Eric Dane revela que usou prótese em cena de close íntimo da estreia de Euphoria
O ator Eric Dane, que virou símbolo sexual dos fãs de “Grey’s Anatomy” no papel de Mark Sloan, o McSteamy, entre a 2ª e a 8ª temporada da série médica, mostrou mais de perto os seus dotes, literalmente num close durante a estreia de “Euphoria”, nova série da HBO, exibida no domingo passado (16/5). No novo papel de Cal Jacobs, ele participou de uma cena de nu frontal, com o pênis completamente ereto, para fazer sexo com Jules (Hunter Schafer), uma garota trans de 17 anos, na trama da produção. Mas Dane garante que aquele não é realmente seu pênis. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele disse que usou uma prótese para as gravações. “Usar uma próteses é meio que um protocolo. É protocolar e demonstra cuidado com seu parceiro de cena”, contou o ator. “Houve uma tomada específica em que eu disse ‘se fizer sentido não usar prótese, estou disposto a isso’. Mas no fim das contas, pelo contexto, decidimos que usar a próteses era o caminho, e tomamos essa decisão em conjunto”. Para orientar as cenas de Dane com a atriz Hunter Schafer, a série contou com uma especialista de intimidade. “Essas cenas são muito difíceis de fazer”, afirmou o ator. “Ajuda ter uma voz na sua orelha, uma voz para quem você pode se expressar. Simplifica muitas coisas e cria um ambiente seguro e confortável para uma gravação que geralmente é muito desconfortável. O que fizemos no piloto não é exceção; é uma cena muito intensa”. Questionado sobre as controvérsias em torno de “Euphoria”, que chocou espectadores ao retratar sexo e uso de drogas – o close íntimo em Dane não foi a única cena forte da estreia – , o ator disse que aprovava a honestidade com que a série trata o assunto. “A série traz uma visão crua sobre o que significa ser adolescente hoje – vício em drogas, conflitos pessoais. Quando você fala de assuntos assim, é um desserviço não ser honesto sobre isso. Você não pode atenuar coisas assim. Acredito que as pessoas estão mais abertas a discutir assuntos como vício, sexualidade e saúde mental. Graças a Deus, nos últimos anos se criou um diálogo aberto em torno disso”, completou. Apesar disso, a produção está sendo descrita como uma série chocante pela crítica americana. A revista The Hollywood Reporter chegou a publicar um artigo perguntando, no título: “O quanto de sexo adolescente e drogas pode ser considerado demais?” “Euphoria” é versão de uma polêmica série israelense de mesmo nome, com adaptação de Sam Levinson, filho do cineasta Barry Levinson (“Rain Man”) e diretor-roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Além de Eric Dane, o elenco da atração destaca Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”).
Top model de Mad Max vai estrelar nova série sobrenatural da HBO
A top model australiana Abbey Lee, que estreou no cinema como uma das beldades foragidas de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), vai estrelar “Lovecraft Country”, nova série sobrenatural da HBO. “Lovecraft Country” é baseada no livro homônimo de Matt Ruff (sem tradução para o português) e se passa nos anos 1950. A trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que lutou na 2ª Guerra Mundial. Quando seu pai desaparece, ele se junta a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos da década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso. Abbey Lee vai substituir Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), que foi originalmente escalada na produção, mas acabou assumindo outro compromisso. Ela viverá Christina Braithwhite, a filha única do líder de uma ordem secreta chamada “Filhos de Adão”, que faz todo o possível para ganhar o respeito de seu pai, sem sucesso, até que decide abrir seu próprio caminho para assumir o poder da organização. E para isso pretende usar o protagonista da trama, Atticus Black, e a família dele. O elenco também inclui Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George, além de Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”) e Jordan Patrick Smith (“Vikings”). O projeto foi desenvolvido pelo diretor Jordan Peele (“Corra” e “Nós”). Foi ele quem descobriu o livro e imaginou sua adaptação. Buscou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green, criador da série “Underground”, a escrever os roteiros. A série ainda não tem previsão de estreia.
Euphoria: Zendaya alerta seguidores sobre conteúdo adulto de sua nova série
A atriz Zendaya (a M.J. dos filmes do Homem-Aranha) usou o Instagram para alertar seus seguidores e fãs de suas produções adolescentes a respeito do conteúdo de sua nova série, “Euphoria”, antes da estreia neste domingo (16/6) no canal pago HBO. “Apenas um lembrete antes da estreia desta noite, que a ‘Euforia’ é para o público adulto”, escreveu Zendaya. “É um retrato cru e honesto do vício, da ansiedade e das dificuldades de navegar a vida atual. Há cenas que são gráficas, difíceis de assistir e que podem acionar gatilhos emocionais. Por favor, assistam apenas se acharem que podem lidar com isso. Façam o que for melhor para vocês. Eu ainda vou amar e sentir o apoio de vocês de qualquer jeito. Com amor, Daya”. A produção está sendo descrita como uma série chocante pela crítica americana. A revista The Hollywood Reporter chegou a publicar um artigo perguntando, no título: “O quanto de sexo adolescente e drogas pode ser considerado demais?” “Difícil de assistir” é uma das frases mais usadas em relação ao primeiro episódio, antecipado para a imprensa. Mas o consenso também aponta que é “difícil de ignorar”. Não faltam comparações com o filme “Kids”, que gerou o mesmo tipo de repercussão em 1995. “Euphoria” é versão de uma polêmica série israelense de mesmo nome, com adaptação de Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Na atração, Zendaya contracena com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”). O lançamento deste domingo é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. Ver essa foto no Instagram Please read Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) em 16 de Jun, 2019 às 1:32 PDT
Criadora de Girls vai produzir e dirigir nova série na HBO
A multi-artista Lena Dunham, estrela e criadora da série “Girls”, vai voltar à HBO em novo projeto. Ela vai produzir e dirigir o primeiro episódio de “Industry”, nova série sobre o mundo das finanças. A trama acompanhará jovens ambiciosos que lutam para conseguir uma vaga cobiçada em um dos maiores bancos de Londres. A relação entre eles começa a ser abalada conforme adentram uma empresa marcada por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego, além de juros e negócios. O roteiro é de Mickey Down e Konrad Kay, dupla que escreveu e dirigiu a comédia indie “Gregor”, indicado ao BIFA (premiação indie britânica), e a produção será realizada pela Bad Wolf, produtora britânica encarregada da adaptação televisiva de “As Fronteiras do Universo” (His Dark Materials), também da HBO. “Industry” contará com oito episódios, que serão gravados no Reino Unido, mas ainda não há previsão de estreia.
Jude Law vai estrelar nova minissérie britânica de suspense
Os canais pagos americano HBO e britânico Sky estão preparando nova parceria após o sucesso da minissérie “Chernobyl”. Trata-se de “The Third Day” (o terceiro dia, em tradução literal), nova minissérie protagonizada por Jude Law (“Capitã Marvel”). Na produção de seis episódios, o ator viverá Sam, um homem que é levado para uma misteriosa ilha próxima da costa britânica e passa a viver no mundo nada comum de seus habitantes secretos. Isolada do Reino Unido, esta terra contém um povo que tem rituais pouco convencionais, e essa experiência faz o protagonista reviver um trauma do passado, colocando-o em conflito com os moradores. A série tem roteiro de Dennis Kelly (criador da série “Utopia”) e direção de Marc Munden (“A Lenda do Tesouro Perdido”), e começará a ser gravada em julho, visando ir ao ar em 2020. Antes de sua estreia, HBO e Sky vão exibir outra parceria, a cinebiografia “Catherine The Great”, que traz Helen Mirren (“A Rainha”) no papel da imperatriz russa Catarina II. O trailer dessa produção já pode ser visto aqui.
Criador da série da HBO pede para turistas respeitarem Chernobyl
O roteirista e produtor Craig Mazin, criador de “Chernobyl”, decidiu se manifestar sobre a onda turística deflagrada na Zona de Exclusão de Chernobyl após o sucesso da minissérie. Ele postou um recado no Twitter para os turistas interessados pelo local do acidente nuclear. “É maravilhoso que ‘Chernobyl’ tenha inspirado uma onda de turismo para a Zona de Exclusão. Vi as fotos por aí. Se você visitar, lembre-se que uma terrível tragédia ocorreu por lá. Comportem-se com respeito por todos os que sofreram e se sacrificaram”, escreveu. Boa parte das visitas ocorreram na cidade de Pripyat, na Ucrânia, vizinha à fábrica, que viu seu turismo aumentar em até 40% desde que a série entrou no ar. A cidade abriu para o turismo apenas em 2011, quando seu nível de radiação foi considerado suportável, e só pode ser acessada por meio de uma excursão licenciada. Mas muitos visitantes tem postado fotos inapropriadas nas redes sociais, até ensaios sensuais no cenário devastado. Uma garota que posou de topless em Pripyat chegou a receber diversos comentários raivosos. “Seu próximo ensaio será em Auschwitz? O que está errado com você?”, escreveu uma pessoa, citando um campo de concentração nazista em que milhares de judeus foram assassinados. Também há muitos turistas que acham divertido fazer fotos com cara de “desesperado” na cidade. Quem vai lá se divertir, entretanto, esquece que o local continua, até hoje, contaminado com radiação do desastre e ela deve perdurar por mais algumas décadas. It's wonderful that #ChernobylHBO has inspired a wave of tourism to the Zone of Exclusion. But yes, I've seen the photos going around. If you visit, please remember that a terrible tragedy occurred there. Comport yourselves with respect for all who suffered and sacrificed. — Craig Mazin (@clmazin) June 11, 2019 Ver essa foto no Instagram It was a truly a fool’s errand to visit the Nuclear Exclusion Zone around Pripyat, but it was even better with another fool. ☢️ ? @ballancio Uma publicação compartilhada por Ken Fager (@kenfager) em 10 de Jun, 2019 às 1:50 PDT Ver essa foto no Instagram Do it for the ‘gram, even if that means travelling to a nuclear waste land. #struglinginfluencer Uma publicação compartilhada por Stuggling Influencer (@struggling_influencer) em 11 de Jun, 2019 às 8:23 PDT
Big Little Lies retorna com audiência maior na HBO
A estreia da 2ª temporada de “Big Little Lies” foi vista ao vivo por 2,5 milhões de espectadores na noite de domingo (9/6) nos Estados Unidos, incluindo a audiência do canal pago HBO e de seu serviço de streaming. O número supera em mais de 30% o lançamento da série em 2017 (1,8 milhão) e fica bem próximo do final da 1ª temporada, com 2,6 milhões de visualizações. Em relação ao público que sintonizou a série apenas na TV, o total foi de 1,4 milhão, a segunda maior audiência da série. Apenas a season finale foi vista por mais pessoas – 1,8 milhão. Enquanto o primeiro ano foi focado no mistério sobre quem tinha morrido, o segundo começa com a investigação e destaque para o papel de Meryl Streep, que faz sua estreia na produção. A atriz multivencedora do Oscar vive Mary Louise Wright, mãe do violento Perry Wright (papel de Alexander Skarsgard). Na trama, ela busca respostas sobre a morte do filho. As cinco mulheres envolvidas no crime são vividas por Laura Dern, Shailene Woodley, Zoe Kravitz, Reese Witherspoon e Nicole Kidman. As duas últimas também produzem a série, que adaptou o livro homônimo de Liane Moriarty integralmente em sua 1ª temporada. Os novos capítulos são uma criação original do roteirista-produtor David E. Kelley (“Mr. Mercedes”), e todos foram dirigidos pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”). Assim como nos Estados Unidos, a estreia aconteceu em 9 de junho no Brasil.
Mulher diz ter sido escravizada por Allison Mack em julgamento de seita sexual
Uma testemunha ouvida durante o julgamento dos líderes da seita NXIVM revelou ter sido escrava sexual da ex-atriz Allison Mack, da série “Smallville”. Identificada apenas como “Nicole”, a mulher contou, em seu depoimento no tribunal, que encontrou com Mack em 2014, quando passava por dificuldades financeiras. Ela entrou no grupo no mesmo ano, por conselho do namorado, para fazer cursos que combinavam atuação e psicologia. Ela declarou que ficou incomodada com a forma como as pessoas idolatravam o líder do grupo, o guru Keith Raniere, mas logo começou a dar aulas e ganhar dinheiro. Em fevereiro de 2016, Nicole foi convidada por Mack a se juntar ao ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde apenas mulheres eram permitidas. “Ela me contou sobre essa organização de mulheres”, testemunhou “Nicole”. “Isso me faria sentir melhor. Seria exatamente o que me ajudaria a sair de onde eu estava mentalmente naquele momento.” A mulher afirmou que Mack a convenceu a lhe dar uma série de “garantias” para não ir embora, como assinar um termo revelando que foi estuprada pelo pai e documentos liberando o NXIVM de responsabilidade por “danos físicos e psicológicos”. A testemunha diz que, a partir daí, passou a viver uma relação de “escravo e mestre”, sendo dominada psicologicamente por Mack, que a proibia de sair do grupo e até de fazer sexo com seu namorado. E um dia a ex-atriz a levou vendada até Raniere, ordenando-a a ser “uma boa escrava”. Após ter os pulsos e tornozelos amarrados, ela passou então a receber sexo oral de várias pessoas. “Eu estava tão confusa. Foi aterrorizante”, disse a testemunha. Raniere está sendo julgado por tráfico sexual, conspiração, extorsão, trabalho forçado e lavagem de dinheiro. Já Allison Mack declarou-se culpada em abril por conspiração e extorsão. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”). Segundo “Nicole”, Mack manteve India Oxenberg numa dieta de 500 calorias diárias, quase matando a jovem de fome, porque, apesar de o “mestre supremo” (Raniere) dizer que mulheres magras eram mais vigorosas, isso as tornava mais fracas e sugestionáveis. A história da seita vai virar uma minissérie documental do canal HBO.
Pico da Neblina: Série brasileira de legalização da maconha ganha novo vídeo da HBO
A HBO Brasil divulgou um novo vídeo de “Pico da Neblina”, produção nacional com dez episódios que se passa num futuro próximo, após a legalização da maconha no país. A prévia traz cenas da série com comentários de seus produtores, Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) e seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos também assinam a direção dos episódios, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Biriba terá que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. O tema maconheiro já rendeu algumas séries americanas, mas geralmente de tom mais cômico, da primorosa “Weeds” à horrorosa “Desenrolados” (Disjointed), que também tratava do mercado legal e foi cancelada no ano passado pela Netflix. A série tem produção da O2 e estreia em 4 de agosto na HBO.
Criador de Chernobyl confirma que história não tem “2ª temporada”
Como é de conhecimento público, a série mais comentada do momento, “Chernobyl”, é baseada numa história real. O desastre nuclear aconteceu de verdade em 1986. E o que aconteceu está inteiramente narrado na minissérie de cinco episódios do canal pago HBO, cujo final vai ao ar na sexta-feira (7/6) no Brasil. Mesmo assim, alguns sites plantaram a notícia de que a HBO estaria planejando uma 2ª temporada. Por conta disso, o criador da série, Craig Mazin (que escreveu o filme “O Caçador e a Rainha do Gelo”), revolveu esclarecer no Twitter: “Com todo respeito ao Decider, mas a resposta definitiva para a manchete que pergunta ‘Chernobyl terá uma 2ª temporada?’ é ‘Não'”, escreveu Craig. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie tem só cinco episódios mesmo. Todos escritos por Mazin e dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. All due respect to Decider, but the definitive answer to the headline's question "Will There Be A Season 2 of Chernobyl?" is "No." https://t.co/6johLHT0s5 — Craig Mazin (@clmazin) June 5, 2019
Série Chernobyl aumenta turismo na região afetada pelo desastre nuclear
O sucesso da minissérie “Chernobyl” na HBO disparou o interesse mundial pela região afetada pelo pior acidente nuclear da história, quase dobrando o número de turistas que querem ver a usina e a cidade abandonada ao seu redor. Segundo a Reuters, uma agência de turismo que faz viagens para Chernobyl relatou um aumento de 40% nas reservas desde que a série estreou em maio com ótimas críticas. As excursões com guias em inglês normalmente custam cerca de US$ 100 por pessoa. Abril marcou o 33º aniversário do desastre, causado por um teste de segurança mal-sucedido no quarto reator da usina atômica, que lançou nuvens de material nuclear sobre boa parte da Europa em 1986. A área ao redor da usina preserva até hoje o clima de terra arrasada pós-apocalíptica, na qual a vegetação brota em edifícios sem janelas, abandonados e repletos de lixo. Na cidade de Pripyat, que já abrigou 50 mil pessoas, a maioria funcionários da usina, um parque de diversões traz a imagem mais emblemática da devastação: uma roda gigante que nunca chegou a funcionar – ela deveria ter sido inaugurada no feriado de 1º de maio. Considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, a tragédia poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie foi uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e trouxe em seu elenco Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Jessie Buckley (“Guerra e Paz”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Fares Fares (“Westworld”), Billy Postlethwaite (“Tomb Raider: A Origem”), Caoilfhionn Dunne (“Britannia”), Robert Emms (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Michael Socha (“Papillon”). Todos os cinco episódios da minissérie foram dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O último episódio foi ao ar na noite de segunda-feira (3/5) nos Estados Unidos e será exibido na próxima sexta (7/5), às 21h, na HBO Brasil.
Silicon Valley é próxima série da HBO a acabar em 2019
“Silicon Valley” será a próxima atração a se despedir da HBO. Uma das comédias mais bem-sucedidas do canal pago, a série vai acabar no final da 6ª temporada, que estreia ainda este ano. E será um final sucinto. O sexto ano da produção criada por Mike Judge (“Beavis e Butt-Head”) terá apenas sete episódios, em vez dos oito capítulos das temporadas anteriores. Judge e o showrunner Alex Berg prometeram “um final adequado à jornada dos personagens”, em comunicado oficial. “‘Silicon Valley’ se provou um dos grandes momentos de nossa vida e de nossa carreira”, disseram no texto. “Vamos sentir muita falta da série, e teremos uma dívida eterna com o nosso incrível elenco, nossa equipe e nossos parceiros na HBO”. A série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. Os atores Thomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods e Martin Starr formam o núcleo principal do elenco. O comediante T.J. Miller (o Fuinha de “Deadpool”) também fez parte da produção até sua 4ª temporada, mas acabou saindo do elenco após uma série de polêmicas envolvendo o seu nome, incluindo abusos de álcool e drogas, acusações de assédio sexual e uma bizarra prisão por fazer falsa ameaça de bomba. O final de “Silicon Valley” vai acontecer no mesmo ano em que a HBO se despediu de dois de seus maiores sucessos de público e crítica, as séries “Game of Thrones” e “Veep”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi divulgada.
Destino de Bran no final de Game of Thrones foi ideia de George R.R. Martin
Fãs que lamentaram a falta de livros de George R. R. Martin como base para o final de “Game of Thrones” podem ficar desolados em saber que foi o próprio escritor, autor da saga literária que inspirou a produção, quem determinou que Bran Stark fosse coroado rei dos Sete… ou Seis Reinos no desfecho da série. Em entrevista ao Making Game of Thrones, site oficial da série do canal HBO, o ator Isaac Hempstead Wright revelou que o destino de seu personagem foi influenciado pelos planos originais de Martin. “Os criadores [da série] me falaram que Martin tinha planejado duas coisas para Bran: a revelação de Hodor e que ele seria rei”, disse o ator. “Então é muito especial estar envolvido diretamente em algo que fez parte da visão de George. Foi uma ótima maneira de amarrar tudo”. Ele descobriu isso só após gravar as cenas, ao conversar com os showrunners David Benioff e Dan Weiss, que até então não tinham dado explicações sobre a produção dos últimos episódios. “Quando eu fui para a cena da coroação no último episódio e ouvi ‘E que tal o Bran?’, eu tive que levantar e comecei a caminhar pelo estúdio”, disse o ator, lembrando sua surpresa numa entrevista anterior para a entrevista à revista Entertainment Weekly. Foi só naquele instante que ele percebeu que aquilo era sério. “Eu sinceramente pensei que fosse uma piada e que [Benioff e Weiss] tivessem enviado um roteiro para cada um indicando que seus personagens tinham ficado com o Trono de Ferro. ‘Legal, mandaram bem, pessoal’. Oh, droga, isso era real?”, completou o ator. No final da série, um conselho reunindo todas as casas nobres de Westeros decidiu seguir a indicação de Tyrion (Peter Dinklage) para que Bran fosse coroado o Rei dos Seis Reinos – o sétimo virou independente, comandado pela Rainha do Norte, Sansa (Sophie Turner). Depois que soube que esse sempre foi o plano de George R.R. Matin, Wright passou a acreditar que fazia mais sentido. Mas, após gravar o final, ele confessou que sentiu dificuldade em se manter em silêncio para não entregar nenhum spoiler até a exibição, embora estivesse louco para comemorar. “Eu só queria gritar: ‘Rei, seus filhos da p****”, disse o ator. Ironicamente, após a repercussão negativa desse desfecho, George R.R. Martin deu a entender em seu blog pessoal que pretende escrever um fim diferente para a saga em seus livros. Por sinal, ele está atrasadíssimo na entrega do sexto volume das “Crônicas de Gelo e Fogo”. Para se ter noção, o último livro publicado tinha, como final, a morte de Jon Snow…








