Audiência de The Walking Dead despenca para níveis da 1ª temporada
A audiência de “The Walking Dead” não para de cair. Depois da estreia da 9ª temporada registrar perda de quase metade do público da temporada anterior, o segundo capítulo viu aumentar a debandada, visto por 4,9 milhões de pessoas ao vivo. A sintonia abaixo dos 5 milhões só tinha sido registrada duas vezes antes na trajetória da série, ambas na 1ª temporada. Para completar a má notícia, o público qualificado ficou pela primeira vez abaixo dos 2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), registrando 1,9 ponto. Os dois episódios com 4,7 milhões de telespectadores da 1ª temporada registraram 2,4 pontos. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Apesar disso, “The Walking Dead” continua como carro-chefe do canal AMC e uma das maiores audiências da TV paga americana. A diferença é que já foi uma das maiores audiências da TV de modo geral, superando a maioria dos programas das grandes redes nacionais exibidos na TV aberta. A expectativa agora é ver se essa tendência se reverte ou acentua. Há fatos incontornáveis que vão determinar o aumento do interesse ou o desinteresse completo em relação ao desenvolvimento da série. Isto porque a produção vai perder dois protagonistas no arco atual. Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, que vive Maggie, confirmaram que deixam “The Walking Dead” nos próximos capítulos.
Veja 20 fotos e os primeiros minutos do próximo episódio de The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou os dois primeiros minutos do segundo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia traz Rick (Andrew Lincoln) narrando os progressos feitos após o fim da guerra contra os Salvadores, em tom de utopia realizada. O vídeo não mostra, mas o trailer já adiantou que do outro lado da conversa está Negan (Jeffrey Dean Morgan). Intitulado “The Bridge”, o capítulo vai mostrar que a imaginada utopia de Rick ainda é um sonho distante, quando a reunião das diferentes comunidades para a construção de uma ponte termina em briga e, segundo a sinopse oficial, num acidente grave. Com Maggie (Lauren Cohan) irredutível, recusando-se a ajudar, e Negan ironizando os esforços de Rick, “The Bridge” deve sinalizar o colapso da pacificação levada adiante ao final da temporada anterior. O novo episódio será exibido no domingo (14/10). A série é exibida no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.
Série clássica Kung Fu vai ganhar nova versão com protagonista feminina
A Fox deu sinal verde para a produção do piloto de uma nova série dramática com um velho título conhecido, “Kung Fu”. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Albert Kim (“Nikita” e “Sleepy Hollow”), “Kung Fu” vai se passar nos dias de hoje e acompanhar uma descendente de Kwai Chang Caine, o personagem de David Carradine na série clássica de mesmo nome, um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1970. A atração original foi um fenômeno de popularidade, gerando até gíria – “gafanhoto”, como o mestre chamava o discípulo Kwai Chang Caine. Durou ao todo três temporadas, entre 1972 e 1975, mas Carradine realizou um revival nos anos 1990, passado nos dias atuais e intitulado “Kung Fu: The Legend Continues”, que durou mais quatro temporadas. Descrita como uma série procedimental de ação, “Kung Fu” desta vez será protagonizado por uma mulher jovem de descendência chinesa, que herda o estúdio de kung fu de seu pai, apenas para descobrir que ele é na verdade um centro secreto dedicado a ajudar os membros da comunidade de Chinatown. Com o auxílio de um ex-fuzileiro naval, ela decide continuar a missão da escola, e no processo descobre coisas que não sabia sobre sua herança cultural e herança familiar, incluindo uma conexão com um ancestral lendário. O projeto começou a ser desenvolvido há um ano, mas se alterou bastante desde os primeiros esboços, quando seria escrito por Wendy Mericle (“Arrow”) e acompanharia uma monja budista nos Estados Unidos dos anos 1950. A atual encomenda do piloto reflete duas tendências que ganharam força nos últimos meses na indústria do audiovisual americano: resgates de séries clássicas e produções com atores asiáticos. Este último desenvolvimento é bem recente e se deve ao sucesso do filme “Podres de Ricos, que já fez mais de US$ 220 milhões em todo o mundo com um orçamento de US$ 30 milhões – sem estrear no Brasil. A produção do novo “Kung Fu” está a cargo do prolífico Greg Berlanti, produtor que detém o recorde de maior quantidade de séries no ar simultaneamente – 12 em 2018 e mais um monte anunciadas para 2019. O episódio piloto precisa ser aprovado para que a série seja produzida.
The Walking Dead perde metade da audiência na estreia da 9ª temporada
A estreia da 9ª temporada de “The Walking Dead”, exibida no domingo (7/10), manteve a tendência de queda na audiência da atração nos Estados Unidos. Intitulado “New Beginning”, o episódio foi visto por 6,1 milhões de espectadores ao vivo no canal pago AMC. O número representa perda de quase metade da audiência que assistiu ao começo da 8ª temporada (11,4 milhões) e só supera a estreia da atração em 2010 (5,3 milhões), quando a série dava seus primeiros passos. Para completar a má notícia, o público da temporada inaugural era mais qualificado, rendendo 2,7 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), contra os 2,5 pontos marcados no último fim de semana. A comparação com o desempenho anterior é especialmente preocupante porque o primeiro episódio costuma ser um dos mais vistos de cada temporada. E a abertura deste ano teve menos público que o episódio menos assistido do arco anterior – 6,2 milhões, sintonia do antepenúltimo capítulo da 8ª temporada, exibido em janeiro. Apesar disso, “The Walking Dead” continua como carro-chefe do canal AMC e uma das maiores audiências da TV paga americana. A diferença é que já foi uma das maiores audiências da TV de modo geral, superando a maioria dos programas das grandes redes nacionais exibidos na TV aberta. A série retornou com um salto temporal para mostrar como ficou a convivência entre as diferentes comunidades após a derrota de Negan (Jeffrey Dean Morgan). O arco atual vai marcar a despedida de dois protagonistas da série: Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, que vive Maggie, confirmaram que deixam “The Walking Dead” nos próximos capítulos.
Gotham: Trailer legendado revela caos da última temporada
A rede Fox divulgou o trailer da 5ª e última temporada de “Gotham” – e os fãs brasileiros já legendaram. Veja abaixo. Exibido na New York Comic Con, o vídeo é aberto por uma longa recordação dos episódios anteriores, antes de chegar nas cenas inéditas, que mostram o caos da cidade do título, sitiada por gangues vestidas como figurantes da franquia “The Purge” (às vezes chamada de “Uma Noite de Crime” no Brasil). Todas as pontes de Gotham City foram explodidas no final da temporada passada, deixando a cidade isolada. E esta premissa evoca o arco das histórias de Batman conhecido como “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original). Nos quadrinhos, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios foi reduzida para 13, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal, e a estreia deslocada para a midseason, no começo de 2019. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
The Walking Dead: Vídeos e fotos do próximo episódio exploram conflitos entre as comunidades
O canal pago americano AMC divulgou três fotos, uma cena e o trailer do segundo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead”. E os vídeos já foram rapidamente legendados pelos fãs brasileiros. Veja abaixo. Intitulado “The Bridge”, o capítulo acompanha a reunião das diferentes comunidades para a construção da ponte que irá facilitar o transporte e a comunicação entre elas. O problema é que a união de ex-inimigos também resulta em atrito e, segundo a sinopse oficial, um acidente grave. Com Maggie (Lauren Cohan) irredutível, recusando-se a ajudar, e Negan (Jeffrey Dean Morgan) ironizando os esforços de Rick (Andrew Lincoln), “The Bridge” sinaliza o colapso da pacificação levada adiante ao final da temporada anterior. O novo episódio será exibido no domingo (14/10). A série é exibida no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.
Ator revela ter pedido para morrer em The Walking Dead
[Alerta de Spoiler] A 9ª temporada de “The Walking Dead” já começou matadora, com a morte de um dos personagens da atração. O episódio de estreia marcou a despedida de Gregory, um dos vilões da trama. E seu intérprete, o ator Xander Berkeley, revelou à revista Entertainment Weekly que a forma abrupta como ele saiu de cena foi um pedido dele mesmo. Berkeley contou que chegou a pedir para os produtores da série matarem seu personagem durante a produção da temporada passada, quando ficou dias sem ter o que fazer na trama. “Eu me diverti muito nesta série”, ressaltou o ator, antes de abordar seu desencante. “Os roteiristas me deram muita coisa bacana logo no começo. Eu me divertia muito, não importa o quão trapaceiro esse personagem era. Mas, na temporada passada, ele ficou preso naquela cela, e isso foi o inferno para mim. Eu passei muito tempo longe de casa e da minha família”. “Foi a primeira vez nesta série em que fiquei em conflito, e disse para os roteiristas: ‘Me matem. Deem-me algo excitante para fazer. Me matem para que eu possa ir para casa e/ou encontrar outros projetos'”, revelou. “Eu sempre posso encontrar algo mais interessante para fazer do que ficar sentado em uma cela de prisão dizendo as mesmas coisas mil vezes. Eu não mereço isso”. A nova showrunner, Angela Kang, atendeu seus pedidos e apressou sua despedida da série no roteiro do primeiro episódio da nova temporada. E Berkeley disse ter adorado. “Eu sempre quis que ele fosse enforcado. Eu nunca fui enforcado antes, e eu sempre morro nas séries e filmes! Eu já caí de prédios três vezes. Já morri três vezes em explosões. Tenho pelo menos 15 facadas e 25 mortes por arma de fogo. Eu estava contando que eles seguissem os quadrinhos e enforcassem Gregory”, comentou o ator, que só lamentou como tudo aconteceu de forma abrupta. “Eu acho que foi um pouco apressado”, ressalvou. “Acho que não foi muito crível quando Gregory tenta tirar Maggie do poder. Eles fizeram o que podiam, mas tinham muitas histórias para equilibrar. Angela [Kang, a nova showrunner da série] é uma boa roteirista, então não questiono o que ela fez. Eu mal consigo imaginar ter o trabalho dela”. Angela Kang, por sua vez, confirmou que intenção é mesmo apressar as histórias, ao contrário do clima arrastado da narrativa até então, para abrir caminho para novas narrativas na temporada. “Esse é o tipo de trama que nós normalmente desenvolvemos em múltiplos episódios. Mas, dessa vez, pensamos: ‘Já estamos nos preparando para isso há algum tempo, vamos colocar essa história no começo da temporada’. O restante dos capítulos vai mostrar os personagens lidando com os eventos dos primeiros episódios. É uma nova estrutura”, disse, também para a EW. “Nós decidimos há temporadas atrás replicar o momento icônico dos quadrinhos em que Gregory é enfocado. Essa sempre foi a intenção”, comentou ainda. “Nós remixamos um pouco os eventos dos quadrinhos, principalmente a forma como Gregory tenta derrubar Maggie. Queríamos mostrar que ele teve muitas chances de mudar, mas não conseguiu”. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. O próximo episódio inédito vai ao ar no domingo (14/10).
The Walking Dead: Veja os primeiros cinco minutos e a nova abertura da 9ª temporada
O canal pago americano AMC a nova abertura e os cinco primeiros minutos da 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia destaca o clima de Velho Oeste da nova fase, com cavalos substituindo os meios de transporte motorizados, diante da falta de gasolina, e a relativa pacificação dos conflitos, com todas as comunidades trabalhando juntas, inclusive os Salvadores. Mas esta paz não deve durar muito, já que os próximos episódios marcarão a chegada dos Sussurradores, vilões que ganharam seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, eles caminham em meio aos infectados, comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Por outro lado, Alexandria receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”), além de incluir novos personagens entre os habitantes das comunidades existentes. O crescimento do elenco tenta compensar a saída prevista de dois protagonistas, Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan), que deixarão a série na metade da temporada. Os novos episódios também marcam a estreia da nova showrunner, Angela Kang, e estreiam neste domingo (7/10) com exibição no Brasil pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
Armie Hammer entra em Morte no Nilo, continuação de Assassinato no Expresso do Oriente
O ator Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) é o segundo nome confirmado no elenco de “Morte no Nilo”, nova adaptação de best-seller de mistério de Agatha Christie. Ele vai se juntar à atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”), primeira estrela anunciada na produção, que será continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, uma das surpresas das bilheterias no ano passado. O papel de Hammer não foi divulgado, mas Gadot interpretará Linnet Ridgeway Doyle, uma herdeira milionária à bordo de um cruzeiro no Nilo, onde acontece um assassinato que será investigado pelo detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh, repetindo seu papel). Ou seja, a trama de “Assassinato no Expresso do Oriente”, mas passada num iate em vez de um trem. Assim como fez no filme anterior, Branagh também vai dirigir o longa. E com ele também volta o roteirista Michael Green, responsável pela adaptação do livro de 1937. “Morte no Nilo” já foi adaptado antes para o cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974), e reuniu um elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. O papel de Gadot foi, naquela ocasião, vivido pela intérprete menos famosa da produção: Lois Chiles, um ano antes de virar Bond Girl em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979). Há um motivo para isso. Embora esse spoiler tenha 71 anos, digamos que sua personagem é que aparece por menor tempo na tela, exatamente como Johnny Depp em “Assassinato no Expresso do Oriente”. A nova versão de “Morte no Nilo” tem estreia marcada para 2020.
Atriz anuncia saída da série Brooklyn Nine-Nine
O salvamento de “Brooklyn Nine-Nine” não impediu que um integrante do elenco se perdesse pelo caminho. A série, que foi cancelada pela Fox no fim da temporada passada, mas regatada pela NBC para exibir sua 6ª temporada, voltará com a despedida de Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti. A própria atriz anunciou sua saída da série no Twitter. “Fãs de ‘Brooklyn Nine-Nine’, olá! Eu não vou participar da 6ª temporada completa da série”, escreveu. “Isso não significa que eu nunca mais vou voltar. Eu quero agradecer a todos vocês pelas horas que passaram assistindo a Gina ser Gina: Confiante, idiota-mas-esperta, enérgica, cheia de ritmo e de radiação de celular.” Ela ainda citou Emmy Rossum, republicando o textão da atriz quando ela anunciou sua respectiva saída de “Shameless”, como forma de resumir o que sentia diante da decisão. E o criador da série, Dan Goor, respondeu com a sua própria declaração, dizendo que ele e o parceiro Mike Schur tentaram “com todas as nossas forças criar uma história final para Gina que fizesse justiça à personagem”. “É triste ver um membro da família ir embora, mas estamos orgulhosos de Chelsea e animados para ver o que ela fará a seguir. Além disso, posso dizer que não será sua última aparição da série. Quer dizer, ela foi atropelada por um ônibus e só faltou a uma semana de gravação!” Peretti faz parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios da série até hoje. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” ainda não tem data de estreia definida. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago TBS e pela Netflix. B99 fans. Hiiiiiiiiiiii. Chelsea Peretti, here. I won't be doing a full season of Brooklyn Nine Nine in Season 6. But that doesn’t mean I won’t ever be back, winky face emoji, heart emoji. I want to thank you for the hours you spent watching Gina be Gina: — Chelsea Peretti (@chelseaperetti) 3 de outubro de 2018 pic.twitter.com/yGQ2opK3IH — Chelsea Peretti (@chelseaperetti) 3 de outubro de 2018 Here's my statement about the incredibly amazing @chelseaperetti. pic.twitter.com/OZAuEU7DSc — Dan Goor (@djgoor) 3 de outubro de 2018
Damon Wayans anuncia que vai deixar a série Máquina Mortífera
Após pressionar e comemorar a demissão de Clayne Crawford de “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator Damon Wayans surpreendeu a produção nesta quarta (3/10) ao anunciar, durante uma entrevista, que vai deixar a série. Em entrevista ao site Electronic Urban Report, o ator afirmou que, em dezembro, após finalizar as gravações dos 13 episódios encomendados pela Fox para a 3ª temporada, simplesmente irá procurar outro emprego. “Eu não sei o que eles estão planejando, mas é isso que estou planejando. Eu sou um cara diabético de 58 anos e estou trabalhando 16 horas por dia”, justificou-se Wayans em vídeo. “Para mim, já deu. Como Murtaugh diria, estou muito velho para isso”, afirmou, dizendo o bordão de seu personagem, vivido por Danny Glover no cinema. “É difícil para mim interpretar esse pai amoroso e solidário, marido e amigo na TV e ser o cara da vida real que está dizendo a todos: ‘Eu não posso, tenho que trabalhar’”, reclamou, lamentando que sua mãe e filha foram operadas recentemente e ele não pôde acompanhá-las devido à produção de “Lethal Weapon”. “Eu sou de uma família grande, uma família amorosa. E eu não os vejo mais. Todas as reuniões familiares, estou muito cansado ou não consigo ir, porque entram em conflito com o trabalho. Eu tenho sete netos. Eu perdi recitais e formaturas. Para mim, não vale a pena. Existe uma maneira melhor de viver a vida”, completou. No mundo real, em que os trabalhadores não tem o privilégio de achar ruim cotidianos com as mesmas situações de que ele reclama, a série continua um sucesso. Exibida em 25 de setembro, a estreia da 3ª temporada foi vista ao vivo na rede americana Fox por 3,4 milhões de pessoas e atingiu 5,6 milhões com gravações digitais, na medição da Nielsen. Chegar a esta temporada já tinha sido uma luta com muitos dramas de bastidores, que culminaram na saída de um dos protagonistas e numa ameaça de cancelamento pela Fox. Clayne Crawford foi demitido da série por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões contra o colega Wayans. Mas agora, o anúncio-bomba de Wayans pode dar à crise interna com Crawford uma nova dimensão. O demitido alegava que Wayans não era profissional, não passava o texto com o resto do elenco, chegava atrasado para gravar e sem ter decorado suas falas, o que lhe deixava profundamente irritado. Quem deve estar olhando tudo isso incrédulo é Seann William Scott (de “American Pie”), recém-chegado como novo coprotagonista no papel de Wesley Cole, criado especialmente para a série – e que nunca apareceu nos filmes. As duas temporadas anteriores de “Máquina Mortífera” tiveram 22 episódios, mas a nova teve a contratação de apenas 13 episódios. Geralmente, as redes abertas costumam fazer pedidos de suplementação de episódios, encomendando mais 9 para completar temporadas, após elas mostrarem audiência convincente. A manifestação de Wayans é uma forma de impedir que a produção siga esse rumo. Dificilmente a Fox pedirá mais episódios da série, pois isso acarretaria em deixá-la no ar sem nenhum dos protagonistas originais e, portanto, sem nenhuma ligação com os filmes em que supostamente se baseia. Mas enquanto os demais profissionais envolvidos na série provavelmente perderão seus empregos, Wayans estará “voltando a sorrir novamente”, como ele mesmo disse. Veja a entrevista no vídeo abaixo. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo.
Diretor explica porque tirou o nome dos X-Men do título original do novo filme dos heróis
A divulgação dos primeiros trailer e pôster de “X-Men: Fênix Negra” chamou atenção para um detalhe curioso. O filme não traz “X-Men” em seu título original nos Estados Unidos, sendo chamado apenas de “Dark Phoenix” (Fênix Negra). Isto passou batido pelos fãs brasileiros, já que a Fox continua divulgando o filme no Brasil com o nome dos heróis mutantes. O diretor, produtor e roteirista Simon Kinberg explicou o motivo desta mudança em entrevista ao site Collider. “Com ‘Fênix Negra’, abandonamos o ‘X-Men’ pelo mesmo motivo que fizemos isso com ‘Logan’. Queríamos sinalizar que esse era um filme diferente do que os espectadores já viram da franquia”, argumentou. Kinberg ainda acrescentou que buscava também um distanciamento de “X-Men: O Confronto Final”, filme de 2006 que tentou adaptar o mesmo arco de quadrinhos que será contado em “Fênix Negra”, no qual a heroína Jean Grey (Sophie Turner) é possuída por uma entidade maligna e poderosa. “Eu trabalhei em ‘O Confronto Final’, e sempre me incomodou que o filme não tinha ‘Fênix Negra’ no título. Dessa vez, quisemos colocar para sinalizar para os fãs de quadrinhos que esta é a adaptação que eles queriam”, continuou o diretor. Comentários negativos das primeiras sessões de teste discordam desta última afirmação. De todo modo, vale atentar para a outra comparação feita por Kinberg. “Logan” é o nome do personagem e o título de seu filme seguiu a lógica de sua franquia solo, já que o lançamento anterior, em inglês, era “The Wolverine”. Wolverine ou Logan, o personagem é o mesmo. O filme é dele. Já os filmes dos “X-Men” sempre tiveram o nome dos heróis em seus títulos – “X-Men: Apocalipse”, “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, etc. Assim como “Dias de um Futuro Esquecido”, “Fênix Negra” é nome de um arco bastante conhecido dos quadrinhos, a “Saga da Fênix Negra”. Mas não é o nome da personagem. Jean Grey até se torna Fênix, mas o adjetivo Negra só existiu nos quadrinhos em referência a esta saga. Deste modo, a opção pelo título “Fênix Negra” não segue o padrão de “Logan”. Não é o novo filme de Fênix Negra. É o único (vá lá, único do reboot) com a personagem. Prova disso é que, se houver outro filme dos mutantes, ele não será chamado de “Fênix Negra 2”, como, por exemplo, “Deadpool 2”. Não, será outro filme dos X-Men. Desta vez, os tradutores brasileiros acertaram em manter o título composto, “X-Men: Fênix Negra”, para o lançamento nacional. O novo filme dos X-Men estreia em junho de 2019 nos EUA e, desde o último adiamento, ainda não tem previsão para chegar nos cinemas brasileiros.
Tom Ellis tira camisa para revelar Lucifer malhado na 4ª temporada da série
O ator Tom Ellis, que interpreta o personagem-título da série “Lucifer”, compartilhou uma foto sem camisa no Instagram para mostrar seu novo abdômen bem definido, resultado de um intenso treinamento físico. A boa forma não é apenas do ator. Ela está incluída na trama da série e deve refletir a jornada de Lúcifer na 4ª temporada, pelo que deu entender a legenda da foto. Ellis explicou que a imagem foi tirada das gravações do último final de semana, e que ficar em forma exigiu dele uma preparação de 3 meses de treinamento além de uma rígida dieta – algo que “foi difícil, mas valeu a pena”. O produtor Joe Henderson chegou a sugerir que a série ficaria mais sexy ao passar para a Netflix. Fãs podem, portanto, esperar mais participações especiais do tanquinho definido do ator galês nos próximos capítulos. A série terá apenas 10 episódios em sua 4ª temporada, a primeira da Netflix, que ainda não tem previsão de estreia.












