Dumbo voa em novos pôsteres e comercial com cenas inéditas
A Disney divulgou quatro novos pôsteres e mais um comercial de “Dumbo”, versão live-action do clássico animado de 1941, que destacam o voo do elefantinho do título. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. O filme também não é um simples remake, ao expandir a história para muito além da animação original. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar de um elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas renderam ridicularização ao bichinho e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para a próxima quinta-feira (28/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Nós, novo terror de Jordan Peele, assusta a concorrência com recorde de bilheteria nos EUA
“Nós”, segundo filme dirigido por Jordan Peele, fez história ao arrecadar US$ 70 milhões em sua estreia neste fim de semana na América do Norte. O valor não só é muito maior que os US$ 38M (milhões) obtidos pela estreia elogiadíssima – e premiada com o Oscar – do diretor, o filme “Corra!” em 2017, como se trata da maior bilheteria inaugural de um terror que não faz parte de uma franquia – deixando muito para trás o antigo recordista, “Um Lugar Silencioso”, lançado com US$ 50,2M no ano passado. Mesmo diante das franquias, a estreia de “Nós” impressiona, sendo superada apenas por dois lançamentos de terror em todos os tempos, o fenômeno “It – A Coisa” (US$ 123,4M) e a sequência recente de “Halloween” (US$ 76,2M). Também é a segunda maior estreia do ano, atrás somente de “Capitã Marvel”, que arrecadou US$ 153M em sua abertura há três semanas. O terror de Peele sobre uma família confrontada por um grupo de sósias também assustou quem se baseou nas projeções dos “especialistas”, que estimavam inicialmente algo entre US$ 38M e 45M nos primeiros três dias. Com isso, a produção do estúdio Blumhouse, com distribuição da Universal, tirou o 1º lugar de “Capitã Marvel”, que após duas semanas no topo faturou US$ 35M entre sexta e domingo (24/3). Apesar da queda, o filme da super-heroína da Marvel não sofreu grande abalo, atingindo um total de US$ 321,4M na América do Norte e US$ 910,2M em todo o mundo. Sua entrada no clube do bilhão não deve passar do próximo fim de semana. Como não houve nenhum outro grande lançamento, o resto do ranking estendeu a despedida de alguns fracassos deste ano, como “Uma Aventura Lego 2” e “Alita: Anjo de Combate”, ambos em seu último fim de semana no Top 10. Mesmo com relativo sucesso internacional, “Alita” tornou amarga a despedida da Fox como estúdio independente. A produção orçada em US$ 200M sairá de cartaz em breve, sem ter nem sequer rendido US$ 100M no mercado doméstico. Seu prejuízo vai se somar aos elevados custos da compra da Fox pela Disney. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Nós Fim de semana: US$ 70,2M Total EUA e Canadá: US$ 70,2M Total Mundo: US$ 86,9M 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 35M Total EUA e Canadá: US$ 321,4M Total Mundo: US$ 910,2M 3. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 29,4M Total Mundo: US$ 39,6M 4. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 26,4M Total Mundo: US$ 32,7M 5. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 145,7M Total Mundo: US$ 488M 6. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,8M Total Mundo: US$ 66,8M 7. Gloria Bell Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 2,4M Total Mundo: US$ 3M 8. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ _ 9. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 103,3M Total Mundo: US$ 179,5M 10. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 83,7M Total Mundo: US$ 399,8M
Capitã Marvel supera Mulher-Maravilha e vira super-heroína de maior bilheteria mundial
“Capitã Marvel” atingiu uma nova marca na quinta-feira (21/3), ao somar US$ 825 milhões ao redor do mundo. O valor ultrapassou o faturamento total de “Mulher-Maravilha” (US$ 821 milhões), transformando “Capitã Marvel” no filme de super-heroína de maior bilheteria mundial em todos os tempos. “Mulher-Maravilha” ainda lidera no território norte-americano, com US$ 412 milhões contra US$ 282 milhões de “Capitã Marvel”. No entanto, o mercado internacional dá ampla vantagem à personagem interpretada por Brie Larson. A rivalidade entre as heroínas da DC e da Marvel, porém, fica só nas bilheterias. Em entrevista recente, Brie Larson admitiu que chorou ao ver “Mulher-Maravilha”. E Gal Gadot mostrou seu apoio à colega ao postar uma ilustração das duas heroínas de braços dados em suas redes sociais, com a legenda “Estou tão feliz por você, irmã! Parabéns”. O filme da “Capitã Marvel” deve superar os US$ 900 milhões no fim de semana, gerando expectativa para a comemoração do faturamento de US$ 1 bilhão. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína precisou só de 15 dias para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M) e “Guardiões da Galáxia” (US$ 773,3M), sem esquecer todos os filmes dos X-Men (e Deadpool) da Fox.
Disney fecha Fox 2000, estúdio de A Culpa É das Estrelas e Clube da Luta
Um dia após assumir o controle da Fox, a Disney desceu a guilhotina em seus novos funcionários, demitindo executivos veteranos de distribuição e marketing, entre outros departamentos que serão extintos na consolidação da fusão. A maior novidade, porém, foi o anúncio de que o estúdio Fox 2000 será fechado. Criado e comandado por Elizabeth Gabler desde 1999, o estúdio era especializado em filmes contemporâneos de médio orçamento. E lançou muitos sucessos, como “O Clube da Luta” (1999), “Nunca Fui Beijada” (1999), “Johnny & June” (2005), “O Diabo Veste Prada” (2006), “Marley & Eu” (2008), “A Culpa É Das Estrelas” (2014), “Joy: O Nome do Sucesso” (2015), “Ponte dos Espiões” (2015), “Estrelas Além do Tempo” (2016), “Com Amor, Simon” (2018) e “O Ódio que Você Semeia” (2018). A empresa será desativada após lançar “The Woman in the Window”, novo filme de Joe Wright (“Anna Karenina”), atualmente em pós-produção e previsto para chegar aos cinemas em outubro. Não há informação sobre se os demais projetos que estavam em desenvolvimento no estúdio foram cancelados ou se serão remanejados para outra divisão da Disney. Também não há posição oficial sobre a situação de Gabler – se ela será dispensada, virará executiva da Disney ou produtora associada. Curiosamente, a Fox 2000 fazia o tipo de filme que deve entrar em demanda com o lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus). A decisão de eliminar o estúdio é consequência de uma projeção de economia na cada dos US$ 2 bilhões com cortes de produções, cargos dobrados e redundâncias operacionais que decorreram da compra da Fox. Várias demissões aconteceram entre quarta e quinta (21/3) nos Estados Unidos e mais são esperadas ao redor do mundo. As divisões televisivas passaram sem muito trauma pela transição, mas a aquisição deixou a Disney com 11 estúdios de cinema: Walt Disney Pictures, Disney Animation, Pixar, Marvel, Lucasfilm, 20th Century Fox, Fox Searchlight, Fox Family, Fox Animation, Blue Sky e Fox 2000. Além de limar um estúdio, a Disney também vai diminuir a produção de filmes da Fox, que deixará de lançar cerca de 20 títulos por ano para se limitar a no máximo meia dúzia de lançamentos anuais a partir de 2020. Esta conta, ao menos, não incluirá os filmes dos X-Men, que passarão a ser produzidos pela Marvel. O detalhe é que a Marvel também vai diminuir – e não aumentar – a quantidade de seus lançamentos em decorrência do acúmulo de estúdios. Serão apenas dois filmes de super-heróis por ano.
Criador da série Demolidor é primeiro contratado da nova divisão televisiva da Disney
A nova divisão televisiva da Disney, vitaminada pela compra da Fox, anunciou o roteirista e produtor Drew Goddard, criador da série “Demolidor”, como seu primeiro contratado. Ele assinou contrato de exclusividade para desenvolver séries para a 20th Century Fox TV, que desde quarta (20/3) é propriedade da Disney. A ideia é que ele crie atrações para os canais da Disney, que incluem, entre outros, a rede ABC, os canais pagos Freeform e FX, e as plataformas Hulu e Disney+ (Disney Plus). O negócio foi anunciado por Dana Walden, ex-presidente da Fox TV e nova chefona dos estúdios de TV da Disney, que trabalhou com Goddard no começo de sua trajetória na Fox. Na ocasião, ele também iniciava a carreira de roteirista nas séries “Buffy: A Caça Vampiros” e seu spin-off “Angel”. “Queríamos continuar a trabalhar com Drew desde o dia em que seu trabalho em ‘Angel’ acabou. Isso foi em 2004”, disse Walden. “Ter um novo acordo com ele depois de todo esse tempo me deixa indescritivelmente feliz. Como escritor e diretor, ele é nota 10; como colaborador e imã para outros escritores incríveis, diretores e atores, ele está acima de qualquer nota. Nosso objetivo é apoiar Drew para ele construir sua própria empresa de produção espetacular dentro do novo Disney Television Studios”. Além de roteirista e produtor de séries, Goddard também faz sucesso no cinema. Ele criou a franquia “Cloverfield” (em 2008) e foi indicado ao Oscar pelo roteiro de “Perdido em Marte” (2015). Além disso, dirigiu os elogiados “O Segredo da Cabana” (2011) e “Maus Momentos no Hotel Royale” (2018).
Heróis de Vingadores: Ultimato lamentam suas perdas em novo comercial sombrio
A Marvel divulgou um novo comercial de “Vingadores: Ultimato”. A prévia foca nas perdas dos heróis, mostrando imagens de Pantera Negra, Doutor Estranho, Vespa, Soldado Invernal e integrantes dos Guardiões da Galáxia que foram reduzidos a pó por Thanos, enquanto os sobreviventes se juntam para uma missão aparentemente suicida (“custe o que custar”, dizem e repetem) contra o vilão. Como o filme marca o final do contrato dos principais atores do universo Marvel, a abordagem sombria gera aflição e teorias de fãs sobre o destino de Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), os Vingadores originais. Destes, apenas Johansson tem retorno garantido, num filme solo da Viúva Negra – que, entretanto, é um prólogo e pode se passar antes de uma possível morte da heroína. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vingadores originais se reúnem e avisam a Thanos que estão chegando
O ator Jeremy Renner, intérprete do Gavião Arqueiro nos filmes da Marvel, postou em seu Instagram uma foto com o elenco original do primeiro longa dos Vingadores. E avisou: “Caro Thanos, nós estamos chegando para te pegar… Sinceramente, A6”. A6 é como eles chamam o sexteto inicial dos Vingadores, que, além de Renner, inclui Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) e Mark Ruffalo (Hulk). Os seis Vingadores originais pretendem voltar a lutar contra Thanos (Josh Brolin) em “Vingadores: Ultimato”, que chega aos cinemas no próximo dia 25 de abril. O quarto longa dos Vingadores marcará a despedida da maioria deles, já que seus contratos com a Marvel se encerram com o próximo lançamento. Apenas Scarlett Johansson tem seu retorno confirmado num filme solo da Viúva Negra. Visualizar esta foto no Instagram. Dear Thanos, we’re coming for you… sincerely A6! #whateverITtakes @markruffalo @chrishemsworth @therussobrothers @robertdowneyjr @marvel #startstretching #? #suitup #chrisevans #scarjo Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em 21 de Mar, 2019 às 11:32 PDT
Os Simpsons e Deadpool dão boas-vindas ao Mickey
Os Simpsons e Deadpool amanheceram como personagens da Disney – literalmente, no site da Walt Disney Company. E o showrunner da animação e o intérprete do super-herói não deixaram passar a ocasião. O produtor Al Jean e o ator Ryan Reynolds se manifestaram nas redes sociais com posts sobre a compra da Fox. Reynolds publicou uma foto em que aparece como Deadpool, usando um chapéu do Mickey no interior de um ônibus da Disneylândia. E Jean publicou um desenho de Matt Groening, criador dos Simpsons, em que Homer enforca o próprio Mickey, enquanto Bart dá as boas vindas ao novo integrante da família. É amor, ao melhor estilo dos desenhos e dos filmes da Fox. Confira abaixo .@TheSimpsons Thank you Fox and welcome Disney! pic.twitter.com/01uPrPsf7r — Al Jean (@AlJean) March 19, 2019 Feels like the first day of ‘Pool. pic.twitter.com/QVy8fCxgqr — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) March 19, 2019
Capitã Marvel atinge US$ 800 milhões de bilheteria mundial em duas semanas
“Capitã Marvel” continua acumulando bilheteria astronômica. Ao completar duas semanas em cartaz, o primeiro filme de super-heroína da Marvel atingiu US$ 800 milhões de bilheteria mundial. O valor foi completado nesta quarta (20/3), com ajuda dos mercados norte-americanos, chinês e até brasileiro, onde o lançamento continua a encher os cinemas. A superação da marca de US$ 1 bilhão de faturamento já é uma certeza. A expectativa agora é para a data em que o feito será comemorado. Há chances disso acontecer no fim de semana. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína vivida por Brie Larson precisou só de duas semanas para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M) e “Guardiões da Galáxia” (US$ 773,3M), sem esquecer todos os filmes dos X-Men (e Deadpool) da Fox.
Conheça três novos personagens de Toy Story 4
A Disney divulgou imagens dos novos personagens revelados no mais recente trailer de “Toy Story 4”. Como pode ser vislumbrado acima, são duas bonecas e um boneco bigodudo. O personagem masculino é Duke Caboom, um motociclista que tem a voz de Keanu Reeves. “Ele é o maior dublê do Canadá!”, o ator contou à revista People. “Duke se torna uma parte importante da missão [de Woody]. Eles usam suas habilidades como um motociclista ousado, mas para isso ele precisa confrontar seu medo do fracasso”. É que Caboom, originalmente produzido nos anos 1970, foi descartado por seu dono por não conseguir realizar tudo o que seu comercial prometia. “Ele sabe que decepcionou a criança que o comprou. Ele tem momentos de muita introspecção”, disse Reeves em outra entrevista, desta vez para a revista Entertainment Weekly. A segunda personagem apresentada é a Policial Giggle McDimples, uma boneca dos anos 1980 que tem apenas 2,5 cm de altura. “Ela é icônica, pois é o menor brinquedo já apresentado em ‘Toy Story'”, comentou a atriz Ally Maki (“Wrecked”), que dá voz à personagem, para a EW. McDimples é uma das melhores amigas de Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), que Woody (Tom Hanks) reencontra após anos de separação. A introdução da personagem ajuda a mostrar que Betty construiu uma vida independente dos brinquedos protagonistas da franquia. “Ela é como o ‘outro lado’ de Betty, e é claro que ela tem o seu lado policial. Ela é uma mulher com uma missão. Ela sempre tem algo a dizer, alguma piada a fazer, é muito adorável”, completou Maki. Para completar a lista, a terceira personagem é a vilã da história, Gabby Gabby, uma boneca dos anos 1950 que tem a voz de Christina Hendricks (“Good Girls”) e comanda um exército de antigos bonecos de ventríloquos – cujo visual é inspirado no terror “Na Solidão da Noite” (1945). Gabby Gabby vive em uma loja de antiguidades e nunca teve uma criança para brincar. “Minha personagem é uma boneca que foi fabricada com defeito”, explicou Hendricks à People. “Por causa desse defeito, ela nunca conheceu o amor de uma criança ou foi capaz de cumprir seu destino de retribuir esse amor. Ela passou toda a sua vida em uma loja de antiguidades”. O diretor Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”) comentou por que Gabby é uma boa antagonista para o herói Woody. “A primeira cena em que Gabby aparece é uma das minhas preferidas do filme, é como ‘Annabelle’ misturado com ‘O Poderoso Chefão'”, brincou o cineasta. “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Os Simpsons, Deadpool e Avatar já aparecem no site da Disney
Desde a meia-noite desta quarta (20/3), a Fox é oficialmente parte da Disney. E o novo proprietário já exibe a novidade em seu site oficial. Atualizado nas últimas horas, o banner da site da Walt Disney Company agora traz os protagonistas de “Os Simpsons”, “Deadpool”, “Avatar”, “A Forma da Água” e da série “Atlanta” ao lado de Capitã Marvel, a Rey de “Star Wars”, o Woody de “Toy Story”, a Elsa de “Frozen” e, claro, o Mickey. Veja abaixo. A Disney pagou US$ 71,3 bilhões para fechar a compra, que começou a ser negociada em 2017 e foi concluída oficialmente nesta quarta. Com a transação, a Disney passa a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família de Rupert Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.
Disney vira oficialmente dona da Fox
O site oficial da 21st Century Fox confirmou a previsão divulgada pela Disney na semana passada. A negociação do estúdio foi finalizada. O comunicado oficial, assinado pelos diretores da empresa, estabelece que a Disney será dona da maioria dos ativos da Fox a partir da meia-noite, no horário local – em torno da 1h da manhã em Brasília. Na semana passada, a Disney havia anunciado que os últimos obstáculos legais para a aquisição da Fox haviam sido superados, e estabelecido um prazo para que os executivos do estúdio decidissem como queriam ser pagos, visando assumir o controle de suas novas propriedades na quarta-feira (20/3). A Disney pagou US$ 71,3 bilhões para concluir o negócio, cifra consideravelmente maior do que a proposta inicialmente aceita por Rupert Murdoch e demais acionistas da Fox (US$ 52,4 bilhões). A diferença se deve a uma tática da rival Comcast, empresa proprietária do estúdio Universal, que decidiu entrar em leilão pela Fox, oferecendo mais dinheiro para sua aquisição. Graças a isso, a Disney precisou gastar quase US$ 20 bilhões a mais e se viu sem fôlego para superar a Comcast em outro front: na disputa pela rede de TV paga europeia Sky. A Fox, que detinha parte das ações da Sky, estava prestes a assumir o controle da empresa sediada na Inglaterra, com o compromisso de repassá-la para a Disney, mas a Comcast atropelou as duas, após exaurir as finanças da rival e jogar suas fichas no segundo leilão, ficando com a rede. Bob Iger, o CEO da Disney, recentemente esteve no Brasil para fechar o acordo no mercado nacional. Após sua vinda, ficou acertado que a empresa venderia o canal pago brasileiro Fox Sports quando assumisse o controle da Fox. Foi a única exigência feita pelo CADE para a aprovação da compra. Mesmo sem a Fox Sports, a compra da Fox pela Disney inclui estúdios de cinema e TV, redes de TV paga, fatias de empresas de streaming e negócios internacionais do magnata Rupert Murdoch. A partir desta quarta, a Disney passará a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.
Vídeo legendado de bastidores destaca a grandiosidade de Dumbo
A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores de “Dumbo”, versão live-action do clássico animado de 1941, com depoimentos do elenco. As declarações apontam as diferenças entre o novo longa e o desenho, além de destacar a grandiosidade da produção, com cenários elaborados e centenas de figurantes circenses. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












