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  • Série

    Teaser revela data de estreia de Lucifer na Netflix

    10 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou um teaser de “Lucifer”, que exibe o tanquinho malhado do ator Tom Ellis só para adiantar a data de estreia da atração na plataforma. A 4ª temporada vai chegar ao streaming em 8 de maio. O produtor Joe Henderson chegou a sugerir que a série ficaria mais sexy ao passar para a Netflix. Fãs podem, portanto, esperar mais participações especiais do tanquinho definido do ator galês nos próximos capítulos. Além de um Lucifer mais desinibido, a série vai ganhar uma nova personagem nessa transição da Fox para a Netflix: Eva, interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). O contexto da participação só deve ficar mais claro quando os vídeos de “Lucifer” começarem a mostrar mais que o corpo do protagonista.

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  • Filme

    Comédia com Felicity Huffman é adiada pela Netflix após escândalo universitário

    9 de abril de 2019 /

    A comédia “Otherhood”, que a Netflix pretendia lançar em streaming no dia 26 de abril, teve sua estreia adiada por tempo indefinido. O motivo para mudança de cronograma foi o envolvimento de Felicity Huffman no esquema de fraudes universitárias nos EUA. A atriz se assumiu culpada de pagar para forjar a nota de sua filha mais velha no SAT – o ENEM americano – , para que ela pudesse estudar em universidades melhores. Huffman, que venceu um Emmy por “Desperate Housewives” e foi indicada ao Oscar por “Transamérica”, é uma das estrelas da comédia, ao lado de Angela Bassett (“Pantera Negra”) e Patricia Arquette (“Boyhood”). As três interpretam mães que se mudam de surpresa para Nova York, onde vivem os seus filhos adultos. Ainda não há data oficial para o filme chegar à Netflix, mas fontes do site Deadline sugerem que “Otherhood” pode entrar no catálogo em agosto. Este não é o único projeto atual de Huffman na Netflix, mas curiosamente a minissérie “When They See Us”, da cineasta Ava DuVernay (“Selma”), teria mantido a data de estreia. Na trama baseada em fatos reais, a atriz interpreta a promotora que condenou os chamados “Central Park Five”, cinco garotos negros que foram presos injustamente por estuprar uma mulher branca em Nova York em 1989. Mas eles eram inocentes. Por enquanto, a estreia de “When They See Us” continua marcada para 31 de maio.

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  • Filme

    Série The Crown define intérprete da Princesa Diana

    9 de abril de 2019 /

    A série “The Crown” definiu a intérprete da Princesa Diana. A atriz Emma Corrin foi escolhida para viver a personagem, que será introduzida só na 4ª temporada da série (e não mais na 3ª, como havia sido anunciado anteriormente). “Emma é uma atriz brilhante, que nos cativou imediatamente quando fez o teste para viver Diana. Ela não só tem a inocência e a beleza para o papel, mas também o talento e a complexidade para retratar esta mulher extraordinária”, comentou o criador da série, Peter Morgan, em comunicado. Corrin começou sua carreira de atriz há poucos anos no teatro britânico, tendo aparecido pela primeira vez na TV num episódio da série “Grantchester” em fevereiro. Ainda em 2019, ela fará sua estreia nos cinemas no drama “Misbehaviour”, onde contracenará com Keira Knightley. Em “The Crown”, ela fará par com Josh O’Connor (“Reino de Deus”), que foi escalado para viver o jovem Príncipe Charles nas próximas temporadas. A Princesa Diana se casou com o Príncipe Charles em 1981, e a união durou até 1996. Menos de um ano depois, em 1997, Diana morreu em um acidente de carro em Paris, aos 36 anos de idade. Esta história será abordada por “The Crown”, que entrará em nova fase a partir do terceiro ano de produção, com mudança completa de elenco para refletir a passagem do tempo. A série, que começou nos anos 1950, chegará nos próximos episódios na década de 1970. No elenco central, Olivia Colman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”, vai substituir Claire Foy no papel da rainha Elizabeth II, enquanto Tobias Menzies (série “Outlander”) passará a viver o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) será a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) terá destaque no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, e Emerald Fennell (“Call the Midwife”), por sua vez, viverá a segunda mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles. Nem a 3ª, muito menos a 4ª temporada de “The Crown” têm data de estreia definida na Netflix.

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  • Série

    Ninguém Tá Olhando: Netflix revela elenco de nova série com Kéfera Buchmann e Projota

    9 de abril de 2019 /

    A Netflix anunciou o elenco principal de “Ninguém Tá Olhando”, uma nova série original brasileira. Os destaques da vez são Kéfera Buchmann e o rapper Projota, que interpretam dois dos seres humanos da trama. É que os protagonistas de “Ninguém Tá Olhando” são “Angelus”, entidades parecidas com anjos da guarda, que tentam guiar a humanidade pelo melhor caminho. Um deles é Uli (Victor Lamoglia, do canal “Parafernalha”), que se revolta contra as ordens arbitrárias que recebe diariamente. Uli se junta a Greta (Julia Rabelo, do “Porta dos Fundos”) e Chun (Danilo de Moura, de “Sequestro Relâmpago”) em sua rebelião, que é combatida pelos “funcionários exemplares” Fred (Augusto Madeira, de “Bingo: O Rei das Manhãs”) e Wanda (Telma Souza, de “Ò Paí Ó”). O papel de Kéfera é a humana Miriam, uma das muitas que os Angelus precisam ajudar. Já Projota vive Richard, um rapaz com coração partido. O elenco ainda traz Leandro Ramos (do “Choque de Cultura”) na pele do veterinário Sandro. “Ninguém Tá Olhando” é uma criação de Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Rezende também vai dirigir alguns episódios, ao lado de Fernando Fraiha (“Choque de Cultura”) e Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”). A comédia de oito episódios começou a ser gravada nesta semana, com produção da Gullane, projetando uma estreia ainda em 2019.

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  • Filme,  Música

    Trailer revela documentário “secreto” sobre show icônico de Beyoncé

    9 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou de surpresa o primeiro trailer de “Homecoming”, um documentário “intimista” sobre Beyoncé, que foi produzido sem alarde. A prévia é “narrada” por uma entrevista com a poeta Maya Angelou, pouco antes de sua morte, dentro do conceito cultural criado pela cantora para o show que inspira o filme. As filmagens acompanham principalmente a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, que traça as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. O filme será lançado em 17 de abril – por coincidência, logo após o começo da edição deste ano do festival americano de música.

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  • Filme,  Música

    Filme da banda Mötley Crüe imita, mas não é Bohemian Rhapsody

    7 de abril de 2019 /

    Depois do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, a fórmula ficou clara. E “The Dirt: Confissões do Mötley Crüe” segue à risca, até nas passagens importantes da “timeline” da banda, picotadas e aceleradas com tratamentos dramáticos superficiais para reduzir a reclamação dos fãs no caso de algum fato ficar de fora (nem que seja um trechinho de uma música). A sensação é de ver na tela a materialização de um verbete da Wikipedia. A principal diferença em relação à cinebiografia do Queen é que o filme do Mötley Crüe não tanta obrigação em incluir “hits”. Afinal, a banda de metal farofa ficou mais famosa pela zona que fez por onde passou do que pelo legado de sua música. E o filme deixa a setlist no backstage para privilegiar o caos que seus quatro integrantes liberaram no mundo, com um toque especial de mau gosto por cortesia de Jeff Tremaine, um dos criadores de “Jackass” e diretor dos filmes da série. Basta dizer que o “cineasta” abre o filme “jorrando” o orgasmo de uma mulher numa cena criada para o público masculino rir. Depois disso, conhecemos os integrantes da banda, que se dividem no voice over executado de forma pobre, do ponto de vista narrativo – o recurso não faz a menor diferença. E, sem maior explicação, a história passa a mostrar apenas o baixista Nikki Sixx (Douglas Booth) em sua infância, até encontrar o baterista Tommy Lee (Machine Gun Kelly), o guitarrista Mick Mars (Iwan Rheon) e o vocalista Vince Neil (Daniel Webber). Será que só para justificar sua entrega às drogas e uma vida de excessos? Bom, Vince e Tommy também cometem seus exageros. Tudo é reducionista nesta versão da história feita para a Netflix. A ponto de bastar o quarteto tocar junto somente uma vez para sair do anonimato. E tudo também é gratuito, como o fato de Tommy Lee socar a cara de uma namorada e depois se casar com Heather Locklear como se fosse um prêmio. O pior é que há uma moral nesta história. Ao final, tudo que aprontaram teria servido para a formação de uma família entre os músicos. É assim que Jeff Tremaine ousa terminar o seu, digamos, streaming. É questionável, mas o importante é ver o Mötley Crüe zoando por aí na primeira metade e rir disso. Desde que, claro, você admita que está se divertindo com um filme ruim, que tenta inclusive uma quebra de quarta parede para driblar suas deficiências e explicar o que o filme deixa de contar. A graça, claro, esvai-se quando o diretor tenta alguma dramaticidade na segunda metade da história, com resultado arrastado, enfadonho, que escancara o quanto os atores são fracos e estavam disfarçados (com perucas) de engraçadinhos até então. Tirando Iwan Rheon, que esteve em “Game of Thrones”, nenhum dos demais dá conta de interpretar algo além da caricatura. A verdade é que, mesmo com produção dos integrantes verdadeiros da banda, um filme sobre o Mötley Crüe só poderia dar mesmo nisso. A surpresa seria um filme bom. Claro que, para isso, precisaria-se de um diretor um pouquinho apaixonado pela música da banda. Já que é difícil, pelo menos que fosse alguém com algo mais na carreira além da tombos e escatologia barata.

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  • Série

    Série alemã sobre tráfico na internet ganha teaser legendado delirante

    6 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado de “Como Vender Drogas Online (Rápido)”, sua nova série original alemã – “How to Sell Drugs Online: Fast”, em inglês. A prévia é repleta de imagens delirantes e edição frenética, ao estilo de “Trainspotting”. Na trama, para impressionar a ex-namorada, um adolescente nerd começa a vender drogas online. Em pouco tempo, ele se torna um dos maiores traficantes da Europa. Inspirada por uma história real, a primeira série criada por Philipp Käßbohrer e Matthias Murmann (produtores do late show alemão “Neo Magazin”) dá sequência às produções alemãs da plataforma, após os lançamentos de “Dark”, “Cães de Berlim” e “O Perfume”. A estreia está marcada para o dia 31 de maio em streaming.

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  • Filme

    Amy Adams vai estrelar filme de Ron Howard para a Netflix

    6 de abril de 2019 /

    A atriz Amy Adams (“A Chegada”) foi confirmada no elenco de “Hillbilly Elegy”, novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que será lançado pela Netflix. O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água”. O filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Dave Bautista vai estrelar filme de zumbis de Zack Snyder

    6 de abril de 2019 /

    O ator Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) vai estrelar “Army of the Dead”, novo filme de zumbis de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). O papel de Bautista não foi revelado. Desenvolvida para a Netflix, a produção representa um retorno às origens para o diretor, que voltará ao apocalipse zumbi 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O projeto estava acumulando poeira desde 2007, na Warner, onde deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi roteirizada por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também vai assinar a produção com sua esposa, Deborah Snyder. Ainda não há cronograma de produção conhecido ou previsão de estreia.

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  • Filme

    Eternos: Ator de Silicon Valley negocia estrelar próximo filme cósmico da Marvel

    6 de abril de 2019 /

    O ator Kumail Nanjiani, conhecido pela série “Silicon Valley” e pelo filme “Doentes de Amor”, entrou em negociações para estrelar “Eternos”, nova produção da Marvel. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, Nanjiani é cotado para um dos principais papéis da produção, mas nem o papel nem a escalação foi confirmada pela Marvel ou pela Disney. Se fechar contrato, o ator poderá contracenar com Angelina Jolie, que também estaria em negociações com a produção (a atriz deve interpretar a personagem Sersi). “Eternos” (The Eternals) são personagens clássicos de Jack Kirby, seres superpoderosos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto de a experiência gerar ninguém menos que Thanos, descendente dos Eternos originais. Embora os detalhes sobre o filme estejam sendo mantidos em sigilo, fontes afirmaram ao Hollywood Reporter que um aspecto da história envolve a história de amor entre Ikaris, um homem alimentado por energia cósmica, e Sersi, que adora se misturar entre os humanos. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em produção.

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  • Série

    The Rain: 2ª temporada da série apocalíptica dinamarquesa ganha teaser tenso

    6 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou pôsteres e um teaser da 2ª temporada de “The Rain”, série dinamarquesa de ficção científica. A prévia mostra um dos irmãos protagonistas contaminado, possivelmente pelo mesmo vírus que dizimou a maior parte da população mundial, além de destacar o clima claustrofóbico nos abrigos subterrâneos. A série se passa seis anos depois de um vírus mortal, transmitido pela chuva, varrer o planeta e acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de segurança. “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A produção retorna com novos episódios no dia 17 de maio, um ano após a 1ª temporada. The only way to stay alive is to stay together. But who can you trust? The Rain season 2 is coming May 17. pic.twitter.com/BH9W3iTU9V — Netflix Nordic (@NetflixNordic) April 3, 2019

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  • Série

    Lucifer fica pelado para promover estreia da série na Netflix

    5 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo para lembrar que “Lucifer” virou uma série exclusiva da plataforma. Nele, três integrantes do elenco surgem para agradecer aos fãs pelas campanhas que ajudarem a salvar a série, cancelada pela Fox após três temporadas e resgatada pelo serviço de streaming para seu quarto ano de produção. A peça também destaca as novidades surgidas nesta transição. Primeiro, Lauren German, a Chloe da série, apresenta uma nova personagem: Eva, interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). Sim, é a Eva que viu Adão com a cobra na mão. E, por fim, Tom Ellis aparece bem à vontade, num roupão com logo da Netflix, tomando chá numa caneca da Netflix, para dizer o que muda na nova casa. “Sempre me perguntam: ‘Na Netflix, a série vai mudar?’. A resposta é não. Não muito. Mas talvez vocês vejam um pouco mais de mim”, diz, antes de tirar o roupão para gravar uma cena pelado. Portanto, esperem um “Lucifer” realmente à vontade na nova casa. Detalhe: o vídeo lembra que a série vai estrear na Netflix, mas esquece de dizer quando.

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  • Série

    Netflix vai lançar nova série animada gay de astro de Will & Grace

    4 de abril de 2019 /

    A Netflix encomendou a produção de mais uma série animada gay. Após os super-heróis brasileiros de “Super Drags”, a plataforma apresentará os espiões americanos de “Q-Force”, onde a letra Q se refere à palavra queer, que compõe a sigla LGBTQ. Produzida por dois nomes de peso da TV americana, Sean Hayes (ator de “Will & Grace” e produtor de “Grimm”) e Mike Schur (criador de “The Good Place”, “Parks & Recreation” e “Brooklyn Nine-Nine”), a série contará com 10 episódios de meia hora, acompanhando um agente secreto e sua equipe de super-espiões LGBTQ, que precisam se provar constantemente em suas extraordinárias aventuras. “Q-Force” é a primeira atração produzida por Schur após ele fechar um contrato milionário de exclusividade com a Universal. Mas o criador da animação é Gabe Liedman, roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”. Já Hayes, além de produzir, também participará como dublador de um dos personagens. Ele explicou para o site Deadline que, originalmente, a série seria uma comédia live-action, mas virou animação “porque uma série de espiões é muito difícil e cara de ser feita”. Além disso, “provavelmente não haveria quem comprasse uma série com protagonistas e coadjuvantes gays. Espero que um dia isso aconteça, mas não parece ser o caso agora”. Ainda não há previsão de estreia para “Q-Force”.

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