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  • Filme

    X-Men: Fênix Negra tem lançamento adiado um dia após revelar primeiro trailer

    28 de setembro de 2018 /

    Um dia após divulgar o primeiro trailer, a Fox anunciou novo adiamento do lançamento de “X-Men: Fênix Negra”, próximo filme da franquia dos mutantes da Marvel. Marcada para fevereiro, a estreia ficou para junho de 2019 nos Estados Unidos. A desorganização é tanta que o trailer americano, divulgado horas antes, incluía a data de estreia em letras garrafais: 14 de fevereiro. Que a mudança tenha acontecido de forma tão súbita inspira várias teorias no submundo das conspirações do Reddit. O adiamento pode ter a ver com as refilmagens que estão acontecendo neste momento. E também com a recepção ao próprio trailer, que frustrou quem esperava ver cenas do filme passadas no espaço, como nos quadrinhos originais em que a trama se baseia – e como a sinopse inicial havia prometido. Em vez disso, a Fox enfatizou um clima angustiado e fúnebre, antecipando o fim da franquia após a venda do estúdio para a Disney, ao som de um cover de “The End”, da banda The Doors. Este é o segundo adiamento da estreia da produção, que estava originalmente programada para chegar aos cinemas em novembro deste ano. A mudança também vai afetar o lançamento do filme no Brasil, que ainda não teve sua nova data anunciada. Mas, pelo menos, o trailer nacional prometia apenas: “Em breve” nos cinemas. Mas “X-Men: Fênix Negra”, que nos Estados Unidos está sendo divulgado sem o nome dos X-Men em seu título, não foi o único adiamento anunciado. “Alita: Anjo de Combate”, adaptação do mangá sci-fi homônimo, que originalmente seria lançada ainda neste ano nos EUA, agora só estreia em fevereiro, assumindo a data original do filme dos mutantes. Além disso, a Fox jura que ainda vai lançar o filme solo do mutante “Gambit”. Previsto para 2017, o filme já tinha sido adiado para 2019 e agora passou para 2020. O detalhe é que a Disney assume a Fox no final do ano e vai tirar do produtor Simon Kinberg o controle de todos os derivados dos X-Men, passando os projetos para a Marvel. Portanto, os projetos ainda não filmados devem ser remanejados ou descartados. Como surpresa, a Fox ainda marcou um filme sem título de “Deadpool” para dezembro. Neste ano. O que levanta a hipótese de ser um relançamento de um dos dois filmes do herói reeditado para virar um “Deadpool” para crianças. Serviria para mostrar como seria uma produção do herói para o público da Marvel – isto é, sem sexo, drogas, ultraviolência e palavrões. De realmente inédito nesse pedacinho do universo Marvel, só há para estrear “X-Men: Fênix Negra” e os “Novos Mutantes”, porque já foram comprovadamente filmados. O segundo longa, que ainda passará por refilmagens após enfrentar dois adiamentos, tem estreia marcada para agosto de 2019. Por coincidência, “Novos Mutantes” também foi adiado após revelar seu primeiro trailer!

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  • Filme

    Ryan Reynolds entra em videogame – ou melhor, em filme do diretor de Uma Noite no Museu

    28 de setembro de 2018 /

    O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) vai viver uma espécie de versão de carne e osso de “Detona Ralph” em um dos próximos projetos que marcarão a volta de Shawn Levy à direção, após o fracasso de “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba” (2014). Intitulado “Free Guy”, o filme vai mostrar Reynolds com um pacato banqueiro que descobre ser, na verdade, um personagem de videogame. Ao perceber que não passa de figurante num jogo ao estilo de “Grand Theft Auto”, ele resolve tomar o controle de sua vida e cumprir o seu destino: salvar o mundo virtual em que vive da destruição certa. Isto porque os desenvolvedores do jogo pretendem desistir de sua produção. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela 20th Century Fox, quando o escritor só tinha feito “Dr. Dolittle 4”, lançado direto em vídeo em 2008. Desde então, Lieberman andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros reboots e remakes para grandes estúdios de Hollywood, alguns já em fase de produção – entre eles, animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”, e o remake de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986). Levy, por sua vez, superou o fracasso de “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”, que encerrou sua trilogia, com diversos sucessos como produtor, inclusive da série “Stranger Things”. Ainda não há previsão de estreia para “Free Guy”, porque o diretor alinhavou diversos projetos simultâneos. Ele deve filmar a seguir a adaptação do game “Uncharted”, com Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Bryan Cranston (“Breaking Bad”), mas também está envolvido com o remake de “O Homem das Estrelas” (1984) e a sci-fi “Crater”. Nenhum desses longas tem cronograma de produção conhecido. Já Reynolds segue buscando filmes para zoar em “Deadpool 3”, após garantir presença em “Pokémon: Detective Pikachu” e no novo longa de Michael Bay, “6 Underground”.

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  • Série

    Emmy Internacional: 1 Contra Todos lidera indicações a Melhor Série de 2018

    27 de setembro de 2018 /

    A organização do Emmy Internacional divulgou nesta quinta (27/9) os indicados à sua premiação de 2018, que reconhece as produções de TV feitas fora dos Estados Unidos. E, como em todos os anos, o Brasil aparece bem representado na lista. Com mais destaque, a série “1 Contra Todos”, da Fox, é a produção com maior número de indicações. Ela vai disputar os prêmios de Melhor Série Dramática e Melhor Ator (Júlio Andrade). Mas tem a difícil missão de competir contra “La Casa de Papel”, fenômeno espanhol distribuído no Brasil pela Netflix, além da série indiana “Inside Edge” e a britânica “Urban Myths”, mal-classificada na categoria, já que é uma comédia. A disputa do prêmio de Melhor Atriz também tem uma brasileira no páreo, Denise Weinberg, pela série “Psi”, da HBO. Desta vez, o país não emplacou nenhuma produção entre as Comédias e Novelas, terreno geralmente dominado pela Globo. Mas o filme “Aldo – Mais Forte que o Mundo” se classificou como minissérie, após ser exibido desta forma na rede carioca. Outra duas produções do canal pago GNT completam a seleção brasileira: “Palavras em Série”, indicada a Melhor Programa de Arte, e “Eu Sou Assim”, na briga pelo Emmy Internacional de Melhor Documentário. A cerimônia de premiação está marcada para 19 de novembro, em Nova York, e por enquanto não há previsão de transmissão para o Brasil. Confira abaixo a lista completa de indicados. Melhor Série Dramática “Inside Edge” (Índia) “La Casa de Papel” (Espanha) “1 Contra Todos” (Brasil) “Urban Myths” (Reino Unido) Melhor Série Cômica “Club de Cuervos” (México) “El Fin de la Comedia” (Espanha) “Nevsu” (Israel) “Workin’ Moms” (Canadá) Melhor Ator Julio Andrade, por “1 Contra Todos” (Brasil) Billy Campbell, por “Cardinal” (Canadá) Lars Mikkelsen, por “Herrens Veje” (Dinamarca) Tolga Saritas, por “Soz” (Turquia) Melhor Atriz Thuso Mbedu, por “Is’thunzi” (África do Sul) Anna Schudt, por “Ein Schnupfen hätte auch gereicht” (Alemanha) Emily Watson, por “Apple Tree Yard” (Reino Unido) Denise Weinberg, por “Psi” (Brasil) Melhor Minissérie ou Telefilme “Aldo – Mais Forte Que O Mundo” (Brasil) “Kurara: The Dazzling Life of Hokusai’s Daughter” (Japão) “Man in an Orange Shirt” (Reino Unido) “Toter Winkel” (Alemanha) Melhor Novela “Cesur ve Guzel” (Turquia) “Istanbullu Gelin” (Turquia) “Ouro Verde” (Portugal) “Paquita La Del Barrio” (México) Melhor Documentário “De Wereld van Puck” (Holanda) “Eu Sou Assim” (Brasil) “Goodbye Aleppo” (Reino Unido) “WHO I AM” (Japão) Melhor Programa de Arte “David Stratton’s Story of Australian Cinema” (Austrália) “Dreaming of a Jewish Christmas” (Canadá) “Etgar Keret, gebaseerd op een waar verhaal” (Holanda) “Palavras em Série” (Brasil)

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  • Filme

    Primeiro trailer legendado de X-Men: Fênix Negra é origem dramática de supervilã

    27 de setembro de 2018 /

    A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”. Bastante dramática, a prévia ignora completamente a sinopse anteriormente divulgada. Não há viagem espacial, acidente que desperta superpoderes escondidos ou qualquer outra referência à historia clássica dos quadrinhos que batiza o filme. Em vez disso, surgem cenas da origem de uma nova supervilã: Jean Grey. O trailer é todo focado na transformação da heroína na vilã Fênix Negra, mostrando sua evolução desde a infância até sua explosão de raiva contra a humanidade e o momento em que os X-Men decidem enfrentá-la. Vale destacar que os personagens usam uniformes inspirados nos desenhos de Frank Quitely do início dos anos 2000, caracterizado por um “X” amarelo bem grande no peito. O que também não combina com a trama original. Esta é a segunda adaptação cinematográfica da “Saga da Fênix Negra”, criada por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne em 1980. A nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg ainda é responsável pela direção, em sua estreia na função. O filme mantém os intérpretes de “X-Men: Apocalipse” (2016), Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). As cenas de flashback ainda destacam a precoce Summer Fontana (a versão mirim de Hope Michaelson em “The Originals”). E Jessica Chastain (“A Grande Jogada”) vive uma vilã misteriosa. A estreia está marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Fotos do set de X-Men: Fênix Negra revelam encontro do Professor X e Magneto

    25 de setembro de 2018 /

    Os paparazzi revelaram novas fotos das refilmagens de “X-Men: Fênix Negra” em Montreal, no Canadá. Desta vez, as imagens registraram as participações de James McAvoy e Michael Fassbender, respectivamente como Professor Xavier e Magneto. Na imagem, eles aparecem juntos retomando o velho hábito de compartilhar um jogo de xadrez. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem (do Quarteto Fantástico pela sinopse? não) da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Esta é a segunda adaptação cinematográfica da “Saga da Fênix Negra”, criada por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne em 1980. A nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. Uma resenha das sessões de testes, publicadas no Reddit, destruiu o filme, afirmando que Kinberg repetiu os mesmos erros de 2006, matando personagem que não poderia morrer e fazendo uma versão tosca da história clássica. Desde então, as refilmagens foram encomendadas, visando modificar algumas cenas. A estreia está marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Máquina Mortífera: Pôster e comercial da 3º temporada juntam os novos “parças” da série

    23 de setembro de 2018 /

    A rede Fox divulgou o pôster e um novo comercial da 3ª temporada de “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), que apresentam Seann William Scott (de “American Pie”) como o novo coprotagonista da série, ao lado Damon Wayans. Com a união dos dois atores de comédia, a série deve sofrer mudanças de tom, e a nova prévia já demonstra um clima mais leve, repleto de piadinhas envolvendo o novo “parça”. Scott vai interpretar o segundo parceiro do experiente detetive Roger Murtaugh, substituindo o ator Clayne Crawford, que foi demitido da série por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Wayans. Para a substituição, os produtores resolveram matar Martin Riggs, o personagem de Crawford, vivido por Mel Gibson na franquia cinematográfica em a série se baseia, utilizando como gancho a cena em que Riggs leva um tiro no fim da 2ª temporada. O novo parceiro de Murtaugh será Wesley Cole, que foi criado especialmente para a série, já que nunca apareceu nos filmes. O personagem de Scott é um ex-militar que realizava operações clandestinas para a CIA, e entra na polícia após se mudar para Los Angeles para ficar mais perto do filho que teve com Natalie Flynn, outra novidade do programa, vivida por Maggie Lawson (a Juliet de “Psych”). A 3ª temporada de “Máquina Mortífera” estreia nos Estados Unidos na terça (25/9). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo.

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  • Série

    The Gifted: Novo trailer da 2ª temporada transforma mutantes em personagens de quadrinhos

    23 de setembro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Gifted”, que além de enfatizar a divisão entre a Resistência Mutante (Mutant Underground, que inclui Blink, Thunderbird, Eclipse, Lauren, Reed e Caitlin) e o Circo Interno do Clube do Inferno (Inner Circle, com Polaris, as Irmãs Frost, Andy e a novidade da temporada: a líder Reeva, interpretada por Grace Byers, de “Empire”), dá a cada personagem uma aparência de arte de quadrinhos. Baseada nos quadrinhos dos “X-Men”, a luta pelos direitos dos mutantes continua a partir de segunda-feira (25/9) nos Estados Unidos. A série será exibida com um dia de atraso no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Impuros: Veja o trailer e as fotos da nova série brasileira da Fox

    23 de setembro de 2018 /

    A Fox divulgou fotos e o teaser de “Impuros”, sua nova série nacional. Ambientada na guerra do narcotráfico do Rio de Janeiro nos anos 1990, a série conta a história de Evandro do Dendê (Raphael Logam, de “Última Parada 174”), jovem da favela que sonha em ser empresário, mas embarca em uma jornada de vingança quando seu irmão traficante é morto por policiais. Do lado oposto, a série acompanha também Victor Morello (Rui Ricardo Diaz, o “Lula, o Filho do Brasil”), policial alcoolatra e controverso, que quer colocar Evandro atrás das grades a qualquer custo. A pesar da interpretação empostada de telenovela vista no trailer, a série é criação do cineasta Tomás Portella, que fez o bom filme policial “Operações Especiais” (2015). Ele divide a direção dos episódios com outro cineasta, René Sampaio (“Faroeste Caboclo”). O elenco também inclui Cyria Coentro (“Entre Irmãs”), André Gonçalves (“Nada a Perder”), Fernanda Machado (“Tropa de Elite”) e Leandro Firmino (“Cidade de Deus”). “Impuros” estreia em 19 de outubro no canal pago Fox Premium.

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  • Filme

    O Mistério do Relógio na Parede estreia em 1º lugar na América do Norte

    23 de setembro de 2018 /

    A estreia de “O Mistério do Relógio na Parede” faturou US$ 26,8 milhões nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, suficiente para abrir em 1º lugar e se destacar numa semana péssima para novidades. Dos outros três lançamentos amplos na sexta (21/9), quem se deu melhor foi um documentário, o que dá a dimensão do desastre. O desempenho do terror infantil dirigido pelo ex-sanguinário Eli Roth (“O Albergue”) também sacramentou a transformação de Jack Black em astro de filmes fantasiosos para crianças, seguindo seu sucesso no gênero com “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” (2017) e “Goosebumps – Monstros e Arrepios” (2015). A bilheteria de “O Mistério do Relógio na Parede” ficou, por sinal, entre as arrecadações de estreia dos outros dois longas, que fizeram, respectivamente, US$ 36,1 milhões e US$ 23,6 milhões em seus fins de semana inaugurais. Mas a crítica considerou o novo título o mais fraco da trinca, com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% de “Jumanji” e 77% de “Goosebumps”. O Top 3 se completou com a comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, atualmente com US$ 32,6 milhões em duas semanas de arrecadação, e “A Freira”, que atingiu a marca de US$ 100 milhões no seu terceiro final de semana. Com a soma das bilheterias de outros 80 mercados, o terror já está prestes a totalizar US$ 300 milhões em todo o mundo – um fenômeno. Entre as estreias, o novo documentário de Michael Moore, “Fahrenheit 11/9”, foi a que se deu melhor, em 8º lugar e com US$ 3,1 milhões de faturamento. A crítica gostou: 78%. Mas é um filme para convertidos, que não vai convencer ninguém que já não acredita que Donald Trump é o anticristo. Com exibição em quase mil salas a mais, o resultado do drama “A Vida em Si” (Life Itself), de Dan Fogelman, sugere que o criador da série “This Is Us” deve continuar na televisão. Chamar de desastre é subestimar o tamanho da tragédia. Feito para fazer chorar, “Life Itself” irritou a crítica, com apenas 13% de aprovação. Fogelman retrucou como se fosse mulher, afirmando que a maioria dos críticos são homens, e homens não gostam de filmes com sentimentos. A pior recepção, porém, foi do próprio público, que deixou “A Vida em Si” fora do Top 10 – em 11º lugar, com 2,1 milhões. A última estreia ampla da lista é o thriller de humor negro “Assassination Nation”. Um dos filmes mais falados do último Festival de Sundance, desapontou ao não conseguir capitalizar o hype nas bilheterias. Fez só US$ 1 milhão e abriu em 15º lugar. Mas teve a menor distribuição de todas, em 1,4 mil salas – 1,2 mil a menos que “A Vida em Si”. Atualização dos julgamentos das bruxas de Salém para os tempos das redes sociais, “Assassination Nation” atingiu 65% de aprovação no Rotten Tomatoes e não tem previsão para chegar ao Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 26,8m Total EUA e Canadá: 26,8m Total Mundo: US$ 29,9m 2. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 10,4m Total EUA e Canadá: US$ 32,5m Total Mundo: US$ 42,5m 3. A Freira Fim de semana: US$ 10,2m Total EUA e Canadá: US$ 100,8m Total Mundo: US$ 292,5m 4. O Predador Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 40,4m Total Mundo: US$ 94,9m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 6,5m Total EUA e Canadá: US$ 159,4m Total Mundo: US$ 206,4m 6. White Boy Rick Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 17,4m Total Mundo: US$ 17,4m 7. A Justiceira Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 30,3m Total Mundo: US$ 36,3m 8. Fahrenheit 11/9 Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 3,1m Total Mundo: US$ 3,1m 9. Megatubarão Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 140,5m Total Mundo: US$ 516,4m 10. Buscando… Fim de semana: US$ 2,1m Total EUA e Canadá: US$ 23,1m Total Mundo: US$ 54,2m

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  • Etc,  TV

    Comcast vence a Fox e compra a rede britânica de TV paga Sky

    22 de setembro de 2018 /

    A Comcast superou a oferta da Fox e venceu o leilão para a compra da Sky, rede europeia de canais pagos sediada no Reino Unido. A aquisição será feita por cerca de US$ 39 milhões. Este é o resultado de uma longa disputa entre as duas maiores empresas de mídia dos Estados Unidos. Dona dos estúdios Universal, da rede NBC e de diversos canais americanos, a Comcast ofereceu 17,28 libras por ação para controlar a Sky durante o leilão, vencendo as 15,67 libras oferecidas pela Fox neste sábado (22/9), data marcada para a definição do comprador em dois lances únicos e finais. A Fox, que já possuía 39% das ações da empresa, tentava comprar as demais para assumir o controle da Sky, líder no segmento de televisão paga no Reino Unido, mas foi surpreendida em fevereiro com o interesse da rival Comcast, que originou uma disputa até o último minuto. Caso a Fox vencesse a disputa, a Sky seria absorvida pela Disney, que comprou a 21st Century Fox em junho, por US$ 71 bilhões. A Comcast também atravessou esse negócio, tentando comprar a Fox, mas acabou derrotada pela empresa comandada por Robert Iger. Agora, a Disney assumirá os 39% da Sky que pertenciam à Fox, mas não terá controle sobre a empresa, que será tocada por sua concorrente direta. A situação é inversa ao que acontece com a plataforma de streaming Hulu. Ao adquirir os 30% da Fox naquele negócio, a Disney se tornou a sócio majoritária da joint venture, com 60% de capital e poder de decisão, enquanto a Comcast permanece com 30% – os 10% que fecham a conta pertencem à Warner. “Este é um ótimo dia para a Comcast”, disse o CEO Brian Roberts, em comunicado. “A Sky é uma empresa maravilhosa, com uma ótima plataforma, uma marca incrível e uma equipe de gerenciamento talentosa. Esta aquisição nos permitirá aumentar de maneira rápida, eficiente e significativa nossa base de clientes e expandir internacionalmente. Não poderíamos estar mais empolgados com as oportunidades à nossa frente ”. A Fox também divulgou um comunicado, dizendo que está considerando suas opções em relação à sua participação de 39% na Sky. “A Sky é uma história notável e estamos orgulhosos por termos desempenhado um papel tão importante na construção do incrível valor refletido hoje na oferta da Comcast”, disse a empresa de Rupert Murdoch. A aquisição agora aguarda aprovação dos acionistas. Se a maioria dos detentores da Sky aceitar a oferta da Comcast, Roberts disse que antecipa o fechamento do negócio antes do final de outubro.

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  • Filme

    Disney confirma que os X-Men farão parte da Marvel – e Deadpool pode virar Vingador!

    21 de setembro de 2018 /

    A compra da Fox pela Disney vai deixar Kevin Feige ainda mais poderoso. O CEO da Disney, Robert Iger, confirmou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter, que o presidente do Marvel Studios será o novo encarregado dos destinos dos filmes dos X-Men. “Acho que faz sentido. Quero ter cuidado para falar disso, porque não sei o que foi comunicado para a Fox, mas acho que eles sabem. Tudo aquilo que é da Marvel deve ser supervisionado por uma entidade. Não faz sentido ter duas Marvels”. Perguntado se isso significa que Deadpool (Ryan Reynolds) poderia se tornar um Vingador, ele respondeu: “Kevin Feige tem várias ideias. Quem sabe?” A ida dos X-Men para a Marvel também tem seu lado sombrio: o fim da equipe responsável pelos projetos dos X-Men na Fox. Liderados pelo produtor-roteirista Simon Kinberg, vão ficar todos desempregados. A menos que Feige decida preservar algum tipo de subdivisão para cuidar dos filmes dos mutantes. Prevendo esses rumos, Kinberg foi esperto o suficiente para contratar a si mesmo como diretor de “X-Men: Fênix Negra”, aproveitando o último longa dos X-Men sob sua supervisão para virar diretor de cinema. E, assim, criar novas oportunidades para sua carreira. Ele também deixou encaminhado “Os Novos Mutantes”, que passará por refilmagens, e “X-Force”, o longa do supergrupo que reunirá Deadpool, Cable e Dominó. Todos os outros projetos devem ser reavaliados por Feige.

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  • Filme

    O Predador tem estreia anêmica, mas supera A Freira na América do Norte

    16 de setembro de 2018 /

    Quem estava esfregando as mãos para escrever que “O Predador” massacrou a concorrência em sua estreia na América do Norte ficou com câimbras. O filme abriu em 1º lugar, mas sem mostrar os dentes. Fez anêmicos US$ 24m (milhões), bilheteria de terror barato, que não corresponde ao investimento de US$ 88m da Fox em sua produção nem à distribuição em mais de 4 mil salas. Para se ter ideia, o valor é US$ 700 mil mais baixo que a abertura do filme anterior da franquia, “Predadores”, há oito anos. O lançamento teve que lidar, na véspera da estreia, com a publicidade negativa trazida à tona pela atriz Olivia Munn, que denunciou ter contracenado com um pedófilo condenado numa cena, posteriormente cortada pelo estúdio. O amigo obscuro do diretor Shane Black apareceu até em “Homem de Ferro 3” sem que ninguém percebesse de quem se tratava. Isto também pode ter influenciado o tom negativo nas críticas da imprensa norte-americanas. Conforme a história de pânico nos bastidores foi crescendo, pior foi se tornando a avaliação registrada no site Rotten Tomatoes. De 41% de aprovação na quinta, o filme fechou o domingo com apenas 34%. E não passou de mediano na opinião do público, com uma nota C+ na pesquisa do CinemaScore, compilada com os espectadores da estreia. Mas Chris Aronson, diretor de distribuição doméstica da Fox, disse à revista Variety que o escândalo não teria influenciado os números de bilheteria do fim de semana. “Eu não acho que isso dissuadiu quem estava pensando em ir. Acho que teve um impacto mínimo, se é que teve algum”, afirmou. E talvez ele tenha razão. Mais distante das notícias de Hollywood, o mercado internacional poderia representar uma salvação para a contabilidade do estúdio, mas qualquer esperança se desfez diante dos US$ 30,7m arrecadados em 72 mercados diferentes. O fraco desempenho evidencia que o fiasco foi global. Ao todo, o filme atingiu US$ 54,7m de bilheteria mundial, e como seu break even é de cerca de US$ 300m, já projeta prejuízo. O horroroso “A Freira” caiu para o 2º lugar com US$ 18m em seu segundo fim de semana em cartaz, mas fez mais que “O Predador” no exterior, US$ 33,1m em 62 países. O total mundial do longa, que foi filmado por US$ 22m, já está em US$ 228,6m, marcando um novo sucesso do universo barato de “Invocação do Mal”. O detalhe é que se “O Predador” teve desempenho abaixo das expectativas, as demais estreias da semana beiraram o abismo. A comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, estrelada por Anna Kendrick e Blake Lively, estreou com apenas US$ 16m, a 3ª maior arrecadação, num lançamento em 3,1 mil salas. E “White Boy Rick”, com Matthew McConaughey, fez pouco mais da metade disso, US$ 8,8m, em 4º lugar. Os críticos também valorizaram mais o suspense de humor feminino, com 86% de aprovação, contra o drama criminal masculino, cotado em 64%. Mas “Um Pequeno Favor” assinalou uma marca negativa na carreira do diretor Paul Feig, como a segunda pior bilheteria de estreia ampla de sua carreira, superada apenas pelos US$ 5m de “Menores Desacompanhados” em 2005, antes dele virar um cineasta de comédias bem-sucedidas estreladas por Melissa McCarthy. “Um Pequeno Favor” também é seu primeiro filme sem a atriz desde “Missão Madrinha de Casamento” em 2011. O filme chega ao Brasil em 27 de setembro, enquanto “White Boy Rick” tem lançamento nacional marcado apenas para janeiro de 2019. Por fim, “Unbroken: Path to Redemption”, produção do estúdio de filmes evangélicos Pureflix, abriu em 9º com US$ 2,3m. O filme é uma continuação não oficial e de baixo orçamento do épico “Invencível” (2014), dirigido por Angelina Jolie, que conta o que aconteceu com Louis Zamperini após sair do campo de concentração japonês. Sem guerra, olimpíada e história edificante de superação, o filme narra apenas sua conversão cristã e recebeu a pior nota da semana, 25% de “aprovação” no Rotten Tomatoes. Sem previsão para o Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Predador Fim de semana: US$ 24m Total EUA e Canadá: 24m Total Mundo: US$ 54,7m 2. A Freira Fim de semana: US$ 18,2m Total EUA e Canadá: US$ 85m Total Mundo: US$ 228,6m 3. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 16m Total EUA e Canadá: US$ 16m Total Mundo: US$ 19,5m 4. White Boy Rick Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 8,8m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 149,5m Total Mundo: US$ 187,4m 6. A Justiceira Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 25,6m 7. Megatubarão Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 137m Total Mundo: US$ 505,2m 8. Buscando… Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 19,6m Total Mundo: US$ 45,8m 9. Unbroken: Path to Redemption Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 216,1m Total Mundo: US$ 760,9m

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    Após denunciar pedófilo, Olivia Munn reclama de falta de apoio do elenco de O Predador

    13 de setembro de 2018 /

    Olivia Munn passou uma semana agitada, sentindo-se isolada e temendo a fama de “difícil”. Depois de trazer a público seu pedido para a Fox remover uma cena de “O Predador” em que ela contracenou sem saber com um pedófilo condenado, a atriz chegou a reclamar da falta de apoio pessoal que recebeu de seus colegas de elenco e do diretor Shane Black. Eles simplesmente a abandonaram sozinha para promover o filme no Festival de Toronto, após a revelação do caso chegar na imprensa. A preocupação se devia também ao fato deste ser o segundo caso de abuso denunciado pela atriz. Ela foi uma das seis mulheres que acusaram o diretor Brett Ratner de assédio sexual, o que fez com que ele perdesse um contrato de produção milionário com a Warner. Mas já na estreia do filme em Los Angeles no Egyptian Theatre, na quarta-feira (12/9), Munn disse ao site da revista The Hollywood Reporter que estava mais encorajada, graças principalmente ao grau substancial de apoio que recebeu nas redes sociais e na imprensa, além de um apoio tardio de seus colegas. “Fiquei tão impressionado com a resposta nas mídias sociais, fãs, notícias, blogs”, disse Munn ao THR . “Quando algo assim acontece, muitas vezes pode ser polarizador, mas tem sido incrível ver que há muitas pessoas sensatas por aí que estão expressando o mesmo tipo de indignação e compreensão, e também apoio”. Munn pediu a remoção de sua cena em frente ao ator Steven Wilder Striegel, um amigo de longa data do diretor Shane Black, que foi condenado a seis meses de prisão em 2010 por seduzir sexualmente sua prima de 14 anos por meio de trocas de mensagens online e pessoais. Ao saber do histórico de Streigel, Munn fez seu pedido e o estúdio consentiu, cortando a cena da edição final. Ela confessou ter ficado aliviada quando o resto do elenco finalmente demonstrou apoiar sua posição. “Sou grato por meus colegas terem falado”, disse ela. “Eu falei com alguns deles em particular, e eles entendem a situação e expressaram seu pesar pela forma como ela aconteceu. E eu acho que eles entendem agora. Mas é uma situação difícil.” Ao ser perguntado se ela estava satisfeita com a decisão de Black – o diretor-roteirista inicialmente disse que estava apenas tentando apoiar um amigo, depois revisou sua opinião quando soube que as acusações contra a Streigel eram muito mais sérias e perturbadoras do que havia sido representado para ele – , ela fez uma pausa longa antes de oferecer uma resposta dura. “Eu ainda tenho a minha conversa com ele”, disse ela. “Eu preciso ter uma conversa completa, e então há coisas que eu ainda posso dizer que eu sinto que ele deveria ouvir primeiro, antes de eu dizer em público.” Black também expressou preocupação sobre a reparação de qualquer falha que tenha cometido com Munn, na esperança de iniciar a reconciliação em particular. “Eu estendi a mão para Olivia, porque sei que devo a ela algum tipo de desculpa”, disse Black ao THR. “Espero que você possa entender que eu preferiria manter essa comunicação entre nós dois em particular”, completou. De qualquer forma, o cineasta diz assumir a responsabilidade de ter criado uma situação desconfortável para o elenco e a equipe. “Sinto muito, realmente estou, por qualquer dor que causei”, disse ele. “Eu sou o capitão do navio, certo? Então, não importa que esse cara que eu coloquei no filme é um amigo meu. Ele não era franco. Ele não era honesto comigo. Mas isso não importa, porque eu não tenho permissão para tomar uma decisão com base no que eu penso. Eu tinha um cara com um passado criminoso – isso é sensível, para dizer o mínimo – , e eu o coloquei no filme, sem contar ao elenco e à equipe. Isso é culpa minha. Eu assumo total responsabilidade. Isso é irresponsável, e eu não deveria ter feito isso.” Sterling K. Brown foi o primeiro a divulgar uma declaração pública de apoio a Munn via Instagram, depois que ele soube da situação, em que ela ficou abandonada em Toronto, e disse ao THR que estava satisfeito com a resolução. “Estou muito feliz que ela tenha dito alguma coisa”, disse a estrela da série “This Is Us”. “Estou muito feliz que um cara que tentou se relacionar com sua prima de 14 anos não esteja em nosso filme, porque muitas pessoas dedicam muito trabalho a isso, e eu não acho que ele deveria estar colhendo os benefícios de nosso trabalho duro”. Boyd Holbroock também ecoou seu apoio à distância. “A última coisa que queria era que Olivia se sentisse abandonada”, ele disse, num comunicado que começa pedindo desculpas por sua demora em se manifestar. “Eu já disse antes, e vou declarar de novo, estou orgulhosa de Olivia pela maneira como ela lidou com uma situação difícil e alarmante, e agradeço que Fox tenha levado a informação a sério e agido rapidamente.” Diante de todo esse noticiário negativo, o filme está sendo destruído pela crítica americana. Tinha apenas 41% de aprovação na quinta, mas 24 horas depois caiu ainda mais no conceito dos críticos, com 39% na média de opiniões registrada pelo site Rotten Tomatoes.

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