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  • Filme

    Edward Norton negocia papel na sequência de “Entre Facas e Segredos”

    11 de maio de 2021 /

    O ator Edward Norton (“O Incrível Hulk”) está em negociações para se juntar a Daniel Craig na continuação de “Entre Facas e Segredos”. Ele é o segundo ator cogitado a se juntar ao protagonista no novo filme, após Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) na segunda-feira (10/5). Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação será outro mistério repleto de astros famosos, que será investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Craig. A produção de uma sequência era considerada certa desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor do primeiro filme aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). A Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos longas, que serão novamente dirigidos por Johnson.

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  • Série

    Lupin tenta salvar o filho no trailer tenso da 2ª parte da série

    11 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer legendado da 2ª parte de “Lupin”. A prévia tensa foca na luta do protagonista para salvar seu filho raptado, além de finalmente revelar a data de estreia dos novos episódios. A série, que se tornou o maior sucesso de língua francesa da plataforma, teve 10 episódios originalmente gravados. Entretanto, a Netflix dividiu a exibição desses capítulos em duas partes, disponibilizando apenas cinco deles em 8 de janeiro. Por isso, a empresa assumiu que “a segunda parte já estava confirmada antes mesmo da primeira lançar” (sic). A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances do escritor Maurice LeBlanc, conhecido há 100 anos como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o ladrão vivido pelo astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. A estreia dos novos episódios vai acontecer em 11 de junho.

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  • Série

    Robert Downey Jr. apresenta a série que o fez trocar a Marvel pela DC

    11 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou um vídeo com cenas inéditas e comentários da equipe criativa de “Sweet Tooth”, série baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo/DC Comics. Entre os depoentes, o primeiro a falar é ninguém menos que Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), que trocou a Marvel pela DC para produzir a nova série com sua esposa Susan Downey. Além do casal, a roteirista Beth Schwartz (showrunner de “Arrow”), o diretor Jim Mickle (dos terrores “Somos o que Somos” e “Stake Land”) e o autor dos quadrinhos Jeff Lemire abordam no vídeo como foi a transposição da publicação para as telas, em meio à exibição das cenas grandiosas da atração. Com elementos de fábula encantada e sci-fi pós-apocalíptica, “Sweet Tooth” se passa uma década após o nascimento de bebês mutantes e a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável. A trama acompanha Gus, um menino nascido com chifres de veado. Ele faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animal que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Perseguidos por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho benevolente. A atração reúne em seu elenco os atores Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios. “Sweet Tooth” teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por seu criador, Jeff Lemire. Com adaptação a cargo de Beth Schwartz e Jim Mickle, que também assina a direção de episódios, a série tem estreia marcada para 4 de junho.

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  • Série

    Love, Death & Robots: Trailer da 2ª temporada mostra animação realista

    10 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Love, Death & Robots”, que dá uma mostra dos diferentes estilos – alguns extremamente realistas, com captura de performance de astros famosos – da animação dos próximos episódios. Vencedora de cinco Emmys e quatro Annies, “Love, Death & Robots” é uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A atração se diferencia pela abordagem adulta que dá aos três itens de seu título (amor, morte e robôs) e pelo visual refinadíssimo de cada capítulo. A nova leva contará com supervisão da diretora Jennifer Yuh Nelson (da franquia “Kung Fu Panda”), contratada para o projeto após a 1ª temporada. A estreia está marcada para 14 de maio.

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  • Filme

    Kevin Hart faz rir e chorar no trailer legendado de “Paternidade”

    10 de maio de 2021 /

    Prepare os lencinhos de papel. A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Paternidade” (Fatherhood), primeiro protagonismo dramático do comediante Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”). E a prévia é daquelas de chorar sem parar. A atração continua a ter os elementos cômicos que são associados aos filmes do ator – e o final do trailer até permite uma gargalhada catártica – , mas a premissa pende claramente para o melodrama, mostrando como o protagonista precisa aprender a ser um pai solteiro e cuidar de sua filhinha após sua esposa morrer. O filme registra as dificuldades dessa jornada, que começa com a filha bebê e acompanha a pequena Maddy até o começo de sua infância. “Paternidade” é baseado nas memórias do escritor Matthew Logelin e foi escrito e dirigido pelo cineasta Paul Weitz (“Um Grande Garoto”). Além de Kevin Hart, o elenco conta também com Alfre Woodard (“Luke Cage”), Lil Rel Howery (“Corra!”), DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), Anthony Carrigan (“Gotham”), Paul Reiser (“Stranger Things”) e a menina Melody Hurd (“Eles”/Them). A estreia está marcada para 18 de junho em streaming.

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  • Série

    Ragnarok: 2ª temporada do “Thor da Netflix” ganha trailer

    10 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada da série norueguesa “Ragnarok”. Inspirada na mitologia nórdica, a atração propõe um Thor (ou Magne) diferente da versão da Marvel. A série se passa em uma pequena e fictícia cidade norueguesa chamada Edda, envenenada pela poluição e abalada pelo derretimento das geleiras. Em meio a esses sinais apocalípticos, os deuses antigos voltam a se manifestar. Na prévia dos próximos episódios, Magne procura aliados para uma batalha que está apenas começando. A plataforma de streaming divulgou também a sinopse do segundo ano: “Imagine que você é um estudante de 17 anos e acabou de descobrir que precisa enfrentar um inimigo extremamente poderoso que está dominando uma cidade inteira, talvez até mesmo um país. O que você faria? Magne está em busca de respostas e de aliados, mas será que ele conseguirá a tempo?” Criação de Adam Price, responsável pelo fenômeno nórdico “Borgen”, a série foi lançada em janeiro do ano passado com apenas seis episódios e um final com gancho para eventos importantes, que devem ser finalmente revelados. A 2ª temporada da atração – que é estrelada por três atores da série “Skam”, David Stakston, Herman Tømmeraas e Theresa Frostad Eggesbø, além de Jonas Strand Gravli (“Wisting”) e Emma Bones (“Heimebane”) – será lançada em 27 de maio.

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  • Filme

    Dave Bautista negocia filmar sequência de “Entre Facas e Segredos”

    10 de maio de 2021 /

    O ator Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) está em negociações para se juntar a Daniel Craig na continuação de “Entre Facas e Segredos”. Ele é o primeiro ator cogitado a integrar o novo filme, ao lado do astro da agora franquia. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação será outro mistério repleto de astros famosos, que será investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Craig. A produção de uma sequência era considerada certa desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor do primeiro filme aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). A Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos longas, que serão novamente dirigidos por Johnson.

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  • Etc

    WarnerMedia reforça boicote ao Globo de Ouro

    10 de maio de 2021 /

    A WarnerMedia é o novo conglomerado a protestar contra a associação encarregada da premiação do Globo de Ouro. A empresa que contém os estúdios Warner Bros., o canal pago HBO e a plataforma de streaming HBO Max se juntou à Netflix e à Amazon num boicote à Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) até que “mudanças sejam implementadas”. “Embora elogiemos a aprovação dos membros do HFPA do plano para avançar em direção a uma reforma radical, não acreditamos que o plano vá longe o suficiente para abordar a amplitude de nossas preocupações, nem seu cronograma captura a necessidade urgente com a qual essas questões devem ser abordadas”, declarou o alto escalão da WarnerMedia em uma carta aberta endereçada ao presidente da HFPA, Ali Sar. “Os estúdios e canais da WarnerMedia vão se abster de envolvimento direto com a HFPA, incluindo entrevistas coletivas sancionadas pela associação e convites para seus jornalistas cubram outros eventos da indústria, até que as mudanças sejam implementadas”, continua a correspondência. “Isso abrange todas as produções da HBO, HBO Max, Warner Bros. Pictures Group, Warner Bros. Television, TNT e TBS.” Em sua declaração à imprensa, a WarnerMedia apontou: “Por muito tempo, exigências de ‘mimos’, favores especiais e pedidos pouco profissionais foram feitos [pelo time do Globo de Ouro] a nós e a outros em nossa indústria. Nos arrependemos de ter apenas reclamado, mas tolerado esse comportamento, até agora”. O poderoso conglomerado ainda “sugeriu” que as mudanças na HFPA deveriam incluir “um código de conduta específico e bem vigiado, que inclua uma política de tolerância zero a incidentes de contato físico não consentido com atores e equipe”. A sugestão leva em conta uma denúncia de Brendan Fraser (“A Múmia”), que acusou um ex-presidente da HFPA de assédio sexual durante um evento do Globo de Ouro. Sério. Mais detalhes dessa história estão incluídos em outra polêmica da HFPA abordada mais abaixo. A carta foi enviada pela WarnerMedia antes da rede NBC anunciar que não transmitirá o Globo de Ouro de 2022. A credibilidade da associação responsável pelo Globo de Ouro foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E foi ele quem foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Berk continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.

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  • Etc,  TV

    NBC não exibirá o Globo de Ouro em 2022

    10 de maio de 2021 /

    O Globo de Ouro recebeu seu golpe mais mortal. A rede NBC anunciou que não vai transmitir a premiação em 2022. O contrato milionário com o canal, pelos direitos de transmissão da cerimônia, é que sustenta a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Sem esse negócio, não só o Globo de Ouro, mas a própria entidade corre o risco de se tornar inviável. A NBC divulgou a seguinte declaração nesta segunda-feira (10/5): “Continuamos a acreditar que o HFPA está comprometida com uma reforma significativa. No entanto, uma mudança dessa magnitude exige tempo e trabalho, e acreditamos fortemente que o HFPA precisa de tempo para fazê-lo da maneira certa. Como tal, a NBC não irá transmitir o Globo de Ouro de 2022. Supondo que a organização execute seu plano, temos esperança de estar em posição de transmitir o programa em janeiro de 2023”. A decisão ecoa a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e, nas últimas horas, também da WarnerMedia. Todos anunciaram rompimento com a HFPA. As agências ainda chegaram a sugerir especificamente o cancelamento do Globo de Ouro em 2022, diante da falta de pressa da associação para promover as mudanças esperadas pela indústria do entretenimento. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E em 2018 ele foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.

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  • Etc

    Tom Cruise devolve troféus do Globo de Ouro em protesto

    10 de maio de 2021 /

    O astro Tom Cruise devolveu suas três estatuetas do Globo de Ouro para a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Ele tinha troféus de Melhor Ator por “Nascido em 4 de Julho” (1989) e “Jerry Maguire” (1996), além de Melhor Ator Coadjuvante por “Magnólia” (1999). O gesto foi o protesto mais claro de um astro de Hollywood contra a associação responsável pela tradicional premiação de cinema e TV dos EUA, e acontece após Scarlett Johansson defender boicote contra a HFPA e a Amazon, Netflix e uma coalizão de 100 agências de talentos (responsáveis pelas carreiras das estrelas da indústria do entretenimento) ameaçarem não trabalhar mais com os jornalistas estrangeiros responsáveis pelo Globo de Ouro. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. O anúncio das mudanças aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, mas apenas a partir de setembro, quando a temporada de premiação estiver começando. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, ameaça a continuidade do Globo de Ouro.

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  • Série

    Emily in Paris: Atrizes revelam que 2ª temporada terá cenas em Saint Tropez

    10 de maio de 2021 /

    Emily saiu de Paris e agora está em Saint Tropez, famosa cidade litorânea da Riviera Francesa, que virou sinônimo de biquíni quando Brigitte Bardot usou o traje de banho em cenas gravadas para “E Deus Criou a Mulher”, em 1956. As praias tropezianas serão um dos cenários da 2ª temporada de “Emily em Paris”. A revelação da locação aconteceu em postagens de três integrantes do elenco da produção, que publicaram fotos no Instagram, dando o spoiler. Vestida com roupa de banho, Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), a Emily, posou com as colegas Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”) e Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”) em uma foto de frente para o mar, que as três compartilharam na rede sociail. “As garotas estão de volta. É tão bom estarmos reunidas”, escreveu a protagonista da série. “Finalmente reunidas. Senti falta dessas garotas especiais”, acrescentou Ashley Park, que interpreta Mindy, ao lado da mesma imagem. A série é estrelada pela filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. O elenco da atração também inclui Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Park (@ashleyparklady)

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  • Série

    Criador de “O Legado de Júpiter” anuncia novas adaptações de quadrinhos

    9 de maio de 2021 /

    Lançado com críticas negativas, “O Legado de Júpiter” atingiu apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, a Netflix tem planos de produzir novas adaptações dos quadrinhos de seu autor, Mark Millar. O próprio Millar confirmou que o projeto de “The Magic Order”, que chegou a ser descartado pela plataforma, voltou à fase de desenvolvimento. “O distanciamento nos deu a chance de voltar ao material com um olhar completamente novo e devemos começar a trabalhar com os roteiristas em breve”, ele contou em seu blog, confirmando que as situações que impediam a produção foram superadas com a retomada das filmagens na Europa, com o começo da vacinação e a superação da mais crítica do coronavírus. Além disso, ele revelou o lançamento de “Super Crooks”, série animada que terá sua première no próximo mês no Festival de Annecy, na França, o desenvolvimento de um filme baseado em “Reborn”, com direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e produção da atriz Sandra Bullock (“Gravidade”), e a definição dos roteiristas de “Prodigy”, que será adaptado pelos primos Matthew e Ryan Firpo, autores do roteiro de “Eternos”, da Marvel. As produções são resultado da compra da Millarworld pela Netflix em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming. O primeiro projeto deveria ter sido “Magic Order”, que foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. Com isso, a adaptação inaugural acabou sendo “O Legado de Júpiter”, que não empolgou a crítica. Caso não tenha a audiência esperada, o desempenho da série pode prejudicar os planos de expansão ambiciosa do universo do autor de quadrinhos.

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    Equipe de “Eu Nunca…” faz evento beneficente contra a covid-19 na Índia

    9 de maio de 2021 /

    O elenco da série teen “Eu Nunca…” reuniu-se virtualmente no sábado (8/5) para arrecadar fundos e ajudar a combater a covid-19 na Índia. Os atores e criadores da atração da Netflix promoveram uma roteiro de roteiro inédito da 2ª temporada e ainda responderam algumas perguntas dos fãs, enquanto incentivaram o público a fazer doações para a organização beneficente GiveIndia, em apoio aos seus esforços contra a pandemia, que está sem controle na Índia. A série criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”), que é filha de imigrantes indianos, inspira-se na infância da atriz e roteirista, e gira em torno da adolescente Devi (Maitreyi Ramakrishnan) e sua família indiana. A leitura do primeiro episódio da 2ª temporada reuniu os atores Maitreyi Ramakrishnan, Darren Barnet e Jaren Lewison. Os novos capítulos de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever, em inglês) estreiam em julho na Netflix.

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