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    Scarlett Johansson defende boicote contra o Globo de Ouro

    8 de maio de 2021 /

    Scarlett Johansson se tornou uma das primeiras estrelas de Hollywood a se manifestar claramente a favor de um boicote contra o Globo de Ouro. Em um comunicado divulgado à imprensa neste sábado (8/5), a intérprete de Viúva Negra destacou que cansou de enfrentar “perguntas e comentários sexistas” de jornalistas da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), organização responsável pela premiação do Globo de Ouro, e sugeriu que a indústria do cinema e da televisão se juntasse, após as iniciativas da Netflix, da Amazon e de 100 agências de talentos, que decidiram boicotar o Globo de Ouro pela dificuldade da entidade de adotar medidas para sanar seus problemas crônicos de falta de ética e representatividade. “Espera-se que uma atriz que promova um filme participe da temporada de premiações, o que inclui entrevistas coletivas e de cerimônias de premiação”, disse Johansson em seu comunicado. “No passado, isso geralmente significava enfrentar perguntas e comentários sexistas de certos membros da HFPA que beiravam o assédio sexual. Foi também a razão exata pela qual eu, por muitos anos, me recusei a participar de suas coletivas. A HFPA é uma organização que foi legitimada por nomes como Harvey Weinstein para ganhar impulso como prévia do reconhecimento da Academia e a indústria os seguiu. A menos que haja uma reforma fundamental necessária dentro da organização, acredito que é hora de dar um passo atrás em relação à HFPA e nos concentrar na importância e na força da unidade dentro de nossos sindicatos e da indústria como um todo”, ela concluiu. A declaração foi a mais contundente, mas não a única entre os astros de cinema dos EUA. Seu colega da Marvel, Mark Ruffalo, que venceu um Globo de Ouro neste ano (por seu papel na minissérie “I Know This Much Is True”), manifestou-se na noite de sexta (7/5) dizendo que era hora de “corrigir os erros do passado” da premiação, dizendo-se desanimado com a falta de empenho da entidade para mudar. “É desanimador ver a HFPA, que ganhou destaque e lucrou muito com seu envolvimento com cineastas e atores, resistir à mudança que está sendo pedida por muitos dos grupos que foram os mais privados de direitos por sua cultura de sigilo e exclusão. Agora é a hora de intensificar e corrigir os erros do passado”, ele declarou. “Nossa indústria está abraçando a oportunidade de maior igualdade neste belo momento. Não é perfeito ou exagerado, mas é claro o que deve acontecer e como. O Movimento de Justiça está oferecendo a todos nós, à HFPA e a todas as outras entidades de entretenimento, um bom caminho a seguir. Todos nós devemos seguir o exemplo. É nosso público e nosso maior senso de decência que estamos servindo com essas mudanças. Ambos são merecedores.” Os comentários refletem a frustração da indústria do entretenimento com as mudanças anunciadas pela HFPA na quinta-feira (6/5), como parte de um esforço para salvar o Globo de Ouro. A HFPA foi forçada a reavaliar seu funcionamento após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. O anúncio das mudanças aconteceu nesta semana, incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, mas apenas a partir de setembro, quando a temporada de premiação estiver começando. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, plataformas como Amazon e Netflix, representantes de 100 agências de talentos (que cuidam da carreira das estrelas de Hollywood) e até os próprios artistas começaram a reagir com decepção, anunciando um boicote à premiação. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Pressionado, o comitê agora terá que mostrar serviço, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC, que viabiliza o Globo de Ouro em troca da transmissão televisiva, pagando os polpudos salários dos membros da associação. O fato é que se os artistas não aparecerem, a cerimônia do Globo de Ouro deixa de ter atrativo como programa de televisão.

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    Amazon se junta à Netflix em boicote ao Globo de Ouro

    8 de maio de 2021 /

    A Amazon se aliou à Netflix na ameaça de boicote ao Globo de Ouro 2022. Após o chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, anunciar que está “interrompendo todas as atividades” da plataforma com a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), grupo responsável pela distribuição anual dos prêmios do Globo de Ouro, Jennifer Salke, sua equivalente da Amazon, também emitiu um comunicado reafirmando o mesmo. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios na sexta-feira (7/5) à noite. Além das duas maiores plataformas de streaming, representantes de 100 agências de talentos, responsáveis por cuidar dos interesses dos principais artistas de cinema e TV dos EUA e Reino Unido, avisaram que não haverá Globo de Ouro em 2022 se a HFPA não alterar as regras da entidade para acelerar a inclusão de minorias e eliminar problemas éticos do prêmio antes da próxima votação. A HFPA foi forçada a reavaliar seu funcionamento após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representa o fim do prêmio. Para impedir o boicote, a HFPA anunciou na quinta uma proposta que previa a contratação de um diretor de diversidade e a ampliação do alcance da Associação para incluir correspondentes internacionais de todos os EUA e não apenas de Los Angeles, com ênfase no recrutamento de jornalistas negros. Entretanto, isso só começaria em setembro e provavelmente não afetaria a próxima premiação. A transição começaria com a adição de 20 novos membros, que se somariam aos atuais 87 ainda neste ano, com o compromisso de acrescentar pelo menos outros 20 membros até o fim de 2022. Outra mudança estabelecida foi a proibição de convites para viagens gratuitas e outras formas de suborno (denominadas de “itens promocionais”) por parte dos estúdios de Hollywood, com a obrigação dos membros de seguir normas de condutas que seriam melhor elaboradas mais adiante. A proposta do conselho da HFPA contou com apoio da rede NBC, que exibe o Globo de Ouro nos EUA, e dos produtores do show, mas ficou muito aquém da mudança esperada pelo mercado. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu o questionamento que juntou Netflix, Amazon e agências de talento na ameaça de boicote, que inviabilizaria a realização da premiação em 2022. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” Pressionado, o comitê agora terá que mostrar serviço, acelerar seu cronograma e convencer os contrariados da HFPA que precisarão ceder os anéis para não ficar sem os dedos. Ou melhor, ficar sem o Globo de Ouro, que, no atual ritmo, certamente perderá apoio da indústria e de artistas, colocando em risco seu contrato milionário com a rede NBC – que é quem paga os polpudos salários dos membros da associação.

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  • Etc

    Netflix e representantes de artistas anunciam boicote ao Globo de Ouro

    8 de maio de 2021 /

    As mudanças anunciadas na quinta (6/5) pelo comitê da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), grupo responsável pela distribuição anual dos prêmios do Globo de Ouro, foram consideradas insuficientes por vários integrantes da indústria do entretenimento. Uma coalisão de mais de 100 agências de talentos, o grupo de pressão Time’s Up e até a Netflix anunciaram na sexta que irão boicotar eventos da HFPA, incluindo o Globo de Ouro, até que mudanças mais substanciais sejam implantadas. Os agentes de talento, representando os principais artistas de cinema e TV dos EUA e Reino Unido, chegaram a dizer que não haverá Globo de Ouro em 2022 se a HFPA seguir adiante com o plano anunciado, que começaria a ser implantado apenas em setembro e ainda deixa várias iniciativas sem cronograma. Qualquer premiação votada pelos atuais membros da associação será boicotada pelos astros de Hollywood. A HFPA foi forçada a reavaliar seu funcionamento após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representa o fim do prêmio. Para impedir o boicote, a HFPA anunciou na quinta uma proposta que previa a contratação de um diretor de diversidade e a ampliação do alcance da Associação para incluir correspondentes internacionais de todos os EUA e não apenas de Los Angeles, com ênfase no recrutamento de jornalistas negros. Entretanto, isso só começaria em setembro e provavelmente não afetaria a próxima premiação. A transição começaria com a adição de 20 novos membros, que se somariam aos atuais 87 ainda neste ano, com o compromisso de acrescentar pelo menos outros 20 membros até o fim de 2022. Outra mudança estabelecida foi a proibição de convites para viagens gratuitas e outras formas de suborno (denominadas de “itens promocionais”) por parte dos estúdios de Hollywood, com a obrigação dos membros de seguir normas de condutas que seriam melhor elaboradas mais adiante. A proposta do conselho da HFPA contou com apoio da rede NBC, que exibe o Globo de Ouro nos EUA, e dos produtores do show, mas ficou muito aquém da mudança esperada pelo mercado. A Netflix foi bem clara nesse sentido, em comunicado assinado por seu chefe de conteúdo, Ted Sarandos, nesta sexta. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Sarandos. Mas o cronograma do plano da HFPA foi considerado inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” “Sabemos que você tem muitos membros bem-intencionados que desejam uma mudança real”, continuou Sarandos, “e que todos nós temos mais trabalho a fazer para criar uma indústria igualitária e inclusiva. Mas a Netflix e muitos dos talentos e criadores com que trabalhamos não podem ignorar o fracasso coletivo da HFPA em abordar essas questões cruciais com urgência e rigor”. A revista The Hollywood Reporter apurou que Sarandos ficou particularmente descontente com o fato de que cerca de 10% dos atuais membros do HFPA votaram contra as mudanças – ou se abstiveram de votar durante a discussão do tema. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto das empresas, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A sugestão de boicote, que não permitiria a realização do Globo de Ouro em 2022, é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, também reclamou das generalizações da proposta do comitê, exigindo ações mais claras. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. Pressionado, o comitê agora terá que mostrar serviço, acelerar seu cronograma e convencer os contrariados da HFPA que precisarão ceder os anéis para não ficar sem os dedos. Ou melhor, ficar sem o Globo de Ouro, que, no atual ritmo, certamente perderá apoio da indústria e de artistas, colocando em risco seu contrato milionário com a rede NBC – que é quem paga os polpudos salários dos membros da associação.

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  • Filme

    Filme de “Sailor Moon” ganha trailer dublado

    7 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer dublado em português de “Pretty Guardian Sailor Moon: Eternal: O Filme”. A prévia revela detalhes dos dois longas de “Sailor Moon”, um dos animes mais populares de todos os tempos. A produção é dividida em duas partes, mas ambas vão chegar juntas em streaming, no dia 3 de junho. A trama é inspirado no arco “Sonho” do mangá original. Criação de Naoko Takeuchi, o mangá de “Sailor Moon” surgiu em 1991 introduzindo as guardiãs adolescentes da Terra em lutas contra as forças do mal. A primeira série animada foi lançada um ano depois, exibida entre 1992 e 1997 no Japão, com 200 episódios que foram transmitidos no Brasil pela Rede Manchete e Rede Brasil. A produção ainda rendeu o spin-off “Sailor Moon Crystal”, que retomou os personagens em 2014. O filme vai abordar o amadurecimento das Sailor Guardians, tanto como adolescentes quanto como defensoras do planeta, inclusive o primeiro amor de Chibiusa Tsukino (conhecida como Rini na dublagem nacional). Chiaki Kon, que trabalhou no terceiro ano de “Sailor Moon Crystal”, é o diretor do longa, que teve suas duas partes já lançadas no Japão no início deste ano.

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  • Série

    Top 10: A volta de “The Handmaid’s Tale” e as melhores séries da semana

    7 de maio de 2021 /

    A 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” começou a ser disponibilizada na plataforma Paramount+ simultaneamente ao lançamento nos EUA. Além dos novos episódios da série distópica, as novidades da semana incluem três estreias: a adaptação de quadrinhos “O Legado de Júpiter”, a animação “Star Wars: The Bad Batch” e o drama brasileiro “Onde Está Meu Coração”. Em seu retorno, “The Handmaid’s Tale” apresenta um salto temporal para mostrar June (Elisabeth Moss) já recuperada de seus ferimentos sangrentos, consequências da reação à sua artimanha para embarcar dezenas de crianças num avião em fuga do governo opressor dos antigos EUA. Agora, ela está pronta para instigar uma insurreição, mudando o tom da história, que inicialmente era um relato de opressão, para ação de resistência. No entanto, não espere que a guerra termine tão cedo. A série criada por Bruce Miller, que adapta o romance distópico “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, já foi renovada para uma 5ª temporada. Portanto, a batalha continuará por pelo menos mais um ano. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens, na tentativa de provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais. O lançamento é o primeiro resultado da compra da Millarworld pela Netflix em 2017. O objetivo da aquisição era lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming. Mas “O Legado de Júpiter” não acrescenta nada nas tramas de super-heróis que os fãs do gênero já conhecem de atrações melhores, rendendo a série mais fraca do Top 10. “Star Wars: The Bad Batch” mantém o nível de excelência das animações da Lucasfilm. A primeira série animada de “Star Wars” exclusiva da Disney+ é uma continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars) e faz uma ponte inesperada com “Star Wars Rebels”. A trama acompanha o chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Como se recusam a seguir ordens genocidas do Imperador Palpatine, a falha do grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigosa por permitir decisões independentes e o Grand Moff Tarkin (vilão clássico do primeiro “Star Wars”) ordena sua destruição. Em fuga, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito. “Onde Está Meu Coração” é a opção mais adulta e dramática. Gravada em 2019 e adiada em meio à pandemia de coronavírus, a minissérie gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. Com 10 episódios, a atração tem roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014), e também destaca Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Confira abaixo a seleção completa (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana.     The Handmaid’s Tale | EUA | 4ª Temporada (Paramount+)     O Legado de Júpiter | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Star Wars: The Bad Batch | EUA | 1ª Temporada (Disney+)     Onde Está Meu Coração | Brasil | 1ª Temporada (Globoplay)     Garota de Fora | Tailândia | 2ª Temporada (Netflix)     Mystic Quest | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+)     The Girlfriend Experience | EUA | 3ª Temporada (Starzplay)     Selena: A Série | México, EUA | 2ª Temporada (Netflix)     The Good Doctor | EUA | 4ª Temporada (Globoplay)     Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração | EUA | 1ª Temporada (Netflix)

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  • Série

    Netflix cancela “Os Irregulares de Baker Street”

    6 de maio de 2021 /

    A Netflix cancelou a série “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars) após apenas uma temporada. Lançada em 26 de março, a série tinha ligação com o universo de Sherlock Holmes, mas não trazia o detetive como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado. O grupo não era invenção recente como “Enola Holmes”, mas personagens do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887) e ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. Só que a atração da Netflix tomou grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente eram investigados por Holmes. Além disso, os jovens assumem os papéis de detetives e não apenas de fonte de informações, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança levada adiante, cada vez mais comum nas produções atuais, foi a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, era interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco trazia Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. Como é costume, a Netflix não emitiu comunicado sobre o final da série, mantendo a preferência de não alardear seus fracassos. Mesmo assim, seria curioso saber o que motivou o fim da produção, já que em sua estreia ela chegou a aparecer no Top 10 das atrações semanais mais vistas da consultoria Nielsen – à frente de “Falcão e o Soldado Invernal”.

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    Stranger Things: Eleven volta ao laboratório do Dr. Brenner em teaser da 4ª temporada

    6 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou a primeira prévia da 4ª temporada de “Stranger Things”. Após um vídeo misterioso, postado na quarta (5/5) nas redes sociais, o novo material ressalta a referência de bunker vigiado, mostrando um laboratório secreto em que crianças paranormais são testadas pelo Dr. Brenner (Matthew Modine), vilão da 1ª temporada. A sequência parece um flashback de pesadelo, situação reforçada por terminar com um close de Eleven (Onze, em português, interpretada por Millie Bobby Brown) despertando assustada. A prévia sugere a volta do Dr. Brenner, apesar de o personagem ter sido supostamente morto pelo Demogorgon. O vídeo, porém, não diz quando esse mistério será revelado. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas, atrasando a estreia dos novos episódios e ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos.

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    Awake: Ninguém consegue dormir no trailer de sci-fi apocalíptica

    6 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Awake”, sci-fi apocalíptica estrelada por Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”). A trama se passa após um acontecimento global avariar todos os aparelhos eletrônicos e impedir a humanidade de conseguir dormir, enlouquecendo lentamente a população. Conforme o caos toma conta do mundo, Jill, uma ex-soldado com um passado turbulento, tenta levar sua família para segurança e, em sua jornada, descobre que pode ter a chave da cura: sua filha. A menina é a única que ainda consegue dormir. O elenco da produção também inclui Shamier Anderson (“Passageiro Acidental”), Finn Jones (“Punho de Ferro”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Barry Pepper (“Predadores Assassinos”), Frances Fisher (“Watchmen”), Gil Bellows (“Deuses Americanos”), Lucius Hoyos (“Between”) e a menina Ariana Greenblatt (“Amor e Monstros”). O filme tem direção do canadense Mark Raso (“Kodachrome”), que também escreveu o roteiro em parceria com seu irmão Joseph Raso (criador da franquia “Zombies”, do Disney Channel), a partir de uma história de Gregory Poirier (“A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos”). A estreia está marcada para 9 de junho.

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    Oxigênio: Melanie Laurent sofre claustrofobia e falta de ar em trailer de suspense

    5 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer legendado de “Oxigênio”, suspense do cineasta francês Alexandre Aja (“Predadores Assassinos”), que traz Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”) presa em local desconhecido e lutando para sobreviver com oxigênio limitado. A atriz revelada para o público internacional em “Bastardos Inglórios” (2009) vive uma mulher que acorda presa em uma cápsula de criogenia, sem memórias e com sua reserva de oxigênio no fim. Aos poucos, ela percebe que o segredo para sua sobrevivência pode estar na descoberta de sua própria identidade. Apesar da história se concentrar na experiência claustrofóbica da estrela francesa, o elenco também inclui Mathieu Amalric (“O Som do Silêncio!”) e Marc Saez (“Borgia”). O longa tem roteiro de Christie LeBlanc (“How to Make a Reality Star”) e estreia marcada para a próxima quarta-feira (12/5) em streaming.

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    Stranger Things: Vídeo misterioso inicia divulgação da 4ª temporada

    5 de maio de 2021 /

    A Netflix começou a divulgação da 4ª temporada de “Stranger Things”. A produção ganhou um vídeo misterioso, que foi postado nesta quarta (5/5) nas plataformas oficiais da série – inclusive no YouTube. Veja abaixo. O vídeo é identificado como “HNL (Hawkins Nacional Laboratory) Control Room” (sala de controle do laboratório nacional de Hawkins, em tradução literal) e mostra alguns monitores de TV que transmitem imagens bastante enigmáticas: tabuleiro de xadrez, objetos ensanguentados e arco-íris. A descrição ainda acrescenta: “Devido a dificuldades técnicas, o Laboratório Nacional de Hawkins será fechado até nova ordem. Nós voltaremos ao serviço amanhã às 9:00 ET (10:00 no Brasil)”. Os fãs acreditam que o horário se refere à revelação de um primeiro teaser/trailer dos novos episódios. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas, atrasando a estreia dos novos episódios. Apesar disso, os irmãos Duffer, criadores da série, comemoram as possibilidades propiciadas pelo hiato maior, que lhes permitiu refletir mais sobre os caminhos que querem dar para o enredo. Ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos.

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    Vídeo de “Elite” apresenta novatos da 4ª temporada

    5 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou um vídeo para introduzir as novidades do elenco da 4ª temporada de “Elite”. A prévia apresenta quatro novos intérpretes: Manu Ríos, Carla Díaz, Martina Cariddi e Pol Granch. Eles aparecem trajando roupas negras, em clima de fim de festa, e não no tradicional uniforme do colégio Las Encinas. Desta lista, Carla Díaz tem a carreira mais longa. A atriz de 22 anos atua desde a infância e já apareceu em 19 atrações diferentes na Espanha, entre elas as séries “Tierra de Lobos” (2010-14), “El Príncipe” (2014-16) e a recente “La Caza. Monteperdido” (2019). Já Manu Rios fazia parte do elenco da comédia “Chiringuito de Pepe” (2014-16). Martina Cariddi é a única com carreira cinematográfica, tendo aparecido em “O Guardião Invisível” (2017) e no premiadíssimo “Mientras Dure la Guerra” (2019), enquanto Pol Granch é o menos experiente. Cantor revelado pelo concurso de calouros “X Factor” espanhol em 2018, ele faz sua estreia como ator. Um teaser anterior revelou que o personagem de Manu Rios vai se meter entre o relacionamento de Omar (Omar Ayuso) e Ander (Arón Piper). Ele chega para balançar o casal original e aumentar a temperatura LGBTQIA+ da série espanhola. Mas ainda há poucas informações sobre os demais. Embora a série criada por Carlos Montero e Darío Madrona esteja ganhando novidades, a atração também perdeu integrantes de seu elenco. A próxima temporada não terá as voltas de Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério) e Álvaro Rico (Polo) e ainda perderá mais dois ao longo dos próximos capítulos. Itzán Escamilla e Omar Ayuso, intérpretes de Samuel e Omar, anunciaram que saem da produção no quarto ano. A série espanhola retorna em 18 de junho e já se encontra renovada para a 5ª temporada – que introduzirá ainda mais personagens, um deles interpretado pelo brasileiro André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”.

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    Lupin: Veja as primeiras fotos da segunda parte da série

    5 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 2ª parte de “Lupin”, que vão acompanhar a luta do protagonista para recuperar seu filho raptado. A série, que se tornou o maior sucesso de língua francesa da plataforma, teve 10 episódios originalmente gravados. Entretanto, a Netflix dividiu a exibição desses capítulos em duas partes, disponibilizando apenas cinco deles em 8 de janeiro. Por isso, a empresa assumiu que “a segunda parte já estava confirmada antes mesmo da primeira lançar” (sic). A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances do escritor Maurice LeBlanc, conhecido há 100 anos como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o ladrão vivido pelo astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. A estreia dos novos episódios vai acontecer neste ano, mas a Netflix ainda não confirmou a data. Só que não vai ficar nisso. O sucesso foi tanto que o criador da série, George Kay, disse à Variety que planeja mais temporadas e que os dez primeiros episódios “são o primeiro capítulo de uma série maior”. Lupin Part 2 is coming … soon In the meantime, here's your first look at Part 2. pic.twitter.com/CE96cqKtAE — Netflix (@netflix) May 5, 2021

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    Trailer de “A Última Carta de Amor” resume o novo romance da Netflix

    4 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “A Última Carta de Amor”, que basicamente resume o filme inteiro em seus 2h37 minutos de duração. A prévia revela detalhes, reviravoltas e até uma expectativa de final para a história romântica apresentada, eliminando as surpresas que possam existir na história. O filme é baseado no romance de mesmo nome de Jojo Moyes, escritora conhecida do público de cinema como a autora do livro que virou “Como Eu Era Antes de Você” (2016). A história é apresentada pela perspectiva de uma jornalista que encontra uma coleção de antigas cartas secretas, descrevendo um caso de amor proibido na década de 1960. Nas cartas, ela descobre que um colega de profissão se apaixonou pela esposa de um homem que ele deveria entrevistar, gerando um affair que acabou em tragédia. Obcecada com a história, ela tenta descobrir o que aconteceu com o casal, procurando-o nos dias de hoje. O elenco destaca Felicity Jones (“Rogue One”) como a jornalista, Shailene Woodley (“Divergente”) e Callum Turner (“Emma.”) como o par romântico, Joe Alwyn (“A Favorita”) como o marido traído, Nabhaan Rizwan (“Informer”) como o parceiro da jornalista, e Ben Cross (“Star Trek”), falecido em 2020, em seu último papel como a versão mais velha do personagem de Turner. “A Última Carta de Amor” é o segundo longa dirigido pela atriz Augustine Frizzell, que estreou com a comédia indie “Never Goin’ Back”, indicada ao Spirit Awards em 2019, e também dirigiu o piloto da série “Euphoria”. A estreia está marcada para 23 de julho em streaming.

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