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9 de outubro de 2026
  • Série

    Se Eu Fechar os Olhos Agora: Minissérie de época estreia segunda na Globo

    13 de abril de 2019 /

    A Globo lança nesta segunda-feira (15/4) na TV e em sua plataforma Globoplay a minissérie de época “Se Eu Fechar os Olhos Agora”, que foi originalmente disponibilizada em agosto no serviço Now, pay-per-view da Net. Veja o trailer abaixo. A produção adapta o romance homônimo do jornalista Edney Silvestre, premiado com o troféu Jabuti em 2010. Mas a prévia evidencia influência do filme “Conta Comigo”, que por sua vez era adaptação de um conto de Stephen King. Passada no começo dos anos 1960, a história gira em torno de dois amigos de infância, Paulo (João Gabriel D’Aleluia e a voz de Milton Gonçalves na narração da trama) e Eduardo (Xande Valois), que durante um passeio descobrem o corpo de uma moça morta, chamada Anita (Thainá Duarte). O crime muda completamente a vida dos dois, que passam a investigar e tentar solucionar o assassinato com a ajuda de um homem misterioso chamado Ubiratan (Antonio Fagundes). Com essa premissa de aventura juvenil, a minissérie aborda várias questões, como racismo, machismo e classes sociais. E Anita não é a única morte da história, que aumenta os riscos para os dois jovens protagonistas. O elenco ainda traz Murilo Benício como o prefeito Adriano, Débora Falabella como a primeira-dama Isabel, Gabriel Braga Nunes como o empresário Geraldo, Mariana Ximenes como sua esposa Adalgisa e Renato Borghi como o marido de Anita, Francisco. A minissérie foi gravada entre novembro de 2017 e janeiro de 2018 na cidade mineira de Catas Altas, de apenas 5,3 mil habitantes. E este cenário natural é um dos pontos altos da produção, escrita por Ricardo Linhares (da novela “Babilônia”) e com direção de Carlos Manga Junior (“Zorra Total”) e André Câmara (“Novo Mundo”). Com 10 episódios, “Se Eu Fechar os Olhos Agora” vai ao ar às segundas, terças, quintas e sextas, logo após a novela “O Sétimo Guardião”.

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  • Série

    Cláudia Abreu vai estrelar série de terror da Globoplay

    13 de abril de 2019 /

    A atriz Cláudia Abreu vai estrelar uma série de terror da Globoplay. Ela terá um dos papéis principais de “Desalma”, seu primeiro trabalho desenvolvido para streaming. A série terá como protagonista um adolescente de 12 anos que ainda não foi escolhido pela equipe. A Globo não ofereceu detalhes sobre o enredo, apenas que se trata de uma produção dramática que vai apostar no sobrenatural e irá acompanhar os conflitos de três famílias de imigrantes ucranianos que vivem no Paraná. As gravações devem começar entre maio e junho com roteiro da estreante Ana Paula Maia e direção de Carlos Manga Junior (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”). Cláudia Abreu não grava uma novela da Globo desde “A Lei do Amor” (2016), um dos maiores fracassos da emissora. Desde então, vem se dedicando às séries. Ela criou e estrela a série infantil “Valentins”, do canal Gloob, além de ter participado de um episódio da série “Cidade Proibida”. Ela também poderá ser vista em breve nos filmes “Silêncio da Chuva”, de Daniel Filho, e “Cheias de Charme: O Filme”, baseado na novela de mesmo nome. Nenhum deles tem data de lançamento definida. Já “Desalma” tem previsão de estreia no último trimestre de 2019 e deverá ser, num primeiro momento, exclusiva do Globoplay.

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  • Série

    Série Julie e os Fantasmas vai ganhar remake americano na Netflix

    13 de abril de 2019 /

    A Netflix encomendou a produção de um remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. E o responsável pela adaptação é um “peso pesado” do Disney Channel. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes”, vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a plataforma de streaming. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012 e agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título (vivida por Mariana Lessa em 2012), uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, Daniel (Bruno Sigrist), Martim (Marcelo Ferrari) e Félix (Fabio Rabello), mortos há 25 anos. Essa premissa será mantida, mas com atores americanos. Intitulada em inglês “Julie and the Phantoms”, a versão americana terá roteiros e produção da dupla Dan Cross e David Hoge (criadores de “Os Thundermans” e “Par de Reis”), enquanto os criadores da série original, Hugo Janeba e João Daniel Tikhomiroff, serão creditados como produtores da adaptação. Kenny Ortega também vai produzir para a Netflix a adaptação da série de livros “Auntie Claus” (Titia Noel), da autora Elise Primavera. As obras contam a história de uma menina que decide investigar porque sua tia apaixonada pelo Natal desaparece todo fim de ano. Relembre “Julie e os Fantasmas” com o trailer abaixo.

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  • Série

    Globoplay vai exibir séries brasileiras da Fox

    13 de abril de 2019 /

    A plataforma Globoplay anunciou a compra dos direitos de exibição das séries nacionais produzidas pela Fox. Elas serão disponibilizadas para os assinantes do streaming do Grupo Globo conforme terminarem suas temporadas na TV paga. São apenas quatro séries, mas todas com mais de uma temporada: “Rio Heroes”, “Impuros”, “Me Chama de Bruna” e “Um Contra Todos”. Elas fazem parte da programação do canal pago Fox Premium e do aplicativo Fox Play. “Impuros” é a mais nova e sua 2ª temporada, já gravada, ainda não tem data de estreia. A trama acompanha a história de Evandro do Dendê (Raphael Logam), jovem da favela que não vê a hora de completar 18 anos e ter um trabalho digno. O problema é que, antes disso, seu irmão traficante é assassinado por policiais e seu desejo de vingança o projeta rapidamente no mundo do crime. “Rio Heroes” traz Murilo Rosa como um lutador de jiu jitsu que criou um campeonato de vale-tudo clandestino. A 2ª temporada estreia em 10 de maio na Fox Premium. “Me Chama de Bruna” é uma produção de 2016 que já conta com três temporadas e tem a 4ª encomendada. A série acompanha a história da famosa prostituta Bruna Surfistinha, vivida por Maria Bopp. Mais premiada de todas, “Um Contra Todos” gira em torno do personagem de Júlio Andrade, que, prestes a se tornar pai novamente, acaba preso injustamente, acusado de tráfico de drogas. Ele aprende a sobreviver na penitenciária e a ser respeitado como um chefão do crime, incorporando o personagem que foi acusado de ser. Duas vezes indicada ao prêmio Emmy Internacional, a produção teve três temporadas exibidas e a 4ª já está gravada. Com a aquisição, a Globoplay reforça seu catálogo de séries nacionais, que acaba sendo seu maior diferencial no mercado do streaming como alternativa à Netflix. Ainda não há previsão para a estreia das séries da Fox no serviço da Globo.

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  • Série

    Atriz de Master of None entra na 3ª temporada de Westworld

    13 de abril de 2019 /

    A atriz, roteirista e produtora Lena Waithe entrou no elenco da 3ª temporada de “Westworld”. Ela é conhecida por seu trabalho como atriz na série “Master of None”, mas também escreveu para “Bones” e criou “The Chi” e “Boomerang”, atualmente renovadas nos Estados Unidos. Ainda não foram reveladas informações sobre seu papel. Não se sabe se a participação é especial ou se ela será recorrente. Os detalhes da temporada, que vai se passar fora do parque do velho oeste, estão sendo mantidos em sigilo. Até então, o único integrante novo confirmado era Aaron Paul (de “Breaking Bad”). Os novos episódios só vão estrear em 2020, na HBO.

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  • Série

    2ª temporada de Kakegurui ganha data de estreia na Netflix

    12 de abril de 2019 /

    Com o final de sua exibição no Japão, a 2ª temporada de “Kakegurui” finalmente ganhou data de estreia oficial na Netflix. Intitulada “Kakegurui XX”, o segundo ano da animação estreia em 13 de junho em streaming. O fato da trama de “Kakegurui” ser baseada em apostas em jogos de cartas é algo que o diferencia dos outros animes, já que a popularidade desse tipo de jogo não é vista tão abertamente nos mangás japoneses. No entanto, com sites de apostas cada vez mais populares, como o Sportingbet, a produção acabou chamando atenção e gerou uma franquia com vários produtos. Tudo começou com o mangá homônimo. Criado em 2014 com textos de Homura Kawamoto e ilustrações de Tōru Naomura, a trama tornou-se rapidamente cultuada à particularidade de sua história. No mangá, além das recompensas monetárias obtidas pelas grandes apostas, os vencedores também obtêm o benefício de transformar os perdedores em escravos particulares, mantendo uma certa ordem hierárquica, até que Yumeko Jabami chega para fazer parte das competições e rompe com o status quo, tornando-se a High Roller do lugar. O mangá original já tem 9 volumes, que estão disponíveis na Amazon – o mais recente é do mês passado. Assim como nos quadrinhos, o anime segue a protagonista Yumeko Jabami, recém-chegada no colégio particular Hyakkaou, onde impera um sistema imposto pelo grêmio acadêmico baseado em apostas de jogos de azar. Uma vez endividado, o aluno assume a alcunha de “bicho de estimação”, passando a ser humilhado pelos colegas e obrigado a fazer serviços forçados. A protagonista é uma apostadora compulsiva que sente prazem em se arriscar nestes jogos. Habilidosa, ela passa a incomodar os interesses dos alunos da elite japonesa que formam o conselho do grêmio estudantil. Além do mangá e do anime, “Kakegurui” também inspirou uma série live-action estrelada por Minami Hamabe (“Ace Attorney”), ligeiramente diferente da trama dos desenhos, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e que será concluída com um filme. O longa encontra-se em desenvolvimento para lançamento em maio no Japão.

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    Blue Bloods é renovada para a 10ª temporada

    12 de abril de 2019 /

    A rede CBS renovou a série policial “Blue Bloods” para sua 10ª temporada. A atração estrelada por Tom Selleck (o Magnum original) vai chegar, assim, à produção de seu 200º episódio – justamente o primeiro da 10ª temporada. Uma das 10 séries mais vistas da TV americana, com média de 8,5 milhões de telespectadores por episódio, “Blue Bloods” também é a atração mais visualizada nas plataformas digitais da rede CBS – incluindo a plataforma CBS All Acess – , onde supera o público de “NCIS”, drama que lidera a audiência televisiva nos Estados Unidos. Um detalhe que chama atenção no sucesso da criação de Mitchell Burgess e Robin Green (roteiristas da “Família Soprano”) é sua capacidade de juntar tanto público às 22h de sexta-feira, considerada a pior faixa de exibição para uma série de TV. O horário é o mesmo desde a 1ª temporada, quando a família policial de Tom Selleck – que inclui o irmão de Mark Wahlberg, o ex-New Kid on the Block Donnie – foi apresentada ao público. Há um mês dos Upfronts, eventos de apresentação das novas temporadas das redes americanas, a CBS já tem nove renovações confirmadas em sua programação de 2019-2020: “Blue Bloods”, “NCIS”, “Young Sheldon”, “Mom”, “Criminal Minds”, “FBI”, “God Friended Me”, “Magnum P.I.” e “The Neighborhood”. Interrompida e esquecida pela TV paga nacional, “Blue Bloods” tem várias temporadas disponíveis nas plataformas de streaming Now e Prime Video (da Amazon).

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    Good Girls é renovada para a 3ª temporada

    12 de abril de 2019 /

    A rede americana NBC anunciou a renovação de “Good Girls” para a 3ª temporada, apesar de a série ter perdido um terço de seu público com a exibição dos episódios mais recentes. Atualmente na metade de sua 2ª temporada, “Good Girls” tem atraído em torno de 2,4 milhões de telespectadores ao vivo e marcado 0,6 ponto na demo – contra 4,4 milhões de telespectadores e 1 ponto no ano passado. Mas é um público bastante estável, sem grandes oscilações. Também pesa favoravelmente na sua conta o fato de a atração ser parcialmente financiada pela Netflix, que faz sua distribuição internacional – inclusive no Brasil. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), a série gira em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local e acabam virando alvo de criminosos. Quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, que agora querem recuperar o que perderam. As protagonistas são interpretadas por Christina Hendricks (“Mad Men”), Mae Whitman (“Parenthood”) e Retta (“Parks and Recreation”). “Estamos animadas para continuar seguindo a amizade e as aventuras destas três mulheres incríveis, além de continuar explorando temas cotidianos de formas engraçadas e surpreendentes”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, presidentes de programação da NBC, em comunicado sobre a renovação.

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    HBO vai abrir sinal na estreia da última temporada de Game of Thrones

    12 de abril de 2019 /

    O canal pago HBO anunciou que vai abrir o seu sinal no fim de semana, visando dar um gostinho do retorno de “Game of Thrones”. O primeiro episódio da 8ª e última temporada da série vai ao ar neste domingo (14/4) às 22h no Brasil. O sinal aberto será disponibilizado entre os dias 12 e 14 de abril para todos os assinantes dos pacotes básicos das operadores NET, Oi TV, Claro, Vivo TV e Sky. A expectativa é de que a exibição registre recordes de audiência. A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” será mais curta do que as anteriores, com apenas seis episódios, mas eles serão os mais longos da série, como se fossem filmes semanais. Os episódios poderão ser acompanhados pelo canal televisivo da HBO ou pelo aplicativo de streaming HBO Go.

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  • Série

    Teaser revela data de estreia do revival de Veronica Mars

    12 de abril de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser oficial do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. A prévia volta a trazer a atriz, já adulta, ao papel que a consagrou, para revelar a data de estreia de seu retorno. De quebra, o vídeo mostra que Veronica pode ter envelhecido, mas não perdeu seu mau-humor maravilhosamente ácido. A série vai acompanhar a volta de Veronica à cidadezinha litorânea de Neptune durante o período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, quando se envolve numa investigação da agência de detetive de seu pai (Enrico Colantoni). A trama vai repercutir assassinatos de jovens que estão passando as férias em Neptune, além de refletir a divisão social da cidade, que “coloca as famílias da elite, que querem acabar com a farra do spring break, contra a classe trabalhadora, que lucra com o turismo” – segundo a descrição oficial. Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars, para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell no papel-título, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas). Todo esse elenco – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho.

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    Disney+ (Disney Plus) terá cinco séries da Marvel com elenco dos Vingadores

    12 de abril de 2019 /

    O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, confirmou a produção de cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a plataforma Disney+ (Disney Plus). São as produções que vinham sendo mencionadas extra-oficialmente. Todas serão estreladas pelos intérpretes dos personagens no cinema. A confirmação foi acompanhada dos títulos de cada atração, que ainda ganharam previsão de lançamento. “Loki”, estrelada por Tom Hiddleston, deve ser lançada junto com a plataforma, em 12 de novembro. “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal) juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan em 2020. “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, chegará em 2021. Apenas a recém-anunciada “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, ainda não tem previsão de estreia. A quinta atração é uma série animada: “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”, que contam histórias alternativas sobre os personagens da editora, baseadas em mudanças de acontecimentos importantes em suas vidas. A animação também deverá contar com participação dos intérpretes dos heróis do cinema em sua dublagem. A expectativa de lançamento é para 2020.

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  • Série

    Os Simpsons vestem o chapéu do Mickey em vídeo da Disney+ (Disney Plus)

    12 de abril de 2019 /

    O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, incluiu o primeiro vídeo de “Os Simpsons” feito para o estúdio. Concebido para divulgar a disponibilização dos 660 episódios da série animada com exclusividade na Disney+ (Disney Plus), o vídeo mostra Homer mandando toda a família usar o chapéu do Mickey, com resultados hilários. A sinergia com a Disney aparece estampada literalmente num cartaz ao fundo, mas também se manifesta por meio de uma participação muito especial. Vale reparar também que, aos pés da estátua de Bob Iger, CEO da Disney, há uma cesta de lixo com um retrato de Rupert Murdoch, CEO da Fox, que vendeu seu estúdio de cinema e TV para a Disney. A série “Os Simpsons” será um dos destaques da Disney+ (Disney Plus), que ganhou data de lançamento nos Estados Unidos: 12 de novembro. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em outros países a partir de 2020.

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  • Etc,  Série

    Disney anuncia data, preço e detalhes de seu projeto de streaming

    12 de abril de 2019 /

    A Disney divulgou seus planos oficiais para o streaming, num evento para investidores e imprensa realizado na noite de quinta (sexta no Brasil, 12/4, pela diferença do fuso horário) num estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia – o mesmo usado para a filmagem do “Mary Poppins” original. O projeto consiste no lançamento de um pacote com três serviços: ESPN+ com esportes, Hulu com programação adulta e Disney+ (Disney Plus) para toda a família. Destes três, apenas o Disney+ (Disney Plus) ainda não está disponível. Mas finalmente ganhou uma data de lançamento. O Disney+ (Disney Plus) será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos. A apresentação da plataforma, comandada pelo CEO Bob Iger, veio acompanhada da confirmação de que o serviço será internacional, com a expectativa de chegar a outros países em 2020. Outro detalhe importante foi divulgado: seu preço. Custará apenas US$ 6,99 ao mês – ou, com desconto, será oferecido por uma assinatura anual de US$ 66,90 nos Estados Unidos. O valor é bem mais em conta que o preço da assinatura mais barata da Netflix – US$ 8,99 ao mês. A maior parte da programação do Disney+ (Disney Plus) será preenchida pela vasta biblioteca de títulos da empresa. Já em seu lançamento, o serviço contará com 18 filmes da Pixar, 13 clássicos animados da Disney que estão fora de circulação há tempos, todos os filmes de “Star Wars” e dos super-heróis da Marvel, inclusive, em primeira mão, a estreia de “Capitão Marvel” e “Vingadores: Ultimato” em streaming, cerca de 250 horas de programação da National Geographic, 100 produções originais do Disney Channel, 660 episódios de “Os Simpsons” e produções exclusivas criadas especificamente para a plataforma, . Entre as produções exclusivas, incluem-se uma versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, além de séries derivadas de “Star Wars”, dos filmes da Marvel e da Fox, dos desenhos da Pixar e dos telefilmes da Disney – casos, por exemplo, de “The Mandalorian”, passada numa galáxia distante, produções com Loki, Feiticeira Escarlate e Visão, Gavião Arqueiro, Soldado Invernal e Falcão, séries animadas baseadas nos quadrinhos de “O Que Aconteceria Se” (What If) e no filme de “Monstros S.A.”, sem esquecer de uma continuação de “Com Amor, Simon” e um spin-off de “High School Musical”. Para começar, estão previstas oito séries originais live-action, cinco atrações animadas, 14 produções de variedades (documentários, reality shows, especiais) e seis filmes exclusivos, que estão sendo produzidos visando disponibilidade no lançamento do serviço. A Disney está investindo US$ 1 bilhão na produção desse conteúdo exclusivo para a plataforma. Não parece muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. A expectativa, porém, é que a empresa perca milhões de dólares até a plataforma se tornar lucrativa, numa curva que só deve mudar após cinco anos de expansão. Neste período, a Disney+ (Disney Plus) continuará investindo cada vez mais em produções exclusivas. Antes mesmo de lançar o serviço, a Disney assumiu que espera perder cerca de US$ 150 milhões em taxas de licenciamento, que deixarão de entrar em seus cofres após encerrar seu relacionamento com a Netflix. E diz já ter perdido cerca de US$ 1 bilhão ao investir em tecnologia e na montagem de seu negócio de streaming, com custos que devem crescer muito mais quando a Disney+ (Disney Plus) começar a operar. O evento também contou com uma breve demonstração do aplicativo Disney+ (Disney Plus) (veja um vídeo abaixo), que oferece aos usuários a opção de navegar pelo serviço por marca – por exemplo, Marvel ou Star Stars. Os assinantes da Disney+ (Disney Plus) poderão criar perfis com experiências personalizadas com base em seus produtos favoritos. E o serviço também inclui controle dos pais com restrição por idade. Por enquanto, Disney+ (Disney Plus), ESPN+ e Hulu serão oferecidos separadamente aos assinantes, mas os planos incluem, num futuro próximo, o lançamento de um pacote com assinaturas para os três produtos com desconto. Para viabilizar esse projeto em todo o mundo, a Disney também planeja implementar, finalmente, a distribuição global da Hulu, que hoje é restrita ao mercado americano. Com isso, deverá encerrar o licenciamento das produções exclusivas do serviço para terceiros – no Brasil, por exemplo, “The Handmaid’s Tale” está sendo disponibilizada pela Globoplay.

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