CBS renova “NCIS: Los Angeles” e encomenda “NCIS: Hawai’i”
A rede americana CBS anunciou a renovação da série “NCIS: Los Angeles” para sua 13ª temporada, com o retorno dos astros LL Cool J e Chris O’Donnell. Além disso, a franquia vai se expandir com a produção de “NCIS: Hawai’i”, que ocupará o lugar de “NCIS: New Orleans”, recém-cancelada em sua 7ª temporada – o final está marcado para ir ao ar em 16 de maio nos EUA. “NCIS: Hawai’i”, acompanhando uma equipe de investigadores criminais da Marinha que operam nas ilhas havaianas. Ou seja, o “NCIS” de sempre, mas no Havaí. Desta vez, porém, os produtores querem escalar uma protagonista feminina – a primeira agente especial a comandar uma equipe da franquia. A continuidade de “NCIS: Los Angeles” e o lançamento de “NCIS: Hawai’i” reforçam a programação de séries procedimentais da CBS – marca da emissora, repleta de atrações policiais – , juntando-se à “NCIS” original, que está renovada para a 19ª temporada. No Brasil, as séries da franquia vão ao ar no canal pago AXN.
Gravações de “The Rookie” são interrompidas por tiroteio real
A série policial americana “The Rookie” precisou interromper suas gravações na quinta-feira (16/4), em Los Angeles, por causa de um tiroteio real nas proximidades de seu set. Segundo o site TMZ, um homem teria corrido para perto do estúdio Los Angeles Center Studios e disparou 3 tiros, que atingiram um prédio ao lado do set. Havia pessoas próximas ao local dos tiros, mas ninguém ficou ferido. O protagonista de “The Rookie”, o ator Nathan Fillion, era um dos atores que estavam no set. O TMZ apontou que aquela é uma área conhecida de gangues, mas não houve conflito antes do tiroteio. Já o site The Hollywood Reporter indicou que os tiros foram ouvidos enquanto a produção trocava o local de gravações. A equipe chegou a se proteger até que a polícia chegasse. Pelo menos duas pessoas teriam disparado tiros, que foram direcionados para a área onde estavam policiais. “The Rookie” acompanha John Nolan (Nathan Fillion), um homem de 40 anos que vira o aspirante mais velho ao cargo de policial raso da Delegacia de Polícia de Los Angeles. No Brasil, a série é exibida no canal pago Universal.
CBS renova NCIS, Blue Bloods, Bull, SWAT e Magnum PI
A rede CBS anunciou nesta quinta-feira (15/4) nas redes sociais a renovação de cinco das suas séries de investigações policiais. As renovações abrangem a 19ª temporada de “NCIS”, 6ª temporada de “Bull”, 5ª temporada de “SWAT”, 12ª temporada de “Blue Bloods” e 4ª temporada de “Magnum PI”. A renovação de “NCIS” sugere que Mark Harmon voltará à atração, depois que relatos indicarem que ele estava considerando abandonar a série de longa duração. A CBS também está trabalhando atualmente em um spin-off de “NCIS” passado no Havaí. As renovações de “Magnum PI” e “SWAT” acontecem após o canal cancelar seus dois outros remakes de séries clássicas, “Hawaii Five-0” e “MacGyver”. Ironicamente, “Blue Bloods” é estrelada pelo astro original de “Magnum”, Tom Selleck. Mas apesar dele ser mais lembrado pela atração dos anos 1980, com a renovação de “Blue Bloods” superou em quatro anos seu trabalho na série clássica. Por fim, “Bull” continua resistindo impunemente ao escândalo de seus bastidores, mesmo após a atriz Eliza Dushku receber uma indenização milionária após sofrer assédio no set de sua produção. Muitos esperavam que “Bull” fosse acabar há dois anos, quando a CBS precisou pagar US$ 9,5 milhões à Dushku como indenização por assédio do ator principal da série, Michael Weatherly, e por ter sido dispensada após denunciar o incômodo à produção. Weatherly disse que fez apenas piadas, não sofreu punição e emitiu um comunicado dizendo que não tinha culpa pela demissão da atriz. A CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres. Moonves foi o executivo mais poderoso da TV tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em 2018, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo. Desde então, atores de “NCIS: New Orleans”, “Hawaii Five-0” e “MacGyver” denunciaram novos abusos nos sets, desta vez cometidos por produtores que foram demitidos – em compensação, as séries foram canceladas logo em seguida. Entretanto, uma denúncia de Pauley Perrette por agressão contra Mark Harmon, nas gravações de “NCIS”, não teria dado em nada, considerando a renovação da produção para sua 19ª temporada.
Joe Biden faz “Law & Order: Organized Crime” errar sobre pandemia
A série “Law & Order: Organized Crime” estreou no começo de abril nos EUA, trazendo de volta o ator Christopher Melloni ao papel de Elliot Stabler, detetive da polícia de Nova York, que ele interpretou na longeva série “Law & Order: SVU” entre 1999 e 2011. E além de um crossover com a série mais antiga, que mostrou o reencontro entre Stabler e sua antiga parceira Olivia Benson (Mariska Hargitay), os primeiros episódios chamaram atenção por equívocos narrativos relacionados à pandemia de coronavírus. Em primeiro lugar, a série optou por situar sua trama em plena pandemia, mas, apesar disso, apresenta todo o seu elenco principal sem máscaras de proteção – ao contrário da numerosa figuração. Mas o grande erro encontra-se na trama do “crime da semana”, focada numa quadrilha internacional que vende vacinas a peso de ouro no mercado ilegal para a elite de Nova York. A série teve seus episódios escritos muito antes da estreia, quando o presidente dos EUA ainda era Donald Trump e o país se encaminhava para uma situação muito parecida com a que o Brasil se encontra atualmente – onde a elite mineira foi flagrada comprando supostas vacinas num mercado paralelo. Entretanto, entre a concepção da história e sua materialização nas telas, Joe Biden venceu a eleição à presidência dos EUA e mudou os rumos de seu país. O novo presidente impulsionou a campanha de vacinação e, em menos de três meses de seu governo, até os mais jovens já estão conseguindo ser imunizados, eliminando completamente o interesse por qualquer comércio ilegal de vacinas contra o coronavírus. A previsão pessimista dos roteiristas evaporou com a simples troca de governo. Que tal?
Volta de Christopher Meloni dá audiência histórica à franquia Law & Order
O retorno de Christopher Meloni à franquia “Law & Order” rendeu a maior audiência de “Law & Order: SVU” em vários anos e ainda ajudou a lançar a nova série “Law & Order: Organized Crime” diante de um público invejável, na quinta-feira passada (1/4) nos EUA. O esperado reencontro dos personagens Elliot Stabler (de Meloni) e Olivia Benson (de Mariska Hargitay) foi assistido ao vivo por 7,63 milhões de espectadores na rede americana NBC, obtendo uma classificação de 1,6 ponto entre adultos de 18 a 49 anos. Trata-se da melhor performance de estreia de “SVU” desde o lançamento da 18ª temporada, em setembro de 2016. Quase todo esse público ficou para assistir ao primeiro episódio de “Law & Order: Organized Crime”, protagonizada pelo personagem de Meloni, que teve 7,56 milhões de espectadores e registrou 1,5 no grupo demográfico. À exceção da estreia pós-Super Bowl de “The Equalizer” na rede CBS, os números representam a melhor estreia da temporada entre o público alvo dos anunciantes. O crossover entre as duas séries produzidas por Dick Wolf liderou a audiência da TV americana na quinta-feira, terminando com “SVU” em 1º e “Organized Crime” em 2º lugar, tanto na demo quanto no total de espectadores. Mas os números ainda aumentarão quando forem computadas as visualizações de outras plataformas – como o acesso digital da rede NBC. Como comparação, “Grey’s Anatomy”, da ABC, que também teve um episódio hypado, graças à volta de dois personagens antigos, ficou com o terceiro maior registro da demo na quinta passada: 0,8 ponto e 4,1 milhões de espectadores ao vivo. Já a série com o terceiro maior público total foi a nova sitcom “United States of Al”, que fez sua estreia na CBS, atraindo 5,07 milhões de espectadores e marcando 0,5 na demo.
“FBI” e “FBI: Most Wanted” são renovadas e ganham novo spin-off
A rede CBS quer mais séries policiais de Dick Wolf em sua programação. O canal americano anunciou a renovação das séries “FBI” e “FBI: Most Wanted”, e ainda encomendou outra atração derivada, “FBI: International”. Estrelada por Missy Peregrim, Zeeko Zaki e Jeremy Sisto, “FBI” vai para sua 4ª temporada, enquanto “FBI: Most Wanted”, protagonizada por Julian McMahon e Kellan Lutz, segue para seu terceiro ano de produção. “’FBI’ é a marca que mais cresce na televisão e nosso parceiro Dick Wolf encontrou outra forma criativa de expandir seu universo”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “’FBI: International’ é um drama intrigante e distinto que complementa perfeitamente seus irmãos atraentes, ‘FBI’ e ‘FBI: Most Wanted’, criando uma invejável programação tripla para a próxima temporada, que se encaixará perfeitamente em nossa rede.” A premissa e os personagens de “FBI: International” serão introduzidos num episódio crossover, que juntará os agentes federais das duas outras séries, em torno de uma investigação internacional. O projeto veio à tona em fevereiro passado e vai acompanhar agentes que viajam pelo mundo com a missão de proteger americanos onde quer que estejam. A nova série está a cargo de um dos principais showrunners das produções de Wolf, Derek Haas, criador do universo de Chicago – “Chicago Fire”, “Chicago Med”, “Chicago PD”, além da cancelada “Chicago Justice”. Em sua 3ª temporada, “FBI” atrai mais de 11 milhões de telespectadores semanais ao vivo e é o terceiro drama mais assistido da televisão americana. A série também lidera atualmente a audiência das (muitas) séries de Dick Wolf. Já o segundo ano do “FBI: Most Wanted” é acompanhado por mais de 8,8 milhões de telespectadores ao vivo.
Christopher Meloni volta a viver Stabler no teaser de Law & Order: Organized Crime
A rede NBC divulgou o primeiro teaser da nova série “Law & Order: Organized Crime”, que representa o retorno de Christopher Meloni ao universo policial do produtor Dick Wolf, retomando seu papel de Elliot Stabler. O ator fechou contrato para voltar a interpretar o detetive televisivo uma década após sair de “Law & Order: SVU”. De acordo com a premissa da nova série, desde que foi visto pela última vez na TV Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o reencontro de Stabler com os colegas da antiga série foi assumido pelos produtores como inevitável e vai acontecer já na estreia. Mas não deve ser uma reunião muito alegre, pois ele não se despediu de Olivia Benson (Mariska Hargitay), saindo de cena sem dizer uma palavra com a notícia de que teria “se aposentado”. Na verdade, Meloni não chegou a um acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem, deixando Hargitay como última integrante do elenco original de “SVU”, que começou a ser transmitida em 1999. Meloni deixou a série em 2011, no final da 12ª temporada. Para tirar logo esse “detalhe” do caminho, “Law & Order: Organized Crime” vai estrear durante um crossover com “Law & Order: SVU”, que vai marcar o reencontro de Stabler com a agora Capitã Benson, uma década após a última cena que compartilharam juntos. A estreia da segunda metade da 22ª temporada de “SVU” vai acontecer em 1 de abril às 21h nos EUA, seguida pelo lançamento de “Organized Crime”, às 22h. Os dois programas terão uma história em comum para fortalecer os laços entre suas produções. No Brasil, “Law & Order: SVU” é exibida no canal pago Universal.
Criminal Minds pode ganhar novos episódios em streaming
Apenas um ano após concluir sua jornada de 15 temporadas na rede CBS, a série “Criminal Minds” deve voltar a ganhar novos capítulos. A plataforma Paramount+ estaria negociando o retorno da produção e os detalhes devem ser revelados num evento de apresentação de sua programação, que vai acontecer na próxima semana. A showrunner de longa data da série, Erica Messer, deve retornar para comandar a nova encarnação. Mas não está claro se os membros do elenco original retomarão seus papéis neste revival. Na última temporada, a atração foi estrelada pelos veteranos Joe Mantegna, AJ Cook, Matthew Gray Gubler, Kirsten Vangsness e Paget Brewster, além de Aisha Tyler, Adam Rodriguez e Daniel Henney. Criada por Jeff Davis, a série foi um dos programas mais populares da rede CBS neste século e deu origem a dois spin-offs. Uma nova temporada agregaria valor e renovaria o interesse no programa, que faz parte do acervo da Paramount+. A série também está disponível na Netflix, onde costuma figurar entre os líderes de audiência em streaming. A Paramount+ será lançada em 4 de março, incorporando a programação da plataforma CBS All Access (que vai deixar de existir) e a maior parte do portfólio do conglomerado ViacomCBS, que inclui a rede CBS e os canais pagos Paramount Network, Nickelodeon, Comedy Central, BET e MTV, além do estúdio Paramount Pictures.
NCIS: New Orleans chega ao fim após sete temporadas
A rede CBS anunciou que a atual temporada de “NCIS: New Orleans” será a última da série. O capítulo final do 7º ano de produção vai ao ar ainda ainda neste semestre. Estrelada por Scott Bakula, a atração policial se junta à comédia “Mom” entre os cancelamentos deste ano na emissora. Lançado em 2014, “NCIS: New Orleans” foi o segundo spin-off da série original, exibida desde 2003 na TV americana. Ela só estreou após a consagração do primeiro derivado, “NCIS: Los Angeles”, na programação da CBS desde 2009. Mas embora seja a caçula da longeva franquia, acabou se tornando a primeira a ser cancelada. A perda pode ser compensada com o lançamento de outro derivado. Não por acaso, os atuais produtores de “NCIS: New Orleans”, Christopher Silber e Jan Nash, estão desenvolvendo o projeto de “NCIS: Hawaii”, que promoveria uma troca de locação turística por outra. Por meio de um comunicado, os dois showrunners agradeceram à cidade de New Orleans pelos cenários, ao elenco e equipe pelo trabalho e aos fãs pelos sete anos de audiência. “Foi nosso sincero prazer e honra trabalhar nesta série e com este incrível elenco e equipe por mais de 150 episódios”, disseram Silber e Nash em um comunicado. “Por mais desapontados que estejamos com o fim, não poderíamos estar mais orgulhosos do trabalho que fizemos e somos gratos à espetacular e resiliente Crescent City que nos abraçou por sete anos maravilhosos.” O final está marcado para ir ao ar em 16 de maio nos EUA. No Brasil, “NCIS: New Orleans” faz parte da programação do canal pago AXN.
NCIS e FBI podem ganhar novas séries derivadas
A rede americana CBS planeja ter cada vez mais do mesmo em sua programação. Os produtores das franquias policiais “NCIS” e “FBI” revelaram planos para ampliar suas presenças com novos spin-offs no canal. Poucos detalhes foram revelados sobre as séries em potencial, mas o derivado de “NCIS” deve se chamar “NCIS: Hawaii”, acompanhando uma equipe de investigadores criminais da Marinha que operam nas ilhas havaianas. Ou seja, o “NCIS” de sempre, mas no Havaí. A produção do quarto programa do universo “NCIS” está sendo desenvolvida por uma equipe encabeçada por Chris Silber, showrunner de “NCIS: New Orleans”, e ocuparia a vaga temática da recém-cancelada “Hawaii Five-0” (Havaí Cinco-0). Por sua vez, a terceira série potencial da franquia “FBI”, do produtor Dick Wolf, seria chamada de “FBI: International”. O título ainda é provisório, mas resume o tema dos episódios, que se concentrariam nas operações internacionais do FBI. O projeto é formatado por um dos principais showrunners das produções de Wolf, Derek Haas, criador das séries do universo de Chicago – “Chicago Fire”, “Chicago Med”, “Chicago PD”, além da cancelada “Chicago Justice”. Franquia muito recente, “FBI” estreou em 2018 e já gerou o spin-off “FBI: Most Wanted”, lançado no ano passado. Wolf sugeriu uma terceira expansão ainda em janeiro de 2020, observando que a franquia oferece um “tesouro sem fim de histórias”. Como parâmetro oposto, “NCIS” é uma das séries mais antigas da programação televisiva atual. Está atualmente em sua 18ª temporada, com uma média impressionante de 9,6 milhões de espectadores por episódio ao vivo e seu sucesso se estende às derivadas “NCIS: New Orleans”, atualmente em sua 7ª temporada, e “NCIS: Los Angeles”, em sua 12ª. As duas séries originais “NCIS” e “FBI” são as mais assistidas da CBS, respectivamente em 1º e 2º lugar na audiência da rede de TV.
Law & Order: Organized Crime ganha primeira foto e estreia com crossover
Elliot Stabler está de volta. A NBC divulgou a primeira foto oficial e a data de estreia da nova série de Dick Wolf, “Law & Order: Organized Crime”, que apresenta o retorno de Christopher Meloni como Stabler. O ator fechou contrato para voltar a interpretar o detetive televisivo uma década após sair de “Law & Order: SVU”. De acordo com a premissa da nova série, desde então Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o reencontro de Stabler com os colegas da antiga série foi assumido pelos produtores como inevitável. Mas não deve ser uma reunião muito alegre, já que ele não se despediu de Olivia Benson (Mariska Hargitay), ao se afastar do departamento sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Na verdade, Meloni não chegou a um acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem, deixando Hargitay como última integrante do elenco original de “SVU”, que começou a ser transmitida em 1999. Meloni deixou a série em 2011, no final da 12ª temporada. Para tirar logo esse “detalhe” do caminho, “Law & Order: Organized Crime” vai estrear durante um crossover com “Law & Order: SVU”, que vai marcar o reencontro de Stabler com a agora Capitã Benson, uma década após a última cena que compartilharam. A estreia da segunda metade da 22ª temporada de “SVU” vai acontecer em 1 de abril às 21h nos EUA, seguida pelo lançamento de “Organized Crime”, às 22h. Os dois programas terão uma história em comum para fortalecer os laços entre suas produções. No Brasil, “Law & Order: SVU” é exibida no canal pago Universal.
Dylan McDermott vai estrelar nova série da franquia Law & Order
O ator Dylan McDermott (de “American Horror Story”) entrou em “Law & Order: Organized Crime”, nova série do universo “Law & Order”, que é derivada de “Law & Order: Special Victims Unit”. McDermott é a primeira novidade do elenco desde que o ator Christopher Meloni foi anunciado à frente da produção, retomando seu personagem Elliot Stabler, protagonista das 12 primeiras temporadas de “SVU”, entre 1999 e 2011. Ele celebrou a novidade em sua conta oficial do Instagram, escrevendo para seus seguidores: “Nova York, aqui vou eu!”. No post, marcou os perfis de Christopher Meloni, da rede NBC e da página oficial da série na rede social. Na trama, Stabler vai comandar uma nova força-tarefa de elite que está desmontando os sindicatos criminosos mais poderosos da cidade, um por um. Os detalhes do personagem de McDermott estão sendo mantidos em sigilo, mas ele será um integrante regular da produção. A nova série desenvolvida pelo veterano produtor Dick Wolf terá 13 episódios em sua 1ª temporada, que ainda não tem estreia prevista.
Bruce Kirby (1925 – 2021)
O ator Bruce Kirby, que viveu policiais em muitas séries da TV dos anos 1970, morreu no domingo (24/1) em Los Angeles, aos 95 anos. A causa da morte não foi especificada, mas seu filho disse no Facebook que ele “faleceu pacificamente” no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Nascido Bruno Giovanni em Nova York, ele teve uma longa carreira, iniciada na década de 1950 com aparições em teleteatros. Kirby se tornou uma presença familiar na TV durante os anos 1960 e 1970, aparecendo em tudo quanto é tipo de série, incluindo “The Patty Duke Show”, “Guerra, Sombra e Água Fresca”, “Jeannie É um Gênio”, “Arquivo Confidencial”, “Missão: Impossível”, “M*A*S*H”, “Mod Squad”, “Bonanza” e “Os Defensores”. Seu primeiro personagem recorrente foi um policial na série de comédia “Car 54, Where Are You?”, entre 1961 e 1963, e ele se saiu tão bem que acabou se especializando nesse tipo de papel em várias produções – viveu o sargento Al Vine em “Kojak” (de 1973 a 1976), o capitão Harry Sedford em “Holmes and Yoyo” (1976-1977), o detetive George Schmidt em “Shannon” e especialmente o sargento George Kramer em “Columbo” (de 1973 a 1995). Em “Columbo”, seu personagem marcou época como o detetive que geralmente acreditava na historinha do criminoso, apenas para vê-lo desmascarado pelo protagonista, vivido por Peter Falk, no final dos episódios. Mais recentemente, ele ainda interpretou o promotor público Bruce Rogoff em “L.A. Law”, entre 1986 e 1991. Suas aparições finais ainda incluem participações em “Família Sopranos” (The Sopranos), “Numb3rs” e “Scrubs”, na metade dos anos 2000. Embora papéis na TV tenham dominado sua carreira, Kirby fez várias aparições no cinema, sempre pequenas. Algumas, minúsculas, como o papel de um guarda em “Muppets: O Filme” (1979). Em “Conta Comigo” (1986), de Rob Reiner, ele interpretou o dono do mercadinho que diz a Gordie (Wil Wheaton) que ele se parecia com seu irmão mais velho e falecido. Ele também foi um detetive em “Jogue a Mamãe do Trem” (1987) e o pai do policial vivido por Matt Dylan em “Crash”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2006. Kirby interrompeu a carreira após a morte de um de seus filhos, Bruno Kirby, que também era ator (“O Poderoso Chefão 2”, “Harry e Sally: Feitos um para o Outro”, “Amigos, Sempre Amigos”). Bruno morreu de leucemia em 2006 aos 57 anos.










