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  • Série

    Batwoman e Supergirl vão virar melhores amigas na televisão

    20 de julho de 2019 /

    As produtoras-roteiristas Caroline Dries e Sarah Schechter, responsáveis pela nova série “Batwoman”, revelaram durante a Comic-Con International que Kate Kane, a Batwoman, e Kara Danvers, a Supergirl, vão se tornar cada vez mais amigas. As duas heroínas se conheceram nos episódios que introduziram a heroína de Gotham City no Arrowverse, durante o crossover “Elseworlds” no ano passado, e vão se tornar mais próximas no próximo cruzamento de séries, “Crise nas Infinitas Terras”, previsto para o final de dezembro nos Estados Unidos. A amizade das duas deve refletir na TV a famosa parceria entre Batman e Superman nos quadrinhos. Entretanto, Batwoman e Supergirl não tem a mesma proximidade nas publicações da DC Comics. Por outro lado, assim como nos quadrinhos, Batwoman será lésbica na produção televisão. Isto não significa romance entre as heroínas, mas reflete o fato de Supergirl ter uma irmã lésbica a quem também considera sua melhor amiga. Fãs, claro, podem sonhar. A série da “Batwoman” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos e deve ser exibida no Brasil pelo canal pago Warner, que passa todas as demais produções do Arrowverso.

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    Burt Ward, o Robin de 1966, vai participar da série Batwoman

    20 de julho de 2019 /

    O ator Burt Ward, até hoje lembrado como o intérprete de Robin na série “Batman” dos anos 1960, aparecerá na vindoura série “Batwoman”, anunciaram os produtores durante painel na Comic-Con International neste sábado (20/7). A participação especial vai ocorrer durante o crossover deste ano do Arrowverse, “Crise nas Infinitas Terras”. “Estamos atualmente trabalhando no crossover”, compartilhou a produtora executiva Caroline Dries. “Temos uma tonelada, uma tonelada de personagens entrando no evento de cinco partes… E Burt Ward estará fazendo uma aparição”, revelou. Atualmente com 74 anos, Ward é um dos últimos sobreviventes da série clássica, exibida entre 1966 e 1968 nos Estados Unidos. Adam West, o intérprete de Batman, morreu em 2017, ano em que os dois contracenaram como a Dupla Dinâmica pela última vez, dublando os personagens no longa animado “Batman vs. Duas-Caras”. Yvonne Craig, a Batgirl, faleceu em 2017. E da galeria de vilões mais tradicionais, apenas duas Mulher-Gato estão vivas – e por sinal também participaram das recentes animações que resgataram os intérpretes originais. Os detalhes do papel de Ward não foram revelados, mas pode ser que ele represente uma versão veterana do Garoto Prodígio, já que a história de “Crise nas Infinitas Terras” aborda universos paralelos. Vale lembrar que Brandon Routh, que atualmente protagoniza “Legends of Tomorrow” como Elektron, também aparecerá no crossover reprisando sua antiga versão de Superman, do filme “Superman: O Retorno” (2006).

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    The Boys: Super-heróis se tornam sombrios em 40 fotos e 5 pôsteres da nova série

    19 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou nada menos que 40 fotos e uma coleção de pôsteres de “The Boys”, série polêmica sobre super-heróis, que tem chamado atenção por seus trailers ultraviolentos. As artes dos cartazes imitam grafites e avisam que é melhor não conhecer esses heróis, desenhando-os como autores de mortes sanguinárias. Definitivamente, não são os Vingadores. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os trailers divulgados até aqui mal-esboçam uma explicação da trama, que acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Com 8 episódios, a 1ª temporada estreia na próxima sexta (27/7), com o capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A série já se encontra renovada para o segundo ano.

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    The Boys é renovada uma semana antes da estreia na Amazon

    19 de julho de 2019 /

    A Amazon anunciou a renovação de “The Boys”, série ainda inédita sobre super-heróis, que tem chamado atenção por seus trailers ultraviolentos. O material polêmico definitivamente não é para o público dos filmes da Marvel. Com 8 episódios, a 1ª temporada estreia na próxima sexta (27/7), com o capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). Já o segundo ano será exibido apenas em 2020, mas já conta com uma novidade. A produção confirmou a entrada da atriz Aya Cash (“You’re the Worst”) no papel da super-heroína Stormfront. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os trailers divulgados até aqui mal-esboçam uma explicação da trama, que acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid.

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    Brandon Routh voltará a viver Superman no crossover Crise nas Infinitas Terras

    19 de julho de 2019 /

    O ator Brandon Routh vai voltar a viver Superman novamente. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverse – na rede americana The CW. Curiosamente, o ator já faz parte do Arrowverse como Ray Palmer, o Elekton, um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que os dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics – o multiverso original dos quadrinhos. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. E ele está comemorando. “Honrado, grato e ainda me beliscando”, escreveu o ator no Twitter sobre o retorno ao papel. Honored, humbled, grateful, and still pinching myself. ?#ReturnOfSuperman#Superman#Crossover#Arrowverse #SDCC2019 @DCComics@DEADLINE https://t.co/M5nQdTWYmh — Brandon Routh (@BrandonJRouth) July 19, 2019

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    Supergirl: Jeremy Jordan, o Winn, vai voltar na 5ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    O ator Jeremy Jordan vai voltar a “Supergirl”. Seu personagem Winn Schott deixou a série no final 3ª temporada, mas havia proposta para que retornasse de forma recorrente, o que acabou não acontecendo durante o quarto ano da produção. A ausência, porém, foi só um hiato. Ele próprio confirmou, via Instagram, que participará da 5ª temporada série. “Pelo jeito Winn não viajou 1000 anos para o futuro, só para a 5ª temporada! Tão feliz de retornar e atuar com meus amigos!!”, ele escreveu na rede social. O texto se refere ao fato de Winn ter ido para o século 31 com a Legião dos Super-Heróis. Com sua volta, não está claro se seu substituto Jesse Rath, o intérprete de Brainiac 5 no elenco regular da 4ª temporada, voltará para o futuro. O integrante da Legião dos Super-Heróis ocupou a vaga de especialista em tecnologia socialmente deslocado que Winn preenchia na produção. A 5ª temporada de “Supergirl” vai estrear em 6 de outubro nos EUA. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. Ver essa foto no Instagram Turns out Winn didn't go 1000 years into the future, just to season 5! ? So happy to come back and play with my friendsssssss!! @supergirlcw Uma publicação compartilhada por Jeremy Jordan (@jeremymjordan) em 18 de Jul, 2019 às 3:25 PDT

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    Agents of SHIELD: Trailer revela reviravoltas do final da 6ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    A Marvel divulgou um trailer dos últimos episódios da 6ª temporada de “Agents of SHIELD”, produzido para a Comic-Con. A prévia revela a evolução da trama, com ênfase no personagem de Clark Gregg, um alienígena com o mesmo DNA do falecido agente Coulson, e a descoberta gradual sobre a verdade de sua origem. Ainda faltam três episódios para o fim da temporada nos Estados Unidos. Depois disso, a série retorna para seus últimos capítulos em 2020. O anúncio de que a 7ª temporada encerrará a produção também foi feito na Comic-Con. No Brasil, “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony.

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    Coordenador de efeitos de Titãs morre durante cena de ação da série

    18 de julho de 2019 /

    O coordenador de efeitos especiais da série Titãs morreu após a preparação de uma cena de ação dar errada nesta quinta-feira (18/7). Segundo apurou a revista americana Variety, o pedaço de um carro que seria usado na cena de um episódio da 2ª temporada acabou se soltando e atingiu Warren Appleby em cheio. A produção foi interrompida. “Estamos com o coração partido e devastados com a morte de nosso estimado colega, o coordenador de efeitos especiais Warren Appleby, depois de um acidente que ocorreu em uma instalação de efeitos especiais durante a preparação e teste de uma sessão”, disse um porta-voz da Warner Bros. “Warren era amado por todos que trabalharam com ele durante uma impressionante carreira de 25 anos em televisão e filmes”, acrescentou. “Os produtores executivos, junto com todos da família ‘Titãs’, Warner Bros. Television Group e a DC Universe desejam expressar nossas mais sinceras condolências e sincero apoio à família e aos amigos de Warren neste momento tão difícil”. Warren tinha no currículo filmes premiados e blockbusters, como “It: A Coisa” e “A Forma da Água”, além de séries de terror como “The Strain” e “Hemlock Grove”. Ele terminou o trabalho em dois longas que chegam em breve aos cinemas, a continuação “It: Capítulo Dois” e a comédia “Aprendiz de Espiã”.

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    Agents of SHIELD vai acabar na 7ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    Nem todas as notícias da Comic-Con International são o que os fãs de quadrinhos gostariam de ouvir. Nas primeiras horas do evento realizado em San Diego, nos Estados Unidos, a Marvel anunciou que a série “Agents of SHIELD” vai acabar em sua 7ª temporada, que irá ao ar no ano que vem. A má notícia foi dada pelo chefe de TV da Marvel, Jeph Loeb. “Quando você sabe o que está fazendo, você pode tomar maiores riscos, de vida ou morte. Essas opções repentinas agora estão à nossa disposição, já que não precisamos planejar o que acontecerá na próxima temporada”, disse Loeb, jogando a bomba no site Deadline, minutos antes de entrar no palco da sala H do Centro de Convenção de San Diego, onde encontrará fãs frustrados, ao lado de integrantes do elenco da série, como Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward. Será o início da celebração da despedida de “Agentes of SHIELD”. “A temporada 6 é deslumbrante, isso é o que posso dizer. O lado amargo é que vai acabar. Mas é uma celebração, ainda tem coisas para acontecer. Vocês precisam ver como será!”, diz Loeb. Para ele, o importante é que a série conseguirá terminar em seus próprios termos, sem ser encerrada abruptamente antes dos planos. Apesar de ter surgido como primeiro derivado televisivo do Universo Cinematográfico da Marvel, faz tempo que nenhum personagem dos filmes aparece na série, como Nick Fury (Samuel L. Jackson), por exemplo. Mas Loeb sugere que isso deve mudar para a despedida. “Vocês vão ter de esperar para ver”. “Agents Of SHIELD” se junta a “Modern Family” e “How to Get Away With Murder” como as séries de mais longa duração que sairão da programação da rede ABC na próxima temporada. A Marvel, por sua vez, prepara uma leva de novas séries para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que serão ainda mais ligadas ao Universo Cinematográfico, dedicada aos personagens Loki, Feiticeira Escarlate, Visão, Gavião Arqueiro, Falcão e Soldado Invernal.

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  • Série

    Série da Batwoman ganha novos pôsteres

    17 de julho de 2019 /

    A rede The CW divulgou novos pôsteres da série “Batwoman”, que trazem a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com o uniforme preto e vermelho da heroína da DC Comics. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão live-action de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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    Olivia Munn diz que diretor e produtor de X-Men não conheciam os quadrinhos

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Olivia Munn, que interpretou Psylocke em “X-Men: Apocalipse”, jogou mais lenha na fogueira que carbonizou a franquia dos heróis mutantes nas bilheterias. Em um vídeo gravado para a revista GQ, ela manifestou sua decepção com a falta de conhecimento dos responsáveis pelos filmes que adaptaram os quadrinhos da Marvel. Respondendo perguntas feitas pelas redes sociais, a atriz, que é geek de carteirinha e apresentava programa de games antes de fazer filmes, assumiu se identificar com a reação apaixonada dos fãs sobre as adaptações de quadrinhos no cinema. Por isso, se disse frustrada com o diretor Bryan Singer e o produtor-roteirista Simon Kinberg (supostamente responsável por todo o universo dos X-Men na Fox) durante a filmagem de “X-Men: Apocalipse”, porque eles não sabiam nada sobre sua personagem. “Quando eu estava filmando ‘X-Men’, eu fiquei surpresa que o diretor e o roteirista não sabiam que a Psylocke tinha um irmão gêmeo”, contou a atriz. “Eu tive de conversar com eles sobre várias coisas de quem era Psylocke e outras sobre esse mundo que eles não conheciam e, como fã, foi bem frustrante”, desabafou. Depois dessa experiência, Olivia Munn foi deixada de lado e não apareceu mais na franquia. O que talvez tenha sido bom pra ela, já que o lançamento seguinte foi “X-Men: Fênix Negra”, um grande fracasso comercial que ganhou a fama de pior título dos “X-Men” no cinema. De todo modo, a reclamação se soma a outras que deram à Olivia Munn uma fama de “atriz problema” entre certos produtores de Hollywood. Mas sua atitude de não aceitar desaforos também é bem vista por fatia significativa do meio artístico. Ela foi responsável por denúncias sérias em sets de filmagem, como uma das primeiras atrizes a acusar o diretor Brett Ratner (“X-Men: Conflito Final”) de assédio, o que acabou implodindo uma parceria milionária do cineasta com a Warner. Também apontou que um amigo pessoal trazido pelo diretor Shane Black para uma participação especial em “Predador” era simplesmente um pedófilo condenado. O escândalo ajudou o filme a fracassar nas bilheterias. Atualmente, Munn pode ser vista na nova série de ação sobrenatural “The Rook”, que estreou em 30 de junho nos Estados Unidos. Ela também estará em quatro filmes previstos para 2020, mostrando que os tempos mudaram após o #MeToo e as atrizes podem falar o que pensam sem colocar suas carreiras em risco.

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    Thor 4 é confirmado com o diretor de Ragnarok

    16 de julho de 2019 /

    O diretor Taika Waititi, responsável por reinventar o super-herói nórdico da Marvel em “Thor: Ragnarok”, vai retornar à franquia. Ele assinou contrato para escrever e dirigir “Thor 4”. O projeto transforma Thor no primeiro herói da Marvel a chegar ao quarto filme individual. Nem Homem de Ferro, o mais popular protagonista do Universo Cinematográfico da editora de quadrinhos, mereceu essa consideração. Até aqui, apenas o grupo dos Vingadores teve quatro filmes lançados. O detalhe é que “Thor 4” também repercute em outra produção baseada em quadrinhos. A confirmação do diretor neozelandês garante que “Akira” voltará a ser adiado. O longa baseado no mangá está em desenvolvimento há mais de 15 anos na Warner e, após várias trocas de comando, tinha definido Waititi como diretor e estabelecido seu lançamento para maio de 2021. Mas boatos já circulavam sobre a paralisação da produção. O motivo agora fica claro: a volta do cineasta para a Marvel. A continuação de “Thor: Ragnarok” foi facilitada pela vontade de Chris Hemsworth e Tessa Thompson de retornarem a seus papéis, respectivamente como Thor e Valquíria. Hemsworth, em particular, adorou a abordagem cômica de Waititi no filme anterior e disse várias vezes que gostaria de explorar mais esse aspecto do personagem. Enquanto isso, Thompson cansou de avisar que a produção tinha tudo para acontecer. Mais bem-sucedido dos três filmes de Thor, “Ragnarok” estreou nos cinemas em novembro de 2017, arrecadando US$ 853,9 milhões em todo o mundo.

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    Supergirl aparece com calça em foto do uniforme da 5ª temporada

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Melissa Benoist, intérprete de Supergirl na televisão, postou em seu Instagram uma foto do novo visual da heroína na 5ª temporada da série. A imagem troca a minissaia vermelha da personagem por uma calça comprida azul. E acrescenta franjas ao rosto da atriz. Não há informação a respeito de como esse uniforme vai aparecer na série. Se será trajado num episódio específico ou se representará o novo visual oficial da personagem. Mas bastou a sugestão para trazer à tona uma discussão sobre feminismo e empoderamento. De um lado, há quem entenda a opção como forma de eliminar a objetificação da heroína. Por outro lado, deveria ser óbvio que empoderamento não significa sacrificar a sensualidade – em outras palavras, mulheres não precisam se vestir como homens para se provarem poderosas. O traje original era uma adaptação fiel dos quadrinhos, como todos os demais uniformes dos heróis das séries da DC Comics. O novo é criação da equipe de televisão. Entretanto, Supergirl já usou calças nos quadrinhos. Durante os anos 1970, ela teve um arco duradouro de aparições com diferentes trajes, durante uma “crise” fashion, adotando de calças a shorts, até que os leitores votaram no seu uniforme favorito – o mais parecido com o tradicional. Originalmente, ela foi desenhada com uma minissaia azul por Al Pastino em sua primeira aparição em 1959 – inspirada pelas personagens femininas da série sci-fi “Space Patrol” (1950-1955) – , anos antes da estilista Mary Quant transformar o visual em revolução de costumes. Mas só adotou a minissaia vermelha após a crise nas infinitas modas, seguindo um período com shorts da mesma cor em 1975. Vale mencionar que, nos anos mais recentes, passou a usar uma bermuda ciclista sob a minissaia. Para a discussão politicamente correta, ainda é importante trazer o argumento do site feminista The Mary Sue, que, em 2015, quando a série estreou, vibrou com o fato de Supergirl lutar com uma minissaia, porque dizer que ninguém consegue fazer cenas de ação com saias era um argumento machista – além de ignorar que os romanos conquistaram o mundo lutando de saias. As temporadas mais recentes de “Supergirl” têm sido altamente politizadas, com a inclusão de personagens LGBTQIA+ e a primeira super-heroína transexual da televisão, Sonhadora. Mas existe, ironicamente, uma linha muito tênue entre representar valores progressistas e adotar costumes conservadores. Cobrir as pernas era algo que a sociedade exigia das mulheres antes da revolução sexual dos anos 1960. E também é o argumento de todo estuprador para atacar quem “está pedindo” por isso. Fica a questão: em vez de cobrir Supergirl, não seria mais progressista mostrar Sonhadora de minissaia?

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