Sombra e Ossos: Nova série de fantasia da Netflix ganha trailer épico
A Netflix divulgou pôsteres de personagens e o trailer épico de “Sombra e Ossos” (Shadow and Bone), série de fantasia baseado na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo. A prévia cinematográfica e repleta de efeitos visuais materializa uma realidade em luta com as sombras, onde monstros alados causam morte e destruição. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – e só a magia pode não ser suficiente para sobreviver. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que também estará no vindouro filme de Edgar Wright “Last Night in Soho”. Mas o elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). O cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) assina os dois primeiros episódios da 1ª temporada, que chega ao streaming em 23 de abril. Caso faça sucesso, a 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas o mesmo universo – chamado Grishaverse – teve sequência em novas publicações – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram publicados pela Editora Gutenberg no Brasil.
O Exterminador do Futuro vai virar série animada da Netflix
A Netflix encomendou uma série animada baseada na franquia “O Exterminador do Futuro”. Detalhes do enredo são mantidos em segredo, mas o roteiro está a cargo de Mattson Tomlin, que escreveu o filme da Netflix “Power” e o vindouro “Batman”, dirigido por Matt Reeves. O estúdio Skydance, que produziu o recente “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, também está à bordo da produção. Mas o detalhe mais interessante é que o desenho terá estilo anime, com produção do famoso estúdio japonês Production IG, responsável por animes clássicos como “Ghost in the Shell”, “Patlabor”, “Psycho-Pass” e “Eden of the East”. “Estou honrado que a Netflix e o Skydance me deram a oportunidade de abordar ‘O Exterminador do Futuro’ de uma forma que quebra convenções, subverte expectativas e demonstra coragem real”, disse Tomlin em comunicado sobre o projeto. “’O Exterminador do Futuro’ é uma das histórias de ficção científica mais icônicas já criadas – e se tornou ainda mais relevante para o nosso mundo com o passar do tempo”, acrescentou o vice-presidente do Japão e da divisão de animes da Netflix, John Derderian. “A nova série animada irá explorar este universo de uma forma que nunca foi feita antes”. Lançada em 1984 pelo diretor James Cameron como um ficção científica barata, a franquia de “O Exterminador do Futuro” já soma seis títulos nos cinemas e mais de US$ 2 bilhões de arrecadação mundial. Além dos filmes, “O Exterminador do Futuro” também já inspirou uma série live-action, que teve duas temporadas em 2008 e 2009, com Lena Headey, Summer Glau e Thomas Dekker no elenco.
Series online: Antologia antirracista de Steve Queen é o grande destaque da semana
A Globoplay disponibilizou sem maior alarde nesta sexta (26/2) “Small Axe”, uma “série” da BBC que na verdade é uma coleção de cinco filmes espetaculares dirigidos por Steve McQueen, o aclamado cineasta de “12 Anos de Escravidão” (2013). Considerado o Melhor “Filme” do Ano pela Los Angeles Film Critics Association (Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles), a obra, que abriu o Festival de Nova York de 2020, também concorre ao Independent Spirit Awards, Critics Choice e Globo de Ouro como série, minissérie e/ou telefilme do ano. O título do projeto deriva de um provérbio africano usado em todo o Caribe e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). Cada episódio/filme aborda uma história real da luta contra o racismo no Reino Unido, registrando alguns protestos antirracistas famosos de Londres, que já em 1970 denunciavam a brutalidade policial, incluindo o célebre confronto no bairro não-branco de Brixton durante o auge da era punk-reggae. As abordagens e personagens são amplos. Há desde uma criança negra discriminada, um casal apaixonado, um DJ aspirante e um policial negro que se vê diante de uma crise de consciência em relação à instituição que representa. Além disso, nem todo o racismo denunciado por McQueen é retratado com enfrentamento violento. Também há a história da revolta de um grupo de mães contra um sistema escolar que manda crianças negras geniais para classes atrasadas, com “necessidades especiais” (isto é, dificuldade de aprendizado). Não bastasse ter tramas relevantes e um diretor no auge de sua capacidade criativa, “Small Axe” ainda traz um elenco impressionante, com John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Naomi Ackie (também de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Malachi Kirby (“Black Mirror”), Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Alex Jennings (“The Crown”) e Jack Lowden (“Dunkirk”), entre muitos outros. As demais estreias da programação são bastante variadas, vindas de diferentes países. Mas vale destacar que a canadense “Mary de Morte” (tradução de “Mary Kills People”) chega completa, com três temporadas de uma vez, após passar despercebida no antigo GNT Play. Para quem não conhece, esta dramédia polêmica, sobre uma médica que pratica eutanásia à pedido de pacientes terminais, tem “somente” 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Small Axe | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay) Pennyworth | EUA | 2ª Temporada (Starzplay) Beartown | Suécia | 1ª Temporada (HBO Go) A Peste | Espanha | 2ª Temporada (HBO Go) Homeland | EUA | 8ª Temporada (Globoplay) Mary de Morte | Canadá | 3 Temporadas (Globoplay) Vincenzo | Coreia do Sul | 1ª Temporada (Netflix) The End: A Escolha | Austrália | Minissérie (Globoplay) Ginny & Georgia | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Tenku Shinpan – Sem Saída | Japão | 1ª Temporada (Netflix)
Army of the Dead: Filme de zumbis de Zack Snyder ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Army of the Dead”, filme de zumbis de Zack Snyder, que ganhou um subtítulo em português. A prévia revela uma horda de mortos-vivos em Las Vegas, que lembra as cenas finais de “Madrugada dos Mortos” (2004). Por sinal, o vídeo também recorda que, antes de dirigir filmes de super-heróis da DC Comics, Snyder começou sua carreira com “Madrugada dos Mortos”, remake bem feitinho do clássico “Despertar dos Mortos” (1978), de George A. Romero. Na trama, um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”), Theo Rossi (“Luke Cage”), a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”) e Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”) – que substituiu Chris D’Elia (“Undateable”) em refilmagens, após o ator sofrer acusações de abuso sexual. “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” estreia em 21 de maio.
Ator brasileiro do Disney Channel entra na série espanhola Elite
Vai ter brasileiro no colégio Las Encinas em 2021. O ator André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel pelas séries “Juacas” e “Bia”, entrou no elenco da 5ª temporada de “Elite”. Vale lembrar que a produção espanhola da Netflix ainda não estreou a 4ª temporada. Assim, o anúncio da participação de Lamoglia também é uma confirmação da renovação da série. “A 4ª temporada nem começou, mas eu já confirmei a 5ª temporada de ‘Elite’, sim. Com mais adições ao elenco, inclusive o lindo e brasileiro André Lamoglia”, publicou o perfil oficial da Netflix, junto com uma imagem do ator com cabelo curto e uniformizado para as aulas. Além dele, a atriz argentina Valentina Zenere, de outra série da Disney, “Soy Luna”, também entrou no elenco. A série já tinha incluído novos personagens no terceiro ano de sua produção, incluindo os dois primeiros estudantes negros da escola de elite, Malick (Leiti Sene) e Yeray (Sergio Momo). A 4ª temporada vai trazer mais alunos novos, mas ainda não tem previsão de estreia. Nem precisa começar a pedir: a quarta temporada nem começou, mas eu já confirmei a QUINTA TEMPORADA DE ELITE, SIM. Com mais adições ao elenco, inclusive o lindo e brasileiro @andrelamoglia! pic.twitter.com/J6ZUhiKqCK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 25, 2021
Gwyneth Paltrow revolta médico do SUS britânico com dicas para “curar” covid-19
Gwyneth Paltrow causou controvérsia na internet ao anunciar um “tratamento alternativo” para a covid-19. Há alguns dias, ela contou que tem sofrido com os efeitos da chamada “covid longa”, em que os sintomas da infecção persistem mesmo depois de o paciente ter se livrado do vírus. A atriz de “Homem de Ferro” desabafou no blog de seu portal de vida saudável, Goop, não ter se livrado da “fadiga e a confusão mental”, contando que teve que repensar seu estilo de vida para tentar recuperar sua saúde. Mas acabou se “curando” após seguir orientações de um “profissional de medicina funcional”. No texto postado em seu site, Gwyneth contou que tem feito jejum até as 11 horas e se adaptado a uma dieta cetogênica baseada em plantas, sem açúcar ou álcool. Mas o tratamento divulgado por ela causou revolta em um médico britânico. O professor Stephen Powis, do NHS (o SUS britânico), declarou ao jornal The New York Daily News que o “jejum intuitivo” e outros métodos alternativos recomendados pela atriz “não são as soluções recomendadas” para tratar covid-19. “Assim como o vírus, a desinformação atravessa fronteiras, sofre mutações e evolui. Então, acho que o YouTube e outras plataformas de mídia social têm uma responsabilidade e uma oportunidade reais aqui. Nos últimos dias, vi que Gwyneth Paltrow infelizmente está sofrendo os efeitos da covid. Desejamos-lhe tudo de bom, mas algumas das soluções que ela está recomendando realmente não são as soluções que recomendaríamos no NHS”. Ele alertou que as recomendações da atriz podem, inclusive, aumentar o problema e que falta de proteína tende a aumentar a fadiga e a confusão mental. “Precisamos levar a covid muito a sério e aplicar ciência séria. Todos os influenciadores que usam as redes sociais têm o dever de responsabilidade e o dever de cuidar disso”. É a segunda vez que a atriz-empresária enfrenta críticas do NHS. A série “The Goop Lab”, divulgada na Netflix, em que Paltrow divulga sua grife de produtos femininos e dá dicas de cuidados para mulheres, foi considerada um “risco considerável à saúde” por Simon Stevens, diretor-executivo do NHS. Em janeiro do ano passado, Stevens condenou os “produtos duvidosos de bem-estar e tratamentos suspeitos” oferecidos pela Goop, dizendo que a atriz apenas espalha “mitos” e “desinformação”. “A marca dela vende repelente para vampiros, diz que filtro solar químico é uma péssima ideia, promove a lavagem intestinal e máquinas para enema de café, apesar de apresentarem riscos consideráveis à saúde”, acusou o diretor do NHS. “Embora o termo ‘fake news’ leve a maioria das pessoas a pensar em política, a preocupação natural com a própria saúde e, especialmente, com a de seus entes queridos, torna esse terreno particularmente fértil para charlatães, impostores e excêntricos”, acrescentou.
David Fincher volta a trabalhar com roteirista de Seven em novo filme da Netflix
O cineasta David Fincher vai continuar na Netflix, após lançar “Mank” e as séries “House of Cards” e “Mindhunter” na plataforma. Ele está desenvolvendo mais um filme para o serviço em streaming. E para quem acompanha a carreira do cineasta, a boa notícia é que a produção marcará seu reencontro com o roteirista Andrew Kevin Walker, que escreveu um dos melhores longas do diretor, “Seven” (1995). O novo filme é “The Killer”, uma adaptação da graphic novel francesa (“Le Tueur”, no original) de Alexis Nolent e Luc Jacamon, que Fincher desenvolve desde 2007, quando seria estrelada por Brad Pitt. Agora, o diretor conversa com Michael Fassbender (o Magneto da franquia “X-Men”) para estrelar o longa, planejando iniciar as gravações já em setembro. Descrito como um “noir bruto”, “The Killer” segue um assassino que começa a desmoronar psicologicamente ao desenvolver uma consciência, enquanto seus clientes continuam a requisitar seus serviços. Ainda não há previsão para o lançamento.
Mark Ruffalo e Jennifer Garner compartilham fotos de reencontro
Os astros Mark Ruffalo e Jennifer Garner animaram seus seguidores do Instagram ao compartilharem fotos de seu reencontro, 17 anos após “De Repente 30”, comédia romântica que marcou época. “Me reconectando com uma amiga das antigas. Alguém sabe onde eu posso conseguir Razzles no Canadá?”, escreveu Ruffalo, ao lado de uma foto com a atriz, fazendo referência ao doce preferido de seus personagens no longa. “O pó do desejo funcionou! E tive um dia perfeito com meu velho amigo”, disse Garner, ao lado da mesma foto e também se referindo a uma cena clássica do filme, quando sua personagem, aos 13, deseja ter 30 anos de idade. Apesar das referências, o encontro não é para uma continuação do longa de 2004. É que os dois vão estrelar um novo filme juntos. Eles fazem parte do elenco de “The Adam Project”, uma comédia sci-fi da Netflix, em que vivem os pais de Ryan Reynolds! Ao estilo de outro clássico, “De Volta ao Futuro”, a trama vai acompanhar o personagem de Reynolds voltar no tempo para encontrar a si mesmo quando tinha 13 anos. Nessa missão – para salvar o mundo! – ele também acaba encontrando os pais vividos pelos dois atores. O elenco ainda conta com Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), no papel da esposa de Reynolds, e o jovem estreante Walker Scobell como o Reynolds mirim. “The Adam Project” será o segundo longa seguido do astro com direção de Shawn Levy. Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria ter estreado em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. O novo filme também não tem previsão de estreia. Veja abaixo os posts originais do reencontro de Mark Ruffalo e Jennifer Garner. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner)
Atriz de Modern Family se emociona com homenagem de WandaVision
A atriz Julie Bowen, que viveu a mãezona Claire Dunphy em “Modern Family”, resolveu se manifestar sobre a homenagem de “WandaVision” à sua interpretação naquela série. Em uma publicação no Instagram, ela se disse emocionada pela referência materializada por Elizabeth Olsen no 7º episódio da atração da Marvel, exibida na Disney+ (Disney Plus). “Um ano depois de a gente ter encerrado ‘Modern Family’, hoje somos parte de ‘WandaVision’. Eles homenagearam ‘I Love Lucy’, ‘A Feiticeira’, ‘The Brady Bunch’ e outros… Ver a nossa série entre as ‘clássicas’ nos olhos da série inovadora da Marvel me deixou sem palavras (Acredite em mim e em qualquer pessoa que tenha trabalhado comigo, isso é uma coisa difícil de fazer). Desde o rompimento da 4ª parede até o tecido do sofá… nossa! Que ótima maneira de comemorar um aniversário agridoce”, elogiou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Julie Bowen (@itsjuliebowen)
O Legado de Júpiter: Série de super-heróis da Netflix ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o teaser da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), sua primeira adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar, após comprar a editora Millarworld em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos quadrinhos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série será estrelada por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”) e Matt Lanter (“90210”). Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.
Os Irregulares de Baker Street: Série do universo de Sherlock Holmes ganha teaser
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars), que explora cenas de terror explícito e a ligação da série com o universo do escritor Arthur Conan Doyle, com destaque especial para o célebre endereço da rua Baker, número 221b, em Londres. Trata-se, claro, da residência de Sherlock Holmes. Ao contrário de “Sherlock”, a série não traz Holmes como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua que são recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado – por doença ou drogas. O grupo não é invenção recente como “Enola Holmes”. É uma criação legítima do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. “Os Irregulares” toma grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente são investigados por Holmes. Além disso, são apresentados na série como verdadeiros detetives e não apenas fontes de informação, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança, cada vez mais comum nas produções atuais, é a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, é interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco traz Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. A estreia está marcada para 26 de março.
Mila Kunis será “Uma Garota de Muita Sorte” na Netflix
A atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) vai estrelar e produzir a adaptação do best-seller “Uma Garota de Muita Sorte” (Luckiest Girl Alive) para a Netflix. O romance de Jessica Knoll gira em torno de Ani FaNelli, uma nova-iorquina de língua afiada que parece ter de tudo: uma posição importante em uma revista sofisticada, um guarda-roupa matador e um casamento dos sonhos no horizonte. Mas quando o diretor de um documentário policial a convida a revelar um chocante incidente que aconteceu quando ela era adolescente numa escola prestigiosa, ela é forçada a enfrentar uma verdade sombria que ameaça desmontar sua vida meticulosamente elaborada. A própria escritora, que usou sua experiência como ex-editora da revista Cosmopolitan como inspiração para a história, assina o roteiro. Já a direção está a cargo de Mike Barker, que volta a filmar longa-metragens após 14 anos dedicados a séries como “The Handmaid’s Tale” e “Fargo”. O projeto será tocado pelas produtoras Orchard Farm Productions, de Kunis, Made Up Stories, de Bruna Papandrea e Jeanne Snow, e Picturestart, de Erik Feig e Lucy Kitada. Não há previsão para a estreia.
Zack Snyder revela data de estreia de seu filme de zumbis na Netflix
O diretor Zack Snyder anunciou que seu filme de zumbis da Netflix, “Army of the Dead”, finalmente tem previsão de estreia. Em um post nas redes sociais, ele divulgou o lançamento 21 de maio e revelou que o primeiro teaser será revelado na próxima quinta (25/2). “Army of the Dead” foi filmado entre o verão e o outono de 2019 nos EUA, refilmado no verão de 2020 para substituir um ator devido à acusações de abuso sexual e até seu spin-off, um prólogo ainda sem título, encerrou sua produção ainda em 2020. O atraso no lançamento se deve, em parte, ao envolvimento de Snyder no relançamento de “Liga da Justiça”, que tomou todo o seu tempo nos últimos meses. Claro que não ajudou ter que voltar ao set para apagar Chris D’Elia (“Undateable”) do longa. Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele teve sua participação substituída pela comediante Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 17 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”. Um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme ainda inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Survivors take all. #ArmyOfTheDead on @Netflix May 21.Teaser this Thursday. pic.twitter.com/sIgDoz6rmz — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 21, 2021












