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  • Filme

    Atriz de “Smallville” é condenada a três anos de prisão por liderar seita sexual

    30 de junho de 2021 /

    A atriz Allison Mack, que viveu Chloe Sullivan em “Smallville”, foi condenada a três anos de prisão nesta quarta-feira (30/6) por seu papel de liderança na seita sexual NXIVM. Mack havia se declarado culpada em abril de 2019, mas os promotores pediram para o juiz considerar sua extensa colaboração no caso, que ajudou a condenar o falso guru Keith Raniere a 120 anos de prisão. Junto da recomendação dos promotores federais, a atriz acrescentou uma carta de caráter pessoal endereçada ao juiz do caso, Nicholas Garaufis, em que pediu desculpas por sua participação na seita. “Agora é de suma importância para mim dizer, do fundo do meu coração, que eu sinto muito”, diz o texto do documento, revelado pela imprensa americana no sábado passado (26/6). “Eu me joguei nos ensinamentos de Keith Raniere com tudo o que tinha. Eu acreditava, do fundo do coração, que sua orientação estava me levando a uma versão melhor e mais iluminada de mim mesma. Dediquei minha lealdade, meus recursos e, em última análise, minha vida a ele. Este foi o maior erro e arrependimento da minha vida”, acrescentou Mack. Durante o anúncio de sua sentença, ela voltou a pedir desculpas a todas as pessoas que feriu durante o período em que esteve no grupo. Segurando lágrimas, Mack disse que se uniu à organização NXIVM há uma década para encontrar propósito na vida. “Ao longo de todo o tempo, eu acreditei que as intenções de Keith Raniere eram de ajudar pessoas”, disse ela. “Eu estava errada. Eu agora percebo que eu e outras pessoas nos envolvemos em condutas criminosas”. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu várias pessoas para seu programa de autoajuda, que se tornou extremamente popular. Mas, conforme sua influência crescia, ele também passou a fundar diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Mack, que atraiu várias mulheres para o DOS, aguardava sua sentença em liberdade, mas chegou a ser presa pelo FBI em 20 de abril de 2018, sob acusações de tráfico sexual, conspiração de tráfico sexual e conspiração de trabalho forçado, como uma das principais recrutadoras da NXIVM. Ela fechou um acordo de detalhes não revelados para colaborar com a promotoria de Justiça e entregou gravações incriminadoras de Raniere, que ajudaram a condená-lo a uma sentença centenária. Mack estava sujeita a uma sentença de até 17 anos de prisão. Mas graças à sua colaboração, teve uma condenação menor que outra recrutadora famosa da seita, Clare Bronfman, herdeira do grupo canadense de bebida Seagram, que vai passar seis anos e nove meses presa por seu envolvimento com a NXIVM. O escândalo da NXIVM rendeu duas séries documentais, “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz, e “The Vow”, renovada para a 2ª temporada na HBO, que nos novos episódios vai abordar justamente o julgamento dos envolvidos.

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    Allison Mack se diz arrependida de ter recrutado mulheres para seita sexual

    26 de junho de 2021 /

    A atriz Allison Mack, conhecida por viver Chloe Sullivan em “Smallville”, fechou um acordo com os promotores que investigam a seita de escravidão sexual NXIVM, que recomendaram leniência da Justiça em relação à sua participação no caso escandaloso. Mack tem entregado provas e servido como testemunha importante da acusação, e graças a sua participação os promotores conseguiram condenar o falso guru Keith Raniere a 120 anos de prisão. Junto da recomendação dos promotores federais para que ela não passe nenhum período de tempo atrás das grades, a atriz acrescentou uma carta de caráter pessoal endereçada ao juiz do caso, Nicholas Garaufis, em que pede desculpas por sua participação na seita. “Agora é de suma importância para mim dizer, do fundo do meu coração, que eu sinto muito”, diz o texto do documento, revelado pela imprensa americana neste sábado (26/6). “Eu me joguei nos ensinamentos de Keith Raniere com tudo o que tinha. Eu acreditava, do fundo do coração, que sua orientação estava me levando a uma versão melhor e mais iluminada de mim mesma. Dediquei minha lealdade, meus recursos e, em última análise, minha vida a ele. Este foi o maior erro e arrependimento da minha vida”, acrescentou Mack. A promotoria federal recomendou que ela receba um sentença leve pela cooperação no processo contra o fundador da NXIVM. Graças a ela, os promotores obtiveram uma fita de áudio, tocada em várias ocasiões durante o julgamento de Raniere, em que o suposto guru defendia o ato de marcar suas iniciais em membros da seita, que ele denominou textualmente como “escravas”. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu vários adeptos a seu programa de autoajuda, que se tornou extremamente popular e, conforme crescia, passou a incluir diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Mack, que atraiu várias mulheres para o DOS, aguarda sua sentença em liberdade, mas chegou a ser presa pelo FBI em 20 de abril de 2018, sob acusações de tráfico sexual, conspiração de tráfico sexual e conspiração de trabalho forçado, relativos ao seu papel como uma das principais recrutadoras da NXIVM. Ela se confessou culpada e está sujeita a cumprir até 17 anos de prisão. O juiz do caso vai se manifestar em 30 de junho. O escândalo da NXIVM rendeu duas séries documentais, “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz, e “The Vow”, renovada para a 2ª temporada na HBO, que nos novos episódios vai abordar justamente o julgamento dos envolvidos.

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    Marilyn Manson vai se entregar à polícia

    26 de junho de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson, que se encontra foragido, concordou em se entregar à polícia para responder a uma acusação que consta contra ele desde 2019. O mandato se deve a um processo por cuspir e escarrar um cinegrafista durante um show em New Hampshire (EUA), que aconteceu dois anos atrás, e não tem relação com as acusações de assédio e abuso sexual feitas por diversas mulheres, incluindo a ex-namorada Evan Rachel Wood (a Dolores de “Westworld”) e a atriz Esmé Bianco (de “Game of Thrones”). A acusação é leve comparada ao que o cantor pode vir a enfrentar. Após ser fichado, ele deve pagar fiança e realizar serviços comunitários pare evitar trancafiamento, mas já ficará com uma condenação, ampliando a capacidade punitiva de futuros processos. Esmé Bianco foi a primeira a protocolar uma queixa criminal por agressão sexual contra o cantor, atualmente investigada pela polícia de Los Angeles. Além dela, a ex-assistente de Manson, Ashley Walters, e outra denunciante que não teve o nome revelado levaram denúncias de abuso e estupro à Justiça.

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    Astro da série infantil “Drake e Josh” se declara culpado de crime sexual contra menor

    23 de junho de 2021 /

    O ator Drake Bell, conhecido por ter estrelado “Drake e Josh” (2004–2007), série infantil da Nickelodeon, declarou-se culpado nesta quarta (23/6) de crimes sexuais contra uma menor de idade. Hoje com 34 anos, Bell chegou a ser preso em maio passado pela polícia da cidade de Cleveland, após denúncia relacionada a um chat na internet com um menor. Ele foi acusado de “tentativa de colocar menor em perigo e disseminar material prejudicial a jovens”. Drake se declarou inocente na ocasião, mas nesta quarta, diante do juiz, assumiu-se culpado de ambas as acusações. Relatos dizem que o bate-papo de natureza sexual aconteceu em 2017 e envolveu Drake, que na época tinha 31 anos, e uma garota de 15. Durante a audiência, o juiz informou ao ator que sentença de seu caso poderia acarretar numa pena de 6 a 18 meses de prisão. Drake Bell já tem ficha criminal, o que tende a pesar em sua sentença. Em 2009, o artista foi preso em San Diego, na Califórnia, acusado de dirigir embriagado e, em 2016, foi condenado a quatro dias de prisão por dirigir em alta velocidade e sob efeito de álcool, além de passar quatro anos sob supervisão judicial. A definição da sentença está prevista para o dia 12 de julho.

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    Ex-astro mirim de “Drake & Josh” é preso após chat com menor

    5 de junho de 2021 /

    O ator Drake Bell, que estrelou a série infantil “Drake & Josh” da Nickelodeon, foi preso no estado de Ohio, nos EUA, acusado de ameaçar a integridade de uma criança e disseminar tema prejudicial a adolescentes. Hoje com 34 anos, Bell foi detido na quarta (3/5) pela polícia da cidade de Cleveland, após a acusação ser registrada em 21 de maio. Ele teve uma foto tirada para sua ficha policial na quinta-feira na prisão do condado de Cuyahoga. Embora os detalhes das acusações não tenham sido divulgados, a afiliada da Fox TV de Cleveland, WJW, que divulgou a história, relatou que as alegações decorrem de um chat na internet de 1º de dezembro de 2017 com um menor. O ator se declarou inocente e encontra-se em liberdade após pagar uma fiança pessoal de US$ 2,5 mil. Ele concordou em não manter contato com a suposta vítima do caso. Uma audiência pré-julgamento está marcada para 23 de junho. A série “Drake & Josh” foi exibida na Nickelodeon de 2004 a 2007, e apresentava Bell e seu colega Josh Peck como meios-irmãos. Depois do fim da série, ele se tornou dublador e gravou vários desenhos animados como a voz do Homem-Aranha, inclusive os mais de 100 episódios de “Ultimate Homem-Aranha”, além de se lançar como cantor.

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    Shia LaBeouf terá que fazer terapia e parar de beber se não quiser ser preso

    27 de maio de 2021 /

    Shia LaBeouf terá que cumprir um programa restrito de exigências judiciais se não quiser ser preso. O ator de “Transformers” foi considerado culpado de agressão e recebeu uma sentença alternativa nesta quinta (25/5), que o obriga a fazer terapia para “controlar a raiva”, monitorar o consumo de álcool, não obter ou usar armas e não praticar nenhum tipo de violência nos próximos 12 meses para que as acusações sejam arquivadas. Se falhar em cumprir algum requisito, ele poderá ser preso. O tribunal de Los Angeles vai verificar o progresso de Shia em três meses. LaBeouf foi denunciado por agressão e furto num incidente que aconteceu em julho do ano passado na cidade californiana. O motivo da briga não foi esclarecido, mas ele teria começado uma discussão que acabou se tornando uma briga física. Depois disso, tirou o boné do homem com quem brigou e foi embora com ele. Dizendo-se vítima de roubo com uso de força, o homem registrou um boletim de ocorrência contra o artista. Além desse processo, Shia LaBeouf também está sendo investigado por violência sexual e abuso psicológico, após ser denunciado pela ex-namorada, a cantora FKA Twigs. A acusação foi feita em dezembro do ano passado e outras ex-companheiras do ator também indicaram ter sofrido abusos durante a relação. Após as queixas virem à público, o ator se internou em uma clínica de reabilitação. Devido a seu assumido alcoolismo, ele já foi parar várias vezes em tribunais. Em 2008, foi pego dirigindo bêbado em Los Angeles, o que é considerado um crime grave. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. Em 2015, foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. E em 2017 acabou numa delegacia de Savannah, na Geórgia, num intervalo das filmagens de “O Falcão Manteiga de Amendoim”, após ser detido por desordem e embriaguez pública. Vídeos desta ocasião registraram o ator xingando sem parar os policiais que o detiveram, inclusive com ofensas racistas contra os policias negros. Até o momento, o comportamento de LaBeouf tem resultado apenas em sentenças de liberdade condicional, terapia, reabilitação e multas.

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    Marilyn Manson é alvo de mandato de prisão

    26 de maio de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson se tornou alvo de um mandado de prisão emitido pelo departamento de polícia de Gilford, no estado de New Hampshire (EUA). A notícia veio a público na noite de terça-feira (25/5), mas as autoridades locais afirmam que o artista e seu advogado já sabem da existência do mandado “há muito tempo”. “Sr. Warner, seu agente e advogado estão cientes do mandado há algum tempo e nenhum esforço foi feito por eles para retornar a New Hampshire e responder às acusações pendentes”, diz um trecho da publicação da polícia de New Hampshire no Facebook. Warner é o sobrenome real de Marilyn Manson, que se chama Brian Hugh Warner. O caso não tem a ver com as recentes denúncias de abuso sexual e violência doméstica que estão sendo investigadas pela polícia de Los Angeles. O mandato está vinculado a uma agressão supostamente cometida por Manson durante um show em New Hampshire, em agosto de 2019. O cantor teria cuspido em um cinegrafista. Caso condenado, Marilyn Manson pode ser preso pelo período de pouco menos de um ano, além de pagar uma multa de US$ 2 mil. Como provavelmente é réu primário, conseguiria escapar da pena mais dura e realizar serviços comunitários como sentença alternativa. Só que a condenação sujaria sua ficha, ampliando a capacidade punitiva de outros processos que deve enfrentar. Nos últimos meses, o cantor foi acusado de abuso físico, psicológico e sexual por várias mulheres, incluindo sua ex-namorada, a atriz Evan Rachel Wood, sua ex-assistente, Ashley Walters, a atriz Esmé Bianco (“Game of thrones”), e a cantora Ellie Rowsell. Tanto Bianco quanto Walters entraram com processos na Justiça contra Manson por abuso sexual.

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    Ator de “Animais Fantásticos” é condenado à prisão por agressão sexual

    15 de maio de 2021 /

    O ator Kevin Guthrie, que interpretou o Sr. Abernathy nos dois filmes da franquia “Animais Fantásticos”, foi condenado a três anos de prisão por agressão sexual. O crime aconteceu em 2017. Guthrie esperava a mulher num bar com o também ator Scott Reid (da série “Carnival Row”). Mas ela não conseguiu chegar, achando que tinha sido vítima de um “Boa Noite, Cinderela” no bar em que estava, o que fez os dois correrem ao seu encontro para levá-la em segurança ao apartamento de Reid. A agressão teria acontecido quando Guthrie ficou sozinho com ela semidesmaiada, enquanto Reid buscava atendimento médico. Guthrie negou as acusações, mas seu DNA foi encontrado nas roupas íntimas da jovem. Reid não foi implicado no abuso. O juiz Tom Hughes, encarregado do caso, disse ao final do julgamento: “Você se aproveitou dessa mulher enquanto ela estava em uma posição vulnerável. Ela não estava bem e pensou que sua bebida tinha sido drogada em outro lugar naquela noite. O júri concluiu que você abusou de uma posição de confiança enquanto deveria estar cuidando dela. Sua situação está em contraste direto com a de seu amigo Scott Reid, cujas ações foram altamente recomendáveis. Ele correu para ajudá-la quando algo aconteceu e ele se importou com ela, tentando obter ajuda, deixando-a sob seus cuidados. Diante da conclusão do júri de que você cometeu esse crime hediondo, a única sentença adequada é a prisão.” O caso acrescenta mais confusão às filmagens de “Animais Fantásticos 3”. Guthrie deveria aparecer no terceiro longa da franquia, mas ainda não há informações se suas cenas serão cortadas. A prática já aconteceu na produção. A Warner também afastou o ator Johnny Depp, após ele ter trabalhado uma semana no filme, jogando suas cenas no lixo e refilmando tudo com Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”) no papel do bruxo Gellert Grindelwald – que para sorte do estúdio já tinha demonstrado sua capacidade de mudar de aparência entre os dois primeiros longas. O problema de Depp foi decidir travar uma batalha judicial, que perdeu, contra o jornal britânico The Sun, após ser descrito como “espancador de esposa”. O ator processou o jornal para refutar a afirmação, mas o julgamento serviu apenas para piorar a situação, trazendo à tona detalhes desabonadores de seu comportamento durante o casamento com Amber Heard. Ao final, o juiz do caso concordou com a publicação, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa de Depp como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. Tem mais. “Animais Fantásticos 3” é escrito por J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. E ainda inclui em seu elenco Ezra Miller, mais um envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Por enquanto, a estreia segue marcada para julho de 2022.

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  • Reality,  TV

    Polícia prende marido de MC Marcelly após denúncia de cárcere privado

    3 de maio de 2021 /

    Ex-integrantes do “Power Couple”, reality show da Record TV, o casal Frank Cavalcante e MC Marcelly viraram caso de polícia no fim de semana. O marido de MC Marcelly, que tem o nome verdadeiro de Francimar Jorge Cavalcante, foi preso em flagrante na tarde de domingo (2/5), na Zona Norte do Rio de Janeiro, por manter a cantora em cárcere privado. De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, os agentes foram procurados pelo irmão de Marcelly, que relatou que a cantora ligou, informando que estava sendo mantida trancada no apartamento pelo companheiro. Na delegacia, Marcelly confirmou ter sofrido agressões em meados de abril e rompido o relacionamento. Mas foi convencida a voltar para casa na quinta passada (27/4), levada a uma viagem contra sua vontade e trancada sem acesso ao próprio aparelho de telefone celular. Mesmo assim, ela conseguiu retomar provisoriamente o celular, quando ligou para o irmão pedindo ajuda. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar confirmou o chamado e disse que os policiais do 3º BPM precisaram arrombar a porta para conseguir entrar na residência. “No local, houve necessidade de arrombar a porta da residência na presença de testemunhas. A mulher foi encontrada e o homem foi detido”, diz o comunicado oficial. MC Marcelly e Frank Cavalcante ficaram juntos por 13 anos e participaram do “Power Couple” em 2017.

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    Cinco suspeitos são presos pelo roubo dos cachorros de Lady Gaga

    29 de abril de 2021 /

    Cinco pessoas foram presas em decorrência da investigação do roubo à mão armada dos cachorros de Lady Gaga em 24 de fevereiro, que deixaram seu dogwalker gravemente ferido no hospital. De acordo com informações do Departamento de Polícia de Los Angeles, entre os presos está a mulher que devolveu os cães duas noites depois do crime na esperança de ganhar uma recompensa de US$ 500 mil oferecida pela cantora. A investigação apurou que os suspeitos não sabiam que Gaga era a dona dos cães roubados. Três dos suspeitos – com idades de 18, 19 e 27 anos – são membros de gangues que roubaram os animais apenas pelo valor de venda da raça. A quarta integrante é a mulher que devolveu os cachorros e o quinto foi identificado como pai de um dos jovens infratores, considerados cúmplices do crime. O dogwalker e amigo de Gaga Ryan Fischer foi baleado durante o assalto, mas impediu o roubo de um terceiro cachorro e está se recuperando do atentado. Em seu depoimento, a mulher identificada como Jennifer McBride afirmou que encontrou os cães, chamados Koji e Gustav, e os levou à Estação Olímpica do Departamento da Polícia de Los Angeles para receber a recompensa postada no Instagram pela cantora-atriz. Lady Gaga prometeu pagar quem retornasse os animais roubados, mas a polícia de Los Angeles pediu que ela aguardasse a verificação de antecedentes. Durante o levantamento, a LAPD identificou que McBride tinha um relacionamento com o pai de um jovem fichado como membro de gangues e assim chegou aos suspeitos.

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    Diretora de festival da Bielorrússia é libertada após pressão internacional

    16 de abril de 2021 /

    Tatsiana Hatsura-Yavorska, diretora do festival de documentários Watch Docs, da Bielorrússia, foi libertada da prisão após a repercussão de um protesto internacional, que nesta semana reuniu organizações de direitos humanos, a Academia Europeia de Cinema e festivais de cinema de todo o mundo, como Sundance, Cannes e Berlim. Ela foi presa em 5 de abril por seu papel na organização de uma exposição fotográfica subterrânea em homenagem aos trabalhadores da saúde da Bielorússia. Isto foi suficiente para que fosse presa por “protestar contra a polícia” e “arrecadar dinheiro para protestos” contra o governo do presidente Alexander Lukashenko, e colocada em um centro de detenção em Minsk, junto com centenas de outras presos políticos, na atual onda de endurecimento da repressão no país. Hatsura-Yavorska deveria comparecer a uma audiência na quinta-feira passada (15/4) após atingir o limite máximo legal de 10 dias de detenção, e pessoas próximas temiam que ela pudesse enfrentar vários anos de prisão. No entanto, após o repúdio generalizado de entidades importantes, as acusações foram retiradas e, além de ser solta, ela não enfrenta processo criminal. Agora, ela deve se juntar ao marido no exterior. Volodymyr Yavorski fugiu do país com os filhos do casal para evitar que o regime colocasse as crianças em orfanatos. As autoridades da Biolorrússia disseram que se não deixasse o país, ele próprio enfrentaria a prisão e nunca mais veria os filhos. Yavorski também é alvo de perseguição política, como ativista dos direitos humanos e fundador do festival ucraniano de filmes sobre direitos humanos Docudays UA. A Bielorrússia vem sendo tomada por manifestações generalizadas contra o regime que governa o país há décadas. Os protestos se intensificaram depois que o presidente reivindicou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais de agosto passado, um resultado que muitos acreditam ter sido falsificado. A União Europeia rejeitou a legitimidade da eleição e fez um apelo público por uma nova votação, além de condenar a perseguição violenta de manifestantes pacíficos por parte das autoridades do país. De acordo com ativistas, desde o verão europeu passado mais de 600 pessoas foram presas, acusadas de participar das manifestações antigovernamentais, e cerca de 400 já foram condenadas.

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    Festivais de Cannes, Berlim e Sundance protestam contra prisão de diretora de festival da Bielorrússia

    14 de abril de 2021 /

    Os festivais de cinema de Berlim, Cannes e Sundance produziram um documento em conjunto com a Academia Europeia de Cinema e vários grupos de direitos humanos e da indústria cinematográfica, pedindo a libertação imediata de Tatsiana Hatsura-Yavorska, diretora do festival de documentários Watch Docs, da Bielorrússia, que foi presa em 5 de abril por suposta atividade subversiva. Na carta aberta conjunta, as organizações condenaram a prisão e pediram às autoridades bielorrussas que libertem Hatsura-Yavorska e outros “presos políticos” do regime. “Instamos as autoridades bielorrussas a libertar imediata e incondicionalmente nossa colega Tatsiana Hatsura-Yavorska e outros defensores dos direitos humanos, e a pôr fim aos atos de assédio judicial contra eles”, diz a carta. Hatsura-Yavorskaya foi presa em 5 de abril, supostamente pelo crime de ajudar a organizar uma exposição de fotos intitulada “The Machine Is Breathing, I Am Not” (A máquina está respirando, eu nã) em homenagem aos profissionais de saúde da Bielo-Rússia durante a crise de covid-19. Ela encontra-se detida, aguardando julgamento por acusações referentes a “arrecadar dinheiro para protestos” contra o governo do presidente Alexander Lukashenko. A audiência de Tatsiana Hatsura-Yavorska está marcada para 15 de abril. Se condenada, ela pode pegar vários anos de prisão. A Bielorrússia vem sendo tomada por manifestações generalizadas contra o regime que governa o país há décadas. Os protestos se intensificaram em todo o país depois que Lukashenko reivindicou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais de agosto passado, um resultado que muitos acreditam ter sido falsificado. A União Europeia rejeitou a legitimidade da eleição e fez um apelo público por uma nova votação, além de condenar a perseguição violenta de manifestantes pacíficos por parte das autoridades do país. De acordo com ativistas, desde o verão europeu passado mais de 600 pessoas foram acusadas de participar das manifestações antigovernamentais e cerca de 400 foram condenadas.

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    Astro de novelas argentinas será investigado no Brasil por estupro

    8 de abril de 2021 /

    O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra Juan Darthés, astro veterano de novelas argentinas, que está atualmente no Brasil. Ele é acusado de estupro pela atriz Thelma Fardin (“Sou Luna”). Nascido em São Paulo com o nome Juan Rafael Pacífico Dabul, o ator de 56 anos foi acusado formalmente pela Justiça da Nicarágua, onde o abuso teria acontecido em 2009, mas antes de ser detido voltou para a Argentina. Segundo a denúncia original, o ator se aproveitou da “relação de confiança” com Fardin para cometer a agressão sexual em um hotel em Manágua, durante a divulgação internacional da novela infantil “Patinho Feio” (2007-2008), que ambos protagonizavam. À época, Fardin tinha 16 anos e Darthés 45. Depois disso, ele estrelou mais quatro novelas na Argentina. Mas em 2018 o Ministério público argentino passou a colaborar com a Justiça nicaraguense e iniciou um processo penal contra o ator, que então resolveu se refugiar no Brasil, devido à sua cidadania. Na época, atrizes brasileiras, como Bruna Linzmeyer e Débora Falabella, iniciaram uma manifestação contra a vinda do ator ao país. Intocável no Brasil, Darthés foi denunciado nas redes sociais por Fardin, numa iniciativa que deu início ao movimento #MeToo na Argentina em 2018. Após o caso vir à público, outras quatro atrizes acusaram o ator de estupro. Agora, a situação mudou. Com a decisão do MPF, abre-se a possibilidade de Darthés ser julgado no Brasil — pela Constituição, o país não pode extraditar seus cidadãos, mas o Código Penal prevê que possam ser julgados em território brasileiro por crimes cometidos no exterior. Se ele fugir novamente, há um mandato internacional de captura pela Interpol. “Espero que a mensagem enviada pelo Brasil, não somente nesse caso particular, seja a de que o Brasil não pode servir de refúgio e de esconderijo para estupradores, ainda mais para um estuprador com pedido de captura internacional”, disse Fardin nesta quarta (7/4), em Buenos Aires, após um evento para anunciar a decisão do MPF. Thelma Fardin tem atualmente 29 anos e está em cartaz nos cinemas argentinos com “La Estrella Roja”, uma comédia com estrutura de falso documentário que tem arrancado elogios rasgados da crítica desde sua estreia em março passado.

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