Disney oficializa transformação dos canais Fox em Star
A Disney oficializou a mudança do nome dos canais Fox para Star. Nesta quinta (17/12), a The Walt Disney Company Latin America anunciou que a marca “Star” passará a ser usada para definir sua “oferta de entretenimento geral”, até então apresentada sob a marca “Fox”. O conglomerado já tinha alterado as denominações de outras empresas da antiga 21st Century Fox, limando o nome Fox após negociar a compra dos ativos do magnata Rupert Murdoch e outros acionistas da empresa de mídia – a 20th Century Fox virou 20th Century Studios, enquanto a Fox Searchligh se tornou Searchlight Studios, por exemplo. A alteração se tornou necessária porque Murdoch manteve a marca Fox nos canais de TV que não vendeu para a Disney, como a rede Fox e a Fox News, nos EUA. O novo nome dos canais Fox vem de outra propriedade adquirida pela Disney ao comprar a 21st Century Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana, com atividades multimídias. A mudança vai acontecer em fevereiro. “Star chegará à América Latina para continuar oferecendo o melhor conteúdo de entretenimento geral dos canais lineares Fox que, a partir de fevereiro, mudarão de nome para Star. Desta forma, Star dará continuidade ao legado de sucesso da Fox, já consolidado por muitos anos, e também adicionará outras inovações relevantes”, comentou Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America, em comunicado. Com a mudança, os canais de entretenimento da Fox serão relançados com um novo nome e identidade visual: O Fox Channel passará a ser chamado de Star Channel, o Fox Life passará a ser chamado de Star Life, o Fox Premium 1 será Star Hits e o Fox Premium 2 será Star Hits 2. Para deixar claro, o comunicado também informa que o FX permanecerá com o mesmo nome. Séries como “Os Simpsons”, “The Walking Dead” e “This Is Us”, e as produções de sucesso dos canais Fox continuarão na programação do Star. Além disso, o Fox Play deve virar Star+ (Star Plus), o serviço de streaming por assinatura de conteúdos de entretenimento geral para América Latina, que será lançado na região em meados de 2021. Um anúncio específico sobre a plataforma digital deverá ser realizado em breve, com novos detalhes do serviço.
Hilary Duff anuncia que volta de Lizzie McGuire foi descartada
A atriz Hilary Duff confirmou que a Disney+ (Disney Plus) desistiu de produzir um revival de “Lizzie McGuire”. “Não vai mais acontecer”, ela afirmou em seu Instagram, encerrando especulações sobre o destino da série, que chegou a ser anunciada entre os primeiros projetos da plataforma, em agosto de 2019. Duff escreveu: “Estou muito honrada por ter a personagem Lizzie em minha vida. Ela causou um impacto duradouro em muitos, inclusive em mim. Ver a lealdade e o amor dos fãs por ela, até hoje, significa muito para mim. Eu sei que nos esforçamos para fazer o reboot funcionar, mas, infelizmente, apesar dos esforços de todos, isso não vai mais acontecer. Queria que qualquer revival de ‘Lizzie’ fosse honesto e autêntico para refletir quem Lizzie seria hoje. É o que a personagem merece. Agora, todos nós podemos parar um momento para lamentar a mulher incrível que ela teria sido e as aventuras que teríamos levado com ela. Estou muito triste, mas prometo que todos tentaram o seu melhor e as estrelas simplesmente não se alinharam. 2020 foi todo assim. ” Havia muita expectativa em ver como Lizzie McGuire seria como mulher adulta. A personagem – e sua intérprete – tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltaria às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, estava à frente do projeto, que mostraria Lizzie morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Mas com o mesmo detalhe que diferenciava sua série original. Para quem não lembra, “Lizzie McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. Os problemas começaram quando Duff e Minsky concordaram que a série não poderia ter censura livre, como queria a Disney. Com esse impasse, Minsky foi afastada da produção em janeiro passado, enquanto Duff passou a fazer campanha para que a atração fosse remanejada, saindo da plataforma Disney+ (Disney Plus) para integrar a Hulu, como aconteceu com duas séries durante suas produções – “Alta Fidelidade” e “Com Amor, Victor”. Inicialmente entusiasmada com o projeto, a Disney chegou a gravar dois episódios, voltando a reunir o elenco original da atração. Mas ao ver o resultado, pausou tudo. Na época, um porta-voz do estúdio disse: “Os fãs de ‘Lizzie McGuire’ têm grandes expectativas para qualquer nova história. A menos e até que estejamos confiantes de que podemos atender a essas expectativas, decidimos adiar tudo e informamos aos representantes do elenco que não estamos avançando com a série planejada.” Foi um baque. Nada avançou desde então e agora Duff confirma que a série não vai mais sair do papel. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hilary Duff (@hilaryduff)
Disney+ (Disney Plus) anuncia série sobre o MCU, Marvel Studios: Legends
O canal pago Disney+ (Disney Plus) anunciou uma nova produção da Marvel. Trata-se de “Marvel Studios: Legends”, uma série documental da plataforma de streaming focada no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A atração vai revisitar momentos icônicos dos filmes do estúdio, com cada episódio dedicado à jornada de um personagem. Os dois primeiros capítulos, focados na Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e no Visão (Paul Bettany), serão disponibilizados no serviço em 8 de janeiro, uma semana antes da estreia de “WandaVision”, série protagonizada pelo casal. A Marvel não divulgou mais detalhes da série, que adiciona mais uma produção televisiva do estúdio na Disney+ (Disney Plus). A plataforma vai receber só em 2021, além de “WandaVision”, as estreias de “Falcão e o Soldado Invernal” (19 de março), “Loki” (maio), “What If…” (no verão americano) e “Ms. Marvel” (no fim do ano). Ao mesmo tempo, a Marvel pretende lançar três longas nos cinemas: “Viúva Negra” (7 de maio), “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (9 de julho) e “Eternos” (5 de novembro).
Atriz descobriu na internet que tinha sido substituída pela Marvel
A atriz Emma Fuhrmann descobriu que estava desempregada pela internet. Assim como todos os fãs da Marvel, Fuhrmann viu o nome de sua personagem nos filmes da Marvel, Cassie Lang, ganhar outra intérprete durante o evento Dia do Investidor da Disney, na semana passada. Aparentemente, ninguém a procurou para avisar que ela não estaria no terceiro longa do Homem-Formiga, e ela só soube que foi substituída quando viu que atriz escalada no papel que ela desempenhou em “Vingadores: Ultimato”. No blockbuster, ela apareceu como a versão crescida da filha de Scott Lang, o Homem-Formiga (interpretado por Paul Rudd no cinema). No próximo filme, batizado como “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, o papel de Cassie será vivido por Kathryn Newton (“Freaky – No Corpo de um Assassino”). Fuhrmann desabafou no Twitter e agradeceu aos fãs que enviaram mensagens de apoio após a notícia. “Eu só queria passar aqui e dizer que eu vi todas as suas mensagens gentis. Obrigada por todo o apoio, isso significa tudo para mim. Eu fiquei tão triste quanto vocês ao ouvir a notícia na quinta-feira. Só posso esperar que isso signifique que há alguma outra coisa guardada para mim no futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel)”, ela escreveu. A atriz ainda acrescentou que “sempre será grata por ter feito parte” da franquia e especialmente de “Vingadores: Ultimato”, o filme de maior bilheteria da história. “Ser atriz é minha maior paixão, e estou ansiosa para ver o que me aguarda no futuro”, completou. Para azar da jovem, a troca acontece no momento em que Cassie Lang começa a se tornar importante nos filmes da Marvel. Kathryn Newton já deu a entender, em uma postagem no Instagram, que o desenvolvimento da personagem vai refletir os quadrinhos e incluirá sua transformação na heroína Estatura — que, assim como o pai, é capaz de aumentar e diminuir o próprio tamanho. Esta mudança também é um passo rumo ao lançamento dos Jovens Vingadores no cinema. I will always be grateful to have been a part of the MCU & the biggest movie of all time. Being an actress is still my #1 passion & I look forward to what the future holds. Xo Emma ❤️ — Emma Fuhrmann (@EmmaFuhrmann) December 15, 2020
Kathryn Newton sugere formação dos Jovens Vingadores no cinema
A atriz Kathryn Newton, estrela de “The Society” e “Freaky – No Corpo de um Assassino”, comemorou em seu Instagram a oficialização de sua participação em “Homem-Formiga 3”, agora oficialmente conhecido como “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”. Durante o evento chamado Dia do Investidor da Disney, o chefão da Marvel, Kevin Feige, revelou que Newton viveria a versão adolescente de Cassie Lang – que em “Vingadores: Ultimato” tinha sido interpretada por Emma Fuhrmann. Newton replicou o anúncio em seu Instagram, acrescentando detalhes reveladores. “Ontem à noite, eu sonhei em ser uma super-heroína. #Marvel #ESTATURA #CASSIELANG”, ela postou. Nos quadrinhos, Cassie, a filha de Scott Lang, o Homem-Formiga (interpretado por Paul Rudd no cinema), vira a super-heroína Estatura (Stature, em inglês), demonstrando os mesmos poderes de encolhimento e crescimento de seu pai. Embora Newton possa estar apenas se divertindo com os fãs, a transformação de Cassie em Estatura segue na direção que outras revelações do evento da Disney parecem apontar para o futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel): a formação dos Jovens Vingadores, que conta com Cassie Lang, Kate Bishop (Hailee Steinfeld, na série “Hawkeye”) e outros heróis adolescentes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por KATHRYN NEWTON (@kathrynnewton)
Veja a apresentação completa da Marvel no Dia do Investidor da Disney
Perdeu algum dos anúncios da Marvel no evento Dia dos Investidor da Disney? A apresentação do chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou ao YouTube, listando todas as séries e filmes revelados e atualmente em desenvolvimento para estreia até 2023. Durante cerca de 20 minutos de duração, Feige apresenta trailers, faz revelações de projetos inéditos, confirma elencos e define as datas de estreias de cada atração. Entre as novidades, destaca-se o crossover “Secret Invasion”, estrelado por Samuel L. Jackson como Nick Fury, os planos para duas séries focadas no legado do Homem de Ferro e a chegada do Quarteto Fantástico ao MCU (universo cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Tudo já foi bastante detalhado na Pipoca Moderna, mas a voz de Feige deixa mais claro como cada lançamento se conecta ao outro, formando um grande quadro, que amplia ainda mais o MCU, enquanto introduz uma nova geração de heróis – os Jovens Vingadores.
Hayden Christensen se diz animado para voltar a Star Wars
O ator Hayden Christensen finalmente recebeu autorização para falar de sua volta à galáxia muito, muito distante de “Star Wars”, 18 anos após ser escalado para viver Anakin Skywaker em “Star Wars: Ataque dos Clones” e 15 desde sua transformação em Darth Vader no filme “Star Wars: A Vingança dos Sith”. Seu retorno foi anunciado na noite de quinta (10/12), durante o evento do Dia do Investidor da Disney, pela presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, que revelou sua participação na série “Obi-Wan Kenobi”. Na atração, Christensen vai contracenar com seu colega nos filmes de “Star Wars”, Ewan McGregor, que terá o papel-título. Na definição da chefe do estúdio: “Será a revanche do século”. O ator comentou seu retorno numa publicação do site oficial da franquia, StarWars.com. “Foi uma jornada incrível interpretar Anakin Skywalker”, refletiu Christensen. “Claro, Anakin e Obi-Wan não estavam muito amigos quando os vimos pela última vez… Será interessante ver o que uma diretora incrível como Deborah Chow tem reservado para todos nós. Estou animado para trabalhar com Ewan novamente. É bom estar de volta”, ele disse, assumindo a empolgação. Deborah Chow, que dirigiu episódios da 1ª temporada de “The Mandalorian”, vai dirigir a série de Obi-Wan, que está prestes a entrar em produção, embora o resto do elenco ainda não tenha sido anunciado. A expectativa é de uma estreia na Disney+ (Disney Plus) em 2022.
Ações da Disney disparam 14% e batem recorde após Dia do Investidor
As ações da Disney explodiram nesta sexta-feira (11/12), subindo quase 14% em 24 horas, até fechar ao preço de US$ 175,72, seu maior valor em todos os tempos. O volume de negócios foi cerca de nove vezes o nível normal. A euforia dos investidores reflete o impacto do evento batizado de Dia do Investidor da Disney, que envolveu quatro horas de apresentações na noite de quinta-feira (10/12). Comparado a uma Comic-Con expressa, o evento não foi uma sucessão de números exibidos em powerpoints, como costumam ser apresentações do gênero, mas um desfile de conteúdos que convenceram o mundo sobre a inevitabilidade dos planos da empresa para suplantar a Netflix até 2024. Foram apresentados cerca de 100 títulos novos em desenvolvimento para as plataformas de streaming do conglomerado, entre eles cerca de uma dezena de séries de super-heróis e outra dezena de séries derivadas de “Star Wars”, além do compromisso de investimento de até US$ 16 bilhões para viabilizar todos esses projetos. A empresa sustenta que esse empenho deverá lhe render entre 230 milhões e 260 milhões de assinantes na Disney+ (Disney Plus) até 2024. O pico atingido por suas ações revela que o mercado também acredita nisso. Vale lembrar que a Netflix registrou 195 milhões de assinantes globais em 30 de setembro. Os analistas do mercado de ações expressaram sua admiração pelo projeto da Disney. Mas não foi por puro entusiasmo. O mercado levou em conta as projeções feitas em evento similar do ano passado, quando Bob Iger anunciou o que se poderia esperar da Disney+ (Disney Plus). As metas traçadas para cinco anos de streaming já foram amplamente superadas em um ano apenas, o que torna bastante claro que a plataforma da Disney deve mesmo se tornar a maior empresa streaming do mundo em pouco tempo. Michael Nathanson, da empresa MoffettNathanson, assinou uma nota de recomendação, afirmando: “Embora esperássemos ouvir sobre aumento de investimento em conteúdo da Disney para seus negócios de DTC (direto ao consumidor, isto é: streaming), o tamanho e a qualidade do tsunami de conteúdo que atingiu a apresentação da Disney+ (Disney Plus) foi alucinante e assustador para qualquer empresa que esteja pensando em competir no espaço de entretenimento com eles.” Outro analista, Benjamin Swinburne, do Morgan Stanley, chegou a considerar as projeções da Disney tímidas. Para ele, a Disney+ (Disney Plus) não terá menos de 300 milhões de assinantes até 2024, tornando-a capaz de gerar uma receita anual de US$ 35 bilhões para o conglomerado – o que suplantará todas as outras atividades da Disney e levará a uma mudança ainda mais profunda na empresa.
Jaimie Alexander voltará como Sif no próximo filme de Thor
Depois de faltar em “Thor: Ragnarok”, Jaimie Alexander voltará a viver a deusa Sif em “Thor: Love and Thunder”. Esta novidade não foi anunciada oficialmente pela Disney em seu megaevento para investidores na noite de quinta (10/12), mas apurada nesta sexta pelo site Deadline e confirmada pela concorrência. Alexander não conseguiu participar de “Ragnarok” devido a conflitos de agenda com as gravações de sua série “Blindspot”, encerrada em julho passado. Com isso, escapou do destino dos demais coadjuvantes asgardianos da franquia, assassinados por Hela, a Deusa da Morte (vivida por Cate Blanchett). Em busca de vaga no próximo filme, a atriz chegou a se candidatar até a
Disney planeja gastar US$ 16 bilhões com conteúdo exclusivo para streaming
O saldo do evento corporativo de quatro horas da Disney, batizado de Dia de Investidor, teve o impacto de uma grande Comic-Con concentrada numa única noite, com mais de uma centena de anúncios de novas produções e revelações exclusivas sobre projetos em desenvolvimento. Os executivos da empresa oficializaram ao todo, na contagem do CEO Bob Chapek, produções de 63 séries e 42 filmes, com 80% deles voltados para o streaming. A conta para realizar tudo isto também foi anunciada. E será significativa. Durante a apresentação, representantes do conglomerado assumiram que irão desembolsar entre US$ 14 e US$ 16 bilhões para produzir conteúdo original para os serviços de streaming Disney+ (Disney Plus) e Hulu (Star+ no Brasil em 2021), com a proposta de aumentar sua produção de séries e filmes originais para 100 por ano até 2024. A maior parte destes gastos serão consumidos pela Disney+ (Disney Plus), afirmou a CFO do conglomerado, Christine McCarthy, no final da maratona do encontro com investidores da noite de quinta-feira (10/12). E o presidente executivo Bob Iger, que supervisiona o conteúdo criativo global, adicionou que a lista de conteúdo original era consideravelmente “mais robusta do que havíamos previsto inicialmente”. Os valores são pelo menos o dobro do que foi inicialmente antecipado por Iger no anúncio de lançamento da plataforma, há mais de um ano. Mas também refletem um crescimento muito maior e mais acelerado que o esperado da Disney+ (Disney Plus), bem como sua expansão para o mercado internacional e reposicionamento como maior rival da Netflix, além de um planejamento global com menos opções cinematográficas, devido à pandemia de coronavírus. A expectativa da Disney com esse investimento é atingir entre 230 e 260 milhões de assinantes até 2024. Até lá, o streaming deverá gerar perdas, alcançando seu pico de gastos de 2021, para passar a ser lucrativo apenas no final deste ciclo. Vai custar uma fortuna, mas também render uma fortuna. E com dividendos antecipados. As ações da Disney subiram 14% nesta sexta (11/12), após o impacto do Dia do Investidor, atingindo um recorde histórico de valorização da empresa, enquanto outros estúdios (leia-se Warner) temem uma implosão. “O fato é que estamos apenas começando”, disse Iger.
Raya e o Último Dragão terá lançamento simultâneo nos cinemas e na Disney+
Apesar da estreia de “Mulan” em streaming, a Disney não demonstrou inclinação para seguir a opção radical da WarnerMedia, que decidiu lançar todo seu calendário de 2021 simultaneamente nos cinemas e em sua plataforma, HBO Max. Durante o evento corporativo batizado de Dia do Investidor, na noite de quinta (10/12), a Disney anunciou apenas um lançamento simultâneo. A nova animação do estúdio, “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), chegará aos cinemas e à Disney+ (Disney Plus) em 12 de março. A estreia em streaming, porém, será cobrada a parte dos assinantes do serviço, como aconteceu com “Mulan” nos EUA, dentro da proposta de première digital. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran, a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”. Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com os dragões. Porém, monstros malignos chamados Druun invadiram esse mundo e os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, os Druun estão de volta, mas um dragão foi deixado para trás, caso a ameaça reaparecesse. Raya, então, parte atrás do último dragão, chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Ela encontra a criatura na forma de uma velha (dublada por Awkwafina, de “Jumanji: Próxima Fase”), e as duas devem recuperar a identidade perdida do dragão para deter os Druun para sempre. Além dessa dupla, a trama também destaca o bichinho de estimação da heroína, Tuk Tuk, um adorável tatu-bola – que fica menos fofo após se tornar gigante. A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou sua distribuição para 12 de março de 2021 nos EUA. A data foi mantida pela Disney e o lançamento ampliado com a opção de streaming. Confira abaixo os trailers da produção, em versões dublada e legendada em português.
Tim Roth viverá o Abominável na série da Mulher-Hulk
A série da Mulher-Hulk (She-Hulk) terá ligação direta com o filme “O Incrível Hulk”, de 2008. Kevin Feige, chefão da Marvel, revelou durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), que o ator Tim Roth reprisará seu papel como o monstro Abominável na atração. Ele vai se juntar à agora confirmada Tatiana Maslany (“Orphan Black”), que terá o papel-título, e Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), intérprete do Hulk. A série da Mulher-Hulk (She-Hulk, em inglês) vai acompanhar Jennifer Walters, advogada e prima de Bruce Banner (o Hulk), que nos quadrinhos se transforma numa versão feminina do herói ao receber uma transfusão de sangue de seu parente mais famoso. Ela foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores como o primo. Mas, diferente de Banner, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação. A série está sendo desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e contará com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me), “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “The Mick”.
Disney fará séries derivadas de Operação Big Hero, Zootopia, A Princesa e o Sapo e Moana
A Disney anunciou a produção de quatro novas séries para seu serviço de streaming baseados em personagens de alguns de suas animações mais populares dos últimos anos. Reveladas durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), as atrações são “Baymax!”, centrada no robô de “Operação Big Hero” (2014), “Zootopia+”, que acompanhará alguns dos personagens de “Zootopia” (2016), como a preguiça Flash, Fru Fru e os tigres dançantes, e duas produções de princesas, “Tiana”, com a personagem de “A Princesa e o Sapo” (2009), e “Moana” sobre a heroína mirim do filme homônimo de 2016. “Baymax!”, “Zootopia+” e “Tiana” estrearão em 2022, enquanto a série “Moana” ficou para 2023. Conheça abaixo os logotipos das quatro atrações.












