Kaley Cuoco será Doris Day em minissérie biográfica
A atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) já tem um novo projeto após o sucesso de sua nova série “The Flight Attendant”, renovada para a 2ª temporada, e da atração animada “Harley Quinn”, sobre a vilã Arlequina, da DC Comics. Ela vai continuar na HBO Max para estrelar uma minissérie biográfica sobre a atriz e cantora Doris Day, a eterna “namoradinha da América”. A produção será baseada no livro de memórias “Doris Day: Her Own Story”, escrito por AE Hotchner em 1976, com base numa série de entrevistas com a loira de voz diáfana, que estrelou várias comédias românticas de sucesso nos anos 1950 e 1960, muitas delas fazendo par com o gay enrustido Rock Hudson – como “Confidências à Meia-Noite”, que lhe rendeu indicação ao Oscar. A obra conta vários detalhes de bastidores de seus filmes e revela dificuldade de sua vida pessoal, sendo considerada uma autobiografia. Cuoco interpretará Day, que morreu aos 97 anos em 2019, após uma carreira repleta de clássicos, além de muitos altos e baixos. Embora seja mais lembrada por comédias e musicais, Doris Day também foi uma loira hitchockiana. E ironicamente lançou sua música de maior sucesso, “Que Sera, Sera”, em “O Homem que Sabia Demais”, de Alfred Hitchcock. Apesar do sucesso, a atriz teve azar no amor. Ela se casou quatro vezes, e seu terceiro marido perdeu todo seu dinheiro, deixando-a endividada quando morreu em 1968. Foi apenas graças a uma nova carreira na televisão, que ela detestava, que evitou a ruína financeira. A estrela também se dedicou à defesa dos direitos animais a partir dos anos 1970, uma causa que Cuoco também compartilha. Além de estrelar, Cuoco também vai produzir a série, via sua produtora Yes, Norman, em parceria com a Berlanti Productions e a Warner Bros. Television. Trata-se da mesma configuração criativa de “The Flight Attendant”.
Warner revela ter planos para Zatanna e Batgirl
A WarnerMedia vai apostar tudo no conteúdo da DC Comics para tentar se aproximar do sucesso da Disney com a Marvel. Em seu Dia do Investidor, a AT&T, proprietária da Warner, revelou planos ambiciosos para a HBO Max, visando atingir 150 milhões de assinantes até 2025, metade deles fora dos EUA. Isso passa pelo lançamento da HBO Max na América Latina (incluindo Brasil) e por uma versão alternativa e gratuita da plataforma nos EUA, alimentada por anúncios. A previsão para a estreia desses produtos é junho. Mas o crescimento não adiantaria nada sem conteúdo atraente para o público. E a promessa é de muitas adaptações da DC. A apresentação comandada pelo executivo John Stankey, CEO of WarnerMedia, destacou um quadro que reuniu o logotipo de vários heróis da editora, para demonstrar o investimento previsto para produções futuras. A imagem foi publicada nas redes sociais pelo analista Rich Greenfield, e, além de franquias estabelecidas, faz alusões a Zatanna, Batgirl, Super Choque e Besouro Azul. Veja abaixo. Não está claro se os projetos são filmes ou séries, porque “Besouro Azul” e “Super Choque” está sendo desenvolvidos como longas-metragens, respectivamente pelo diretor Angel Manuel Soto (“Twelve”) e o ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Os projetos de “Zatanna” e “Batgirl” são as principais novidades da lista, pois não vinham sendo citados entre as últimas notícias envolvendo as adaptações da editora. Apesar disso, o interesse em desenvolver uma produção centrada na heroína de Gotham City é antigo. Em 2017, Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e “Buffy – A Caça-Vampiros”). A última notícia é que Christina Hodson (“Aves de Rapina”) tinha assumido a vaga e feito um “novo” roteiro em 2018. Já “Zatanna” pode integrar o Dark Universe da DC, uma linha de séries desenvolvida pela Bad Robot, produtora de J.J. Abrams, com os personagens da “Liga da Justiça Sombria”. Ela complementaria a nova série de “Constantine”, que estaria em desenvolvimento. Rumores ainda apontam que esse projeto estaria por trás do cancelamento precipitado e nunca esclarecido de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing). O personagem também pode ressuscitar junto dessas séries. Warner trying to finally go big with @DCComics in graphic below will be interesting to see if they can execute anywhere near Marvel going forward, as historically it has not been close last Wonder Woman 1984 was disappointing#ATTInvestorDay $T pic.twitter.com/KaHmoh76ML — Rich Greenfield, LightShed (@RichLightShed) March 12, 2021
Atriz de Sabrina será vilã da 3ª temporada de Patrulha do Destino
A atriz Michelle Gomez, que viveu a vilã Madame Satã em “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix, entrou em “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) para viver outra Madame dos quadrinhos. Ela viverá Madame Rouge, que nos publicações da DC Comics é integrante da Irmandade Negra, grupo de vilões arquiinimigos da Patrulha do Destino. Laura De Mille, a versão live-action da elástica Madame Rouge, aparecerá como uma personagem excêntrica e complicada, que chega à Mansão do Destino com uma missão muito específica… só que não consegue se lembrar qual era. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, além de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas primeiras temporadas da série têm 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. No Brasil, a série da HBO Max é exibida pela HBO tradicional.
Liga da Justiça de Zack Snyder ganha pôsteres e trailers centrados em cada herói
A HBO Max e o diretor Zack Snyder divulgaram novas coleções de trailers e pôsteres do relançamento de “Liga da Justiça”. Em suas redes sociais, Snyder revelou vídeos centrados em cada um dos heróis do filme, que também receberam cartazes com poses individuais. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça” tem quatro horas de duração e apresentará cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho desenvolvido até então. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos da WarnerMedia, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. O dia da verdade está cada vez mais próximo: 18 de março. #Batman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/3CHSdvLym1 — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 4, 2021 #Superman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/v7NpyqoyDG — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 5, 2021 #WonderWoman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/CNsVQk9s7W — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 8, 2021 #Aquaman #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/l38xIgBE3v — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 6, 2021 #Flash #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/8hNOdIim8B — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 7, 2021 #Cyborg #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/BYek52hGcz — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 9, 2021
Josh Holloway fará nova série do criador de Lost
Onze anos após o final de “Lost”, série que o tornou conhecido, o ator Josh Holloway vai voltar a trabalhar com o criador daquela atração, o produtor J.J. Abrams. O encontro vai acontecer em uma nova série da produtora de Abrams, a Bad Robot. Intitulada “Duster”, a série vai acompanhar um motorista de fuga que trabalha para um sindicato do crime durante os anos 1970. Holloway terá o papel principal. Abrams criou a série com LaToya Morgan, roteirista-produtora da sci-fi “Into the Badlands”. “Duster” é uma das várias séries que a Bad Robot está desenvolvendo para a plataforma HBO Max, após Abrams fechar um contrato milionário de exclusividade com a WarnerMedia. Entre outros projetos, ele também trabalha em séries de “Constantine” e “Liga da Justiça Sombria”, baseadas em quadrinhos da DC Comics, e no terror “Overlook”, derivada do filme “O Iluminado” (1980). Recentemente, Holloway estrelou a boa série sci-fi “Colony”, cancelada antes da conclusão, e integrou a 3ª temporada de “Yellowstone”, da Paramount Network. Ele também pose ser visto num episódio do revival de “Amazing Stories”, recém-lançada na Apple TV+. A Warner Bros. TV está produzindo Duster . Morgan ( Into the Badlands, The Walking Dead ), que tem um contrato geral com o estúdio, e o produtor executivo de Abrams com Ben Stephenson de Bad Robot. Rachel Rusch Rich, deste último, é um co-EP.
Liga da Justiça de Zack Snyder vaza acidentalmente na HBO Max
A aguardada versão de “Liga da Justiça” de Zack Snyder vazou temporariamente na tarde de segunda (8/3) pela HBO Max. Vários usuários que procuraram assistir “Tom & Jerry” acabaram sendo redirecionados para “Liga da Justiça”, que recebeu classificação etária “R”, para maiores de 17 anos nos EUA. A plataforma percebeu o erro e, depois de cerca de uma hora, o filme (que tem quatro horas de duração) saiu do ar. O serviço de streaming soltou um comunicado oficial se desculpando. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder ficou temporariamente disponível na HBO Max e o erro foi corrigido em minutos”, disse a plataforma. A estreia oficial do “Snyder Cut”, como é conhecida a nova versão do filme dos super-heróis, totalmente reeditada pelo diretor Zack Snyder, só estreia oficialmente na semana que vem, no dia 18 de março. No Brasil, o lançamento acontecerá em VOD (locação digital).
Raya e o Último Dragão supera pandemia e boicote com 1º lugar nos EUA
“Raya e o Último Dragão” precisou vencer mais que a pandemia para abrir em 1º lugar nas bilheterias dos cinemas dos EUA e Canadá neste fim de semana. A nova animação da Disney enfrentou boicote de algumas redes de exibição, que se recusaram a colocar o filme em cartaz devido ao que chamaram de intransigência do estúdio ao negociar valores de distribuição. Os cinemas que aceitaram acomodar os planos da Warner de realizar lançamentos simultâneos em streaming, graças a maior compensação financeira, não teriam encontrado a mesma disposição para negociações de parte da Disney, segundo relatos da imprensa americana. Por isso, mesmo exibindo “Mulher-Maravilha 1984”, “Tom & Jerry” e os filmes lançados na HBO Max, a Cinemark e outras redes preferiram ignorar “Raya e o Último Dragão” para passar um recado para a Disney. Por conta dessa má vontade do circuito exibidor, “Raya e o Último Dragão” não chegou a tantas telas quanto poderia, mesmo com a reabertura dos cinemas de Nova York neste fim de semana. Exibido em 2.045 salas, a fantasia animada estreou com US$ 8,6 milhões de bilheteria. Os valores são distantes do desempenho de “Tom & Jerry” na semana passada, que faturou a segunda maior abertura da pandemia, com US$ 14,1 milhões. E vale observar que, enquanto o híbrido animado da Warner foi destruído pela crítica, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes, a princesa guerreira da Disney foi incensada com 95%. A queda de braços, porém, não se limita ao espaço dos cinemas. “Raya e o Último Dragão” foi lançado simultaneamente na plataforma Disney+ (Disney Plus), onde está sendo oferecido com sobrepreço (além do preço da assinatura), numa iniciativa batizada de Premier Access. O valor é US$ 30 para assinantes do Disney+ nos EUA (R$ 69,90 no Brasil, mais a assinatura mensal do serviço!), o que equivale a seis vezes o que o estúdio ganharia em cada ingresso vendido nos cinemas. A Disney já tinha testado esta formato com “Mulan”, mas não o repetiu com “Soul”, lançado sem sobrepreço no Disney+. Diferente de ambos, “Raya e o Último Dragão” é o primeiro lançamento mundial disponibilizado pelo estúdio ao mesmo tempo nos cinemas e em casa – “Mulan” saiu antes da Disney+ se expandir no mercado internacional. Mas de forma elucidativa, os países sem acesso ao Disney+ são os que estão rendendo maior bilheteria para o filme no mercado internacional. Globalmente, “Raya” faturou US$ 26 milhões, com a China e a Rússia fornecendo as maiores bilheterias, respectivamente com US$ 8,4 milhões e US$ 2,8 milhões. O CEO da Disney, Bob Chapek, demonstrou-se muito convencido da força desta opção na semana passada, quando sugeriu que estuda diminuir o período de exclusividade dos cinemas para seus filmes – a chamada janela de distribuição. “O consumidor provavelmente está mais impaciente do que nunca”, disse ele sobre as mudanças no mercado precipitadas pela covid-19, “principalmente porque agora eles tiveram o luxo de passar um ano inteiro recebendo títulos em casa praticamente quando quiseram. Portanto, não tenho certeza se há um retorno”. Ele acrescentou que os espectadores não “terão muita tolerância para esperar por meses que um título saia dos cinemas”, enquanto “apenas fica lá [nos cinemas], juntando poeira”, antes de migrar para o streaming ou outras janelas. Por isso, a Disney não quis negociar valores maiores para as distribuidoras. Enquanto isso, a Warner, que também está fazendo lançamentos simultâneos em streaming, mas dando compensações aos exibidores, comemorou o segundo fim de semana de “Tom & Jerry”, que arrecadou quase tanto quanto “Raya” no mercado interno, US$ 6,6 milhões, elevando sua receita para US$ 23 milhões em dez dias na América do Norte, apesar de também estar disponível na HBO Max. No mundo inteiro, “Tom & Jerry” já faturou US$ 57,3 milhões, um bom desempenho para um mercado que sofre com os lockdowns da pandemia. Alheio a essa disputa, a Lionsgate deve estar lamentando não ter seu próprio streaming, ao ver “Mundo em Caos” ser destruído pela crítica (23% de aprovação) e pouco apreciado pelo público. A sci-fi estrelada por Tom Holland e Daisy Ridley arrecadou anêmicos US$ 3,8 milhões para ocupar o 3º lugar. O filme, que custou cerca de US$ 100 milhões, vai se tornar um grande prejuízo para o estúdio.
CEO da WarnerMedia alimenta rumor sobre volta de Harry Potter
O rumor de uma série live-action de Harry Potter voltou a ganhar força, desta vez alimentado pelo próprio CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, durante uma conferência para acionistas. “Existe essa coisa chamada ‘Harry Potter’, que é uma de nossas franquias mais amadas. Somos incrivelmente gratos pela parceria com J.K. Rowling, então diria que há muita diversão e potencial nisso”, disse Kilar, claramente aludindo a novos projetos. Originalmente, a WarnerMedia tinha negado a existência de uma série sobre o bruxinho e seus amigos. “Não há série de ‘Harry Potter’ em desenvolvimento no estúdio ou na plataforma de streaming”, disse a empresa em comunicado, após o site The Hollywood Reporter revelar que roteiristas estavam sendo sondados para o projeto. No momento do comunicado, nenhum contrato tinha sido assinado. Além de uma série na HBO Max, circulam especulações sobre um novo filme baseado em “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, peça de teatro escrita por Rowling que dá sequência à trama original. Os sete livros de “Harry Potter” já foram adaptados em oito filmes da Warner Bros., entre 2001 e 2011. Mas o universo do personagem ainda continua a ser explorado no cinema. A autora J.K. Rowling assina a franquia derivada “Animais Fantásticos”, que atualmente filma seu terceiro longa.
Annie Awards: Soul e Wolfwalkers lideram indicações do “Oscar da animação”
O Annie Awards, prêmio mais importante da animação, considerado o Oscar do gênero, divulgou a lista de indicados para sua 48ª edição. A disputa pelos principais troféus destaca “Soul”, da Disney+, e “Wolfwalkers” da Apple TV+, empatados com o maior número de indicações. Cada um teve 10 nomeações. “Wolfwalkers”, entretanto, não entrou na disputa do Melhor Longa Animado, concorrendo na categoria alternativa de Melhor Animação Independente. Os cinco título indicados a Melhor Longa Animado do ano tem, inclusive, dobradinha da produtora Pixar, da Disney. Além de “Soul”, “Dois Irmãos” também concorre ao prêmio, junto com duas continuações da DreamWorks, “Os Croods 2: Uma Nova Era” e “Trolls 2”. A lista se completa com “Os Irmãos Willoughby”, da Netflix. Entre as séries, as mais lembradas foram “She-Ra e as Princesas do Poder” (DreamWorks/Netflix), “Star Wars: The Clone Wars” (Lucasfilm/Disney+) e “Harley Quinn” (Warner/HBO Max), a série da Arlequina. Confira abaixo os indicados às 11 principais categorias da premiação, que premia mais de 30 categorias diferentes (incluindo curtas, comerciais de TV, filmes universitários e animação computadorizada em longas live-action). Melhor Longa-Metragem Animado Dois Irmãos (Pixar) Soul (Pixar) Os Croods 2: Uma Nova Era (DreamWorks) Os Irmãos Willoughby (Netflix/Creative Wealth Media) Trolls 2 (DreamWorks) Melhor Animação Independente Shaun o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca (Aardman/Netflix) Calamity Jane (Maybe Movies) On-Gaku: Our Sound (Rock’n Roll Mountain) Ride Your Wave (Science Saru) Wolfwalkers (Cartoon Saloon / Melusine) Melhor Produção Animada de TV – Pré-escolar Buddi (Unanico Group) Muppet Babies (Oddbot/Disney Junior) Stillwater (Gaumont/Scholastic) Paddington (Blue-Zoo Animation/Nickelodeon) Xavier Riddle and the Secret Museum (9 Story/Brown Bag Films) Melhor Produção Animada de TV – Infantil Hilda (Silvergate/Netflix) O Despertar das Tartarugas Ninja (Nickelodeon) She-Ra e as Princesas do Poder (DreamWorks) Star Wars: The Clone Wars (Lucasfilm) Victor e Valentino (Cartoon Network Studios) Melhor Produção Animada de TV – Geral Close Enough (Cartoon Network Studios) Primal (Cartoon Network Studios) Harley Quinn (Warner Bros. Animation) Rick e Morty (Adult Swim) The Midnight Gospel (Titmouse/Netflix) Melhor Direção em Série Animada Primal – Genndy Tartakovsky Great Pretender – Hiro Kaburagi Mao Mao: Heróis de Coração Puro – Michael Moloney O Despertar das Tartarugas Ninja – Alan Wan O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse – Eddie Trigueros Melhor Direção em Filme Animado Calamity Jane – Rémi Chayé A Caminho da Lua – Glen Keane Ride Your Wave – Masaaki Yuasa Soul – Pete Docter e Kemp Powers Wolfwalkers – Tomm Moore e Ross Stewart Melhor Trilha Sonora em Série Animada Blood of Zeus (Powerhouse Animation/Netflix) Mira Royal Detective (Wild Canary/Disney Junior) Star Trek: Lower Decks (CBS/Titmouse) Star Wars: The Clone Wars (Lucasfilm) The Tiger That Came to Tea (Lupus Films) Melhor Trilha Sonora em Filme Animado Dois Irmãos (Pixar) A Caminho da Lua (Netflix/Glen Keane Productions) Soul (Pixar Animation Studios) Os Irmãos Willoughby (Netflix/Creative Wealth Media) Wolfwalkers (Cartoon Saloon/Melusine) Melhor Roteiro de Série Animada Big Mouth (Netflix) O Mundo de Greg (Cartoon Network Studios) Fancy Nancy (Disney Television Animation) Harley Quinn (Warner Bros. Animation) She-Ra e as Princesas do Poder (DreamWorks) Melhor Roteiro de Filme Animado Shaun o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca (Aardman/Netflix) Dois Irmãos (Pixar) A Caminho da Lua (Netflix/Glen Keane Productions) Soul (Pixar) Wolfwalkers (Cartoon Saloon/Melusine)
Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo
Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021
Tom & Jerry supera críticas negativas com segunda maior estreia da pandemia nos EUA
O lançamento de “Tom & Jerry – O Filme” conquistou a segunda maior bilheteria de estreia da América do Norte desde que os cinemas reabriram, durante a pandemia, em agosto passado. O filme faturou US$ 14,1 milhões em 2,4 mil cinemas, perdendo apenas para outro título da Warner Bros., “Mulher Maravilha 1984”, que arrecadou US$ 16,4 milhões durante o Natal. O detalhe é que ambos os filmes foram lançados simultaneamente em streaming, na plataforma HBO Max. O sucesso dos filmes da Warner contraria previsões pessimistas sobre seu desempenho cinematográfico com a disponibilização online. Nenhum outro filme lançado nos últimos 10 meses foi capaz de ultrapassar a marca de US$ 10 milhões em sua estreia no mercado doméstico, incluindo os sucessos “Os Croods 2: Uma Nova Era” (US$ 9,7 milhões) e “Tenet” (US$ 9,35 milhões). No exterior, onde “Tom & Jerry” foi exibido apenas nos cinemas, o filme fez mais US$ 25,1 milhões, somando ao todo US$ 38,8 milhões. Um bom começo para uma produção de Hollywood durante a pandemia, apesar do orçamento salgado de US$ 79 milhões. Contrastando com os números positivos, a reação da crítica ao filme foi completamente negativa. O híbrido de animação e live-action, dirigido pelo veterano Tim Story (“Quarteto Fantástico”), recebeu apenas 25% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. “Desesperadamente sem graça”, definiu o crítico do Vulture/New York Magazine. O 2ª lugar nas bilheterias norte-americanas ficou com “Os Croods 2: Uma Nova Era”, que fez US$ 1,2 milhões após impressionantes dois meses em cartaz – e apesar de também estar disponível online. O desempenho desses dois filmes sugere que as produções voltadas ao público infantil são as únicas capazes de atrair grande volume de espectadores aos cinemas durante a atual crise sanitária. Outro detalhe interessante no relatório divulgado pela Warner à imprensa é que as vendas de ingressos de “Tom and Jerry” foram impulsionadas pelo aluguel de cinemas particulares, que foram fechados para receber poucas famílias por vez. E as famílias, ao contrário da crítica, aprovaram o filme, dando nota A- no CinemaScore (pesquisa feita com o público na saída dos cinemas).
Ray Fisher é confrontado pela Warner após voltar a sugerir racismo do estúdio
O ator Ray Fisher voltou a acusar a Warner Bros. de racismo, via Twitter, ao insinuar que a contratação do roteirista negro Ta-Nehisi Coates para escrever uma nova versão da franquia Superman com JJ Abrams seria uma forma de causar distração e sepultar suas acusações contra Walter Hamada, presidente da DC Films. “Vocês se lembram daquela vez que Walter Hamada e a Warner Bros. Pictures tentaram destruir a credibilidade de um negro e deslegitimar publicamente uma investigação muito séria, com mentiras na imprensa?”, Fisher tuitou. “Mas ei, Superman Negro…” As novas declarações de Fisher, que já chegou a sugerir que até o presidente da WB, Toby Emmerich, era racista, fizeram o estúdio responder prontamente. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Quem ele diz que o ameaçou foi Geoff Johns, produtor de “Liga da Justiça” – além de criador das séries “The Flash”, “Titãs” e “Stargirl”, e roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”. Pela importância de Johns para a DC, Walter Hamada teria tentado tentado convencer o ator a não envolver o produtor em suas acusações. Pelo menos, é isto que Fisher afirma, acusando pessoas acima desses executivos por protegê-los em meio ao escândalo. Fisher alega que a investigação interna, que teria resultado no afastamento de Whedon do estúdio, sofreu tentativa de influência por integrantes da chefia da Warner, inclusive de seu alvo declarado, Walter Hamada. Aparentemente, a Warner cansou de deixar essas acusações sem resposta. Após o novo tuíte, o conglomerado de mídia que contém a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial e ainda promoveu uma manifestação do responsável pela investigação dos bastidores de “Liga da Justiça”, que contestam frontalmente as afirmações do ator. “Mais uma vez, há falsas declarações sendo feitas sobre nossos executivos e nossa empresa em torno da recente investigação de ‘Liga da Justiça’. Como afirmamos antes, uma investigação ampla e completa de terceiros foi conduzida. Nossos executivos, incluindo Walter Hamada, cooperaram plenamente, não foram encontradas evidências de qualquer interferência, e a Warner Bros. não mentiu na imprensa. É hora de parar de dizer o contrário e avançar de forma produtiva”, diz o texto da WarnerMedia. A declaração foi amparada por uma manifestação individual de Katherine B. Forrest, a investigadora e ex-juíza federal que chefiou a investigação feita após as acusações de Fisher. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”. Ray Fisher reagiu aos comunicados retomando seus ataques nominais a Walter Hamada. “Como eu disse desde o início: Walter Hamada TENTOU interferir na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não teve sucesso porque eu não o permiti. O fato de o investigador fazer uma declaração afirmando que não houve interferência é propositalmente enganoso e desesperador”, ele acusou. Para completar, ainda retuitou sua denúncia original contra Hamada, datada de 4 de setembro. “Para que vocês entenderem melhor o quão fundo isso vai: Depois de falar sobre ‘Liga da Justiça’, recebi um telefonema do presidente da DC Films em que ele tentou jogar Joss Whedon e Jon Berg embaixo do ônibus na esperança de que eu cedesse e não denunciasse Geoff Johns. Eu não vou ceder”. Ironicamente, enquanto fazia esses ataques, o ator também promovia em suas redes sociais a nova versão de “Liga da Justiça”, dirigida por Zack Snyder. Veja abaixo. Do ya’ll remember that time Walter Hamada and @wbpictures tried to destroy a Black man’s credibility, and publicly delegitimize a very serious investigation, with lies in the press? But hey, Black Superman… A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 #ZackSnydersJusticeLeague #SnyderCut pic.twitter.com/Kgysywx08U — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 27, 2021 As I’ve said from the start: Walter Hamada ATTEMPTED to interfere with the JL investigation. He was unsuccessful in doing so because I did not allow him to. Having the investigator make a statement claiming there was no interference is purposely misleading and desperate. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 For those in the back: https://t.co/bV3wL1HfMZ — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021 My mom is funny. ☺️#ZackSnydersJusticeLeague #Snydercut pic.twitter.com/fFCaN0zfVh — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021
Nova Liga da Justiça de Zack Snyder terá lançamento digital em março no Brasil
A demora no lançamento da HBO Max no Brasil fez com que o serviço de streaming da WarnerMedia perdesse um dos seus principais atrativos para a concorrência. A esperada versão do diretor Zack Snyder para “Liga da Justiça” será disponibilizada em outras plataformas brasileiras em 18 de março, mesmo dia em que chegará à HBO Max nos EUA. O longa poderá ser visto como vídeo premium sob demanda (PVOD) para locação digital nas lojas Apple TV, NOW, Google Play, Looke, Microsoft Store, Sky Play, Vivo Play e outras. Mas ficará disponível na concorrência apenas até 7 de abril. Quem deixar passar essa janela de três semanas precisará aguardar o lançamento da HBO Max no país, no final de junho, para encontrar o filme em streaming. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça” tem quatro horas de duração e apresentará cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho original. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que dobrou até os executivos da HBO Max, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. O dia da verdade é 18 de março.












