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  • Série

    13ª temporada de “Doctor Who” ganha teaser e data de estreia

    9 de outubro de 2021 /

    A rede britânica BBC divulgou o pôster e um teaser da 13ª temporada de “Doctor Who”, a última protagonizada por Jodie Whittaker. A prévia é uma mensagem da Doutora avisando sobre a chegada do misterioso Flux, que, segundo seu alerta, trará sontarianos, anjos lamentadores e mais criaturas “de todo o universo”. O nome “Flux” também foi adotado como subtítulo da temporada. Definida pela BBC como “a maior aventura” da Doutora até agora, a 13ª temporada de “Doctor Who” será na verdade a menor de todas. Contará com apenas seis episódios, além de três especiais, que mostrarão a despedida de Jodie Whittaker e do showrunner Chris Chibnall. Ele dará lugar à volta de Russell T. Davies, responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da série, que também escolherá o próximo Doctor Who. Em sua temporada final, Whittaker continuará a ter companhia de Mandip Gill, que retorna como Yas, e receberá reforço de dois novos atores, John Bishop (“Rota Irlandesa”) e Jacob Anderson (o Verme Cinzento de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 31 de outubro no Reino Unido e nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay. The Doctor returns for her biggest adventure yet.#DoctorWho: Flux premieres 31st October ✨ pic.twitter.com/iStI1vEmFG — Doctor Who: Flux (@bbcdoctorwho) October 9, 2021

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  • Série

    “Trainspotting” vai ganhar série derivada com Robert Carlyle

    6 de outubro de 2021 /

    O cultuado filme “Trainspotting” (1996), que já tinha ganhado uma sequência em 2017, vai agora virar série. A atração terá um spin-off centrado em Begbie, o personagem de Robert Carlyle. O ator vai retomar o papel em “The Blade Artist”, minissérie de seis episódios que adaptará o romance homônimo escrito por Irvine Welsh em 2016. Welsh foi o criador do personagem e autor do livro que inspirou o filme original. A trama reencontra Begbie afastado de seu passado violento no Reino Unido, morando na Califórnia com sua mulher e dois filhos. Mas quando volta para a Escócia para o funeral de um filho que mal conheceu, ele percebe que o Begbie da juventude ainda está vivo nele. A expectativa é que “The Blade Artist” comece suas filmagens em 2022, com produção de Carlyle e Welsh, mas ainda não há canal ou plataforma definidos para sua exibição, nem mais detalhes disponíveis sobre equipe criativa e elenco central. Em comunicado, Carlyle disse que “a perspectiva de trabalhar com Irvine e trazer Francis Begbie à vida mais uma vez é um presente absoluto”. Welsh acrescentou: “Begbie é Begbie e Robert é o amigo e colaborador de longa data que trouxe o personagem à vida com sua interpretação incendiária. Dizer que estou animado por nos reunirmos criativamente neste projeto é obviamente um eufemismo.”

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    “Sex Education” é renovada para a 4ª temporada

    25 de setembro de 2021 /

    A Netflix aproveitou seu evento Tudum para anunciar a renovação de “Sex Education” para a 4ª temporada. O anúncio aconteceu em tempo recorde, com pouco mais de uma semana de lançamento do terceiro ano da produção. Em postagem nas redes sociais, a plataforma justificou a rapidez com uma evocação do gancho do final da temporada. “Depois daquele final, eu não podia deixar vocês esperando”, diz o texto do anúncio. A rápida renovação também significa que a produção dos novos episódios não demorará tanto para começar. Por causa da pandemia, os fãs tiveram que esperar 20 meses pelos novos episódios, disponibilizados na sexta passada (17/9). Nesses episódios mais recentes, a série explorou o impasse no relacionamento entre Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, e a bad girl Maeve (Emma Mackey), além das dificuldades enfrentadas pelo namoro de Eric (Ncuti Gatwa) e Adam (Connor Swindells) e a inesperada gravidez da mãe de Otis, a terapeuta sexual Jean Milburn (Gillian Anderson). Ainda não há previsão para a estreia da 4ª temporada. Depois daquele final, eu não podia deixar vocês esperando. Sex Education está oficialmente renovada para a 4ª temporada! #TUDUM pic.twitter.com/hunuOFvcWr — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 25, 2021

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    Criador da versão moderna de “Doctor Who” voltará a comandar a série

    24 de setembro de 2021 /

    A BBC começou a definir o futuro de “Doctor Who” com uma volta ao passado. A Tardis passará por 2005 para trazer a bordo o produtor favorito dos fãs, Russell T. Davies, responsável pelas primeiras quatro temporadas do revival da atração, que consagrou a versão moderna da série e David Tennant no papel do Doutor. Davis vai voltar ao comando da série em sua 14ª temporada, que deve ir ao ar no final de 2022, após o fim do contrato do atual showrunner, Chris Chibnall. A mudança de comando também marcará a despedida de Jodie Whittaker, que viveu a primeira Doutora da série. Em comunicado, Davis celebrou a volta ao programa, mas lembrou que “ainda há uma temporada inteira com a Doutora brilhante de Jodie Whittaker para eu aproveitar, com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando”. O próprio Chibnall se mostrou animado com o retorno de Davies, definindo-o como “um dos roteiristas de diamante da Grã-Bretanha”. “Russell construiu o bastão que está prestes a ser passado de volta para ele”, destacou. O primeiro trabalho do novo/velho showrunner será encontrar uma substituta para Whittaker no papel-título da série. O próximo Doutor celebrará o aniversário de 60 anos da atração original, que acontecerá em 2023. Mas ainda há muito tempo para esta definição. A BBC ainda nem marcou a estreia da 13ª temporada, que deve acontecer em novembro. Por conta da pandemia, ela também será mais curta, com apenas seis episódios, mas em compensação renderá três episódios especiais, que serão estrelados por Whittaker a partir do Ano Novo de 2022. As 12 temporadas da versão moderna de “Doctor Who” estão disponíveis no Brasil pela Globoplay.

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    “Derry Girls” vai acabar na 3ª temporada

    23 de setembro de 2021 /

    O Channel 4 anunciou que “Derry Girls”, uma das melhores séries britânicas recentes, chegará ao final na vindoura 3ª temporada. A nova leva de episódios da série, que é disponibilizada no Brasil pela Netflix, entrou em produção apenas neste mês, devido à pandemia de coronavírus. O atraso é de dois anos desde a estreia da temporada anterior. As duas primeiras temporadas da série tem “apenas” 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, destacando a irreverência das atrizes Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan e Jamie-Lee O’Donnell, além do “Derry Boy” Jamie-Lee O’Donnell, como adolescentes do começo dos anos 1990 na Irlanda do Norte. Em comunicado, a criadora Lisa McGee afirmou que sempre foi seu plano encerrar a trama na 3ª temporada. “‘Derry Girls’ é uma história de amadurecimento; acompanhar cinco adolescentes ridículos conforme se tornam adultos lentamente… muito lentamente… e enquanto o lugar que chamam de lar também começa a mudar e a Irlanda do Norte entra em uma fase mais esperançosa”. Ainda assim, McGee não descarta que as personagens possam ressurgir em algum projeto futuro. “Quem sabe se Erin, Clare, Orla, Michelle e James voltarão de alguma forma um dia? Mas, por agora, é só isso para nós”. Lembre abaixo como tudo começou, com o trailer da temporada inaugural.

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    Roger Michell (1956–2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O diretor Roger Michell, que fez o popular blockbuster romântico “Um Lugar Chamado Notting Hill”, morreu na quarta-feira (22/9) aos 65 anos. Ao anunciar o falecimento, a família do cineasta não revelou a causa nem o local do falecimento. Nascido na África do Sul, Michell teve uma carreira teatral de sucesso no Reino Unido, com passagens pelo Royal Court Theatre, pela Royal Shakespeare Company, onde foi diretor residente, e pelo National Theatre, entre outros palcos tradicionais do teatro britânico. Ele fez a transição para as telas no começo dos anos 1990, dirigindo a minissérie “Downtown Lagos” (1992) para a BBC e consagrando-se no ano seguinte com a enormemente aclamada “The Buddha of Suburbia” (1993), adaptação do romance homônimo de Hanif Kureishi estrelada pelo então jovem Naveem Andrews (“Lost”). Michell também dirigiu o clipe da música-tema da atração, composta por ninguém menos que David Bowie. Em seguida, assinou seu primeiro longa televisivo, “Persuasion”, adaptação do romance homônimo de Jane Austen, que venceu o BAFTA, troféu da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, como Melhor Telefilme de 1995. A repercussão positiva dos trabalhos na TV o levou ao cinema. A estreia aconteceu em 1997 com “My Night with Reg”, drama centrado numa noite de reminiscências de um grupo de homossexuais ingleses depois que um de seus amigos morre de AIDS. Ele ainda fez outro drama, “Lutando Pela Paz” (1998), sobre a tensa situação política na Irlanda do Norte, antes de filmar a obra que mudou o rumo de sua carreira. Escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis, “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) trazia Julia Roberts como uma estrela de Hollywood que se apaixonava, contra todas as possibilidades, por um livreiro inglês acanhado, interpretado por Hugh Grant. Cheia de personagens pitorescos, cenários londrinos e situações divertidas, a produção virou um fenômeno, estourou bilheterias em todo o mundo e levou Hollywood a assediar o diretor com vários projetos. Michell tentou mostrar versatilidade ao optar por estrear no cinema americano com o suspense “Fora de Controle” (2002), estrelado por Ben Affleck e Samuel L. Jackson. Mas o filme fracassou nas bilheterias. Frustrado, o diretor decidiu retomar a parceria com Hanif Kureishi, filmando dois roteiros do escritor de “The Buddha of Suburbia”: o drama “Recomeçar” (2003), com Daniel Craig, e a comédia “Venus” (2006), que rendeu ao astro Peter O’Toole sua indicação final ao Oscar de Melhor Ator. Ele chegou a ensaiar uma especialização em comédias, fazendo três em sequência: “Uma Manhã Gloriosa” (2010) com Rachel McAdams, “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012) com Bill Murray e “Um Fim de Semana em Paris” (2013) com Lindsay Duncan e Jim Broadbent. Mas interrompeu a tendência com a minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, que lhe rendeu um novo BAFTA em 2014, e preferiu variar os estilos de seus últimos longas. Seus trabalhos finais foram a adaptação gótica de “Minha Prima Raquel” (2017), baseada no romance de mistério de Daphne Du Maurier, em que Rachel Weisz viveu uma Viúva Negra fatal, o melodrama “A Despedida”, com Susan Sarandon no papel de uma mãe com doença terminal, e “The Duke” (2020), comédia com Jim Broadbent e Helen Mirren sobre um roubo de arte histórico.

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    “Sex Education” ganha novo trailer na véspera da estreia da 3ª temporada

    16 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 3ª temporada de “Sex Education”, que explora os sentimentos dos personagens literalmente na véspera da estreia da 3ª temporada. A prévia mostra o impasse no relacionamento entre Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, e a bad girl Maeve (Emma Mackey), além das dificuldades enfrentadas por Eric (Ncuti Gatwa) e Adam (Connor Swindells) e a inesperada gravidez da mãe de Otis, a terapeuta sexual Jean Milburn (Gillian Anderson). Junto dos personagens habituais, a 3ª temporada contará com mais quatro reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a nova diretora conservadora da escola, vivida por Jemima Kirke (“Girls”). Após um hiato forçado de 20 meses por conta da pandemia, os novos episódios vão chegar em streaming nesta sexta (17/9).

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    Nova diretora da escola quer acabar com “Sex Education” no trailer da 3ª temporada

    7 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Sex Education”, que mostra a reação do Colégio Moordale à liberação sexual dos estudantes e introduz Jemima Kirke (de “Girls”) no papel da nova diretora da escola. Apesar de jovem, ela pretende resgatar o “passado glorioso” de Moordale com uma abordagem mais tradicional de ensino, que inclui a obrigação de uniforme escolar e repressão sexual. O que rende atritos com Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, a bad girl Maeve (Emma Mackey) e toda a turma que não quer desaprender o que já sabe. Mas o problema é particularmente maior para os estudantes LGBTQIAP+. Além de Jemima Kirke, a 3ª temporada contará com mais três reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a visão da nova diretora para a escola e conta com o apoio do único gay assumido da escola (Ncuti Gatwa). Após um hiato forçado de 20 meses por conta da pandemia, os novos episódios vão chegar em streaming em 17 de setembro.

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    Personagens de “Sex Education” ilustram pôsteres individuais

    23 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens da 3ª temporada de “Sex Education”, que destaca os velhos conhecidos dos fãs, mas também novidades. Uma das maiores novidades, ironicamente, diz respeito a uma personagem antiga: a gravidez de Jean Milburn, interpretada por Gillian Anderson. Os cartazes também apresentam o slogan da temporada: “O amadurecimento é um projeto em grupo”. A série retorna em 17 setembro após um hiato de 20 meses devido à pandemia. Mas as imagens reforçam que uma coisa permanece igual desde que a série estreou em 2019, antes do coronavírus: a jaqueta de Otis (Asa Butterfield). Maeve (Emma Mackey) já mudou a cor do cabelo várias vezes, mas ele continua com a mesma roupa do primeiro episódio, mudando apenas a quantidade de linhas horizontais na camiseta sob sua indestrutível jaqueta tricolor. Além do elenco conhecido, a 3ª temporada contará com quatro reforços em seu elenco: Jemima Kirke (“Girls”) como a nova diretora da escola, Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário(a).

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    Fotos de “Sex Education” mostram que Otis não troca de roupa

    16 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou novas fotos da 3ª temporada de “Sex Education”, que reúnem os personagens principais da trama e dão uma prévia de como estarão os alunos do colégio Moordale em sua volta às aulas – e ao streaming. A série retorna em 17 setembro após um hiato de 20 meses devido à pandemia de coronavírus. Mas as imagens mostram que uma coisa permanece igual desde que a série estreou em 2019: a jaqueta de Otis (Asa Butterfield). Maeve (Emma Mackey) já mudou a cor do cabelo várias vezes, mas ele continua com a mesma roupa do primeiro episódio, mudando apenas a quantidade de linhas horizontais na camiseta sob a jaqueta tricolor. Além do elenco conhecido, a 3ª temporada contará com quatro reforços em seu elenco: Jemima Kirke (“Girls”) como a nova diretora da escola, Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário. Vocês: bom dia!Eu: fotos inéditas da terceira temporada de Sex Education. Chega dia 17 de setembro. ❤️ pic.twitter.com/uw2sFJBEFx — Nete Felix Brasil (@NetflixBrasil) August 16, 2021

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    Una Stubbs (1937–2021)

    13 de agosto de 2021 /

    A atriz Una Stubbs, que interpretou a Sra. Hudson na série “Sherlock”, morreu nesta quinta (12/8) em Edimburgo, na Escócia, aos 84 anos. De acordo com a rede BBC, ela estava doente já há alguns meses. A família não quis divulgar a causa da morte, afirmando apenas por meio de nota que ela faleceu pacificamente. Stubbs começou a atuar na TV ainda adolescente, no final dos anos 1950, mas só começou a ficar conhecida após aparecer como namoradinha do roqueiro Cliff Richards em dois filmes musicais, “Tudo Começou em Paris” (1963) e “Wonderful Life” (1964). Em seguida, ela entrou no elenco da série de comédia “Till Death Us Do Part” que foi um fenômeno de popularidade no Reino Unido. A atração original durou nove anos, exibida de 1966 a 1975, além de ter rendido um filme em 1968 e uma continuação em 1981, batizada apenas de “Till Death”. A atriz participou de todas as versões. A série a tornou conhecida como comediante, o que a levou a aparecer em “Fawlty Towers” (1979) e vários sitcoms britânicos clássicos. Ela também estrelou a série infantil “Worzel Gummidge”, sobre um espantalho (Jon Pertwee) que ganha vida. E esta atração também teve duas encarnações, com as primeiras quatro temporadas exibidas a partir de 1979 e um revival (“Worzel Gummidge Down Under”) com mais duas temporadas a partir de 1987. Além disso, foi a professora Miss Bat da academia das bruxas de “Worst Witch”, outro sucesso infantil britânico, exibido de 1998 a 2001. Em “Sherlock”, ela apareceu em todas as temporadas da série, do primeiro ao último capítulo, entre 2010 e 2017, vivendo a proprietária da famosa casa da rua Baker Street, onde morava o detetive Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch na série). Seu último trabalho foi a minissérie “Murder on the Blackpool Express” (2017), comédia em homenagem a “O Assassinato no Expresso do Oriente”, passada num ônibus com fãs de uma popular romancista de mistérios.

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    The Bolsonaros: BBC prepara série sobre “polêmico” presidente do Brasil

    9 de agosto de 2021 /

    A rede pública britânica BBC encomendou a produção de “The Bolsonaros”, uma série documental de três episódios sobre Jair Bolsonaro, descrito como “polêmico”, e sua família de políticos. De acordo com o comunicado oficial do projeto, a série contará com “entrevistas íntimas com as pessoas mais próximas do presidente Jair Bolsonaro” para apresentar “sua ascensão da obscuridade à presidência, suas visões polêmicas sobre gênero, direitos indígenas, a Amazônia e como lidar com a pandemia de covid-19”. “The Bolsonaros” está sendo desenvolvida pela Unidade de Documentário da BBC Studios Productions e conta com Ricardo Pollack (“Bill Cosby: Fall of an American Icon”) como produtor executivo, Raquel Toniolo (“Unnatural Histories”) como produtora e Matt Hill (“Oh! You Pretty Things: The Story of British Music and Fashion”) como diretor.

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    Jodie Whittaker anuncia saída da série “Doctor Who”

    29 de julho de 2021 /

    A atriz Jodie Whittaker, primeira mulher a interpretar o personagem-título de “Doctor Who”, deixará a série após sua terceira temporada no papel. A BBC também confirmou a saída do showrunner Chris Chibnall, responsável pela escalação de Whittaker, ao final da próxima leva de episódios. Whittaker oficializou sua despedida em um comunicado, em que revela já ter gravado seus últimos episódios. “Tenho muito amor por essa série, pela equipe que a faz, pelos fãs que a assistem e pelo que ela trouxe para a minha vida. Não consigo agradecer o Chris [Chibnall] o suficiente por confiar a mim suas histórias incríveis. Sabíamos que queríamos surfar essa onda lado a lado e passar o bastão adiante juntos. Então aqui estamos, semanas após finalizarmos o melhor trabalho que já tive. Levarei a Doutora e suas lições comigo para sempre. Sei que mudanças podem ser assustadoras e nenhum de nós sabe o que está lá fora. É por isso que continuamos procurando. Viaje com esperança. O Universo vai te surpreender. Constantemente”. Além de Jodie Whittaker no papel da Doutora, a 13ª temporada também deve ser a última de Mandip Gill como sua companheira de aventuras Yaz. Os episódios finais ainda contarão com novos personagens de John Bishop (“Rota Irlandesa”) e Jacob Anderson (“Game of Thrones”), que substituem Bradley Walsh (Graham) e Tosin Cole (Ryan), pai e enteado que saíram da série no Especial de Ano Novo, exibido em 1º de janeiro. A participação será um reencontro entre Anderson e Whittaker, que trabalharam juntos em “Broadchurch”, série por sinal criada por Chris Chibnall, que é o atual showrunner de “Doctor Who”. A 13ª temporada começou a ser gravada em novembro e só deve estrear no final de 2021. Por conta da pandemia, ela também será mais curta, com apenas seis episódios, mas em compensação renderá três episódios especiais, que também serão estrelados por Whittaker, a partir do Ano Novo de 2022. A mudança do protagonista vai acontecer no terceiro especial, que só deverá ser exibido no outono britânico (nossa primavera), o que significa que Whittaker ainda permanecerá como Doctor Who por mais de um ano. “Jodie e eu fizemos um pacto de ‘três temporadas e fim’ no início dessa explosão única nas nossas vidas. Então, agora nosso turno acabou e estamos devolvendo as chaves da Tardis”, disse Chibnall em seu comunicado. “A magnífica e icônica Doutora de Jodie superou todas as nossas expectativas. Ela tem sido uma atriz principal de padrão dourado, assumindo a responsabilidade de ser a primeira Doutora com estilo, força, calor, generosidade e humor. Ela capturou a imaginação do público e continua a inspirar adoração em todo o mundo, bem como em todos na produção. Não consigo imaginar trabalhar com um Doctor mais inspirador – então não vou!”, acrescentou. “Desejo aos nossos sucessores – quem quer que seja que a rede BBC e o BBC Studios escolham – tanta diversão quanto nós. Eles vão se deliciar!”, concluiu. Reveja abaixo o trailer da 13ª temporada da série.

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