Vídeo apresenta dubladores do revival da série animada “A Família Radical”
A Disney+ divulgou o pôster e um vídeo que apresenta o elenco de dubladores americanos da nova versão da série animada “A Família Radical” (The Proud Family), que teve três temporadas – e um filme – entre 2001 e 2005 no Disney Channel. Criada por Bruce W. Smith, “A Família Radical” foi uma das poucas séries animadas a girar torno de uma família afro-americana. A protagonista é a adolescente Penny Proud, de 14 anos, que tem uma família grande e típica, com pai superprotetor, mãe trabalhadora, vovó que mora na sua casa, dois irmãos (gêmeos) caçulas, cachorrinho e muitos amigos excêntricos. Além de retornar com os mesmos dubladores originais, o revival em streaming terá participação de vários astros negros famosos. Intitulada “A Família Radical: Maior e Melhor” (The Proud Family: Louder and Prouder), a continuação voltará a trazer as vozes de Kyla Pratt, Tommy Davidson, Paula Jai Parker, Jo Marie Payton, Tara Strong, Soleil Moon Frye, Cedric the Entertainer, Carlos Mencia, Maria Canals-Barrera e Alvaro Gutierrez, além de incluir participações recorrentes de Keke Palmer (“Scream Queens”), Billy Porter (“Pose”), Zachary Quinto (“Star Trek”) e EJ Johnson (filho do jogador de basquete Magic Johnson). Entre outros convidados da temporada inaugural, a série ainda contará com os cantores Lil Nas X, Normani, Lizzo e Chance the Rapper, e com os atores Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Lena Waithe (“Master of None”), Anthony Anderson (“Black-ish”), Gabrielle Union (“L.A.’s Finest”), Debbie Allen (“Grey’s Anatomy”), James Pickens Jr. (“Grey’s Anatomy”), Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”), Jane Lynch (“Glee”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Lamorne Morris (“New Girl”), Brenda Song (“Station 19”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Emily Deschanel vai estrelar minissérie de suspense na Netflix
A Netflix anunciou a produção da minissérie de suspense “Devil in Ohio”, que será estrelada por Emily Deschanel (ex-protagonista de “Bones”). Baseado no livro homônimo de Daria Polatin, a minissérie de oito episódios já está em produção em Vancouver, no Canadá. A trama gira em torno da psiquiatra Dra. Suzanne Mathis (Deschanel), que decide abrigar uma garota fugitiva de uma seita. Só que seu mudo vira do avesso quando a chegada da estranha garota ameaça separar sua própria família. Quando Jules Mathis, de 15 anos, volta da escola e encontra uma garota estranha sentada em sua cozinha, sua mãe psiquiatra revela que Mae é uma de suas pacientes e ficará com a família por alguns dias. Mas logo Mae está vestindo as roupas de Jules, dormindo em seu quarto, afastando-a de sua posição no jornal da escola e flertando com sua paixão. E Mae não tem intenção de ir embora. Só que a seita misteriosa da qual ela escapou também não pretende deixá-la escapar impunemente. O elenco também destaca Madeleine Arthur (“Guilty Party”) como Mae e Xaria Dotson (“The Birch”) como Jules. A própria Polatin, que escreveu o livro e já trabalhou como roteirista de séries como “Jack Ryan” e “Heels”, assina a adaptação e atua como showrunner da produção. Ainda não há previsão para a estreia.
Dopesick: Série com Michael Keaton denuncia fraude médica nos EUA
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e um novo trailer de “Dopesick”, minissérie repleta de astros famosos, que denuncia uma grande fraude da indústria farmacêutica. Antes da polêmica da Cloroquina no Brasil, houve o escândalo da OxyContin, que deixou a população americana viciada em remédios analgésicos e deu origem a uma grande crise médica e social nos EUA. Adaptação do best-seller homônimo de Beth Macy, a minissérie é criação de Danny Strong (co-criador de “Empire”) e está sendo dirigida pelo veterano cineasta Barry Levinson (“Rain Man”). Já o elenco é encabeçado por ninguém menos que Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). Ele vive Samuel Finnix, um médico à moda antiga, que aborda sua prática com bondade e compaixão, mas se vê envolvido no segredo mortal da indústria farmacêutica. A participação marca o primeiro papel de Keaton numa minissérie desde “The Company”, em 2007. Além dele, a produção conta com Rosario Dawson (“Luke Cage”), Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”), Will Poulter (“Família do Bagulho”), John Hoogenakker (“Jack Ryan”), Kaitlyn Dever (“Fora de Série”), Will Chase (“Objetos Cortantes”), Phillipa Soo (“Hamilton”) e Jake McDorman (“Limitless”). A estreia está marcada para 13 de outubro nos EUA, e vale lembrar que várias produções da Hulu está chegando ao Brasil pela recém-lançada Star+.
7 Prisioneiros: Filme elogiado com Santoro e Christian Malheiros ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o aguardado trailer de “7 Prisioneiros”, filme estrelado por Rodrigo Santoro (“Westworld”) e Christian Malheiros (“Sintonia”), que arrancou elogios rasgados da crítica internacional durante participação nos festivais de Veneza e Toronto. “7 Prisioneiros” é o segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” – também estrelado por Malheiros – e foi premiado no Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA em 2019. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de emprego em um ferro velho de São Paulo, que se revela uma cilada. Ao chegar, descobre que o trabalho não tem salário, que ele não pode sair do lugar e ainda “deve” dinheiro ao dono do ferro-velho. E não adianta pedir ajuda para a polícia, porque ela faz parte do esquema. A única saída é colaborar e se provar útil, envolvendo-se cada vez mais com os abusos cometidos pelo “patrão”, encarnado por Santoro. Com produção dos cineastas Ramin Bahrani (“99 Casas”) e Fernando Meirelles (“Dois Papas”), “7 Prisioneiros” vai estrear em novembro na Netflix.
Krysten Ritter fará minissérie de true crime da HBO Max
A atriz Krysten Ritter, protagonista de “Jessica Jones”, entrou na minissérie “Love and Death”, drama de “true crime” da HBO Max. A trama acompanha dois casais religiosos, que convivem harmonicamente e compartilham o mesmo modo de vida conservador numa pequena cidade no Texas. Até o dia que alguém pega um machado. A série é baseada na história verídica da dona de casa texana Candy Montgomery, que assassinou sua amiga da igreja, Betty Gore, à machadadas em 1980. Ritter interpretará Sherry Cleckler, melhor amiga de Gore. Ela vai se juntar a Elizabeth Olsen (“WandaVision”), intérprete de Candy Montgomery, Patrick Fugit (“Quase FAmosos”) como seu marido Pat Montgomery, Lily Rabe (“American Horror Story”) como Betty Gore e Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”), que tem o papel do marido da vítima, Allan Gore. “Love and Death” é inspirada no livro “Evidence of Love: A True Story of Passion and Death in the Suburbs”, de John Bloom e Jim Atkinson. A adaptação está a cargo do megaprodutor David E. Kelley em parceria com a atriz Nicole Kidman, após os dois trabalharem juntos nas séries “Big Little Lies” e “The Undoing”, ambas lançadas pela HBO. Para o novo projeto, a dupla ainda se associou à diretora Lesli Linka Glatter, indicada cinco vezes ao Emmy pela série “Homeland”. Coproduzida pela Lionsgate Television, a minissérie ainda não tem previsão de estreia.
“Generation” é cancelada na 1ª temporada
A HBO Max cancelou a série “Generation” após uma única temporada de 16 episódios. “Não seguiremos com uma 2ª temporada de ‘Generation'”, disse a plataforma em um comunicado. “Estamos muito orgulhosos de ter parceria com Zelda e Daniel Barnz para representar fiel e autenticamente a juventude LGBTQIAP+ com um grupo tão diversificado de personagens e histórias. Agradecemos a eles e ao nosso elenco maravilhosamente talentoso por todo o trabalho duro e colaboração.” Criada por Zelda Barnz, de 19 anos, em parceria com seu pai, Daniel Barnz (de “A Fera” e “Cake: Uma Razão para Viver”), a série era produzida por Lena Dunham (“Girls”) e mostrava um retrato mais realista que “Gossip Girl” sobre as obsessões sexuais da nova geração, embora tenha ido ao extremo de transformar heterossexuais em minoria. A séria tinha closes explícitos de nudes, usava a palavra “cringe” e destacava Justice Smith (de “Pokémon: Detetive Pikachu) em seu elenco, que ainda incluía Nathanya Alexander (“Oito Mulheres e um Segredo”), Chloe East (“Kevin (Probably) Saves the World”), Lukita Maxwell (“Speechless”), Uly Schlesinger (“Sombras do Terror”), Chase Sui Wonders (“On the Rocks”), a estreante Haley Sanchez e os adultos Martha Plimpton (“Raising Hope”), Nathan Stewart-Jarrett (“Misfits”) e Sam Trammell (“True Blood”).
Netflix apresenta prévia do Tudum com muitas estrelas e atrações internacionais
A Netflix divulgou um novo vídeo do Tudum, confirmando algumas estrelas que irão participar da primeira edição mundial do evento, após duas edições brasileiras. O evento virtual contará com mais de 145 atores e trará mais de 70 títulos exclusivos do streaming, incluindo novidades de “The Witcher”, “Emily em Paris”, “Cobra Kai”, “Bridgerton”, “Stranger Things”, “La Casa de Papel”, “The Umbrella Academy” e outras produções, além de continuações de filmes como “Old Guard” e “Resgate”, sem esquecer de produções inéditas como “Alerta Vermelho”, “Não Olhe Para Cima” e as séries “Sandman” e “Vikings: Valhalla”. Dentre os astros confirmados, que já aparecem no vídeo, destacam-se Kevin Heart, Henry Cavill, Dwayne Johnson, Omar Sy, Chris Hemsworth, Millie Bobby Brown, Álvaro Morte e até Maisa Silva, entre outros. O Tudum, que já foi chamado de festival, vai acontecer de forma virtual no dia 25 de setembro, com transmissão prevista para começar às 13h (horário de Brasília) no canal oficial da Netflix no Youtube para o mundo todo. A programação também poderá ser acompanhada pelo Twitter e Twitch. Apesar do volume de informações prometidas, o Tudum será curto, com tempo de duração de três horas. Mas os fãs de anime poderão aproveitar um pouco mais, com um “pré-show” com conteúdos inéditos no canal Netflix Anime, a partir das 10h (horário de Brasília). Veja abaixo o vídeo com o anúncio oficial do evento.
Netflix desenvolve série baseada nos quadrinhos de “Grendel”
A Netflix está desenvolvendo uma série baseada em “Grendel”, quadrinhos cultuados da editora Dark Horse. O projeto é resultado de um contrato fechado há dois anos, após o lançamento bem-sucedido da adaptação de “The Umbrella Academy”. “Após o sucesso da ‘The Umbrella Academy’, estamos empolgados em estender nosso relacionamento com a Dark Horse Comics. As equipes da Netflix já estão trabalhando em profunda colaboração com a Dark Horse para identificar projetos além do mundo dos super-heróis tradicionais — ramificações em horror, fantasia e entretenimento familiar — que achamos que nossos assinantes vão amar”, disse a empresa por comunicado em 2019. Criado por Matt Wagner em 1982, “Grendel” conta várias histórias, uma dentro da outra, e todas ligadas de uma forma ou outra a Hunter Rose, um escritor famoso, que se revela um habilidoso assassino após a morte da mulher que amava. Agindo à princípio como vigilante, ele logo muda de lado e se torna o chefão do crime de sua cidade. Mas sua história é curta. Outras pessoas assumem seu lugar e a trama prossegue até um futuro distópico, onde a história de Grendel se confunde com contos de terror sobre o diabo. A adaptação está a cargo de Andrew Dabb, produtor-roteirista de “Supernatural”, e o elenco central já está escalado. O ator Abubakr Ali (“Katy Keene”) viverá Hunter Rose/Grendel, Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”) será sua paixão Jocasta Rose e Julian Black Antelope (“Tribal”) interpretará o antagonista Argent, um lobisomem nativo-americano que passa a caçar Grendel para impedir seus crimes brutais. Além deles, a menina Emma Ho (“Code 8: Renegados”) tem papel importante para o desfecho da trama, como a órfã Stacy Palumbo. Além de “Grendel” e a vindoura 3ª temporada de “The Umbrella Academy”, a Netflix tem uma terceira adaptação da Dark Horse em desenvolvimento: uma série animada baseada em “Usagi Yojimbo”, o coelho samurai de Stan Sakai. Veja abaixo capas de diferentes fases da publicação de “Grendel”, inclusive da minissérie em que o vilão enfrenta Batman.
Teaser mostra mudança de protagonista na 2ª temporada de “Love Life”
A plataforma HBO Max divulgou o teaser da 2ª temporada de “Love Life”, que revela a data do retorno da primeira série original da plataforma. Inaugurada em maio de 2020, em plena pandemia, a HBO Max chegou nos EUA com apenas “Love Life” de novidade. E a atração foi renovada quinze dias após o seu lançamento. Antologia romântica, “Love Life” destacou Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) em sua 1ª temporada, e a prévia mostra a atriz saindo de cena para a chegada de um novo protagonista, vivido por William Jackson Harper (o Chidi de “The Good Place”). Criada por Sam Boyd, roteirista do similar “Em um Relacionamento Sério” (2018), a série tem produção do cineasta Paul Feig, com quem Kendrick trabalhou no recente “Um Pequeno Favor”, e conta uma história romântica completa por temporada. Uma forma de conectar as temporadas foi garantir participação especial da personagem de Kendrick no segundo ano, além de manter a trama em Nova York. Os novos episódios vão estrear em 28 de outubro.
Teaser revela premissa do novo episódio de “What If…?”
A Marvel divulgou um teaser do 6º episódio de “What If…?”, que explica a premissa da história, mostrando o que aconteceria se Killmonger salvasse Tony Stark de sua tentativa de rapto no primeiro filme do “Homem de Ferro”. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros não ganharam superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retomou seu personagem na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar. What If… Killmonger Rescued Tony Stark? Find out in the sixth episode of Marvel Studio's #WhatIf…?, streaming tomorrow on @DisneyPlus. pic.twitter.com/2Zw09Nux3F — Marvel Entertainment (@Marvel) September 14, 2021
Duna: Bastidores destacam relacionamento de Timothée Chalamet e Zendaya
A Warner divulgou um novo vídeo de bastidores do remake de “Duna”, que destaca o relacionamento do protagonista e a “garota dos seus sonhos”. Na trama, Paul Atreides, o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), sonha com a jovem misteriosa interpretada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que introduz visões de seu futuro como um herói predestinado. O vídeo revela que, fora das telas, os dois atores também se deram bem. “Eu amo Timothée. Ele se tornou um dos meus amigos mais próximos e queridos”, diz Zendaya. Apesar da ênfase neste relacionamento, ela já assumiu publicamente que seu papel no filme é “muito, muito pequeno”. Vale lembrar que o livro de Frank Herbert, em que a trama se baseia, foi dividido em dois filmes e a participação de Chani, o papel da atriz, tem destaque apenas na metade final. Fãs de ficção científica conhecem de cor a história de “Duna”. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, incluindo ainda Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) – entre outros. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). O filme teve première internacional no Festival de Veneza e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro, até aqui sem garantia de produção de sua segunda parte.
Criador dos Sopranos está irritado com lançamento do prólogo na HBO Max
O criador de “Família Soprano” (The Sopranos), David Chase, juntou-se ao grupo crescente de criativos descontentes com a estratégia de lançamentos híbridos da Warner, que já fez o estúdio perder o diretor Christopher Nolan para a Universal Pictures. Em entrevista ao site Deadline, Chase se declarou “extremamente irritado” com o lançamento simultâneo de “The Many Saints of Newark” nos cinemas e na HBO Max. “Francamente, acho que não teria aceitado o trabalho se soubesse que o lançamento [nos cinemas e no streaming] seria no mesmo dia. Acho péssimo”. “The Many Saints of Newark” é um prólogo da série “Família Soprano”, um dos maiores sucessos da HBO, e Chase disse que não queria que as pessoas pensassem que se trata de um produto televisivo. Chase disse ter ficado chateado, porque as pessoas já associam a “Família Soprano” à TV, mas “The Many Saints of Newark” foi concebido como experiência cinematográfica. “As pessoas deveriam ver no cinema. Foi pensado pra ser um filme, e ele é lindo. Nunca pensei que voltaria para a HBO. Nunca”. O filme será lançado em 1 de outubro nos EUA, mas ainda não há previsão para o Brasil, onde os lançamentos da Warner não acontecem simultaneamente em streaming. Além de Chase e Nolan, o diretor Denis Villeneuve também lamentou lançar “Duna” em outubro nos cinemas e na HBO Max. Mas há mais diretores inconformados, como James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) e Jon M. Chu (“Em um Bairro de Nova York”), que não se manifestaram com a mesma veemência em público. O efeito colateral negativo da estratégia de lançamento da WarnerMedia, que implodiu o relacionamento do estúdio com vários diretores, é apontado como um dos fatores que levaram a AT&T a buscar se livrar da encrenca, negociando a empresa com a Discovery, numa joint venture que criará uma nova companhia com diferentes executivos e já batizada com o nome de Warner Bros. Discovery.
Novo trailer de “What If…?” traz cenas inéditas
O Marvel Studios divulgou um novo vídeo da série “What If…?”. Destacando a versão de T’Challa que virou o Senhor das Estrelas, Capitã Carter e a multiplicação de Doutores Estranhos, a prévia faz uma retrospectiva da primeira metade da temporada inaugural, mas também há vários trechos inéditos dos quatro capítulos finais. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros ganharam superpoderes diferentes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retoma seu personagem, Erik Killmonger, na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar.












