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Série

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  • Série

    The Walking Dead: Fotos e vídeos revelam colapso do Reino e tempestade de neve no fim da temporada

    25 de março de 2019 /

    Depois da calmaria vem a tempestade. Depois do episódio macabro “The Calm Before” vem “The Storm”, final da 9ª temporada de “The Walking Dead”. Como de praxe, o canal pago americano AMC divulgou 18 fotos, o trailer e duas cenas da atração, que já foram parcialmente legendados pelos fãs brasileiras. Confira abaixo. O último capítulo da temporada revela o colapso do Reino, que esgotou seus suprimentos, a peregrinação para uma novo lar e um confronto além da fronteira dos Sussurradores, desta vez em meio a uma tempestade de inverno, com direito a ataques de zumbis na neve. “The Storm” vai ao ar no domingo (31/3), com transmissão no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    The Walking Dead mata dez personagens em episódio macabro

    25 de março de 2019 /

    Intitulado de “The Calm Before”, o capítulo de domingo (24/3) de “The Walking Dead” fez justiça à comparação com o Casamento Vermelho de “Game of Thrones”, feita pelo Twitter oficial da produção. Em um dos episódios mais impactantes da série, dez personagens foram mortos brutalmente, entre eles três integrantes do elenco central, e suas cabeças fincadas em estacas para demarcar uma fronteira entre as comunidades e a terra dos Sussurradores. A cena era um momento muito esperado pelos fãs dos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia, mas a showrunner Angela Kang mudou a seleção de personagens mortos. Spoilers. Nos quadrinhos, os personagens mortos por Alpha (Samantha Morton) e os Sussurradores incluíam Ezekiel (Khary Payton) e Rosita (Christian Serratos). Mas eles foram poupados na série. Em vez deles, entre as cabeças nas estacas apareceram Tara (Alanna Masterson), Enid (Katelyn Nacon) e Henry (Matt Lintz). As mortes não foram mostradas. Um rápido flashback, ao final, revelou apenas que eles foram capturados e lutaram contra os Sussurradores. Neste sentido, a série da HBO foi bem mais tensa. Mas isso não impediu o impacto da cena do encontro das cabeças decepadas, demarcando a fronteira macabra. A visão sinistra poderia muito bem terminar a temporada. Mas o título sugere que algo pior ainda está por vir. Traduzido como “a calmaria antes”, o título do episódio compõe um velho ditado, que se completa com o nome do último capítulo da temporada: “The Storm” (a tempestade). Em outra comparação com “Game of Thrones”, o inverno vai chegar a “The Walking Dead” no próximo domingo (31/3), com uma tempestade de neve devastadora. O diretor e produtor Greg Nicotero disse ao The Hollywood Reporter que o fim da 9ª temporada “é diferente de qualquer outro episódio que já produzimos”. A série também é exibida no Brasil aos domingos, pelo canal pago Fox.

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    The Politician: Bette Midler entra na série criada por Ryan Murphy para a Netflix

    24 de março de 2019 /

    A atriz e cantora Bette Midler (de “Abracadabra”), duas vezes indicada ao Oscar e considerada uma das grandes divas de Hollywood, entrou no elenco de “The Politician”, primeira série do produtor Ryan Murphy (criador de “Glee” e “American Horror Story”) para a Netflix. Ela não fazia parte do elenco de uma série de TV desde o início do século, quando sua sitcom “Bette” (2000-2001) foi cancelada. Depois disso, fez apenas uma participação em um episódio de “Murphy Brown” do ano passado, revivendo uma secretária que já tinha interpretado em 1998. O anúncio da escalação foi feito pelo próprio Ryan Murphy durante a PaleyFest, convenção anual sobre o mundo da televisão voltado para fãs. Além dela, Murphy também revelou a inclusão de Judith Light, indicada ao Emmy por sua atuação em “American Crime Story”. As duas atrizes se juntam a um elenco renomado, liderado por Ben Platt (“A Escolha Perfeita”), em que também se destacam Gwyneth Paltrow (a Pepper Potts de “Homem de Ferro”, que também apareceu em “Glee”), Jessica Lange e Dylan McDermott (ambos de “American Horror Story”, outra produção de Murphy), Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”). Platt tem o papel do título, um jovem rico da cidade de Santa Barbara, na Califórnia, que desde os 7 anos acredita que tem tudo para se tornar presidente dos Estados Unidos. Mas antes de assumir o governo da maior potência mundial, ele precisará vencer a disputa pelo grêmio do colégio em que estuda, tendo uma pequena amostra do que é a política. Cada temporada vai abordar uma eleição disputada pelo protagonista, e cada episódio reservará espaço para um grande número musical. A estreia foi marcada para 27 de setembro. Além de “The Politician”, Murphy anunciou duas outras séries na Netflix: “Ratched”, em que Sarah Paulson viverá a famosa enfermeira vilã do filme (e livro) “Um Estranho no Ninho”, e “Hollywood”, que abordará a era de ouro do cinema americano. O produtor assinou um contrato de exclusividade com a plataforma no ano passado, para desenvolver novas atrações, avaliado em mais de US$ 300 milhões.

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  • Série

    Série dos super-heróis Fugitivos é renovada para a 3ª temporada

    24 de março de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu renovou a série de super-heróis “Runaways”, baseada nos quadrinhos da Marvel publicados no Brasil como “Fugitivos”. A produção chegará a sua 3ª temporada com mais 10 episódios. A informação foi vazada pelo ator James Masters, durante uma convenção no fim de semana, e confirmada oficialmente por meio de um comunicado. A adaptação dos quadrinhos de Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na trama original. “Estamos muito animados para contar mais histórias dos Fugitivos e somos muito gratos à Marvel, Hulu, nosso incrível elenco e equipe, e, claro, nosso público apaixonado”, disseram os co-produtores Schwartz e Savage no comunicado. “A 3ª temporada será um momento mágico no Runaways, à medida que aprofundamos nossa conexão com o universo Marvel. Estamos honrados por poder continuar a brincar na caixa de areia criada por Brian K Vaughn e Adrian Alphona”.

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    Larry Cohen (1941 – 2019)

    24 de março de 2019 /

    O diretor Larry Cohen, criador da série clássica “Os Invasores” e da franquia de terror “Nasce um Monstro”, entre outras produções cultuadas, morreu no sábado (23/3) aos 77 anos, cercado de seus familiares. Maiores detalhes sobre sua morte não foram divulgados. Cohen começou a carreira como roteirista de TV nos anos 1960, e após demonstrar seu talento em episódios de séries famosas como “O Fugitivo” e “Os Defensores”, começou a criar suas próprias atrações televisivas. A maioria não passou da 1ª temporada, mas duas conseguiram completar o segundo ano: “Branded” (1965–1966), western estrelado por Chuck Connors, e “Os Invasores” (1967-1968). A série sci-fi de 1967 acompanhava a descoberta de uma invasão alienígena por um homem comum (interpretado por Roy Thinnes) e se tornou uma das mais cultuadas e influentes do gênero – inspiração de “Projeto UFO”, “Arquivo X” e várias outras. Apesar de ter só 43 episódios, eternizou-se em reprises, além de ter rendido uma minissérie derivada em 1995. A repercussão de “Os Invasores” o credenciou a escrever para o cinema, onde perseguiu o terror, aterrorizando mulheres em “A Psicose do Medo” (1969) e “Scream Baby Scream” (1969). Ambos traziam psicopatas focados em vítimas jovens. Mas o primeiro, em que a vítima abortou o filho de seu potencial assassino, também foi prelúdio do nascimento de sua obra mais conhecida. Entretanto, Cohen começou sua carreira de diretor num gênero muito diferente daquele que o popularizou. Ele se lançou na carona da blaxploitation, assinando comédias e dramas criminais de baixo orçamento, estrelados por astros negros. Em “Bone” (1972), mostrou Yaphet Cotto (de “Alien”) invadindo uma mansão de Beverly Hills para fazer seus ricos moradores brancos de refém. Em “O Chefão de Nova York” (Black Caesar, 1973), orientou Fred Williamson (“Um Drink no Inferno”) a refazer os passos de Edward G. Robinson no clássico de gângster “Alma no Lodo” (1931) para coroá-lo como o rei do crime do Harlem. E ainda escreveu e dirigiu a sequência, “Inferno no Harlem” (1973), lançada apenas oito meses depois. Como filmes baratos não lhe rendiam muito, Cohen ainda escrevia episódios de “Columbo” (entre 1973 e 1974) quando teve a inspiração para parir seu maior clássico. “Nasce Um Monstro” (It’s Alive, 1974) acompanhava um bebê mutante assassino, materializado no set pelo rei dos efeitos de maquiagem de terror Rick Baker. E fez tanto sucesso que rendeu duas sequências, também escritas e dirigidas por Cohen: “A Volta do Monstro” (1978) e “A Ilha dos Monstros” (1987) – sem esquecer um remake em 2003. A partir daí, Cohen ficou conhecido por seus filmes de terror que invariavelmente viravam terrir (comédia de horror), como “Foi Deus Quem Mandou” (1976), “O Jovem Lobisomem” (1981), “Q – A Serpente Alada” (1982), “Efeitos Especiais” (1984) e especialmente “A Coisa” (1985), sobre uma sobremesa deliciosa que transformava seus consumidores em zumbis famintos por mais. Ainda dirigiu a adaptação de Stephen King “Os Vampiros de Salem, o Retorno” (1987) e “A Madrasta” (1989), último filme estrelado por Bette Davis. E, como se não bastasse, originou outra franquia famosa ao escrever o roteiro de “Maniac Cop” (1988) para o diretor William Lustig. A popularidade de “Maniac Cop” voltou a transformá-lo em roteirista requisitado por outros diretores. Entre muitos roteiros, assinou “Os Invasores de Corpos: A Invasão Continua” (1993) para Abel Ferrara, e conseguiu sucesso inesperado com as tramas tensas dos thrillers “Por um Fio” (2002), estrelado por Colin Farrell, e “Celular: Um Grito de Socorro” (2004), com o jovem Chris Evans. Depois de uma década sem filmar, Cohen se despediu dos sets com um episódio da série “Mestres do Terror” em 2006, antologia que reunia os maiores nomes do terror americano dos anos 1970 e 1980. O criador da série, Mick Garris, insistiu muito para Cohen interromper a aposentadoria para participar da produção-homenagem, reconhecendo a importância do cineasta não apenas pelo sucesso de seus filmes baratos, mas por sua capacidade de injetar comentários sociais de forma irônica em tramas de terror. “Eu queria tentar lidar com o que acontecia no mundo em meus filmes”, disse Cohen em entrevista à revista Diabolique em 2017. “Muitos dos filmes que fiz são extremamente voláteis e lidam com assuntos controversos como o racismo”, argumentou. “Meu primeiro longa, ‘Bone’, estava muito à frente de seu tempo – e continua polêmico até hoje, porque ainda não superamos o racismo”, disse, antes de destacar outro filme. “Veja outro exemplo, ‘A Coisa’, que era sobre produtos vendidos no supermercado que matavam pessoas. Ainda há inúmeros produtos nocivos para a saúde vendidos até hoje, e toda vez que anunciam uma pílula diferente de algum tipo, deixam para avisar só depois sobre os efeitos colaterais. ‘A Coisa’ foi uma alegoria ao consumismo e ao fato de que grandes corporações vão te vender qualquer coisa para conseguir seu dinheiro, mesmo que isso te mate”. Nos últimos anos, a obra de Cohen inspirou diversos documentários, com direito a comentários de Martin Scorsese, JJ Abrams, John Landis, Joe Dante e outros a quem o cineasta inspirou com sua criatividade. Filmes como “King Cohen: The Wild World of Filmmaker Larry Cohen” (2017), “Cohen on Cohen” (2017) e “Cohen’s Alive: Looking Back At The It’s Alive Films” (2018) convidam o público a conhecer as maiores obscuridades de sua carreira e descobrir porque Larry Cohen era cultuado por diretores que os cinéfilos chamam simplesmente de mestres.

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    Kid’s Choice 2019 premia Riverdale, Vingadores e Hotel Transilvânia

    24 de março de 2019 /

    A premiação mais melecada da TV aconteceu no sábado (23/3), em Los Angeles, como exibição pelo canal infantil Nickelodeon. O Kid’s Choice Awards 2019 premiou os artistas favoritos do público infantil americano e ainda deu banho de gosma em várias estrelas do cinema, da TV e da música. Apresentado pelo DJ Khaled, o evento registrou um recorde de reconhecimento à cantora e atriz Selena Gomez, que ao vencer o troféu de Dubladora Favorita de Filme (por “Hotel Transilvânia 3”), tornou-se a artista com maior número de vitórias na premiação em todos os tempos – 11 ao todo. Ela ultrapassou Will Smith, que tem dez vitórias. Mas Selena não compareceu na premiação para receber seu prêmio. Nem Ariana Grande, que levou dois troféus – Artista Feminina Favorita e Música Favorita (“Thank U, Next”). Ela mandou um vídeo explicando que estava fazendo um show. Em compensação, Will Smith, Chris Pratt, Adam Sandler e Josh Peck não só estavam presentes como receberam banho de gosma verde. Confira abaixo a lista dos premiados, que destaca os filmes, músicas, séries e artistas favoritos das crianças. E o detalhe é que a exibição no Brasil só vai acontecer na terça (26/3), quando também serão revelados os vencedores nacionais em duas categorias de “Influencer” – que as crianças conhecem como “influenciador”. TELEVISÃO Série de Comédia Favorita “Fuller House” Série de Drama Favorita “Riverdale” Reality Show Favorito “America’s Got Talent” Apresentador de TV Favorito Ellen DeGeneres (“Ellen’s Game of Games”) Jurados de TV Favoritos Simon Cowell, Mel B, Heidi Klum, Howie Mandel (“America’s Got Talent”) Desenho Favorito “Bob Esponja” Ator de TV Favorito Jace Norman (“Henry Danger”) Atriz de TV Favorita Zendaya (“Agente K.C.”) FILMES Filme Favorito “Vingadores: Guerra Infinita” Ator de Filme Favorito Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) Atriz de Filme Favorita Joey King (“A Barraca do Beijo”) Super-Herói Favorito Robert Downey Jr. (Tony Stark/Homem de Ferro, em “Vingadores: Guerra Infinita”) Personagem que Detona Chris Pratt (Owen Grady, em “Jurassic World: Reino Ameaçado”) Filme Animado Favorito “Os Incríveis 2” Dublador Favorito Adam Sandler (Dracula, em “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”) Dubladora Favorita Selena Gomez (Mavis, em “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”) MÚSICA Grupo Favorito Maroon 5 Artista Masculino Favorito Shawn Mendes Artista Feminina Favorita Ariana Grande Música Favorita “Thank U, Next” (Ariana Grande) Artista Revelação Favorito Billie Eilish Colaboração Favorita “No Brainer” (DJ Khaled feat. Justin Bieber, Chance the Rapper, Quavo) Youtuber Musical Favorito JoJo Siwa Estrela Global Favorita América do Norte: Taylor Swift OUTRAS CATEGORIAS Video Game Favorito Just Dance 2019 Youtuber Favorito David Dobrik

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    Domingos Oliveira (1936 – 2018)

    23 de março de 2019 /

    O cineasta Domingos Oliveira morreu neste sábado (23/3), aos 82 anos, após sentir falta de ar e ser socorrido por paramédicos em sua casa, no Rio de Janeiro. Ele sofria de mal de Parkinson há muitos anos. Autor de clássicos, como “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), e de filmes contemporâneos premiados, como “Barata Ribeiro, 716” (2016), ele também foi diretor de teatro, roteirista, dramaturgo, produtor e ator, e assinou mais de 120 obras ao longo da carreira no cinema, no teatro e na TV. Domingos Oliveira se formou em Engenharia Elétrica, mas nunca trabalhou na área. Sua carreira verdadeira iniciou em 1959, como diretor assistente de Joaquim Pedro de Andrade. Ele trabalhou nos três primeiros curtas do cineasta, além do segmento de Andrade em “Cinco Vezes Favela” (1962). Também foi redator da extinta revista Manchete nesse período, até ser convidado para participar da criação da TV Globo. Domingos foi o segundo produtor contratado pela emissora (após Haroldo Costa), e assumiu o comando do programa “Show da Noite”, apresentado por Glaúcio Gil. Ele produzia e dirigia a atração transmitida ao vivo de segunda a sexta-feira, ao mesmo tempo que desenvolvia roteiros de especiais e dirigia séries. Ele comandou a primeira série da TV brasileira, “22-2000 Cidade Aberta”, exibida em 1965 pela Globo. No ano seguinte, montou sua primeira peça de teatro, “Somos Todos do Jardim de Infância”, que lançou a atriz Leila Diniz, com quem Domingos era casado na época — seis anos depois, a trama foi adaptada para a TV, dentro da antologia “Caso Especial” (1972), da Globo. Seu primeiro filme chegou aos cinemas logo em seguida. “Todas as Mulheres do Mundo” (1966) trazia Paulo José como um mulherengo que se apaixonava por Leila Diniz e entrava em crise por se ver numa relação monogâmica. A obra escrita e dirigida por Oliveira fez enorme sucesso e se tornou um marco do cinema brasileiro, vencendo 12 troféus somente no Festival de Brasília. Vieram muitos outros filmes, séries e peças, num jorro de criatividade sem igual. Entre os destaques, o filme “Edu, Coração de Ouro” (1968) voltou a reunir o casal Paulo José e Leila Diniz, e o drama “A Culpa” (1971) foi premiado no Festival de Barcelona, na Espanha. Ainda dirigiu a icônica série “Ciranda, Cirandinha” (1978), sobre os jovens da época – estrelada pelos cabeludos Fábio Júnior, Lucélia Santos, Denise Bandeira e Jorge Fernando. Mas ao final dos anos 1970 largou as câmeras e passou a se dedicar ao teatro. Fez, entre outras peças, “Dinheiro pra que Dinheiro” (1976), “Ensina-me a Viver” (1981), “Escola de Mulheres” (1984) e “Confissões de Adolescente”(1992), baseada no livro de sua filha, a atriz Maria Mariana. Ele só foi voltar às telas como ator, em participações especiais nas novelas “Helena” (1987), “Bambolê” (1988) e nas minisséries “As Noivas de Copacabana” (1992) e “Contos de Verão” (1993). Até voltar a sentir vontade de filmar e iniciar uma nova fase na carreira com o lançamento de “Amores”, em 1998, abraçando um novo estilo de cinema, de baixo orçamento e muitas crises existenciais. O drama venceu quatro troféus no Festival de Gramado. E inaugurou uma história de amor entre o diretor e o evento gaúcho, que se estendeu por duas décadas. Oliveira lançou mais dez longas desde então, entre eles “Juventude” (2008), Melhor Roteiro e Direção em Gramado, “Primeiro Dia de Um Ano Qualquer” (2012) e “Infância” (2014), que também tiveram seus roteiros premiados no festival, mas principalmente “Barata Ribeiro, 716” (2016), consagrado como Melhor Filme e Direção em Gramado, e como Melhor Roteiro no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Em “Barata Ribeiro, 716”, também conhecido como “BR 716”, o cineasta se debruçou sobre suas memórias de juventude, materializando uma Copacabana há muito tempo desaparecida. Foi seu último filme, que coincidiu com seus 80 anos de idade. E para comemorar o aniversário, Domingos de Oliveira fez uma festa de três dias, com a trilha sonora de sua vida. “As piores partes da vida são o princípio e o fim. A mocidade e a velhice”, explicou, ao fazer um balanço de sua existência na ocasião. “Na mocidade você dispende muita energia para encontrar o seu lugar no mundo e não tem tempo de aproveitar a vida. Na velhice, o corpo vai embora, e tampouco dá para aproveitar direito. O melhor é o meio. Você já entendeu mais ou menos as coisas, não faz xixi na cama, não tem tantas culpas, e a vida fica uma delícia.” O artista deixa a mulher, Priscilla Rozembaum, com quem esteve casado durante 38 anos, e quatro filhos. Também deixa uma série praticamente pronta para ser exibida no Canal Brasil, “Mulheres de 50”, que volta a reunir o quarteto de protagonistas de suas peças “Confissões das Mulheres de 30” e “Confissões das Mulheres de 40” – Cacá Mourthé, Clarice Niskier, Dedina Bernardelli e Pirscilla Rozenbaum – , ainda sem previsão de estreia.

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  • Série

    Atriz de Andi Mack vai viver a heroína Devastadora na série dos Titãs

    23 de março de 2019 /

    A série “Titãs” escalou mais um integrante da família do vilão Exterminador (Deathstroke). A atriz Chelsea T. Zhang (a Britney da série “Andi Mack”) foi confirmada na 2ª temporada como Rose Wilson, filha de Slade Wilson/Exterminador. Ela também é conhecida como o heroína Devastadora (Ravager). Anteriormente, Esai Morales (“Ozark”) foi escalado como Exterminador e o modelo transexual Chella Man ganhou o papel de seu filho Joe Wilson, o herói chamado Jericó (Jericho). Um dos maiores desgostos da vida de Slade Wilson foi ver seus filhos se juntarem a seus maiores inimigos. Mas, no caso de Rose, quem a levou aos Titãs foi ele mesmo. Nos quadrinhos, o Exterminador só descobriu que tinha uma filha quando ela já era adolescente e manifestava seus poderes. Com a morte da mãe da jovem e sem saber como cuidar de uma garota superpoderosa, Slade procurou Asa Noturna para treiná-la. Rose se provou um desafio para o antigo Robin, com grandes problemas para distinguir o bem e o mal, mas ao final acabou se identificando mais com os heróis que com seu pai vilão – especialmente após desenvolver um crush pelo novo Robin, Tim Drake. Claro, a atriz é asiática, embora a personagem da DC seja uma jovem ocidental de cabelos prateados. Mas a produção não tem apego por esses “detalhes”. Afinal, Joe Wilson tampouco é transexual, nem o Exterminador é um homem latino. Além da família Wilson, a 2ª temporada de “Titans” também escalou o ator australiano Joshua Orpin para viver o herói Superboy. “Titãs” foi a primeira série produzida pelo serviço de streaming americano DC Universe, exclusivo para produções da DC Comics, e é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Matthew Rhys vai estrelar remake da série clássica Perry Mason na HBO

    23 de março de 2019 /

    A HBO aprovou a produção do remake da série clássica “Perry Mason”, que será estrelado por Matthew Rhys, vencedor do Emmy 2018 por “The Americans”. Perry Mason é um dos advogados criminais mais famosos da ficção, originalmente criado pelo escritor Erle Stanley Gardner numa franquia literária, iniciada em 1933 e que rendeu mais de 80 livros, cujas histórias giram em torno de um julgamento de tribunal, em que Mason precisa provar a inocência de seu cliente. O personagem também rendeu sete filmes, entre 1934 e 1940 – quatro deles com interpretação de Warren William. Mas foi na TV que se tornou verdadeiramente popular, na série clássica estrelada por Raymond Burr entre 1957 e 1966, que marcou época como a primeira produção televisiva semanal realizada em Hollywood – até então, filmes eram feitos em Hollywood e séries em Nova York. A produção também criou uma fórmula replicada à exaustação nas produções jurídicas que se seguiram. Geralmente, os episódios terminavam com uma reviravolta. Sempre que Mason estava prestes a perder a causa que defendia, surgia uma testemunha ou uma prova definitiva que inocentava os acusados. Além do veredito quase sempre favorável, a série também mostrava interrogatórios intrigantes, e no final o culpado era aquele de quem menos se poderia suspeitar. A série venceu três Emmys, dois de Melhor Ator para Raymond Burr e um de Melhor Atriz para Barbara Hale, que vivia Della Street, a secretária do advogado. A dupla era tão identificada com seus papéis que a primeira tentativa de emplacar um remake da série (“The New Adventures of Perry Mason”) com outro elenco fracassou clamorosamente em 1973, durando só 15 episódios. Mas quando os produtores resolveram realizar um telefilme com os dois atores reprisando seus papéis em 1985, foi um sucesso tão grande que deu origem a um revival, na forma de vários filmes de TV consecutivos, ao longo de uma década inteira – produção que durou dois anos a mais que o próprio Raymond Burr, morto em 1993. O remake vai voltar ao começo da carreira do advogado, retomando uma característica marcante do personagem: ele só atende clientes que considera verdadeiramente inocentes. E para se diferenciar totalmente da série clássica, não terá encenação contemporânea. A produção será um drama de época, passado nos anos 1930, época dos romances originais de Erle Stanley Gardner. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr. (“Vingadores: Guerra Infinita”) e sua esposa Susan Downey, que adquiriram os direitos do personagem e chegaram a considerar uma adaptação cinematográfica. A série terá direção de Timothy Van Patten, que assinou o primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Ainda não há previsão para a estreia do novo Perry Mason.

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    Os Cavaleiros do Zodíaco: Trailer japonês revela mais do visual computadorizado e data de estreia do remake

    23 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco” – por enquanto, disponível apenas em japonês sem legendas, que mostra um pouco mais do visual dos heróis em versão computadorizada e revela a data de estreia. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher – e rendeu polêmica. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 19 de julho.

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  • Série

    7Seeds: Anime pós-apocalíptico ganha primeiro trailer

    23 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “7Seeds”, anime pós-apocalíptico que se passa muitos anos após a Terra ser destruída pela colisão de um asteroide gigante. Quando as condições de vida retornam ao planeta, cinco grupos de seres humanos são reanimados de seu sono criogênico e passam a procurar as sete estações criadas para sua sobrevivência. Entretanto, o tempo que se passou foi tão longo que permitiu o surgimento de novas e inesperadas espécies. A bela produção animada é do estúdio Gonzo, tem direção de Yukio Takahashi (de “Moribito: Guardian of the Spirit”) e adapta o mangá homônimo de Yumi Tamura, publicado desde 2001. Ainda sem data de estreia oficial, “7Seeds” deve chegar ao streaming em junho.

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    Fofura de Rilakkuma e Kaoru ganha novo trailer legendado

    23 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Rilakkuma e Kaoru”. A nova animação japonesa se diferencia das inúmeras produções do gênero por usar maquetes, massinhas e a técnica do stop-motion. A série animada foi produzida para comemorar os 15 anos do ursinho Rilakkuma. Mas o personagem não surgiu em nenhum mangá. Trata-se de uma criação de outro tipo de cultura popular no Japão. Idealizado por Aki Kondo como um projeto de marketing, Rilakkuma tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, papelaria que cria designs de bichos fofinhos (kawaii) para explorar comercialmente. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Na série, Rilakkuma é supostamente alguém fantasiado de ursinho, que apareceu um dia para morar com um mulher chamada Kaoru. Ele passa seus dias no apartamento, enquanto Kaoru trabalha num escritório. Embora tenha um zíper em suas costas, ninguém nunca o viu sem a fantasia. O que está lá dentro é um mistério. Comilão, ele tem como companhia um pequeno filhote de urso branco chamado Korilakkuma, que também apareceu do nada na casa de Kaoru. E tudo o que os dois fazem é relaxar, enquanto Kaoru dá duro e vê sua vida desmoronar, numa maré interminável de azar. “Rilakkuma e Kaoru” estreia em 19 de abril em streaming.

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  • Série

    Teaser revela data de estreia de Neon Genesis Evangelion na Netflix

    23 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou em vídeo a data de estreia da clássico “Neon Genesis Evangelion”, que é considerada a melhor série animada japonesa de todos os tempos, em seu serviço de streaming. Os episódios cultuados chegam à plataforma em 21 de junho. Para dar dimensão da sua relevância, “Evangelion” costuma ser comparado a dois desenhos feitos para o cinema, “Akira” e “Ghost in the Shell”. Com uma grande diferença criativa: é 100% original. Isto é, não foi adaptado de um mangá – ao contrário, inspirou um mangá. Criada por Hideaki Anno em 1995, a série teve 26 episódios que acompanhavam a história de um trio de adolescentes escolhidos para pilotar robôs gigantescos, os EVA, com a função de defender uma Tóquio futurista de violentas criaturas alienígenas, chamadas de Anjos. A trama combinava ação, melodrama e metafísica, apostando no desenvolvimento dos personagens com crises existenciais e culminando num mergulho na metalinguagem em seu final maluco, que até hoje rende discussões. Tanto é que foi refeito no filme “The End of Evangelion”, em 1997. Entre outras coisas, seu impacto redefiniu o subgênero sci-fi dos mecha (robô gigantes pilotáveis), influenciando tudo o que veio depois, inclusive a franquia cinematográfica americana “Círculo de Fogo”. E continuou tão memorável que, uma década depois, Hideaki Anno resolveu refilmar toda a história para o cinema, lançando três longa-metragens muito bem sucedidos entre 2007 e 2012. O quarto e último é esperado com ansiedade para 2020. A série é obrigatória para quem é fã de sci-fi. Quem não conhece, pode ter uma mostra no teaser abaixo, disponibilizado pelo serviço de streaming.

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