Ator de Game of Thrones será vilão da série de O Senhor dos Anéis
O ator Joseph Mawle, que viveu Benjen Stark em “Game of Thrones”, foi contratado para viver o vilão da série da Amazon baseada em “O Senhor dos Anéis”. Extraoficialmente, Mawle irá interpretar um personagem chamado Oren, que seria um dos principais vilões da série. Os detalhes não estão confirmados porque a Amazon se recusou a comentar a escalação e o papel. O ator vai se junta a Will Poulter (“Midsommar”), Maxim Baldry (“Years and Years”) e Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”) na atração, que será dirigida pelo cineasta espanhol J.A. Bayona (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”). Ainda sem título oficial, a série tem produção da dupla J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que contam em sua equipe com os roteiristas Gennifer Hutchison (“Breaking Bad”) e Bryan Cogman (“Game of Thrones”). Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontou que a produção será um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama provavelmente situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Ainda não há previsão para a estreia da série.
Zack Snyder anuncia final das filmagens de seu novo filme de zumbis
O diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) anunciou o final das filmagens de “Army of the Dead”, filme que marca sua volta aos zumbis e sua estreia na Netflix. O anúncio foi feito no fim de semana na rede social Vero, acompanhado por um foto do cineasta e de seus cinegrafistas no último dia de gravação no set. “Eu e meu incrível departamento de cinegrafistas esperando uma nuvem passar no último dia de filmagem. Isto é que é divertido”, escreveu Snyder. Veja o post original abaixo. A produção representa um retorno às origens para o diretor, que volta ao apocalipse zumbi 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O projeto estava acumulando poeira desde 2007 na Warner, onde deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi transformada em roteiro por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também assina a produção com sua esposa, Deborah Snyder. Segundo o diretor, “Army of the Dead” deve chegar ao catálogo da Netflix no final de 2020.
Joel Edgerton indica que pode voltar a viver o tio de Luke Skywalker em série do Disney+ (Disney Plus)
A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) focada em Obi-Wan Kenobi, que trará Ewan McGregor de volta ao personagem, pode ter o retorno de mais um ator visto nos filmes de “Star Wars”. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) deu a entender que poderia voltar a encarnar Owen Lars, o tio de Luke Skywalker, na atração. Ao final de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), o tio ficou com a guarda do bebê Luke no planeta Tatooine. Como os fãs do primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado de “Uma Nova Esperança” pela Lucasfilm, devem lembrar, é neste planeta que Obi-Wan se esconde, assumindo a identidade de Ben Kenobi, um eremita misterioso. Além disso, já foi confirmado que a série estrelada por Ewan McGregor vai se passar oito anos após “A Vingança dos Sith”. “Existe uma possibilidade muito real”, disse Edgerton, sobre a volta ao papel. O que deve ser considerado praticamente uma confirmação, já que o ator também deixou claro que não pode falar sobre qualquer detalhe sobre a série. “Provavelmente tem um assassino no telhado só esperando eu dizer alguma coisa que não deveria. Adoraria falar várias coisas, mas não vou”, afirmou.
The Crown: Trailer legendado da 3ª temporada mostra monarquia britânica nos anos 1970
A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo legendado da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia situa exatamente quando a trama se passa, ao mencionar a comemoração do Jubileu da Rainha Elizabeth II, que aconteceu em 1977. A data também é conhecida pela forma como foi comemorada pela banda Sex Pistols – tocando “God Save the Queen” num barco diante do Parlamento, o que resultou em caos e na prisão de todos os envolvidos. Mas a música sonora usada no vídeo é de outra época, um cover de “The Times They Are a-Changin'”, hit de Bob Dylan de 1963. Será que a série vai ignorar o impacto cultural do punk rock? O trailer registra os distúrbios políticos da época, a greve dos mineiros e os vários protestos gerados pela crise econômica dos anos 1960 na Inglaterra. Mas dá mais importância aos bastidores da monarquia, destacando o sentimento de insignificância do Príncipe Charles, ofuscado por sua mãe e tia na corte real. Outro detalhe interessante é a forma como Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha, mantendo muitos dos trejeitos e da dicção de sua antecessora, a atriz Claire Foy, que estrelou as duas primeiras temporadas da série. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.
O Relatório: Adam Driver denuncia política de tortura dos Estados Unidos em trailer dramático
A Amazon divulgou o pôster e os trailers de “O Relatório” (The Report), filme estrelado por Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), que conta a história real do esquema de encobrimento de torturas da CIA na época pós 11 de setembro. Na trama, um funcionário idealista (Driver) é encarregado por sua chefe, a senadora Dianne Feinstein (Annette Bening, de “Capitã Marvel”), para liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA, criado após o 11 de setembro. A busca incessante de Jones pela verdade o leva à descobertas explosivas que revelam como a principal agência de inteligência do país chegou a extremos para destruir evidências, subverter a lei e esconder seu segredo brutal do público americano. O elenco grandioso conta ainda com Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Sarah Goldberg (“Barry”), Michael C. Hall (“A Noite do Jogo”), Douglas Hodge (“Coringa”), Ted Levine (“The Alienist”), Jennifer Morrison (“Once Upon a Time”), Tim Blake Nelson (“Invasão ao Serviçao Secreto”), Linda Powell (“Chicago Fire”), Matthew Rhys (“The Americans”), John Rothman (“One Mississippi”), Ben McKenzie (“Gotham”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”) e Maura Tierney (“The Affair”). O filme tem roteiro e direção de Scott Z. Burns, um dos roteiristas favoritos do cineasta Steven Soderbergh, que, por sinal, assina a produção de “O Relatório”. Os dois trabalharam juntos em “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011), “Terapia de Risco” (2013) e no recentíssimo “A Lavanderia”, lançado na sexta-feira (18/10) pela Netflix. “O Relatório” já foi exibido nos festivais de Sundance, Telluride, Toronto, Londres e teve sua première nacional neste sábado (19/10) na Mostra de São Paulo. As premières foram aprovadas pela crítica internacional com notas de 86% (geral) a 91% (só os tops) no site agregador Rotten Tomatoes. A produção terá uma estreia limitada nos cinemas dos Estados Unidos em 15 de novembro e duas semanas depois, a partir de 29 de novembro, estará disponível em todo o mundo pelo Amazon Prime Video, serviço de streaming da Amazon.
Nós Somos a Onda: Série baseada no cultuado filme alemão A Onda ganha fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou 20 fotos e o trailer legendado de “Nós Somos a Onda” (We Are the Wave), nova série alemã baseada no cultuado filme “A Onda” (2008) A história original do filme, por sua vez, era inspirada na Terceira Onda, um experimento social de verdade, criado por um professor de história dos Estados Unidos e realizado com alunos do segundo ano do ensino médio, no ano de 1967 na Califórnia, com o objetivo de demonstrar que sociedades democráticas não eram imunes ao fascismo. A série vai variar drasticamente a premissa, mostrando uma versão de esquerda da história. Desta vez, não há professor, mas um novo aluno reunindo estudantes marginalizados em atos de protesto e empoderamento. Mas a motivação positiva de um futuro melhor e luta contra o sistema logo assume novos contornos, conforme o grupo aumenta e a situação rapidamente foge ao controle. O diretor Dennis Gansel e o roteirista Peter Thorwarth, responsáveis pelo filme de 2008, são produtores da atração, que foi criada por Jan Berger (“O Médico”), e o elenco destaca Ludwig Simon (“Beat”), Luise Befort (“Jesus Cries”) e Michelle Barthel (“Tempel”). Com seis episódios, a série estreia em 1º de novembro em streaming.
Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960
O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.
Série baseada em High School Musical é renovada antes da estreia
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) anunciou a renovação de “High School Musical: The Musical: The Series” para sua 2ª temporada. Segundo Ricky Strauss, presidente de conteúdo da plataforma, a decisão se deu pela qualidade da leva inicial de episódios. “Estamos confiantes que o mundo, assim como nós, irá querer mais desses personagens incríveis, músicas e momentos de felicidade”, ele disse em comunicado. A série é um dos carros-chefes da divulgação do novo serviço de streaming. Como parte da estratégia de lançamento da plataforma, a atração terá seu primeiro episódio disponibilizado antecipadamente nos canais da Disney nos Estados Unidos – Disney Channel, Freeform e rede ABC. O piloto de “High School Musical: The Musical: The Series” chegará na TV em 8 de novembro, quatro dias antes da inauguração da Disney+ (Disney Plus). O nome um tanto quanto exótico da produção se deve a seu formato metalinguístico. A trama se passa nos bastidores da produção de uma versão escolar do telefilme “High School Musical”. Assim, além de mostrar novos protagonistas e história, cada capítulo também trará um número musical com as canções conhecidas da franquia, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas no programa, que terá 10 episódios em sua 1ª temporada. O elenco é encabeçado por um ator já conhecido do Disney Channel. Joshua Bassett, que participou da série “A Irmã do Meio” (Stuck in the Middle) vive o protagonista Ricky, que tem um plano ousado para reconquistar sua namorada Nini (Olivia Rodrigo, de “Bizaardvark”, também do Disney Channel): fazer o teste para ser par na produção de “High School Musical” da escola – nos papéis que consagraram Zac Efron e Vanessa Hudgens em 2006. Dá certo. E assim se inicia a trama. O resto do elenco inclui Kate Reinders (“Work It”) como professora e os jovens Sofia Wylie (“Andi Mack”), Matt Cornett (“Life in Pieces”), Dara Renee (“Black-ish”), Julia Lester (“Mom”), Frankie Rodriguez (“Modern Family”), Larry Saperstein (“Porno”) e Mark St. Cyr (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Para os fãs brasileiros da franquia, resta a expectativa de que o serviço de streaming da Disney chegue ao país em 2020.
John Cho sofre grave acidente nas gravações da série Cowboy Bebop
O ator John Cho (o Sulu de “Star Trek”) sofreu um grave acidente nas gravações da série “Cowboy Bebop”, que aconteciam na Nova Zelândia. Detalhes do acidente não foram revelados, embora tenha acontecido há quase duas semanas. A notícia se tornou pública porque o ator foi trazido para Los Angeles para passar por uma cirurgia. Apesar da aparente gravidade, ele não corre risco de vida. O problema seria em seu joelho, e Cho precisará passar por extensa reabilitação para voltar a andar normalmente. Fontes ouvidas pelo site Deadline descreveram a lesão como um acidente bizarro que aconteceu na última tomada de uma cena de rotina e bem ensaiada. Por conta disso, as gravações de “Cowboy Bebop” foram interrompidas e só serão retomadas no segundo semestre de 2020. O novo cronograma da produção só será definido quando o estado de saúde de Cho, que interpreta o protagonista Spike Spiegel, estiver claro. A Netflix poderia optar por substituir o ator, pois nenhum episódio chegou a ser finalizado, mas a plataforma estaria comprometida com Cho. “Nossos pensamentos estão com John e ele tem nosso total apoio enquanto se recupera dessa lesão”, disse um porta-voz da Netflix em comunicado. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. Originalmente, a versão americana ia ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria o protagonista Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. Além de Cho no papel principal, a série inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como Faye Valentine, Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. Mas apenas o cachorro corgi, que complementa o elenco, reflete o visual dos personagens nos desenhos originais. A 1ª temporada terá dez episódios, que agora só devem estrear em 2021.
Roteirista de Rogue One vai comandar série Star Wars derivada do filme
A nova série de “Star Wars” da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), derivada de “Rogue One”, sofreu mudanças em seus bastidores. Tony Gilroy, co-roteirista de “Rogue One” e diretor “secreto” das refilmagens do longa de 2016, foi contratado para escrever e dirigir os episódios da atração, que será centrada no personagem Cassian Andor, interpretado por Diego Luna. Além de Luna, o elenco também trará de volta Alan Tudyk para reprisar a dublagem da voz do robô K-2SO. A Lucasfilm não anunciou mudanças no cargo de showrunner, exercido por Stephen Schiff, produtor de “The Americans”, mas boatos compartilhados pelo editor do site Collider em seu Twitter afirmam que a produção foi paralisada várias vezes há algumas semanas. Segundo as fontes do jornalista Steven Weintraub, o roteiro do piloto “não era bom”. Depois disso, a bola de neve aumentou nas redes sociais a ponto de alimentar notícias de que a série quase foi cancelada. Gilroy vai agora escrever uma nova história para o piloto e assinar sua direção. A série ainda sem nome vai acompanhar Andor durante a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados em “Rogue One” e também do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977), mas depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O projeto vai se juntar a “The Mandalorian”, uma criação original do cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli”), que estreia junto com a Disney+ (Disney Plus) em 12 de novembro e já foi renovada para a 2ª temporada, além de uma anunciada produção sobre Obi Wan Kenobi, estrelada por Ewan McGregor. Por “coincidência”, as três atrações se passam no mesmo período da cronologia de “Star Wars”. I'd heard the Cassian Andor series was shut down a few weeks ago & everyone working on it was sent home. Heard the story/scripts weren’t good enough. Was getting ready to write a story about what I’d been hearing & the news about Tony Gilroy hit. Wonder what day he was hired 2/2 https://t.co/aQtosuhWLW — Steven Weintraub (@colliderfrosty) October 16, 2019
Netflix disponibiliza todos os episódios da série clássica Os Cavaleiros do Zodíaco
A Netflix anunciou nas redes sociais que disponibilizou todos os episódios da série clássica “Os Cavaleiros do Zodíaco” (1986) em seu catálogo. Com o título original de “Saint Seiya”, a série conta a história de cinco jovens guerreiros cuja função é proteger Saori Kido, a reencarnação de Atena, deusa grega da sabedoria. A animação é dividida em quatro sagas: Santuário, Asgard, Poseidon e Hades. A quarta só foi produzida em 2002, encerrando a adaptação do mangá original, que foi interrompida em 1989. Depois disso, a trama ainda ganhou um spin-off, Omega, produzido em 2012 em homenagem aos 25 anos da saga. Para completar, a Netflix realizou um remake em computação gráfica, que foi lançado em julho. SAINT SEIYAAAA! GUERREIRO DAS ESTRELAAASSAINT SEIYAAAA! NADA A TEMER. OH YEAAAH! Todas as 6 temporadas de Os Cavaleiros do Zodíaco (1986) já estão disponíveis no meu site. pic.twitter.com/aJw3Bkaa4P — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) October 16, 2019
The Man in the High Castle: Trailer apresenta o confronto final da série
A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia mostra um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. Mas ela não pretende fugir da luta, acreditando que se os nazistas foram derrotados num universo, podem perder em todos. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.
American Son: Drama estrelado por Kerry Washington ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “American Son”, drama baseado na aclamada peça homônima da Broadway. A prévia é claramente teatral, sem alternância de cenários e focada na interpretação do elenco, encabeçado por Kerry Washington (“Scandal”). A trama gira em torno de Kendra Ellis-Connor, papel de Washington, uma mulher que busca respostas para o desaparecimento do filho numa delegacia de polícia de Miami, onde a situação vira um debate sobre racismo e violência policial. O elenco também inclui Jeremy Jordan (“Supergirl”), Steven Pasquale (“The Good Wife”) e Eugene Lee (“The Crumbles”), todos integrantes da peça original. Com direção de Kenny Leon (“Hairspray Live!”), o filme teve première no Festival de Toronto, onde quase passou em branco, após ser considerado medíocre (50% de aprovação no Rotten Tomatoes), e chega em streaming no dia 1 de novembro.










