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  • Filme

    “ThunderCats” vai virar filme do diretor de “Godzilla vs Kong”

    29 de março de 2021 /

    Embalado pelo sucesso internacional de seu novo filme, “Godzilla vs Kong”, o diretor Adam Wingard revelou, durante entrevista ao site Deadline, que irá dirigir um longa do desenho “ThunderCats”. A produção da Warner Bros. foi descrita por Wingard como seu “projeto dos sonhos”. Ele também irá escrever o roteiro em parceria com sua parceiro habitual Simon Barrett. “‎‎’ThunderCats’‎‎ é um projeto dos sonhos. Quando eu estava no ensino médio, era obcecado pela série, justamente no auge do desejo de me tornar um cineasta. Lembro que não conseguia prestar atenção nas aulas, tirei notas terríveis. O motivo? Estava ocupado escrevendo meu roteiro ‎‎de ‘ThunderCats, com 272 páginas. Eu ainda tenho! Então, 20 anos depois, aqui estamos nós. O estúdio adorou ‘Godzilla vs. Kong’, e ouvi dizer que havia algo ‎‎dos ‘ThunderCats’‎‎ navegando por lá, dos mesmos produtores de ‘Death Note’ na Netflix, do qual também dirigi. Perguntei a eles, ‘Posso reescreve-lo com meu colaborador Simon Barrett? Porque isso é uma grande paixão para mim.’”, ele contou. “Vi como uma oportunidade de fazer um novo tipo de espetáculo de fantasia de ficção científica que as pessoas nunca viram antes. Tem uma mitologia rica, os personagens são fantásticos. As cores. Quero fazer um filme dos ‘ThunderCats’ que te leve direto para a estética dos anos 1980. Não quero reinventar como eles se parecem, quero que se pareçam com os ‘ThunderCats’”, afirmou o diretor, acrescentando: “Não quero que se pareça com ‘Cats’”. Como indicou Wingard, o projeto tem produção da dupla Dan Lin e Roy Lee, que também trabalhou com o diretor na adaptação de “Death Note” (2017) para a Netflix. O longa também deve ser uma animação ou um híbrido, mas não um filme totalmente live-action (com atores). A série animada de 1985 foi um enorme sucesso, durando quatro temporadas, até 1989. No Brasil, chegou a ser exibida na TV aberta pela Globo e SBT. Mais recentemente, o desenho ganhou um remake mais focado na ação, que durou só uma temporada em 2011 no Cartoon Network.

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    Fãs de “Liga da Justiça” atacam “Godzilla vs. Kong” na internet

    28 de março de 2021 /

    O fandom negativo e abusivo voltou a se manifestar nos últimos dias com o lançamento de uma campanha de fãs de “Liga da Justiça” contra “Godzilla vs. Kong” na internet. A superprodução dos monstros gigantes, que estourou as bilheterias internacionais neste fim de semana, só estreia nos EUA na quarta-feira (31/3), mas já está recebendo várias avaliações negativas de fãs americanos do filme de Zack Snyder em fórums e plataformas de cinema abertas à participação do público. O IMDb, por exemplo, foi inundado por resenhas que não falam do filme, apenas lhe dão nota 1 (a mais baixa) e justificavam a classificação com menções à “Liga da Justiça”. “Eu nunca mais vou apoiar filmes da Warner até que eles restaurem o SnyderVerse”, diz uma crítica. “Nos dê o que queremos! Warner ouça seu público de uma vez e veja a satisfação em relação ao lucro”, reclama outro fã. “Por favor, Zack Snyder é um dos melhores diretores de todos os tempos … Zack SnyderCut é uma obra-prima”, exclamou um terceiro, sem mencionar o filme que estava resenhando. O detalhe é que o MonsterVerse, do qual “Godzilla vs. Kong” faz parte, também tem muitos fãs, que estão contra-atacando com diversas notas 10 (a máxima) no mesmo IMDb, o que está causando grande oscilação na avaliação do filme. A campanha de negativação de “Godzilla vs. Kong” vem acompanhada pela hashtag #RestoreTheSnyderVerse nas redes sociais. E também inclui a invasão de inúmeras páginas de propriedades da Warner, como “Vila Sésamo” e HBO, com o assunto “SnyderVerse”. Ironicamente, a ação negativa só acontece porque a Warner atendeu a uma campanha anterior dos fãs e lançou o “SnyderCut”, que oficialmente ganhou o título de “Liga da Justiça de Zack Snyder”. O filme de quatro horas, atualmente disponível nas plataformas de locação digital, veio à luz após um esforço coletivo que durou anos, desde o lançamento da versão cinematográfica de “Liga da Justiça” em 2017, com refilmagens e reedição de Joss Whedon com aval do estúdio. A “Liga da Justiça” cinematográfica foi execrada pelos fãs da visão sombria do diretor original, Zack Snyder, que não descansaram, incentivados por revelações do próprio cineasta sobre cenas cortadas, até que a Warner percebesse que poderia lucrar com essa dedicação fervorosa, lançando o “SnyderCut”. O problema é que “Liga da Justiça de Zack Snyder” não conclui sua história, que deveria ser continuada em novo filme – ou filmes. E como os presidentes da DC Films e da Warner declararam com todas as letras que a ressurreição da visão de Snyder se resumia à edição do diretor, os fãs ficaram inconformados, exigindo a continuação que o filme sugere e a Warner diz que não vai entregar. Ilustrando um velho ditado popular, a Warner deu a mão e agora os fãs querem o braço inteiro.

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    “Godzilla vs Kong” fatura US$ 121 milhões com maior estreia internacional da pandemia

    28 de março de 2021 /

    Ainda inédito nos EUA (e no Brasil), “Godzilla vs Kong” fez sua estreia internacional em 39 países neste fim de semana. E a Warner ficou feliz. O filme teve um desempenho monstruoso e gigante, com o melhor faturamento de uma produção americana desde que os primeiros cinemas foram fechados devido à pandemia de coronavírus – há um ano. Ao todo, o lançamento rendeu US$ 121,8 milhões de bilheteria mundial, dando a Hollywood a esperança de que as grandes arrecadações voltarão com a reabertura dos cinemas. Para dar noção de como a abertura foi forte, o filme americano que detinha o recorde anterior de maior estreia durante a pandemia era “Tenet”, também da Warner, que faturou US$ 53 milhões em agosto passado. Os monstros brigaram com mais força no mercado chinês, onde a estreia atingiu a marca de US$ 70,3 milhões, representando 82% de toda a arrecadação do país entre sexta e este domingo (28/3). Mas apesar da felicidade da Warner, sua parceira comercial na produção, a produtora Legendary, é quem realmente está comemorando, porque ficou com os direitos exclusivos sobre o mercado chinês na divisão comercial, enquanto a Warner manteve os direitos sobre os lucros do resto do mundo. “Godzilla vs Kong” ainda teve bons lançamentos no México (US$ 6,3 milhões), Austrália (US$ 6,3 milhões), Rússia (US$ 5,8 milhões) e Taiwan (US$ 5,2 milhões), onde marcou a segunda maior abertura da Warner Bros., atrás apenas de “Aquaman”. Já a estreia na Índia (US$ 4,8 milhões) perdeu apenas para “Batman vs Superman” e “A Freira”. Na média, o desempenho tem sido melhor que o sucesso de “Kong: Ilha da Caveira” (2017) e muito superior à decepção de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019). Os cinemas do circuito Imax também celebraram uma receita de US$ 12,4 milhões em vendas de ingressos, sua melhor arrecadação de estreia desde dezembro de 2019. O filme chega nos EUA e Canadá na quarta-feira (31/3), mas num lançamento simultâneo com sua disponibilização em streaming, na plataforma HBO Max, o que pode impactar sua venda de ingressos. No Brasil, a estreia está marcada para a semana seguinte (8/4), mas esse cronograma deve sofrer alteração, pois a maioria dos cinemas do país se encontram fechados. Em São Paulo, maior mercado cinematográfico nacional, o fechamento está mantido pelo menos até 11 de abril.

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  • Filme

    Diretora de Bela Vingança fará adaptação dos quadrinhos de Zatanna

    22 de março de 2021 /

    A cineasta Emerald Fennell, que no domingo (21/3) venceu o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) e disputa o Oscar 2021 por “Bela Vingança”, definiu seu próximo projeto. Ela fechou com a Warner para escrever e possivelmente dirigir “Zatanna”, próxima adaptação dos quadrinhos da DC Comics desenvolvida pelo estúdio. O filme tem produção de J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”) via sua produtora, Bad Robot. A personagem é conhecida por seu envolvimento tanto com a Liga da Justiça quanto sua versão sobrenatural, a Liga da Justiça Sombria, mas nunca apareceu no cinema. Anteriormente, a única versão live-action da heroína foi vista na antiga série “Smallville”, com interpretação de Serinda Swan. Criada por Gardner Fox e Murphy Anderson, Zatanna Zatara surgiu em 1964 com um traje que evocava espetáculos de mágica, com direito a gravata borboleta e cartola, combinados com maiô e meias de arrastão. Filha de um poderoso mago, Giovanni Zatara, ela é considerada uma das feiticeiras mais poderosas do universo DC. O projeto de Zatanna veio à tona há dez dias, quando, durante seu Dia do Investidor, a AT&T, proprietária da Warner, revelou planos ambiciosos para conteúdos da DC Comcs. O contrato para escrever o filme da heroína mostra como a carreira de Fennell se alterou com a estreia de “Bela Vingança”, seu primeiro longa como diretora. A comédia de humor negro acabou se tornando a grande surpresa da temporada de premiações com cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Roteiro Original. Até essa repercussão, Fennell era mais conhecida como atriz, tendo interpretado Camilla Parker Bowles na série “The Crown”. Mas, paralelamente, já começava a chamar atenção como roteirista, assinando seis dos oito episódios da 2ª temporada de “Killing Eve” – trabalho que lhe rendeu indicação ao Emmy.

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  • Filme

    Homem-Hora: Herói da DC Comics vai ganhar filme

    17 de março de 2021 /

    A Warner Bros. está acrescentando mais uma adaptação cinematográfica de quadrinhos da DC Comics à sua lista de projetos em desenvolvimento. O estúdio se juntou à produtora Chernin Entertainment e contratou os roteiristas Gavin James e Neil Widener para tirar (literalmente) do papel o herói Homem-Hora (Hourman). Os dois roteiristas são novatos em Hollywood, mas estão em alta após escreverem “Truque de Mestre 3” e “Terremoto: A Falha de San Andreas 2”, que ainda não têm previsão de lançamento. Homem-Hora (Hourman em inglês) é o nome de três personagens com os mesmos superpoderes nos quadrinhos da DC. Concebido pelo editor Sheldon Mayer e pelo roteirista Gardner Fox, o primeiro Homem-Hora foi criado em 1940 e integrou a Sociedade da Justiça da América. A segunda versão era seu filho. Criado por Roy Thomas, Dann Thomas e Todd McFarlane, o herói integra atualmente a série “Stargirl”, em exibição na rede The CW. Já a terceira versão foi um androide introduzido em 1997 pelo escritor Grant Morrison, que não demorou a ser considerado “morto”. A premissa do filme será baseada no personagem original. Mas com uma diferença crucial. Nos quadrinhos, Rex Tyler era um químico brilhante que desenvolvia uma pílula capaz de lhe dar superforça durante uma hora por dia. Mas na premissa divulgada para o filme, ele nasce com poderes mediúnicos. O protagonista é apresentado como um analista farmacêutico brilhante, mas problemático, que descobre que as visões que o atormentaram desde a infância são, na verdade, vislumbres de eventos trágicos que sempre ocorrem uma hora no futuro. Determinado a reconquistar sua ex-mulher e filho, ele vai tentar impedir que essas tragédias aconteçam, encontrando propósito e redenção ao longo do caminho. O projeto é a primeira tentativa de Chernin de adaptar uma revista em quadrinhos da DC Comics. O estúdio é conhecido por dramas premiados como “Estrelas Além do Tempo” (2016) e “Ford vs. Ferrari” (2019), mas também produções sci-fi repletas de efeitos visuais como a franquia “Planeta dos Macacos”.

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    Pepe Le Pew é cortado de Space Jam 2 e fica sem levar tapa de brasileira

    8 de março de 2021 /

    O gambá Pepe Le Pew não vai mais aparecer em “Space Jam: Um Novo Legado”. A notícia veio à tona após um colunista do New York Times acusar, na semana passada, o personagem de perpetuar a cultura do estupro. Nos desenhos clássicos do “Looney Tunes”, o gambá francês sempre aparecia assediando a gata preta Penelope, vítima de perseguição constante. Ironicamente, sua aparição cortada no desenho deveria mostrar o personagem “finalmente sendo punido” por assediar uma mulher. Por sinal, uma brasileira. A atriz, cantora, modelo e ativista Greice Santo (de “Jane the Virgin”) participava da cena descartada, informaram seus representantes para o site Deadline. A sequência foi filmada antes do diretor Michael D. Lee (“Viagem das Garotas”) entrar no projeto, quando o filme ainda estava nas mãos de Terrence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). Lee decidiu excluir o gambá assim que assumiu a produção, há quase dois anos. Na cena filmada em junho de 2019, Pepe aparecia como o bartender de um café ao estilo de “Casablanca”, que começava a flertar com Greice. Mas ao decidir dar beijos em seu braço sem lhe pedir permissão, recebe um tapa bem dado, que o deixa girando em seu banquinho de bar. Era quando LeBron James entrava em cena, acompanhado de Pernalonga. Eles perguntavam a Pepe sobre o paradeiro de Lola Bunny, e ele revelava aos dois que a gata Penelope havia conseguido uma ordem de restrição contra ele. LeBron finalizava a cena com uma fala sobre como Pepe não deveria “agarrar outros Tunes sem permissão”. Greice, que é uma sobrevivente de assédio sexual, disse ao Deadline que ficou decepcionada com a decisão da Warner de cortar a cena. Ela comanda a ONG Glam with Greice, que ajuda vítimas de violência doméstica. “O papel neste filme era muito importante para Greice. Embora Pepe seja um personagem de desenho animado, se alguém fosse dar um tapa em um assediador sexual como ele, Greice gostaria que fosse ela. Agora, a cena foi cortada e ela não tem mais o poder de influenciar as novas gerações que assistirão ‘Space Jam 2’. As meninas e os meninos mais novos precisam saber que o comportamento de Pepe é inaceitável”, disseram seus representantes ao Deadline. Procurada pela imprensa americana, a Warner Bros. não comentou a eliminação de Pepe em “Space Jam: Um Novo Legado”. LeBron James é o produtor da sequência ao lado do cineasta Ryan Coogler (“Pantera Negra”), Duncan Henderson e Maverick Carter. O filme tem estreia marcada para 15 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo

    2 de março de 2021 /

    Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021

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  • Etc

    Ray Fisher é confrontado pela Warner após voltar a sugerir racismo do estúdio

    28 de fevereiro de 2021 /

    O ator Ray Fisher voltou a acusar a Warner Bros. de racismo, via Twitter, ao insinuar que a contratação do roteirista negro Ta-Nehisi Coates para escrever uma nova versão da franquia Superman com JJ Abrams seria uma forma de causar distração e sepultar suas acusações contra Walter Hamada, presidente da DC Films. “Vocês se lembram daquela vez que Walter Hamada e a Warner Bros. Pictures tentaram destruir a credibilidade de um negro e deslegitimar publicamente uma investigação muito séria, com mentiras na imprensa?”, Fisher tuitou. “Mas ei, Superman Negro…” As novas declarações de Fisher, que já chegou a sugerir que até o presidente da WB, Toby Emmerich, era racista, fizeram o estúdio responder prontamente. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Quem ele diz que o ameaçou foi Geoff Johns, produtor de “Liga da Justiça” – além de criador das séries “The Flash”, “Titãs” e “Stargirl”, e roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”. Pela importância de Johns para a DC, Walter Hamada teria tentado tentado convencer o ator a não envolver o produtor em suas acusações. Pelo menos, é isto que Fisher afirma, acusando pessoas acima desses executivos por protegê-los em meio ao escândalo. Fisher alega que a investigação interna, que teria resultado no afastamento de Whedon do estúdio, sofreu tentativa de influência por integrantes da chefia da Warner, inclusive de seu alvo declarado, Walter Hamada. Aparentemente, a Warner cansou de deixar essas acusações sem resposta. Após o novo tuíte, o conglomerado de mídia que contém a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial e ainda promoveu uma manifestação do responsável pela investigação dos bastidores de “Liga da Justiça”, que contestam frontalmente as afirmações do ator. “Mais uma vez, há falsas declarações sendo feitas sobre nossos executivos e nossa empresa em torno da recente investigação de ‘Liga da Justiça’. Como afirmamos antes, uma investigação ampla e completa de terceiros foi conduzida. Nossos executivos, incluindo Walter Hamada, cooperaram plenamente, não foram encontradas evidências de qualquer interferência, e a Warner Bros. não mentiu na imprensa. É hora de parar de dizer o contrário e avançar de forma produtiva”, diz o texto da WarnerMedia. A declaração foi amparada por uma manifestação individual de Katherine B. Forrest, a investigadora e ex-juíza federal que chefiou a investigação feita após as acusações de Fisher. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”. Ray Fisher reagiu aos comunicados retomando seus ataques nominais a Walter Hamada. “Como eu disse desde o início: Walter Hamada TENTOU interferir na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não teve sucesso porque eu não o permiti. O fato de o investigador fazer uma declaração afirmando que não houve interferência é propositalmente enganoso e desesperador”, ele acusou. Para completar, ainda retuitou sua denúncia original contra Hamada, datada de 4 de setembro. “Para que vocês entenderem melhor o quão fundo isso vai: Depois de falar sobre ‘Liga da Justiça’, recebi um telefonema do presidente da DC Films em que ele tentou jogar Joss Whedon e Jon Berg embaixo do ônibus na esperança de que eu cedesse e não denunciasse Geoff Johns. Eu não vou ceder”. Ironicamente, enquanto fazia esses ataques, o ator também promovia em suas redes sociais a nova versão de “Liga da Justiça”, dirigida por Zack Snyder. Veja abaixo. Do ya’ll remember that time Walter Hamada and @wbpictures tried to destroy a Black man’s credibility, and publicly delegitimize a very serious investigation, with lies in the press? But hey, Black Superman… A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 #ZackSnydersJusticeLeague #SnyderCut pic.twitter.com/Kgysywx08U — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 27, 2021 As I’ve said from the start: Walter Hamada ATTEMPTED to interfere with the JL investigation. He was unsuccessful in doing so because I did not allow him to. Having the investigator make a statement claiming there was no interference is purposely misleading and desperate. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 For those in the back: https://t.co/bV3wL1HfMZ — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021 My mom is funny. ☺️#ZackSnydersJusticeLeague #Snydercut pic.twitter.com/fFCaN0zfVh — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021

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  • Filme

    Warner coloca máscaras em seus personagens por campanha de conscientização

    10 de fevereiro de 2021 /

    A Warner se associou ao CDC (Centro de Controle de Doenças, na sigla em inglês) e ao Ad Council, organização sem fins lucrativos americana que produz, distribui e promove anúncios de serviço público em nome de vários patrocinadores, para uma campanha de conscientização do uso de máscaras de proteção contra o coronavírus. Intitulada “Mask Up America”, a campanha concebida pela parceira apresenta diversos personagens da Warner, como Harry Potter, Mulher-Maravilha, Flash, Arlequina, Coringa, Dr. Evil, Neo, Furiosa, Bilbo, Coringa e até o Rick de “Casablanca”, entre outros, usando máscaras de proteção contra o coronavírus. Confira abaixo como ficam as cenas clássicas do cinema com os personagens mascarados.

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  • Etc

    Chefe da WarnerMedia elogia talentos negros barrados no Globo de Ouro

    3 de fevereiro de 2021 /

    A chefe dos estúdios e canais da WarnerMedia, Ann Sarnoff, resolveu não passar pano para o Globo de Ouro, ao celebrar as 15 indicações obtidas pela empresa nesta quarta (3/2). Ao mesmo tempo em que citou as conquistas atingidas, ela argumentou que o Globo de Ouro precisa fazer mais para promover e celebrar histórias de artistas pouco representados em sua premiação. A WarnerMedia teve uma forte presença com seus programas e filmes, vindos da HBO, HBO Max, Warner Bros. TV e Warner Bros. Pictures, com várias indicações para títulos como “The Flight Attendant”, “Ted Lasso”, “The Undoing” e “Os Pequenos Vestígios”. “Este reconhecimento da indústria é uma prova do nosso compromisso em trazer a melhor narrativa do mundo para o público em todos os lugares. É também uma celebração da criatividade, do comprometimento e do trabalho árduo de nossos parceiros criativos e das equipes de conteúdo de toda a empresa”, escreveu Sarnoff num memorando obtido pela revista Variety. Ela elogiou sua equipe pelas conquistas, especialmente por acontecerem durante uma pandemia global que abalou Hollywood. “Tudo isso foi feito em face de circunstâncias sem precedentes que impactaram todas as partes de nossos negócios”. Entretanto, protestou pela falta de artistas negros em muitas categorias e a ausência absoluta de produções elogiadíssimas – e até premiadas – comandadas por negros. “Ao celebrarmos nossos indicados incrivelmente merecedores, devemos também reconhecer que mais trabalho precisa ser feito para que as histórias de todos os criadores e atores sejam incluídas de forma igualitária e devidamente reconhecidas”, escreveu Sarnoff. A executiva da WarnerMedia ainda fez questão de citar conteúdos da empresa com artistas negros que foram subestimados ou totalmente ignorados pelos 80 eleitores do Globo de Ouro. “Honramos os elencos de ‘Judas e o Messias Negro’, ‘I May Destroy You’ e ‘Lovecraft Country’ por suas incomparáveis ​​performances individuais e coletivas no ano passado”, acrescentou Sarnoff. O memorando vem à tona após vários críticos americanos protestaram contra a seleção embranquecida de filmes e artistas que disputarão o Globo de Ouro 2021. Considerada a melhor série do ano passado por 9 entre 10 críticos dos EUA, “I May Destroy You”, criada, dirigida e estrelada por Michaela Coel, não foi lembrada em uma categoria sequer. “Lovecraft Country” emplacou uma vaga na disputa de Melhor Série de Drama, mas nenhum de seus atores foi lembrado nas listas de interpretação. “Judas e o Messias Negro”, por sua vez, concorre como Melhor Coadjuvante (Daniel Kaluuya) e Música, tendo sido considerado “um dos melhores filmes do ano” (frase que consta em seu cartaz e é justificada pelos 99% de aprovação no Rotten Tomatoes). Estes são apenas três casos que deram o que falar, e que pertencem à Warner. Vários outros títulos de representatividade negra de outros estúdios também foram barrados – incluindo “Destacamento Blood”, de Spike Lee, que não disputa prêmio algum. Em compensação, vários filmes e séries ruins com menos de 30% de aprovação, mas de criadores, produtores, diretores e atores brancos, entraram na seleção.

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  • Filme

    Comercial da HBO Max torna filmes inéditos da Warner em atrações de streaming

    17 de janeiro de 2021 /

    A HBO Max divulgou um novo comercial, para atrair assinantes para a plataforma, que celebra a programação completa de filmes da Warner Bros. em 2021 como títulos que irá lançar em streaming, simultaneamente aos cinemas nos EUA – e em outros países em que começará a operar neste ano. A decisão polêmica da WarnerMedia azedou as relações do estúdio com os profissionais de cinema e vai cobrar um preço muito maior que os executivos da empresa imaginavam. Neste momento, a Warner realiza reuniões atrás de reuniões com os produtores dos filmes afetados, que não foram avisados antecipadamente sobre esta estratégia. E vai precisar compensar financeiramente todos os parceiros que possuem cláusulas de divisão de lucro de bilheterias pela iniciativa unilateral. Cineastas como Christopher Nolan e M. Night Shyamalan já falaram mal do estúdio publicamente. Nolan chegou a batizar a HBO Max de “pior serviço de streaming” do mundo e sugerir que a Warner traiu o cinema. Mas os cinemas estão inviabilizados pela pandemia de coronavírus. A Warner teria avaliado que 2021 será igual ou pior que 2020, com mais salas fechadas e bilheterias irrisórias. Diante da decisão de adiar tudo para 2022 ou lançar em streaming, optou pela segunda opção e manteve aberta a possibilidade de exibir os filmes nos cinemas que estiverem funcionando. Alguns filmes são caríssimos, como demonstram as primeiras cenas de “Godzilla vs. Kong” e as imagens inéditas de “O Esquadrão Suicida” exibidas no comercial. A lista também inclui “Duna”, “Mortal Kombat” e até “Matrix 4”, num total de 17 títulos previstos para 2021. “Estamos vivendo em uma época sem precedentes que exige soluções criativas, incluindo esta nova iniciativa para a Warner Bros. Pictures Group”, disse a presidente da WarnerMedia Studios, Ann Sarnoff, em comunicado. “Ninguém deseja mais que nós que os filmes voltem às telas grandes. Sabemos que conteúdo inédito é a força vital da exibição cinematográfica, mas temos que equilibrar isso com a realidade de que a maioria dos cinemas nos Estados Unidos provavelmente operará com capacidade reduzida ao longo de 2021. Com esse plano exclusivo de um ano, podemos apoiar nossos parceiros de exibição com um fluxo constante de filmes de nível mundial, ao mesmo tempo que damos aos espectadores, que podem não ter acesso aos cinemas ou não estão prontos para voltar ao cinema, a chance de ver nossos incríveis filmes de 2021.” A WarnerMedia tem planos de expandir o alcance da HBO Max para a América Latina (e o Brasil) já no começo de 2021, de modo que muitos dos 17 títulos de cinema previstos para 2021 também poderão ser vistos simultaneamente em streaming no país.

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  • Etc,  Filme

    Intérprete de Ciborgue retoma briga com a Warner pelo filme do Flash

    14 de janeiro de 2021 /

    Ray Fisher e a WarnerMedia continuam em clima litigioso, após o ator denunciar abusos nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça” e exigir uma investigação independente contra atitudes do diretor Joss Whedon e dos produtores Jon Berg e Geoff Johns. Após acusar o presidente da DC Films, Walter Hamada, de tentar acobertar o caso, o intérprete do herói Ciborgue disse que não trabalharia mais em nenhum filme produzido pelo executivo. Assim, a Warner anunciou o corte de sua participação no vindouro filme do Flash. Isto originou uma nova disputa de versões. Fisher publicou um longo texto de duas páginas em seu Twitter na noite de quarta (13/1), em que confirmou ter sido removido do elenco de “The Flash”. “Eu recebi confirmação oficial de que a Warner Bros. decidiu me remover do elenco de ‘The Flash’. Eu discordo fortemente desta decisão, mas não me surpreendo. Apesar do que havia sido noticiado, o envolvimento do Ciborgue em ‘The Flash’ era muito maior do que apenas uma ponta – e embora eu lamente perder a oportunidade de levar Victor Stone de volta às telas, chamar atenção às ações de Walter Hamada se provarão muito mais importantes para o mundo”. A WarnerMedia, a empresa-mãe da Warner Bros., contestou as alegações de Fisher de que ele foi removido do filme, observando que o ator se recusou a participar do longa ao dizer publicamente que não voltaria a trabalhar com Hamada. “No verão passado, Fisher foi convidado a repetir seu papel como Ciborgue em ‘The Flash’”, disse a WarnerMedia em um comunicado. “Dada sua declaração de que não participará de nenhum filme associado ao Sr. Hamada, nossa produção está agora seguindo adiante”. A WarnerMedia também negou ter rompido com Geoff Johns, o ex-chefe dos filmes da DC, que Fisher alegou que estava saindo da empresa após a investigação de suposta má conduta nos bastidores de “Liga da Justiça”. Johns é um dos roteiristas de “Mulher-Maravilha 1984”, criador e showrunner de “Stargirl”, além de produtor de várias séries da DC Comics. “A Warner Bros. continua a fazer negócios com Geoff Johns, que continua a produzir ‘Stargirl’, ‘Batwoman’, ‘Patrulha do Destino’, ‘Superman & Lois’ e ‘Titãs’ para o estúdio, entre outros projetos”, acrescentou a empresa. Fisher tem feito várias alegações por meio das redes sociais, inclusive apontando que a saída de Joss Whedon da vindoura série “The Nevers”, que o cineasta criou para a HBO, teria sido consequência de sua denúncia e da investigação que se seguiu, apesar da suposta resistência inicial de Hamada em lhe dar ouvidos. Hamada não era o chefe da DC Films durante a produção de “Liga da Justiça”. o ex-diretor da New Line assumiu o cargo em janeiro de 2018, dois meses depois do filme implodir nas bilheterias. No entanto, Fisher diz que Hamada tentou acobertar os supostos maus-tratos cometidos por Whedon, que assumiu a cadeira de diretor depois que o cineasta original, Zack Snyder, deixou a produção devido à morte de sua filha. Ele também teria tentado livrar Geoff Johns das acusações. Agora é Ann Sarnoff, presidente e CEO da WarnerMedia Studios and Networks Group, quem se pronuncia contra as afirmações de Fisher. “Acredito em Walter Hamada e que ele não impediu ou interferiu na investigação”, disse Sarnoff em nota. “Além disso, tenho total confiança no processo e nas conclusões da investigação. Walter é um líder respeitado, conhecido por seus colegas e por mim como um homem de grande caráter e integridade. Como eu disse no anúncio recente de extensão do acordo de Walter, estou animada com o caminho que ele está levando a DC Films e ansiosa para trabalhar com ele e o resto da sua equipe para construir o Multiverso DC”. Apesar disso, Fisher não está recuando. Nas redes sociais, ele se ofereceu para “submeter-se a um teste do polígrafo para apoiar minhas alegações contra [Hamada]”. A investigação das alegações de Fisher foi encerrada em dezembro, com a Warner divulgando um comunicado, dizendo que “medidas corretivas foram tomadas”. A impressão, porém, é que apenas Whedon, que disse estar se afastando de “The Nevers” por vontade própria, e o próprio Fisher foram prejudicados.

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  • Filme

    Warner passa a distribuir filmes da Universal no Brasil

    13 de janeiro de 2021 /

    O estúdio Universal Pictures vai transferir a distribuição de seus títulos para a Warner Bros., que recebeu autorização nesta semana do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para incluir os filmes da antigo rival em suas atividades. Segundo o parecer do órgão, a Warner poderá distribuir filmes do estúdio parceiro em um contrato com duração superior a dois anos. “Dessa forma, caso a operação se materialize, todos os filmes que a Universal decidir, a seu critério, disponibilizar para exibição cinematográfica no Brasil serão licenciados pela Universal à Warner, que, por sua vez, será a responsável pelo sublicenciamento dos referidos filmes aos proprietários de cinemas.” O objetivo é minimizar os custos da operação da Universal no Brasil, que passará a contar com a estrutura da Warner, reduzindo sua presença física no mercado. Vale lembrar que, até junho de 2019, a Warner praticava o mesmo tipo de licenciamento com os conteúdos da 20th Century Fox, numa distribuição compartilhada de filmes. Este acordo não foi renovado por conta da aquisição da Fox pela Disney, que distribui seus próprios filmes no país. A pandemia de coronavírus, que mantém o público afastado dos cinemas, é apontada como responsável pela nova iniciativa. Nos EUA, a Universal tem ganho mais dinheiro com PVOD (locação digital premium) de seus filmes que com a exibição deles nas poucas salas abertas no circuito cinematográfico norte-americano. Neste ano, o cronograma da Universal Pictures prevê os lançamentos de “007 – Sem Tempo Para Morrer”, “Velozes & Furiosos 9” e “Minions 2: A Origem do Gru”, entre outros. Já a Warner tem as estreias de “O Esquadrão Suicida”, “Matrix 4”, “Duna” e “Godzilla Vs. Kong”, que também devem ser lançados simultaneamente na plataforma HBO Max nos EUA.

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