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  • Música

    Anitta lança seu primeiro clipe em espanhol, gravado em Nova York

    31 de maio de 2017 /

    Anitta divulgou seu primeiro clipe cantado em espanhol, “Paradinha”, visando o lançamento de sua carreira internacional. A produção foi feita em tempo recorde. A gravação ocorreu na semana passada em Nova York e o lançamento chegou rápido na internet para evitar vazamentos. Com direção do carioca Bruno Ilogti, o vídeo mostra Anitta dançando pelas ruas, metrô, supermercado, lavanderia e até um restaurante, numa ambientação muito colorida e descontraída, em meio à população nova-iorquina. E logicamente sua dancinha contagia os figurantes anônimos, que tentam imitá-la. A língua espanhola sugere um reggaeton, mas o refrão com o título em português é de trio elétrico. O fato de a música ser dedicada a um movimento de dança sensual também tem certo Tchan, por assim dizer. Este é o terceiro trabalho de Anitta dirigido por Ilogti. Ele também foi responsável pelos divertidos clipes de “Bang” e “Essa Mina É Louca”, sucessos anteriores da cantora – além de vídeos de Fergie, comerciais de moda e curta-metragens. O vídeo de “Paradinha” vem acompanhado de uma campanha comercial, com patrocinador e tudo, que já divulgou o making of e – que tchan – terá vídeos para ensinar a coreografia. O making of pode ser conferido logo após o clipe.

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  • Música

    Novata Kell Smith junta Luiza Brunet, Astrid Fontenelle, Fabi Bang e Luiza Possi em clipe contra o assédio

    25 de maio de 2017 /

    A cantora Kell Smith mal começou a carreira e já chama atenção. Seu primeiro clipe, “Respeita as Mina”, chega num timing perfeito, em tempos de empoderamento feminino e denúncias de assédio, e conta com participação de mulheres bem mais famosas que a própria artista: Luiza Brunet, Astrid Fontenelle, Fabi Bang e Luiza Possi. O refrão contagiante ensina: “Respeita as mina/ Toda essa produção não se limita a você/ Já passou da hora de aprender/ Que o corpo é nosso/ Nossas regras, nosso direito de ser”. E enquanto Kell canta, o vídeo apresenta situações de assédio sofridas por mulheres em seu cotidiano, incluindo transporte público, o ambiente de trabalho e a hora de lazer, onde entram em cena as famosas citadas. A direção é de Mess Santos, que fez, entre outros, o divertido clipe de Nego do Borel para “Você Partiu meu Coração”, com Anitta e Wesley Safadão. Com batida dançante e violões, a produção de Rick Bonadio vai num bom embalo até tropeçar num trecho de rap, em que Kell mostra que não é rapper. O detalhe é que ela nem precisava apelar para um textão clichê e mal ajambrado, quando seu refrão já diz tudo. E isto é tão raro. “Respeita as Mina” também pode induzir a um equívoco, sugerindo que Kell seja uma nova revelação do funk ou, vá lá, do hip-hop nacional. Mas outras canções de seu disco de estreia apontam falta de identidade musical, com um ecletismo que pode agradar até fãs de chororô sertanejo.

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  • Música

    Mallu Magalhães pede desculpas por clipe acusado de racista

    24 de maio de 2017 /

    A cantora Mallu Magalhães decidiu se pronunciar, após seu novo clipe ser acusado de racista. Em comunicado, ela pede desculpas e afirma que “a ideia era ter um clipe com excelentes dançarinos que despertassem nas pessoas a vontade de dançar, de se expressar”, mas que entende as “interpretações que derivaram do clipe”. “A arte é um território muito aberto e passível de diferentes interpretações e, por mais que tentemos expressar com precisão uma ideia, acontece de alguns significados, às vezes, fugirem do nosso controle. Sei que o racismo ainda é, infelizmente, um problema estrutural e muito presente. Eu também o vejo, o rejeito e o combato. Li cada uma das críticas, dos posts e comentários, e o debate me fez refletir muito sobre o tema. Entendo as interpretações que derivaram do clipe, mas gostaria de deixar claro minhas reais intenções”, completa. No vídeo da música “Você Não Presta”, a cantora requebra ao lado de dançarinos negros e a combinação, além da forma como eles são retratados, causou polêmica. Como os dançarinos vestem poucas roupas e estão com o corpo besuntado em óleo, ativistas apontaram que se trata de um contexto racista, já que há a hipersexualização do corpo numa prática que remete à época da escravidão, quando os escravos tinham o corpo besuntado em banha para parecerem mais saudáveis e esconder os defeitos físicos. Para complicar ainda mais, há uma sequência em que os dançarinos aparecem atrás de uma grade de ferro. É a estrutura metálica de uma escada, mas a associação que se faz é de uma cela de prisão. No pior timing do mundo, é justamente nessa hora que ela canta o refrão: “Eu convido todo mundo para minha festa, só não convido você porque você não presta”… Em outra sequência, o cenário vira paredes de tijolos expostos, que lembram barracos de favela. O distanciamento da cantora do restante da equipe também foi alvo de críticas. Muitos apontam que Mallu não se coloca como integrante do grupo nas imagens. Mas não pára nisso. Há intertexto no intertexto. O fato de Mallu usar uma camiseta estampada com “Oscar 2002” remete ao único ano em que dois negros (Denzel Washington e Halle Berry) venceram o troféu de Melhor Ator e Melhor Atriz na história da premiação da Academia. 2002 também foi o ano do lançamento do filme brasileiro “Cidade de Deus”… Houve até quem lembrasse que a cantora mora em Portugal, e a estética do clipe, que sexualiza negros e glamoriza a favela, é um esterótipo de como os europeus imaginam o Brasil. Segundo ela, as reações foram “uma oportunidade de aprender”. E ela reitera seu “pedido de desculpas”. Leia abaixo o comunicado na íntegra: “Fico muito triste em saber que o clipe da música ‘Você não Presta’ possa ter ofendido alguém. É muito decepcionante para mim que isso tenha acontecido. Gostaria de pedir desculpas a essas pessoas. Meu trabalho e minha mensagem têm sempre finalidade e ideais construtivos, nunca, de maneira nenhuma, destrutivos ou agressivos. A arte é um território muito aberto e passível de diferentes interpretações e, por mais que tentemos expressar com precisão uma ideia, acontece de alguns significados, às vezes, fugirem do nosso controle. Sei que o racismo ainda é, infelizmente, um problema estrutural e muito presente. Eu também o vejo, o rejeito e o combato. Li cada uma das críticas, dos posts e comentários, e o debate me fez refletir muito sobre o tema. Entendo as interpretações que derivaram do clipe, mas gostaria de deixar claro minhas reais intenções. A ideia era ter um clipe com excelentes dançarinos que despertassem nas pessoas a vontade de dançar, de se expressar. Foram convidados pela produtora e pelo diretor os bailarinos Bruno Cadinha, Aires d´Alva, Filipa Amaro, Xenos Palma, Stella Carvalho e Manuela Cabitango. Com a última, inclusive, tive a alegria de fazer aulas para me preparar para o vídeo. É realmente uma tristeza enorme ter decepcionado algumas pessoas, mas ao mesmo tempo agradeço a todos por terem se expressado. E reitero o meu pedido de desculpa. É uma oportunidade de aprender. Espero que, após este esclarecimento, seja aliviado deste espaço de conversa qualquer sentimento de ofensa ou injustiça, ficando os fundamentos nos quais tanto acredito: a dança, a arte e o convite à música.”

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  • Música

    Mallu Magalhães cria polêmica com clipe acusado de racista

    24 de maio de 2017 /

    Mallu Magalhães lançou um novo clipe, “Você Não Presta”, e a internet caiu matando. No vídeo, a cantora requebra ao lado de dançarinos negros, e a combinação, além da forma como eles são retratados, causou polêmica. Como os dançarinos vestem poucas roupas e estão com o corpo besuntado em óleo, ativistas apontaram que se trata de um contexto racista, já que há a hipersexualização do corpo numa prática que remete à época da escravidão, quando os escravos tinham o corpo besuntado em banha para parecerem mais saudáveis e esconder os defeitos físicos. Para complicar ainda mais, há uma sequência em que os dançarinos aparecem atrás de uma grade de ferro. É a estrutura metálica de uma escada, mas a associação que se faz é de uma cela de prisão. No pior timing do mundo, é justamente nessa hora que ela canta o refrão: “Eu convido todo mundo para minha festa, só não convido você porque você não presta”… Em outra sequência, o cenário vira paredes de tijolos expostos, que lembram barracos de favela. O distanciamento da cantora do restante da equipe também foi alvo de críticas. Muitos apontam que Mallu não se coloca como integrante do grupo nas imagens. Mas não pára nisso. Há intertexto no intertexto. O fato de Mallu usar uma camiseta estampada com “Oscar 2002” remete ao único ano em que dois negros (Denzel Washington e Halle Berry) venceram o troféu de Melhor Ator e Melhor Atriz na história da premiação da Academia. 2002 também foi o ano do lançamento do filme brasileiro “Cidade de Deus”… Houve até quem lembrasse que a cantora mora em Portugal, e a estética do clipe, que sexualiza negros e glamoriza a favela, é um esterótipo de como os europeus imaginam o Brasil. A música? A música é um samba rock contagiante. Um som criado pelo choque de culturas e raças. Lembra Jorge Ben, entoado por Nara Leão. Ninguém, pelo menos, protestou por a branca gravar samba rock. Falando bem, falando mal, o clipe já tem quase 1 milhão de visualizações.

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  • Música

    Ludmilla faz seu high school musical com o clipe de “Cheguei”

    3 de maio de 2017 /

    Quem tirar o som do novo clipe de Ludmilla pode achar que se trata de um lançamento americano. Afinal, o vídeo de “Cheguei” é uma verdadeira high school musical. Lá estão os indefectíveis armários de colégio americano, camisetas que só trazem frases em inglês, cheerleaders com uniforme azul, vermelho e com estrelas brancas… E, em vez de futebol, o esporte que essa juventude feliz prestigia é o de Zac Efron no telefilme colegial da Disney. Pelo excesso de cor-de-rosa, a ideia seria uma recriação de outro filme, “Meninas Malvadas”. A diferença é que a turma popular da historinha não é a das loiras, lindas e ricas, e sim o pessoal que geralmente fica de lado nessas produções. Os esquisitos, as drags, os trans, as carecas, os nerds, os goths e outras opções estilosas, que põem todo mundo para dançar. Alguns dos coadjuvantes são “celebridades da internet” e drag queens conhecidas, como Lia Clark. No cenário do clipe, também é possível ver vários cartazes com mensagens de inclusão, como “ser gay é ok”, “machistas não passarão”, “não ao bullying” e “girl power”. Por conta disso, dá para relevar o fato de o elenco ser claramente velho demais para frequentar o ensino médio, ainda que esse detalhe cause desconforto. De resto, a letra é uma coleção de frases feitas que todo jovem diz pelo menos uma vez por semana. Parece durar para sempre, mas tem só três estrofes, repetidas ad nauseum. Melhor tirar o som e imaginar tudo em inglês mesmo. “Cheguei” é o terceiro single do mais recente álbum de Ludmilla, “A Danada Sou Eu”, lançado em outubro de 2016, e a direção do clipe é de Felipe Sassi, que já tinha feito “24 Horas Por Dia” para a cantora.

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    Gil, Elza, Ney, Céu, Criolo e muitos outros se unem em clipe de 15 minutos pelos direitos indígenas

    24 de abril de 2017 /

    Um clipe lançado nesta segunda (24/4) reuniu cantores de várias gerações da música brasileira – e convidados de adjacências artísticas – para protestar contra a situação de abandono em que se encontram os índios no país. Intitulada “Demarcação Já”, a composição de Carlos Rennó e Chico César rendeu um clipe de 15 minutos e mais de 100 versos, dirigido por André D’Elia, responsável pelos documentários “Belo Monte: Anúncio de uma Guerra” (2012), sobre o impacto do propinoduto de Belo Monte nas comunidades indígenas do Xingu, e “A Lei da Água (Novo Código Florestal)” (2015), de título autoexplicativo. Entre os que entoam as frases urgentes da canção estão Gilberto Gil, Elza Soares, Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Zeca Pagodinho, Lenine, Céu, Criolo, Arnaldo Antunes, Tetê Espíndola, Zélia Duncan, Zeca Baleiro, Nando Reis, Dona Onete, Felipe Cordeiro, Lira, Margareth Menezes, Marlui Miranda, Russo Passapusso, a atriz Letícia Sabatella e o diretor de teatro Zé Celso, além do próprio compositor, Chico César. Os artistas não receberam cachê para participar do projeto, que visa chamar a atenção para a tramitação de projetos de lei no Congresso que buscam dificultar a demarcação de terras indígenas. É importante destacar que a demarcação de terras indígenas no Brasil está praticamente parada e, segundo movimentos sociais e pesquisadores, enfrenta um momento de grande dificuldade e instabilidade. Desde que assumiu o governo, Michel Temer não assinou nenhum decreto homologando demarcação de terras. E, para completar, a Funai (Fundação Nacional do Índio) teve corte de cargos e fechamento de unidades. Mas o descaso não é de hoje. Os índios brasileiros denunciaram o governo Dilma à ONU, alertando que suas lideranças tinham sido cooptados pelo partido da presidente para não realizarem protestos após uma comunidade indígena inteira ser desalojada durante a construção de Belo Monte. E como se não bastasse a usina, o governo petista ainda autorizou a construção da maior mineradora de ouro a céu aberto do país na mesma região. A relatora da ONU para direitos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, chegou a visitar o Rio Xingu no começo do ano passado, registrando o tamanho da catástrofe. Os cara-pálidas de pau têm línguas dividas em todos os partidos.

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    Jerry Adriani (1947 – 2017)

    23 de abril de 2017 /

    Morreu o cantor Jerry Adriani, um dos maiores ídolos da Jovem Guarda. Ele tinha 70 anos e faleceu neste domingo (23/4) de câncer, no Hospital Vitória na Barra da Tijuca. O cantor descobriu que estava com câncer depois de ser internado, em março, devido a uma trombose venosa profunda na perna. No hospital, Jerry foi submetido a uma série de exames que revelaram a doença. Nascido em 29 do janeiro de 1947, em São Paulo, Jair Alves de Souza tornou-se conhecido pelo nome de Jerry Adriani em 1964, quando lançou o LP “Italianíssimo” — descendente de italianos, ele aprendeu a cantar em italiano com a avó e adotou o nome artístico em deferência. Mas foi só depois de outro disco em italiano (“Credi a Me”), que foi encontrar o sucesso gravando em português. A música “Um Grande Amor”, tornou-se seu primeiro hit em 1965. Imitando os trejeitos de Elvis e usando a voz grave para ir do rock à balada sentimental, acabou se tornando ídolo das adolescentes brasileiras. Não demorou a virar também apresentador de TV, comandando o programa “Excelsior a Go Go” pela TV Excelsior de São Paulo. Ele também apresentou “A Grande Parada”, na TV Tupi, programa de sucessos musicais. O nome da atração acabou virando título de um de seus primeiros filmes. Graças à imensa popularidade, Jerry Adriani teve uma curta carreira como astro de cinema. Fez três filmes entre 1966 e 1967, dois deles interpretando a si mesmo, “Essa Gatinha é Minha” (1966), “Jerry – A Grande Parada” (1967) e “Em Busca do Tesouro” (1967). Ao final dos anos 1960, ele ainda trouxe a banda de Raul Seixas da Bahia para se tornar sua banda de apoio de shows. Raulzito e os Panteras, como eram conhecidos, tocaram com Jerry Adriani por três anos, e Raul ainda produziu discos do cantor antes de iniciar sua carreira solo. Entre as músicas nascidas da parceria entre Jerry e Raul encontram-se grandes sucessos como “Tudo Que É Bom Dura Pouco”, “Tarde Demais” e “Doce Doce Amor”. O sucesso, porém, não se estendeu às décadas seguintes. Tanto que, já em 1985, Jerry apelou à nostalgia com o álbum “Tempos Felizes”, no qual registrou antigos sucessos da Jovem Guarda. Ele também gravou um disco tributo a Elvis Presley, “Elvis Vive”, em 1990, e até retomou a carreira de ator em 1994, participando da novela “74.5 — Uma Onda no Ar”, exibida pela extinta Manchete. Mas numa reviravolta seu timbre vocal acabou sendo relacionado a uma banda de rock de outra geração, graças às similaridade com o tom da voz de Renato Russo. Por conta disso, ele até lançou um disco cantando músicas da Legião Urbana, mas com um detalhe: em italiano. Lançado em 1999, o disco “Forza Sempre” acabou se tornando um dos mais bem-sucedidos do final de sua carreira, com a venda de 200 mil cópias. Nos últimos anos, Jerry participou de episódios das séries de comédia “Macho Man” e “A Grande Família” e filmou um terror de vampiros, “Hopekillers”, de Thiago Moisés, que se encontra atualmente em pós-produção.

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    Anitta quer estrelar filmes

    19 de abril de 2017 /

    A cantora Anitta pretende se aventurar no cinema. Ela já vai aparecer em “Meus 15 Anos”, que estreia em junho, e segundo o colunista Flávio Ricco do UOL quer protagonizar um filme, de preferência como par romântico de Cauã Reymond – lógico. Uma das ideia da cantora seria fazer uma versão brasileira de “O Guarda-Costas”, estrelado por Kevin Costner e Whitney Houston. Anitta ficaria com o papel da cantora pop, que passaria a ser uma cantora de funk, e Cauã seria o guarda-costas. A fantasia chega ao ponto de listar a produtora LC Barreto à frente do filme. Mas ao ser contactada pelo colunista, a empresa disse desconhecer o projeto. A prioridade de Anitta, entretanto, é a nova temporada do programa “Música Boa”, do canal pago “Multishow”, e tentar lançar sua carreira internacional. Por isso, ela esteve recentemente fazendo contatos em Los Angeles, onde chegou a ser confundida com Jennifer Lopez.

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    Ana Carolina e Preta Gil gravam clipe do besteirol Gostosas, Lindas e Sexies

    5 de abril de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou um trailer e um clipe de seu novo besteirol “Gostosas, Lindas e Sexies”, que já se destaca pela polêmica gramatical de seu título. Dirigida pelo estreante Ernani Nunes, a produção tem música original da cantora Ana Carolina, que faz um dueto com a cantora Preta Gil na música-tema. O clipe traz as cantoras em estúdio, enquanto cenas da produção ocupam a tela. Na música, elas dão vozes às mulheres do filme, que são independentes e bem resolvidas sexualmente, apesar de estarem acima do peso. Fãs de chanchadas vão lembrar que essa premissa é da época de Ilza Carla. Já os adolescentes só precisam lembrar da australiana Rebel Wilson. Descrita como “comédia romântica”, a trama aborda os encontros e desencontros amorosos e profissionais de quatro mulheres, que são apresentadas na sinopse como “gostosas, liberais, lindas e muito sexies” (sic). Mas, afinal, plural de sexy existe? Há controvérsias. O quarteto principal é formado por Carolinie Figueiredo (novela “Malhação”), Cacau Protasio (“Vai que Cola”), Mariana Xavier (“Minha Mãe é uma Peça 2: O Filme”) e Lyv Ziese (novela “Boogie Oogie”), e a estreia está marcada para 20 de abril.

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    Marcelo D2 lança Resistência Cultural, primeiro clipe solo após três anos

    1 de abril de 2017 /

    O rapper Marcelo D2 lançou o clipe “Resistência Cultural”. Filmado em preto e branco com câmera de iPhone, o vídeo interrompe um hiato de três anos na carreira solo do artista. As imagens captam jovens pela noite, em bares e shows de um underground carioca, refletindo a ideia da “Resistência Cultural” da canção. O próprio Marcelo D2 assina a direção, em parceria com o fotógrafo Wilmore Oliveira, mas o principal destaque está na edição esperta das imagens, a cargo do fotógrafo Cauã Csik. O clipe, que tem participação vocal de Helio Bentes (banda Ponto de Equilíbrio) e de Siba Veloso (Mestre Ambrósio) na rabeca, é a primeira música de “{Mulato}”, novo projeto do rapper carioca.

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    Agatha Moreira estrela clipe da banda carioca de rap Oriente

    17 de março de 2017 /

    O grupo carioca de rap Oriente lançou o clipe de “Linda, Louca e Mimada”, música que já tem quase três anos, antecipada no álbum “Oriente Acústico”. O ritmo da música ficou um pouco mais lento e algumas partes foram alteradas nessa versão “2k17”, como os membros da banda gostam de dizer. Mas o destaque do vídeo é a atriz Agatha Moreira como a musa da canção. No clipe, dirigido por Clarissa Lopes e Leonardo Fiorito, Agatha contracena com Chino, cantor e compositor do Oriente – linda e ligeiramente louca durante um show da banda de Niterói. Revelada na novelinha “Malhação” (2012-2013), a atriz foi promovida ao mundo adulto em “Verdades Secretas” (2015) e se tornou um dos destaques do remake de “Haja Coração” (2016). A seguir, ela viverá sua primeira protagonista, simplesmente a Marquesa dos Santos na novela “Novo Mundo”, que estreia na quarta (22/3), na faixa das 18h da Globo.

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    Elza Soares ganha clipe dirigido por cineasta vencedora do Festival de Brasília

    3 de março de 2017 /

    Apesar da longa carreira, Elza Soares tem pouquíssimos clipes. O que é um motivo a mais para se festejar o lançamento do vídeo da faixa-título de “A Mulher do Fim do Mundo”, disco de 2015 que teve grande repercussão internacional, com prêmio no Grammy Latino 2016. As imagens criam ainda mais tensão para os acordes dissonantes e atordoantes, que conflitam como pós-rock e pós-samba, num clima de estranhamento carregado de iluminação “radioativa”. A música apocalíptica, por sinal, faz parte da trilha da série sci-fi brasileira “3%”, da Netflix. O vídeo foi dirigido e montado pela cineasta Paula Gaitán, que venceu o prêmio Candango de Melhor Filme no Festival de Brasília 2013 com “Exilados do Vulcão”. A produção executiva é de outro cineasta, Eryk Rocha, cuja obra mais recente, o documentário “Cinema Novo”, levou o troféu Olho de Ouro no Festival de Cannes 2016.

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  • Música

    Seu Jorge aparece como Pixinguinha nas primeiras fotos da cinebiografia

    15 de fevereiro de 2017 /

    O cantor e ator Seu Jorge divulgou nas redes sociais as primeiras imagens do filme “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso”, em que que vive o protagonista, um dos artistas mais importantes da música brasileira. Nas fotos, ele aparece ao lado da atriz Tais Araújo (“O Roubo da Taça”), que viverá a mulher do personagem, Beti. O longa vai priorizar o período dos anos 1940 e trará Seu Jorge tocando de verdade a flauta — uma das especialidades de Pixinguinha — para conferir credibilidade à representação do maestro, músico e compositor carioca. Seu Jorge já tem bastante experiência no cinema, tendo aparecido em clássicos modernos como “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite 2” (2010), além de ter se destacado até em produções internacionais, como “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson, e no thriller “O Escapista” (2008), de Rupert Wyatt. Com lançamento previsto para outubro, a biografia de Pixinguinha vai marcar a estreia nos cinemas de Denise Saraceni, conhecida pela direção de novelas e séries da Globo. O roteiro foi escrito por Manuela Dias (“A Floresta Que Se Move”), com quem Saraceni trabalhou na minissérie “Ligações Perigosas”.

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