With Love: Conheça a nova série da criadora de “One Day at a Time”
A Amazon Prime Video divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “With Love”, nova série de comédia sobre família latina criada por Gloria Calderón Kellett – responsável pelo revival de “One Day at a Time” (ou “Um Dia de Cada Vez”) na Netflix Com cinco episódios, a 1ª temporada vai acompanhar as aventuras amorosas dos irmãos Lily e Jorge Diaz, que precisam lidar com a vida de solteiros em meio às pressões de sua família intrusiva, enquanto buscam um propósito na vida – ou apenas um namorado (para ele também). Emeraude Toubia (“Caçadores de Sombras”) e Mark Indelicato (que era um menino em “Ugly Betty”) vivem os protagonistas, e o elenco ainda inclui Rome Flynn (“Criando Dion”), Desmond Chiam (“Falcão e o Soldado Invernal”), Vincent Rodriguez (“Crazy Ex-Girlfriend”), Benito Martinez (“Sons of Anarchy”), Constance Marie (“Switched at Birth”), Isis King (“The L Word: Generation Q”) e Todd Grinnell (“One Day at a Time”). A estreia está marcada para o dia 17 de dezembro.
Novo teaser de “Maravilhosa Sra. Maisel” destaca o Sr. Maisel
A Amazon Prime Video divulgou o terceiro teaser da 4ª temporada de “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), desta vez focado nas aventuras amorosas do agora divorciado Sr. Maisel (Michael Zegan). Sua história parece tão divertida quanto a de sua ex (Rachel Brosnahan) na nova temporada. A série conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up da cidade. Antes do estouro da atração, sua criadora, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. Fora do ar há dois anos, os novos capítulos chegarão em 18 de fevereiro com novidades no elenco, incluindo Milo Ventimiglia, astro de “This Is Us”.
Leandro Hassum se desculpa sem entender problema de “Amor sem Medida”
O ator Leandro Hassum sentiu os comentários negativos de Juliana Paes sobre sua nova comédia, “Amor sem Medida”, lançada pela Netflix há duas semanas. Ele emitiu um comunicado com um pedido de desculpas, dizendo não ter sido sua intenção causar dor. A iniciativa, porém, também deixou claro que ele não entendeu porque deveria se desculpar, mostrando sua ignorância em relação aos problemas do filme. “Sinto muito de verdade, pois jamais quero, através dos meus filmes e arte, causar dor. Ao contrário, meu propósito sempre será divertir, entreter, pois acredito no humor agregador para a família toda”, ele se manifestou em comunicado. Em seguida, porém, passou a enaltecer a “mensagem” de “Amor sem Medida”: “O filme conta uma história de amor, de pertencimento e de inclusão, valorizando as capacidades de seus personagens e repudiando qualquer preconceito, de qualquer espécie”. Por isso, o filme seria uma lição de moral: “Vivemos num mundo ainda distante do ideal, mas que vem caminhando no sentido de não dar espaço a nenhum tipo de preconceito, segregação ou exclusão. Esta foi a intenção, por meio da leveza do humor, abordar a importância de vivermos num mundo com mais amor e respeito, onde ser aceito e amado independe de características físicas”. Por considerar tudo isso, disse que ficou “com o coração doído por, de algum modo, não ter transmitido isso a Juliana Caldas”. E concluiu, em tom paternalista: “Estou mais que aberto a acolhê-la com meu total carinho e respeito”. Na verdade, Hassum resumiu tudo o que há de errado no filme, já que “Amor sem Medida”, um romance entre um anão e uma mulher estilo Juliana Paes (a própria Julia Paes), faz exatamente o contrário do que o comediante prega. Se ele não percebe é porque o capacitismo é um problema tão estrutural quanto o racismo na sociedade brasileira. Afirmar ter feito “Amor Sem Medida” com boas intenções não muda o que realmente está na tela: uma ator normal interpretando um anão. Esta é a “black face” do capacitismo. Juliana Caldas, que tem nanismo e ficou conhecida pelo papel de Estela Montserrat na novela “O Outro Lado do Paraíso” (2017), apontou o elefante na sala, lamentando a forma como o protagonista com deficiência foi retratado no filme, desde a falta de representatividade na escolha de Hassum até a enxurrada de piadas preconceituosas da produção, tudo em nome do que o comediante chama de “leveza do humor”. “Eu não me senti em momento nenhum do filme representada. Primeiro, porque a pessoa que faz o personagem que tem nanismo… O ator não tem nanismo, que é o próprio Leandro Hassum. Eles fizeram computação gráfica, diminuíram (o Hassum) em computação gráfica, essas coisas, para mostrar que ele tem baixa estatura. E, depois disso, a maior parte do filme tem piadas totalmente capacitistas, totalmente preconceituosas e que, cara… Não dá para aceitar hoje em dia!”, apontou. Segundo ela, o público não costuma questionar o humor capacitista, o que não acontece quando se trata de conteúdos racistas, homofóbicos ou gordofóbicos. “Quando a gente fala sobre o nanismo, a maior parte das vezes é nessa forma de piada. O nanismo é considerado uma deficiência. Não dá mais para aceitar rir disso hoje”, explicou a atriz. “Ele [Hassum] tenta fazer rir, mas eu não ri em nenhum momento. É cansativo ter que explicar o óbvio, o simples, explicar que, a partir do momento em que uma piada ou frase fere o outro, não é legal”, finalizou Juliana, cobrando mais empatia dos produtores e do público. Com seu comunicado, Hassum tentou encerrar o assunto com a desculpa das boas intenções, conseguindo esse resultado em 90% das publicações que reproduziram seu comunicado sem questionar ou entrar no contexto originalmente apontado por Caldas. A forma fria como o assunto foi tratado também reflete uma imprensa incapaz de sentir empatia, que se torna parte do problema por sua incapacidade de percebê-lo. É importante ressaltar ainda que a opção de utilizar efeito visual para diminuir Hassum reflete outro problema da “black face” do nanismo. Ela representa exclusão e capacitismo no mercado de trabalho, já que impede a clara e rara possiblidade de escalar um ator à altura real do papel. Vale repetir tantas vezes quanto for necessário que Gigante Léo estrelou história parecida em “Altas Expectativas”, comédia romântica que tratava de “amor sem medida” em 2017, portanto nem seria algo inédito no país. “Amor sem Medida” é um remake do filme argentino “Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho” (2013), que há oito anos usou o mesmo truque de encolhimento por computador com o ator Guillermo Francella. A adaptação brasileira foi dirigida por Ale McHaddo, que já tinha trabalhado com Hassum em “O Amor Dá Trabalho” (2019) e na série animada “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma” (2013-2015).
Ariana Grande revela música da trilha de “Não Olhe Para Cima”
“Não Olhe Para Cima” (Don’t Look Up) não tem gente famosa só na tela. A trilha da produção de fim de ano da Netflix destaca ninguém menos que Ariana Grande, que neste fim de semana divulgou em sua página do YouTube a música “Just Look Up”, gravada em parceria com Kid Cudi para o filme. O detalhe é que, além de cantarem a balada musical, Ariana e Kid Cudi também fazem participações especiais diante das câmeras, juntando-se ao elenco estelar. O filme traz Leonardo DiCaprio (vencedor do Oscar por “O Regresso”) e Jennifer Lawrence (vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida”) no papel de cientistas que tentam alertar o mundo sobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Seus avisos, porém, são recebidos com desdém pela presidente Meryl Streep (vencedora do Oscar por “A Dama de Ferro” e outros) e pela imprensa. Afinal, esta é a premissa de uma dúzia de filmes e só pode ser piada que ainda pensem nisso. A comédia também inclui em seu elenco grandioso Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Ron Perlman (o “Hellboy” original), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tyler Perry (“Um Funeral em Família”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”), Michael Chiklis (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”) e Tomer Sisley (“Messiah”). Roteiro e direção são de Adam McKay, vencedor do Oscar por “A Grande Aposta” (2015) e indicado por “Vice” (2018), e a estreia vai acontecer na véspera do Natal, exatamente no dia 24 de dezembro. Felizmente, o amor verdadeiro supera até ao apocalipse, de acordo com a letra de “Just Look Up”, que pode ser ouvida abaixo.
Netflix revela “Máfia dos Tigres 3” com Doc Antle
Netflix vai lançar um terceiro projeto da (agora) franquia “A Máfia dos Tigres” (Tiger King). E já na próxima semana, como revela o pôster e o trailer recém-liberados da nova produção. Intitulado “A Máfia dos Tigres: A História de Doc Antle”, o novo documentário é centrado num dos donos de zoológico apresentados no primeiro “A Máfia dos Tigres”: Bhagavan “Doc” Antle. Antle possuía um zoológico particular na Carolina do Sul chamado Myrtle Beach Safari, e foi indiciado em 2020 por tráfico de vida selvagem e acusações de crueldade contra animais após uma investigação do procurador-geral da Virgínia. Mas não é só isso. Seu modo de vida com muitas esposas, que lembra uma seita, também chamou atenção no programa original. Diz a sinopse oficial: “Um showman profissional, Doc Antle construiu suas várias carreiras com teatralidade, atraindo uma série de admiradores ao longo do caminho. Mas por baixo da fachada excêntrica e amante dos animais encontra-se um predador muito mais perigoso do que seus amados felinos e um homem mais sombrio do que qualquer um dos integrantes da Máfia dos Tigres. Ao longo de três episódios, ‘Tiger King: The Doc Antle Story’ desvenda a verdade sobre Doc, enquanto testemunhas se apresentam para compartilhar suas histórias preocupantes de abuso e intimidação que o colocaram no topo da cadeia alimentar.” A minissérie documental tem direção e produção de Rebecca Chaiklin e Eric Goode, responsáveis pela franquia, e a estreia está marcada para a próxima sexta-feira (10/12) em streaming.
Personagens de “La Casa de Papel” ilustram últimos pôsteres da série
A Netflix divulgou a última coleção de pôsteres de personagens e um vídeo de “tchau bella” para marcar o final de “La Casa de Papel”. Sem dar spoiler, alguns personagens que aparecem nas imagens não sobreviveram ao cerco policial, durante o desfecho apresentado nos cinco episódios tensos que encerram a trama – um encerramento que precisou ser reescrito nada menos que 33 vezes para chegar à conclusão considerada ideal pelo criador da série, Álex Pina. A despedida do fenômeno espanhol que conquistou o mundo entrou nesta sexta (3/12) no catálogo da plataforma de streaming. Pode dar play e #TCHAUBELLA. A última parte de La Casa de Papel já tá no meu site! pic.twitter.com/npgFPkqJHO — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 3, 2021
Ana de Armas substitui Scarlett Johansson em novo filme de ação
A atriz cubana Ana de Armas (“007: Sem Tempo Para Morrer”) vai substituir Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) nas filmagens do thriller de ação “Ghosted”, produção desenvolvida para a Apple TV+. Johansson foi anunciada no elenco em agosto, mas a data do começo da produção, marcada para fevereiro, acabou se sobrepondo a outro projeto que ela está atualmente filmando. O longa marcaria a nona parceria entre Johansson e seu velho amigo Chris Evans (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), mas o reencontro nas telas acabou adiado para outra oportunidade. Embora os detalhes da trama de “Ghosted” estejam sendo mantidos em segredo, o projeto tem sido descrito como uma trama de ação romântica na linha de “Tudo por uma Esmeralda”, que em 1984 juntou Michael Douglas e Kathleen Turner – e em 2021 inspirou “Jungle Cruise”. O roteiro é de Paul Wernick e Rhett Reese (“Deadpool”), a direção de Dexter Fletcher (“Rocketman”) e a produção está a cargo do estúdio Skydance, que está se especializando em realizar filmes para o streaming após “A Guerra do Amanhã” e “Sem Remorso” na Amazon, além de “The Old Guard” na Netflix.
Chris Hemsworth mostra bastidores de “Resgate 2”
O ator Chris Hemsworth publicou um vídeo dos bastidores das filmagens iniciais de “Resgate 2” em suas redes sociais. A prévia mostra o ator do lado de fora de um trem em movimento, em meio a muita neve e ao lado do diretor Sam Hargrave. No vídeo, além de apontar o contraste climático entre os dois filmes, Hemsworth também questionou o fato de continuar vivo na história. “Como? Vocês tem que descobrir vendo o filme”, explicou. Os irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”), que produzem esta franquia para a Netflix, também disponibilizaram a gravação, mas em melhor definição. Joe Russo ainda assina o roteiro. E é ele quem tem a responsabilidade de dar uma explicação plausível para a volta do personagem de Hemsworth. Comercialmente, porém, a explicação é conhecida. O resgate de “Resgate” foi decorrência de seu sucesso, após a produção original ter sido vista por 90 milhões de assinantes em seu primeiro mês na Netflix. Os trabalhos desta sexta (3/12) equivalem ao quinto dia de produção na República Tcheca, e também foram celebrados por Hargrave com seu próprio vídeo. Veja mais abaixo. Ainda não há previsão para a estreia da continuação. Extraction 2 is coming in hot…or actually, freezing cold… @chrishemsworth #SamHargrave @NetflixFilm @AGBOfilms pic.twitter.com/OYXoEOx9hn — Russo Brothers (@Russo_Brothers) December 3, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sam Hargrave (@samhargrave)
Sabrina deve voltar a “Riverdale” após primeiro crossover
Algumas das maiores dúvidas sobre a participação de Sabrina Spellman (Kiernan Shipka) na série “Riverdale” foi abordada pelo showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, durante uma entrevista ao site The Wrap. Ele prometeu que a volta da personagem terá respostas sobre o final polêmico de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, da Netflix, e não deve ser um evento único. Segundo o produtor, o destino da jovem bruxa “definitivamente será mencionado e referenciado” no capítulo especial de “Riverdale”, que vai ao ar na próxima semana nos EUA. Vale lembrar que a personagem morreu no final da 4ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. E embora Roberto Aguirre-Sacasa tivesse planos para trazê-la de volta na temporada seguinte, o cancelamento abrupto daquela série impediu isso. Apesar da aparição esperada, muitos fãs lamentaram que a participação aconteça numa trama que se passa numa realidade paralela aos eventos habituais da série. Mas Aguirre-Sacasa garante que este não é o motivo que permite a aparição de Sabrina. E o melhor dessa visita é que ela pode ser apenas a primeira de muitas. “Não, ela não está aparecendo só porque estamos [em um mundo alternativo]. Tudo o que posso dizer é que sim, existe uma chance de vermos Kiernan como Sabrina mais para frente em ‘Riverdale’”, disse o produtor. Intitulado “The Witching Hour(s)”, o episódio com Sabrina será exibido na próxima terça (7/12) nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner.
“Turner & Hooch” é cancelada após uma temporada
A série “Turner & Hooch” foi cancelada pela Disney+ após apenas uma temporada. A trama era continuação de “Uma Dupla Quase Perfeita” e girava em torno do filho do personagem original de Tom Hanks em 1989. Na série, o jovem herda um grande cachorro indisciplinado de seu pai recém-falecido e logo percebe que o animal de estimação que ele não queria pode ser o parceiro que precisava. Quando o protagonista, Josh Peck (da série “Drake & Josh”), recebe o cachorro bagunceiro, a série assume a mesma configuração do filme, com uma pequena diferença. Enquanto o personagem vivido por Tom Hanks era um detetive policial, seu filho é um agente federal (U.S. Marshal). “Turner & Hooch” foi desenvolvida por Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, e o elenco da atração também contava com Lyndsy Fonseca (“Nikita”), Carra Patterson (“The Arrangement”), Vanessa Lengies (“Aniversário Maldito”), Antony Ruivivar (“A Maldição da Residência Hill”), Brandon Jay McLaren (“Amigas para Sempre”), Jeremy Maguire (“Modern Family”) e Becca Tobin (“Glee”). Embora a Disney+ não revele dados de audiência, fontes alimentam o boato de que a atração não agradou aos fãs do filme original. A primeira indicação de que algo ia mal surgiu menos de um mês após a estreia da atração, quando Josh Peck foi anunciado no elenco de uma nova série de série, “How I Met Your Father”, produção da plataforma americana Hulu.
Série do Pacificador ganha trailer legendado
A HBO Max divulgou um novo trailer legendado de “Peacemaker”, série derivada de “O Esquadrão Suicida”, que traz John Cena de volta ao papel do vilão Pacificador. A prévia mostra o personagem integrando uma nova equipe de operações especiais dedicada a eliminar indivíduos que possam prejudicar os Estados Unidos. Mas o inesperado acontece: ele começa a desenvolver uma consciência e questionar seus próprios métodos, colocando limites ao que está disposto a fazer para que o mundo alcance a paz. Criada pelo diretor de “O Esquadrão Suicida”, James Gunn, a série é continuação direta do filme e também inclui a dupla de agentes da ARGUS vivida por Jennifer Holland e Steve Agee na produção anterior. O elenco se completa com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”) e Freddie Stroma (“Bridgerton”), que interpreta outro anti-herói da DC Comics, o Vigilante. A estreia vai acontecer em 13 de janeiro de 2022. Além do trailer, a série também ganhou um novo pôster, compartilhado por Gunn nas redes sociais. Veja abaixo. Join us January 13 #Peacemaker@DCpeacemaker @hbomax pic.twitter.com/L0vn8WLxws — James Gunn (@JamesGunn) December 3, 2021
Filmes: “Marighella” é principal estreia de streaming da semana
A programação de filmes das plataformas de streaming está ótima nesta semana, com destaque para a chegada de “Marighella” na Globoplay e “Ataque dos Cães” na Netflix. Mas há outras boas opções, entre aventuras épicas, desenhos animados, dramas premiados e documentário de rock. Veja abaixo as 10 principais indicações para o fim de semana online. Marighella | Globoplay Maior bilheteria do cinema brasileiro em 2021, o filme que marca a estreia na direção do ator Wagner Moura (“Narcos”) recupera a história de Carlos Marighella, guerrilheiro comunista que pegou em armas contra a ditadura militar. Retratado como um herói na obra, em interpretação magistral de Seu Jorge (“Irmandade”), Marighella é considerado um simples bandido pelos negacionistas da ditadura, que atualmente ocupam cargos públicos e, de acordo com o diretor, chegaram a tentar censurar a produção, dificultando seu lançamento o máximo que puderam. Por conta disso, o filme rodado em 2017 e que teve pré-estreia mundial no Festival de Berlim de 2019, demorou dois anos para conseguir estrear no Brasil. Comparado às obras dos grandes cineastas do cinema engajado dos anos 1960 e 1970, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. Ataque dos Cães | Netflix Western dirigido por Jane Campion, primeira mulher a vencer a Palma de Ouro do Festival de Cannes – por “O Piano”, em 1993 – e que acrescentou em sua estante o troféu de Melhor Direção no Festival de Veneza deste ano por esta nova obra, “Ataque dos Cães” é um “Brokeback Mountain” desalmado e trancado muito mais fundo no armário. A trama explora o poder intimidador do protagonista, um homem bruto encarnado pelo ator inglês Benedict Cumberbatch (“Dr. Estranho”) no primeiro papel de cowboy de sua carreira, e o desespero da personagem de Kirsten Dunst (“Melancolia”) diante do bullying que ele pratica contra seu filho, vivido por Kodi Smit-McPhee (“X-Men: Fênix Negra”). Só que perseguição maldosa embute um subtexto gay, tanto do interesse do vilão em sua vítima quanto do medo do jovem perceber sua verdade. Por extensão, o filme também coloca em questão todo o gênero clássico do western, repleto de machões que desdenham da franqueza das mulheres e vivem sempre acompanhados de outros homens. Venceu o Festival de San Sebastián e soma 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ágora | MUBI O épico histórico de Alejandro Amenábar (“Os Outros”) sobre Alexandria, uma das cidades mais importantes de todos os tempos, conjectura os motivos que levaram o grande conhecimento guardado em sua biblioteca a ser destruído de forma violenta. Ataque aos intelectuais e intolerância religiosa marcam uma trama típica de aventura de época, mas que também inspira reflexão, especialmente pelo fato de os vilões serem cristãos fanáticos. Com 11 prêmios internacionais, o filme destaca em seu elenco Rachel Weisz (“A Favorita”) e Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Viagem ao Topo do Mundo | Netflix A animação dramática francesa acompanha a busca obsessiva de um fotojornalista pela verdade sobre a primeira expedição ao Monte Evereste, em busca de um alpinista estimado que desapareceu. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme marca a estreia na direção de Patrick Imbert, animador dos ótimos “Abril e o Mundo Extraordinário” (2015) e “Ernest & Célestine” (2012). Diário de um Banana | Disney+ Graças ao sucesso dos livros infantis – 250 milhões de cópias vendidas – e dos filmes live-action lançados entre 2010 e 2017, a história criada por Jeff Kinney já é bem conhecida. A versão animada adapta o primeiro livro, reintroduzindo Greg Heffley, um garoto magricela, mas ambicioso, com uma imaginação ativa e grandes planos para se tornar rico e famoso. Mas para isso precisa conseguir sobreviver ao ensino fundamental primeiro. Perseguido e constantemente humilhado, ele acredita que essa fase um dia vai passar, mas não se conforma de ver seu melhor amigo Rowley levar a vida tranquilamente e ter sucesso em tudo, mesmo sem tentar! A Fita Cassete | Netflix Comédia dramática passada nos anos 1990 sobre uma adolescente tímida e ignorada, que descobre uma mixtape antiga de seus pais falecidos e, ao acidentalmente destrui-la, decide encontrar cada música obscura do k7. A jornada a leva se aproximar da garota rebelde da escola, que a convence que não basta ouvir as músicas, é preciso viver o que elas pregam. Logo, elas formam uma banda, com maquiagem gliter exagerada e se achando tão grunge quanto os Titãs na época. A atriz Gemma Brooke Allen, que viveu a versão criança de Mary Elizabeth Winstead em “Kate”, tem o papel principal, e o elenco ainda destaca Julie Bowen (“Modern Family”) como sua vó incrivelmente jovem. Um Crush para o Natal | Netflix O primeiro filme gay de Natal da Netflix traz Michael Urie (de “Ugly Betty”) como um rapaz que convence o melhor amigo (o estreante Philemon James) a fingir ser seu namorado durante o feriado com sua família, especificamente para evitar que a mãe (Kathy Najimy, de “Abracadabra”) encha seu saco por estar solteiro. Só que a mãe já tinha planejado um encontro às cegas com Luke Macfarlane (de “Killjoys”) e ele pode ter estragado sua chance com o novo e interessante pretendente. Ao mesmo tempo, os parentes tentam mostrar para Peter que seu melhor amigo pode ser o melhor namorado de sua vida. Noite #1 | Filmica Nossos Entes Queridos | Filmica Os dois primeiros longas de Anne Émond chegam ao streaming numa mini retrospectiva de um dos novos talentos do cinema canadense, especialmente da região do Quebec, que tem como idioma principal o francês. Premiado nos festivais de Toronto e Vancouver, o filme de estreia, “Noite #1” (2011), acompanha uma ficada de uma noite, que surpreende por virar uma noitada de conversas e reflexão entre um casal de desconhecidos. Já “Nossos Entes Queridos” reflete o impacto da morte de um pai na vida dos filhos, muitos anos depois do acontecido, e rendeu a Émond o prêmio Jutra (do cinema quebequense) de Melhor Direção. Woodstock 99: Peace, Love, and Rage | HBO Max O Festival de Woodstock entrou para História como ponto alto da era hippie, mas seus organizadores perderam uma fortuna em 1969 quando o evento foi invadido por centenas de milhares de jovens, que não pagaram um centavo de ingressos. Trinta anos depois, eles resolveram recuperar o investimento com um novo festival musical, apelando para a mítica em torno do nome Woodstock. Mas em vez de três noites de paz, amor e música, o evento de 1999 entrou para a História por outros motivos, com exploração financeira, cenas de violência e até denúncia de estupro. Assim como 30 anos atrás, marcou época tanto pelo rock quanto o que aconteceu longe de seus palcos.
Séries: Fim de “La Casa de Papel” é maratona mais esperada
A Netflix disponibiliza as maratonas mais esperadas da semana, com o lançamento de temporadas finais de duas séries muito bem-avaliadas: “La Casa de Papel” (92% no Rotten Tomatoes) e “Perdidos no Espaço” (76%). Além disso, a programação também tem estreias promissora, com destaque para o suspense nacional “Insânia”, na Star+, e programas clássicos como a íntegra de “Mr. Bean”. Confira abaixo estas e outras opções na seleção dos 10 principais títulos de streaming da semana. La Casa de Papel | Netflix Primeiro fenômeno internacional da Netflix, “La Casa de Papel” chega ao fim com personagem favoritos mortos, o Professor (Álvaro Morte) preso e Palermo (Rodrigo de La Serna) tentando assumir a liderança do grupo em meio ao cerco policial. E ainda tem mais mortes impactantes nos cinco episódios tensos que encerram a trama – um encerramento que precisou ser reescrito nada menos que 33 vezes para chegar à conclusão considerada ideal pelo criador da série, Álex Pina. Perdidos no Espaço | Netflix O reboot da sci-fi clássica dos anos 1960 também se encerra neste fim de semana com a disponibilização dos oito episódios derradeiros. Por coincidência, a série original durou as mesmas três temporadas da versão da Netflix, mas nunca teve conclusão narrativa, deixando os fãs tão perdidos quanto a família Robinson em 1968. A nova versão, pelo menos, vai mostrar como tudo termina. Especialmente como Will Robinson (Maxwell Jenkins, que mudou muito dos 12 para os 16 anos de idade) pretende salvar sua família dos alienígenas que tem causado grande destruição desde o capítulo inicial. Insânia | Star+ Primeira série original brasileira da Star+, “Insânia” acompanha a policial Paula (Carol Castro, de “Veneza”), que acorda em uma misteriosa clínica psiquiátrica, chegando à beira da insanidade sem saber o verdadeiro motivo de sua hospitalização. Concebida por Lucas Vivo (“Pacto de Sangue”), a série tem roteiros de Marcelo e Walter Slavich (criadores de “Sr. Ávila”), e direção de Gustavo Bonafé (“Irmandade”). Beforeigners | HBO Max Primeira produção norueguesa da HBO, “Beforeigners: Os Visitantes” também é a primeira série policial com vikings. Na trama, vários guerreiros nórdicos da Idade Média aparecem misteriosamente nas praias da Noruega e são integrados na sociedade contemporânea. E para investigar crimes que possam estar cometendo, o departamento de polícia junta um detetive tradicional e uma recruta viking. Na 2ª temporada, que começa no domingo (5/12), a dupla descobre que não foram apenas vikings que voltaram do passado. Um dos viajantes do tempo seria ninguém menos que Jack, o Estripador. Coiotes | Netflix “Outer Banks” funcionaria sem exibir tanta pele nua? O desempenho de “Coiotes” pode ser um bom indicativo. A nova série belga dos criadores de “Tempos de Crise” também acompanha adolescentes envolvidos com um tesouro perdido (no caso, diamantes ilegais) durante as férias de verão, mas em vez de trajes de banho eles vestem uniformes de escoteiros. Enquanto os novos milionários decidem o que fazer com a fortuna encontrada, os criminosos que perderam os diamantes passam a caçá-los. Jurassic World: Acampamento Jurássico | Netflix Passada em meio aos acontecimentos do filme “Jurassic World” de 2015, “Acampamento Jurássico” acompanha seis adolescentes que se veem perdidos em meio à fuga dos dinossauros no parque temático. Mas a 4ª temporada mostra que escapar da Ilha Nublar não é o fim da aventura, apenas uma mudança de fase, que traz diferentes dinossauros e… robôs! A animação conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). Harlem | Amazon Prime Video Espécie de “Sex and the City” com atrizes negras, a série segue quatro melhores amigas do Harlem, tradicional bairro negro nova-iorquino, que lutam para equilibrar carreiras e vidas românticas. Quem concebeu a série foi a roteirista Tracy Oliver, que escreveu as comédias “Um Salão do Barulho 3” (2016), “A Viagem das Garotas” (2017) e “A Chefinha” (2019). E sua atualização inclusiva da premissa tradicional não muda apenas o perfil racial das personagens. Uma das amigas é lésbica. Vale destacar ainda que a produção é assinada pela atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e o músico Pharrell Williams, e que Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”) integra o elenco coadjuvante. O que Você Queer | HBO Max A comédia dramática espanhola mostra a evolução de um adolescente retraído, que sofre duplamente com bullying por ser gordinho e gay, num adulto assumido e bem resolvido, além de escritor de sucesso. O personagem central, apresentando em três períodos distintos, é inspirado pelo próprio criador da série, Roberto Enríquez, mais conhecido pelo pseudônimo Bob Pop, que tem carreira como blogueiro e colunista de TV na Espanha. Ele próprio aparece na série vivendo a si mesmo, junto de outros de seus ídolos, incluindo o diretor Pedro Almodóvar. The Last Ship | Globoplay A série de ação chega completa com cinco temporadas produzidas entre 2014 e 2018. Mas o efeito da maratona é perceber a guinada brutal da trama, que começa em ritmo tenso e absolutamente premonitório, com uma grande pandemia mundial, e termina como um thriller militar convencional. A história original, que acompanha a missão de um dos últimos navios da Marinha dos EUA em busca da cura para um novo vírus altamente letal, é concluída no segundo ano de produção, enquanto os demais capítulos mostram a situação caótica de um mundo que tenta recomeçar. Com visual cinematográfico, a produção é assinada pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”) e o primeiro capítulo foi dirigido por Jonathan Mostow (“O Exterminador do Futuro 3”). Já o elenco grandioso é encabeçado por Eric Dane em seu primeiro papel após sair de “Grey’s Anatomy”. E mesmo com muitos outros rostos conhecidos, quem se destaca entre a multidão de coadjuvantes é uma “novata”: a modelo Jodie Turner-Smith, integrada a partir da 4ª temporada, que estourou um ano após a série em “Queen & Slim” (2019). Mr. Bean | Amazon Prime Video Uma das séries de comédias britânicas mais famosas de todos os tempos também é disponibilizada na íntegra, com todos seus 14 episódios produzidos entre 1990 e 1995. Parece pouco diante de suas inúmeras reprises, que sugerem um acervo farto. O sucesso distorceu a percepção de quanto material existe de fato, além de ter marcado demais o ator Rowan Atkinson, que pode não parecer, mas já era bem conhecido no Reino Unido antes de se tornar indissociável do personagem. A criação de “Mr. Bean” foi a terceira parceria entre Atkinson e o roteirista Richard Curtis (que depois viraria o rei das comédias românticas britânicas) e a mais bem-sucedida de todas, apesar do culto em torno de “Blackadder” nos anos 1980. Popular até hoje, “Mr. Bean” também rendeu uma série animada, dois filmes, vários esquetes em programas beneficentes e até uma participação na abertura da Olímpiada de Londres, em 2012.












