Dilema: Primeira série estrelada por Renee Zellweger ganha imagens e teaser
A Netflix divulgou seis fotos, o pôster e o teaser da primeira série estrelada pela atriz Renee Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”). A prévia revela a premissa um tanto quanto nebulosa, além da data de estreia e ainda destaca uma nova tradução aleatória dos funcionários da plataforma. “What/If” (E/Se) virou “Dilema” em português. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), “What/If” é descrita como um thriller social e vai explorar o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. A 1ª temporada, com dez episódios, irá acompanhar um casal que aceita uma proposta arriscada da personagem de Zellweger para conseguir sair de problemas financeiros. A personagem da atriz, chamada de Anne, é descrita como uma mulher poderosa e investidora de risco que vive em San Francisco. Ela é carismática e sedutora e esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ainda era uma garota. Zellweger nunca estrelou uma série, mas curiosamente começou a carreira na televisão, no elenco do telefilme “A Taste for Killing”, em 1992. O vídeo revela que a estreia para “What/If” foi marcada para 24 de maio.
Comédia que volta a reunir Adam Sandler e Jennifer Aniston ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as três primeiras fotos de “Murder Mistery”, sua nova comédia estrelada por Adam Sandler. As imagens mostram o ator voltando a contracenar com Jennifer Aniston após o sucesso da dupla em “Esposa de Mentirinha” (2011). Com roteiro de James Vanderbit (“O Espetacular Homem-Aranha”) e direção de Kyle Newacheck (“Perda Total”), o filme segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, viram suspeitos no assassinato de um milionário. A partir daí, tentam descobrir o verdadeiro assassino. A sinopse lembra os antigos “whodunit” (o popular “quem matou?”) de Agatha Christie e, como se trata de um casal, Dashiell Hammett. No elenco estão também Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Gemma Arterton (“Aposta Máxima”) e o veterano Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”). A estreia está prevista para junho na Netflix.
Olhos que Condenam: Minissérie da diretora de Selma ganha fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou 16 fotos novas e o trailer completo legendado de “When They See Us”, minissérie que ganhou o título nacional de “Olhos que Condenam”. Na trama, a diretora Ava DuVernay retoma a temática de denúncia e injustiça racial de seu filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” e do documentário “A 13ª Emenda”. A história examina o caso que ficou conhecido como “Central Park Five”, em que cinco adolescentes negros foram condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park, em Nova York, em 1989, apesar de inocentes. Cada episódio vai se centrar num dos garotos e todos os cinco foram escritos e dirigidos por DuVernay, numa narrativa que abrange desde o interrogatório da polícia, na primavera de 1989, até sua exoneração em 2014, após passarem 25 anos na prisão sem culpa alguma. A ideia é expôr o preconceito que se esconde por trás da justiça criminal dos Estados Unidos. O tema ecoa o documentário que a cineasta fez para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção é uma obra de ficção com atores. O elenco conta com Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), Joshua Jackson (“The Affair”), Famke Janssen (“How to Get Away with Murder”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), John Leguizamo (“Bloodline”), Niecy Nash (“Claws”), Chris Chalk (“Gotham”) e Blair Underwood (“Quantico”), entre outros. A estreia está marcada para 31 de maio em streaming.
Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.
Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.
Tripulação original de Star Trek pode ganhar série própria
O final da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” pode servir de gancho para o lançamento de um spin-off da série. A mensagem a seguir é do planeta spoiler. O desfecho mostrou a nave Discovery indo 950 anos para o futuro, mas a narrativa continuou focando os personagens que ficaram na linha temporal original, encerrando o episódio com a tripulação da Enterprise. Isto é, a tripulação do piloto de “Jornada nas Estrelas” recusado de 1964, que acabou se tornando conhecida quando um episódio de flashback de 1966 mostrou que Kirk não tinha sido o primeiro capitão da famosa nave espacial. A tripulação original teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens, a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, pois eles têm feito campanhas para que suas aventures continuem. A revista The Hollywood Reporter perguntou a Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, se haveria chance disso acontecer. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, disse Kurtzman, revelando, ao comentar o final da temporada, que os espectadores têm grandes chances de voltar a ver a ponte de comando da Enterprise preenchida pelo Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn). “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, concluiu. Oficialmente, ainda não há uma série focada no Capitão Pike. Isto pode mudar após a repercussão de sua participação e a forma como o novo intérprete de Spock agradou aos fãs – a ponto de tornar difícil a vida de Zachary Quinto, caso volte a viver Spock no cinema. Entretanto, já existe um projeto passado nesse linha temporal, que poderia trazer de volta a tripulação da Enterprise. Trata-se de uma atração sobre a Seção 31, a organização semi-secreta e autônoma da Federação que faz parte da tradição da franquia desde que foi introduzida nos anos 1990 num episódio da série “Star Trek: Deep Space Nine”. Este spin-off está confirmado e será estrelado por Michelle Yeoh, retomando a personagem da Imperatriz Georgiou, e Shazad Latif como Ash Tyler. Saiba mais aqui. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Glenn Close será avó de Amy Adams na Netflix
A atriz Glenn Close, que disputou o Oscar 2019 por “A Esposa”, vai trocar o cinema pela Netflix em seu próximo papel. Ela foi confirmada no elenco de “Hillbilly Elegy”, novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que será lançado pela Netflix. Na trama, Close viverá a avó de Amy Adams (“A Chegada”). O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito (Adams) que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água”, e a produção, orçada em US$ 45 milhões, ainda não tem previsão de estreia.
Trailer de Nada a Perder 2 continua história de Edir Macedo
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia tem cenas de protestos, polícia, documentos queimados, o infame chute na santa e viagem a Israel, além de mostrar o crescimento do negócio religioso. Acusado de ser exibida para salas vazias de cinema – enquanto a Igreja Universal negou ter comprado e distribuído tíquetes entre fiéis, exibidoras confirmaram ter vendido pacotes para pastores – , o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.
Criadores de Stranger Things vão a julgamento em processo por plágio
Os criadores de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, vão a julgamento após o Tribunal Superior de Los Angeles aceitar uma acusação de plágio movida por Charlie Kessler, diretor do curta-metragem “Montauk” (2011), sobre um caso de desaparecimento em uma pequena cidade com uma base militar misteriosa – tal como Hawkins, cenário da série da Netflix. Segundo a acusação, a trama foi plagiada após uma conversa entre Kessler e os irmãos Duffer no Festival de Cinema de Tribeca em 2014, na qual o roteirista apresentou sua ideia de ampliar o universo do curta para uma série de televisão. Na sua argumentação, Kessler afirma que, quando foi vendida para a Netflix, “Stranger Things” tinha como título provisório “The Montauk Project”. Ele exige uma indenização financeira. Para o juiz Michael Stern, responsável por dar prosseguimento ao processo, faltam maiores evidências para comprovar o caso. Mas, em vez de arquivá-lo, decidiu convocar Kessler a comprovar sua causa diante de um juri. “Sem essas evidências admissíveis, ficamos com o problema de determinar a credibilidade, que deve ser decidida pelo juri”, escreveu na decisão. Os irmãos Duffer negam a acusação, afirmando que o interesse por lendas urbanas e teorias de conspiração é antigo e que o projeto de “Stranger Things” nasceu em 2010 – quatro anos antes do encontro. “Aquela conversa casual – durante a qual os Duffers supostamente disseram que todos deveriam trabalhar juntos e perguntaram no que [Charlie Kessler] estava trabalhando – é a única base para o suposto contrato implícito em questão neste processo e para a teoria sem mérito de Kessler”, rebateram os advogados da defesa. A Netflix também mostrou apoio aos criadores. “Os irmãos Duffer têm nosso total apoio. Esse caso não tem mérito, o que esperamos que seja confirmado com uma averiguação dos fatos no tribunal”, disse a porta-voz da empresa. Vale observar que as obras são bastante diferentes entre si. “Montauk” falava de criaturas que apareceram na praia do título e era todo registrado ao estilo dos filmes de terror de “found footage”, com trechos de reportagem e outra fontes de vídeo compiladas para contar sua história. O curta podia ser assistido na íntegra no portal Vimeo até o ano passado, mas após a notícia do processo se tornar pública, ele se tornou “indisponível”. Veja um trecho abaixo.
Netflix sugere que Umbrella Academy é sua série de maior audiência
A Netflix abriu novos dados de audiência num relatório para o mercado de ações. O texto traz algumas revelações, como o fato de “Umbrella Academy” ter sido vista por 45 milhões de pessoas em seu primeiro mês. Este é o maior número já revelado pela Netflix a respeito de uma série. Anteriormente, a plataforma só tinha aberto o público de duas séries, “Você” (You) e “Sex Education”, que estariam “prestes” a atingir 40 milhões em seu primeiro mês. Na terminologia da Netflix, uma série é considerada “vista” se um usuário assistiu a pelo menos 70% de um único episódio. A plataforma vem, aos poucos, eliminando o sigilo sobre sua audiência, como forma de estabelecer um patamar diante da chegada de novos rivais ao mercado. E porque suas ações estão em queda. Mas os números não impressionam. Considerando que “Umbrella Academy” teve 10 episódios em sua 1ª temporada, isso significa que cada capítulo foi visto por 4,5 milhões de pessoas. Seria razoável em canais de baixa audiência, como Fox e The CW. Só que esse número não é relativo ao público americano. É mundial. Imagina-se que “Stranger Things” tenha mais público. Mas a boa-vontade da Netflix em relação à transparência é recente e não incluiu os números dessa série. Quando e caso isso ocorra, pode representar um choque de realidade. Afinal, o relatório também aponta o público total da Netflix. Está em 148,9 milhões em todo o mundo, tendo crescido 9,6 milhões no último ano. Na prática, isto significa que uma série de 10 episódios, vista por absolutamente todos os assinantes do serviço, teria menos público por capítulo que “Game of Thrones”. O negócio muda de figura em relação a filmes, cuja audiência não se pulveriza entre muitos episódios. A Netflix revelou que “Operação Fronteira” foi assistido por 52 milhões de pessoas em um mês, o que o transforma num blockbuster de seu gênero. Até o medíocre “Estrada Sem Lei” – 55% de aprovação no Rotten Tomatoes – teria obtido sucesso, com 40 milhões em um mês. Mas nenhum dos dois atingiu o status de “Bird Box”, visto por 45 milhões em uma semana, um fenômeno cultural que também rendeu desafios na internet e turismo ligado ao cenário real da produção. “Bird Box continuou a ser visto até atingir 80 milhões de pessoas. Os dados impressionantes são da própria plataforma, mas também indicam um limite para seus maiores sucessos globais: 53,7% de sua audiência total. Os 148,9 milhões de assinantes representaram um faturamento anual de US$ 4,5 bilhões para a companhia, que teria investido muito mais em conteúdo no mesmo período. A estimativa é de uma diferença de US$ 3,5 milhões negativos. Após a divulgação do relatório, as ações da Netflix reagiram, subindo 3% – após caírem os mesmos 3% na sexta-feira (12/4), dia seguinte à apresentação da plataforma concorrente Disney+ (Disney Plus).
The Perfection: Novo terror perturbador com atriz de Corra! ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do filme “The Perfection”, que volta a trazer a atriz Allison Williams ao gênero do terror. Ela se destacou no filme “Corra!” como a namorada má-intencionada de um rapaz negro. Desta vez, ela é amiga de uma jovem negra (Logan Browning, de “Cara Gente Branca”) com resultados similares, já que sua presença se prova uma ameaça para a vida da outra. O vídeo inclui a revelação de estranhas criaturas rastejando sob a pele de Logan, que recebe um cutelo afiado de Allison como solução para se livrar do problema. Na trama, Charlotte (Allisson) é um prodígio musical em uma prestigiada academia. Treinada no violoncelo, ela se aproxima e forja uma amizade com a nova garota da escola, Elizabeth (Logan) – mas as suas intenções podem não ser tão boas quanto parecem. “Se você parasse este filme a cada 20 minutos e perguntasse para as pessoas assistindo o que elas achavam que ia acontecer, elas estariam erradas. Sempre. Até o último segundo”, afirmou Williams em entrevista para a revista Entertainment Weekly. A história foi criada por dois roteiristas da série “Supernatural”, Eric C. Charmelo e Nicole Snyder, em parceria com o cineasta Richard Shepard, responsável pela direção do terror. Ele é mais conhecido por comédias de ação como “O Matador” (2005) e “A Recompensa” (2013), além de ter dirigido 12 episódios de “Girls”, série em que Williams atuava. O filme teve première em setembro passado no Fantastic Fest, festival americano de cinema de terror, quando recebeu elogios rasgados, atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes e acabou adquirido pela Netflix. A estreia está marcada para 24 de maio em streaming.
Série Julie e os Fantasmas vai ganhar remake americano na Netflix
A Netflix encomendou a produção de um remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. E o responsável pela adaptação é um “peso pesado” do Disney Channel. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes”, vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a plataforma de streaming. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012 e agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título (vivida por Mariana Lessa em 2012), uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, Daniel (Bruno Sigrist), Martim (Marcelo Ferrari) e Félix (Fabio Rabello), mortos há 25 anos. Essa premissa será mantida, mas com atores americanos. Intitulada em inglês “Julie and the Phantoms”, a versão americana terá roteiros e produção da dupla Dan Cross e David Hoge (criadores de “Os Thundermans” e “Par de Reis”), enquanto os criadores da série original, Hugo Janeba e João Daniel Tikhomiroff, serão creditados como produtores da adaptação. Kenny Ortega também vai produzir para a Netflix a adaptação da série de livros “Auntie Claus” (Titia Noel), da autora Elise Primavera. As obras contam a história de uma menina que decide investigar porque sua tia apaixonada pelo Natal desaparece todo fim de ano. Relembre “Julie e os Fantasmas” com o trailer abaixo.
Chambers: Série de terror estrelada por Uma Thurman ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Chambers”, série de terror estrelada pela atriz Uma Thurman (“Kill Bill”). A prévia apresenta a premissa e o tom sinistro da trama. A atração gira em torno de uma jovem (a estreante Sivan Alyra Rose) que sofre um ataque cardíaco e se vê intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a família da jovem que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a ser assombrada pela doadora. Thurman vive Nancy, mãe da doadora, que força um relacionamento com a jovem transplantada. “Chambers” foi criada por Leah Rachel (da série “Audrey”) e marca a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. O elenco também inclui Tony Goldwyn (“Scandal”), Kyanna Simone Simpson (“Black Lightning”), Griffin Powell-Arcand (“Mixed Blessings”) e Marcus LaVoi (“Covil de Ladrões”). A estreia, com 10 episódios, está marcada para 26 de abril.












