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    Hoops é cancelada após uma temporada

    8 de dezembro de 2020 /

    A Netflix cancelou a série animada adulta “Hoops” após apenas uma temporada. A revista Variety apurou que a plataforma não se empolgou com o desempenho da produção, lançada em 21 de agosto. “Hoops” era uma criação de Ben Hoffman, roteirista do “The Late Late Show with James Corden”, e tinha produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A atração girava em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e sua boca suja – e por ser filho de um antigo astro do basquete. Mas ele acreditava que sua vida miserável poderia mudar completamente se conseguisse fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. O papel principal era dublado pelo ator Jake Johnson, que voltava a trabalhar com mais três atores de “New Girl” na produção, Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Além deles, o elenco vocal também incluía Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nick Swardson (“Os 6 Ridículos”), Sam Richardson (“Veep”) e W. Earl Brow (“Deadwood”). Veja o trailer da série abaixo.

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    Pai em Dobro: Filme de Maisa na Netflix ganha primeiro trailer

    8 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Pai em Dobro”, primeiro filme estrelado por Maisa Silva na plataforma de streaming. Anteriormente chamado de “Um Pai no Meio do Caminho”, o longa tem roteiro de Thalita Rebouças e traz Maisa como Vicenza, uma jovem criada em uma comunidade hippie em meio a natureza. Segundo a sinopse, a única coisa que não está em harmonia na vida de Vicenza é que ela não sabe quem é seu pai. Assim, ao completar 18 anos, ela parte à procura dele – e acaba encontrando não um, mas dois pais! Esta premissa de Sessão da Tarde é a terceira história de Rebouças estrelada por Maisa – após “Tudo Por Um PopStar” e “Ela Disse, Ele Disse”. A direção é de Chris D’Amato (que já fez uma adaptação de Thalita Rebouças, “É Fada!”) e também inclui no elenco Eduardo Moscovis (“Bom Dia, Verônica”), Marcelo Médici (“Vai que Cola”), Laila Zaid (“Os Penetras 2: Quem Dá Mais?”) e a cantora Fafá de Belém. A estreia está marcada para 15 de janeiro.

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    Feel Good: Série LGBTQIA+ aclamada vai acabar na 2ª temporada

    7 de dezembro de 2020 /

    A Netflix renovou a comédia dramática “Feel Good” para a 2ª temporada, que também será a última da série de temática LGBTQIA+. Primeira série criada e estrelada pela comediante canadense Mae Martin, “Feel Good” estreou em março com críticas extremamente positivas. A 1ª temporada tem nada menos que 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Martin, que já teve seu próprio especial de stand-up na Netflix, estrela a série como uma versão dela mesma, uma jovem comediante canadense chamada Mae, que encontra o amor em Londres após uma apresentação de stand-up. Ela se vê envolvida com outra mulher previamente heterossexual e com vergonha de se assumir. Conforme o relacionamento progride, ela vai se abrindo, fazendo revelações sobre sua vida, como o fato de ter passado um tempo na prisão, enfrentar problemas com a família e precisar ir a reuniões de narcóticos anônimos para lidar com o vício em drogas e álcool. O elenco destaca Charlotte Ritchie (“Call the Midwife”) como a namorada chamada George, além de Adrian Lukis (“Judy”) e Lisa Kudrow (“Friends”) como os pais fictícios da comediante. “Estou muito empolgada em poder retornar ao mundo de ‘Feel Good’ e ver a história de amor de Mae e George chegar até a dramática conclusão que sempre planejamos”, disse Martin em comunicado. “Estou profundamente ligada a esta história e sou muito grata por voltar a trabalhar com a incrível equipe da Objective Fiction e nosso elenco hilariante. Tendo passado a maior parte de 2020 falando apenas com minha chaleira e minha televisão, enquanto assistia ao mundo queimar na internet, e estou eufórica por poder estar novamente perto de outros seres humanos. Ver as minhas piadas idiotas e de Joe Hampson ganhar vida é o paraíso. Obrigado, Netflix!” Citado por Martin, Joe Hampson é coautor da série. Os dois escreveram todos os seis episódios da 1ª temporada e vão repetir a dose no segundo ano. A 1ª temporada foi uma co-produção com o Channel 4 do Reino Unido, mas a versão final será exclusiva da Netflix. Além disso, apesar da série estar com os dias contados, a Netflix já está desenvolvendo um novo projeto com a produtora Objective Fiction, criada por Martin.

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    Samuel L. Jackson entra no documentário-paródia do criador de Black Mirror

    7 de dezembro de 2020 /

    O projeto “Death to 2020” do criador de “Black Mirror”, Charlie Brooker, está crescendo. Depois que Hugh Grant adiantou que faria um documentário-paródia de 2020 para Brooker, como um historiador “repelente” que relembraria os fatos marcantes do ano, novos nomes foram revelados na produção. Descrito como uma comédia, “Death to 2020” vai contará também com Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”), Lisa Kudrow (“Friends”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Joe Keery (“Stranger Things”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Tracey Ullman (“Mrs. America”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”) e Samson Kayo (“Truth Seekers”). A comédia vai editar imagens reais dos últimos 12 meses com participações especiais. O que lembra a franquia de programas “Wipe”, criado por Brooker para a BBC. O formato começou com “Charlie Brooker’s Screenwipe”, na BBC Four. O programa de 2006 exibia reprodução de trechos de outros programas intercalados com comentários do produtor. Virou um grande sucesso e ganhou vários derivados, inclusive algo muito parecido com o atual projeto, o “2010 Wipe”, uma revisão cômica do ano, que inaugurou uma tradição anual de retrospectivas de Brooker – até 2016, quando o produtor se mudou para a Netflix. Por sinal, a comediante britânica Diane Morgan, que interpreta a apresentadora fictícia Philomena Cunk na franquia “Wipe”, também foi confirmada no elenco de “Death to 2020”. Além disso, a direção da nova comédia está a cargo de Al Campbell, que também colabora com Brooker nos derivados de “Wipe”. Ainda em fase de pré-produção, “Death to 2020” não tem previsão de estreia. Mas o produtor já revelou um teaser em suas redes sociais. Confira abaixo. pic.twitter.com/AfQ5yMKW8l — Charlie Brooker (@charltonbrooker) December 3, 2020

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    Atriz de Tudo Bem no Natal que Vem diz ter sentido julgamento do público

    7 de dezembro de 2020 /

    Um dos destaques de “Tudo Bem no Natal que Vem”, primeiro filme do comediante Leandro Hassum na Netflix, a atriz Arianne Botelho, de 27 anos, diz ter enfrentado o julgamento do público ao aparecer com a cabeça raspada nas ruas, por causa de sua personagem. No filme, ela interpreta Aninha, filha do protagonista, que é vítima de câncer. Para o papel, ela precisou raspar a cabeça e disse ter sentido os olhares das pessoas. “Quando eu raspei, a primeira coisa que fiz foi ir à praia e depois ao shopping. Foi proposital. Eu reparei no olhar das pessoas. Eu queria entender na pele o que as vítimas de câncer passam. As pessoas te olham e já te colocam o estigma da doença. Há um certo julgamento. Não é nosso padrão estético, as mulheres sempre tiveram cabelo comprido”, disse atriz, em entrevista ao Notícias da TV – sem lembrar da cantora Sinéad O’Connor. De acordo com Arianne, a decisão pelo corte foi feita em comum acordo entre ela e o diretor do longa, Roberto Santucci. Mas sem muita antecedência. “Eu fiquei sabendo dois meses antes de começar a gravar que rasparia a cabeça”, contou. A atriz também disse ter estudado muito sobre o câncer de mama e conversado com algumas mulheres que foram diagnosticadas com a doença para abordar o assunto de maneira responsável. “Foi um projeto que me exigiu bastante. Não sei se foi o mais desafiador porque todas as minhas personagens foram desafiadoras, mas com certeza foi um processo muito forte. Durante esse tempo, eu pensei, pesquisei e amadureci muito como atriz e pessoa”, relembra. Na entrevista, ela também comentou o que a chegada da Netflix no mercado representa para sua geração de atores, que cresceu imaginando que no máximo faria novelas da Globo. “É um leque de oportunidades que surgem para nós, artistas. Acho maravilhoso. São vários projetos, trabalhos, tudo ficou mais acessível. A Netflix é uma empresa incrível de se trabalhar. Eu sempre admirei os produtos internacionais e conseguiram manter o nível com os nacionais”, ela elogia. Mas isso não a impede de continuar sonhando com as novelas. “Longe de mim desmerecer a Globo, até porque eu vim de lá. Essa liberdade é ótima e veio para somar, mas eu ainda gostaria de interpretar uma protagonista de novela, uma personagem que fosse forte e tivesse representatividade. Eu ainda mantenho esse sonho”, conclui. Na época da filmagem, em janeiro passado, ela divulgou fotos e vídeos em seu Instagram do momento do corte zero. Veja abaixo – quase um ano depois, o cabelo de Arienne já cresceu de volta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arianne Botelho 🌻 (@arianne.botelho)

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    Tudo Bem no Natal que Vem, com Leandro Hassum, vira sucesso internacional

    7 de dezembro de 2020 /

    Lançada na quinta passada (3/12), a comédia “Tudo Bem no Natal que Vem”, estrelada por Leandro Hassum, já virou um sucesso internacional. Segundo o site Flixpatrol, especializado em rankings de audiência de streaming, o filme brasileiro, que foi batizado de “Just Another Christmas” no exterior, foi o 3º mais visto da Netflix no fim de semana, em todo o mundo. Além disso, a produção assumiu o 1º lugar da audiência em vários países europeus, como Portugal, Alemanha, Suíça, Áustria e Luxemburgo. O filme também lidera o ranking brasileiro, é claro. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes.

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    3ª temporada de Cobra Kai ganha primeiras fotos

    7 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 3ª temporada de “Cobra Kai”, continuação do filme clássico “Karatê Kid” (1984), que, segundo a auditoria da empresa Nielsen, tornou-se o conteúdo mais visto da plataforma em seu mês de lançamento. Enquanto as duas primeiras temporadas, disponibilizadas em 28 de agosto, não eram inéditas – porque já tinham sido disponibilizadas no antigo projeto premium do YouTube – , o terceiro ano vai estrear com exclusividade na Netflix. Para quem não sabe, “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid” mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e com o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Mas a volta da rivalidade não acaba bem para nenhum dos envolvidos, com direito a efeitos colaterais para seus alunos, como demonstram as novas fotos. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A 3ª temporada, que já estava sendo produzida pelo YouTube quando a Netflix adquiriu a atração, ganhou data de estreia em 8 de janeiro.

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  • Série

    Netflix rejeita apelos para alertar que The Crown é ficção

    6 de dezembro de 2020 /

    A Netflix anunciou que não pretende enfatizar que “The Crown” é ficção, por considerar que qualquer um pode perceber que não se trata de um documentário. Com isso, a empresa rejeitou os pedidos por um aviso antes dos episódios para alertar o público para o fato de a série ser uma obra ficcional. A proposta do alerta partiu de Oliver Dowden, secretário de Cultura do Reino Unido, que escreveu uma carta para a Netflix na semana passada solicitando que a empresa avisasse seus 195 milhões de assinantes que a série é “parcialmente uma obra de ficção”. “Nós sempre apresentamos ‘The Crown’ como uma série dramática e temos confiança que nossos assinantes entendem que é uma obra de ficção largamente baseada em eventos históricos”, disse o serviço de streaming em comunicado, publicado pelo site Deadline. “Por causa disso, não temos planos – nem vemos necessidade – de adicionar esse aviso.” O conteúdo da carta de Dowden à Netflix não foi revelado. Em entrevista ao jornal The Mail de domingo passado (29/11), ele chegou a fazer alguns elogios à série, junto com sua ressalva. “É uma obra de ficção muito bem produzida. E, como tantas outras atrações, a Netflix deveria deixar claro logo no início que é só isso. Sem o aviso, eu temo que uma geração de espectadores que não viveu esses eventos podem confundir a ficção com fatos reais”, alertou. O pedido do representante do governo britânico também encontra eco em apelos do irmão de Lady Di, Charles Spencer, que pediu uma mensagem de aviso no início de cada episódio. A 4ª temporada da série, disponível desde 15 de novembro, tem dado mais o falar que as anteriores por incluir a história do conturbado casamento do Príncipe Charles com a princesa Diana, que aconteceu nos anos 1980 e ainda está na memória de muitas pessoas.

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    Irmãos Russo celebram talento de Chadwick Boseman na CCXP virtual

    5 de dezembro de 2020 /

    Os diretores Anthony e Joe Russo, que fizeram os blockbusters “Vingadores: Guerra Infinita” (2018) e “Vingadores: Ultimato” (2019), participaram da CCXP Worlds neste sábado (5/12) para falar sobre seus próximos projetos. Mas o ponto alto da conversa virtual, realizada por meio de videoconferência, foi a lembrança de suas filmagens com Chadwick Boseman (1976-2020), o Pantera Negra do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Eles foram os primeiros e também os últimos a dirigir Boseman como o herói da Marvel, tendo introduzido o Pantera Negra em “Capitão América: Guerra Civil” (2016), longa que apresentou a origem do personagem, além de registrarem sua última cena em “Vingadores: Ultimato”. “Nunca esqueceremos de Chadwick. Ele era um ator muito dedicado. Todos na Marvel eram assim, mas o jeito como ele se dedicava ao seu personagem, como ele se comprometia, era algo único. Mesmo entre os atores no ápice de suas carreiras, ele se destacava por sua dedicação. Você percebia isso em todos os seus filmes. Ele se deixava consumir, se tornava o personagem”, disse Anthony. De acordo com Joe, um dos momentos mais marcantes do trabalho com Boseman aconteceu logo no começou da parceria, durante a estreia do ator como T’Challa, o Pantera Negra. “Nunca vou me esquecer dele em ‘Guerra Civil’. Era muito difícil encontrar um sotaque para o personagem, e quando ele encontrou, ele incorporou completamente. Foi admirável, ele construiu o personagem todo baseado no sotaque. É incrível ver alguém fazendo isso e se dedicando ao máximo. Você sentia algo diferente ao vê-lo atuando. Era um ser humano ótimo e somos gratos pelo tempo que passamos com ele.” Os dois também trabalharam com Boseman no thriller policial “Crime sem Saída” (2019), um dos primeiros lançamentos de sua produtora, a AGBO. Graças ao sucesso de seus trabalhos na Marvel, os Russo receberam muitos convites para dirigir blockbusters, mas preferiram criar a AGBO, na qual são os chefes e continuam trabalhando com os atores que se tornaram seus amigos durante as filmagens dos Vingadores. Além de abrigar trabalhos de outros cineastas, caso do citado “Crime sem Saída”, a empresa também será lar de seus novos projetos de direção. Por sinal, o primeiro longa da dupla após “Vingadores: Ultimato” já está todo filmado. Chama-se “Cherry” e é estrelado por Tom Holland (o Homem-Aranha). No filme, Holland vive um ex-soldado viciado em remédios que se transforma em ladrão de bancos. A estreia vai acontecer em fevereiro na plataforma de streaming Apple TV+. “A performance de Holland nesse filme é absolutamente incrível. Ele mostra uma nova faceta nesse longa”, afirmou Joe. Outro projeto, “The Gray Man”, em parceria com a Netflix, vai juntar Chris Evans (o Capitão América) com Ryan Gosling (o Deadpool). Segundo Anthony, o papel de Evans será muito diferente do herói certinho da Marvel que ele interpretou nas telonas. “Chris será um vilão totalmente diferente do Capitão América. Será o oposto, um personagem realmente ruim e intrigante. Os fãs vão se surpreender”, comentou. “A vantagem de trabalhar em filmes do tamanho e viabilidade comercial da Marvel é que isso permite que você use seu capital intelectual para fazer [produções] de assuntos mais complicados”, seguiu o diretor, apontando qual caminho os Russo pretendem trilhar com sua produtora.

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    Criador de Black Mirror revela teaser de seu projeto sobre o ano de 2020

    5 de dezembro de 2020 /

    Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”, divulgou no Twitter um teaser de seu novo projeto para a Netflix, um documentário falso sobre 2020, que será estrelado por Hugh Grant (“The Undoing”). O filme deve pegar pesado nos temas depressivos do ano da pandemia de covid-19. “Nem os criadores de ‘Black Mirror’ conseguiriam inventar este ano”, diz a prévia. “Mas eles tem algo a acrescentar: Morte à 2020”. Aparentemente, “Death to 2020” deve ser o nome do projeto, que ainda não tem previsão de estreia. Em entrevista ao site Vulture, Grant contou que viverá um historiador na produção. “Charlie Brooker escreveu um pseudodocumentário sobre 2020. É para a Netflix e eu sou um historiador que está sendo entrevistado sobre o ano. Eu sou muito repelente, na verdade! E você vai gostar da minha peruca”, afirmou. Charlie Brooker, por sua vez, também disse no início do ano que voltaria a “Black Mirror” tão cedo, porque, segundo ele, “o mundo provavelmente não anda com apetite por histórias sobre uma sociedade desmoronando no momento”. pic.twitter.com/AfQ5yMKW8l — Charlie Brooker (@charltonbrooker) December 3, 2020

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    Neil Gaiman abre a CCXP virtual com novidades sobre Sandman na Netflix

    5 de dezembro de 2020 /

    O escritor britânico Neil Gaiman abriu nesta sexta-feira (5/12) a CCXP Worlds, versão online da Comic Con Experience (CCXP), numa participação remota em que adiantou alguns detalhes sobre a adaptação de “Sandman”, que vai ganhar uma série na Netflix. Mas não deu para entender tudo. O ponto negativo ficou por conta de problemas técnicos envolvendo a transmissão. Na conversa, o autor lembrou o longo caminho que “Sandman” precisou percorrer para chegar às telas, incluindo um projeto de cinema da Warner, em que executivos reclamaram dos quadrinhos não terem um vilão definido como “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis”. Mas Gaiman se diz animado pela forma como tudo aconteceu, pois a produção da Netflix está sendo bastante fiel. “Eu fico de queixo caído. É poderoso ver as imagens desenhadas há 33 anos atrás se mexendo na tela. Nós estamos fazendo a série de Sandman. Não é algo “tipo Sandman”, não é “parecido com Sandman”, não é “quase Sandman”, não é nada disso. É ‘Sandman'”, afirmou. Ele também considera que as dificuldades financeiras de transformar seu texto numa série foram superadas com os recentes avanços tecnológicos nos efeitos visuais e a chegada das plataformas de streaming ao mercado. “Até duas décadas atrás, as TVs não tinham orçamento para realizar uma série parecida. A Netflix e essas empresas vieram e a gente fez um reunião, encheu a sala de gente e no final a Netflix foi a mais convincente. Eles estavam dispostos a se comprometer com aquilo”, contou. Gaiman contou que, mesmo assim, já teve que reescrever uma cena que ficou muito cara, mas foi em outra série: “Belas Maldições”, produção da Amazon Studios em que ele estreou como showrunner. Na adaptação do livro homônimo, que ele escreveu com Terry Pratchett, havia uma cena com alto número de figurantes que deveriam vestir trajes de gala. Sua realização elevaria muito o preço do episódio, então precisou ser cortada. Então, ele lembrou de um antigo conselho de Steven Moffat, showrunner de “Doctor Who”, para escrever uma cena melhor. Já os comentários sobre “Deuses Americanos”, que retorna para sua 3ª temporada (também pela Amazon no Brasil) não puderam ser compreendidos, devido a problemas técnicos, gerando até tela azul e muitas reclamações.

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    Pequenos Grandes Heróis: Herdeiros de Sharkboy e Lavagirl ganham trailer dublado

    4 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer dublado em português de “Pequenos Grandes Heróis” (We Can Be Heroes), filme de super-heróis mirins criado pelo cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Na trama, alienígenas sequestraram os super-heróis da Terra, mas seus filhos poderosos se juntam pra salvar seus pais e o planeta. Se a premissa soa familiar, é porque se trata de uma variação de trabalhos anteriores de Rodriguez, como a franquia “Pequenos Espiões” (Spy Kids, 2001). Além disso, o longa se passa no mesmo universo de “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005), primeiro filme estrelado por Taylor Lautner (da franquia “Crepúsculo”). Lautner não repete seu papel, mas sua colega Taylor Dooley vai reaparecer como Lavagirl. Os personagens de 2005 também são pais da menor protagonista da produção, vivida por Vivien Lyra Blair (“Bird Box”). Os demais intérpretes dos heróis mirins são Hala Finley (da série “O Chefe da Casa/Man with a Plan”), Akira Akbar (“Capitã Marvel”), YaYa Gosselin (“FBI: Most Wanted”), Dylan Henry Lau (“Here and Now”), Lotus Blossom (“Hotel Du Loone”) e Isaiah Russell-Bailey (“Family Reunion/Reunião de Família”), todos “veteranos” para a idade. Já o elenco adulto destaca Pedro Pascal (o “The Mandalorian”), Christian Slater (o “Mr. Robot”), Boyd Holbrook (“Logan”), a cantora Haley Reinhart (“F Is for Family”), Priyanka Chopra-Jonas (“Quantico”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Christopher McDonald (“Ballers”) e Adriana Barraza (“Penny Dreadful: City of Angels”). Com roteiro e direção de Robert Rodriguez, “Pequenos Grandes Heróis” tem estreia marcada para 1 de janeiro de 2021.

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    Séries online: Especial de Euphoria é principal destaque do fim de semana

    4 de dezembro de 2020 /

    Sem estreias impactantes, a atração de streaming mais esperada da semana é o especial de Natal de “Euphoria”, que chega só na noite de domingo na HBO, mas já pode ser conferido na HBO Go. A produção marca a volta de Zendaya ao papel de Rue, após se transformar na estrela mais jovem a vencer o Emmy de Melhor Atriz de Série Dramática por seu desempenho na 1ª temporada. Escrita e dirigida pelo criador da série, Sam Levinson, a trama é basicamente uma conversa de bar com Rue, logo após o desfecho do primeiro ano da produção, em uma espiral descendente e saudosa de Jules (Hunter Schafer) durante o fim de ano. Outro aparente destaque seria “Selena: A Série”, minissérie em que Christian Serratos (a Rosita de “The Walking Dead”) vive Selena Quintanilla, lendária estrela da música Tejana, assassinada no auge da carreira. A vida de Selena já tinha inspirado um filme com Jennifer Lopez em 1997 e a crítica americana foi cruel ao comparar as duas obras, deixando o lançamento da Netflix com apenas 33% de aprovação. Entre os títulos menos divulgados, chama atenção o terror taiwanês “Detention”, baseado no game homônimo, que já tinha sido adaptado num filme elogiado de 2019. A história se passa durante o período de lei marcial em Taiwan, que durou de 1949 a 1987, e mostra a ligação entre uma nova aluna e o fantasma de uma antiga estudante da mesma escola. Também há novas temporadas das séries “Big Mouth” e “Me Chama de Bruna”. E quem não viu, na época em que foi moda, tem ainda a chance de maratonar todos os episódios de “Lost”. Nem que seja para se juntar ao coro dos xingamentos contra o capítulo final. Veja abaixo os trailers das 10 melhores opções de séries disponíveis neste fim de semana – e com um detalhe interessante: sem os títulos anunciados por diversos sites como disponíveis na Amazon, mas que na verdade não foram lançados no Brasil! Euphoria | EUA | Especial de Natal Disponível na HBO Go Selena: A Série | EUA | 1 Temporada Disponível na Netflix Detention | Taiwan | 1ª Temporada Disponível na Netflix Apostando Alto | Coreia do Sul | 1ª Temporada Disponível na Netflix Me Chama de Bruna | Brasil | 4ª Temporada Disponível na Globoplay De Brutas Nada | EUA | 1ª Temporada Disponível na Amazon Big Mouth | EUA | 4ª Temporada Disponível na Netflix DC Super Hero Girls | EUA | 1ª Temporada Disponível na Netflix 60 Dias Infiltrados na Prisão | EUA | 2ª Temporada Disponível na Netflix Lost | EUA | 6 Temporadas Disponível na Amazon

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