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    Regé-Jean Page entra em filme com Wagner Moura

    4 de março de 2021 /

    O ator Regé-Jean Page segue aproveitando a fama de galã conquistada com o sucesso da série “Bridgerton”. Depois de entrar no elenco da fantasia “Dungeons and Dragons”, ele foi contratado para a superprodução “The Gray Man”, novo projeto dos irmãos Russo, que também conta com Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Ryan Gosling (“La La Land”) e Wagner Moura (“Wasp Network”) no elenco. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” vai trazer Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias. A mais recente, “One Minute Out”, foi publicada no ano passado nos EUA. Os Russos escreveram o roteiro, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel, de “Capitão América: O Soldado Invernal” a “Vingadores: Ultimato”. Além dos nomes citados, o elenco também inclui Billy Bob Thornton (“Fargo”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Dhanush (“Karnan”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Veja as fotos desse elenco grandiosos abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix Film (@netflixfilm) Por curiosidade, esta não é a primeira tentativa de adaptação da saga literária de Greaney. Há alguns anos, Brad Pitt quase virou o Homem Cinzento, com direção de James Gray. O projeto não saiu do papel, mas os dois fizeram “Ad Astra”. O longa será baseado no livro de Mark Greaney de 2009, que acompaha a história de Court Gentry, o homem cinza do título, ex-agente da CIA conhecido como um insuperável assassino de aluguel. A trama do filme trará Gentry (Gosling) sendo caçado pelo mundo todo por Lloyd Hansen (Evans), um ex-colega da CIA. Anthony Russo já adiantou o tom intenso da obra: “Para quem é fã de Capitão América: O Soldado Invernal, nós estamos indo a fundo naquela pegada de ambientação.” O longa terá ainda nomes como Billy Bob Thornton, Alfre Woodard, Ana de Armas, Jessica Henwick, Dhanush e Julia Butters.

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    Sky Rojo: Nova série do criador de La Casa de Papel ganha trailer legendado

    3 de março de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Sky Rojo”, nova série de Álex Pina (criador de “La Casa de Papel”) em parceria com Esther Martínez Lobato (criadora de “Vis a Vis”). Repleta de ação, a prévia mostra um grupo de mulheres armadas em ritmo de fuga. Na trama, três prostitutas se tornam foragidas após deixarem seu cafetão gravemente ferido. Formado por uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola, o trio tem à máfia a seu encalço e não pode pedir ajuda para a polícia, precisando escolher a menos pior entre suas duas opções: fugir até serem pegas ou atacar primeiro. O elenco é liderado pela espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”), e também inclui Asier Etxeandía (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Quien a Hierro Mata”). A estreia está marcada para 19 de março em streaming.

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  • Filme

    Annie Awards: Soul e Wolfwalkers lideram indicações do “Oscar da animação”

    3 de março de 2021 /

    O Annie Awards, prêmio mais importante da animação, considerado o Oscar do gênero, divulgou a lista de indicados para sua 48ª edição. A disputa pelos principais troféus destaca “Soul”, da Disney+, e “Wolfwalkers” da Apple TV+, empatados com o maior número de indicações. Cada um teve 10 nomeações. “Wolfwalkers”, entretanto, não entrou na disputa do Melhor Longa Animado, concorrendo na categoria alternativa de Melhor Animação Independente. Os cinco título indicados a Melhor Longa Animado do ano tem, inclusive, dobradinha da produtora Pixar, da Disney. Além de “Soul”, “Dois Irmãos” também concorre ao prêmio, junto com duas continuações da DreamWorks, “Os Croods 2: Uma Nova Era” e “Trolls 2”. A lista se completa com “Os Irmãos Willoughby”, da Netflix. Entre as séries, as mais lembradas foram “She-Ra e as Princesas do Poder” (DreamWorks/Netflix), “Star Wars: The Clone Wars” (Lucasfilm/Disney+) e “Harley Quinn” (Warner/HBO Max), a série da Arlequina. Confira abaixo os indicados às 11 principais categorias da premiação, que premia mais de 30 categorias diferentes (incluindo curtas, comerciais de TV, filmes universitários e animação computadorizada em longas live-action). Melhor Longa-Metragem Animado Dois Irmãos (Pixar) Soul (Pixar) Os Croods 2: Uma Nova Era (DreamWorks) Os Irmãos Willoughby (Netflix/Creative Wealth Media) Trolls 2 (DreamWorks) Melhor Animação Independente Shaun o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca (Aardman/Netflix) Calamity Jane (Maybe Movies) On-Gaku: Our Sound (Rock’n Roll Mountain) Ride Your Wave (Science Saru) Wolfwalkers (Cartoon Saloon / Melusine) Melhor Produção Animada de TV – Pré-escolar Buddi (Unanico Group) Muppet Babies (Oddbot/Disney Junior) Stillwater (Gaumont/Scholastic) Paddington (Blue-Zoo Animation/Nickelodeon) Xavier Riddle and the Secret Museum (9 Story/Brown Bag Films) Melhor Produção Animada de TV – Infantil Hilda (Silvergate/Netflix) O Despertar das Tartarugas Ninja (Nickelodeon) She-Ra e as Princesas do Poder (DreamWorks) Star Wars: The Clone Wars (Lucasfilm) Victor e Valentino (Cartoon Network Studios) Melhor Produção Animada de TV – Geral Close Enough (Cartoon Network Studios) Primal (Cartoon Network Studios) Harley Quinn (Warner Bros. Animation) Rick e Morty (Adult Swim) The Midnight Gospel (Titmouse/Netflix) Melhor Direção em Série Animada Primal – Genndy Tartakovsky Great Pretender – Hiro Kaburagi Mao Mao: Heróis de Coração Puro – Michael Moloney O Despertar das Tartarugas Ninja – Alan Wan O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse – Eddie Trigueros Melhor Direção em Filme Animado Calamity Jane – Rémi Chayé A Caminho da Lua – Glen Keane Ride Your Wave – Masaaki Yuasa Soul – Pete Docter e Kemp Powers Wolfwalkers – Tomm Moore e Ross Stewart Melhor Trilha Sonora em Série Animada Blood of Zeus (Powerhouse Animation/Netflix) Mira Royal Detective (Wild Canary/Disney Junior) Star Trek: Lower Decks (CBS/Titmouse) Star Wars: The Clone Wars (Lucasfilm) The Tiger That Came to Tea (Lupus Films) Melhor Trilha Sonora em Filme Animado Dois Irmãos (Pixar) A Caminho da Lua (Netflix/Glen Keane Productions) Soul (Pixar Animation Studios) Os Irmãos Willoughby (Netflix/Creative Wealth Media) Wolfwalkers (Cartoon Saloon/Melusine) Melhor Roteiro de Série Animada Big Mouth (Netflix) O Mundo de Greg (Cartoon Network Studios) Fancy Nancy (Disney Television Animation) Harley Quinn (Warner Bros. Animation) She-Ra e as Princesas do Poder (DreamWorks) Melhor Roteiro de Filme Animado Shaun o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca (Aardman/Netflix) Dois Irmãos (Pixar) A Caminho da Lua (Netflix/Glen Keane Productions) Soul (Pixar) Wolfwalkers (Cartoon Saloon/Melusine)

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  • Filme

    Melissa McCarthy e Octavia Spencer viram super-heroínas no trailer de Esquadrão Trovão

    3 de março de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Esquadrão Trovão” (Thunder Force), comédia de ação em que Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”) ganham superpoderes. As duas vivem melhores amigas de longa data, que se afastaram com o passar dos anos. Lydia (McCarthy) resolve se reconectar com Emily (Spencer) justamente quanto a amiga desenvolve uma substância revolucionária que pode transformar qualquer pessoa em super-herói — e, é claro, acaba se injetando acidentalmente com um soro de superforça. Enquanto isso, a cientista ganha a capacidade de se tornar invisível. Com os novos poderes, as duas passam a combater o crime. Mas quando se tornam atrações de telejornais, acabam atraindo a atenção de supervilões. “Esquadrão Trovão” é uma nova parceria de McCarthy com seu marido, o ator Ben Falcone, que resolveu virar diretor e roteirista após se casar com a estrela. Por coincidência, os quatro filmes que ele escreveu e dirigiu são os piores da filmografia de McCarthy: “Tammy” (2014), “A Chefa” (2016), “Alma da Festa” (2018) e “Superinteligência” (2020). O quinto esforço tem estreia marcada para 9 de abril.  

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  • Série

    Netflix fará primeira série animada de Asterix

    3 de março de 2021 /

    A Netflix fechou parceria com a editora Hachette e o roteirista Alain Chabat para criar a primeira série animada baseada no icônico personagem francês Asterix. A série animada será computadorizada em 3D e produzida na França, com previsão de lançamento para 2023. Chabat, que escreveu e dirigiu a adaptação live-action “Asterix e Obelix: Missão Cleópatra” em 2002, atuará como showrunner. “Missão Cleópatra” foi a mais bem-sucedida das inúmeras aparições de Asterix nas telas e o terceiro longa-metragem de maior bilheteria da história do cinema francês. Asterix foi criado pelo roteirista René Goscinny (1926–1977) e o desenhista Albert Uderzo (1927–2020) em 1959, publicados em capítulos na revista “Pilote”. A primeira história completa, “Asterix, o Gaulês”, foi coletada num álbum em 1961, revelando a premissa que se manteria inalterada desde então. Na trama, Asterix é um baixinho bigodudo morador de um pequena aldeia na Gália, região da antiguidade que viraria a França e que resistia à ocupação romana em 50 a.C. A resistência ao poderio do império só era possível graças a uma poção mágica feita pelo druida Panoramix, que concedia superforça aos aldeões. Ao tomarem a poção, os gauleses se provavam os piores inimigos de César. Menos o grandalhão barrigudo Obelix, que não pode bebê-la, porque caiu no caldeirão mágico quando criança e se tornou superforte o tempo inteiro. Quase 400 milhões de exemplares vendidos depois, os gauleses de Goscinny e Uderzo finalmente ganharão sua primeira série. A Netflix vai adaptar o álbum “O Combate dos Chefes”, de 1966, onde os romanos, depois de serem constantemente constrangidos por Asterix e seus companheiros de aldeia, organizam uma briga entre chefes gauleses rivais e tentam manipular o resultado sequestrando o druida Panoramix para deixar a vila de Asterix sem seus poderes mágicos.

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  • Série

    Cidade Invisível é renovada para 2ª temporada

    2 de março de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Cidade Invisível” para a 2ª temporada. O anúncio veio acompanhado por um vídeo com Marco Pigossi, protagonista da atração, revelando pedidos dos assinantes para a trama continuar. Criada pelo diretor Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action após dirigir as animações das franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, “Cidade Invisível” traz Pigossi no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental. Após encontrar um estranho animal morto em uma praia carioca, o policial descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. A trama explora figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini, e ficou na lista de conteúdos mais vistos em cerca de 40 países. Mas foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-os de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Ao mesmo tempo em que comemorou o sucesso internacional da atração, Carlos Saldanha disse, em comunicado, que está levando todas as críticas em consideração para a 2ª temporada. “É uma alegria enorme ver um produto nosso, do Brasil, chegar a tantas partes do mundo e agradar a tantas pessoas. Recebi muitos comentários, li bastante sobre o que as pessoas desejam para a continuação, e estou levando tudo em consideração para trazer ao público uma sequência bacana”, ele afirmou. A 2ª temporada vai explorar outra região do Brasil, possivelmente a Amazônia, e contará com novos personagens, após uma temporada no Rio de Janeiro. O elenco ainda não estaria confirmado para os novos episódios. Segundo Haná Vaisman, gerente de conteúdo de Séries Originais Brasileiras da Netflix, a representatividade será uma das preocupações para a próxima etapa da produção. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi agendada. Talvez vocês fiquem hipnotizados pelos olhos de @marcopigossi e não consigam entender muito bem o que ele tá falando, então vou reforçar aqui: a segunda temporada de Cidade Invisível está CONFIRMADA ❤️ pic.twitter.com/BID0h2mYSR — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 2, 2021

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  • Filme

    Astro de Lovecraft Country vai estrelar filme lovecraftiano de Spike Lee

    1 de março de 2021 /

    O ator Jonathan Majors está em negociações para estrelar o filme “Gordon Hemingway & The Realm of Cthulhu”. A produção marcaria seu retorno ao universo lovecraftiano, após estrelar a 1ª temporada da série “Lovecraft Country”, e também uma retomada de sua parceria com Spike Lee, que o dirigiu em “Destacamento Blood”. “Gordon Hemingway & The Realm of Cthulhu” é uma produção de Spike Lee para a Netflix. Mas ele não vai dirigir o filme, que será comandado por Stefon Bristol (da sci-fi “A Gente Se Vê Ontem”). Majors está em negociações para interpretar o personagem-título, Gordon Hemingway, um pistoleiro negro americano que se junta na África Oriental em 1928 à guerreira de elite Princesa Zenebe, da Etiópia, para resgatar o regente do país, raptado por um mal ancestral. Apesar do título citar Cthulhu, uma das criações demoníacas de H.P. Lovecraft, o filme é uma história original, escrita por Hank Woon (“A Maldição das Formigas Gigantes”) e roteirizada por Fredrica Bailey (também de “A Gente Se Vê Ontem”). O novo projeto é o mais recente em uma série de projetos de alto perfil para a estrela em ascensão, que ganhou uma indicação ao Gotham Award de ator revelação, bem como um Independent Spirit Award por sua atuação em 2019 em “The Last Black Man in San Francisco . ” Majors será visto em breve no faroeste da Netflix, “The Harder They Fall”, ao lado de Idris Elba, Regina King, Zazie Beetz e LaKeith Stanfield, e fará o papel do supervilão Kang, o Conquistador, em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, da Marvel.

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  • Etc,  Série

    Taylor Swift se irrita com série “Ginny & Georgia” por piada com sua vida amorosa

    1 de março de 2021 /

    A nova série “Ginny & Georgia”, da Netflix, atraiu a ira de Taylor Swift e seus fãs durante o fim de semana. O motivo da repercussão foi uma frase do episódio final da 1ª temporada da série sobre a relação de uma mãe e filha, ao estilo de “Gilmore Girls”. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia (Brianne Howey) pergunta à sua filha Ginny (Antonia Gentry) sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. Capturas de tela da cena passaram a alimentar protestos nas redes sociais e a frase “Respeitem Taylor Swift” chegou a aparecer entre os tópicos em alta no Twitter na noite de domingo (28/2). Finalmente, nesta segunda-feira (1/3), primeiro dia do Mês da História das Mulheres, comemoração anual americana que destaca realizações femininas ao longo de março, a própria Taylor Swift resolveu se manifestar, chamado a frase da série uma “piada preguiçosa e profundamente machista”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada. Além disso, Netflix depois do [documentário de Taylor Swift] “Miss Americana”, esse figurino não fica bonito em você. Feliz Mês da História das Mulheres, eu acho.” A referência ao documentário se deve à inclusão de críticas à vida amorosa da cantora na produção da Netflix. Entre outros momentos, “Miss Americana” inclui comentaristas falando sobre como ela estava “passando por caras como um trem”. Hey Ginny & Georgia, 2010 called and it wants its lazy, deeply sexist joke back. How about we stop degrading hard working women by defining this horse shit as FuNnY. Also, @netflix after Miss Americana this outfit doesn’t look cute on you 💔 Happy Women’s History Month I guess pic.twitter.com/2X0jEOXIWp — Taylor Swift (@taylorswift13) March 1, 2021

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  • Série

    O Legado de Júpiter: Série de super-heróis da Netflix ganha primeiras imagens

    1 de março de 2021 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar e Frank Quitely. Junto com as imagens, a plataforma divulgou um vídeo que sugere a transformação das artes de Quitely nas fotos reveladas. As imagens revelam o elenco da atração, encabeçado por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”), Ian Quinlan (“Gotham”), Tyler Mane (“X-Men”) e Matt Lanter (“90210”). A atração é a primeiro adaptação de quadrinhos da Millarworld desde que a Netflix comprou a editora em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.

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  • Série

    Rebelde vai ganhar nova versão com Giovanna Grigio na Netflix

    1 de março de 2021 /

    A Netflix anunciou que vai lançar uma nova versão da novela teen latina “Rebelde”. Um post no Twitter revelou o projeto, que tem previsão de estreia para 2022. “Vocês pediram, vocês especularam e esse momento finalmente chegou: a nova geração RBD chega em 2022 no meu site”, anunciou o perfil oficial do streaming. Em um comunicado à imprensa, a plataforma deu mais detalhes, informando que o nome da escola será “Elite Way”, mesmo nome da escola da primeira versão da telenovela. Além disso, adiantou que o elenco contará com Giovanna Grigio, atriz e cantora que se destacou em “Malhação: Viva a Diferença” e “As Five”, da Globoplay, e no remake de “Chiquititas”, no SBT, em 2013. O resto do elenco será formado pelo argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e jovens estrelas mexicanas, incluindo o cantor Sergio Mayer Mori — que teve um relacionamento com a modelo brasileira Natália Subtil —, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene. “Rebelde” foi originalmente uma produção de 2004 da Televisa, emissora mexicana, que chegou ao Brasil através da exibição pelo SBT. O sucesso foi tão grande, que até rendeu um remake brasileiro, feito pela Record em 2011 com Arthur Aguiar, Chay Suede, Lua Blanco, Sophia Abrahão e a sister do “BBB 21”, Carla Diaz. As gravações da nova versão já começaram. Inclusive, Giovanna Grigio já publicou um post do México sobre o projeto, em seu Instagram. Veja abaixo. E a @gigi_grigio tá nesse bonde❤️ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 1, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Giovanna Grigio (@gigigrigio)

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    Globo de Ouro abafa protestos com risos amarelos e troféus dourados. Veja quem venceu

    1 de março de 2021 /

    Deu “Nomadland” e “Borat: Fita de Cinema Seguinte” na premiação de cinema do Globo de Ouro 2021. “The Crown”, “Schitt’s Creek” e “O Gambito da Rainha” venceram na TV. E nenhuma das produções ruins que disputavam troféus foi premiada. Nenhuma manifestação de protesto ocupou as telas. O Globo de Ouro da polêmica se transformou na premiação dos risos amarelos. Militantes nas redes sociais, astros preferiram prestigiar e agradecer a Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood ao vivo, na noite de domingo (28/2), a cada troféu conquistado. Nem parecia que, horas antes, reclamavam nas redes sociais contra a falta de inclusão do prêmio. De repente, Chlóe Zhao, a diretora de “Nomadland”, o Melhor Filme de Drama, se tornou a segunda mulher a vencer o Globo de Ouro de Melhor Direção em 78 anos da premiação… De repente, todas as categorias com atores negros na disputa consagraram esta opção. John Boyega (“Small Axe”), Daniel Kaluuya (“Judas e o Messias Negra”), Andra Day (“Estados Unidos Vs Billie Holiday”) e o falecido Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”) foram celebrados como se simbolizassem a representatividade do evento. A cantora Andra Day, inclusive, foi a primeira negra ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama em 35 anos! Representatividade? Ou ação rápida para disfarçar o elefante no palco, que foi abordado logo na abertura pelas apresentadoras Tina Fey e Amy Poehler? “A Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood é formada por cerca de 90 jornalistas internacionais – nenhum negro – que comparecem a encontros de cinema todos os anos em busca de uma vida melhor”, afirmou Fey. “Dizemos por volta dos 90, porque alguns deles podem ser fantasmas e há rumores de que o membro alemão é apenas uma salsicha em que alguém desenhou um pequeno rosto”. Poehler disse: “Todo mundo está compreensivelmente chateado com a Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood e suas escolhas. Olha, muito lixo espalhafatoso foi nomeado. Mas isso acontece. Isso é coisa deles. Mas vários atores negros e projetos liderados por negros foram esquecidos”. Fey acrescentou: “Todos nós sabemos que premiações são estúpidas. A questão é que, mesmo com coisas estúpidas, a inclusão é importante e não há membros negros na Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood”. As duas instaram a organização a incluir membros negros em suas fileiras. Quando os líderes da organização subiram ao palco, comprometeram-se envergonhadamente a melhorar sua representatividade, sem fornecer muitos detalhes sobre que reformas aconteceriam. “Reconhecemos que temos nosso próprio trabalho a fazer”, disse a vice-presidente da Associação, Helen Hoehne. “Assim como no cinema e na televisão, a representação negra é vital. Devemos ter jornalistas negros em nossa organização”. E o presidente do grupo, Ali Sar, acrescentou que “esperamos um futuro mais inclusivo”, numa declaração genérica sem o menor senso de urgência. E foi isso. Os discursos protocolares que se seguiram, de cada vencedor, parecia refletir cenas de “The Crown”, produção francamente favorita dos membros da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, que faturou quatro Globos de Ouro, inclusive Melhor Série de Drama. Um dos raros contrastes no tom apreciativo veio na segunda aparição de Sasha Baron Cohen, que lembrou de agradecer ironicamente “aos integrantes da Associação Totalmente Branca da Imprensa Estrangeira em Hollywood” por suas vitórias – como Melhor Ator de Comédia e responsável pelo Melhor Filme de Comédia (“Borat: Fita de Cinema seguinte”). Notoriamente engajada, Jane Fonda, que recebeu uma homenagem pela carreira, também fez um aparente aceno à crise de diversidade da premiação, argumentando que Hollywood precisava fazer mais para oferecer oportunidades para mulheres e pessoas de cor. “Vamos todos nos esforçar para expandir essa tenda, para que todos se levantem e a história de todos tenha a chance de ser vista e ouvida”, disse ela, animando a colega Viola Davis, vista comemorando o comentário na edição televisiva. Entre a contenção de danos de imagem, o Globo de Ouro só não conseguiu evitar a atenção criada pela quantidade de agradecimentos feitos à Netflix, que chegou a evocar os velhos tempos da Miramax, quando Harvey Weinstein (ele mesmo) recebia mais citações que Deus no discurso dos vencedores, após investir fortunas nas conquistas de seus filmes. A Netflix levou mais da metade dos prêmios televisivos: 6 dos 11 troféus disponíveis. Amazon e Apple ficaram com um cada um, o que ajudou a tornar o domínio do streaming amplo na premiação. O mesmo domínio se repetiu nas categorias de cinema, onde a Netflix foi a distribuidora que mais conquistou vitórias: quatro. Chadwick Boseman garantiu um prêmio como Melhor Ator de Drama por “A Voz Suprema do Blues”, Rosamund Pike venceu como Melhor Atriz de Comédia por “Eu Me Importo”, Aaron Sorkin foi o Melhor Roteirista por “Os 7 de Chicago” e a dupla Diane Warren e Laura Pausini emplacou o troféu de Melhor Canção por “Rosa e Momo”. O Globo de Ouro não é considerado um indicador de rumos para o Oscar. No ano passado, os vencedores foram “1917” e “Era uma vez em Hollywood”, que perderam para “Parasita” na premiação da Academia. Mas este ano, mais que nos anteriores, a decisão de barrar filmes sobre a experiência negra, como “Destacamento Blood”, “Uma Noite em Miami”, “Judas e o Messias Negro”, “A Voz Suprema do Blues”, “Estados Unidos Vs Billie Holiday” e até mesmo a história asiática de “Minari – Em Busca da Felicidade”, da disputa de Melhor Filme, deixa o termômetro do Globo de Ouro totalmente imprestável. Veja abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme – Drama “Nomadland” Melhor Filme – Comédia ou Musical “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Melhor Direção Chloé Zhao (“Nomadland”) Melhor Ator – Drama Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”) Melhor Atriz – Drama Andra Day (“Estados Unidos Vs Billie Holiday”) Melhor Ator – Comédia ou Musical Sacha Baron Cohen (“Borat: Fita de Cinema Seguinte”) Melhor Atriz – Comédia ou Musical Rosamund Pike (“Eu Me Importo”) Melhor Ator Coadjuvante Daniel Kaluuya (“Judas e o Messias Negra”) Melhor Atriz Coadjuvante Jodie Foster (“The Mauritanian”) Melhor Roteiro Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”) Melhor Trilha Original Trent Reznor, Atticus Ross, Jon Batiste (“Soul”) Melhor Canção Original “Io Si (Seen)” (de “Rosa e Momo”) – Diane Warren, Laura Pausini, Niccolò Agliardi Melhor Animação “Soul” Melhor Filme de Língua Estrangeira “Minari – Em Busca da Felicidade” (EUA) TELEVISÃO Melhor Série – Drama “The Crown” Melhor Série – Comédia ou Musical “Schitt’s Creek” Melhor Minissérie ou Telefilme “O Gambito da Rainha” Melhor Ator – Drama Josh O’Connor (“The Crown”) Melhor Atriz – Drama Emma Corrin (“The Crown”) Melhor Ator – Comédia Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Melhor Atriz – Comédia Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Mark Ruffalo (“I Know This Much Is True”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme John Boyega (“Small Axe”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Gillian Anderson (“The Crown”)

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  • Série

    Anime baseado no filme Círculo de Fogo ganha trailer dublado em português

    27 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e um novo trailer da série animada baseada nos filmes da franquia “Círculo de Fogo”. Dublado em português, o vídeo revela, além das esperadas cenas de luta contra monstros gigantes, uma trama de amadurecimento e sobrevivência. Intitulado “Círculo de Fogo: The Black” (Pacific Rim: The Black), o desenho em estilo anime acompanha um casal de irmãos que, após anos escondidos dos kaiju (monstros gigantes), encontram um abrigo abandonado com um velho Jaeger (robô gigante pilotável). Com a ajuda da inteligência artificial da máquina, eles aprendem a usar o equipamento para enfrentar as ameaças colossais e partem em busca de seus pais, que não veem desde os primeiros ataques. A produção animada fecha um “círculo”, uma vez que o filme original, concebido pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013, incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A série em estilo de anime foi desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix. A atração foi criada por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e tem estreia marcada para 4 de março.

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  • Filme

    Jake Gyllenhaal e Jessica Chastain vão estrelar adaptação do game The Division

    27 de fevereiro de 2021 /

    O popular game “The Division” vai virar filme da Netflix, estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), e dirigido por Rawson Marshall Thurber (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”). O game se passa em um futuro próximo, após um vírus mortal se espalhar pelo uso de papel moeda. A epidemia estoura em uma Black Friday, dizimando a cidade de Nova York e matando milhões de pessoas. Em pouco tempo a sociedade sucumbe e, já no Natal, o que resta está em caos. Um grupo de civis, treinados para atuar em tempos de catástrofe, é posto em ação em uma tentativa de salvar o que ainda resta do mundo. Com o nome completo de “Tom Clancy’s The Division”, o game de tiro táctico com elementos de RPG foi produzido pela Massive Entertainment e lançado pela Ubisoft em março de 2016. Na ocasião, tornou o título inédito de venda mais rápida na história dos videogames. “The Division 2” foi lançada em março de 2019 com aclamação da crítica e continua a fornecer ao seus jogadores atualizações com novos conteúdos continuamente. Mas vale observar que sua premissa ficou datada, porque na recente Black Friday da pandemia real a maioria das compras foi virtual (isto é, sem “uso de papel moeda”). A produção será o segundo filme de Marshall Thurber na Netflix. Ele terminou recentemente as filmagens de “Red Notice“, que tem um dos maiores orçamentos da história da plataforma e um elenco encabeçado por Dwayne “The Rock” Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds. Ainda não há previsão para o início da produção. Veja abaixo dois trailers impactantes do game original, inclusive uma versão legendada em português.

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