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    Estreia de Chiwetel Ejiofor na direção ganha fotos e primeiro trailer

    26 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “The Boy Who Harnessed the Wind”, primeiro filme dirigido pelo ator Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). Drama edificante baseado em fatos reais, o longa conta a história de um menino de 13 anos de Malaui, na África, que desenvolve um catavento para irrigar os campos de sua aldeia atingida pela fome. Além de dirigir, Ejiofor também vive o pai cabeça-dura do menino-prodígio e assina o roteiro, baseado no livro homônimo de memórias de William Kamkwamba, o menino da história – vivido, no filme, pelo estreante Maxwell Simba. A première mundial aconteceu no Festival de Sundance neste fim de semana e o lançamento comercial está marcado para 1 de março em streaming.

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  • Série

    Coisa Mais Linda: Veja as primeiras fotos da série Bossa Nova da Netflix

    25 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou as três primeiras fotos de cenas da nova série brasileira “Coisa Mais Linda”, que se passa num clube de Bossa Nova, durante os anos 1960. A data para a divulgação das imagens não é casual: 25 de janeiro é o dia da Bossa Nova, também conhecido como data de aniversário do maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, Tom para os fãs. Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpreta a protagonista da atração, Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração também conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série terá sete episódios escritos por Pati Corso e Leo Moreira. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Netflix fecha acordo para produzir uma série baseada em Resident Evil

    25 de janeiro de 2019 /

    A Netflix está desenvolvendo uma série baseada na franquia “Resident Evil”. A plataforma fechou contrato com o estúdio alemão Constantin Film, que detém os direitos de adaptação dos jogos da Capcom e foi responsável pelos seis filmes estrelados por Milla Jovovich no cinema. Ainda em busca de um showrunner, a ideia é manter a premissa básica, que também foi usada nos filmes. A história irá explorar as experiências sombrias da corporação da Umbrella e a nova ordem mundial causada pelo surto do T-vírus. Antes de fechar com a Netflix, a Constantin chegou a contratar o cineasta inglês Johannes Robers (“Medo Profundo”) para dirigir um reboot com novos atores no cinema. Este projeto pode ter sido abandonado. A notícia da série coincide com o lançamento do novo game “Resident Evil 2” para PS4, Xbox One e PC, que aconteceu nesta sexta (25/1). E também reflete o interesse da Netflix em desenvolver séries inspiradas em jogos, como “Castlevania” e a vindoura “The Witcher”, atualmente em produção, com Henry Cavill no papel principal de Geralt de Rivia. Além destas, o produtor do desenho de “Castlevania”, Avi Arad, também negociou com a Capcom os direitos para realizar uma série baseada em “Devil May Cry”

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  • Série

    She-Ra vai continuar a luta das Princesas do Poder em sua 2ª temporada

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder” para sua 2ª temporada. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”) para a DreamWorks Animation, chamou atenção por incluir personagens LGBTs, mas gerou bem menos protestos que a série brasileira “Super Drags”, cancelada na 1ª temporada. As maiores reclamações foram apenas marginalmente ligadas a inclinação sexual das personagens, já que o visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980, foi considerado pouco “feminino” pelos fãs do desenho original. Além de uma aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização de She-Ra, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta, refletindo sua idade como adolescente. Para quem é muito jovem para lembrar, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas de She-Ra, sendo descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”. A variedade das Princesas guerreiras embute uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção traz em seu elenco de dubladores originais diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreou na Netflix em 13 de novembro e sua 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. A Rebelião vai continuar. She-Ra e as Princesas do Poder está renovada para a segunda temporada! pic.twitter.com/FYVJGeEUIl — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 24, 2019

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  • Série

    F Is for Family é renovada para sua 4ª temporada

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix renovou “F Is for Family” para sua 4ª temporada. A série animada, que lembra uma mistura de “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”, acompanha a família Murphy, bem mais desbocada que os personagens das animações da Fox. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“Big Little Lies”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin. A 3ª temporada foi disponibilizada em 30 de novembro e não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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  • Série

    Série dos quadrinhos da Academia Umbrella ganha novo trailer legendado e 20 fotos

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou 20 fotos e o segundo trailer legendado da série “The Umbrella Academy”, baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (My Chemical Romance) ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. A prévia resume a origem dos protagonistas e sua missão, que é basicamente a mesma de todo grupo de super-heróis: salvar o mundo. Os quadrinhos, publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”, acompanham um grupo de crianças que nasceu misteriosamente com poderes especiais e são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e percebem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. O elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”). A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulou por pelo menos dois anos até chegar na Netflix. A estreia está marcada para 15 de fevereiro.

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  • Série

    Netflix coloca Lucas Jagger e Luciana Gimenez na série Sex Education

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo com Lucas Jagger e Luciana Gimenez para “abrasileirar” a série britânica “Sex Education”. A edição faz com que Lucas entre na série para ter uma conversa com o personagem de Asa Butterfield, na qual compara as mães dos dois. O detalhe que chama atenção é a ironia criada no final, quando Luciana avisa ao filho sobre peguetes e mostra camisinhas, e soa quase como uma lição de história para o filho brasileiro de Mick Jagger. Uma das séries recentes mais vistas da Netflix, “Sex Education” estreou em 11 de janeiro, mostrando como o filho (Butterfield) de uma terapeuta sexual (Gillian Anderson) supera o constrangimento da situação para ajudar colegas de aula com problemas de sexo.

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  • Filme,  Música

    Beck e Billie Eilish lançam músicas inspiradas pelo filme Roma

    23 de janeiro de 2019 /

    Após se tornar o filme com mais indicações no Oscar 2019, “Roma”, de Alfonso Cuarón, vai ganhar um disco com músicas inéditas. A Sony Music vai produzir uma seleção musical inspirada pelo longa da Netflix. As músicas foram compostas por diversos artistas famosos após o lançamento do filme e, portanto, não fazem parte da trilha original. Intitulado “Music Inspired by the Film Roma”, o lançamento está previsto para o próximo dia 8 de fevereiro, e as primeiras músicas já começaram a vir à tona. Duas faixas estão disponíveis no YouTube, entre elas “Tarantula”, cover do grupo Colourbox gravado por Beck, que conta com participação vocal das cantoras Feist e Alex Lilly, e arranjo orquestral do pai do artista, David Richard Campbell. A segunda música é “When I Was Older”, de Billie Eilish. Outros artistas que participam do projeto são El-P, Patti Smith, DJ Shadow, Unkle, Laura Marling e até Bo Cuarón, filha do diretor, mas suas músicas ainda não são conhecidas. Confira as primeiras faixas abaixo.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Caio Junqueira (1976 – 2019)

    23 de janeiro de 2019 /

    O ator Caio Junqueira não resistiu e morreu na madrugada desta quarta-feira (23/1), aos 42 anos, uma semana após ter sofrido um grave acidente de carro no Rio de Janeiro. Ele bateu o carro que dirigia no Aterro do Flamengo, na altura do Monumento aos Pracinhas, na zona sul do Rio, no dia 16 de janeiro. Ele estava sozinho no veículo e foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde passou por uma cirurgia de emergência. Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956-2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985-1988). Ele deu seus primeiros passos na carreira aos 9 anos, ao participar da série “Tamanho família” (1985-1986), da extinta Rede Manchete. Em 1990 estreou na Globo, participando da minissérie “Desejo” e da novela “Barriga de Aluguel”. Ele fez poucas novelas, entre elas “A Viagem” (1994) e “O Clone” (2001), mas se destacou em minisséries, como “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998), “Chiquinha Gonzaga” (1999) e “Um Só Coração” (2004), antes de mudar de canal. Na Record, fez o remake de “Escrava Isaura” (2004), a série “A Lei e o Crime” (2009), protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014). Paralelamente, fez teatro e ainda obteve bastante destaque no cinema, atuando em filmes marcantes como “O aue É Isso Companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril Despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de Elite” (2007), onde viveu Neto, soldado do Bope. Os trabalhos mais recentes foram nas séries “O Mecanismo”, da Netflix, e “Um Contra Todos”, da Fox Brasil.

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  • Série

    Suburra: 2ª temporada da série mafiosa da Netflix ganha 51 fotos e trailer legendado

    23 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou 51 fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “Suburra”, sua primeira série original italiana. Considerada “a resposta italiana a ‘Narcos'”, a atração foi lançada em outubro do ano passado com sucesso em mais de 190 países. E voltará para sua 2ª temporada “com mais ação, drama e jogos de poder”, na definição da plataforma de streaming, que pode ser comprovada pela prévia intensa, repleta de violência. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e dirigiu “Sicario: Dia do Soldado”, sua estreia em Hollywood. A trama se passa vários anos antes dos eventos vistos no filme homônimo, funcionando como um prólogo, ao revelar a formação de uma aliança no submundo mafioso entre três jovens de diferentes grupos, que resolvem se juntar contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder num território disputado por empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. A 2ª temporada estreia em 22 de fevereiro.

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  • Série

    Post de Brenton Thwaites sugere participação de Batgirl na 2ª temporada de Titãs

    23 de janeiro de 2019 /

    O ator Brenton Thwaites, que vive Robin na série “Titãs”, compartilhou no Stories uma imagem da série clássica “Batman” dos anos 1960, que mostra um diálogo picante entre Robin e Batgirl. Confira abaixo. Não foi preciso muito mais para os seguidores especularem que o post faz uma referência à aparição da heroína na 2ª temporada de “Titãs”. Nos quadrinhos – e na série animada “Young Justice” – os dois heróis formam um casal intermitente. Entre idas e vindas, têm sido os principais parceiros românticos um do outro desde os anos 1970. Todos os episódios da 1ª temporada de “Titãs” já estão disponíveis na Netflix.

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  • Filme

    Oficial: Netflix vira parte de Hollywood como membro da MPA

    22 de janeiro de 2019 /

    É oficial: a Netflix agora faz parte de Hollywood. A empresa de streaming se tornou membro da Associação de Cinema dos EUA (Motion Picture Association of America, conhecida pela sigla MPA), entidade de comércio e lobby que representa os seis principais estúdios americanos. A organização baseada em Washington, DC, confirmou a filiação da empresa de tecnologia com um comunicado na noite desta terça (22/1). “Em nome da MPA e de suas empresas associadas, tenho o prazer de dar as boas-vindas à Netflix como parceira”, diz o texto assinado por Charles Rivkin, presidente e CEO da MPA. “Todos os nossos membros estão empenhados em impulsionar a indústria cinematográfica e televisiva, tanto na forma como contamos histórias e em como atingimos o público. Adicionar a Netflix nos permitirá defender de forma mais eficaz a comunidade global de contadores de histórias criativos, e estou ansioso para ver o que todos podemos alcançar juntos”, completou. Com a filiação à MPA, a Neflix se junta oficialmente à comunidade de estúdios de cinema dos Estados Unidos, ao lado dos outros seis sócios da entidade: Disney, Paramount, Sony, Fox, Universal e Warner Bros. “Associar-se à MPA exemplifica ainda mais o nosso compromisso em garantir a vitalidade dessas indústrias criativas e as muitas pessoas talentosas que trabalham nelas em todo o mundo”, disse Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix. “Estamos ansiosos para apoiar a equipe da associação e seus importantes esforços.” As negociações para a filiação da Netflix vieram à tona durante a tarde, em meio à celebração do recorde de 15 indicações da plataforma no Oscar 2015. Os dois fatos criam uma mudança de patamar para a empresa de tecnologia, transformando-a numa força legítima do setor cinematográfico americano. Ao mesmo tempo, a filiação também modifica o entendimento do que constitui um estúdio de cinema para a MPA. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter dizem que a Associação estaria cortejando outros novos membros com o mesmo perfil, citando a Amazon como candidata em potencial. A Netflix e a MPA já trabalharam juntos em campanhas de proteção de direitos autorais, uma prioridade para os estúdios de Hollywood e também para a empresa de streaming, que consideram a pirataria um inimigo em comum. No entanto, a filiação da Netflix tende a irritar os proprietários de cinemas, já que a a empresa é contra a manutenção das janelas de exibição tradicionais – janelas são o período de tempo que separa o lançamento de um filme no cinema da sua disponibilização em streaming ou vídeo. A MPA e a Associação Nacional de Proprietários de Cinema administram em conjunto o sistema de classificação etária dos filmes lançados nos Estados Unidos.

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    Netflix negocia se juntar a Hollywood na Associação de Cinema dos EUA

    22 de janeiro de 2019 /

    A Netflix está em negociações avançadas para se tornar membro da Associação de Cinema dos EUA (Motion Picture Association of America, conhecida pela sigla MPA), entidade de comércio e lobby que representa os seis principais estúdios de Hollywood. A movimentação foi noticiada pelo site americano Politico Pro e confirmada pelas publicações especializadas na indústria cinematográfica. E acontece após a empresa de streaming conseguir 15 indicações ao Oscar 2019, superando os estúdios tradicionais. A decisão sobre a filiação pode representar uma guinada, já que seria a primeira vez na história que uma empresa de tecnologia se tornaria membro da MPA. O chefe da Netflix, Reed Hastings, e o diretor de conteúdo, Ted Sarandos, estão empenhados em elevar o perfil da empresa como uma força legítima no setor cinematográfico, e a adesão à MPA cumpriria esse objetivo. Além disso, assim que a Fox for fundida com a Disney, a MPA terá um membro a menos, o que significa uma perda financeira de até US$ 12 milhões em contribuições anuais. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter dizem que a MPA está cortejando outros novos membros com o mesmo perfil, citando a Amazon como candidata em potencial. A Netflix e a MPA já trabalharam juntos em campanhas de proteção de direitos autorais, uma prioridade para os estúdios de Hollywood e também para a empresa de streaming, que consideram a pirataria um inimigo em comum. No entanto, a filiação da Netflix na MPA tem potencial para irritar os proprietários de cinemas, já que a empresa é contra a manutenção das janelas de exibição tradicionais – janelas são o período de tempo que separa o lançamento de um filme no cinema da sua disponibilização em streaming ou vídeo. A MPA e a Associação Nacional de Proprietários de Cinema administram em conjunto o sistema de classificação etária dos filmes lançados nos Estados Unidos.

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