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  • Série

    Os Irregulares de Baker Street: Série do universo de Sherlock Holmes ganha teaser

    22 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars), que explora cenas de terror explícito e a ligação da série com o universo do escritor Arthur Conan Doyle, com destaque especial para o célebre endereço da rua Baker, número 221b, em Londres. Trata-se, claro, da residência de Sherlock Holmes. Ao contrário de “Sherlock”, a série não traz Holmes como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua que são recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado – por doença ou drogas. O grupo não é invenção recente como “Enola Holmes”. É uma criação legítima do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. “Os Irregulares” toma grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente são investigados por Holmes. Além disso, são apresentados na série como verdadeiros detetives e não apenas fontes de informação, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança, cada vez mais comum nas produções atuais, é a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, é interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco traz Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. A estreia está marcada para 26 de março.

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  • Filme

    Mila Kunis será “Uma Garota de Muita Sorte” na Netflix

    22 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) vai estrelar e produzir a adaptação do best-seller “Uma Garota de Muita Sorte” (Luckiest Girl Alive) para a Netflix. O romance de Jessica Knoll gira em torno de Ani FaNelli, uma nova-iorquina de língua afiada que parece ter de tudo: uma posição importante em uma revista sofisticada, um guarda-roupa matador e um casamento dos sonhos no horizonte. Mas quando o diretor de um documentário policial a convida a revelar um chocante incidente que aconteceu quando ela era adolescente numa escola prestigiosa, ela é forçada a enfrentar uma verdade sombria que ameaça desmontar sua vida meticulosamente elaborada. A própria escritora, que usou sua experiência como ex-editora da revista Cosmopolitan como inspiração para a história, assina o roteiro. Já a direção está a cargo de Mike Barker, que volta a filmar longa-metragens após 14 anos dedicados a séries como “The Handmaid’s Tale” e “Fargo”. O projeto será tocado pelas produtoras Orchard Farm Productions, de Kunis, Made Up Stories, de Bruna Papandrea e Jeanne Snow, e Picturestart, de Erik Feig e Lucy Kitada. Não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Zack Snyder revela data de estreia de seu filme de zumbis na Netflix

    21 de fevereiro de 2021 /

    O diretor Zack Snyder anunciou que seu filme de zumbis da Netflix, “Army of the Dead”, finalmente tem previsão de estreia. Em um post nas redes sociais, ele divulgou o lançamento 21 de maio e revelou que o primeiro teaser será revelado na próxima quinta (25/2). “Army of the Dead” foi filmado entre o verão e o outono de 2019 nos EUA, refilmado no verão de 2020 para substituir um ator devido à acusações de abuso sexual e até seu spin-off, um prólogo ainda sem título, encerrou sua produção ainda em 2020. O atraso no lançamento se deve, em parte, ao envolvimento de Snyder no relançamento de “Liga da Justiça”, que tomou todo o seu tempo nos últimos meses. Claro que não ajudou ter que voltar ao set para apagar Chris D’Elia (“Undateable”) do longa. Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele teve sua participação substituída pela comediante Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 17 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”. Um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme ainda inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Survivors take all. #ArmyOfTheDead on @Netflix May 21.Teaser this Thursday. pic.twitter.com/sIgDoz6rmz — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 21, 2021

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  • Série

    Netflix renova Irmandade para 2ª temporada

    21 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Irmandade” para sua 2ª temporada. Em post de suas redes sociais, a plataforma também informou que as gravações dos novos episódios vão acontecer “ainda em 2021”, sem dar maiores detalhes. O anúncio vem depois de nada menos que 16 meses de lançamento da série, que, a esta altura, já era tida como cancelada. Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” se passa nos bastidores de uma facção criminosa. A narrativa é contada pelo ponto de vista de Edson, interpretado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), e Cristina, vivida por Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”), dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. Na série, a advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça (Pedro Wagner, de “Tungstênio”), passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco da 1ª temporada também incluiu Lee Taylor (“O Mecanismo”) e Hermila Guedes (“Céu de Suely”). A série tem produção da 02 e foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que dividiu a direção dos primeiros episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Eu gosto de começar o domingo assim: avisando que Irmandade foi oficialmente renovada para uma segunda temporada e começa a ser gravada ainda em 2021. pic.twitter.com/aa1L6ftP0J — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 21, 2021

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  • Filme

    Livro infantil de Lupita Nyong’o vai virar animação da Netflix

    20 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix vai produzir uma animação musical baseada no livro infantil “Sulwe”, que é escrito por ninguém menos que a atriz Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”). O livro ilustrado conta a história da personagem-título, uma menina queniana que, segundo a descrição, “nasceu com a cor da meia-noite”. Um dia, ela recebe a visita de uma estrela cadente e parte em uma aventura mágica, que aborda temas como colorismo, autoestima e a lição de que a verdadeira beleza vem do interior. “A história de ‘Sulwe’ é algo que está muito perto do meu coração”, disse Nyong’o em comunicado. “Em minha infância, eu ficava desconfortável na minha pele escura. Raramente via alguém que se parecesse comigo nas páginas de livros e revistas, ou mesmo na TV. Foi uma longa jornada para eu chegar ao amor-próprio.” Ela continua: “‘Sulwe’ é um espelho para as crianças de pele escura se verem, uma janela para aqueles que podem não estar familiarizados com o colorismo, para ter compreensão e empatia, e um convite para todos que se sentem diferentes e invisíveis para reconhecer sua beleza inata e valor. Estou feliz que o livro seja adaptado em uma animação musical, que espero inspirar crianças de todo o mundo a celebrar sua singularidade.” Lupita Nyong’o será produtora da adaptação, mas ainda não há equipe ou maiores detalhes envolvendo o projeto. Em setembro passado, a atriz leu seu livro num vídeo divulgado pela Netflix, como parte de uma série educativa, chamada “Bookmarks”, em que artistas e celebridades leem livros infantis de autores negros sobre a experiência negra. O episódio com Nyong’o pode ser visto abaixo.

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  • Série

    Produção de série de Bruna Marquezine e Manu Gavassi é interrompida pela pandemia

    20 de fevereiro de 2021 /

    As gravações da série “Maldivas”, da Netflix, foram paralisadas pela segunda vez por causa da pandemia de covid-19. A produção da Netflix protagonizada por Bruna Marquezine e Manu Gavassi só voltará ao trabalho em abril. A comédia de mistério criada por Natalia Klein (roteirista de “Zorra Total”) já tinha dado uma pausa em dezembro passado, após um integrante da equipe testar positivo. O nome da pessoa infectada não foi divulgado, mas não faltaram especulações em torno de Manu Gavassi. Segundo a colunista Naiara Andrade, do jornal Extra, a nova paralisação não se deve a um novo caso na equipe e sim ao avanço generalizado da pandemia no Brasil. Com o atraso no cronograma, diminuem as chances de “Maldivas” estrear neste ano na plataforma de streaming. O título da produção refere-se ao nome de um condomínio no Rio de Janeiro, onde a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. Ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Já o papel de mãe da protagonista será encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança, na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003.

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  • Série

    Cidade Invisível é acusada de apropriação cultural

    20 de fevereiro de 2021 /

    Elogiado pela crítica internacional e alvo de tuítes apaixonados em várias línguas, a série brasileira “Cidade Invisível” alterna seu sucesso atual com a acusação de cometer apropriação cultural. “Cidade Invisível” rendeu controvérsia pela falta de representatividade indígena em sua produção, na frente e atrás das câmeras. Como os personagens do folclore brasileiro apresentados na atração se baseiam em lendas e crenças nativas, chamou atenção a quantidade de intérpretes, produtores e roteiristas brancos envolvidos no projeto, entre eles o cineasta Carlos Saldanha (diretor das animações “Rio” e “O Touro Ferdinando”) em contraste com a completa ausência de representantes da cultura retratada. Até o Boto-Cor-de-Rosa, chamado de Manaus, é interpretado por um ator branco, enquanto Iara, a sereia de nome tupi, emerge quase Iemanjá com a pele negra em streaming. Entre vários outros, Fabrício Titiah, ativista da tribo Pataxó HãHãHãe, exaltou a qualidade da produção da Netflix, mas isso só teria tornado maior a oportunidade perdida. “É uma grande produção nacional, uma pena que erraram. Faltou estudar mais e ser respeitoso. Eu e outros parentes podemos contar a história que realmente representa as tradições originárias, a representatividade já começa aí”. “Há uma diferença muito grande entre exaltar uma produção nacional e colaborar para a venda da imagem de um Brasil onde a cultura sagrada de um povo é tratada como uma fantasia exótica. Reforçando pensamentos equivocados que os gringos tem sobre nossa cultura”, ele continuou, no Twitter. “Para nós que já vimos e sentimos a Mãe D’água e a Dona da Mata (Kaapora), ver como a série retratou nossos protetores foi agoniante. E ainda sem nenhum protagonismo indígena”, completou. A comunicadora Alice Pataxó também reclamou no Twitter que “é uma grande problemática tratar de ‘folclore’ Br, crenças e culturas indígenas sem protagonismo Indígena”. E exemplificou porque os equívocos são inevitáveis sem a participação nativa na construção de histórias de sua própria cultura. Porque os roteiristas brancos ao fazer “a apresentação dessas divindades, falam de seres e culturas que desconhecem, ou como em outras obras, se baseiam na Wikipedia”. “Até quando se trata de nós, somos os últimos a sermos lembrados e procurados, essa poderia ter sido uma oportunidade incrível de indígenas nas telinhas, mas a apropriação virou primeira opção”, ela refletiu. Apesar de manifestações mais radicais — como protestos por o Saci refletir o garoto negro eternizado pela literatura de Monteiro Lobato e não o mito indígena — , as reclamações apontam um problema recorrente nas produções brasileiras, que precisa ser escancarado e enfrentado, e nesse sentido é mais que válida, necessária mesmo, a pressão das redes sociais. Basta lembrar que a falta de representatividade chegou ao ponto de, no ano passado, uma roteirista branca ter ficado à frente de um especial em homenagem ao Dia da Consciência Negra. Infelizmente, produtores e executivos de canais e plataformas não parecem dar importância para estes “detalhes” no país em que muitos dizem não existir racismo e sim militância de esquerda. Mas oportunidade, representatividade e correção cultural não são apenas slogans. São emprego, visibilidade e educação. Há uma diferença muito grande entre exaltar uma produção nacional e colaborar para a venda da imagem de um Brasil onde a cultura sagrada de um povo é tratada como uma fantasia exótica. Reforçando pensamentos equivocados que os gringos tem sobre nossa cultura. — Fabrício HãHãHãi VACINADO (@fabriciotitiah) February 15, 2021 #CidadeInvisivel Primeiro, não são fantasias, são nossos Encantados, nosso sagrado, nossos protetores. Para nós que já vimos e sentimos a Mãe D'água e a Dona da Mata (Kaapora), ver como a série retratou nossos protetores foi agoniante. E ainda sem nenhum protagonismo indígena. — Fabrício HãHãHãi VACINADO (@fabriciotitiah) February 14, 2021 Até quando se trata de nós, somos os últimos a sermos lembrados e procurados, essa poderia ter sido uma oportunidade incrível de indígenas nas telinhas, mas a apropriação virou primeira opção. — Alice Pataxó🏹 (@alice_pataxo) February 15, 2021 É importante entender que cobrar representatividade e posicionamento antirracista não é apenas quando esse movimento está em alta, todos os dias nossas culturas são usurpadas e incorporadas ao status brasileiro, enquanto nós somos excluídos. — Alice Pataxó🏹 (@alice_pataxo) February 15, 2021

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  • Série

    Marvel recupera direitos de todos personagens das séries da Netflix

    20 de fevereiro de 2021 /

    A Marvel já não tem justificativa para ignorar os heróis das séries exibidas na Netflix, que saíram do ar em 2018 após a plataforma reagir negativamente ao projeto da Disney+. Todos os direitos dos personagens já reverteram para o estúdio. O processo aconteceu em etapas, começando com Punho de Ferro e Luke Cage em outubro passado, seguido por Demolidor em novembro e por último, nesta semana, com Justiceiro e Jessica Jones. Além dos heróis que batizam as séries, todos os coadjuvantes, que incluem Elektra, Colleen Wing e Misty Knight, também estão liberados para aparecer nas produções da Marvel. Isso significa que todos podem ser utilizados em novos filmes e séries. Entretanto, até o momento, o Marvel Studios não anunciou nenhum plano para esses personagens vindos da Netflix. Apesar disso, fãs alimentam com esperança o rumor de que Charlie Cox retomará o papel de Matt Murdock, identidade secreta do Demolidor, no próximo filme do Homem-Aranha. Nada está confirmado.

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  • Série

    Séries online: A polêmica de Allen v. Farrow é maior atração do fim de semana

    19 de fevereiro de 2021 /

    A série documental “Allen v. Farrow”, que estreia domingo (21/2) na HBO e em sua plataforma de streaming, é a grande atração do fim de semana. Apesar de tomar partido declarado, o foco no suposto abuso cometido pelo diretor Woody Allen em sua filha adotiva Dylan Farrow na década de 1990, quando ela tinha 7 anos, tende a repercutir com força nas redes sociais, restaurando a campanha de cancelamento contra o cineasta. Qualquer resposta de Allen – e imagina-se que existirá – apenas garantirá mais audiência para os próximos capítulos dessa novela interminável da vida real. Entre o escapismo da ficção, os destaques são um novo suspense adolescente espanhol, uma sci-fi alemã dos produtores de “Dark”, a 2ª temporada de “For All Mankind” e todos os episódios da série musical “Glee”. Confira abaixo a relação completa e os trailers de 10 séries disponibilizadas em streaming nesta semana.     Allen v. Farrow | EUA | Minissérie (HBO Go)     O Internato: Las Cumbres | Espanha | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Tribes of Europa | Alemanha | 1ª Temporada (Netflix)     For all Mankind | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+)     Glee | EUA | 6 Temporadas (Disney+)     Por Trás de Seus Olhos | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Bia – Um Mundo do Avesso | EUA | Especial (Disney+)     Pit Stop | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Hard | Brasil | 2ª Temporada (HBO Go)     EUA: A Luta pela Liberdade | EUA | 1ª Temporada (Netflix)

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  • Filme

    Netflix libera “Os 7 de Chicago” de graça no YouTube

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix vai disponibilizar gratuitamente “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, por dois dias, durante este fim de semana em seu canal oficial americano no YouTube. O filme estará disponível de sexta-feira (19/2) até domingo (21/2) para celebrar o aniversário do veredito do julgamento histórico retratado na produção. Em comunicado, o diretor e roteirista Aaron Sorkin diz que a ação foi feita para “relembrar os verdadeiros patriotas que inspiraram aquela geração a tomar as ruas”. “Quando começamos a filmar no último inverno, nós sabíamos que a história que contávamos não apenas era um capítulo importante da história americana, mas muito relevante aos eventos de hoje”, continua diretor. “Nós certamente não precisávamos tornar mais relevante os eventos, mas eles se tornaram”. A data também ganhou um vídeo comemorativo da Netflix, que faz parte de uma campanha mais ampla para chamar atenção para o filme, na expectativa de conquistar vagas entre os indicados ao Oscar 2021. “Os 7 de Chicago” é um dos filmes da plataforma que chega com grande força na temporada de premiações cinematográficas dos EUA. A trama de “Os 7 de Chicago” é baseada no julgamento de ativistas acusados de conspiração após a realização de protestos que, ao serem reprimidos violentamente pela polícia, viraram um tumulto de grandes proporções em Chicago em 1968. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin e Tom Hayden – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale apontar que os paralelos que podem ser feitos com protestos atuais dizem respeito apenas ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e não ao movimento fascista que atacou a democracia americana por meio do cerco e invasão do Congresso. O novo vídeo disponibilizado pela Netflix conta com a participação dos atores. E também lembra que o filme conta com um elenco grandioso: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”).

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  • Série

    WandaVision vai homenagear Modern Family no próximo episódio

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Marvel divulgou uma cena do próximo episódio de “WandaVision”, que mostra Wanda conversando diretamente com a câmera como em um falso documentário. Isto significa que o episódio desta sexta (19/2) avançará sua “homenagem televisiva” até os anos 2000. O recurso é uma citação ao estilo narrativo adotado por séries como “The Office” (2005-2013) e – mais especificamente no caso da cena – “Modern Family” (2009-2020). “WandaVision” usa a referência de sitcoms tradicionais para mostrar a rotina do casal Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) e como eles tentam se encaixar em uma rotina normal, apesar do que acontece ao seu redor, no mundo fora de sua redoma literal. Levantamento recente da empresa Parrot Analytics apontou que a série disponibilizada pela plataforma Disney+ (Disney Plus) pode ser a mais assistida do mundo em 2021. A atração tem só mais três episódios inéditos, encerrando-se no dia 5 de março.

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  • Filme

    Jennifer Garner vai estrelar mais uma comédia de troca de corpos

    18 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Jennifer Garner vai voltar a estrelar uma comédia de troca de corpos, 17 anos depois de seu maior sucesso comercial, “De Repente 30”. Pra quem não lembra, em “De Repente 30” uma garotinha desejava virar adulta e acordava no corpo de Jennifer Garner. Desta vez, a protagonista não vai trocar de corpo sozinha. A trama de “Family Leave” é sobre uma família inteira que descobre ter trocado de corpo com desconhecidos do outro lado do mundo. O filme seguirá os Brenners que, de acordo com a sinopse, “acordam com uma mudança completa de corpos e rapidamente percebem que o mesmo aconteceu com uma família do outro lado do mundo”. Daí em diante, “eles devem se unir a esse grupo de estranhos e determinar como desfazer a troca, ao mesmo tempo em que navegam hilariantemente pela vida diária em corpos diferentes”. “Family Leave” é inspirado no livro infantil “Bedtime for Mommy”, de Amy Krouse Rosenthal. Não por acaso, a escritora também escreveu a história adaptada no novo filme de Garner, “Dia do Sim”, que estreia em 12 de março na Netflix. Em outro não acaso, “Family Leave” tem produção de Garner e Nicole King, que trabalharam juntas em “Dia do Sim”. Para completar, o lançamento vai acontecer igualmente na Netflix – em data ainda não estabelecida. Antes disso, Garner aparecerá em outro filme da Netflix, “The Adam Project”, ao lado de Ryan Reynolds.

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  • Série

    Fate: A Saga Winx é renovada para 2ª temporada

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “Fate: A Saga Winx” para sua 2ª temporada. O anúncio foi acompanhado por um vídeo dublado em português, que pode ser visto abaixo. De forma diferente de outras séries de fantasia da Netflix, a adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx” teve um lançamento reverberado por forte campanha de marketing, que envolveu até participações de Bruna Marquezine e Sasha Meneghel no Brasil. O investimento forte na divulgação de “Fate: The Winx Saga” chegou logo após a Netflix cancelar diversas séries do gênero sobrenatural adolescente em suas primeiras temporadas, sem dedicar a elas um décimo da atenção dispensada à novidade. E chamou atenção mesmo que a crítica tenha odiado, com apenas 35% de aprovação na apuração do site Rotten Tomatoes. A adaptação foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). A trama acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências.

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