Modern Love: Série romântica da Amazon é renovada para sua 2ª temporada
O Amazon Prime Video anunciou a encomenda de uma 2ª temporada da série de “Modern Love”. Além da renovação, o estúdio Amazon firmou um contrato para desenvolvimento de novas produções com o cineasta John Carney (“Sing Street”), escritor, diretor e produtor executivo da atração. A série, que estreou globalmente no Prime Video em 18 de outubro, é uma antologia de histórias românticas que chama atenção por seu elenco hollywoodiano, encabeçado por Anne Hathaway (“Interestelar”). O projeto de “Modern Love” é baseado na famosa coluna homônima do jornal The New York Times, que trata de casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento é bem diverso, sem personagens fixos. Cada capítulo conta uma história romântica diferente inspirada por situação real, interpretada por astros de Hollywood num elenco rotativo. Outros atores do superelenco da 1ª temporada são Tina Fey (“30 Rock”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). “Desde sua estreia, na semana passada, a reação dos espectadores à série ‘Modern Love’ tem sido incrível. É um programa com muita emoção e calor – todos os episódios tocam o coração de uma maneira diferente”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios, em comunicado. “Estamos animados por poderemos levar aos nossos espectadores globais do Prime Video ainda mais das belas histórias de romance, amizade e família de ‘Modern Love'”. “Ter a aprovação para prosseguir com ‘Modern Love’ é uma grande oportunidade para continuarmos contando histórias de amor, enquanto abrimos a série para novas cidades e mundos. As possibilidades são realmente infinitas”, completou Carney. Veja abaixo o trailer original da série.
Lizzie McGuire: Revival da série clássica da Disney confirma volta do elenco original
A Disney confirmou o retorno de toda a família de Lizzie McGuire na produção que vai reviver a série clássica de seu canal. Os atores Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltarão a viver os parentes da personagem de Hilary Duff no revival em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Hilary divulgou uma foto do reencontro em seu Instagram para marcar a ocasião – já revelando o set de gravações. Veja abaixo. A nova atração vai continuar as histórias da personagem-título, que tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltará às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, está à frente do projeto, que mostrará Lizzie morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação vai manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. ‘Estamos incrivelmente animados em trazer de volta uma das séries mais populares do Disney Channel em todos os tempos, além de alguns rostos amados e familiares”, disse Ricky Strauss, presidente de conteúdo e marketing da Disney+ (Disney Plus) em comunicado. “Com [a criadora da série original] Terri Minsky no comando e Hilary, Hallie, Robert e Jake de volta depois de todos esses anos, é uma honra receber a família McGuire na família Disney+ (Disney Plus)”. “Assim como não há Lizzie McGuire sem Hilary Duff, não há família McGuire sem Hallie, Robert e Jake”, acrescentou Gary Marsh, presidente e diretor de criação da Disney Channels Worldwide. “A série original ocupa um lugar especial no coração de muitos, e mal podemos esperar para apresentar aos fãs, antigos e novos, uma Lizzie mais velha, mais sábia e ainda perfeitamente imperfeita.” Ainda não há informações sobre quais outros ex-membros do elenco, incluindo os melhores amigos Gordo (Adam Lamberg) e/ ou Miranda (LaLaine), podem aparecer no revival, mas se esse anúncio de elenco for uma indicação, a Disney+ (Disney Plus) está fazendo o possível para dar fãs tudo (e todos) que eles querem. O revival ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram ? we are standing in what will soon be the McGuire living room. What’s up fam. We doin this #lizziemcguire #disneyplus Uma publicação compartilhada por Hilary Duff (@hilaryduff) em 24 de Out, 2019 às 2:18 PDT
Manto e Adaga é cancelada e aumenta crise da Marvel Television
O canal pago americano Freeform cancelou “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger) após duas temporadas. Os últimos episódios foram exibidos em maio deste ano, mas os dois heróis do título ainda vão aparecer pela última vez num crossover inédito com a série “Fugitivos” (Runaways), que retorna em dezembro para sua 3ª temporada na plataforma Hulu. “Estamos muito orgulhosos de ‘Manto e Adaga’ e das histórias pioneiras contadas nesta série”, afirmou a Freeform em comunicado. “Também somos gratos aos atores Oliva Holt e Aubrey Joseph por dar vida a esses personagens amados, e ao showrunner Joe Pokaski por sua visão. Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros da Marvel Television por duas maravilhosas temporadas e esperamos poder encontrar outro projeto juntos”, completa o texto. O cancelamento é praticamente a pá de cal na administração atual da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que estão sendo absorvidos numa nova estrutura sob o guarda-chuvas da Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel foi anunciada na semana passada. A informação sobre o fim de “Manto e Adaga”, por sinal, já devia ser conhecida pelos executivos da Disney na época – a Freeform é um canal do mesmo grupo de mídia. E pode ter contribuído para a decisão de mudar tudo. Por conta disso, há fortes boatos de que Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, vai sair da empresa em novembro. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, atualmente a Marvel Television tem apenas duas atrações no ar. E uma delas, “Agents of SHIELD”, vai acabar em 2020. A outra é “Fugitivos”. O estúdio ainda desenvolvia “Novos Guerreiros” e “Motoqueiro Fantasma”, que foram canceladas em fase de pré-produção, aumentando a crise na empresa. Entre projetos futuros, há apenas animações e “Helstrom”, uma série sobre o “Filho de Satã”, para a Hulu. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel. As séries anunciadas para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já estavam sendo produzidas por Kevin Feige. Agora, ele assumirá oficialmente o comando de todas as séries, coordenando as divisões da Marvel Television e Marvel Family Entertainment (responsável pelos desenhos da empresa). A transferência dessas duas divisões para a Marvel Studios representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado, ao lado de Loeb, como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis da Marvel. A Marvel Studios já era uma unidade independente da Marvel Entertainment, organizada sob a Walt Disney Studios desde que Feige ameaçou se demitir, caso Perlmutter prevalesse em sua vontade de impedir a produção dos filmes de “Pantera Negra” e “Capitão Marvel”. O sucesso desses filmes, feitos contra a vontade da Marvel Entertainment, fortaleceu Feige na Disney e diminuiu a influência de Perlmutter nas adaptações de quadrinhos. Agora, esse distanciamento se estabelece também na televisão.
Democracia em Vertigem é indicado ao prestigioso Gotham Awards
A primeira grande premiação cinematográfica americana da temporada, o Gotham Awards 2019, anunciou seus indicados. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. E o documentário brasileiro “Democracia em Vertigem” entrou na lista. O filme de Petra Costa sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, também recebeu indicações ao IDA Awards, premiação realizada pela Associação Internacional de Documentário, e ao Critics Choice Documentary Awards, mas esta é sua primeira indicação numa competição de cinema em geral (isto é, não apenas de documentários). A produção compete com quatro outros documentários: “Indústria Americana”, título da Netflix produzido pelo casal Barack e Michelle Obama, “Apollo 11”, que aborda a missão que colocou o homem na Lua, “Midnight Traveler”, sobre a fuga de um cineasta afegão do Talibã, e “One Child Nation”, que examina as consequências da política chinesa que proibia famílias de terem mais de um filho. Os últimos sete vencedores do Gotham na categoria também foram indicados ao Oscar. Entre os longas de ficção, os títulos que se destacaram foram “História de um Casamento”, “Uncut Gems”, “The Farewell” e “The Last Black Man in San Francisco”. Todos tiveram três indicações. Os dois primeiros já estavam sendo incensados pela crítica, após passarem pelo circuito de festivais, em especial pela performance de seus atores. Adam Driver (mas não Scarlett Johansson) e Adam Sandler foram nomeados, respectivamente, por “História de um Casamento” e “Uncut Gems”. “The Farewell” e “The Last Black Man in San Francisco” foram surpresas, que podem ganhar impulso na temporada de premiações. O primeiro ainda deu holofotes para Awkwafina, indicada ao troféu de Melhor Atriz. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e “Domando o Destino” (2018). Três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme, um foi finalista e o mais recente nem sequer figurou na lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos – mas rendeu à diretora Chloé Zhao um contrato com a Marvel. O Gotham Awards vai anunciar seus vencedores em 2 de dezembro, em cerimônia em Nova York. Confira abaixo a relação dos indicados. Melhor Filme The Farewell As Golpistas História de Um Casamento Uncut Gems Waves Melhor Documentário Indústria Americana Apollo 11 Democracia em Vertigem Midnight Traveler One Child Nation Melhor Diretor Revelação Laure de Clermont-Tonnerre, por The Mustang Kent Jones, por Diane Joe Talbot, por The Last Black Man in San Francisco Olivia Wilde, por Fora de Série Phillip Youmans, por Burning Cane Melhor Roteiro Lulu Wang, por The Farewell Tarell Alvin McCraney, por High Flying Bird Jimmie Fails, Joe Talbot & Rob Richert, por The Last Black Man in San Francisco Noah Baumbach, por História de um Casamento Ari Aster, por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite Melhor Ator Willem Dafoe, por O Farol Adam Driver, por História de Um Casamento Aldis Hodge, por Clemency André Holland, por High Flying Bird Adam Sandler, por Uncut Gems Melhor Atriz Awkwafina, por The Farewell Elisabeth Moss, por Her Smell Mary Kay Place, por Diane Florence Pugh, por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite Alfre Woodard, por Clemency Melhor Ator Revelação Julia Fox, por Uncut Gems Aisling Franciosi, por The Nightingale Chris Galust, por Give Me Liberty Noah Jupe, por Honey Boy Jonathan Majors, por The Last Black Man in San Francisco Taylor Russell, por Waves Melhor Série Estreante de Capítulos Longos Chernobyl David Makes Man My Brilliant Friend Unbelievable Olhos Que Condenam Melhor Série Estreante de Capítulos Curtos PEN15 Ramy Boneca Russa Tuca & Bertie Undune
Ilha de Ferro: Trailer da última temporada tem excesso de ação, tiros e explosões
O Globoplay divulgou fotos e um trailer trepidante da 2ª e última temporada de “Ilha de Ferro”, série mais cara já feita no Brasil, que retorna em streaming. A prévia tem excesso de ação, tiros e explosões. Produção original mais badalada do serviço de streaming da Globo, lançado em novembro do ano passado com grande repercussão, “Ilha de Ferro” transformou-se também na primeira atração cancelada da plataforma. A explicação da Globoplay para o cancelamento foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. O detalhe é que, meses antes, os produtores receberam sinal verde para desenvolver os roteiros da 3ª temporada, que acabaram jogados no lixo. Até os cenários da série, inclusive a plataforma de petróleo de 3 mil m² que foi reproduzida nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões, já foram desmontados. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. Além disso, a produção conquistou aval internacional, ao ser elogiada pela revista americana Variety, numa reportagem que considerou “Ilha de Ferro” uma das melhores séries estrangeiras do ano. Mas o texto elogioso já chamava atenção para o fato de ser uma aposta arriscada da Globo, porque cara demais. A produção acompanha o cotidiano de profissionais de uma plataforma de petróleo, alterando-se entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme. O investimento elevado incluía cenas cinematográficas, como uma queda de helicóptero no mar, e um acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Não se sabe se o novo governo mudou de ideia em relação à parceria e descontinuou o auxílio da Marinha. Em várias intervenções, o presidente Bolsonaro afirmou considerar a imprensa, em particular a Folha de S. Paulo e o grupo Globo, como sua inimiga. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, com supervisão de Mauro Wilson, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada. A última temporada teve suas gravações encerradas em março e estreia na sexta-feira (25/10) em streaming.
Democracia em Vertigem é indicado a prêmio da Associação Internacional de Documentário
O documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, recebeu três indicações ao IDA Awards, prestigiada premiação realizada pela Associação Internacional de Documentário (IDA, na sigla em inglês), que vai acontecer em 7 de dezembro, em Los Angeles. Distribuído internacionalmente pela Netflix, o filme está concorrendo na categoria de Melhor Documentário do ano com mais nove produções e ainda disputa os prêmios de Roteiro e Direção com Petra Costa. Por coincidência, todos os cinco candidatos na categoria de Melhor Direção são mulheres. “Democracia em Vertigem” também foi indicado em duas categorias ao Critics Choice Documentary Awards, que vai revelar seus vencedores no dia 10 de novembro, em cerimônia em Nova York. No filme, a diretora faz um retrato do impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, a partir de um ponto de vista pessoal, misturando sua história familiar com a trajetória política do país.
Volta de Saiki Kusuo ganha trailer legendado
A Netflix divulgou os pôsteres japoneses e o trailer legendado do anime “Saiki Kusuo no Psi-nan: Reativado”, que na verdade é a 3ª temporada de “Saiki Kusuo no Psi-nan”, mais conhecido pelo título em inglês “The Disastrous Life of Saiki K.”. A prévia indica que a trama é continuação, ao relatar eventos que aconteceram anteriormente na saga de Saiki Kusuo. O mais curioso é que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix, assim como um especial que mostrou a suposta conclusão da série, lançado em dezembro passado. Criado em 2012 pelo mangaka Shūichi Asō como personagem de quadrinhos, Kusuo Saiki é um estudante do ensino médio que nasceu com poderes psíquicos como telepatia, psicocinese, teletransporte e outros. Apesar de possuir todos esses poderes, Saiki enfrenta diversas dificuldades causadas por eles, e por isso tenta evitar chamar atenção. A história segue Saiki enquanto ele tenta utilizar seus poderes de uma forma secreta para ter uma vida normal como estudante junto aos seus colegas da P.K. Academy. Como nos episódios anteriores, a série continua sendo produzida pela EGG Firm e J.C. Staff, com direção de Hiroaki Sakurai, roteiro de Michiko Yokote e design de personagens por Masayuki Onji. A estreia da “reativação” de Saiki Kusuo está marcada para 30 de dezembro.
Levius: Adaptação do mangá de boxe “mecha” ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres internacionais e o trailer legendado de “Levius”, série animada japonesa sobre um esporte do “futuro”: o boxe cibernético – ou, na linguagem do anime, “mecha boxing”. O curioso, porém, é que a trama se passa numa versão alternativa do século 19, e toda a tecnologia é uma variação das máquinas a vapor, ao melhor estilo steampunk. A série é uma adaptação do mangá homônimo de Haruhisa Nakata, criado em 2013 e ainda publicado no Japão. A trama gira em torno do personagem-título, um jovem que perdeu a maior parte de sua família e um braço na guerra, e ao ganhar uma prótese mecânica se dedica aos treinamentos para virar lutador de “mecha boxing”. Levius não luta porque deseja fama ou glória, luta porque é a única maneira de um ciborgue como ele sobreviver no mundo. Além disso, ele é realmente bom nisso. A animação, que usa computação gráfica, tem direção de Hiroyuki Seshita (da recente trilogia anime de “Godzilla”) e Keisuke Ide (que trabalhou com Seshita em “Ajin”) e contará com 13 episódios em sua 1ª temporada. A estreia está marcada para 28 de novembro.
Eden: Anime futurista da Netflix ganha primeiro teaser legendado
A Netflix divulgou o pôster japonês e o primeiro teaser legendado de “Eden”, minissérie animada de quatro capítulos que chega em 2020. A trama do anime se passa em um futuro distante, num mundo que habitado somente por robôs, porque os humanos foram extintos há muito tempo. A maioria dos robôs de Eden 3 sequer acredita que humanos existiram algum dia e os consideram um mito. Até que num dia aparentemente comum, dois robôs agrícolas esbarram em uma câmara criogênica que contém uma garotinha humana. Em um mundo que não está pronto para se reintegrar com humanos, os dois decidem criar a jovem Sara em segredo. “Eden” tem roteiro de Kimiko Ueno (de “Little Witch Academia”), direção de Yasuhiro Irie (“Fullmetal Alchemist: Brotherhood”) e produção da Qubic Pictures.
Ninguém Tá Olhando: Série de anjos com Kéfera e Projota ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras cinco fotos de “Ninguém Tá Olhando”, série de comédia brasileira que destaca em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”) e Projota (“Carcereiros”). Os oito episódios da série criada e dirigida pelo cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”) gira em torno de anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. Um deles é Uli (Victor Lamoglia, do canal “Parafernalha”), que se revolta contra as ordens arbitrárias que recebe diariamente. Por conta própria, Uli decide ajudar os humanos, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. Em poucas horas, o novato quebra todas as regras — mas, para sua surpresa, não é punido. Será que o chefe (deus?) está realmente de olho? O elenco também traz Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”) como anjos. “Ninguém Tá Olhando” é uma criação de Daniel Rezende em parceria com Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Além do cineasta, Fernando Fraiha (“Choque de Cultura”) e Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”) também dirigem alguns episódios. A estreia está marcada para o dia 22 de novembro.
Criador de Riverdale e Sabrina desenvolve séries de terror gótico para a HBO Max
O produtor-roteirista Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, está desenvolvendo duas séries, uma delas para a plataforma de streaming HBO Max, que será lançada no ano que vem. O primeiro projeto se chama “The Shelley Society”, e é descrito como um “’Arquivo X’ vitoriano”. A série será uma mistura de romance adolescente com horror gótico, e acompanhará a jovem Mary Shelley, a autora de “Frankenstein”, enfrentando monstros e criaturas sobrenaturais. Sacasa vai escrever os roteiros com Tessa Leigh Williams e James DeWille, dupla de “Riverdale”. O segundo chama-se “The Brides” e é inspirado na saga de Drácula – especialmente em “As Noivas de Drácula”. Na verdade, “The Brides” é um projeto antigo, que chegou a ser apresentado para a rede americana NBC em 2015. As noivas de Dracula foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. Na época em que estava sendo cogitado pela NBC, o projeto era descrito como uma “reimaginação sexy” da história das três noivas de Drácula, que não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama iria acompanhar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Em sua nova versão, “The Brides” é apresentada como “uma novela de terror sobre um grupo de protagonistas femininas e seus conflitos familiares”. Os dois projetos têm produção de Greg Berlanti, parceiro de Aguirre-Sacasa em suas séries derivadas da Archie Comics. Por enquanto, apenas a primeira atração teve piloto encomendado, dentro do contrato de exclusividade de Berlanti e Aguirre-Sacasa com a WBTV (Warner Bros. Television). Para a série sair do papel, o piloto precisa ser aprovado.
Netflix vai disponibilizar primeiro episódio de Irmandade de graça
A Netflix vai disponibilizar o primeiro episódio de “Irmandade”, sua nova série original brasileira, gratuitamente no site oficial da plataforma, entre 25 de outubro a 22 de novembro. Tática parecida ajudou “Sintonia” a se tornar a segunda série brasileira mais vista da história do serviço de streaming. A trama de “Irmandade” se passa em São Paulo nos anos 1990. Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”) vive Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão Edson (Seu Jorge, de “Cidade de Deus”) é líder de uma ascendente facção criminosa, a Irmandade. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o irmão a quem ela sempre idolatrou. Mas, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”). Com produção da 02, a 1ª temporada terá oito episódios que estreiam na sexta-feira (25/10).
Fundação: Série baseada em clássico sci-fi será estrelada por ator de Chernobyl
A série baseada em “Fundação” (Foundation), ficção científica clássica do escritor Isaac Asimov, confirmou a escalação de Jared Harris (“Chernobyl”)como seu protagonista. Além dele, Lee Pace (“Capitã Marvel”) terá papel importante na trama. O projeto está sendo desenvolvido pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. Ele descobre que a atual forma de governo galáctico vai entrar em colapso em mil anos, mergulhando a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento seria perdido e o homem voltaria à barbárie, levando outros 40 mil anos para que recuperasse a civilização. Assim, passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar a humanidade e criar um novo império. Harris interpretará Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. Em 1981, após a trilogia da “Fundação” ser incensada como um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna, Asimov foi convencido por seus leitores a escrever um quarto livro, que se tornou “Limites da Fundação” (1982). Inspirado, ele escreveu mais uma sequência, “Fundação e Terra” (1986), além de dois prólogos, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993), e interligou na sua série vários outros trabalhos, criando um universo ficcional unificado. Não é a primeira vez que esta trama é considerada material rico para uma série. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no streaming. Considerado um dos maiores escritores da ficção científica, Issac Asimov (1942-1993) formulou as chamadas “leis da robótica” e já teve um de seus livros mais conhecidos adaptados por Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. Ainda não há previsão de estreia da série na plataforma Apple TV+.











