus assinantes simultaneamente ao lançamento nas telas. Sem divulgar números, a WarnerMedia também tem comemorado o aumento de receitas com novas assinaturas do serviço. “Estamos entusiasmados com o fato de ‘Godzilla vs. Kong’ estar trazendo o público de volta aos cinemas, onde é exibido em todo o mundo e também para nossos assinantes do HBO Max em suas casas aqui nos Estados Unidos”, disse Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group. “É realmente um prazer para todos nós da Warner Bros. e HBO Max podermos agradecer e parabenizar Adam, Legendary e toda a equipe ‘GvK’ pelos excelentes resultados deste filme incrível.” O filme dirigido por Adam Wingard (“Você é o Próximo”) está atualmente sendo exibido em cerca de 40 mercados, mas ainda não estreou no Brasil, em parte da Europa e no Japão, terra natal de Godzilla. A estreia nacional está marcada para 29 de abril, exclusivamente nos cinemas.
“Godzilla vs. Kong” vira maior bilheteria da pandemia nos EUA
“Godzilla vs. Kong” atingiu uma marca importante na sexta-feira (9/4), ao se tornar o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período da pandemia de coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Na data em que completou dez dias em cartaz, o longa coproduzido pela Warner e a Legendary Pictures chegou aos US$ 60 milhões de faturamento nos EUA e Canadá. Com isso, superou o antigo recordista da era da covid-19, “Tenet”, outra produção da Warner, que terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. “Tenet” ainda está na frente de “Godzilla vs. Kong” no desempenho global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes na próxima semana. O duelos dos titãs teve a vantagem de ser o primeiro filme a estrear depois que os cinemas de Nova York e Los Angeles reabriam – ainda que com capacidade reduzida – , após um ano inteiro fechados. A expectativa é que “Godzilla vs. Kong” seja o primeiro filme a atingir US$ 100 milhões no mercado interno desde “Sonic – O Filme” (US$ 148 milhões), lançado em fevereiro de 2020. O mais interessante neste desempenho é que o filme também está disponível (sem cobrança extra) na HBO Max.
“Godzilla vs. Kong” bate recorde com maior estreia de Hollywood na pandemia
A estreia de “Godzilla vs. Kong” nos EUA e Canadá bateu o recorde de bilheteria da era da pandemia, faturando US$ 48,5 milhões em seus primeiros cinco dias de exibição. A estratégia da Warner de lançar o filme na quarta (31/3) deu certo e os elogios da crítica impulsionaram o longa a faturar US$ 32 milhões entre sexta de domingo (4/4), o maior desempenho de fim de semana na América do Norte desde que o público se afastou dos cinemas devido ao coronavírus. Os valores superaram as expectativas mais otimistas da indústria. Vale lembrar que, antes deste fim de semana, “Mulher Maravilha 1984” detinha o recorde da fase pandêmica, com um fim de semana inaugural de US$ 16,7 milhões em dezembro passado, seguido por “Tom e Jerry” com US$ 14 milhões em fevereiro. Curiosamente, todos, incluindo “Godzilla vs. Kong”, são produções da Warner Bros. Pictures e foram disponibilizados simultaneamente na plataforma de streaming HBO Max nos EUA. O lançamento de “Godzilla vs. Kong” em streaming também teria sido monstruoso. Sem fornecer estatísticas ou números específicos, a Warner informou em comunicado que a superprodução teve uma “audiência maior do que qualquer outro filme ou programa disponibilizado na HBO Max desde seu lançamento” em maio do ano passado. No Canadá, onde 80% do mercado ainda está fechado, “Godzilla vs. Kong” foi lançado simultaneamente em PVOD (vídeo premium sob demanda) e arrecadou US$ 3 milhões por meio de várias plataformas de locação digital. A luta dos monstros gigantes também fez estrago nas bilheterias internacionais, com US$ 76,1 milhões nos últimos três dias. Só a China rendeu US$ 44 milhões deste total. Como o lançamento no exterior aconteceu no fim de semana passado, o longa já tem um total de US$ 236 milhões fora da América do Norte. Somando EUA e Canadá, o resultado atinge parâmetros pré-pandemia, com um total mundial de US$ 285 milhões em 11 dias. O sucesso do filme é excepcional, especialmente considerando a concorrência contra si mesmo no streaming e o fato de que 45% das salas de cinema dos EUA ainda estão fechadas. Além disso, as que estão abertas operam com capacidade reduzida para cumprir os protocolos de segurança contra pandemia. A pandemia tem seu próprio ritmo, que, como se descobriu tragicamente, vem em ondas. Apostando contra uma reviravolta, os EUA têm avançado de forma decisiva na vacinação de sua população. Mais de 100 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose de imunizante no país, permitindo a volta lenta, mas firme e segura, à normalidade. A bilheteria de “Godzilla vs. Kong” é sinal de que o pior está ficando para trás. Infelizmente, por vários e óbvios motivos, o mesmo otimismo não se aplica ao Brasil.
Godzilla vs. Kong tem maior estreia nos cinemas americanos desde o começo da pandemia
“Godzilla vs. Kong” surpreendeu nas bilheterias dos EUA e Canadá, arrecadando US$ 9,6 milhões em seu primeiro dia de exibição, o que representa a melhor estreia na América do Norte desde o início da pandemia, em março de 2020. O recorde anterior pertencia à “Mulher-Maravilha 1984”, que abriu com US$ 7,5 milhões em dezembro. O desempenho chama atenção especial por refletir uma estreia em dia incomum: na quarta-feira, 31 de março. Além disso, o filme também foi disponibilizado simultaneamente em streaming, para os assinantes da HBO Max. Ao mesmo tempo, mais cinemas abriram nos EUA nos últimos dias, devido ao avanço da vacinação contra o coronavírus. A ótima abertura é mais uma boa marca atingida pela coprodução da Warner e Legendary, que arrecadou US$ 121 milhões no mercado internacional em seu lançamento no exterior, no fim de semana passado. O sucesso se deve principalmente à China, onde rendeu impressionantes US$ 70,3 milhões em seus primeiros três dias de exibição. No Brasil, onde a HBO Max ainda não chegou, “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado na semana passada. Como os cinemas estão fechados, devido ao agravamento da pandemia, a produção teve seu lançamento adiado para o dia 29 de abril.











