Globo de Ouro abafa protestos com risos amarelos e troféus dourados. Veja quem venceu
Deu “Nomadland” e “Borat: Fita de Cinema Seguinte” na premiação de cinema do Globo de Ouro 2021. “The Crown”, “Schitt’s Creek” e “O Gambito da Rainha” venceram na TV. E nenhuma das produções ruins que disputavam troféus foi premiada. Nenhuma manifestação de protesto ocupou as telas. O Globo de Ouro da polêmica se transformou na premiação dos risos amarelos. Militantes nas redes sociais, astros preferiram prestigiar e agradecer a Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood ao vivo, na noite de domingo (28/2), a cada troféu conquistado. Nem parecia que, horas antes, reclamavam nas redes sociais contra a falta de inclusão do prêmio. De repente, Chlóe Zhao, a diretora de “Nomadland”, o Melhor Filme de Drama, se tornou a segunda mulher a vencer o Globo de Ouro de Melhor Direção em 78 anos da premiação… De repente, todas as categorias com atores negros na disputa consagraram esta opção. John Boyega (“Small Axe”), Daniel Kaluuya (“Judas e o Messias Negra”), Andra Day (“Estados Unidos Vs Billie Holiday”) e o falecido Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”) foram celebrados como se simbolizassem a representatividade do evento. A cantora Andra Day, inclusive, foi a primeira negra ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama em 35 anos! Representatividade? Ou ação rápida para disfarçar o elefante no palco, que foi abordado logo na abertura pelas apresentadoras Tina Fey e Amy Poehler? “A Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood é formada por cerca de 90 jornalistas internacionais – nenhum negro – que comparecem a encontros de cinema todos os anos em busca de uma vida melhor”, afirmou Fey. “Dizemos por volta dos 90, porque alguns deles podem ser fantasmas e há rumores de que o membro alemão é apenas uma salsicha em que alguém desenhou um pequeno rosto”. Poehler disse: “Todo mundo está compreensivelmente chateado com a Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood e suas escolhas. Olha, muito lixo espalhafatoso foi nomeado. Mas isso acontece. Isso é coisa deles. Mas vários atores negros e projetos liderados por negros foram esquecidos”. Fey acrescentou: “Todos nós sabemos que premiações são estúpidas. A questão é que, mesmo com coisas estúpidas, a inclusão é importante e não há membros negros na Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood”. As duas instaram a organização a incluir membros negros em suas fileiras. Quando os líderes da organização subiram ao palco, comprometeram-se envergonhadamente a melhorar sua representatividade, sem fornecer muitos detalhes sobre que reformas aconteceriam. “Reconhecemos que temos nosso próprio trabalho a fazer”, disse a vice-presidente da Associação, Helen Hoehne. “Assim como no cinema e na televisão, a representação negra é vital. Devemos ter jornalistas negros em nossa organização”. E o presidente do grupo, Ali Sar, acrescentou que “esperamos um futuro mais inclusivo”, numa declaração genérica sem o menor senso de urgência. E foi isso. Os discursos protocolares que se seguiram, de cada vencedor, parecia refletir cenas de “The Crown”, produção francamente favorita dos membros da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, que faturou quatro Globos de Ouro, inclusive Melhor Série de Drama. Um dos raros contrastes no tom apreciativo veio na segunda aparição de Sasha Baron Cohen, que lembrou de agradecer ironicamente “aos integrantes da Associação Totalmente Branca da Imprensa Estrangeira em Hollywood” por suas vitórias – como Melhor Ator de Comédia e responsável pelo Melhor Filme de Comédia (“Borat: Fita de Cinema seguinte”). Notoriamente engajada, Jane Fonda, que recebeu uma homenagem pela carreira, também fez um aparente aceno à crise de diversidade da premiação, argumentando que Hollywood precisava fazer mais para oferecer oportunidades para mulheres e pessoas de cor. “Vamos todos nos esforçar para expandir essa tenda, para que todos se levantem e a história de todos tenha a chance de ser vista e ouvida”, disse ela, animando a colega Viola Davis, vista comemorando o comentário na edição televisiva. Entre a contenção de danos de imagem, o Globo de Ouro só não conseguiu evitar a atenção criada pela quantidade de agradecimentos feitos à Netflix, que chegou a evocar os velhos tempos da Miramax, quando Harvey Weinstein (ele mesmo) recebia mais citações que Deus no discurso dos vencedores, após investir fortunas nas conquistas de seus filmes. A Netflix levou mais da metade dos prêmios televisivos: 6 dos 11 troféus disponíveis. Amazon e Apple ficaram com um cada um, o que ajudou a tornar o domínio do streaming amplo na premiação. O mesmo domínio se repetiu nas categorias de cinema, onde a Netflix foi a distribuidora que mais conquistou vitórias: quatro. Chadwick Boseman garantiu um prêmio como Melhor Ator de Drama por “A Voz Suprema do Blues”, Rosamund Pike venceu como Melhor Atriz de Comédia por “Eu Me Importo”, Aaron Sorkin foi o Melhor Roteirista por “Os 7 de Chicago” e a dupla Diane Warren e Laura Pausini emplacou o troféu de Melhor Canção por “Rosa e Momo”. O Globo de Ouro não é considerado um indicador de rumos para o Oscar. No ano passado, os vencedores foram “1917” e “Era uma vez em Hollywood”, que perderam para “Parasita” na premiação da Academia. Mas este ano, mais que nos anteriores, a decisão de barrar filmes sobre a experiência negra, como “Destacamento Blood”, “Uma Noite em Miami”, “Judas e o Messias Negro”, “A Voz Suprema do Blues”, “Estados Unidos Vs Billie Holiday” e até mesmo a história asiática de “Minari – Em Busca da Felicidade”, da disputa de Melhor Filme, deixa o termômetro do Globo de Ouro totalmente imprestável. Veja abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme – Drama “Nomadland” Melhor Filme – Comédia ou Musical “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Melhor Direção Chloé Zhao (“Nomadland”) Melhor Ator – Drama Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”) Melhor Atriz – Drama Andra Day (“Estados Unidos Vs Billie Holiday”) Melhor Ator – Comédia ou Musical Sacha Baron Cohen (“Borat: Fita de Cinema Seguinte”) Melhor Atriz – Comédia ou Musical Rosamund Pike (“Eu Me Importo”) Melhor Ator Coadjuvante Daniel Kaluuya (“Judas e o Messias Negra”) Melhor Atriz Coadjuvante Jodie Foster (“The Mauritanian”) Melhor Roteiro Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”) Melhor Trilha Original Trent Reznor, Atticus Ross, Jon Batiste (“Soul”) Melhor Canção Original “Io Si (Seen)” (de “Rosa e Momo”) – Diane Warren, Laura Pausini, Niccolò Agliardi Melhor Animação “Soul” Melhor Filme de Língua Estrangeira “Minari – Em Busca da Felicidade” (EUA) TELEVISÃO Melhor Série – Drama “The Crown” Melhor Série – Comédia ou Musical “Schitt’s Creek” Melhor Minissérie ou Telefilme “O Gambito da Rainha” Melhor Ator – Drama Josh O’Connor (“The Crown”) Melhor Atriz – Drama Emma Corrin (“The Crown”) Melhor Ator – Comédia Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Melhor Atriz – Comédia Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Mark Ruffalo (“I Know This Much Is True”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme John Boyega (“Small Axe”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Gillian Anderson (“The Crown”)
Anime baseado no filme Círculo de Fogo ganha trailer dublado em português
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e um novo trailer da série animada baseada nos filmes da franquia “Círculo de Fogo”. Dublado em português, o vídeo revela, além das esperadas cenas de luta contra monstros gigantes, uma trama de amadurecimento e sobrevivência. Intitulado “Círculo de Fogo: The Black” (Pacific Rim: The Black), o desenho em estilo anime acompanha um casal de irmãos que, após anos escondidos dos kaiju (monstros gigantes), encontram um abrigo abandonado com um velho Jaeger (robô gigante pilotável). Com a ajuda da inteligência artificial da máquina, eles aprendem a usar o equipamento para enfrentar as ameaças colossais e partem em busca de seus pais, que não veem desde os primeiros ataques. A produção animada fecha um “círculo”, uma vez que o filme original, concebido pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013, incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A série em estilo de anime foi desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix. A atração foi criada por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e tem estreia marcada para 4 de março.
Jake Gyllenhaal e Jessica Chastain vão estrelar adaptação do game The Division
O popular game “The Division” vai virar filme da Netflix, estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), e dirigido por Rawson Marshall Thurber (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”). O game se passa em um futuro próximo, após um vírus mortal se espalhar pelo uso de papel moeda. A epidemia estoura em uma Black Friday, dizimando a cidade de Nova York e matando milhões de pessoas. Em pouco tempo a sociedade sucumbe e, já no Natal, o que resta está em caos. Um grupo de civis, treinados para atuar em tempos de catástrofe, é posto em ação em uma tentativa de salvar o que ainda resta do mundo. Com o nome completo de “Tom Clancy’s The Division”, o game de tiro táctico com elementos de RPG foi produzido pela Massive Entertainment e lançado pela Ubisoft em março de 2016. Na ocasião, tornou o título inédito de venda mais rápida na história dos videogames. “The Division 2” foi lançada em março de 2019 com aclamação da crítica e continua a fornecer ao seus jogadores atualizações com novos conteúdos continuamente. Mas vale observar que sua premissa ficou datada, porque na recente Black Friday da pandemia real a maioria das compras foi virtual (isto é, sem “uso de papel moeda”). A produção será o segundo filme de Marshall Thurber na Netflix. Ele terminou recentemente as filmagens de “Red Notice“, que tem um dos maiores orçamentos da história da plataforma e um elenco encabeçado por Dwayne “The Rock” Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds. Ainda não há previsão para o início da produção. Veja abaixo dois trailers impactantes do game original, inclusive uma versão legendada em português.
Sombra e Ossos: Nova série de fantasia da Netflix ganha trailer épico
A Netflix divulgou pôsteres de personagens e o trailer épico de “Sombra e Ossos” (Shadow and Bone), série de fantasia baseado na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo. A prévia cinematográfica e repleta de efeitos visuais materializa uma realidade em luta com as sombras, onde monstros alados causam morte e destruição. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – e só a magia pode não ser suficiente para sobreviver. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que também estará no vindouro filme de Edgar Wright “Last Night in Soho”. Mas o elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). O cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) assina os dois primeiros episódios da 1ª temporada, que chega ao streaming em 23 de abril. Caso faça sucesso, a 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas o mesmo universo – chamado Grishaverse – teve sequência em novas publicações – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram publicados pela Editora Gutenberg no Brasil.
O Exterminador do Futuro vai virar série animada da Netflix
A Netflix encomendou uma série animada baseada na franquia “O Exterminador do Futuro”. Detalhes do enredo são mantidos em segredo, mas o roteiro está a cargo de Mattson Tomlin, que escreveu o filme da Netflix “Power” e o vindouro “Batman”, dirigido por Matt Reeves. O estúdio Skydance, que produziu o recente “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, também está à bordo da produção. Mas o detalhe mais interessante é que o desenho terá estilo anime, com produção do famoso estúdio japonês Production IG, responsável por animes clássicos como “Ghost in the Shell”, “Patlabor”, “Psycho-Pass” e “Eden of the East”. “Estou honrado que a Netflix e o Skydance me deram a oportunidade de abordar ‘O Exterminador do Futuro’ de uma forma que quebra convenções, subverte expectativas e demonstra coragem real”, disse Tomlin em comunicado sobre o projeto. “’O Exterminador do Futuro’ é uma das histórias de ficção científica mais icônicas já criadas – e se tornou ainda mais relevante para o nosso mundo com o passar do tempo”, acrescentou o vice-presidente do Japão e da divisão de animes da Netflix, John Derderian. “A nova série animada irá explorar este universo de uma forma que nunca foi feita antes”. Lançada em 1984 pelo diretor James Cameron como um ficção científica barata, a franquia de “O Exterminador do Futuro” já soma seis títulos nos cinemas e mais de US$ 2 bilhões de arrecadação mundial. Além dos filmes, “O Exterminador do Futuro” também já inspirou uma série live-action, que teve duas temporadas em 2008 e 2009, com Lena Headey, Summer Glau e Thomas Dekker no elenco.
Series online: Antologia antirracista de Steve Queen é o grande destaque da semana
A Globoplay disponibilizou sem maior alarde nesta sexta (26/2) “Small Axe”, uma “série” da BBC que na verdade é uma coleção de cinco filmes espetaculares dirigidos por Steve McQueen, o aclamado cineasta de “12 Anos de Escravidão” (2013). Considerado o Melhor “Filme” do Ano pela Los Angeles Film Critics Association (Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles), a obra, que abriu o Festival de Nova York de 2020, também concorre ao Independent Spirit Awards, Critics Choice e Globo de Ouro como série, minissérie e/ou telefilme do ano. O título do projeto deriva de um provérbio africano usado em todo o Caribe e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). Cada episódio/filme aborda uma história real da luta contra o racismo no Reino Unido, registrando alguns protestos antirracistas famosos de Londres, que já em 1970 denunciavam a brutalidade policial, incluindo o célebre confronto no bairro não-branco de Brixton durante o auge da era punk-reggae. As abordagens e personagens são amplos. Há desde uma criança negra discriminada, um casal apaixonado, um DJ aspirante e um policial negro que se vê diante de uma crise de consciência em relação à instituição que representa. Além disso, nem todo o racismo denunciado por McQueen é retratado com enfrentamento violento. Também há a história da revolta de um grupo de mães contra um sistema escolar que manda crianças negras geniais para classes atrasadas, com “necessidades especiais” (isto é, dificuldade de aprendizado). Não bastasse ter tramas relevantes e um diretor no auge de sua capacidade criativa, “Small Axe” ainda traz um elenco impressionante, com John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Naomi Ackie (também de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Malachi Kirby (“Black Mirror”), Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Alex Jennings (“The Crown”) e Jack Lowden (“Dunkirk”), entre muitos outros. As demais estreias da programação são bastante variadas, vindas de diferentes países. Mas vale destacar que a canadense “Mary de Morte” (tradução de “Mary Kills People”) chega completa, com três temporadas de uma vez, após passar despercebida no antigo GNT Play. Para quem não conhece, esta dramédia polêmica, sobre uma médica que pratica eutanásia à pedido de pacientes terminais, tem “somente” 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Small Axe | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay) Pennyworth | EUA | 2ª Temporada (Starzplay) Beartown | Suécia | 1ª Temporada (HBO Go) A Peste | Espanha | 2ª Temporada (HBO Go) Homeland | EUA | 8ª Temporada (Globoplay) Mary de Morte | Canadá | 3 Temporadas (Globoplay) Vincenzo | Coreia do Sul | 1ª Temporada (Netflix) The End: A Escolha | Austrália | Minissérie (Globoplay) Ginny & Georgia | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Tenku Shinpan – Sem Saída | Japão | 1ª Temporada (Netflix)
Army of the Dead: Filme de zumbis de Zack Snyder ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Army of the Dead”, filme de zumbis de Zack Snyder, que ganhou um subtítulo em português. A prévia revela uma horda de mortos-vivos em Las Vegas, que lembra as cenas finais de “Madrugada dos Mortos” (2004). Por sinal, o vídeo também recorda que, antes de dirigir filmes de super-heróis da DC Comics, Snyder começou sua carreira com “Madrugada dos Mortos”, remake bem feitinho do clássico “Despertar dos Mortos” (1978), de George A. Romero. Na trama, um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”), Theo Rossi (“Luke Cage”), a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”) e Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”) – que substituiu Chris D’Elia (“Undateable”) em refilmagens, após o ator sofrer acusações de abuso sexual. “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” estreia em 21 de maio.
Ator brasileiro do Disney Channel entra na série espanhola Elite
Vai ter brasileiro no colégio Las Encinas em 2021. O ator André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel pelas séries “Juacas” e “Bia”, entrou no elenco da 5ª temporada de “Elite”. Vale lembrar que a produção espanhola da Netflix ainda não estreou a 4ª temporada. Assim, o anúncio da participação de Lamoglia também é uma confirmação da renovação da série. “A 4ª temporada nem começou, mas eu já confirmei a 5ª temporada de ‘Elite’, sim. Com mais adições ao elenco, inclusive o lindo e brasileiro André Lamoglia”, publicou o perfil oficial da Netflix, junto com uma imagem do ator com cabelo curto e uniformizado para as aulas. Além dele, a atriz argentina Valentina Zenere, de outra série da Disney, “Soy Luna”, também entrou no elenco. A série já tinha incluído novos personagens no terceiro ano de sua produção, incluindo os dois primeiros estudantes negros da escola de elite, Malick (Leiti Sene) e Yeray (Sergio Momo). A 4ª temporada vai trazer mais alunos novos, mas ainda não tem previsão de estreia. Nem precisa começar a pedir: a quarta temporada nem começou, mas eu já confirmei a QUINTA TEMPORADA DE ELITE, SIM. Com mais adições ao elenco, inclusive o lindo e brasileiro @andrelamoglia! pic.twitter.com/J6ZUhiKqCK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 25, 2021
Gwyneth Paltrow revolta médico do SUS britânico com dicas para “curar” covid-19
Gwyneth Paltrow causou controvérsia na internet ao anunciar um “tratamento alternativo” para a covid-19. Há alguns dias, ela contou que tem sofrido com os efeitos da chamada “covid longa”, em que os sintomas da infecção persistem mesmo depois de o paciente ter se livrado do vírus. A atriz de “Homem de Ferro” desabafou no blog de seu portal de vida saudável, Goop, não ter se livrado da “fadiga e a confusão mental”, contando que teve que repensar seu estilo de vida para tentar recuperar sua saúde. Mas acabou se “curando” após seguir orientações de um “profissional de medicina funcional”. No texto postado em seu site, Gwyneth contou que tem feito jejum até as 11 horas e se adaptado a uma dieta cetogênica baseada em plantas, sem açúcar ou álcool. Mas o tratamento divulgado por ela causou revolta em um médico britânico. O professor Stephen Powis, do NHS (o SUS britânico), declarou ao jornal The New York Daily News que o “jejum intuitivo” e outros métodos alternativos recomendados pela atriz “não são as soluções recomendadas” para tratar covid-19. “Assim como o vírus, a desinformação atravessa fronteiras, sofre mutações e evolui. Então, acho que o YouTube e outras plataformas de mídia social têm uma responsabilidade e uma oportunidade reais aqui. Nos últimos dias, vi que Gwyneth Paltrow infelizmente está sofrendo os efeitos da covid. Desejamos-lhe tudo de bom, mas algumas das soluções que ela está recomendando realmente não são as soluções que recomendaríamos no NHS”. Ele alertou que as recomendações da atriz podem, inclusive, aumentar o problema e que falta de proteína tende a aumentar a fadiga e a confusão mental. “Precisamos levar a covid muito a sério e aplicar ciência séria. Todos os influenciadores que usam as redes sociais têm o dever de responsabilidade e o dever de cuidar disso”. É a segunda vez que a atriz-empresária enfrenta críticas do NHS. A série “The Goop Lab”, divulgada na Netflix, em que Paltrow divulga sua grife de produtos femininos e dá dicas de cuidados para mulheres, foi considerada um “risco considerável à saúde” por Simon Stevens, diretor-executivo do NHS. Em janeiro do ano passado, Stevens condenou os “produtos duvidosos de bem-estar e tratamentos suspeitos” oferecidos pela Goop, dizendo que a atriz apenas espalha “mitos” e “desinformação”. “A marca dela vende repelente para vampiros, diz que filtro solar químico é uma péssima ideia, promove a lavagem intestinal e máquinas para enema de café, apesar de apresentarem riscos consideráveis à saúde”, acusou o diretor do NHS. “Embora o termo ‘fake news’ leve a maioria das pessoas a pensar em política, a preocupação natural com a própria saúde e, especialmente, com a de seus entes queridos, torna esse terreno particularmente fértil para charlatães, impostores e excêntricos”, acrescentou.
David Fincher volta a trabalhar com roteirista de Seven em novo filme da Netflix
O cineasta David Fincher vai continuar na Netflix, após lançar “Mank” e as séries “House of Cards” e “Mindhunter” na plataforma. Ele está desenvolvendo mais um filme para o serviço em streaming. E para quem acompanha a carreira do cineasta, a boa notícia é que a produção marcará seu reencontro com o roteirista Andrew Kevin Walker, que escreveu um dos melhores longas do diretor, “Seven” (1995). O novo filme é “The Killer”, uma adaptação da graphic novel francesa (“Le Tueur”, no original) de Alexis Nolent e Luc Jacamon, que Fincher desenvolve desde 2007, quando seria estrelada por Brad Pitt. Agora, o diretor conversa com Michael Fassbender (o Magneto da franquia “X-Men”) para estrelar o longa, planejando iniciar as gravações já em setembro. Descrito como um “noir bruto”, “The Killer” segue um assassino que começa a desmoronar psicologicamente ao desenvolver uma consciência, enquanto seus clientes continuam a requisitar seus serviços. Ainda não há previsão para o lançamento.
Mark Ruffalo e Jennifer Garner compartilham fotos de reencontro
Os astros Mark Ruffalo e Jennifer Garner animaram seus seguidores do Instagram ao compartilharem fotos de seu reencontro, 17 anos após “De Repente 30”, comédia romântica que marcou época. “Me reconectando com uma amiga das antigas. Alguém sabe onde eu posso conseguir Razzles no Canadá?”, escreveu Ruffalo, ao lado de uma foto com a atriz, fazendo referência ao doce preferido de seus personagens no longa. “O pó do desejo funcionou! E tive um dia perfeito com meu velho amigo”, disse Garner, ao lado da mesma foto e também se referindo a uma cena clássica do filme, quando sua personagem, aos 13, deseja ter 30 anos de idade. Apesar das referências, o encontro não é para uma continuação do longa de 2004. É que os dois vão estrelar um novo filme juntos. Eles fazem parte do elenco de “The Adam Project”, uma comédia sci-fi da Netflix, em que vivem os pais de Ryan Reynolds! Ao estilo de outro clássico, “De Volta ao Futuro”, a trama vai acompanhar o personagem de Reynolds voltar no tempo para encontrar a si mesmo quando tinha 13 anos. Nessa missão – para salvar o mundo! – ele também acaba encontrando os pais vividos pelos dois atores. O elenco ainda conta com Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), no papel da esposa de Reynolds, e o jovem estreante Walker Scobell como o Reynolds mirim. “The Adam Project” será o segundo longa seguido do astro com direção de Shawn Levy. Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria ter estreado em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. O novo filme também não tem previsão de estreia. Veja abaixo os posts originais do reencontro de Mark Ruffalo e Jennifer Garner. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner)
Atriz de Modern Family se emociona com homenagem de WandaVision
A atriz Julie Bowen, que viveu a mãezona Claire Dunphy em “Modern Family”, resolveu se manifestar sobre a homenagem de “WandaVision” à sua interpretação naquela série. Em uma publicação no Instagram, ela se disse emocionada pela referência materializada por Elizabeth Olsen no 7º episódio da atração da Marvel, exibida na Disney+ (Disney Plus). “Um ano depois de a gente ter encerrado ‘Modern Family’, hoje somos parte de ‘WandaVision’. Eles homenagearam ‘I Love Lucy’, ‘A Feiticeira’, ‘The Brady Bunch’ e outros… Ver a nossa série entre as ‘clássicas’ nos olhos da série inovadora da Marvel me deixou sem palavras (Acredite em mim e em qualquer pessoa que tenha trabalhado comigo, isso é uma coisa difícil de fazer). Desde o rompimento da 4ª parede até o tecido do sofá… nossa! Que ótima maneira de comemorar um aniversário agridoce”, elogiou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Julie Bowen (@itsjuliebowen)
O Legado de Júpiter: Série de super-heróis da Netflix ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o teaser da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), sua primeira adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar, após comprar a editora Millarworld em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos quadrinhos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série será estrelada por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”) e Matt Lanter (“90210”). Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.












