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    Cleo, Erika Januza e Giovanna Ewbank viram bruxas da Disney

    29 de março de 2022 /

    A Disney+ divulgou nesta terça (29/3) a primeira foto e um vídeo de bastidores de sua nova série infantil brasileira, “A Magia de Aruna”, que traz Cleo (“Me Tira da Mira”), Erika Januza (“Verdades Secretas”) e Giovanna Ewbank (“Escrito nas Estrelas”) como bruxas. As gravações começaram nesta semana para uma estreia em 2023. De acordo com a sinopse, “A Magia de Aruna” conta a história de Mima, uma adolescente do Rio de Janeiro que tenta esconder seu estranho poder de hiperempatia em um mundo separado da magia, que “vive uma crise solar”. No entanto, durante uma importante competição faz Mima perder o controle de seu misterioso poder e descobre um feitiço realizado há 300 anos, que acaba acordando três Bruxas Guardiãs. A atriz e cantora Jamilly Mariano (“Canta Comigo Teen 2”) será a protagonista Mima, responsável por despertar o trio “Abracadabra” Cleo, Giovanna Ewbank e Erika Januza – ou melhor, as bruxas Cloe, Juno e Latifa. O elenco ainda conta com Suzana Pires (“De Perto Ela Não é Normal”). A produção da Disney+ conta com direção de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put (que trabalharam em dupla na comédia “Juntos e Enrolados”). A data de estreia oficial deve ser anunciada nos próximos meses, assim como outros nomes do elenco principal. Avisa que são elas! @cleo, @erikajanuza e @gioewbank são umas das novas integrantes do clã das bruxas da Disney. ⚡️#AMagiaDeAruna, uma Série Original. Em breve no #DisneyPlus. pic.twitter.com/aFQDdFeUeW — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) March 29, 2022

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    Série sobrenatural com Elisabeth Moss e Wagner Moura ganha primeiro trailer

    29 de março de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer legendado de “Shining Girls”, minissérie de suspense que será estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”). A produção também ganhou título nacional, que é o mesmo do livro de Lauren Beukes, em que se baseia, no Brasil: “Iluminadas”. A trama gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo para assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, certo de sua impunidade. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa, já que cada morte altera a linha temporal e uma das vítimas potenciais percebe a mudança. Moss vai viver um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque, enquanto Moura interpretará um jornalista que investiga o atentado contra ela e se torna tanto um aliado quanto um possível suspeito. A adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Amy Brenneman (“The Leftovers”), Phillipa Soo (“Dopesick”) e Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como o serial killer. Além de atuar, Moss divide a produção executiva da atração com Leonardo DiCaprio, por meio da empresa do ator, Appian Way. A estreia está marcada para 29 de abril.

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    Filme “Ou Tudo ou Nada” vai virar série com elenco original

    28 de março de 2022 /

    A popular comédia britânica “Ou Tudo ou Nada” (The Full Monty) vai virar uma série de streaming com participação do elenco original, liderado por Robert Carlyle. A produção começou nesta segunda (28/3) nas regiões de Sheffield e Manchester, na Inglaterra. Vinte e cinco anos depois da exibição original de 1997, a série vai reencontrar os desempregados de Sheffield, que se despiram para ganhar um pouco de dinheiro extra num show de striptease. A trama deve acomodar os veteranos ao lado de uma nova geração, vítima do impacto econômico do coronavírus. A série é uma criação do roteirista Simon Beaufoy, que foi indicado ao Oscar pelo filme original, e também contará com participação do produtor do filme, Uberto Pasolini. Ainda sem previsão de estreia, “The Full Monty” (título original) será exibida pela Star+ no Brasil e no restante da América Latina. Nos demais países, a atração irá ao ar pela Disney+, exceto nos EUA, onde fará parte da programação da Hulu. Veja o trailer abaixo para lembrar o filme original.

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    “Gotham Knights” escala intérprete de Spoiler/Batgirl

    28 de março de 2022 /

    A atriz Anna Lore (“All American”) entrou no elenco do piloto de “Gotham Knights”, novo projeto de série da DC Comics em desenvolvimento para a rede The CW. Ela interpretará uma das protagonistas: Stephanie Brown. Criada em 1992 pelo roteirista Chuck Dixon e o desenhista Tom Lyle, Stephanie já viveu três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC Comics: Spoiler, Robin e Batgirl. A personagem é filha de um dos vilões clássicos de Batman, o Mestre das Pistas, conhecido por sempre deixa pistas claras sobre seus planos, ainda que nem sempre elas sejam óbvias. Ela virou heroína justamente para evitar que inocentes fossem feridos pelo pai, desafiando-o ao se tornar a vigilante Spoiler (às vezes chamada de Salteadora no Brasil), cujo nome em inglês é uma alusão ao fato de estragar as surpresas do pai. Ela virou Robin durante o período mais difícil e polêmico dos quadrinhos de Batman. Durante o crossover “Batman: Jogos de Guerra”, foi torturada pelos inimigos do herói e dada como morta. Mas isso não a deteve, e mesmo contra a vontade de Batman virou a terceira heroína a usar o nome de Batgirl, após a original, Barbara Gordon (vista em live-action na 3ª temporada de “Titãs”), e sua substituta Cassandra Cain (vista no filme “Aves de Rapina”) abandonarem a identidade. Foi neste último período que chegou a ter sua própria publicação mensal, chamando atenção por virar a primeira Batgirl loira. Stephanie Brown também já apareceu em live-action no “Arrowverso”. Ela foi interpretada por Morgan Kohan (da série “When Hope Calls”) num episódio da 2ª temporada de “Batwoman”. A participação da personagem coincide com a inclusão de outra Robin na série: Carrie Kelley, a primeira Robin feminina (apresentada no clássico futurista “O Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller). Só que nesse segundo caso a escalação não refletiu os quadrinhos. Mantendo o padrão do “Arrowverso” de dar papéis de heróis ruivos para atores negros, Carrie Kelley será vivida por Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”). O elenco ainda destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela Dent, que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras – e também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até uma ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. O próprio Duas Caras participa da trama, vivido por Misha Collins, que ficou conhecido ao interpretar o anjo Castiel em “Supernatural” (2005-2020). Outros integrantes da produção incluem Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”), que viverão a heroína Pássaro Azul e seu irmão, e Oscar Morgan (“Warren”), contratado para interpretar um personagem inédito nos quadrinhos: Turner Hayes, um filho adotivo de Bruce Wayne. Apesar do título, “Gotham Knights” não tem relação com o game da DC de mesmo nome, que será lançado neste ano, nem será uma produção derivada de “Batwoman”, exibida no mesmo canal nos EUA. A atração vai se passar em Gotham City após a morte de Batman. Segundo a sinopse divulgada, mostrará “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato”. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham se torna mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O projeto está sendo desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que atualmente escrevem episódios de “Batwoman”. E a produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, universo de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. Importante ressaltar que até o momento a atração não tem uma temporada garantida. Apenas seu piloto foi encomendado pelo canal. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Lore (@anna_lore)

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    “Halo” bate recorde de audiência da Paramount+

    26 de março de 2022 /

    A Paramount+ declarou que a estreia de “Halo” estabeleceu um novo recorde de audiência em sua plataforma de streaming. O episódio inaugural da série que adapta a franquia de games do Xbox teria sido o programa mais visto nas primeiras 24 horas de lançamento do serviço em todos os tempos, superando o recorde estabelecido em dezembro pela estreia de “1883”, prólogo de “Yellowstone”. Os números deste recorde, entretanto, não foram divulgados. Uma noção mais clara da audiência de “Halo” poderá ser aferida quando a medição semanal da consultoria Nielsen for divulgada nos EUA. Até hoje, nenhuma produção original da Paramount+ conseguiu entrar no Top 10 da Nielsen. Lançada na quinta (24/3), “Halo” é a maior aposta da Paramount+ para atrair novos assinantes. Com grande orçamento, efeitos visuais apurados, cenas de ação intensa, escala épica e narrativa complexa, repleta de conflitos e personagens, a série acompanha a luta da humanidade contra uma aliança alienígena, mas deixa claro de imediato que a história não é tão simples, pois em meio a esse embate há rebeldes e inocentes na mira dos dois inimigos. A trama toma grandes liberdades em relação ao jogo lançado em 2001, sendo a menor delas o fato de o supersoldado Master Chief, estrela do game, tirar seu capacete. O personagem nunca revelou o rosto nos jogos, mas na série mostra as feições do ator Pablo Schreiber (“American Gods”) em seus primeiros minutos. Ele lidera uma elite de combatentes na linha de frente da guerra interplanetária, mas ao entrar em contato com uma tecnologia alienígena começa a questionar suas ordens e programação mental. A adaptação é assinada por Kyle Killen (criador de “Mind Games”) e Steven Kane (criador de “The Last Ship”), que foram demitidos sem alarde durante a produção, deixando o comando nas mãos de Otto Bathurst, cineasta de “Robin Hood: A Origem”, responsável pela direção de alguns episódios. Mas o nome mais imponente dos bastidores é o de Steven Spielberg, produtor da série via sua empresa Amblin, que tirou a adaptação do papel após várias idas e vindas.

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    Mayans MC enfrentam Sons of Anarchy em teaser da 4ª temporada

    25 de março de 2022 /

    O canal pago FX divulgou um teaser épico da 4ª temporada de “Mayans MC”, que retrata, de forma estilizada, uma batalha violenta entre motoqueiros, confrontando os Mayans MC contra os Sons of Anarchy. Vale lembrar que a série atual é spin-off de “Sons of Anarchy”, a atração original de gangues de motoqueiros do canal. A nova temporada será a segunda gravada sem a participação do produtor-roteirista Kurt Sutter, criador tanto de “Sons of Anarchy” quanto do derivado, que foi demitido pelo canal por conta de “múltiplas denúncias” de comportamento agressivo no set. O produtor reconheceu suas ações em carta aberta ao elenco e produção, descrevendo-se como “um babaca esquentado”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado em parceria entre Sutter e Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e ele também escreveu o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Com o cocriador à frente da produção, o programa permaneceu entre os mais assistidos do FX em sua 3ª temporada. O quarto ano da produção estreia no dia 19 de abril nos EUA. “Mayans MC” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.

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    “Only Murders in the Building” já tem data pra voltar

    25 de março de 2022 /

    Os perfis oficiais de “Only Murders in the Building” no Instagram e no Twitter publicaram um vídeo com o trio de protagonistas para anunciar a data de estreia da 2ª temporada da série, marcada para 28 de junho. “Only Murders in the Building” é estrelada por Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais que se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir, quando um morador de seu prédio é assassinado. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, mas que acaba lhes colocando em risco. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), tem produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”) e da 20th Television, e além do trio famoso deve contar com novas celebridades no mistério da 2ª temporada. Até o momento, já foram confirmadas as participação da premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), da comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e da modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). A atração é a primeira série da carreira de Steve Martin e marca a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. No Brasil, a exibição é pela plataforma Star+. Well, this explains why the elevator was out of service yesterday… pic.twitter.com/gv1jqsimo0 — Only Murders In The Building (@OnlyMurdersHulu) March 25, 2022

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    “The Big Bang Theory” se despede da TV aberta no Brasil

    25 de março de 2022 /

    O SBT perdeu os direitos de exibição da série “The Big Bang Theory” (2007-2019) após 11 anos. A emissora exibia o programa na TV aberta com o título de “Big Bang: A Teoria”, de forma diferente da TV paga que sempre preservou o nome original. A última exibição de “Big Bang: A Teoria” no SBT vai acontecer neste sábado (26/3), às 4h. Como forma de despedida, o canal deve maratonar os últimos episódios da 12ª temporada. A saída do ar se deve à decisão da Warner, produtora da sitcom, que pretende concentrar seus principais títulos na HBO Max, sua plataforma de streaming lançada no ano passado. A mesma estratégia tem sido seguida pela Disney para priorizar seu streaming, o que tem deixado poucos programas licenciados na TV aberta brasileira. Só que a tendência não se restringe à TV aberta. Um sinal claro do que será o futuro foi vislumbrado já no ano passado, quando a série “Friends” (1994-2004) deixou de ir ao ar na TV paga após mais de duas décadas. Para completar, neste mês a Disney anunciou o fechamento de dois canais pagos de seu grupo de entretenimento.

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    Confira 10 séries que estreiam em streaming

    25 de março de 2022 /

    O maior investimento da Paramount+ e a minissérie internacional mais elogiada da Apple TV+ vão disputar a preferência do público com um fenômeno da Netflix. Mas o Top 10 dos lançamentos da semana tem opções para outros gostos. Para as crianças, o destaque é a série infantil clássica brasileira “Cocoricó”, que finalmente estreia em streaming. E há um desenho que fará a alegria de muitos adultos, que finalmente poderão ver quatro volumes – até então inéditos no país – do cultuado anime “Ghost in the Shell: Arise”. Confira abaixo as 10 melhores séries que chegam ao streaming, seus principais detalhes e os respectivos trailers.   HALO | PARAMOUNT+ Maior aposta da Paramount+, a série baseada no popular game do XBox capricha nos efeitos visuais, cenas de ação, escala épica e narrativa complexa, repleta de conflitos e personagens. Em desenvolvimento há quase uma década, a série acompanha a luta da humanidade contra uma aliança alienígena, mas deixa claro de imediato que a história não é tão simples, pois em meio a esse embate há rebeldes e inocentes na mira dos dois inimigos. A trama toma grandes liberdades em relação ao jogo lançado em 2001, sendo a menor delas o fato de o supersoldado Master Chief, estrela do game, tirar seu capacete. O personagem nunca revelou o rosto nos jogos, mas na série mostra logo as feições do ator Pablo Schreiber (“American Gods”). Ele lidera uma elite de combatentes que toma a frente da guerra interplanetária, mas o contato com uma tecnologia alienígena faz com que comece a questionar suas ordens e programação mental. A adaptação é assinada por Kyle Killen (criador de “Mind Games”) e Steven Kane (criador de “The Last Ship”), que foram demitidos sem alarde durante a produção, deixando o comando nas mãos de Otto Bathurst, cineasta de “Robin Hood: A Origem”, responsável pela direção de alguns episódios. Mas o nome mais imponente dos bastidores é o de Steven Spielberg, produtor da série via sua empresa Amblin, que tirou a adaptação do papel após várias idas e vindas.   PACHINKO | APPLE TV+ O melodrama épico conta uma história que atravessa décadas, acompanhando integrantes da mesma família coreana. Com imagens belíssimas, que reforçam a ambição e a amplitude da trama, a produção falada em três idiomas dá vida ao aclamado romance homônimo de Min Jin Lee, que tem como pano de fundo o amor proibido da protagonista Sunja, que viaja entre a Coréia, o Japão e os EUA, em épocas de guerra e de paz, e enfrenta perda, triunfo e acerto de contas. Criada, escrita e produzida por Soo Hugh (criadora da série de terror “The Whispers”), a série destaca as atrizes Minha Kim, Yu-na Jeon e Youn Yuh Jung (vendedora do Oscar pelo filme “Minari: Em Busca da Felicidade”) que interpretam a personagem principal em três fases distintas da história Com oito capítulos, “Pachinko” disponibiliza os três primeiros nesta sexta (25/3) e seguirá com exibição de inéditos todas as sextas-feiras.   BRIDGERTON | NETFLIX A adaptação do segundo volume da saga literária de Julia Quinn é basicamente uma reprise com sexos trocados do primeiro ano da produção. Mas com uma desvantagem: sem o clima escandaloso. Depois de adaptar “O Duque e Eu”, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton, e seu namoro e casamento com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page), a nova temporada traz às telas “O Visconde que Me Amava”, em que o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey). E quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres: a inteligente e charmosa Kate Sharma, que não tolera idiotas – incluindo o pretendente de sua irmã, que é justamente Anthony. Com a escalação de Simone Ashley (“Sex Education”) para o papel de Kate e Charithra Chandran (“Alex Rider”) como sua irmã Edwina, a série continua sua reformulação do universo literário. Nas obras de Julia Quinn, tanto o Duque de Hastings quanto a família de Kate são brancos – a nova heroína romântica é até retratada como loira na capa nacional do segundo volume. Desta vez, porém, a mudança vai além do tom de pele e cor do cabelo. A família da personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Sheffield, como no texto original. Quem imaginava protestos dos fãs dos livros tem se surpreendido com os elogios ao elenco multirracial, que acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que deve ser mantida em todas as temporadas de “Bridgerton”. O problema é que o frescor da novidade já se foi na primeira continuação.   DOUGH: O GANHA-PÃO | GLOBOPLAY O suspense criminal sueco gira em torno de duas mulheres de extremos opostos da sociedade: a empresária Malou (Helena af Sandeberg, de “Alana”), obcecada por status social, que se deu mal com seu último empreendimento, e Liana (Bianca Kronlöf, de “Meu Pequeno Macaco”), uma mãe solteira endividada, abandonada pelo namorado que foi preso num grande roubo. Todos estão convencidos de que Liana escondeu o dinheiro roubado, mas a fortuna é encontrada por acidente por Malou, escondida num bosque. Para lavar o dinheiro, ela decide abrir uma padaria, o que faz o destino das duas mulheres se cruzarem de uma maneira que elas nunca poderiam imaginar. A série é uma criação do cineasta georgiano Levan Akin (do premiado drama “E Então Nós Dançamos”), que também dirigiu dois episódios.   NÃO FOI MINHA CULPA: MÉXICO | STAR+ A produção é uma antologia centrada em casos de feminicídio do México, num projeto que também inspira produções similares na Colômbia e no Brasil. A produção nacional já foi totalmente gravada em São Paulo, com produção da Cinefilm, e se passa durante o carnaval, acompanhando dez personagens diferentes. Mas a mexicana chegou antes ao streaming. Os 10 episódios reúnem atores conhecidos do México, como Paulina Gaitan (“O Presidente”), Damián Alcázar (“Alcapulco”), Raúl Méndez (“Sense8”), Vicky Araico (“A Bandida”), Nuria Vega (“Señorita 89”) e Mabel Cadena (“A Deusa do Asfalto”).   A ILHA DA FANTASIA | GLOBOPLAY O reboot repete a estrutura da série clássica dos anos 1970, trazendo a cada capítulo diferentes hóspedes à ilha do título em busca da realização de seus sonhos e desejos, despedindo-se do resort de luxo totalmente transformados pela experiência. As praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica também continuam presentes. Mas os personagens fixos sofreram grandes mudanças. Para começar, não há um novo Tattoo. E quem veste os ternos brancos do anfitrião agora é uma mulher, Elena Roarke, parente do Sr. Roarke original (Ricardo Montalban). Na nova versão concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”), o papel principal é vivido por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”). Após a exibição dos dois primeiros episódios na TV aberta, todos os capítulos da 1ª temporada chegaram na Globoplay   UNIVERSOS PARALELOS | DISNEY+ A série francesa acompanha quatro melhores amigos que, numa noitada de festa, são enviados para diferentes dimensões e iniciam uma busca complexa por respostas para entender o que aconteceu e como podem retornar às suas antigas vidas, apesar do tempo ter passado de forma diferente para cada um e dos novos poderes que começam a manifestar. Comparada a “Dark”, mas com abordagem juvenil, a atração foi escrita e produzida por Quoc Dang Tran, autor da assustadora série de terror “Marianne”, na Netflix.   COCORICÓ | DISNEY+ A série de fantoches criada em 1996 pela TV Cultura finalmente chega ao streaming, pronta para conquistar uma nova geração de fãs, graças a continuidade de seu apelo entre as crianças, comprovado pelas inúmeras reprises em cada vez mais canais. A trama gira em torno de Júlio, um menino simples de 8 anos de idade que nasceu na cidade grande e decide passar as férias escolares na fazenda de seus avós. Na fazenda Cocoricó, ele descobre que, longe da cidade, os animais não só falam como cantam, dançam e aprontam muitas confusões. Divertindo-se com a animação, Julio decide ficar por lá para sempre, acompanhando as músicas dos bichos com sua gaita de boca.   GHOST IN THE SHELL: ARISE | HBO MAX A HBO Max disponibilizou quatro volumes da “série” inspirada pelo cultuado manga de Masamune Shirow, sobre a equipe da ciborgue Motoko Kusanagi, que combate terrorismo cibernético no futuro. Concebidos de forma individual, cada um dos volumes (ou Limites) conta uma história completa, com a primeira, subtitulada “Dor Fantasma”, servindo como reboot da franquia cyberpunk, que chegou às telas em 1995 com um famoso longa animado dirigido por Mamoru Oshii. Lançada em homevideo (e não na TV) entre 2013 e 2014, a coleção “Ghost in the Shell: Arise” apresenta novos designs de personagens e é dirigida por Kazuchika Kise, que trabalhou na animação do longa original e em vários animes importantes, como “Seu Nome” (2016) e “O Tempo com Você” (2019).   DE RAINHA DO VEGANISMO A FORAGIDA | NETFLIX Quem devorou a história de “O Golpista do Tinder” vai adorar os quatro episódios dessa nova produção de “true crime”, que conta como a proprietária do restaurante vegano mais famoso de Nova York casou com um golpista e virou presidiária. No auge da fama, Sarma Melngailis, uma das mais aclamadas profissionais de culinária, apaixonou-se pelo misterioso Anthony Strangis, um homem que conheceu através da internet, que se apresentou como agente secreto, milionário e cheio de segredos, que prometeu pagar todas suas dívidas e, através de poderes mágicos, transformá-la e seu cãozinho favorito em imortais. Eles se casaram em 2012 e ele tirou todo o dinheiro que ela possuía, arrastando-a também a um grande esquema de corrupção, que resultou no roubo de milhares de dólares da equipe de seu restaurante. Sarma e Anthony foram acusados de furto, fraude fiscal criminal, violação do trabalho, entre outros crimes. Após um acordo com os promotores, ela ficou quatro meses presa, divorciando-se em 2018. A série conta com depoimentos dos ex-funcionários, amigos e da própria Sarma Melngailis, que aborda pela primeira vez para as câmeras os detalhes de sua queda na desgraça. O produtor Chris Smith é o mesmo do fenômeno documental “A Máfia dos Tigres”.

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    Ator de “Três é Demais” revela luta de anos contra alcoolismo

    24 de março de 2022 /

    Dois meses após a morte de Bob Saget, seu colega da série “Três é Demais” (1987-1995), Dave Coulier revelou em seu Instagram que luta contra o alcoolismo há alguns anos. Ao lado de uma foto em que aparece com o rosto ensanguentado, ele escreveu: “Eu era um bêbado. sim. Um alcoólatra. Estou sem álcool desde 1º de janeiro de 2020”. “Quando bebia, era a vida da festa. Eu poderia fazer as pessoas rirem até elas caírem”, continuou, antes de falar da foto: “Essa foto mostra quando caí. Não porque eu estava jogando hóquei ou fazendo as coisas que amo, como cortar madeira ou fazer construção, jogar golfe, pescar ou pilotar aviões. Eu enchi a cara e sofri uma queda grave, ao querer subir correndo uma escada de pedra”. “Ninguém adorava mais do que eu tomar cervejas com os meninos depois de jogar hóquei ou uma partida de golfe. Eu sempre fui o cara do final da festa”, lembrou ele, na continuação do texto. “Mas as oito horas de bebida, risadas e estupidez eram seguidas por dois dias de me sentir como uma tigela de cachorro. Eu adorava a bebida, mas ela não me retribuía o amor. Decidi tomar uma decisão pelo meu próprio bem-estar, da minha família e daqueles que me rodeiam que amo tanto”, explicou. “A crise de abstinência mental e física foram grandes desafios para mim, mas tive o apoio de Melissa Coulier e amigos que já haviam feito a jornada. A transformação psicológica e física foi incrível. O céu está mais azul, meu coração não está mais fechado e eu gosto de fazer as pessoas rirem até elas caírem, mais do que nunca. Obrigado, Melissa, por estar ao meu lado. Eu amo você”, finalizou o famoso, agradecendo à mulher. Em “Três é Demais”, Coulier viveu Joey, o melhor amigo de Danny, personagem de Bob Saget (1956-2022), e ajudou a criar as filhas dele, DJ (Candace Cameron), Stephanie (Jodie Sweetin) e Michelle (Mary-Kate e Ashley Olsen) junto com o também amigo Jesse (John Stamos). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dave Coulier (@dcoulier)

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    Nicole Kidman come fotografias no trailer de “Roar”

    24 de março de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Roar”, série descrita como uma “antologia de fábulas feministas sombrias e cômicas”. A prévia apresenta algumas dessas histórias, como a que traz Nicole Kidman (“Big Little Lies”) como uma mulher que come fotografias. Além de estrelar, Nicole Kidman também é uma das produtoras do projeto, inspirada pelo livro de mesmo nome de Cecelia Ahern, por meio de sua empresa Blossom Films. “Roar” também conta com as participações de Cynthia Erivo (“The Outsider”), Merritt Wever (“Inacreditável”), Betty Gilpin (“GLOW”) Issa Rae (“Insecure”) e Alison Brie (também de “GLOW”). A iniciativa da produção partiu das criadoras de “GLOW”, Liz Flahive e Carly Mensch. Elas comandam oito episódios de meia hora cada, com narrativas, elencos e pontos de vista diferentes, sempre lidando com o que significa ser mulher hoje – muitas vezes de forma irônica, como demonstra o trailer abaixo. A estreia está marcada para em 15 de abril.

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    2ª temporada de “Gentleman Jack” ganha trailer nacional

    24 de março de 2022 /

    A HBO Max divulgou a versão nacional do trailer da 2ª temporada de “Gentleman Jack”, produção britânica de época, realizada em parceria com a rede BBC. Originalmente uma minissérie, a atração teve sua renovação anunciada há dois anos e vai começar a exibir seus novos capítulos a partir de abril. Ambientada na Inglaterra do século 19, “Gentleman Jack” conta a história real de Anne Lister, uma mulher muito à frente de seu tempo, que trocou os vestidos elaborados das damas de sua época por um traje masculino mais prático, assumindo-se lésbica, enquanto lutava para assumir os negócios da família e ficar rica. A série é baseada no diário de Lister e registros da época, e é escrita, dirigida e produzida por Sally Wainwright (criadora de “Happy Valley”). O elenco destaca Suranne Jones (“Doctor Foster”) no papel-título, além de Sophie Rundle (“Peaky Blinders”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Timothy West (“Masada”) e Gemma Jones (“O Diário de Bridget Jones”).

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    Netflix cancela “Arquivo 81”

    24 de março de 2022 /

    A Netflix cancelou “Arquivo 81” após a 1ª temporada. Com isso, a série de terror lançada em janeiro deixa no ar o significado de seu final impactante, que seria explorado numa nova temporada. O cancelamento pode ser considerado surpreendente, porque a produção entrou no Top 10 semanal da Netflix e também na auditoria independente da Nielsen sobre as séries mais vistas nos EUA. Como se não bastasse, “Arquivo 81” estreou no topo do ranking da Netflix como a série mais vista nos EUA antes da volta de “Ozark”. Inspirada em um podcast homônimo, a trama acompanhava um rapaz que recebe a missão de restaurar uma coleção de fitas de vídeo danificadas num incêndio em 1994. O conteúdo é o trabalho de uma documentarista que investigava fenômenos sobrenaturais e uma seita diabólica num antigo prédio. E quanto mais ele restaura as imagens, mais envolvido se torna com a história, a ponto de se ver passando pelas mesmas situações enfrentadas pela documentarista há 28 anos. A série foi desenvolvida por Rebecca Sonnenshine (produtora-roteirista de “The Boys” e “The Vampire Diaries”), tinha direção de Rebecca Thomas (“A Fita Azul”) e produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). O elenco destacava Mamoudou Athie (“Ameaça Profunda”), Dina Shihabi (“Altered Carbon”), Matt McGorry (“How to Get Away with Murder”), Julia Chan (“Katy Keene”), Ariana Neal (“Estrelas Além do Tempo”), Evan Jonigkeit (“A Casa Sombria”) e Martin Donovan (“Tenet”). A Netflix não tem sido uma boa plataforma para fãs de produções de terror e sci-fi, que enfrentam cancelamentos seguidos de suas séries favoritas – uma lista que inclui “The Society”, “I Am Not Okay With This”, “A Ordem”, “Daybreak” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, entre outras.

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